Questões de Concurso
Comentadas sobre sintaxe em português
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do ano na Internet
O artista de rua britânico Banksy foi eleito personalidade do ano na Internet durante os Webby Awards, que premiam todos os anos pioneiros da rede.
O artista, que nunca foi formalmente identificado e vive recluso, foi recompensado por uma exposição organizada em outubro sobre as ruas de Nova York.
Banksy não foi receber o prêmio. A cantora Patti Smith, que entregaria o troféu a ele, ironizou: "Tenho uma confissão a fazer, eu sou Banksy".
A recompensa foi entregue ao apresentador dos Webby Awards, o comediante Patton Oswalt, que leu um discurso do artista, brincando: "Alguém pintou sobre ele".
Com sua exposição "Better Out Than In", Banksy cativou um grande público, a quem oferecia a cada dia uma nova obra de arte nas ruas, que eram fotografadas e divulgadas em seu site www.banksyny.com e em sua conta do Instagram.
Algumas de suas obras foram duramente criticadas pelos proprietários das casas onde foram pintadas, assim como pelo prefeito nova-iorquino da época, Michael Bloomberg.
A cerimônia também comemorou o 25° aniversário da World Wide Web. Seu inventor, Tim Berners-Lee, referiu- se ao debate sobre a neutralidade da Internet. "A Internet deve ser gratuita, aberta e neutra. Depende de nós", declarou sob uma salva de palmas.
Os Webby Awards premiam a excelência na Internet. Criados em 1996, neste ano receberam 12.000 candidaturas provenientes de cerca de 60 países.
(info. abril. com. br/noticias)
I. ...que premiam todos os anos pioneiros da rede. (Oração subordinada adjetiva).
II. O artista foi recompensado por uma exposição organizada em outubro sobre as ruas de Nova York. (Oração subordinada adverbial causai).
III. Banksy não foi receber o prêmio. (Oração absoluta).
IV. Os Webby Awards premiam a excelência na Internet. (Oração coordenada assindética).
Considerando os períodos acima dentro do texto, pode-se afirmar que:
do ano na Internet
O artista de rua britânico Banksy foi eleito personalidade do ano na Internet durante os Webby Awards, que premiam todos os anos pioneiros da rede.
O artista, que nunca foi formalmente identificado e vive recluso, foi recompensado por uma exposição organizada em outubro sobre as ruas de Nova York.
Banksy não foi receber o prêmio. A cantora Patti Smith, que entregaria o troféu a ele, ironizou: "Tenho uma confissão a fazer, eu sou Banksy".
A recompensa foi entregue ao apresentador dos Webby Awards, o comediante Patton Oswalt, que leu um discurso do artista, brincando: "Alguém pintou sobre ele".
Com sua exposição "Better Out Than In", Banksy cativou um grande público, a quem oferecia a cada dia uma nova obra de arte nas ruas, que eram fotografadas e divulgadas em seu site www.banksyny.com e em sua conta do Instagram.
Algumas de suas obras foram duramente criticadas pelos proprietários das casas onde foram pintadas, assim como pelo prefeito nova-iorquino da época, Michael Bloomberg.
A cerimônia também comemorou o 25° aniversário da World Wide Web. Seu inventor, Tim Berners-Lee, referiu- se ao debate sobre a neutralidade da Internet. "A Internet deve ser gratuita, aberta e neutra. Depende de nós", declarou sob uma salva de palmas.
Os Webby Awards premiam a excelência na Internet. Criados em 1996, neste ano receberam 12.000 candidaturas provenientes de cerca de 60 países.
(info. abril. com. br/noticias)
(Carlos Drummond de Andrade. Poesia e prosa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1988.)
Os elementos destacados em “Todo sofrimento alheio a preocupa e acende nela o facho da ação, que a torna feliz.” são responsáveis por importantes funções de coesão textual, estabelecendo vínculos com elementos já anunciados. Com base no trecho anterior, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Os pronomes destacados possuem o mesmo referente, indicado anteriormente no texto.
( ) Os dois registros do pronome “a” podem ser substituídos pelo pronome “lhe”.
( ) O uso do pronome pessoal reto “ela” (nela), nesse caso, só é permitido porque está antecedido de preposição.
A sequência está correta em
(Carlos Drummond de Andrade. Poesia e prosa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1988.)
A relação estabelecida pelos elementos destacados contribui para a organização dos enunciados do texto. A partir desta perspectiva, assinale a relação corretamente indicada.
Campanha da ONU tenta mudar estereótipos femininos que se propagam em sistemas de buscas na internet.
Dessa os internautas de língua portuguesa escaparam por pouco. O órgão das Nações Unidas para a igualdade de gênero lançou campanha mundial em novembro deste 2013 contra o machismo entranhado nos sistemas de busca da internet. O preenchimento automático do Google sugere ao usuário uma lista dos termos mais procurados ligados aos termos digitados.
Ao digitar “women shouldn’t” (mulheres não devem) no campo de pesquisa, o publicitário Christopher Hunt (diretor de arte da agência Ogilvy & Mather, em Dubai, nos Emirados Árabes) percebeu que a ferramenta autocompletar frases sugeria construções como “mulheres não devem trabalhar”, “ter direitos”, “votar”, “falar na igreja”, “serem dignas de confiança” ou como “mulheres precisam ser disciplinadas”. A busca pela mesma expressão, com a palavra “homem” como sujeito, traz resultados bem diferentes: “homem não deve chorar”, “ser bonzinho” etc.
Em português, a expressão “mulheres não devem” não enumera sugestões sexistas ao Google, ao menos nas buscas mais populares no Brasil. Os estereótipos emergem, na verdade, quando o termo pesquisado é “mulherada”.
(Língua Portuguesa, Dez/2013.)
De acordo com o texto, a expressão “mulheres não devem” era autocompletada com expressões prontas. A respeito dos complementos, é correto afirmar que “trabalhar” e “votar” constituem
1. Tudo eram alegrias e cânticos.
2. Devem haver cinco premiados.
3. Tudo aquilo que gosto, parece-me escapar-me das mãos.
4. Custo crer que todos serão acusados.
5. Não me fujas mais, hei de sempre o alcançar.
Assinale a alternativa que indica todas as frases corretas.
Eu coberto de pele coberta de pano coberto de ar e debaixo de meu pé cimento e debaixo do cimento terra e sob a terra petróleo correndo e o lento apagamento do sol por cima de tudo e depois do sol outras estrelas se apagando mais rapidamente que a chegada de sua luz até aqui.
Arnaldo Antunes
Analise as afirmativas sobre o texto.
1. A primeira palavra do texto, com função de sujeito, remete ao significado da última que tem a função de adjunto adverbial.
2. Para o autor do texto a chegada do brilho da pessoa amada é rápida e transitória.
3. O texto contém três verbos, todos com predicação transitiva.
4. Este “eu” do poema se vê envolvido, por baixo e por cima, como se o mundo se dispusesse em torno dele em camadas cada vez mais distantes, desde sua pele até as estrelas mais longínquas.
5. A palavra “coberto” exerce a função de complemento verbal em todas as vezes em que aparece e a expressão “pé de cimento” a de complemento adverbial de lugar.
Assinale a alternativa que indica todas as afrmativas corretas.
Desde focas e chinchilas até raposas e linces,
milhões de animais são mortos todos os anos para a
confecção de casacos de pele no mundo. Só na França são
abatidos 70 milhões de coelhos por ano para esse fim. Mas a
indústria dos casacos de luxo é alvo de críticas. Para as
organizações de defesa dos animais, mais do que
injustificada - há tecidos sintéticos e naturais que cumprem
a função a atividade é extremamente cruel. O sofrimento
já começaria na captura do bicho, que pena nas mãos dos
caçadores - as focas, por exemplo, são mortas a pauladas na
cabeça, para não danificar a pele. Mesmo quando criados
em cativeiro, os animais viveriam em condições degradantes
e padeceriam horrores na hora de extrair a pele. Os
produtores, por sua vez, contestam o que chamam de
sensacionalismo das entidades. "No caso da chinchila, a
morte ocorre pelo destroncamento de uma das vértebras
cervicais. É um processo indolor, sem sangue ou
sofrimento", diz Carlos Perez, presidente da Associação dos
Criadores de Chinchila Lanífera (Achila). Para os defensores
dos bichos, porém, a crueldade fica óbvia quando se leva em
conta que, ao contrário do que rola com vacas e frangos -
mortos para alimentar pessoas -, no caso da indústria da
moda os animais são sacrificados apenas para alimentar
a vaidade alheia.
