Questões de Concurso Comentadas sobre sintaxe em português

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Q2734695 Português

Quanto à concordância nominal, marcar C para as sentenças Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:


(---) Não tínhamos combinado de estar aqui meio-dia e meio?

(---) Infelizmente a sua redação apresentou bastantes problemas.

Alternativas
Q2734691 Português

Quanto à concordância verbal, analisar as sentenças apresentadas nos itens abaixo:


I - O jardim era lindo, e haviam flores por toda parte.

II - Nenhum de nós devemos tentar falar com ele no momento.

Alternativas
Q2734387 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.


Eles viram a Terra do Espaço, e isso os transformou

Por Nadia Drake


  1. Para a maioria de nós, a Terra é o espaço que marca o horizonte da nossa existência. Aqui
  2. ficamos, limitados pela força da gravidade e pelas características biológicas. Mesmo hoje, após
  3. quase seis décadas de voos espaciais tripulados, raras pessoas tiveram a chance de contemplar
  4. o Sol “nascendo” por ......... da curvatura terrestre – desde 1961, exatas 556 pessoas desfrutaram
  5. dessa experiência única. Um número ainda menor, meros 24 indivíduos, ........ a Terra encolher
  6. ao longe, ficando cada vez menor até virar um disco de diâmetro tão pequeno quanto o de um
  7. relógio de pulso. E apenas seis pessoas ficaram sozinhas no outro lado da Lua, impossibilitadas
  8. de avistar o nosso planeta. Tal experiência pode mudar a concepção de mundo da pessoa.
  9. Depois de viajar duas vezes no ônibus espacial Discovery, a astronauta americana Nicole
  10. Stott descobriu em si um novo impulso para criar obras de arte que representassem o que viu.
  11. Já o canadense Chris Hadfield conta que, enquanto estava em órbita ao redor da Terra, se sentiu
  12. mais conectado aos habitantes do planeta que em qualquer outro momento da sua vida. Kathy
  13. Sullivan, que, em 1984, tornou-se a primeira americana a realizar atividades ............ no espaço,
  14. retornou assombrada com os complexos sistemas que se imbricam para fazer da Terra um
  15. improvável oásis. “No decorrer desses voos, foi crescendo em mim um desejo e uma vontade
  16. concretos [...] de não só apreciar aquelas vistas e registrá-las em imagens”, conta ela, “mas,
  17. sobretudo, de fazer algo relevante e útil.” Ao se aposentar da Nasa, Sullivan dirigiu o órgão federal
  18. americano que cuida de assuntos referentes aos oceanos e à atmosfera durante três anos,
  19. recorrendo aos olhos robóticos dos satélites orbitais para o seu trabalho. Segundo ela, o nosso
  20. planeta é de uma incrível beleza, ________ a astronauta jamais se entediava.
  21. Veterano de três missões espaciais da Nasa, entre 1997 e 2003, Ed Lu deu uma olhada no
  22. planeta e ficou impressionado com as imensas crateras abertas na crosta por impactos de origem
  23. externa. Em 2002, ele ajudou a criar a B612 Foundation, organização que se dedica ________
  24. que chama de “engenharia na maior escala concebível”, com o objetivo de evitar qualquer choque
  25. devastador de asteroides na Terra. Em 1968, pela primeira vez na história, a missão Apollo 8
  26. levou as primeiras pessoas para bem longe da Terra, em uma volta ao redor da Lua. Na véspera
  27. de Natal, o astronauta William Anders registrou uma imagem que iria se tornar inesquecível: um
  28. mundo vicejante erguendo-se acima do árido e esburacado horizonte lunar. Hoje conhecida como
  29. o “Nascer da Terra”, essa foto contribuiu imensamente para ampliar a percepção da beleza e da
  30. fragilidade do nosso planeta. “O ano de 2018 é o 50º aniversário dessa imagem emblemática que
  31. ajudou a definir o movimento ambientalista. Quais são as correções de trajetória que agora nos
  32. cabe fazer para que consigamos chegar ao 100º aniversário?”, pergunta o americano Leland
  33. Melvin. Junto a outros astronautas, ele está empenhado em um projeto para reavaliar o modo
  34. como equilibramos a saúde ambiental e as necessidades humanas, em busca de formas de vida
  35. mais sustentáveis.
  36. A vontade de proteger o planeta é comum entre aqueles que tiveram a chance de deixá-lo.
  37. O cosmonauta russo Gennady Padalka é o ser humano que acumulou mais dias no espaço. O
  38. fascínio das viagens espaciais o manteve em atividade por 28 anos, mas algo ainda mais forte
  39. que a gravidade continuou a trazê-lo de volta para casa. “Estamos geneticamente vinculados a
  40. este planeta”, analisa ele. E, por enquanto, somente a Terra reúne as condições para a
  41. manutenção da vida como a conhecemos. A última década de pesquisas astronômicas nos
  42. mostrou que somos apenas um entre bilhões de planetas na galáxia da Via Láctea, mas essa
  43. mescla específica de características geológicas, ecológicas e biológicas, hoje, faz deste estranho
  44. mundo rochoso o único que é perfeito para nós, seres humanos. Por isso, não há nada comparável
  45. ao nosso lar.


Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/espaco/2018/02/eles-viram-terra-do-espaco (Texto adaptado especialmente para esta prova.)

Considere o seguinte período retirado do texto e as propostas de reescrita:


“Veterano de três missões espaciais da Nasa, entre 1997 e 2003, Ed Lu deu uma olhada no planeta e ficou impressionado com as imensas crateras abertas na crosta por impactos de origem externa.”


I. Ed Lu, veterano de três missões espaciais da Nasa (entre 1997 e 2003), deu uma olhada no planeta e ficou impressionado com as imensas crateras abertas na crosta por impactos de origem externa.

II. O veterano de três missões espaciais da Nasa, entre 1997 e 2003, Ed Lu, deu uma olhada no planeta, e ficou impressionado com as imensas crateras abertas na crosta, por impactos de origem externa.

III. Entre 1997 e 2003, Ed Lu participou de três missões espaciais da Nasa; nessa época, olhando o planeta, ficou impressionado com as imensas crateras abertas na crosta por impactos de origem externa.

IV. Ed Lu ficou impressionado com as imensas crateras abertas na crosta da Terra por impactos de origem externa, ele é veterano de três missões espaciais da Nasa; entre 1997 e 2003.


Quais delas apresentam pontuação INACEITÁVEL sob o ponto de vista da Norma Gramatical? (Desconsidere eventuais alterações de sentido).

Alternativas
Q2734383 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.


Eles viram a Terra do Espaço, e isso os transformou

Por Nadia Drake


  1. Para a maioria de nós, a Terra é o espaço que marca o horizonte da nossa existência. Aqui
  2. ficamos, limitados pela força da gravidade e pelas características biológicas. Mesmo hoje, após
  3. quase seis décadas de voos espaciais tripulados, raras pessoas tiveram a chance de contemplar
  4. o Sol “nascendo” por ......... da curvatura terrestre – desde 1961, exatas 556 pessoas desfrutaram
  5. dessa experiência única. Um número ainda menor, meros 24 indivíduos, ........ a Terra encolher
  6. ao longe, ficando cada vez menor até virar um disco de diâmetro tão pequeno quanto o de um
  7. relógio de pulso. E apenas seis pessoas ficaram sozinhas no outro lado da Lua, impossibilitadas
  8. de avistar o nosso planeta. Tal experiência pode mudar a concepção de mundo da pessoa.
  9. Depois de viajar duas vezes no ônibus espacial Discovery, a astronauta americana Nicole
  10. Stott descobriu em si um novo impulso para criar obras de arte que representassem o que viu.
  11. Já o canadense Chris Hadfield conta que, enquanto estava em órbita ao redor da Terra, se sentiu
  12. mais conectado aos habitantes do planeta que em qualquer outro momento da sua vida. Kathy
  13. Sullivan, que, em 1984, tornou-se a primeira americana a realizar atividades ............ no espaço,
  14. retornou assombrada com os complexos sistemas que se imbricam para fazer da Terra um
  15. improvável oásis. “No decorrer desses voos, foi crescendo em mim um desejo e uma vontade
  16. concretos [...] de não só apreciar aquelas vistas e registrá-las em imagens”, conta ela, “mas,
  17. sobretudo, de fazer algo relevante e útil.” Ao se aposentar da Nasa, Sullivan dirigiu o órgão federal
  18. americano que cuida de assuntos referentes aos oceanos e à atmosfera durante três anos,
  19. recorrendo aos olhos robóticos dos satélites orbitais para o seu trabalho. Segundo ela, o nosso
  20. planeta é de uma incrível beleza, ________ a astronauta jamais se entediava.
  21. Veterano de três missões espaciais da Nasa, entre 1997 e 2003, Ed Lu deu uma olhada no
  22. planeta e ficou impressionado com as imensas crateras abertas na crosta por impactos de origem
  23. externa. Em 2002, ele ajudou a criar a B612 Foundation, organização que se dedica ________
  24. que chama de “engenharia na maior escala concebível”, com o objetivo de evitar qualquer choque
  25. devastador de asteroides na Terra. Em 1968, pela primeira vez na história, a missão Apollo 8
  26. levou as primeiras pessoas para bem longe da Terra, em uma volta ao redor da Lua. Na véspera
  27. de Natal, o astronauta William Anders registrou uma imagem que iria se tornar inesquecível: um
  28. mundo vicejante erguendo-se acima do árido e esburacado horizonte lunar. Hoje conhecida como
  29. o “Nascer da Terra”, essa foto contribuiu imensamente para ampliar a percepção da beleza e da
  30. fragilidade do nosso planeta. “O ano de 2018 é o 50º aniversário dessa imagem emblemática que
  31. ajudou a definir o movimento ambientalista. Quais são as correções de trajetória que agora nos
  32. cabe fazer para que consigamos chegar ao 100º aniversário?”, pergunta o americano Leland
  33. Melvin. Junto a outros astronautas, ele está empenhado em um projeto para reavaliar o modo
  34. como equilibramos a saúde ambiental e as necessidades humanas, em busca de formas de vida
  35. mais sustentáveis.
  36. A vontade de proteger o planeta é comum entre aqueles que tiveram a chance de deixá-lo.
  37. O cosmonauta russo Gennady Padalka é o ser humano que acumulou mais dias no espaço. O
  38. fascínio das viagens espaciais o manteve em atividade por 28 anos, mas algo ainda mais forte
  39. que a gravidade continuou a trazê-lo de volta para casa. “Estamos geneticamente vinculados a
  40. este planeta”, analisa ele. E, por enquanto, somente a Terra reúne as condições para a
  41. manutenção da vida como a conhecemos. A última década de pesquisas astronômicas nos
  42. mostrou que somos apenas um entre bilhões de planetas na galáxia da Via Láctea, mas essa
  43. mescla específica de características geológicas, ecológicas e biológicas, hoje, faz deste estranho
  44. mundo rochoso o único que é perfeito para nós, seres humanos. Por isso, não há nada comparável
  45. ao nosso lar.


Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/espaco/2018/02/eles-viram-terra-do-espaco (Texto adaptado especialmente para esta prova.)

Considere o que se afirma sobre o seguinte período do texto:


“Depois de viajar duas vezes no ônibus espacial Discovery, a astronauta americana Nicole Stott descobriu em si um novo impulso para criar obras de arte que representassem o que viu”.


I. Há cinco orações no período, que é composto por subordinação.

II. A primeira oração tem valor de advérbio.

III. Há duas orações adjetivas restritivas.

IV. A segunda oração é a principal.


Quais estão corretas?

