Questões de Concurso
Comentadas sobre sintaxe em português
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Com referência ao texto acima, julgue o item a seguir.
A substituição do segmento “Embora não tenha” (l.2) por
Apesar de não ter prejudica a correção gramatical do
período.
O Quinze
Raquel de Queirós.
Eles tinham saído na véspera, de manhã, de Canoa. Eram duas horas da tarde. Cordulina, que vinha quase cambaleando, sentou-se numa pedra e falou, numa voz quebrada e penosa: - Chico, eu não posso mais... Acho até que vou morrer. Dá-me aquela zoeira na cabeça! Chico Bento olhou dolorosamente a mulher. O cabelo, em falripas¹ sujas, como que gasto, acabado, caía, por cima do rosto, envesgando os olhos, roçando na boca. A pele, empretecida como uma casca, pregueava nos braços e nos peitos, que o casaco e a camisa rasgada descobriam. A saia roída se apertava na cintura em dobras sórdidas; e se enrolava nos ossos das pernas, como um pano posto a enxugar se enrola nas estacas da cerca. Num súbito contraste, a memória do vaqueiro confusamente começou a recordar a Cordulina do tempo do casamento. Viu-a de branco, gorda e alegre, com um ramo de cravos no cabelo oleado e argolas de ouro nas orelhas... Depois sua pobre cabeça dolorida entrou a tresvariar; a vista turvou-se como as idéias; confundiu as duas imagens, a real e a evocada, e seus olhos visionaram uma Cordulina fantástica, magra como a morte, coberta de grandes panos brancos, pendendo-lhe das orelhas duas argolas de ouro, que cresciam, cresciam, até atingir o tamanho do sol. No colo da mulher, o Duquinha, também, só osso e pele, levava, com um gemido abafado, a mãozinha imunda, de dedos ressequidos, aos pobres olhos doentes. E com a outra tateava o peito da mãe, mas num movimento tão fraco e tão triste que era mais uma tentativa do que um gesto. Lentamente o vaqueiro voltou as costas; cabisbaixo, o Pedro o seguiu. E foram andando à toa, devagarinho, costeando a margem da caatinga. Às vezes, o menino parava, curvava-se, espiando debaixo dos paus, procurando ouvir a carreira de algum tejuaçu² que parecia ter passado perto deles. Mas o silêncio fino do ar era o mesmo. E a morna correnteza que ventava, passava silenciosa como um sopro de morte; na terra desolada não havia sequer uma folha seca; e as árvores negras e agressivas eram como arestas de pedra, enristadas contra o céu.
O Quinze. 20ª. edição. Rio de Janeiro: José Olympio. 1976.
1. Farripas, cabelos muito ralos na cabeça. 2. lagarto (teiú) grande
No trecho: “Chico Bento olhou dolorosamente a mulher.” (5º§), observa-se a regência verbal, de acordo com as normas devidas, porém NÃO se pode afirmar tal observância, na opção:
O Quinze
Raquel de Queirós.
Eles tinham saído na véspera, de manhã, de Canoa. Eram duas horas da tarde. Cordulina, que vinha quase cambaleando, sentou-se numa pedra e falou, numa voz quebrada e penosa: - Chico, eu não posso mais... Acho até que vou morrer. Dá-me aquela zoeira na cabeça! Chico Bento olhou dolorosamente a mulher. O cabelo, em falripas¹ sujas, como que gasto, acabado, caía, por cima do rosto, envesgando os olhos, roçando na boca. A pele, empretecida como uma casca, pregueava nos braços e nos peitos, que o casaco e a camisa rasgada descobriam. A saia roída se apertava na cintura em dobras sórdidas; e se enrolava nos ossos das pernas, como um pano posto a enxugar se enrola nas estacas da cerca. Num súbito contraste, a memória do vaqueiro confusamente começou a recordar a Cordulina do tempo do casamento. Viu-a de branco, gorda e alegre, com um ramo de cravos no cabelo oleado e argolas de ouro nas orelhas... Depois sua pobre cabeça dolorida entrou a tresvariar; a vista turvou-se como as idéias; confundiu as duas imagens, a real e a evocada, e seus olhos visionaram uma Cordulina fantástica, magra como a morte, coberta de grandes panos brancos, pendendo-lhe das orelhas duas argolas de ouro, que cresciam, cresciam, até atingir o tamanho do sol. No colo da mulher, o Duquinha, também, só osso e pele, levava, com um gemido abafado, a mãozinha imunda, de dedos ressequidos, aos pobres olhos doentes. E com a outra tateava o peito da mãe, mas num movimento tão fraco e tão triste que era mais uma tentativa do que um gesto. Lentamente o vaqueiro voltou as costas; cabisbaixo, o Pedro o seguiu. E foram andando à toa, devagarinho, costeando a margem da caatinga. Às vezes, o menino parava, curvava-se, espiando debaixo dos paus, procurando ouvir a carreira de algum tejuaçu² que parecia ter passado perto deles. Mas o silêncio fino do ar era o mesmo. E a morna correnteza que ventava, passava silenciosa como um sopro de morte; na terra desolada não havia sequer uma folha seca; e as árvores negras e agressivas eram como arestas de pedra, enristadas contra o céu.
O Quinze. 20ª. edição. Rio de Janeiro: José Olympio. 1976.
1. Farripas, cabelos muito ralos na cabeça. 2. lagarto (teiú) grande
Em: “...espiando debaixo dos paus...” (14º§), a regência nominal está correta, mas a regência nominal NÃO foi devidamente empregada em:
"Não existe cana na Amazônia. Não temos conhecimento de nenhum projeto na região, nem recente nem antigo", afirmou Reinhold Stephanes, ministro da Agricultura, dando eco ao boato oficial de que a cana se mantém distante da floresta (O Globo, 29-07-2007).
Dados oficiais revelam que o plantio de cana-de-açúcar avança sobre a Amazônia, apesar das negativas do governo federal. Projetos sucroalcooleiros instalados no Acre, Maranhão, Pará e Tocantins vivem momento de expansão acelerada. A região não só é fértil como também competitiva. Lula se equivocou ao afirmar que a cana "fica muito distante da Amazônia".
Segundo levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento – Conab –, vinculada ao Ministério da Agricultura, a safra de cana na Amazônia Legal – que compreende estados como Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará e Tocantins –, aumentou de 17,6 milhões de toneladas para 19,3 milhões de toneladas no período 2007/2008.
Esse cultivo na Amazônia atrai, inclusive, investidores estrangeiros. O fundo de investimento Cooper Fund, de aposentadas estadunidenses, agora é sócio do grupo TG Agro Industrial/Costa Pinto, que produz álcool em Aldeias Altas, no Maranhão. No município de Campestre do Maranhão, o empresário Celso Izar, da Maity Bioenergia, negocia com investidores estrangeiros quatro projetos, cada um orçado em US$ 130 milhões, para produzir 1,2 milhão de toneladas de cana. A empresa produz atualmente um milhão de toneladas.
O Greenpeace acredita que o governo não tem condições de fazer valer a proibição do plantio de cana na Amazônia. Ainda que haja leis proibitivas, como o governo pretende fiscalizar? Não basta proibir, é preciso inibir o plantio. Seria bem mais eficiente se o governo levasse a efeito o que cogitou o presidente Lula: fechar a torneira dos bancos públicos aos investidores e parar de liberar financiamentos. Só assim seria possível coibir novos projetos.
Outro problema grave na região amazônica é a extração ilegal de madeira nobre: ipê, cedro, freijó, angelim, jatobá. A cada dia, 3.500 caminhões circulam no interior da floresta, carregando madeira ilegal. Com a escassez no mundo, o preço do metro cúbico da madeira retirada da Amazônia é pago, pelos madeireiros aos proprietários da área, em média R$ 25 por metro cúbico. Depois, eles serram e exportam em pranchas ou blocos quadrados.
