Questões de Concurso
Comentadas sobre sintaxe em português
Foram encontradas 41.680 questões
Quanto as preposições, assinale a opção que NÃO segue a regra da língua portuguesa:
Assinale a colocação do verbo na forma INCORRETA seguindo as normas de língua portuguesa:
(Texto)
1 O atentado no Paquistão no domingo de Páscoa, que deixou
pelo menos 72 mortos e mais de 340 feridos — a maioria
crianças e mulheres —, se soma à série recente de atos de
terrorismo e violência extrema. O ataque foi executado por um
5 homem-bomba num parque de Lahore, capital da província de
Punjab, e tinha como alvo não só a minoria cristã, mas
igualmente o projeto de abertura democrática do premier
Nawaz Sharif, defensor de um Paquistão mais "educado,
progressista e voltado para o futuro", incluindo mulheres e
10 minorias religiosas – hindus, cristãos e muçulmanos xiitas —
alvos frequentes do sectarismo étnico-religioso.
E, como os extremos se atraem, no domingo, a "Marcha contra
o medo" em Bruxelas, foi invadida por mais de 200 hooligans,
vestidos de preto, com cartazes anti-imigração e slogans
15 xenófobos, exigindo a atuação da polícia para dispersar os
mais violentos.
Esses manifestantes expressam um ódio cego, que tem forte
ressonância em governos conservadores e ultranacionalistas
europeus. Estes defendem o fechamento de fronteiras a
20 imigrantes e refugiados. Os radicalismos colidem, mas
também se alimentam mutuamente, estimulando uma espiral
de violência sem fim. Nos dois extremos estão exemplos das
forças que ameaçam as distintas expressões de civilização –
não apenas a Ocidental, mas todas aquelas com vocação
25 para a paz e a prosperidade.
(Adaptado de O Globo, 29/03/2016)
Em relação aos verbos do Texto, suas regências e concordâncias, assinale a alternativa correta:
(Texto)
1 O atentado no Paquistão no domingo de Páscoa, que deixou
pelo menos 72 mortos e mais de 340 feridos — a maioria
crianças e mulheres —, se soma à série recente de atos de
terrorismo e violência extrema. O ataque foi executado por um
5 homem-bomba num parque de Lahore, capital da província de
Punjab, e tinha como alvo não só a minoria cristã, mas
igualmente o projeto de abertura democrática do premier
Nawaz Sharif, defensor de um Paquistão mais "educado,
progressista e voltado para o futuro", incluindo mulheres e
10 minorias religiosas – hindus, cristãos e muçulmanos xiitas —
alvos frequentes do sectarismo étnico-religioso.
E, como os extremos se atraem, no domingo, a "Marcha contra
o medo" em Bruxelas, foi invadida por mais de 200 hooligans,
vestidos de preto, com cartazes anti-imigração e slogans
15 xenófobos, exigindo a atuação da polícia para dispersar os
mais violentos.
Esses manifestantes expressam um ódio cego, que tem forte
ressonância em governos conservadores e ultranacionalistas
europeus. Estes defendem o fechamento de fronteiras a
20 imigrantes e refugiados. Os radicalismos colidem, mas
também se alimentam mutuamente, estimulando uma espiral
de violência sem fim. Nos dois extremos estão exemplos das
forças que ameaçam as distintas expressões de civilização –
não apenas a Ocidental, mas todas aquelas com vocação
25 para a paz e a prosperidade.
(Adaptado de O Globo, 29/03/2016)
Analisando o trecho destacado abaixo do Texto, é correto concluir que:
“O atentado no Paquistão no domingo de Páscoa, que deixou pelo menos 72 mortos e mais de 340 feridos — a maioria crianças e mulheres —, se soma à série recente de atos de terrorismo e violência extrema.” (Linhas 1 a 4).
As escolas deveriam ensinar os alunos a falhar
Até os erros têm sua função: ensinar às crianças
como lidar com desafios e dificuldades.
