Questões de Concurso Comentadas sobre sintaxe em português

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Ano: 2013 Banca: FCC Órgão: PGE-BA Prova: FCC - 2013 - PGE-BA - Assistente de Procuradoria |
Q332376 Português
No ônibus, então, é um terror. Sempre há um cristão - às vezes mais de um ao mesmo tempo - falando tão alto ao telefone que todo o ônibus pode ouvir. E o pior é que não é uma coisa rápida.

O fragmento acima está reescrito, sem prejuízo da correção e do sentido, em:

Alternativas
Q332293 Português
Todas as formas verbais encontram - se corretamente flexionadas e atendem às normas de concordância verbal em:
Alternativas
Q332201 Português
O verbo indicado entre parênteses deverá flexionar-se numa forma do plural para preencher corretamente a lacuna da frase:

Alternativas
Q332197 Português
A frase em que todos os termos estão corretamente grafados e empregados é:

Alternativas
Q332194 Português
Está adequadamente empregado o elemento grifado na seguinte frase:

Alternativas
Q331449 Português
Sem prejuízo do sentido original e sem que se faça qualquer outra alteração na frase, o verbo flexionado no singular que também estaria corretamente flexionado no plural se encontra em:

Alternativas
Q331441 Português
Sem prejuízo para a correção e o sentido original, no segmento:

Alternativas
Q331039 Português
No trabalho em equipe, respeito ...... diretrizes é essencial, mas muitos profissionais decidem ignorar ...... regras e tomam decisões de acordo com o que acham melhor. A resistência em aceitar regras geralmente está ligada ...... adoção de novos procedimentos e sistemas. (Adaptado de: revistaalfa.abril.com.br)

Preenchem corretamente as lacunas da frase acima, na ordem dada:

Alternativas
Q330662 Português
Imagem 012.jpg

Preenchem corretamente as lacunas da frase acima, na ordem dada:
Alternativas
Q330659 Português
      Há quem faça canções com acurado conhecimento de causa musical, ...... o trato de harmonias complexas concilia-se com o gosto popular. Há outros que trabalham apenas com um violão ...... não dominam mais do que dois ou três acordes. No entanto, como a canção popular é campo fértil para as relações entre o sofisticado e o elementar, soluções muito simples dispõem às vezes de uma força criativa genuína.

(Adaptado do ensaio de Jose Miguel Wisnick, em Paulo Leminski, Toda Poesia, São Paulo, Cia. das Letras, 2013. p. 387 e 388) 
Preenchem corretamente as lacunas da frase acima, na ordem dada:
Alternativas
Q330655 Português
Atenção: Para responder a questão, considere o texto abaixo.



problemas têm família grande

O verbo que, no contexto, exige o mesmo tipo de complemento que o grifado na frase acima está empregado em: 
Alternativas
Q330652 Português
Atenção: Para responder a questão, considere o texto abaixo.

      As certezas sensíveis dão cor e concretude ao presente vivido. Na verdade, porém, o presente vivido é fruto de uma sofisticada mediação. O real tem um quê de ilusório e virtual.
Os órgãos sensoriais que nos ligam ao mundo são altamente seletivos naquilo que acolhem e transmitem ao cérebro. O olho humano, por exemplo, não é capaz de captar todo o espectro de energia eletromagnética existente. Os raios ultravioleta, situados fora do espectro visível do olho humano, são, no entanto, captados pelas abelhas.
      Seletividade análoga preside a operação dos demais sentidos: cada um atua dentro de sua faixa de registro, ainda que o grau de sensibilidade dos indivíduos varie de acordo com idade, herança genética, treino e educação. Há mais coisas entre o céu e a terra do que nossos cinco sentidos − e todos os aparelhos científicos que lhes prestam serviços − são capazes de detectar.
      Aquilo de que o nosso aparelho perceptivo nos faz cientes não passa, portanto, de uma fração diminuta do que há. Mas o que aconteceria se tivéssemos de passar a lidar subitamente com uma gama extra e uma carga torrencial de percepções sensoriais (visuais, auditivas, táteis etc.) com as quais não estamos habituados? Suponha que uma mutação genética reduza drasticamente a seletividade natural dos nossos sentidos. O ganho de sensibilidade seria patente. “Se as portas da percepção se depurassem”, sugeria William Blake, “tudo se revelaria ao homem tal qual é, infinito”.
      O grande problema é saber se estaríamos aptos a assimilar o formidável acréscimo de informação sensível que isso acarretaria. O mais provável é que essa súbita mutação − a desobstrução das portas e órgãos da percepção − produzisse não a revelação mística imaginada por Blake, mas um terrível engarrafamento cerebral: uma sobrecarga de informações acompanhada de um estado de aguda confusão e perplexidade do qual apenas lentamente conseguiríamos nos recuperar. As informações sensíveis a que temos acesso, embora restritas, não comprometeram nossa sobrevivência no laboratório da vida. Longe disso. É a brutal seletividade dos nossos sentidos que nos protege da infinita complexidade do Universo. Se o muro desaba, o caos impera
.

