Questões de Concurso
Comentadas sobre sintaxe em português
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O elemento “daí” (l.17) foi empregado no texto como sinônimo de então.
Sem prejuízo da correção gramatical e do sentido original do texto, o trecho “quando os valores eram contados em bois ou imóveis” (l.10-11) poderia ser deslocado para o início do período (l.8)
A forma verbal “Existiam” (l.14) poderia ser corretamente substituída por Haviam.
A substituição da preposição “a”, em “a dar recibos escritos das quantias guardadas” (l.20), pela preposição de manteria a correção gramatical do texto, embora acarretasse alteração de sentido.
A expressão “por ser mais seguro portá-los” (l.22) tem valor conclusivo.
Sem prejuízo da correção gramatical e do sentido original do texto, a expressão “com o passar dos séculos” (l.11) poderia ser deslocado para imediatamente após “moedas” (l.13), suprimindo-se do texto as vírgulas que a isolam.
Seria mantida a correção gramatical do texto, caso fosse empregado o acento indicativo de crase no “a”, em “cunhagem a martelo” (l.6).
Sérgio Rodrigues
Sobre palavras
Nossa língua escrita e falada numa abordagem irreverente
02/02/2012
Consultório
'No aguardo', isso está certo?
(Virgílio Mendes Neto)
Virgílio tem razão: uma praga de “no aguardo" anda infestando nossa língua. Convém tomar cuidado, nem que seja por educação: antes de entrarmos nos aspectos propriamente linguísticos da questão, vale refletir por um minuto sobre o que há de rude numa fórmula de comunicação que poderia ser traduzida mais ou menos assim: “Estou aqui esperando, vê se responde logo!".
(Onde terá ido parar um clichê consagrado da polidez como “Agradeço antecipadamente sua resposta"? Resposta possível: foi aposentado compulsoriamente ao lado de outros bordados verbais do tempo das cartas manuscritas, porque o meio digital privilegia as mensagens diretas e não tem tempo a perder com hipocrisias. O que equivale a dizer que, sendo o meio a mensagem, como ensinou o teórico da comunicação Marshall McLuhan, a internet é casca-grossa por natureza. Será mesmo?)
Quanto à questão da existência, bem, o substantivo “aguardo" existe acima de qualquer dúvida. O dicionário da Academia das Ciências de Lisboa não o reconhece, mas isso se explica: estamos diante de um regionalismo brasileiro, um termo que tem vigência restrita ao território nacional. Desde que foi dicionarizado pela primeira vez, por Cândido de Figueiredo, em 1899, não faltam lexicógrafos para lhe conferir “foros de cidade", como diria Machado de Assis. Trata-se de um vocábulo formado por derivação regressiva a partir do verbo aguardar. Tal processo, que já era comum no latim, é o mesmo por meio do qual, por exemplo, do verbo fabricar se extraiu o substantivo fábrica.
Tomando como parâmetro a norma-padrão escrita, comentário adequado sobre o acima transcrito é: O período
Na linha 28, sem prejuízo da correção gramatical e do sentido original do texto, a preposição “a”, em “ao qual”, poderia ser suprimida.

Acerca das ideias desenvolvidas no texto acima e das estruturas linguísticas nele empregadas, julgue os itens
O emprego das vírgulas isolando “em outro contexto” (l.25) justifica-se por estar esse adjunto adverbial intercalado na oração a que pertence.
Sem prejuízo da correção gramatical ou do sentido original do texto, a forma verbal “representa” (l.29) poderia ser flexionada no plural — representam —, caso em que concordaria com “bens manufaturados” (l.28-29)
A forma verbal “há” (l.1) poderia ser corretamente substituída por existem.
A alternativa em que a afirmação sobre um elemento do texto mostra adequação é :
Marina Silva, Folha de São Paulo, 7/1/2014.
I - Muitos foram à favor das novas regras para usuários do clube.
II - Os alunos deram à professora um lindo buquê de flores.
III - Dedico à você esta canção...
Considerando o emprego da crase, está CORRETO apenas o exposto em: