Questões de Concurso
Comentadas sobre sintaxe em português
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Em relação à função sintática, assinale a alternativa CORRETA.
O termo destacado no período acima assume a função de:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Pipas esquecidas
Faço todos os dias o mesmo percurso, mas nunca tinha olhado para a copa daquela árvore, hoje nua por causa da poda de inverno; talvez por isso pouco atraente para mim... Vinha caminhando, sentindo o vento refrescar meu corpo úmido de suor, quando um barulho diferente me fez diminuir a marcha
Então percebi que ele vinha do alto, de algum lugar bem em cima de mim
Fiquei um momento a contemplá-la
Um pedaço de linha ainda pendia dela, enroscada na árvore... E de pronto aquela sensação de tristeza foi tomando conta de mim
ALDUNATE, Paz. Pipas esquecidas. Folha de Londrina. Disponível em <https://www.folhadelondrina.com.br/folha-2/cronicas---pipas-esquecidas-619121.html>.
A palavra destacada no trecho acima introduz o sentido de:
Assinale a alternativa INCORRETA sobre as funções sintáticas presentes na oração a seguir, retirada do texto.
“Talvez por isso certas paisagens nos emocionem tanto”.
A oração destacada no período acima possui o sentido de:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Dois dedos de prosa sobre café
Os descafeinados que me perdoem, mas o café é minha bebida fundamental
Se é pra falar de amor, eu falarei do café na minha família
Também é um dos poucos ingredientes beneficiados com a gourmetização, que abriu para os cafeinólatras um novo universo de sabores intensos, doces, ácidos, com notas aromáticas de chocolate, de frutas, de especiarias
Seu simples preparo é um ritual que desperta os sentidos: o cheiro potente que vem da embalagem ao ser aberta; a textura das beiradinhas do filtro de papel ao serem dobradas com as pontas dos dedos; o deslumbre da espuma que se forma na água em contato com o pó; o som do líquido escorrendo no coador, ou aquele estalo da cápsula ao ser rompida pela máquina de espresso... e depois o aroma de café preparado na hora, que envolve o ambiente; a cor escura e brilhante na xícara; o calor do recipiente entre as mãos
CARREIRO, Rose. Dois dedos de prosa sobre café. Crônicas de categoria. Disponível em <https://cronicasdecategoria.com/2019/09/10/dois-dedos-de-prosa-sobre-cafe/>.
As expressões destacadas no trecho acima são locuções:
TEXTO III
Canção
No verso,” Não sou alegre nem sou triste:
sou poeta”. Os verbos são
TEXTO II
O Dilema do Algoritmo e a Essência Humana
Vivemos um momento de transição sem precedentes. A ascensão vertiginosa da Inteligência Artificial (IA) Generativa não é apenas uma evolução tecnológica, mas um divisor de águas que nos obriga a redefinir o conceito de trabalho e, talvez, de humanidade. Enquanto entusiastas celebram a eficiência robótica, críticos alertam para a erosão da subjetividade.
O problema central não reside na ferramenta em si, mas naquilo a que nos propomos enquanto sociedade: estamos substituindo o esforço criativo pela conveniência do comando automatizado. Quando delegamos a escrita de um poema ou a criação de uma arte a um código, perdemos o processo, o erro e a angústia — elementos que são, essencialmente, a alma da produção humana.
Ademais, a regência de nossas vidas parece estar sendo entregue a algoritmos opacos. É urgente que as instituições públicas e privadas assistam ao desenvolvimento dessa tecnologia com olhar atento e ético. Não podemos permitir que a busca pelo lucro desenfreado silencie a voz humana. Afinal, a máquina pode processar dados, mas nunca sentirá a satisfação de uma descoberta genuína. Este é o desafio da nossa era: domar a técnica sem se deixar domesticar por ela.
(Autor desconhecido)
TEXTO II
O Dilema do Algoritmo e a Essência Humana
Vivemos um momento de transição sem precedentes. A ascensão vertiginosa da Inteligência Artificial (IA) Generativa não é apenas uma evolução tecnológica, mas um divisor de águas que nos obriga a redefinir o conceito de trabalho e, talvez, de humanidade. Enquanto entusiastas celebram a eficiência robótica, críticos alertam para a erosão da subjetividade.
O problema central não reside na ferramenta em si, mas naquilo a que nos propomos enquanto sociedade: estamos substituindo o esforço criativo pela conveniência do comando automatizado. Quando delegamos a escrita de um poema ou a criação de uma arte a um código, perdemos o processo, o erro e a angústia — elementos que são, essencialmente, a alma da produção humana.