Na Europa, a mesma madeira é vendida pelos comerciantes locais aos fabricantes de móveis ou consumidores comuns a um preço equivalente a R$ 3.200 o metro cúbico. Uma diferença de 1.280%!! O Brasil é o segundo maior exportador de madeira do mundo, atrás da Indonésia.
Nos últimos 37 anos, desde que a ditadura acionou a corrida para a Amazônia, foram desmatados 70 milhões de hectares, dos quais 78% são ocupados por 80 milhões de cabeças de gado. No entanto, pela madeira exportada o Brasil amealhou apenas US$ 2,8 bilhões.
Menos do que um ano de exportações da Embraer, fabricante de aviões.
Pecuaristas desmatam para abrir pasto. Basta conferir. Os maiores produtores de carne estão exatamente nos municípios paraenses onde há mais desmatamento: São Félix do Xingu, Conceição do Araguaia, Marabá, Redenção, Cumaru do Norte, Ourilândia e Palestina do Pará. Detalhe: 62% dos casos de trabalho escravo ocorrem em fazendas de pecuária.
Grandes empresas, que possuem vastas extensões de terra na Amazônia legal, desmatam para plantar eucalipto e transformá-lo em carvão vegetal destinado às suas siderúrgicas na região. Põem abaixo a floresta tropical mais rica em biodiversidade do mundo e implantam o monocultivo de eucalipto, sem nenhuma diversidade vegetal, e o transformam em carvão, que aumenta o aquecimento global. Enquanto as empresas se agigantam, a nação fica com o ônus da degradação ambiental. A Amazônia é vítima de um ecocídio em função da ganância do capital. Se a sociedade não pressionar e o governo não agir, no futuro haverá ali um novo Saara, com graves conseqüências para a sobrevivência da humanidade e da Terra.
(http://www.amazonia.org.br/opiniao/artigo_detail.cfm?id=261438, acessado em 12/02/2008)
Em “Ainda que haja leis proibitivas...”, o verbo permanece no singular porque
Aqueles que não tem carteira assinada podem filiarem-se ao INSS e serem amparados pela previdência social.
(www.jornalatribuna.com.br).
A primeira grande leva de imigrantes ocorreram na década de 40 do século passado, quando os nordestinos encontraram na extração da borracha uma maneira de não servir na II Guerra Mundial.
(www.jornalatribuna.com.br).
A capital ainda concentra o maior número de habitantes: 50% do total. A população indígena acreana, atualmente estimada em 9.300 pessoas, constituem 1,4% da população do estado do Acre.
(www.jornalatribuna.com.br).
O crescimento populacional no estado do Acre, obedeceu, historicamente, a movimentos migratórios determinados por efeitos de políticas públicas.
Moro numa chácara, quase no centro da cidade. É um real privilégio. Mas há mais de seis anos, por motivo de trabalho, não cuido de meu terreno. E, assim, os capins e ervas daninhas tomaram conta dele.
Creio que antigamente eu seria chamado de desleixado. Agora posso dizer que estou contribuindo para o seqüestro do carbono da atmosfera. Crescem, por aqui, todos os tipos de capins exóticos danosos, trazidos da África, da Austrália, lugares remotos e de arbustos espinhentos. O capim-navalha, particularmente, incomoda muito, já que toma conta do mundo, sem as zebras e gazelas para controlá-lo. E minhas árvores frutíferas estão tomadas por ervas-de-passarinho. Tinha três pés de limão-galego, que secaram.
Tais pensamentos acorrem quando, naquela que talvez seja a minha última visita profissional, ao subir uma ladeira empinada, paro um pouco para respirar e vejo os magníficos pés de limão, carregadinhos. Admiro as jovens árvores cheias de pujança e lembro do meu terreno. A agente comunitária que me acompanha comenta que aquele morro tem muito limão e tangerina.
