Questões de Concurso Comentadas sobre sintaxe em português

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Q460844 Português
Assinale a alternativa em que o acento indicativo da crase está de acordo com a norma culta da língua.
Alternativas
Q460843 Português
A concordância das palavras destacadas está de acordo com a norma culta da língua em:
Alternativas
Q460612 Português
Considere a charge.

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Os termos destacados em – Depois que comecei... – e – ... com mais de 140 caracteres. – exprimem, correta e respectivamente, circunstâncias de
Alternativas
Q460610 Português
Leia o texto.

Leilão - Licitação n.º 02/2010

O Município de Água Doce – estado de Santa Catarina – torna público, para conhecimento dos interessados, conforme dispõem os regulamentos municipais, que fará realizar leilão para a venda de veículos e máquinas pertencentes ao patrimônio público municipal, a ocorrer no dia 29 de abril de 2010, às 10 horas.

(http://www.aguadoce.sc.gov.br/conteudo/ ?item=98&fa=4&cc=5&cd=13246. Adaptado)

A expressão que substitui corretamente o trecho em destaque, de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa e preservando o sentido original do texto, é:
Alternativas
Q460567 Português
No Brasil, podemos não estar na vanguarda tecnológica. Mas, na legislativa, acho que de vez em quando damos mostras de que temos condição, havendo vontade política, de aspirar a uma posição de destaque. Agora mesmo, leio aqui que se encontra em curso, na Câmara de Deputados, um projeto para a regulamentação da profissão de escritor. Já houve uma tentativa anterior, aliás estranhamente apoiada por alguns escritores profissionais, que não vingou. Mas deve ser uma área atraente demais para ainda não estar regulamentada. Claro, nem todas as atividades, ofícios e profissões estão ainda regulamentadas, mas a dos escritores parece ser importante em excesso, para tão prolongado esquecimento gorvenamental.

Não li o projeto, mas é claro que ele não pode ser discriminatório. Para definir o escritor, tem-se que ser o mais abrangente possível. Escreveu, valeu. Valerão, portanto, não só livros como panfletos, discursos, sermões, cartas, bilhetes, diários, memorandos, relatórios, bulas de remédio e - por que não? - um caprichado cardápio de restaurante. Como dizer a um sujeito que escreveu que ele não é escritor? Acusações de preconceito, incorreção política e discriminação se tornarão inevitáveis, se todo aquele que escrever não for classificável como escritor. Bem verdade que, de acordo também com o que li, caberá aos sindicatos de escritores essa árdua tarefa - e também eles terão o mesmo problema para rejeitar pretendentes.

Conhecemos o Brasil, não conhecemos? Finjamos que conhecemos, pelo menos. Que tramas logo entrevemos no futuro, se o projeto for transformado em lei? Posso logo conceber os casos tristes dos aposentados que escrevem regularmente para os jornais (mais um golpe nessa velharia desagradável que não serve para nada, pau neles) e serão, cedo ou tarde, flagrados no exercício ilegal da profissão. Claro, o projeto atual não deve prever isto, mas outros para complementá- lo advirão , principalmente porque assim se gerarão mais burocracia e mais empregos de favor, e os escrevedores de cartas aos jornais ou se filiam ao sindicato ou arrumam um amigo filiado, para coassinar as cartas, na condição de “escritor responsável” . Infortúnio que, aliás, deverá abater-se sobre diversos outros, como síndicos de prédios ou inspetores de obras, ou quem quer que seja obrigado a escrever relatórios. Talvez até placas, quem sabe?[...]

Sei que vocês pensam que eu brinco, mas não brinco. O Brasil tem leis interessantíssimas, que vieram com as melhores intenções e rendem situações intrigantes. Por exemplo, como se sabe, se o sujeito for pego matando uma tartaruga protegida, vai preso sem fiança. Em contrapartida, se encher a cara, sair de carro e matar umas quatro pessoas, paga fiança e vai para casa. No caso da tartaruga, alguém raciocinará que é mais negócio matar o fiscal do Ibama, mesmo com testemunhas. Principalmente se estiver um pouco bêbado, porque aqui é atenuante. É só escapar do flagrante, mostrar ser réu primário, conseguir responder ao processo em liberdade e, com azar, pegar aí seus dois aninhos de cana efetiva (em regime semiaberto). Portanto, se aqui é mais negócio matar um homem do que uma tartaruga, não brinco. Acredito que nos possam perpetrar qualquer absurdo, inclusive esses de que acabo de falar e outros, que não chegaram a me ocorrer, mas são possíveis. Entretanto, há sempre um lado bom. Por exemplo, se algum dia exigirem carteirinha de escritor para eu escrever, não escrevo mais . Será, quiçá, uma boa notícia para alguns. Ou muitos, talvez, ainda não promulgaram uma Lei de Proteção da Literatura Nacional, obrigando todo mundo a gostar de tudo o que o escritor brasileiro escreve. Embora, é claro, eu alimente fundadas esperanças, pois uma boa lei resolve qualquer coisa.