MATADO PARA VESTIR
Confira o polêmico passo-a-passo da confecção de um
casacão de madame
1. Os animais usados para fazer casacos de pele podem ser criados em cativeiro (como chinchilas, coelhos e martas) ou ser caçados em seu habitat (como focas, ursos e lontras). O abate rola quando o bicho atinge a maturidade e ocorre sempre no inverno, quando o pelo é mais longo, brilhante e abundante.
2. Há vários modos de abater o bicho. Eles podem ser mortos a pauladas, ser estrangulados - método indolor, segundo os produtores - ou, entre outras técnicas para resguardar a pele, ser eletrocutados com a introdução no ânus de ferramentas que fritam os órgãos internos.
3. Depois que o animal é morto, é hora de extrair sua pele. Há várias formas de escalpelá-lo, algumas mais profissionais e outras rudimentares e violentas.
(http://mundoestranho.abril.com.br/materia/que-animais-ainda-sao-
usados-para-fazer-casacos-de-pele)
I. Trata-se de um pronome.
II. Refere-se a "animal".
III. Está flexionado no masculino. IV. Está flexionado no singular, provocando desvio em relação à concordância nominal do trecho.
Está correto o que se afirma em:
Desde focas e chinchilas até raposas e linces,
milhões de animais são mortos todos os anos para a
confecção de casacos de pele no mundo. Só na França são
abatidos 70 milhões de coelhos por ano para esse fim. Mas a
indústria dos casacos de luxo é alvo de críticas. Para as
organizações de defesa dos animais, mais do que
injustificada - há tecidos sintéticos e naturais que cumprem
a função a atividade é extremamente cruel. O sofrimento
já começaria na captura do bicho, que pena nas mãos dos
caçadores - as focas, por exemplo, são mortas a pauladas na
cabeça, para não danificar a pele. Mesmo quando criados
em cativeiro, os animais viveriam em condições degradantes
e padeceriam horrores na hora de extrair a pele. Os
produtores, por sua vez, contestam o que chamam de
sensacionalismo das entidades. "No caso da chinchila, a
morte ocorre pelo destroncamento de uma das vértebras
cervicais. É um processo indolor, sem sangue ou
sofrimento", diz Carlos Perez, presidente da Associação dos
Criadores de Chinchila Lanífera (Achila). Para os defensores
dos bichos, porém, a crueldade fica óbvia quando se leva em
conta que, ao contrário do que rola com vacas e frangos -
mortos para alimentar pessoas -, no caso da indústria da
moda os animais são sacrificados apenas para alimentar
a vaidade alheia.
MATADO PARA VESTIR
Confira o polêmico passo-a-passo da confecção de um
casacão de madame
1. Os animais usados para fazer casacos de pele podem ser criados em cativeiro (como chinchilas, coelhos e martas) ou ser caçados em seu habitat (como focas, ursos e lontras). O abate rola quando o bicho atinge a maturidade e ocorre sempre no inverno, quando o pelo é mais longo, brilhante e abundante.
2. Há vários modos de abater o bicho. Eles podem ser mortos a pauladas, ser estrangulados - método indolor, segundo os produtores - ou, entre outras técnicas para resguardar a pele, ser eletrocutados com a introdução no ânus de ferramentas que fritam os órgãos internos.
3. Depois que o animal é morto, é hora de extrair sua pele. Há várias formas de escalpelá-lo, algumas mais profissionais e outras rudimentares e violentas.