Logo chegamos à modesta casa de seu Jaime. Vítima de um derrame, ele não consegue se locomover muito bem e depende dos cuidados da filha.
Entramos e encontramos o seu Jaime sentado. Estava me esperando, aguardando o sol esquentar para tomar banho, com o auxílio da filha. Faço uma consulta rápida, examino-o, verifico se está precisando de alguma coisa. No prontuário uma curiosa anotação quase taquigráfica, de cerca de dois meses atrás, informa que a filha solicitou uma declaração de lucidez, para fazer uma procuração para recebimento de aposentadoria. O registro informa que ele não está lúcido, com a conclusão: "não forneci a declaração". Quem não forneceu fui eu mesmo. Preocupado, pergunto como ela resolveu a situação.
- Ah! O doutor Tedi me deu a declaração. Papai estava melhor naquele dia e respondeu tudo certinho. Pergunto as clássicas questões. Que dia é hoje? Que lugar é esse? Quem é essa moça?
- Essa moça? É Mariazinha?
- Não, papai, sou a Helena! - e dirigindo-se a mim - ele sempre gostou mais da Mariazinha!
Despeço-me e saio. Trinta de maio, dia frio, limoeiros carregados, minha última visita, meu contrato de trabalho vence amanhã e não vou renová-lo. De volta à velha vida.
Na descida colho um limão. Está agora na minha mesa. Um amarelo gema-de-ôvo de limão-galego verdadeiro. Vou fazer umas mudas com os caroços e plantar; terei de volta o meu pé de limão-galego.
(LEVIN, Jacques. ln Recanto das Letras, 31/05/2007. Transcrito de www. recantodasletras. uol .com. br.)
Na oração "e dirigindo-se a mim" (9° parágrafo), o verbo pronominal "dirigir-se" rege a preposição "a". Esse mesmo verbo, em outros empregos, tem regência variada. Das frases abaixo, todas com o verbo "dirigir'', está INCORRETA, do ponto de vista da regência, a seguinte:
No período: “Fecho os olhos...” (16º§), as palavras em negrito desempenham uma função sintática representada pela oração:
O empobrecimento da nossa sociedade provocou uma diminuição crônica dos investimentos em educação em nosso país e, por causa disso, houve nítida piora da qualidade do ensino público. Essa queda se acentuou nos últimos 30 anos, e a educação pré- universitária foi, com certeza, a mais prejudicada. É consenso que o acesso ao conhecimento é fator fundamental para inclusão e transformação social. Assim, mais do que nunca, todos os brasileiros devem ter acesso à educação, desde a mais tenra idade até a profissionalização, seja esta de que nível for. No caso brasileiro, contudo, é preciso ir além desse consenso. Tendo em vista os graves problemas sociais que vivenciamos atualmente, não basta apenas educar até o estágio profissionalizante. É necessário discutir que tipo de profissionalização devemos promover. São tantas as carências, que a formação profissionalizante deve ir além da capacitação técnica.
(Marcos Boulos, Folha de S.Paulo, 21.08.2006)
No período — São tantas as carências, que a formação profissionalizante deve ir além da capacitação técnica. — a oração destacada apresenta informações que, em relação às precedentes, devem ser consideradas como
O empobrecimento da nossa sociedade provocou uma diminuição crônica dos investimentos em educação em nosso país e, por causa disso, houve nítida piora da qualidade do ensino público. Essa queda se acentuou nos últimos 30 anos, e a educação pré- universitária foi, com certeza, a mais prejudicada. É consenso que o acesso ao conhecimento é fator fundamental para inclusão e transformação social. Assim, mais do que nunca, todos os brasileiros devem ter acesso à educação, desde a mais tenra idade até a profissionalização, seja esta de que nível for. No caso brasileiro, contudo, é preciso ir além desse consenso. Tendo em vista os graves problemas sociais que vivenciamos atualmente, não basta apenas educar até o estágio profissionalizante. É necessário discutir que tipo de profissionalização devemos promover. São tantas as carências, que a formação profissionalizante deve ir além da capacitação técnica.