RIBEIRO, João Ubaldo. O Conselheiro Come.Rio: Nova Fronteira,2000,p.48ss.

A alternativa em que, no tocante à flexão, há evidente equívoco no emprego do verbo destacado em: "... mas outros para complementá-lo ADVIRÃO...” (§ 3) é a seguinte:
Alternativas
Q460566 Português
No Brasil, podemos não estar na vanguarda tecnológica. Mas, na legislativa, acho que de vez em quando damos mostras de que temos condição, havendo vontade política, de aspirar a uma posição de destaque. Agora mesmo, leio aqui que se encontra em curso, na Câmara de Deputados, um projeto para a regulamentação da profissão de escritor. Já houve uma tentativa anterior, aliás estranhamente apoiada por alguns escritores profissionais, que não vingou. Mas deve ser uma área atraente demais para ainda não estar regulamentada. Claro, nem todas as atividades, ofícios e profissões estão ainda regulamentadas, mas a dos escritores parece ser importante em excesso, para tão prolongado esquecimento gorvenamental.

Não li o projeto, mas é claro que ele não pode ser discriminatório. Para definir o escritor, tem-se que ser o mais abrangente possível. Escreveu, valeu. Valerão, portanto, não só livros como panfletos, discursos, sermões, cartas, bilhetes, diários, memorandos, relatórios, bulas de remédio e - por que não? - um caprichado cardápio de restaurante. Como dizer a um sujeito que escreveu que ele não é escritor? Acusações de preconceito, incorreção política e discriminação se tornarão inevitáveis, se todo aquele que escrever não for classificável como escritor. Bem verdade que, de acordo também com o que li, caberá aos sindicatos de escritores essa árdua tarefa - e também eles terão o mesmo problema para rejeitar pretendentes.

Conhecemos o Brasil, não conhecemos? Finjamos que conhecemos, pelo menos. Que tramas logo entrevemos no futuro, se o projeto for transformado em lei? Posso logo conceber os casos tristes dos aposentados que escrevem regularmente para os jornais (mais um golpe nessa velharia desagradável que não serve para nada, pau neles) e serão, cedo ou tarde, flagrados no exercício ilegal da profissão. Claro, o projeto atual não deve prever isto, mas outros para complementá- lo advirão , principalmente porque assim se gerarão mais burocracia e mais empregos de favor, e os escrevedores de cartas aos jornais ou se filiam ao sindicato ou arrumam um amigo filiado, para coassinar as cartas, na condição de “escritor responsável” . Infortúnio que, aliás, deverá abater-se sobre diversos outros, como síndicos de prédios ou inspetores de obras, ou quem quer que seja obrigado a escrever relatórios. Talvez até placas, quem sabe?[...]

Sei que vocês pensam que eu brinco, mas não brinco. O Brasil tem leis interessantíssimas, que vieram com as melhores intenções e rendem situações intrigantes. Por exemplo, como se sabe, se o sujeito for pego matando uma tartaruga protegida, vai preso sem fiança. Em contrapartida, se encher a cara, sair de carro e matar umas quatro pessoas, paga fiança e vai para casa. No caso da tartaruga, alguém raciocinará que é mais negócio matar o fiscal do Ibama, mesmo com testemunhas. Principalmente se estiver um pouco bêbado, porque aqui é atenuante. É só escapar do flagrante, mostrar ser réu primário, conseguir responder ao processo em liberdade e, com azar, pegar aí seus dois aninhos de cana efetiva (em regime semiaberto). Portanto, se aqui é mais negócio matar um homem do que uma tartaruga, não brinco. Acredito que nos possam perpetrar qualquer absurdo, inclusive esses de que acabo de falar e outros, que não chegaram a me ocorrer, mas são possíveis. Entretanto, há sempre um lado bom. Por exemplo, se algum dia exigirem carteirinha de escritor para eu escrever, não escrevo mais . Será, quiçá, uma boa notícia para alguns. Ou muitos, talvez, ainda não promulgaram uma Lei de Proteção da Literatura Nacional, obrigando todo mundo a gostar de tudo o que o escritor brasileiro escreve. Embora, é claro, eu alimente fundadas esperanças, pois uma boa lei resolve qualquer coisa.

RIBEIRO, João Ubaldo. O Conselheiro Come.Rio: Nova Fronteira,2000,p.48ss.

