Questões de Concurso Comentadas sobre sintaxe em português

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Q342306 Português
Em relação às estruturas linguísticas do texto acima, julgue os itens a seguir.

A substituição de “para os” por aos nas ocorrências entre as linhas 11 e 15 manteria a correção gramatical do texto.
Alternativas
Q342305 Português
Em relação às estruturas linguísticas do texto acima, julgue os itens a seguir.

A substituição de “exigirá” (l.8) por exigiriam manteria a correta correlação entre os tempos e modos verbais empregados no período.
Alternativas
Q340548 Português
Analise as afirmativas a seguir.

I. Em "... à inserção do negro,..." (1º§), o uso da crase é facultativo, pois o termo "relação" possui dupla regência.

II. No trecho "... à representatividade..." (2º§) ocorre a crase, pois a palavra feminina " representatividade" é determinada pelo artigo "a" e subordinada ao termo "obedecendo", que exige preposição "a".

III. Em "... no combate a essa dupla discriminação..." (2º§), não pode o "a" receber o acento indicador da crase por estar seguido de pronome demonstrativo.


Está (ão) correta (s) a (s) afirmativa (s)

Alternativas
Q340543 Português
Em " Conseguiram muita coisa desde então,...", a expressão sublinhada desempenha a mesma função sintática que a destacada em

Alternativas
Q340410 Português

Texto

                               Muito além de impressões digitais

      Um passado sem rosto e sem rastro transformou a figura da mãe numa pálida lembrança. E levou consigo a imagem da menina Camila, ex-moradora de rua, sem deixar na adulta a certeza de como era quando criança. Com a morte da mãe no parto do oitavo irmão, há nove anos, depois de peregrinar com os sete irmãos pelas ruas de diversos bairros, ela ganhou uma casa. Foi morar com a tia e cada irmão seguiu para viver com um parente.

      A história da família Gomes, até a geração de Camila Cláudia, hoje com 21 anos, é apenas oral. Não há um único registro fotográfico dessa vida nômade. Nem fotos, nem documentos. Camila não tem certidão de nascimento, o que impede o acesso aos direitos mais elementares. E não se lembra de ter visto fotos da mãe.

      Uma aflição latente ficou de herança. Os nascimentos de Camille, de 2 anos, e Sofia, de 5 meses, trouxeram um novo desejo à vida da menina sem foto. Há pouco menos de dois anos, ela comprou um celular com câmera, exclusivamente para fotografar a primeira filha.

      Camila tem a chance agora de deixar impressa sua passagem pelo mundo. Ela ilustra a farta variedade de estatísticas que apontam para o consumo crescente de celulares e câmeras digitais no país, instrumentos também de inclusão. Nos últimos três anos, o item de consumo que mais cresceu no Brasil foi a câmera digital (de 20% para 35%), indicam os dados da consultoria Kantar WorldPanel, divulgados em setembro. Um estudo da Fecomércio do ano passado mostra que, de 2003 a 2009, o gasto com celular já havia aumentado 63,6% em todas as classes sociais. Na E, chegou a 312%. Soma-se a estes um outro dado, e a equação se completa: cerca de 66% dos brasileiros usam o celular para tirar fotografias, segundo pesquisa do Instituto Data Popular colhida este ano.

      A democratização do acesso se consolidou. Estamos diante de novos tempos, moldados pela democratização do acesso ao registro de imagens. As classes populares deixaram de ser apenas o objeto fotografado e tornaram-se também agentes desse universo pictórico: são produtores em escala crescente, de imagens de seu cotidiano.

                                                                                                  (Revista O globo, novembro de 2012.)

O uso de vírgulas no período "E levou consigo a imagem da menina Camila, ex -moradora de rua, sem deixar na adulta a certeza de como era quando criança" , se justifica por
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Q340407 Português

Texto

                               Muito além de impressões digitais

      Um passado sem rosto e sem rastro transformou a figura da mãe numa pálida lembrança. E levou consigo a imagem da menina Camila, ex-moradora de rua, sem deixar na adulta a certeza de como era quando criança. Com a morte da mãe no parto do oitavo irmão, há nove anos, depois de peregrinar com os sete irmãos pelas ruas de diversos bairros, ela ganhou uma casa. Foi morar com a tia e cada irmão seguiu para viver com um parente.

      A história da família Gomes, até a geração de Camila Cláudia, hoje com 21 anos, é apenas oral. Não há um único registro fotográfico dessa vida nômade. Nem fotos, nem documentos. Camila não tem certidão de nascimento, o que impede o acesso aos direitos mais elementares. E não se lembra de ter visto fotos da mãe.

      Uma aflição latente ficou de herança. Os nascimentos de Camille, de 2 anos, e Sofia, de 5 meses, trouxeram um novo desejo à vida da menina sem foto. Há pouco menos de dois anos, ela comprou um celular com câmera, exclusivamente para fotografar a primeira filha.

      Camila tem a chance agora de deixar impressa sua passagem pelo mundo. Ela ilustra a farta variedade de estatísticas que apontam para o consumo crescente de celulares e câmeras digitais no país, instrumentos também de inclusão. Nos últimos três anos, o item de consumo que mais cresceu no Brasil foi a câmera digital (de 20% para 35%), indicam os dados da consultoria Kantar WorldPanel, divulgados em setembro. Um estudo da Fecomércio do ano passado mostra que, de 2003 a 2009, o gasto com celular já havia aumentado 63,6% em todas as classes sociais. Na E, chegou a 312%. Soma-se a estes um outro dado, e a equação se completa: cerca de 66% dos brasileiros usam o celular para tirar fotografias, segundo pesquisa do Instituto Data Popular colhida este ano.

      A democratização do acesso se consolidou. Estamos diante de novos tempos, moldados pela democratização do acesso ao registro de imagens. As classes populares deixaram de ser apenas o objeto fotografado e tornaram-se também agentes desse universo pictórico: são produtores em escala crescente, de imagens de seu cotidiano.

                                                                                                  (Revista O globo, novembro de 2012.)

Observe o trecho "Máquinas fotográficas eram artigos de luxo. Assinale a alternativa na qual o trecho em destaque tem classificação sintática igual a do item sublinhado no período anterior.

Alternativas
Ano: 2013 Banca: IDECAN Órgão: COREN-MA Prova: IDECAN - 2013 - COREN-MA - Contador |
Q340230 Português
“Era com Os Outros que elas nos ameaçavam caso não nos comportássemos direito.” A oração sublinhada na frase anterior traz uma ideia de:

Alternativas
Q339675 Português
Assinale a alternativa que classifica, corretamente, o sujeito da forma verbal em destaque no fragmento abaixo, retirado do texto II:

“(...) chorar é golpe baixo.” (1º parágrafo)

Alternativas
Q339671 Português
Assinale a alternativa que apresenta a correta classificação morfológica e sintática dos termos abaixo destacados:

I. Acabava desistindo da briga, o que o deixava furioso (...) (1º parágrafo)

II. Decidido, foi à farmácia e pediu ao encarregado que lhe aplicasse a testosterona (...) (5º parágrafo)

Alternativas
Q338832 Português
Julgue os itens que se seguem, acerca das estruturas linguísticas do texto.

A supressão do acento gráfico da forma verbal “têm” (l.5) não prejudicaria a correção gramatical do período, uma vez que o verbo pode apresentar concordância com a ideia singular de “brasileiro” (l.4) ou de “estrangeiro” (l.4) ou com a ideia plural de “o brasileiro ou o estrangeiro” (l.3-4).
Alternativas
Q338829 Português
Julgue os itens que se seguem, acerca das estruturas linguísticas do texto.

No trecho “devido ao fato (...) da política” (l.9-11), mantendo-se as ideias e a correção do texto, a expressão nominal “a instituição da política” poderia ser transformada em oração, desde que o sinal de dois-pontos que a antecede fosse substituído por vírgula, da seguinte forma: por ela se distanciar do que seria sua razão de ser, que é a instituição da política.
Alternativas
Ano: 2013 Banca: VUNESP Órgão: TJ-SP Prova: VUNESP - 2013 - TJ-SP - Advogado |
Q338342 Português
Falha no Facebook_______dados de 6 milhões de usuá- rios. Números de telefone e e-mails de parte dos usuários do site_______ para download a partir da ferramen- ta “Baixe uma cópia dos seus dados”, presente na seção

“Geral” da categoria “Privacidade”, sem o consentimento dos cadastrados da rede social.

Em norma-padrão da língua portuguesa, as lacunas do texto devem ser preenchidas, respectivamente, com.

Alternativas
Q338311 Português






      A ADOLESCÊNCIA E AS DROGAS
-Os traficantes entram em nossas casas porque encontram portas abertas. E seduzem nossos filhos
porque eles têm crescido fracos e sem qualquer esperança.