(Marcos Boulos, Folha de S.Paulo, 21.08.2006)
Em — É necessário discutir que tipo de profissionalização devemos promover. — a oração substantiva em destaque funciona sintaticamente como
De acordo com o relatório de 2005 da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), 17% dos habitantes dos países em desenvolvimento sofrem de ________nutrição. Os números são preocupantes ________ a baixa no número da população atingida, cerca de 3% entre 1992 e 2002, foi anulada pelo aumento natural da população. A redução da média de vítimas de fome para 2005 ainda é um objetivo ilusório. No Brasil, os famintos somam 14 milhões.
(Galileu, julho de 2006)
Assinale a alternativa correta quanto à concordância.
A mídia é sempre aquela. Mas...
Será a mídia a guardiã da ética, anjo protetor do decoro, sentinela do Estado de Direito?______ vertiginosas dúvidas. No Brasil e no mundo, são poucos os órgãos midiáticos que ainda praticam o jornalismo à sombra dos velhos, insubstituíveis princípios: fidelidade canina à verdade factual, exercício desabrido do espírito crítico, fiscalização diuturna do poder _______ quer que se manifeste.
(...)
__________avança o processo de afastamento do jornalismo do papel inicial de serviço público. No Brasil, a rota é diversa daquela percorrida em outros países, em decorrência do nosso atraso, a nos manter em um tempo especial, suspenso, mas não equilibrado, entre Idade Média e contemporaneidade.
(www.cartacapital.com.br/2007/06/a-midia-e-sempre-aquela-mas/view)
Os espaços do texto devem ser preenchidos, respectivamente, com
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Assinale a alternativa correta quanto ao emprego de pronomes e à regência.
Moralidade pode ser difícil num país onde o desregramento impera. Exige grande coragem dizer não quando a tentação (de roubar, de enganar, ou de compactuar com tudo isso) nos assedia de todos os lados, também de cima. Num governo, é o oposto de assistencialismo, que dá alguns trocados aos despossuídos, em lugar de emprego e educação, que lhes devolveriam a dignidade. É lutar pelo bem comum, perseguindo e escancarando a verdade mesmo que contrarie grandes e vários interesses.
(Lya Luft, Veja, 20.09.2006)
Assinale a alternativa correta sobre o período — Dispensa teorias, mas é a base de qualquer convívio e ordem social.
Moralidade faz parte da decência humana fundamental. Dispensa teorias, mas é a base de qualquer convívio e ordem social. Embora não necessariamente escrita, está contida também nas leis tão mal cumpridas do país. Todos a conhecem em seus traços mais largos, alguns a praticam. Moralidade é compostura. É exercer autoridade externa fundamentada em autoridade moral. É fiscalizar rigorosamente o cumprimento das leis sem ser policialesco. É respeitar as regras sem ser uma alma subalterna. Moralidade pode ser difícil num país onde o desregramento impera. Exige grande coragem dizer não quando a tentação (de roubar, de enganar, ou de compactuar com tudo isso) nos assedia de todos os lados, também de cima. Num governo, é o oposto de assistencialismo, que dá alguns trocados aos despossuídos, em lugar de emprego e educação, que lhes devolveriam a dignidade. É lutar pelo bem comum, perseguindo e escancarando a verdade mesmo que contrarie grandes e vários interesses.
(Lya Luft, Veja, 20.09.2006)
Sobre a oração — ... a pobre anda humilhada demais. — afirma-se que
I. o sujeito é a expressão a pobre;
II. o predicado é verbal;
III. o núcleo do predicado é o termo anda.
Está correto apenas o que se afirma em
(Época, 15.03.2007)