Ademais, a regência de nossas vidas parece estar sendo entregue a algoritmos opacos. É urgente que as instituições públicas e privadas assistam ao desenvolvimento dessa tecnologia com olhar atento e ético. Não podemos permitir que a busca pelo lucro desenfreado silencie a voz humana. Afinal, a máquina pode processar dados, mas nunca sentirá a satisfação de uma descoberta genuína. Este é o desafio da nossa era: domar a técnica sem se deixar domesticar por ela.
(Autor desconhecido)
TEXTO II
O Dilema do Algoritmo e a Essência Humana
Vivemos um momento de transição sem precedentes. A ascensão vertiginosa da Inteligência Artificial (IA) Generativa não é apenas uma evolução tecnológica, mas um divisor de águas que nos obriga a redefinir o conceito de trabalho e, talvez, de humanidade. Enquanto entusiastas celebram a eficiência robótica, críticos alertam para a erosão da subjetividade.
O problema central não reside na ferramenta em si, mas naquilo a que nos propomos enquanto sociedade: estamos substituindo o esforço criativo pela conveniência do comando automatizado. Quando delegamos a escrita de um poema ou a criação de uma arte a um código, perdemos o processo, o erro e a angústia — elementos que são, essencialmente, a alma da produção humana.
Ademais, a regência de nossas vidas parece estar sendo entregue a algoritmos opacos. É urgente que as instituições públicas e privadas assistam ao desenvolvimento dessa tecnologia com olhar atento e ético. Não podemos permitir que a busca pelo lucro desenfreado silencie a voz humana. Afinal, a máquina pode processar dados, mas nunca sentirá a satisfação de uma descoberta genuína. Este é o desafio da nossa era: domar a técnica sem se deixar domesticar por ela.
(Autor desconhecido)
TEXTO II
O Dilema do Algoritmo e a Essência Humana
Vivemos um momento de transição sem precedentes. A ascensão vertiginosa da Inteligência Artificial (IA) Generativa não é apenas uma evolução tecnológica, mas um divisor de águas que nos obriga a redefinir o conceito de trabalho e, talvez, de humanidade. Enquanto entusiastas celebram a eficiência robótica, críticos alertam para a erosão da subjetividade.
O problema central não reside na ferramenta em si, mas naquilo a que nos propomos enquanto sociedade: estamos substituindo o esforço criativo pela conveniência do comando automatizado. Quando delegamos a escrita de um poema ou a criação de uma arte a um código, perdemos o processo, o erro e a angústia — elementos que são, essencialmente, a alma da produção humana.
Ademais, a regência de nossas vidas parece estar sendo entregue a algoritmos opacos. É urgente que as instituições públicas e privadas assistam ao desenvolvimento dessa tecnologia com olhar atento e ético. Não podemos permitir que a busca pelo lucro desenfreado silencie a voz humana. Afinal, a máquina pode processar dados, mas nunca sentirá a satisfação de uma descoberta genuína. Este é o desafio da nossa era: domar a técnica sem se deixar domesticar por ela.
(Autor desconhecido)
TEXTO II
O Dilema do Algoritmo e a Essência Humana
Vivemos um momento de transição sem precedentes. A ascensão vertiginosa da Inteligência Artificial (IA) Generativa não é apenas uma evolução tecnológica, mas um divisor de águas que nos obriga a redefinir o conceito de trabalho e, talvez, de humanidade. Enquanto entusiastas celebram a eficiência robótica, críticos alertam para a erosão da subjetividade.
O problema central não reside na ferramenta em si, mas naquilo a que nos propomos enquanto sociedade: estamos substituindo o esforço criativo pela conveniência do comando automatizado. Quando delegamos a escrita de um poema ou a criação de uma arte a um código, perdemos o processo, o erro e a angústia — elementos que são, essencialmente, a alma da produção humana.
Ademais, a regência de nossas vidas parece estar sendo entregue a algoritmos opacos. É urgente que as instituições públicas e privadas assistam ao desenvolvimento dessa tecnologia com olhar atento e ético. Não podemos permitir que a busca pelo lucro desenfreado silencie a voz humana. Afinal, a máquina pode processar dados, mas nunca sentirá a satisfação de uma descoberta genuína. Este é o desafio da nossa era: domar a técnica sem se deixar domesticar por ela.
(Autor desconhecido)
"Os pesquisadores assistiram à apresentação dos resultados e destacaram a importância do estudo para a comunidade científica. Muitos deles afirmaram que a sociedade necessita de informações confiáveis e que é preciso obedecer às normas éticas durante a realização das pesquisas."
Com base nas normas da regência verbal e nominal da língua portuguesa e nos sentidos produzidos no texto, assinale a alternativa CORRETA.
