Questões de Concurso Comentadas sobre sintaxe em português

Questões Discursivas

Foram encontradas 41.635 questões

Q654031 Português
Crônica para fazer hora 
                                                                                                                                         Leon Eliachar  

1º Bom mesmo é viver salteado, dia sim, dia não. A gente viveria menos, mas viveria melhor. Pelo menos, um pouco mais descansado. Não acrescentar nada do ontem para o hoje nem esperar nada do hoje para o amanhã; a verdadeira pausa. Seria como se deixasse o relógio sem corda, durante vinte e quatro horas; os números estariam ali, nos mesmos lugares, e voltariam a funcionar normalmente no dia seguinte. Pouparia um pouco o desgaste da máquina, daria folga aos ponteiros, nesse rotina irremediável que marca as horas, os minutos e até os segundos – dividindo a liberdade do homem que se diz livre.
2º O homem é um prisioneiro do tempo, vive algemado ______ relógio de pulso. No dia em que decidi me libertar do tempo, joguei fora o meu relógio. Mas ninguém imitou o meu gesto e minha situação piorou: agora estou preso _____ relógio dos outros. O homem traz no pulso um relógio como o detento traz no peito um número: nenhum dos dois pode ir tão longe quanto pensa. Quem tem relógio tem a vantagem de atrasar ou adiantar o tempo, conforme as suas conveniências.
3º O relógio é uma convenção social como outra qualquer, porque o que é tarde para um é cedo para outro e o que é cedo para outro é tarde para um. As horas oscilam de acordo com o temperamento de cada pessoa e não de cada relógio. Só a “meia-noite” é pontual, pode conferir: meia-noite nunca é antes nem depois de meia-noite. O relojoeiro é o único sujeito que consegue desenguiçar o tempo. Com apenas doze números o homem vive uma eternidade, O pêndulo nos dá _____ sensação de que o tempo passa e volta atrás pra passar de novo. O relojoeiro que conserta despertadores dorme _____ prestação. Os ponteiros do relógio são a bússola do homem civilizado: o pequeno lhe indica para onde deve ir, o grande lhe diz se deve ir devagar ou depressa.

ELIACHAR, Leon. O homem ao cubo. 6. ed. Rio de Janeiro, Francisco Alves, 1979. p. 55-6.  
Assinale a alternativa que indica corretamente a relação semântica que a oração sublinhada abaixo estabelece com a oração que a antecede “A gente viveria menos, mas viveria melhor”: 
Alternativas
Q654029 Português
Crônica para fazer hora 
                                                                                                                                         Leon Eliachar  

1º Bom mesmo é viver salteado, dia sim, dia não. A gente viveria menos, mas viveria melhor. Pelo menos, um pouco mais descansado. Não acrescentar nada do ontem para o hoje nem esperar nada do hoje para o amanhã; a verdadeira pausa. Seria como se deixasse o relógio sem corda, durante vinte e quatro horas; os números estariam ali, nos mesmos lugares, e voltariam a funcionar normalmente no dia seguinte. Pouparia um pouco o desgaste da máquina, daria folga aos ponteiros, nesse rotina irremediável que marca as horas, os minutos e até os segundos – dividindo a liberdade do homem que se diz livre.
2º O homem é um prisioneiro do tempo, vive algemado ______ relógio de pulso. No dia em que decidi me libertar do tempo, joguei fora o meu relógio. Mas ninguém imitou o meu gesto e minha situação piorou: agora estou preso _____ relógio dos outros. O homem traz no pulso um relógio como o detento traz no peito um número: nenhum dos dois pode ir tão longe quanto pensa. Quem tem relógio tem a vantagem de atrasar ou adiantar o tempo, conforme as suas conveniências.
3º O relógio é uma convenção social como outra qualquer, porque o que é tarde para um é cedo para outro e o que é cedo para outro é tarde para um. As horas oscilam de acordo com o temperamento de cada pessoa e não de cada relógio. Só a “meia-noite” é pontual, pode conferir: meia-noite nunca é antes nem depois de meia-noite. O relojoeiro é o único sujeito que consegue desenguiçar o tempo. Com apenas doze números o homem vive uma eternidade, O pêndulo nos dá _____ sensação de que o tempo passa e volta atrás pra passar de novo. O relojoeiro que conserta despertadores dorme _____ prestação. Os ponteiros do relógio são a bússola do homem civilizado: o pequeno lhe indica para onde deve ir, o grande lhe diz se deve ir devagar ou depressa.