Será que só tirar notas dez na escola é garantia de sucesso na vida adulta?
Você sabe como funciona a escola: tire notas boas e todos os professores vão gostar de você, te elogiar e exclamar o tempo todo que você tem um futuro brilhante. Agora, tire notas ruins ou ande um pouco fora da linha. Automaticamente, você vira o baderneiro da turma, o desatento que nunca será ninguém na vida.
Será mesmo?
Tony Little, especialista em educação e ex-diretor de uma das escolas particulares mais famosas do Reino Unido (a Eton, que já formou 19 primeiros-ministros e membros da família real), pensa justamente o contrário. Segundo ele, alunos precisam passar por experiências de falha na escola, para que tenham mais chances de se reerguer em situações mais delicadas na vida adulta. “Não é só ter a experiência de falhar, mas de poder fazê-lo em um ambiente seguro, para que a experiência possa ensinar algo”, disse o ex-diretor no Fórum Global de Educação e Habilidades, em Dubai.
Ou seja, ser sempre popular, só tirar notas boas e nunca sofrer na escola não ajuda ninguém a crescer de verdade. Sem ter de lidar com derrotas, eles não desenvolvem a habilidade para enfrentar dificuldades. “Eles nunca tiveram nada significante para combater”, disse Little.
A declaração de Little, na verdade, já foi cientificamente comprovada. Em 2014, um estudo americano concluiu que determinação e força de vontade, em momentos de dificuldade, ajudam a encarar desafios.
Outro experimento, dessa vez de pesquisadores de Singapura, dividiu 75 adolescentes: o primeiro grupo teve aulas normais com a fala de um professor e terminava com exercícios; já o segundo precisou resolver, em grupos pequenos e sem muita ajuda do professor, problemas bem mais complexos. O segundo grupo, depois de muitos erros, recebia orientação de um professor e, surpresa: tiveram resultados muito melhores do que a outra turma.
O estudo concluiu que, ao falhar, os alunos ativam uma parte do cérebro que possibilita um aprendizado mais profundo. É que eles precisam organizar e analisar mentalmente três coisas: o que já sabem, as limitações daquele conhecimento e, principalmente, o que não sabem. Ou seja: errar, além de ser humano, é muito mais eficaz no processo de aprendizagem.
POR Helô D’Angelo ATUALIZADO EM 17/03/2016 Fonte: http://super.abril.com.br/cotidiano/as-escolas-deveriam-ensinar-os-alunos-a-falhar-1
Assinale a alternativa correta.
Analisar a sentença abaixo quanto à regência dos verbos sublinhados:
A placa que não é removida traz prejuízos para a saúde bucal (1ª parte). A ninguém importa o aspecto de um rim sempre que este funcione (2ª parte). O paciente acredita que em breve sustentará uma garrafa de cerveja novamente nas mãos, agora transplantadas (3ª parte).
A sentença está:
Assinalar a alternativa em que o sublinhado é um objeto direto:
Leia com atenção o texto que segue, trecho de uma reportagem da Veja, de 01/06/16, para responder as questões 8, 9 e 10.
A HORA DO PÂNICO
Na segunda semana do governo Temer, cai o primeiro ministro flagrado em aberta conspiração para boicotar a Lava-jato. E, com isso, vem a público todo um universo que estava nas sombras: os políticos estão desesperados com o avanço das investigações DANIEL PEREIRA
EM 19 DE JUNHO DE 2015, a Polícia Federal prendeu os presidentes da Odebrecht e da Andrade Gutierrez, as duas maiores empreiteiras do Brasil. Batizada de Erga Omnes, expressão latina que significa que a lei vale para todos, a ação teve o efeito de um terremoto em Brasília. Ficava claro para os políticos que ninguém seria poupado pela Operação Lava-jato, nem mesmo as figuras mais proeminentes da República. Ali, disseminou-se a convicção de que os políticos precisavam reagir, sob pena de também expiarem seus pecados na cadeia.
