Questões de Concurso
Comentadas sobre sintaxe em português
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“Uma série de fatores pode influenciar o quanto as pessoas exercem seu pensamento crítico.”
Assinale a alternativa correta quanto ao tipo de sujeito da oração principal.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Os alimentos que enganam seu cérebro e fazem você achar que não comeu tanto
Nuggets de frango, salgadinhos de pacote, refrigerantes, sorvetes, pão integral fatiado. Você já parou para pensar por que esses produtos, tão criticados por profissionais de saúde, estão cada vez mais presentes nas prateleiras?
Segundo o epidemiologista brasileiro Carlos Monteiro, esses alimentos, conhecidos como ultraprocessados, são feitos a partir de ingredientes isolados — como gordura, açúcar, amido e proteínas — e contam com uma série de aditivos cosméticos — flavorizantes, corantes, emulsificantes, entre outros — que dão sabor, aroma e outros atributos desejáveis.
Eles não são apenas pouco saudáveis — são parte de uma indústria bilionária que incentiva o consumo excessivo e contribui para doenças como a obesidade.
"A dieta ultraprocessada tem uma alta densidade de energia. Ela tem pouca água, pouca fibra, e muita gordura e açúcar. Tudo isso junto faz ela ter uma densidade de energia, de calorias por volume, muito grande", explica Monteiro, líder do grupo de estudos que cunhou o termo alimentos ultraprocessados.
"Outro ponto é a hiperpalatabilidade. Esses ultraprocessados são artificialmente palatáveis. Eles são formulados para serem consumidos em excesso, porque a pessoa não consegue parar de comer graças à textura, ao aroma."
O epidemiologista destaca ainda que os ultraprocessados fazem com que as pessoas comam em pouco tempo uma grande quantidade de calorias. Isso faz com que o cérebro não tenha tempo para identificar que a pessoa já comeu o suficiente.
"Quando ele identifica o que foi comido, já passou a hora e você comeu demais."
Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cp37kg2exw4o. adaptado.
Em relação ao tipo de predicado presente na frase, assinale a alternativa correta.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Os alimentos que enganam seu cérebro e fazem você achar que não comeu tanto
Nuggets de frango, salgadinhos de pacote, refrigerantes, sorvetes, pão integral fatiado. Você já parou para pensar por que esses produtos, tão criticados por profissionais de saúde, estão cada vez mais presentes nas prateleiras?
Segundo o epidemiologista brasileiro Carlos Monteiro, esses alimentos, conhecidos como ultraprocessados, são feitos a partir de ingredientes isolados — como gordura, açúcar, amido e proteínas — e contam com uma série de aditivos cosméticos — flavorizantes, corantes, emulsificantes, entre outros — que dão sabor, aroma e outros atributos desejáveis.
Eles não são apenas pouco saudáveis — são parte de uma indústria bilionária que incentiva o consumo excessivo e contribui para doenças como a obesidade.
"A dieta ultraprocessada tem uma alta densidade de energia. Ela tem pouca água, pouca fibra, e muita gordura e açúcar. Tudo isso junto faz ela ter uma densidade de energia, de calorias por volume, muito grande", explica Monteiro, líder do grupo de estudos que cunhou o termo alimentos ultraprocessados.
"Outro ponto é a hiperpalatabilidade. Esses ultraprocessados são artificialmente palatáveis. Eles são formulados para serem consumidos em excesso, porque a pessoa não consegue parar de comer graças à textura, ao aroma."
O epidemiologista destaca ainda que os ultraprocessados fazem com que as pessoas comam em pouco tempo uma grande quantidade de calorias. Isso faz com que o cérebro não tenha tempo para identificar que a pessoa já comeu o suficiente.
"Quando ele identifica o que foi comido, já passou a hora e você comeu demais."
Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cp37kg2exw4o. adaptado.
Em relação à regência verbal do verbo destacado, assinale a alternativa correta.
Assinale a alternativa correta a respeito da oração destacada.
Leia o texto para responder à questão.
Um país de escolas inseguras não tem futuro
Quem reconhece que a educação é a base de tudo, na certeza de que tal premissa vai muito além de um mantra superficial sem amparo na realidade, sabe que a instituição escolar, se boa e bem estruturada, é a garantia mínima de acesso a chances reais para cada indivíduo e, em consequência, para o Brasil. A escola é o locus da formação intelectual e social de crianças e adolescentes, imprescindível para formar uma nação desenvolvida, digna e sustentável. Sendo assim, imagine-se o que significa para o Brasil quando grande parte dos jovens estudantes enxerga a escola não como um ambiente de aprendizado, convívio, respeito, valorização e crescimento pessoal, e sim um lugar de incerteza e insegurança. É uma tragédia silenciosa e inconcebível.