Temos muitas dúvidas a respeito de quase todas as coisas que nos são importantes Mas também temos
algumas certezas. Elas derivam da observação dos fatos, especialmente daqueles que são indiscutíveis, que não deixam margem para interpretações variadas. Uma dessas certezas tem a ver com o uso de drogas: praticamente todas as pessoas viciadas começaram a usar algum tipo de droga nos primeiros anos da adolescência, entre os 13 e os 17 anos de idade. Isso é válido para o uso de drogas pesadas, mas igualmente acontece com a iniciação ao uso do cigarro normal que, mesmo provocando poucos efeitos psicológicos, determina forte inclinação para a dependência.

Outra certeza que temos é a necessidade urgente de compreendermos melhor o que se passa na cabeça dos nossos jovens, para que possamos impedir que persista a tendência atual, que é a do uso de drogas por um número cada vez maior de pessoas, e que ela venha a envolver praticamente toda a juventude do nosso país. Teremos que providenciar novas atitudes dos pais e da sociedade, especialmente se isso puder ajudar nossas crianças a crescerem
com mais força e determinação pessoal.

Sim, porque é fácil colocar toda a culpa do problema das drogas nos traficantes e em outros delinquentes que fazem fortuna com esse comércio. A verdade é que eles entram nas nossas casas porque encontram portas abertas. E eles seduzem nossos filhos porque eles têm crescido fracos e sem esperanças.

Disponível em: www.somostodosum.ig.com.br


Em relação à CONCORDÂNCIA NOMINAL, em uma das alternativas abaixo, a justificativa está INCORRETA. Assinale-a.

Alternativas
Q338305 Português






      A ADOLESCÊNCIA E AS DROGAS
-Os traficantes entram em nossas casas porque encontram portas abertas. E seduzem nossos filhos
porque eles têm crescido fracos e sem qualquer esperança.

Temos muitas dúvidas a respeito de quase todas as coisas que nos são importantes Mas também temos
algumas certezas. Elas derivam da observação dos fatos, especialmente daqueles que são indiscutíveis, que não deixam margem para interpretações variadas. Uma dessas certezas tem a ver com o uso de drogas: praticamente todas as pessoas viciadas começaram a usar algum tipo de droga nos primeiros anos da adolescência, entre os 13 e os 17 anos de idade. Isso é válido para o uso de drogas pesadas, mas igualmente acontece com a iniciação ao uso do cigarro normal que, mesmo provocando poucos efeitos psicológicos, determina forte inclinação para a dependência.

Outra certeza que temos é a necessidade urgente de compreendermos melhor o que se passa na cabeça dos nossos jovens, para que possamos impedir que persista a tendência atual, que é a do uso de drogas por um número cada vez maior de pessoas, e que ela venha a envolver praticamente toda a juventude do nosso país. Teremos que providenciar novas atitudes dos pais e da sociedade, especialmente se isso puder ajudar nossas crianças a crescerem
com mais força e determinação pessoal.

Sim, porque é fácil colocar toda a culpa do problema das drogas nos traficantes e em outros delinquentes que fazem fortuna com esse comércio. A verdade é que eles entram nas nossas casas porque encontram portas abertas. E eles seduzem nossos filhos porque eles têm crescido fracos e sem esperanças.

Disponível em: www.somostodosum.ig.com.br


Sobre REGÊNCIA VERBAL, analise as afirmativas abaixo, observando o verbo contido em cada item.

I. “...porque encontram portas abertas.” – o verbo exige complemento não regido de preposição.
II. “Mas também temos algumas certezas.” – o verbo exige complemento sem ser regido de preposição.
III. “ Elas derivam da observação dos fatos...” – o verbo não pede complemento.
IV. “Isso é válido para o uso de drogas...” – o verbo pede complemento regido de preposição.
V. “... determina forte inclinação para a dependência.” – o verbo exige dois complementos: um regido de preposição e o outro não.

Está CORRETO o que se afirma em

Alternativas
Q337385 Português
Imagem 001.jpg

Em relação às informações e às estruturas linguísticas do texto acima, julgue os itens a seguir.
Mantêm-se a correção gramatical e o sentido original do período ao se substituir “quando” (l.8) por no qual.
Alternativas
Q337384 Português
Imagem 001.jpg

Em relação às informações e às estruturas linguísticas do texto acima, julgue os itens a seguir.
Na linha 5, o emprego do sinal indicativo de crase justifica-se pela presença da preposição a na expressão “com vistas à” e do artigo definido feminino que antecede a palavra “criação”.
Alternativas
Q337157 Português

                        Volta à polêmica sobre patente de remédios

        Patentes de medicamentos geralmente são reconhecidas pelo prazo de dez anos, de acordo com regras internacionais aceitas por muitos países. Esse prazo inclui a fase final de desenvolvimento dos medicamentos, chamada pipeline no jargão técnico. Muitas vezes, esse período até o lançamento comercial do produto pode levar até quatro anos, de modo que em vários casos o laboratório terá efetivamente cerca de seis anos e proteção exclusiva para obter no mercado o retorno do investimento feito. 