Analise as proposições abaixo relacionadas, que focalizam a organização sintática dos períodos e ainda algumas escolhas linguísticas, e,em seguida, assinale a alternativa que apresenta uma proposição FALSA:
O texto que segue, um recorte da matéria jornalística” exibida em Veja, 01/06/16, é objeto de estudo das questões 4 e 5:
..
É O DE SEMPRE
Os traficantes que atuam na região carioca do Porto Maravilha, cartão-postal olímpico, agora achacam empresários da área para não incomodá-los. LESLIE LEITÃO
1-----DEPOIS DE DÉCADAS de abandono, a
2--região portuária carioca ressurgiu como um belo
3--cartão-postal debruçado sobre as águas da Baía de
4--Guanabara. Ganhou inclusive nome novo, Porto
5--Maravilha, uma área concebida para ombrear com
6--outras do gênero, como o revitalizado Puerto
7--Madero, em Bueno Aires. A urbanização daquele
8--pedaço do Centro do Rio faz parte do projeto
9--olímpico. Ali permanecerá fincada, de 5 a 21 de
10--agosto, a pira dos Jogos de 2016. O que não estava
11--previsto nas pranchetas era o recrudescimento do
12--crime a poucos meses do evento que iluminará a
13--cidade em escala global.
14--------Emoldurado por duas favelas nas quais os
15--traficantes vinham atuando de forma mais discreta,
16--em razão da presença de Unidades de Polícia
17--Pacificadora (UPPs), o Porto Maravilha passou a ser
18--cenário de quadrilhas que voltaram a agir como
19--donas do lugar, literalmente. O clima entre os empresários que
20--trabalham na região é de pavor. VEJA apurou que as gangues
21--que dominam o Complexo do Caju e o Morro da Providência,
22--vizinhos ao porto, estão exigindo das empresas uma
23--“semanada” para que seus funcionários possam continuar a ir
24--e vir sem ser incômodos. O achaque da bandidagem sai para
25--cada uma delas até 5000 reais por semana. Ninguém registrou
26--o caso em delegacia pelo motivo de sempre: medo.
27--“Costumamos mandar para essas favelas cestas básicas,
28--chocolate na Páscoa, presente no Dia das Crianças, mas nunca
29--os traficantes tinham cobrado dinheiro para que pudéssemos
30--trabalhar em paz”, disse a VEJA, na condição de anonimato, o
31--diretor de uma das construtoras que operam nos arredores do
32--Porto Maravilha.
33--[...]
Ar espeito das relações semânticas expressas no texto podemos afirmar que:
I - O sentido inferido da relação entre o enunciado que faz menção ao pagamento de uma SEMANADA e o outro, iniciado pela locução conjuntiva PARAQUE, relativo à permissão de trânsito livre por parte de funcionários nos morros é de CAUSA.
II - A estrutura “Ninguém registrou o caso em delegacia porque tem medo” substitui “Ninguém registrou o caso em delegacia pelo motivo de sempre: medo”, (linhas 25 e 26) embora provoque alteração no efeito de sentido.
III - Há uma relação de coerência entre a expressão que intitula o texto e o tema desenvolvido, porém não é uma escolha adequada para um texto da modalidade escrita formal.
Está(ão) CORRETA(S) apenas:
O texto que segue, um recorte da matéria jornalística” exibida em Veja, 01/06/16, é objeto de estudo das questões 4 e 5:
..
É O DE SEMPRE
Os traficantes que atuam na região carioca do Porto Maravilha, cartão-postal olímpico, agora achacam empresários da área para não incomodá-los. LESLIE LEITÃO
1-----DEPOIS DE DÉCADAS de abandono, a
2--região portuária carioca ressurgiu como um belo
3--cartão-postal debruçado sobre as águas da Baía de
4--Guanabara. Ganhou inclusive nome novo, Porto
5--Maravilha, uma área concebida para ombrear com
6--outras do gênero, como o revitalizado Puerto
7--Madero, em Bueno Aires. A urbanização daquele
8--pedaço do Centro do Rio faz parte do projeto
9--olímpico. Ali permanecerá fincada, de 5 a 21 de
10--agosto, a pira dos Jogos de 2016. O que não estava
11--previsto nas pranchetas era o recrudescimento do
12--crime a poucos meses do evento que iluminará a
13--cidade em escala global.
14--------Emoldurado por duas favelas nas quais os
15--traficantes vinham atuando de forma mais discreta,
16--em razão da presença de Unidades de Polícia
17--Pacificadora (UPPs), o Porto Maravilha passou a ser
18--cenário de quadrilhas que voltaram a agir como
19--donas do lugar, literalmente. O clima entre os empresários que
20--trabalham na região é de pavor. VEJA apurou que as gangues
21--que dominam o Complexo do Caju e o Morro da Providência,
22--vizinhos ao porto, estão exigindo das empresas uma
23--“semanada” para que seus funcionários possam continuar a ir
24--e vir sem ser incômodos. O achaque da bandidagem sai para
25--cada uma delas até 5000 reais por semana. Ninguém registrou
26--o caso em delegacia pelo motivo de sempre: medo.
27--“Costumamos mandar para essas favelas cestas básicas,
28--chocolate na Páscoa, presente no Dia das Crianças, mas nunca
29--os traficantes tinham cobrado dinheiro para que pudéssemos
30--trabalhar em paz”, disse a VEJA, na condição de anonimato, o
31--diretor de uma das construtoras que operam nos arredores do
32--Porto Maravilha.
33--[...]
Julgue as proposições abaixo assinalando-as com (V) verdadeiro e (F) falso:
..
( ) No subtítulo da matéria, o advérbio AGORA funciona como adjunto adverbial de tempo, situando o achaque como uma prática recente, daí a inferência de que tal ação não ocorria antes.
( ) Dentre as três formas verbais: VINHAM ATUANDO (linha 15), ESTÃO EXIGINDO (linha 22) e COSTUMAMOS MANDAR (linha 27), apenas esta última sinaliza a noção de processo contínuo.
( ) O uso do substantivo RECRUDESCIMENTO (linha 11) bem como da forma verbal VOLTARAM A AGIR (linha 18) permite que se depreenda uma informação pressuposta-a de que, durante um determinado período, teria havido uma diminuição da atividade criminosa.
( ) No período “Os traficantes que atuam na região carioca do Porto Maravilha agora achacam empresários”, a oração adjetiva que atuam na região carioca do Porto Maravilha é de natureza EXPLICATIVA; pois só seria restritiva se em vez de os traficantes se apresentasse uns traficantes.
Indique a alternativa que traz a sequência CORRETA.
TEXTO 1
1--O senhor é favorável à redução da diferença do tempo de aposentadoria entre homens e mulheres para três anos?
2--Defendo a ideia de que no caso da mulher haja uma pequena diferença. Agora, há algo interessante. A Constituição prevê o
3--somatório de duas condições: idade e tempo de contribuição. Está escrito lá: na Previdência, você só pode se aposentar se
4--reunir duas condições. A primeira: 65 anos, se homem, e 60 anos, se mulher. A segunda: 35 anos de contribuição, se homem, e
5--30 anos, se mulher. Agora, não sei o que aconteceu que, com o tempo, se entendeu que isso era uma alternativa e não um
6--somatório das duas condições.
Na sequência, listamos novas versões para o informe da Constituição, presente no texto que serviu de base para a questão 01. Assinale a única estrutura que apresenta uma inadequação quanto ao aspecto da concordância.
Leia o seguinte poema, de autoria de Mário Quintana, para responder às questões 1 a 6:
“A nós bastem nossos próprios ais,
Que a ninguém sua cruz é pequenina.