ELIACHAR, Leon. O homem ao cubo. 6. ed. Rio de Janeiro, Francisco Alves, 1979. p. 55-6.  
Assinale a alternativa em que a palavra destacada no texto esteja exercendo a função de objeto direto:
Alternativas
Q654028 Português
Crônica para fazer hora 
                                                                                                                                         Leon Eliachar  

1º Bom mesmo é viver salteado, dia sim, dia não. A gente viveria menos, mas viveria melhor. Pelo menos, um pouco mais descansado. Não acrescentar nada do ontem para o hoje nem esperar nada do hoje para o amanhã; a verdadeira pausa. Seria como se deixasse o relógio sem corda, durante vinte e quatro horas; os números estariam ali, nos mesmos lugares, e voltariam a funcionar normalmente no dia seguinte. Pouparia um pouco o desgaste da máquina, daria folga aos ponteiros, nesse rotina irremediável que marca as horas, os minutos e até os segundos – dividindo a liberdade do homem que se diz livre.
2º O homem é um prisioneiro do tempo, vive algemado ______ relógio de pulso. No dia em que decidi me libertar do tempo, joguei fora o meu relógio. Mas ninguém imitou o meu gesto e minha situação piorou: agora estou preso _____ relógio dos outros. O homem traz no pulso um relógio como o detento traz no peito um número: nenhum dos dois pode ir tão longe quanto pensa. Quem tem relógio tem a vantagem de atrasar ou adiantar o tempo, conforme as suas conveniências.
3º O relógio é uma convenção social como outra qualquer, porque o que é tarde para um é cedo para outro e o que é cedo para outro é tarde para um. As horas oscilam de acordo com o temperamento de cada pessoa e não de cada relógio. Só a “meia-noite” é pontual, pode conferir: meia-noite nunca é antes nem depois de meia-noite. O relojoeiro é o único sujeito que consegue desenguiçar o tempo. Com apenas doze números o homem vive uma eternidade, O pêndulo nos dá _____ sensação de que o tempo passa e volta atrás pra passar de novo. O relojoeiro que conserta despertadores dorme _____ prestação. Os ponteiros do relógio são a bússola do homem civilizado: o pequeno lhe indica para onde deve ir, o grande lhe diz se deve ir devagar ou depressa.