Pois sabe-se agora, graças a uma pesquisa realizada pelo Ministério da Educação (MEC), que quase metade dos alunos do 8º e do 9º ano do ensino fundamental da rede pública diz não encontrar um ambiente seguro na escola. Conforme avança a idade dos estudantes, reduz-se a percepção de que a escola é um espaço de aprendizado, acolhimento, socialização e participação.
Há duas frentes centrais de preocupação inspiradas pelos números dessa pesquisa: primeiro, a ideia de uma escola segura stricto sensu, visão em grande medida maculada por contextos de violência (doméstica ou na comunidade escolar), bullying, discriminação, gravidez precoce, falta de vagas, problemas de transporte e questões de saúde; segundo, o tipo de escola pública, por vezes desinteressante, que estamos oferecendo aos nossos adolescentes.
O Brasil universalizou o ensino fundamental só nos anos 1990, desde então continua a expandir lentamente a educação na pré-escola e no ensino médio, e não só patina no freio à evasão escolar como ainda está a anos-luz do que seria o ideal para ofertar uma escola atraente para a formação de um adolescente. Isso passa por currículos atualizados, estrutura adequada, qualidade dos serviços prestados e cumprimento mais pleno dos objetivos de desenvolvimento e aprendizado. Convém sublinhar que a necessidade de adequar melhor a escola aos novos contextos de vida dos jovens estudantes não significa fazer concessões a modismos pedagógicos e políticas demagógicas, e sim ajustar currículos e práticas escolares e tornar os gastos no setor mais produtivos, mediante aprimoramento da formação de professores.
A pesquisa ilustra outros caminhos, como convivência, inovação e participação dos alunos. É eloquente, por exemplo, o reconhecimento do papel das disciplinas tradicionais para ajudá-los no desenvolvimento para a vida. Mas, antes de tudo, é um convite à ação, num país onde um a cada cinco jovens não conclui a educação básica, para que cuidemos melhor desse momento tão difícil de transição da infância para a adolescência.
(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 15.09.2025. Adaptado)
Fonte: Brasil. Secretaria de Comunicação Social. Guia de Redação Oficial da Presidência da República. Brasília: Secom, 2022. Disponível em: https://www.gov.br/planalto/ pt-br/conheca-a-presidencia/manual-de-redacao. Acesso em: 8 nov. 2025. (adaptado).
I. A escolha dos conectivos em um texto deve considerar a relação lógica entre as orações, pois elementos de natureza adversativa, conclusiva ou concessiva expressam sentidos distintos e complementares.
II. A substituição de um conectivo adversativo por outro de mesma classe morfológica garante a preservação do sentido original e da coerência argumentativa.
Acerca dessas asserções, assinale a alternativa correta.
“Pelo aviso circular, recomendou-se aos coordenadores prioritário a utilização dos canais digitais e que elaborassem um planejamento detalhado de redução de custos fixos.”
Fonte: Adaptado de modelo de ofício administrativo. IFSP, 2025.
Assinale a alternativa que apresenta correção integral das falhas de paralelismo sintático e de regência verbal, garantindo a coesão e a fluidez do período.
“A comunicação pública exige clareza e objetividade, pois o cidadão só consegue exercer plenamente seus direitos se identificar com o que lhe é endereçado – sua voz, suas dúvidas e seu perfil devem refletir-se na linguagem usada pelo poder público.”
Fonte: São Paulo. Secretaria de Gestão e Governo Digital. Manual de Tom e Voz. São Paulo, 2023. Disponível em: https://cms.sp.gov.br/wcm/connect/92c217f3-8baa-44d2 a9b5-fa8f122d3488/Manual+de+tom+e+voz.pdf?MOD= AJPERES&CACHEID=ROOTWORKSPACE-92c217f3 8baa-44d2-a9b5-fa8f122d3488-p493Kr4. Acesso em: 8 nov. 2025. (adaptado).
I. O uso adequado de pronomes possessivos e de conectivos contribui para a clareza e a coesão em textos oficiais, desde que as relações entre as ideias estejam logicamente estruturadas.
II. A correção morfológica de pronomes e conectivos assegura a coerência textual e elimina ambiguidades.
Acerca dessas asserções, assinale a alternativa correta.

Assinale a opção em que o vocábulo destacado acima foi substituido sem alteração de sentido.
Já anos, neste local muitas borboletas. Hoje, só lembranças.
Assinale a opção em que a oração sublinhada exerce a mesma função que a destacada no fragmento acima.
Assinale a opção que se refere corretamente à função sintática do termo destacado.