Preserva-se a concordância do verbo com seu sujeito ao se substituir a forma verbal usada no texto pela que se propõe em:
Alternativas
Q460138 Português
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No que se refere aos aspectos linguísticos do fragmento de texto
acima, julgue o próximo item.
O referente do sujeito da oração “articulando-se internamente e com a sociedade” (L. 16 e 17), que está elíptico no texto, é “o governo” (L.15).
Alternativas
Q460137 Português
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No que se refere aos aspectos linguísticos do fragmento de texto
acima, julgue o próximo item.
Nas linhas 12 e 13, o emprego da preposição “com”, em “com a criminalidade e a violência”, deve-se à regência do vocábulo “conexos”.
Alternativas
Q459872 Português
                                                  O que você tem a ver com a corrupção?

                                                  Dann Toledo

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Parágrafo 1   No dia 21 de abril de 2012, foi dado um minúsculo grande passo em direção à liberdade política em nosso país. O Dia do Basta, como a mobilização foi denominada, levou às ruas de todo o país milhares de pessoas. Em todos os estados da Federação, em diversas cidades, o povo saiu às ruas. Caras foram pintadas, músicas foram entoadas, faixas levantadas e assim foi dado um “peteleco" nas orelhas da nossa sociedade.

Parágrafo 2   Todavia, ainda não conseguimos alcançar a tão sonhada e utópica mudança em nosso cenário político. Ao pensarmos em corrupção, normalmente pensamos em escândalos com nossos legisladores e com os que ocupam os cargos executivos.

Parágrafo 3
   Devemos levar em consideração que a corrupção, assim como a moralidade, começa dentro de nosso próprio self. Somos seres políticos e sociais, com isso, é nosso dever nos policiar em nossos pequenos atos para que assim possamos cobrar dos outros uma
mudança que dantes já tenhamos, no mínimo, começado a internalizar.

Parágrafo 4   Todas as vezes que pedimos favores de formas obscuras, mesmo que pensamos não haver nada de mais nisso, estamos sim sendo corruptos. O nosso tão amado jeitinho brasileiro nada mais é do que uma forma de burlarmos o sistema de regras e, com isso, nos tornarmos aquilo que dizemos repudiar; corruptos.

Parágrafo 5   Uma campanha do Ministério Público, denominada “O que você tem a ver com a corrupção?", trata justamente sobre isso: como nossos atos mais simples e muitas vezes ditos inocentes e normais podem ser atos corruptos. Pedir que o guarda de trânsito libere o carro numa blitz mesmo estando irregular, levar um atestado médico no trabalho sem que realmente tenha estado doente, falar para um colega assinar a lista de presença no colégio, faculdade ou bater teu cartão no trabalho. Tudo isso nada mais é do que corrupção.

Parágrafo 6    Com tudo isso, se queremos realmente mudar o cenário de corrupção que toma conta do Brasil, devemos primeiro começar por nós mesmos, pelas nossas casas, pelos nossos atos!

                                                                     Disponível em: . Acesso em: 28 maio 2014. (Adaptado)

Analise as afirmativas abaixo.

1. A palavra corruptos (parágrafo 4) está no masculino porque o autor do texto é um homem.
2. Justifica-se a ausência de crase em alcançar a tão sonhada (parágrafo 2) porque, neste contexto, o verbo alcançar não exige preposição.

3. Na frase “No dia 21 de abril de 2012, foi dado um minúsculo grande passo em direção à liberdade política em nosso país." as palavras destacadas são numerais.

4. Se, no parágrafo 1, as palavras liberdade e ruas fossem substituídas por liberação e rua a crase seria facultativa.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Q459202 Português
Assinale a alternativa cuja regência verbal está correta, de acordo com a norma padrão.
Alternativas
Ano: 2014 Banca: FCC Órgão: DPE-RS Prova: FCC - 2014 - DPE-RS - Defensor Público |
Q458586 Português
Para responder a questão, considere o texto abaixo, conferência pronunciada
por Joaquim Nabuco a 20 de junho de 1909 na Universidade de Wisconsin, nos Estados Unidos.

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As nações alcançam em época determinada o pleno desenvolvimento de sua individualidade; e parece que já alcançastes o vosso.

O segmento em negrito na frase acima está redigido de modo apropriado. Considerada a norma padrão escrita no que se refere a regência verbal, a frase em que o trecho destacado está também formulado corretamente é:
Alternativas
Ano: 2014 Banca: FCC Órgão: DPE-RS Prova: FCC - 2014 - DPE-RS - Defensor Público |
Q458584 Português
Para responder a questão, considere o texto abaixo, conferência pronunciada
por Joaquim Nabuco a 20 de junho de 1909 na Universidade de Wisconsin, nos Estados Unidos.

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Há na vida das nações um período em que ainda não lhes foi revelado o papel que deverão desempenhar.

Sobre o pronome destacado acima, afirma-se com correção, considerada a norma padrão escrita:
Alternativas
Ano: 2014 Banca: FCC Órgão: DPE-RS Prova: FCC - 2014 - DPE-RS - Defensor Público |
Q458574 Português
Para responder a questão, considere o texto abaixo, de Hélio Schwartsman.

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Receio, porém, que essa linha de raciocínio deixe uma fronteira jurídica desguarnecida.
O segmento destacado na frase acima exerce a mesma função sintática do segmento destacado em:
Alternativas
Q458302 Português
Com a substituição do complemento verbal por um pronome pessoal oblíquo, infringe-se norma de regência em:
Alternativas
Q458128 Português
Observe as afirmações abaixo, assinalando V, para as verdadeiras, ou F, para as falsas.

( ) A retirada de ‘ou agências tributárias’ (l.01) não alteraria a conjugação do verbo ‘têm’ (l.01), visto que o verbo concorda em número e pessoa com o sujeito, quando esse é simples.

( ) O verbo ‘constitui’ (l.17) deveria ser conjugado na terceira pessoa do plural, visto o sujeito possuir mais de um núcleo.

( ) Caso ‘multas elevadas’ (l.20) fosse colocada no singular, haveria necessidade de outras alterações para manter a concordância do período

( ) Caso o sujeito do verbo ‘existem’ (l.37) fosse colocado no singular, haveria necessidade de alterar a conjugação verbo, visto ele não ser impessoal.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q458126 Português
Analise as afirmações que são feitas sobre o preenchimento das lacunas das linhas 20, 21, 24 (duas ocorrências), 25 e 26 do texto.

I. As duas lacunas da linha 24 devem ser preenchidas por à, pois indicam a contração da preposição a, exigida pelo verbo ‘atingem’ (l.24), com o artigo a.

II. Tanto a lacuna da linha 20 como a da linha 26 devem ser preenchidas por de que, completando o sentido de um substantivo.

III. A lacuna da linha 21 poderia ser preenchida por ao, iniciando o complemento indireto do verbo ‘encorajar’ (l.20).

IV. Na linha 25, dever-se-ia preencher a lacuna com o pronome relativo que.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q458124 Português
O verbo ‘poder’, na linha 05 (primeira ocorrência), está conjugado no infinitivo pessoal flexionado, pois ____________________________; já o verbo ‘romper’ (l.33) está conjugado na ____________, no ____________.

Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
Alternativas
Q458123 Português
O certo é que nada se apresenta mais crucial, no curso da presente crise ético-jurídica mundial, do que redefinir material e formalmente, o modelo regulatório, sem o desatino ingênuo das mudanças abruptas, todavia sempre com o efetivo compromisso ético com a eficácia crescente do direito fundamental à boa administração pública. (l.35-38)

Em relação aos processos de coordenação e subordinação, analise as assertivas abaixo.

I. O período é composto por quatro orações.
II. A oração principal é representada por ‘O certo é’.
III. A oração iniciada por ‘todavia’ é classificada como coordenada sindética adversativa.
IV. Há apenas uma oração reduzida de infinitivo.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q458118 Português
Analise as assertivas a seguir, relacionadas ao texto.

I. A expressão ‘Por todo o exposto’ (l.14) retoma o que foi enunciado no parágrafo anterior, estabelecendo uma ideia de comparação.

II. ‘De fato’ (l.24) é usado para dar ênfase a uma declaração, confirmando algo que já foi sugerido.

III. A expressão ‘em suma’ (l.28) é utilizada para inserir o parágrafo de conclusão do texto, indicando que as ideias anteriores serão resumidas.

IV. A palavra ‘Sim’ (l.32) é usada de maneira argumentativa, pois se busca realçar uma ideia apresentada imediatamente antes.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q458116 Português
Considere as frases abaixo, retiradas do texto.

· “a tecnologia substitui a ação humana” (l.11-12).
· “A percepção de risco está mantida” (l.27-28).
· “Outro ponto relevante merece destaque” (l.30).
· “representa o futuro da fiscalização de trânsito” (l.44- 45).

Analise as assertivas abaixo.

I. Apenas um verbo pode ser transposto para a voz passiva.
II. Apenas um verbo é intransitivo.
III. Uma das frases possui sujeito indeterminado.
IV. Em uma das frases, há predicativo do objeto.

Quais estão incorretas?
Alternativas
Respostas
35621: E
35622: D
35623: B
35624: D
35625: E
35626: E
35627: C
35628: E
35629: A
35630: C
35631: A
35632: C
35633: B
35634: E
35635: A
35636: B
35637: A
35638: D
35639: D
35640: E