ELIACHAR, Leon. O homem ao cubo. 6. ed. Rio de Janeiro, Francisco Alves, 1979. p. 55-6.  
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas do texto:
Alternativas
Q653944 Português
“Pois bem, é hora de ir: eu para morrer, e vós para viver. Quem de nós irá para o melhor é algo desconhecido por todos, menos por Deus.”  (Sócrates, no momento de sua morte)
Os termos iniciais da frase de Sócrates – Pois bem – têm o valor de
Alternativas
Q653941 Português
“Nisto erramos: em ver a morte à nossa frente, como um acontecimento futuro, enquanto grande parte dela já ficou para trás. Cada hora do nosso passado pertence à morte.” (Sêneca)
O pensamento de Sêneca mostra um conjunto de conectores de valores semânticos diferentes. Assinale a opção que apresenta o conector que tem seu significado corretamente indicado.
Alternativas
Q653939 Português
“Nisto erramos: em ver a morte à nossa frente, como um acontecimento futuro, enquanto grande parte dela já ficou para trás. Cada hora do nosso passado pertence à morte.” (Sêneca)
A forma reduzida “em ver a morte à nossa frente” pode ser adequadamente desenvolvida pela seguinte oração:
Alternativas
Q653755 Português
Considere as seguintes sentenças, retiradas da entrevista da questão 07:
Fomos um pouco condescendentes. Estava boa, mas não tão boa como as que escrevíamos para ele.
Se elas fossem reescritas numa sentença só, seriam unidas por: 
Alternativas
Q653753 Português
Solucionado o enigma do dente do siso
Para que eles existem? Aparecem tão tarde que já não fazem falta alguma, e isso quando aparecem. Às vezes, eles se escondem de forma intrincada, enriquecendo os dentistas, ou empurram os outros dentes causando dor e machucados. São os dentes do siso. Quem os inventou? Qual foi a força evolutiva que teve a ideia de bolar esse estorvo buco-dental? Fez o mesmo mal com o nosso cérebro? Este é o enigma evolutivo dos dentes do siso e que acaba de ser solucionado por cientistas australianos. A resposta, em resumo: nós, humanos, não somos nem mesmo os únicos que temos isso.
Nossos ancestrais, os hominídeos (homininos, tecnicamente), tinham um terceiro molar decente: até quatro vezes maior do que o nosso, e com uma superfície plana obviamente adaptada para mastigar. Nunca se entendeu muito bem como essa obra-prima da natureza se deteriorou a ponto de produzir o nosso dente do siso, embora não tenham faltado hipóteses elaboradas sob medida para explicá-lo: ora as mudanças de dieta, ora este ou aquele avanço cultural, ou, em todos os casos, algumas teorias que delegam à seleção natural a árdua tarefa de destruir um dente sem mexer muito nos outros. E que, é claro, são exclusivas da evolução humana, sem precedentes nos 600 milhões de anos de história animal.
A bióloga do desenvolvimento Kathryn Kavanagh, da Universidade Massachusetts em Dartmouth, propôs em 2007 um modelo teórico do desenvolvimento da dentição nos mamíferos. Ela se baseava em dados obtidos com ratos e explicava os resultados, que eram bastante complicados, com um modelo simples de “inibição em cascata”: quando um dente se desenvolve, emite sinais que ativam ou reprimem os seus vizinhos, e a proporção entre esses dois sinais determina o tamanho dos dentes vizinhos.
Um dos colegas de Kavanagh naquele trabalho, Alistair Evans, da Universidade Monash em Victoria (Austrália), lidera hoje uma pesquisa publicada pela Nature em que aquele modelo se estende aos hominídeos. O estudo revela que o modelo da inibição em cascata de Kavanagh pode explicar desde a degeneração do terceiro molar nos australopitecos até o modesto e incômodo dente do siso que oprime o Homo sapiens.
Nos hominídeos mais primitivos – os mais próximos do chimpanzé, como os ardipitecos, australopitecos e parantropos –, a variação do tamanho e das formas relativas dos molares é meramente em função da posição: os dentes tendem a crescer mais na parte posterior da boca, o que provoca o gigantismo do terceiro molar, e as proporções entre alguns dentes e outros são constantes, sem que o tamanho global da dentição no seu conjunto importe muito.
No entanto, há cerca de dois milhões de anos, com o surgimento do nosso gênero (Homo), essas regras gerais se alteraram um pouco: os tamanhos relativos dos dentes passaram a depender do tamanho global da dentição. Isso fez com que a redução do tamanho global da dentição, que é própria da modernidade evolutiva, causasse uma diminuição desproporcional do terceiro molar. Ou seja: o dente do siso seria explicado pela existência de um mecanismo geral, que não precisou exigir coisas muito esquisitas para transformar o terceiro molar em um estorvo ridículo.
De um ponto de vista dental, deixamos de ser vítimas de uma evolução cruel e passamos a ser vítimas da simplicidade matemática. Um avanço e tanto.
(Disponível em:<http://brasil.elpais.com/brasil/2016/02/24/ciencia/1456335579_085153.htmll> . Acesso em 01/03/2016.)

Considere a seguinte oração, extraída do texto:

Nos hominídeos mais primitivos, a variação do tamanho e das formas relativas dos molares é meramente em função da posição.

Ao substituirmos “a variação” por “as variações”, passaria(m) para o plural, de acordo com norma escrita culta do português:

1. “função”.

2. “posição”.

3. “é”.

Assinale a alternativa correta. 

Alternativas
Q652673 Português

Observe as frases abaixo:


1. Mostrou-se afável a todos os colegas.


2. Mostrou-se afável à todos os colegas.


3. Mostrou-se afável para com todos os colegas.


4. Mostrou-se afável com todos os colegas.


Assinale a alternativa que indica todas as frases corretas.

Alternativas
Q652672 Português
Assinale a alternativa que apresenta incorreção na regência verbal de acordo com a norma culta:
Alternativas
Q651814 Português
Decidi abordar o tema da depressão logo no primeiro capítulo deste livro porque o assunto está sempre presente nos incontáveis testemunhos que ouço em meu dia a dia e nas centenas de e-mails que meus amados me enviam. Acredito que com o amor Philia em nossos corações, podemos ajudar os amigos, os familiares e a nós mesmos a sair desse terrível estado e a voltar a viver a vida em sua plenitude. É o próprio Jesus quem nos diz: “[...] Eis que Eu renovo todas as coisas” (Ap 21,5).
Já ouvi muitas pessoas dizendo que depressão é coisa de gente desocupada, que não há nada realmente sério com que se preocupar. Gente que pode se dar ao luxo de se entregar diante da primeira dificuldade que encontra pelo caminho. Posso garantir que não é nada disso. Quem pensa dessa maneira está muito enganado. Depressão é um mal que pode atingir qualquer um, seja rico ou pobre, jovem ou idoso. Um estudo realizado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) há alguns anos revelou que mais de 350 milhões de pessoas sofrem de depressão em todo o mundo.
(Rossi, Marcelo Mendonça. Philia: derrote a depressão, o medo e outros problemas aplicando o Philia no seu dia a dia -1. ed.- São Paulo : Principium, 2015.)
“Decidi abordar o tema da depressão logo no primeiro capítulo deste livro porque o assunto está sempre presente nos incontáveis testemunhos que ouço em meu dia a dia...” O termo sublinhado estabelece entre as orações do período uma relação de: 
Alternativas
Q651770 Português
“A tragédia que iniciou com o rompimento da barragem de rejeitos de minérios em Mariana-MG e se estendeu até o Leste do Espírito Santo, mar adentro, nos faz refletir quais ações poderiam ter sido executadas para evitar esse desastre.
A maioria dos especialistas afirma que rompimentos de barragens são eventos muito lentos, que sinais já haviam sido detectados sobre o problema em Mariana. Todos dizem que houve negligência e consequentemente o desastre; agora, a maioria das informações sobre o que realmente aconteceu não foram ainda disponibilizadas, mesmo após tantos dias.
Ao olharmos para o estado da Bahia, temos vinte e quatro barragens de rejeitos semelhantes à Barragem do Fundão. E com informações de que quatro delas apresentam dano potencial elevado, sendo duas localizadas no município de Jacobina e duas em Santa Luz, estando todas sob constante vigilância da Departamento Nacional de Produção Mineral.”

(http://www.tribunafeirense.com.br/noticias/11162/por-pedroamerico-lopes-e-preciso-aprender-com-os-desastres.html) 
No período “Todos dizem que houve negligência”:
Alternativas
Q651769 Português
“A tragédia que iniciou com o rompimento da barragem de rejeitos de minérios em Mariana-MG e se estendeu até o Leste do Espírito Santo, mar adentro, nos faz refletir quais ações poderiam ter sido executadas para evitar esse desastre.
A maioria dos especialistas afirma que rompimentos de barragens são eventos muito lentos, que sinais já haviam sido detectados sobre o problema em Mariana. Todos dizem que houve negligência e consequentemente o desastre; agora, a maioria das informações sobre o que realmente aconteceu não foram ainda disponibilizadas, mesmo após tantos dias.
Ao olharmos para o estado da Bahia, temos vinte e quatro barragens de rejeitos semelhantes à Barragem do Fundão. E com informações de que quatro delas apresentam dano potencial elevado, sendo duas localizadas no município de Jacobina e duas em Santa Luz, estando todas sob constante vigilância da Departamento Nacional de Produção Mineral.”

(http://www.tribunafeirense.com.br/noticias/11162/por-pedroamerico-lopes-e-preciso-aprender-com-os-desastres.html) 
“agora, a maioria das informações sobre o que realmente aconteceu não foram ainda disponibilizadas” Em qual das alternativas o trecho acima está reescrito sem alteração do sentido inicial ou desobediência das normas gramaticais vigentes?
Alternativas
Q651324 Português
O crime de ofensa à reputação é agravado quando os fatos imputados a alguém não correspondem à verdade. E no caso de ser cometido no Facebook quando acessível a qualquer pessoa¿ Em um post num grupo fechado, um funcionário de uma empresa pronunciou-se sobre os colegas que não pretendiam aderir _________ greve e disse que eram “oportunistas que obtêm benefícios pelo trabalho e luta dos outros”. Ao ser processado pela empresa, o funcionário lembrou ________o Código do Trabalho prevê que “o empregador não pode aceder ________ conteúdo de mensagens de natureza pessoal.” Os juízes tiveram de avaliar e entenderam que um grupo do Facebook não entra na regra. “Estando o trabalhador ciente _______ publicações com eventuais implicações de natureza profissional, porque difamatórias podem extravasar as fronteiras de um grupo criado na rede social e não ______ assiste _______ direito de invocar o caráter privado do grupo e a natureza pessoal das publicações.”
Alternativas
Q651323 Português

(Bill Waterson. Calvin &Haroldo, 2010, Conrad do Brasil. 

Rio de Janeiro)

No segundo quadrinho, o trecho “seu tigre de pelúcia”, é:
Alternativas
Q651322 Português
  1. Mulheres que vivem em áreas afetadas pelo vírus zika deveriam considerar postergar a gravidez, uma vez que não há métodos eficazes para evitar os problemas potencialmente causados aos bebês, afirmou ontem a porta-voz da entidade Nyka Alexander. “Eu não estou dizendo que os casais devem postergar (a gravidez). Eles devem receber as informações necessárias para entenderem que esta é uma opção”, disse Nyka. O vírus está se espalhando rapidamente pela América Latina e pelo Caribe, e autoridades de saúde de diversos países afetados estão fazendo recomendações similares. No entanto, a nova recomendação da entidade pode afetar a vida de milhares de pessoas que vivem nessas áreas. Em outros lugares do mundo, o serviço de saúde alerta para que mulheres grávidas não viagem para áreas onde o vírus está se espalhando. Nos Estados Unidos, o Centro para Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês) vai além e aconselha as mulheres a esperar ao menos oito semanas após ser acometida ou exposta ao vírus antes de tentar engravidar. Para homens com sintomas, essa espera deve ser de ao menos seis meses. Em resposta às novas orientações da OMS, a CDS afirmou que agências de saúde devem discutir os riscos da doença, prevenção do contágio e informação sobre métodos contraceptivos. Quase 700 casos já foram relatados nos Estados Unidos. Todos os infectados viajaram ao exterior ou tiveram relações sexuais com quem o fez. (http://istoe.com.br/) Fonte: Associated Press.
Em qual das alternativas uma regra de concordância foi desobedecida?
Alternativas
Q651321 Português
  1. Mulheres que vivem em áreas afetadas pelo vírus zika deveriam considerar postergar a gravidez, uma vez que não há métodos eficazes para evitar os problemas potencialmente causados aos bebês, afirmou ontem a porta-voz da entidade Nyka Alexander. “Eu não estou dizendo que os casais devem postergar (a gravidez). Eles devem receber as informações necessárias para entenderem que esta é uma opção”, disse Nyka. O vírus está se espalhando rapidamente pela América Latina e pelo Caribe, e autoridades de saúde de diversos países afetados estão fazendo recomendações similares. No entanto, a nova recomendação da entidade pode afetar a vida de milhares de pessoas que vivem nessas áreas. Em outros lugares do mundo, o serviço de saúde alerta para que mulheres grávidas não viagem para áreas onde o vírus está se espalhando. Nos Estados Unidos, o Centro para Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês) vai além e aconselha as mulheres a esperar ao menos oito semanas após ser acometida ou exposta ao vírus antes de tentar engravidar. Para homens com sintomas, essa espera deve ser de ao menos seis meses. Em resposta às novas orientações da OMS, a CDS afirmou que agências de saúde devem discutir os riscos da doença, prevenção do contágio e informação sobre métodos contraceptivos. Quase 700 casos já foram relatados nos Estados Unidos. Todos os infectados viajaram ao exterior ou tiveram relações sexuais com quem o fez. (http://istoe.com.br/) Fonte: Associated Press.
Mulheres que vivem em áreas afetadas pelo vírus zika deveriam considerar postergar a gravidez...” O trecho sublinhado:
Alternativas
Q651320 Português
  1. Mulheres que vivem em áreas afetadas pelo vírus zika deveriam considerar postergar a gravidez, uma vez que não há métodos eficazes para evitar os problemas potencialmente causados aos bebês, afirmou ontem a porta-voz da entidade Nyka Alexander. “Eu não estou dizendo que os casais devem postergar (a gravidez). Eles devem receber as informações necessárias para entenderem que esta é uma opção”, disse Nyka. O vírus está se espalhando rapidamente pela América Latina e pelo Caribe, e autoridades de saúde de diversos países afetados estão fazendo recomendações similares. No entanto, a nova recomendação da entidade pode afetar a vida de milhares de pessoas que vivem nessas áreas. Em outros lugares do mundo, o serviço de saúde alerta para que mulheres grávidas não viagem para áreas onde o vírus está se espalhando. Nos Estados Unidos, o Centro para Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês) vai além e aconselha as mulheres a esperar ao menos oito semanas após ser acometida ou exposta ao vírus antes de tentar engravidar. Para homens com sintomas, essa espera deve ser de ao menos seis meses. Em resposta às novas orientações da OMS, a CDS afirmou que agências de saúde devem discutir os riscos da doença, prevenção do contágio e informação sobre métodos contraceptivos. Quase 700 casos já foram relatados nos Estados Unidos. Todos os infectados viajaram ao exterior ou tiveram relações sexuais com quem o fez. (http://istoe.com.br/) Fonte: Associated Press.
“Mulheres que vivem em áreas afetadas pelo vírus zika deveriam considerar postergar a gravidez, uma vez que não há métodos eficazes para evitar os problemas potencialmente causados aos bebês” A expressão sublinhada:
Alternativas
Q650895 Português