(Adaptado de: Eduardo Gianetti, O valor do amanhã, São Paulo, Cia. das Letras, 2010. p. 139-143) 
Aquilo de que o nosso aparelho perceptivo nos faz cientes…

O elemento sublinhado na frase acima preenche corretamente a lacuna da frase
Alternativas
Q330651 Português
Atenção: Para responder a questão, considere o texto abaixo.

      As certezas sensíveis dão cor e concretude ao presente vivido. Na verdade, porém, o presente vivido é fruto de uma sofisticada mediação. O real tem um quê de ilusório e virtual.
Os órgãos sensoriais que nos ligam ao mundo são altamente seletivos naquilo que acolhem e transmitem ao cérebro. O olho humano, por exemplo, não é capaz de captar todo o espectro de energia eletromagnética existente. Os raios ultravioleta, situados fora do espectro visível do olho humano, são, no entanto, captados pelas abelhas.
      Seletividade análoga preside a operação dos demais sentidos: cada um atua dentro de sua faixa de registro, ainda que o grau de sensibilidade dos indivíduos varie de acordo com idade, herança genética, treino e educação. Há mais coisas entre o céu e a terra do que nossos cinco sentidos − e todos os aparelhos científicos que lhes prestam serviços − são capazes de detectar.
      Aquilo de que o nosso aparelho perceptivo nos faz cientes não passa, portanto, de uma fração diminuta do que há. Mas o que aconteceria se tivéssemos de passar a lidar subitamente com uma gama extra e uma carga torrencial de percepções sensoriais (visuais, auditivas, táteis etc.) com as quais não estamos habituados? Suponha que uma mutação genética reduza drasticamente a seletividade natural dos nossos sentidos. O ganho de sensibilidade seria patente. “Se as portas da percepção se depurassem”, sugeria William Blake, “tudo se revelaria ao homem tal qual é, infinito”.
      O grande problema é saber se estaríamos aptos a assimilar o formidável acréscimo de informação sensível que isso acarretaria. O mais provável é que essa súbita mutação − a desobstrução das portas e órgãos da percepção − produzisse não a revelação mística imaginada por Blake, mas um terrível engarrafamento cerebral: uma sobrecarga de informações acompanhada de um estado de aguda confusão e perplexidade do qual apenas lentamente conseguiríamos nos recuperar. As informações sensíveis a que temos acesso, embora restritas, não comprometeram nossa sobrevivência no laboratório da vida. Longe disso. É a brutal seletividade dos nossos sentidos que nos protege da infinita complexidade do Universo. Se o muro desaba, o caos impera
.

(Adaptado de: Eduardo Gianetti, O valor do amanhã, São Paulo, Cia. das Letras, 2010. p. 139-143) 
As normas de concordância estão plenamente respeitadas na frase:
Alternativas
Q330646 Português
Atenção: Para responder a questão, considere o texto abaixo.

      As certezas sensíveis dão cor e concretude ao presente vivido. Na verdade, porém, o presente vivido é fruto de uma sofisticada mediação. O real tem um quê de ilusório e virtual.
Os órgãos sensoriais que nos ligam ao mundo são altamente seletivos naquilo que acolhem e transmitem ao cérebro. O olho humano, por exemplo, não é capaz de captar todo o espectro de energia eletromagnética existente. Os raios ultravioleta, situados fora do espectro visível do olho humano, são, no entanto, captados pelas abelhas.
      Seletividade análoga preside a operação dos demais sentidos: cada um atua dentro de sua faixa de registro, ainda que o grau de sensibilidade dos indivíduos varie de acordo com idade, herança genética, treino e educação. Há mais coisas entre o céu e a terra do que nossos cinco sentidos − e todos os aparelhos científicos que lhes prestam serviços − são capazes de detectar.
      Aquilo de que o nosso aparelho perceptivo nos faz cientes não passa, portanto, de uma fração diminuta do que há. Mas o que aconteceria se tivéssemos de passar a lidar subitamente com uma gama extra e uma carga torrencial de percepções sensoriais (visuais, auditivas, táteis etc.) com as quais não estamos habituados? Suponha que uma mutação genética reduza drasticamente a seletividade natural dos nossos sentidos. O ganho de sensibilidade seria patente. “Se as portas da percepção se depurassem”, sugeria William Blake, “tudo se revelaria ao homem tal qual é, infinito”.
      O grande problema é saber se estaríamos aptos a assimilar o formidável acréscimo de informação sensível que isso acarretaria. O mais provável é que essa súbita mutação − a desobstrução das portas e órgãos da percepção − produzisse não a revelação mística imaginada por Blake, mas um terrível engarrafamento cerebral: uma sobrecarga de informações acompanhada de um estado de aguda confusão e perplexidade do qual apenas lentamente conseguiríamos nos recuperar. As informações sensíveis a que temos acesso, embora restritas, não comprometeram nossa sobrevivência no laboratório da vida. Longe disso. É a brutal seletividade dos nossos sentidos que nos protege da infinita complexidade do Universo. Se o muro desaba, o caos impera
.

(Adaptado de: Eduardo Gianetti, O valor do amanhã, São Paulo, Cia. das Letras, 2010. p. 139-143) 
As informações sensíveis a que temos acesso, embora restritas, não comprometeram nossa sobrevivência no laboratório da vida. (5º parágrafo)

Mantendo - se a correção e a lógica, sem que nenhuma outra alteração seja feita na frase acima, o elemento sublinhado pode ser corretamente substituído por:
Alternativas
Q330528 Português

   MAQUINOMEM
O homem esposou a máquina
e gerou um híbrido estranho:
um cronômetro no peito
e um dínamo no crânio.
As hemácias de seu sangue
são redondos algarismos.

Crescem cactos estatísticos
em seus abstratos jardins.

Exato planejamento,
a vida do maquinomem.
Trepidam as engrenagens
no esforço das realizações.

Em seu íntimo ignorado,
há uma estranha prisioneira,
cujos gritos estremecem
a metálica estrutura;
há reflexos flamejantes
de uma luz imponderável
que perturbam a frieza
do blindado maquinomem.

Helena Kolody


gerou um híbrido estranho - estremecem a metálica estrutura - perturbam a frieza do blindado maquinomem

Substituindo-se os elementos grifados acima por um pronome, com os necessários ajustes, o resultado correto será, respectivamente:
Alternativas
Q330524 Português
       Além de O Vampiro de Curitiba (1965), ....... na obra de Dalton Trevisan os livros Cemitério dos  Elefantes (1964), A Guerra Conjugal (1969) e Crimes da Paixão (1978).
       De acordo com o presidente da Fundação Biblioteca Nacional (FBN), Galeno Amorim, “o Prêmio Camões é uma possibilidade para que se mostre ao mundo a literatura de grande qualidade que ...... em nossos países”. A escolha do autor foi feita em 21 de maio pelo júri do prêmio,  instituído pelos governos do Brasil e de Portugal em 1988. Desde então, já ...... o Camões onze  escritores de Portugal, dez do Brasil, dois de Angola, um de Moçambique e um de Cabo Verde.
(Adaptado de: www.cartacapital.com.br/cultura/)

Preenchem corretamente as lacunas do texto acima, na ordem dada:
Alternativas
Q330523 Português

          Entre as capitais brasileiras, somente o Rio de Janeiro é palco ...... altura de Florianópolis na diversidade das belezas naturais. Com 400 mil habitantes, a cidadecomeça no continente e toma ...... imensa Ilha de Santa Catarina, com cerca de 60 km de extensão, o que faz com que sejam longas as distâncias de uma praia ...... outra.
                                                                               (Adaptado de: www.viagem.uol.com.br)
Preenchem corretamente as lacunas do texto acima, na ordem dada: 

Alternativas
Q330519 Português
De tudo isso resulta o valor atribuído pela ética epicurista ao tempo...

O verbo que exige o mesmo tipo de complemento que o grifado acima está empregado em:
Alternativas
Q329527 Português
Imagem 002.jpg

A partir das ideias e das estruturas linguísticas do texto acima, julgue os itens que se seguem.

Dado o fato de que nem equivale a e não, a supressão da conjunção “e” empregada logo após “inviolável”, na linha 10, manteria a correção gramatical do texto.

Alternativas
Q329519 Português
Imagem 001.jpg

No que se refere aos sentidos e às estruturas linguísticas do texto acima, julgue os itens a seguir.

Mantendo-se a correção gramatical e a coerência do texto, a conjunção “e”, em “e não por deficiência da ciência” (L.2-3), poderia ser substituída por mas.

Alternativas
Respostas
37261: B
37262: A
37263: E
37264: E
37265: A
37266: A
37267: D
37268: A
37269: A
37270: B
37271: A
37272: B
37273: C
37274: A
37275: A
37276: D
37277: B
37278: C
37279: E
37280: C