(http://mundoestranho.abril.com.br/materia/que-animais-ainda-sao-
usados-para-fazer-casacos-de-pele)
Desde focas e chinchilas até raposas e linces,
milhões de animais são mortos todos os anos para a
confecção de casacos de pele no mundo. Só na França são
abatidos 70 milhões de coelhos por ano para esse fim. Mas a
indústria dos casacos de luxo é alvo de críticas. Para as
organizações de defesa dos animais, mais do que
injustificada - há tecidos sintéticos e naturais que cumprem
a função a atividade é extremamente cruel. O sofrimento
já começaria na captura do bicho, que pena nas mãos dos
caçadores - as focas, por exemplo, são mortas a pauladas na
cabeça, para não danificar a pele. Mesmo quando criados
em cativeiro, os animais viveriam em condições degradantes
e padeceriam horrores na hora de extrair a pele. Os
produtores, por sua vez, contestam o que chamam de
sensacionalismo das entidades. "No caso da chinchila, a
morte ocorre pelo destroncamento de uma das vértebras
cervicais. É um processo indolor, sem sangue ou
sofrimento", diz Carlos Perez, presidente da Associação dos
Criadores de Chinchila Lanífera (Achila). Para os defensores
dos bichos, porém, a crueldade fica óbvia quando se leva em
conta que, ao contrário do que rola com vacas e frangos -
mortos para alimentar pessoas -, no caso da indústria da
moda os animais são sacrificados apenas para alimentar
a vaidade alheia.
MATADO PARA VESTIR
Confira o polêmico passo-a-passo da confecção de um
casacão de madame
1. Os animais usados para fazer casacos de pele podem ser criados em cativeiro (como chinchilas, coelhos e martas) ou ser caçados em seu habitat (como focas, ursos e lontras). O abate rola quando o bicho atinge a maturidade e ocorre sempre no inverno, quando o pelo é mais longo, brilhante e abundante.
2. Há vários modos de abater o bicho. Eles podem ser mortos a pauladas, ser estrangulados - método indolor, segundo os produtores - ou, entre outras técnicas para resguardar a pele, ser eletrocutados com a introdução no ânus de ferramentas que fritam os órgãos internos.
3. Depois que o animal é morto, é hora de extrair sua pele. Há várias formas de escalpelá-lo, algumas mais profissionais e outras rudimentares e violentas.
(http://mundoestranho.abril.com.br/materia/que-animais-ainda-sao-
usados-para-fazer-casacos-de-pele)

Nesta nova cultura, que tem como substrato a busca da arrecadação suficiente para enfrentar as crescentes demandas sociais, ganhou espaço também a relação com o contribuinte. (l.24-25)
Analise as assertivas abaixo em relação a questões sintáticas.
I. Nesta nova cultura é classificado como adjunto adverbial.
II. A oração incluída entre as palavras que tem como até demandas sociais é classificada como oração subordinada adjetiva restritiva.
III. A oração para enfrentar as crescentes demandas sociais é classificada como oração subordinada adverbial final reduzida de infinitivo.
IV. O verbo ganhou necessita de um complemento direto e um indireto, representados, respectivamente, por espaço e a relação com o contribuinte.
Quais estão incorretas?

I. produzem (l.02) – “Aceleradas mudanças na Receita Estadual do Rio Grande do Sul” (l.01).
II. sejam (l.07) – “especialistas nas universidades públicas e privadas” (l.06).
III. Trabalha (l.27) – “meta prioritária” (l.27).
IV. são (l.30) – “pontos de destaque na atuação da Receita Estadual” (l.30).
Quais estão corretamente indicadas?
Instrução: Questão referente ao texto abaixo.

I. ‘compõem’ (l.13) por fazem a composição.
II. ‘ levar’ (l.16) por conduzir.
III. ‘usa’ (l.23) por faz uso.
IV. ‘colonizou’ (l.49) por tornou-se colonizador.
Quais provocam alteração sintática no período em que se inserem?
Instrução: Questão referente ao texto abaixo.

I. A forma verbal parece completa corretamente a lacuna da linha 10, atendendo à regra gramatical.
II. A expressão podem ser divididos completa corretamente a lacuna da linha 12, visto o sujeito ser composto, representado pelos núcleos tempo e sociedade (l.12).
III. Na linha 25, o pronome oblíquo lhe preencheria corretamente a lacuna, atendendo à regência do verbo combater (l.25).
IV. A lacuna da linha 47 deveria ser preenchida por incorpora, visto que o sujeito da oração é o pronome relativo que, que retoma a expressão ‘tapeçaria’ (l.47).
Quais estão incorretas?

Analise as assertivas que seguem.
I. A oração principal é “Time Famine é uma expressão recente”.
II. As orações que iniciam pelo pronome que são subordinadas à mesma oração.
III. O referente dos pronomes relativos é o mesmo.
IV. No período, há duas orações reduzidas.
Quais estão incorretas?