Por pior que seja a situação da China,
Os nossos calos doem muito mais…”
Releia o primeiro verso do poema: “A nós bastem nossos próprios ais”. Quais termos exercem, nessa oração, as funções sintáticas de núcleo do sujeito e objeto indireto, respectivamente?
Leia os textos 1 e 2 para responder às questões de números 51 a 55.
Texto 1
Destes penhascos fez a natureza
O berço, em que nasci! oh quem cuidara,
Que entre penhas tão duras se criara
Uma alma terna, um peito sem dureza!
Amor, que vence os tigres por empresa
Tomou logo render-me; ele declara
Contra o meu coração guerra tão rara,
Que não me foi bastante a fortaleza.
Por mais que eu mesmo conhecesse o dano,
A que dava ocasião minha brandura,
Nunca pude fugir ao cego engano:
Vós, que ostentais a condição mais dura,
Temei, penhas, temei; que Amor tirano,
Onde há mais resistência, mais se apura.
(Cláudio Manuel da Costa. Poemas, 1966)
Texto 2
A palavra Minas
Minas não é palavra montanhosa
É palavra abissal. Minas é dentro
e fundo.
As montanhas escondem o que é Minas.
No alto mais celeste, subterrânea,
é galeria vertical varando o ferro
para chegar ninguém sabe onde.
Ninguém sabe Minas. A pedra
o buriti
a carranca
o nevoeiro
o raio
selam a verdade primeira, sepultada
em eras geológicas de sonho.
Só mineiros sabem. E não dizem
nem a si mesmos o irrevelável segredo
chamado Minas.
(Carlos Drummond de Andrade. As impurezas do branco, 2012)
Nos versos “Por mais que eu mesmo conhecesse o dano, / A que dava ocasião minha brandura, / Nunca pude fugir ao cego engano:” (texto 1) e “Só mineiros sabem. E não dizem / nem a si mesmos o irrevelável segredo / chamado Minas.” (texto 2), as expressões em destaque estabelecem entre as orações, respectivamente, relações de
Mantendo-se o sentido original do texto, o objeto direto da frase abaixo é transformado CORRETAMENTE em complemento nominal em:
“A população poderia favorecer os novos programas de governo.”
Sobre os elementos que constituem o texto é correto afirmar que:
Quanto às concordâncias verbal e nominal, leia os itens abaixo e assinale a alternativa correta:
I - Eu, o Pedro e o Lucas andamos a cavalo.
II - Mais de um deputado faltou à sessão.
III - Nenhum de nós irá à festa.
IV - Isso são apenas intrigas.
V - Eu sabia que o mais eram lorotas.
Quanto ao uso o uso do verbo, leia os itens e assinale a alternativa correta.
I - Haverá sessões contínuas.
II - Preparem-se! A prova será daqui há vinte dias.
III - Eu voltei faz três dias.
IV - Aqui houve alterações.
V - Faz dias belíssimos.
Trecho para a questão 07.
Causou-me sempre uma certa angústia pensar que todas as línguas se limitam a meia dúzia ou uma dúzia talvez de palavras para nomear tudo o que uma pessoa pode sentir por outra, pode pretender de outra. Enquanto que os vocabulários da agricultura, da pecuária, da caça, da guerra, dos jogos são prolixos, minuciosos, inesgotáveis, o da convivência pessoal é incrivelmente tosco. E como a língua fornece a pauta da primeira interpretação da vida, a prisão linguística obstrui a liberdade das relações pessoais. Não sabemos bem o que pretendemos de cada pessoa e de fato não o pretendemos e não o conseguimos porque não temos palavras com que o nomear.
(MARÍAS, Julían. Antropologia metafísica. São Paulo: Duas Cidades, 1971. p. 235-236)
Quanto à regência verbal, estão corretamente classificados os verbos:
Assinale a alternativa em que o verbo ASSISTIR é transitivo indireto e apresenta-se com o sentido de caber.
Assinale a alternativa que NÃO apresenta problemas de concordância verbal.