        A partir da perda de validade da patente, o medicamento estará sujeito à concorrência de produtos similares e genéricos que contenham princípios ativos encontrados no original. Por não embutirem os custos de pesquisa e desenvolvimento do produto original, os genéricos e similares podem ser lançados a preços mais baixos do que os dos medicamentos de marca, que, no período de proteção exclusiva, tiveram a oportunidade de conquistar a confiança do consumidor e dos médicos que os prescrevem para seus pacientes.

        A pesquisa para obtenção de novos medicamentos comprovadamente eficazes envolve somas elevadíssimas. Daí que geralmente as empresas que estão no topo da indústria farmacêutica são grandes grupos internacionais, ficando os laboratórios regionais mais voltados para a produção de genéricos e similares.

        A necessidade de se remunerar o investimento realizado faz com que, não raramente, os remédios sejam caros em relação à renda da maioria das pessoas, e isso provoca conflitos de toda ordem, em especial nos países menos desenvolvidos, onde se encontram também as maiores parcelas da população que sofrem de doenças endêmicas, causadas por falta de saneamento básico, habitação insalubre, deficiências na alimentação etc.Muitas vezes para reduzir o custo da distribuição de medicamentos nas redes públicas os governos investem em laboratórios estatais, que se financiam com subsídios e verbas oficiais, diferentemente de empresas, que precisam do lucro para se manterem no mercado. Esse conflito chega em alguns momentos ao ponto de quebra de patente por parte dos países que se sentem prejudicados. O Brasil mesmo já recorreu a essa decisão extrema em relação ao coquetel de remédios para tratamento dos pacientes portadores do vírus HIV e dos que sofrem com a AIDS, chegando depois a um entendimento com os laboratórios.

        O tema da quebra de patente voltou à tona depois que a Corte Superior da Índia não reconheceu como inovação um medicamento para tratamento do câncer que o laboratório suíço Novartis considera evolução do seu remédio original, Glivec. A patente foi reconhecida nos Estados Unidos e em outros 39 países, o que provocou a polêmica. O Brasil hoje é cauteloso nessa questão. Optou por uma atitude mais pragmática, que tem dado bons resultados e permitido, inclusive, o desenvolvimento de novos medicamentos no país. A quebra de patente não pode ser banalizada. 


(O Globo, 07/04/2013) 

O termo sublinhado que desempenha uma função diferente da dos demais, é
Alternativas
Q337155 Português

                        Volta à polêmica sobre patente de remédios

        Patentes de medicamentos geralmente são reconhecidas pelo prazo de dez anos, de acordo com regras internacionais aceitas por muitos países. Esse prazo inclui a fase final de desenvolvimento dos medicamentos, chamada pipeline no jargão técnico. Muitas vezes, esse período até o lançamento comercial do produto pode levar até quatro anos, de modo que em vários casos o laboratório terá efetivamente cerca de seis anos e proteção exclusiva para obter no mercado o retorno do investimento feito. 

        A partir da perda de validade da patente, o medicamento estará sujeito à concorrência de produtos similares e genéricos que contenham princípios ativos encontrados no original. Por não embutirem os custos de pesquisa e desenvolvimento do produto original, os genéricos e similares podem ser lançados a preços mais baixos do que os dos medicamentos de marca, que, no período de proteção exclusiva, tiveram a oportunidade de conquistar a confiança do consumidor e dos médicos que os prescrevem para seus pacientes.

        A pesquisa para obtenção de novos medicamentos comprovadamente eficazes envolve somas elevadíssimas. Daí que geralmente as empresas que estão no topo da indústria farmacêutica são grandes grupos internacionais, ficando os laboratórios regionais mais voltados para a produção de genéricos e similares.

        A necessidade de se remunerar o investimento realizado faz com que, não raramente, os remédios sejam caros em relação à renda da maioria das pessoas, e isso provoca conflitos de toda ordem, em especial nos países menos desenvolvidos, onde se encontram também as maiores parcelas da população que sofrem de doenças endêmicas, causadas por falta de saneamento básico, habitação insalubre, deficiências na alimentação etc.Muitas vezes para reduzir o custo da distribuição de medicamentos nas redes públicas os governos investem em laboratórios estatais, que se financiam com subsídios e verbas oficiais, diferentemente de empresas, que precisam do lucro para se manterem no mercado. Esse conflito chega em alguns momentos ao ponto de quebra de patente por parte dos países que se sentem prejudicados. O Brasil mesmo já recorreu a essa decisão extrema em relação ao coquetel de remédios para tratamento dos pacientes portadores do vírus HIV e dos que sofrem com a AIDS, chegando depois a um entendimento com os laboratórios.

        O tema da quebra de patente voltou à tona depois que a Corte Superior da Índia não reconheceu como inovação um medicamento para tratamento do câncer que o laboratório suíço Novartis considera evolução do seu remédio original, Glivec. A patente foi reconhecida nos Estados Unidos e em outros 39 países, o que provocou a polêmica. O Brasil hoje é cauteloso nessa questão. Optou por uma atitude mais pragmática, que tem dado bons resultados e permitido, inclusive, o desenvolvimento de novos medicamentos no país. A quebra de patente não pode ser banalizada. 


(O Globo, 07/04/2013) 

Assinale a alternativa em que a modificação de uma frase verbal para uma frase nominal foi realizada de forma equivocada.
Alternativas
Q337151 Português

                        Volta à polêmica sobre patente de remédios

        Patentes de medicamentos geralmente são reconhecidas pelo prazo de dez anos, de acordo com regras internacionais aceitas por muitos países. Esse prazo inclui a fase final de desenvolvimento dos medicamentos, chamada pipeline no jargão técnico. Muitas vezes, esse período até o lançamento comercial do produto pode levar até quatro anos, de modo que em vários casos o laboratório terá efetivamente cerca de seis anos e proteção exclusiva para obter no mercado o retorno do investimento feito. 

        A partir da perda de validade da patente, o medicamento estará sujeito à concorrência de produtos similares e genéricos que contenham princípios ativos encontrados no original. Por não embutirem os custos de pesquisa e desenvolvimento do produto original, os genéricos e similares podem ser lançados a preços mais baixos do que os dos medicamentos de marca, que, no período de proteção exclusiva, tiveram a oportunidade de conquistar a confiança do consumidor e dos médicos que os prescrevem para seus pacientes.

        A pesquisa para obtenção de novos medicamentos comprovadamente eficazes envolve somas elevadíssimas. Daí que geralmente as empresas que estão no topo da indústria farmacêutica são grandes grupos internacionais, ficando os laboratórios regionais mais voltados para a produção de genéricos e similares.

        A necessidade de se remunerar o investimento realizado faz com que, não raramente, os remédios sejam caros em relação à renda da maioria das pessoas, e isso provoca conflitos de toda ordem, em especial nos países menos desenvolvidos, onde se encontram também as maiores parcelas da população que sofrem de doenças endêmicas, causadas por falta de saneamento básico, habitação insalubre, deficiências na alimentação etc.Muitas vezes para reduzir o custo da distribuição de medicamentos nas redes públicas os governos investem em laboratórios estatais, que se financiam com subsídios e verbas oficiais, diferentemente de empresas, que precisam do lucro para se manterem no mercado. Esse conflito chega em alguns momentos ao ponto de quebra de patente por parte dos países que se sentem prejudicados. O Brasil mesmo já recorreu a essa decisão extrema em relação ao coquetel de remédios para tratamento dos pacientes portadores do vírus HIV e dos que sofrem com a AIDS, chegando depois a um entendimento com os laboratórios.

        O tema da quebra de patente voltou à tona depois que a Corte Superior da Índia não reconheceu como inovação um medicamento para tratamento do câncer que o laboratório suíço Novartis considera evolução do seu remédio original, Glivec. A patente foi reconhecida nos Estados Unidos e em outros 39 países, o que provocou a polêmica. O Brasil hoje é cauteloso nessa questão. Optou por uma atitude mais pragmática, que tem dado bons resultados e permitido, inclusive, o desenvolvimento de novos medicamentos no país. A quebra de patente não pode ser banalizada. 


(O Globo, 07/04/2013) 

A partir da perda de validade da patente, o medicamento estará sujeito à concorrência de produtos similares e genéricos que contenham princípios ativos encontrados no original”.

Assinale a alternativa que traz uma afirmação adequada sobre os componentes desse fragmento do texto.
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FUNCAB Órgão: SUDECO Prova: FUNCAB - 2013 - SUDECO - Agente Administrativo |
Q336783 Português
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas da frase abaixo.

Na fazenda ____ que cheguei e que percorri ____ cavalo, vi plantações abandonadas ____ pragas.

Alternativas
Respostas
38261: C
38262: E
38263: E
38264: C
38265: B
38266: D
38267: C
38268: E
38269: D
38270: E
38271: C
38272: B
38273: D
38274: A
38275: E
38276: C
38277: A
38278: E
38279: E
38280: A