Marginalzinho: a socialização de uma elite vazia e covarde

Parada em um sinal de trânsito, uma cena capturou minha atenção e me fez pensar como, ao longo da vida, a segregação da sociedade brasileira nos bestializa


01    Era a largada de duas escolas que estavam situadas uma do lado da outra, separadas por um muro altíssimo de uma 02    delas. Da escola pública saíam crianças correndo, brincando e falando alto. A maioria estava desacompanhada e dirigia-03    se ao ponto de ônibus da grande avenida, que terminaria nas periferias. Era uma massa escura, especialmente quando 04    contrastada com a massa mais clara que saía da escola particular do lado: crianças brancas, de mãos dadas com os 05    pais, babás ou seguranças, caminhando duramente em direção à fila de caminhonetes. Lado a lado, os dois grupos não 06    se misturavam. Cada um sabia exatamente seu lugar. Desde muito pequenas, aquelas crianças tinham literalmente 07    incorporado a segregação à brasileira, que se caracteriza pela mistura única entre o sistema de apartheid racial e o de 08    castas de classes. Os corpos domesticados revelavam o triste processo de socialização ao desprezo, que tende a só 09    piorar na vida adulta. [...]

PINHEIRO-MACHADO, Rosana. In http://www.cartacapital.com.br/sociedade/marginalzinho-a-socializacao-de-uma-elite-vazia-e-covarde- 3514.html (acesso em 07/03/16). 

Nos PCN, com relação à prática de produção de textos escritos, existem orientações acerca desse conteúdo, entre as quais a “utilização de mecanismos discursivos e linguísticos de coerência e coesão textuais, conforme o gênero e os propósitos do texto, desenvolvendo diferentes critérios: [...] de propriedade dos recursos linguísticos (repetição, retomadas, anáforas, conectivos) na expressão da relação entre constituintes do texto”. Quanto ao uso dos conectivos e a relação semântica existente entre os enunciados, inexistindo conectivos explícitos, considerando a necessidade de o professor transmitir tais conteúdos sem que o aluno precise memorizar um sem-número de conjunções, é exato afirmar que, em “Lado a lado, os dois grupos não se misturavam. Cada um sabia exatamente seu lugar” (l. 06), um aluno do nono ano deve ser conduzido a compreender que, entre esses dois períodos, se detecta a relação semântica de:
Alternativas
Q650777 Português
Na oração em que é empregado no texto CG1A1CCC, o termo “surdos, mudos ou cegos” (l.1) exerce a função de
Alternativas
Respostas
33481: A
33482: B
33483: C
33484: B
33485: D
33486: C
33487: C
33488: B
33489: E
33490: C
33491: E
33492: B
33493: E
33494: C
33495: A
33496: D
33497: C
33498: A
33499: D
33500: A