Alternativas
Q2734381 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.


Eles viram a Terra do Espaço, e isso os transformou

Por Nadia Drake


  1. Para a maioria de nós, a Terra é o espaço que marca o horizonte da nossa existência. Aqui
  2. ficamos, limitados pela força da gravidade e pelas características biológicas. Mesmo hoje, após
  3. quase seis décadas de voos espaciais tripulados, raras pessoas tiveram a chance de contemplar
  4. o Sol “nascendo” por ......... da curvatura terrestre – desde 1961, exatas 556 pessoas desfrutaram
  5. dessa experiência única. Um número ainda menor, meros 24 indivíduos, ........ a Terra encolher
  6. ao longe, ficando cada vez menor até virar um disco de diâmetro tão pequeno quanto o de um
  7. relógio de pulso. E apenas seis pessoas ficaram sozinhas no outro lado da Lua, impossibilitadas
  8. de avistar o nosso planeta. Tal experiência pode mudar a concepção de mundo da pessoa.
  9. Depois de viajar duas vezes no ônibus espacial Discovery, a astronauta americana Nicole
  10. Stott descobriu em si um novo impulso para criar obras de arte que representassem o que viu.
  11. Já o canadense Chris Hadfield conta que, enquanto estava em órbita ao redor da Terra, se sentiu
  12. mais conectado aos habitantes do planeta que em qualquer outro momento da sua vida. Kathy
  13. Sullivan, que, em 1984, tornou-se a primeira americana a realizar atividades ............ no espaço,
  14. retornou assombrada com os complexos sistemas que se imbricam para fazer da Terra um
  15. improvável oásis. “No decorrer desses voos, foi crescendo em mim um desejo e uma vontade
  16. concretos [...] de não só apreciar aquelas vistas e registrá-las em imagens”, conta ela, “mas,
  17. sobretudo, de fazer algo relevante e útil.” Ao se aposentar da Nasa, Sullivan dirigiu o órgão federal
  18. americano que cuida de assuntos referentes aos oceanos e à atmosfera durante três anos,
  19. recorrendo aos olhos robóticos dos satélites orbitais para o seu trabalho. Segundo ela, o nosso
  20. planeta é de uma incrível beleza, ________ a astronauta jamais se entediava.
  21. Veterano de três missões espaciais da Nasa, entre 1997 e 2003, Ed Lu deu uma olhada no
  22. planeta e ficou impressionado com as imensas crateras abertas na crosta por impactos de origem
  23. externa. Em 2002, ele ajudou a criar a B612 Foundation, organização que se dedica ________
  24. que chama de “engenharia na maior escala concebível”, com o objetivo de evitar qualquer choque
  25. devastador de asteroides na Terra. Em 1968, pela primeira vez na história, a missão Apollo 8
  26. levou as primeiras pessoas para bem longe da Terra, em uma volta ao redor da Lua. Na véspera
  27. de Natal, o astronauta William Anders registrou uma imagem que iria se tornar inesquecível: um
  28. mundo vicejante erguendo-se acima do árido e esburacado horizonte lunar. Hoje conhecida como
  29. o “Nascer da Terra”, essa foto contribuiu imensamente para ampliar a percepção da beleza e da
  30. fragilidade do nosso planeta. “O ano de 2018 é o 50º aniversário dessa imagem emblemática que
  31. ajudou a definir o movimento ambientalista. Quais são as correções de trajetória que agora nos
  32. cabe fazer para que consigamos chegar ao 100º aniversário?”, pergunta o americano Leland
  33. Melvin. Junto a outros astronautas, ele está empenhado em um projeto para reavaliar o modo
  34. como equilibramos a saúde ambiental e as necessidades humanas, em busca de formas de vida
  35. mais sustentáveis.
  36. A vontade de proteger o planeta é comum entre aqueles que tiveram a chance de deixá-lo.
  37. O cosmonauta russo Gennady Padalka é o ser humano que acumulou mais dias no espaço. O
  38. fascínio das viagens espaciais o manteve em atividade por 28 anos, mas algo ainda mais forte
  39. que a gravidade continuou a trazê-lo de volta para casa. “Estamos geneticamente vinculados a
  40. este planeta”, analisa ele. E, por enquanto, somente a Terra reúne as condições para a
  41. manutenção da vida como a conhecemos. A última década de pesquisas astronômicas nos
  42. mostrou que somos apenas um entre bilhões de planetas na galáxia da Via Láctea, mas essa
  43. mescla específica de características geológicas, ecológicas e biológicas, hoje, faz deste estranho
  44. mundo rochoso o único que é perfeito para nós, seres humanos. Por isso, não há nada comparável
  45. ao nosso lar.


Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/espaco/2018/02/eles-viram-terra-do-espaco (Texto adaptado especialmente para esta prova.)

Considere os seguintes trechos do texto e os elementos de coesão que aparecem neles.


I. Diâmetro tão pequeno quanto o de um relógio de pulso (l. 06 e 07)

II. Enquanto estava em órbita (l. 11)

III. Mais conectado aos habitantes do planeta que em qualquer outro momento da sua vida (l. 12)

IV. Não só apreciar aquelas vistas e registrá-las em imagens (...) mas, sobretudo, de fazer algo relevante e útil (l. 16 e 17).


Assinale a alternativa em que se faz uma afirmação INCORRETA sobre o sentido estabelecido por esses nexos.

Alternativas
Q2729020 Português

As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.

A louca vida sexual das plantas

  1. Mal entrou na puberdade e ela só quer, só pensa, em namorar. Uns argumentam que ainda é
  2. jovem, um botão em flor, mas isso nunca foi um grande problema para ela, que vem se
  3. preparando para desabrochar desde que era um brotinho. Apesar de ter criado raízes junto aos
  4. pais, sente que é hora de formar sua própria família e gerar seus rebentos. Para conceber as
  5. sementes dessa transformação silenciosa, a moça se insinua aos quatro ventos, ludibria os
  6. varões e cria sugestivas armadilhas. Se preciso, ela se vestirá de forma sensual e se cobrirá com
  7. perfumes, tudo para deixar sua herança na terra – e, com sorte, gerar bons frutos para as
  8. próximas gerações.
  9. Sob a ótica de uma flor, um jardim é uma grande orgia. Cactos e ipês fazem. Trepadeiras,
  10. claro, fazem. A mais prosaica violeta e a rosa caríssima fazem. De fato, assim que provaram o
  11. gostinho da coisa pela primeira vez, cerca de 145 milhões de anos atrás, 415 milhões de anos
  12. depois de a primeira alga verde chegar à terra firme, as plantas logo perceberam que o sexo
  13. poderia trazer benefícios interessantes. Vamos a eles.
  14. À primeira vista, o sexo parece pouco importante para as plantas. Isso porque a maior parte
  15. delas é hermafrodita: um mesmo indivíduo tem tanto um ovário, sua porção feminina, quanto
  16. grãos de pólen, pequenas estruturas que encerram os gametas masculinos. A reprodução
  17. sexuada, que leva o pólen até o ovário, não deveria, portanto, demandar grandes esforços. Mas
  18. não é isso que acontece na realidade. Uma flor só se entrega ao solitário prazer da fecundação
  19. própria quando sua sobrevivência está sob ameaça. É que um vegetal autofecundado cria
  20. descendentes geneticamente idênticos à mãe. Mal negócio. A reprodução sexuada junta e
  21. embaralha genes de dois indivíduos. O filho nasce com um código genético só dele (é
  22. precisamente o seu caso, leitor ou leitora – você é só um embaralhamento aleatório dos genes
  23. dos seus pais). A vantagem aí é que códigos genéticos novos produzem anticorpos inéditos na
  24. natureza. É uma bela vantagem do ponto de vista da espécie. Se um vírus mortal infectar todos
  25. os indivíduos de uma espécie, alguns vão sobreviver, já que provavelmente terão nascido com
  26. anticorpos que, por sorte, conseguem defende-los do ataque. Se todos tivessem os mesmos
  27. genes, um único ataque viral poderia exterminar a espécie inteira. É por isso que você faz sexo.
  28. Não houvesse essa pressão evolutiva, não existiriam pênis, vagina, tesão, orgasmo. Nada.
  29. Mas voltemos a falar de flores. Como não podem sair do lugar, as flores recorrem a aves,
  30. insetos e pequenos mamíferos — seus polinisadores — para misturar seu material genético ao de
  31. outras. Essa sacada garantiu às plantas floríferas uma diversidade enorme, se comparadas aos
  32. vegetais sem flor, como musgos, pinheiros e samambaias. Ainda assim, isso não quer dizer que
  33. uma flor jamais vai se fecundar sozinha. Há casos em que isso se torna necessário. Em condições
  34. normais, a violeta-africana produz flores no alto de hastes longas, boas para atrair a atenção de
  35. insetos e reproduzir-se embaralhando seus genes com os de outra flor, distante. Mas, se notar
  36. que as condições estão ruins — o clima ficou frio ou quente demais, por exemplo —, a mesma
  37. violeta pode gerar flores de haste curta, que ficam escondidas pelas folhas e se autofecundam
  38. ainda em botão.
  39. Nesse caso, o alerta que vai determinar qual tipo de sexo elas vão praticar é dado por
  40. estruturas celulares especializadas, que registram alterações na intensidade da luz solar ou na
  41. quantidade de horas de escuro. “Uma planta é capaz de perceber mudanças mínimas na oferta
  42. de nutrientes ou mesmo detectar que os dias estão ficando mais curtos e, portanto, o inverno
  43. está chegando”, diz o biólogo Thales Kronenberger, especialista em biologia molecular e
  44. parasitologia.

Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em https://super.abril.com.br/ciencia/a-louca-vida- sexual-das-plantas/. Acesso em 09 out. 2018.

Da frase “um jardim é uma grande orgia”, o fragmento “uma grande orgia” corresponde ao seu:

Alternativas
Q2729015 Português

As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.

A louca vida sexual das plantas

  1. Mal entrou na puberdade e ela só quer, só pensa, em namorar. Uns argumentam que ainda é
  2. jovem, um botão em flor, mas isso nunca foi um grande problema para ela, que vem se
  3. preparando para desabrochar desde que era um brotinho. Apesar de ter criado raízes junto aos
  4. pais, sente que é hora de formar sua própria família e gerar seus rebentos. Para conceber as
  5. sementes dessa transformação silenciosa, a moça se insinua aos quatro ventos, ludibria os
  6. varões e cria sugestivas armadilhas. Se preciso, ela se vestirá de forma sensual e se cobrirá com
  7. perfumes, tudo para deixar sua herança na terra – e, com sorte, gerar bons frutos para as
  8. próximas gerações.
  9. Sob a ótica de uma flor, um jardim é uma grande orgia. Cactos e ipês fazem. Trepadeiras,
  10. claro, fazem. A mais prosaica violeta e a rosa caríssima fazem. De fato, assim que provaram o
  11. gostinho da coisa pela primeira vez, cerca de 145 milhões de anos atrás, 415 milhões de anos
  12. depois de a primeira alga verde chegar à terra firme, as plantas logo perceberam que o sexo
  13. poderia trazer benefícios interessantes. Vamos a eles.
  14. À primeira vista, o sexo parece pouco importante para as plantas. Isso porque a maior parte
  15. delas é hermafrodita: um mesmo indivíduo tem tanto um ovário, sua porção feminina, quanto
  16. grãos de pólen, pequenas estruturas que encerram os gametas masculinos. A reprodução
  17. sexuada, que leva o pólen até o ovário, não deveria, portanto, demandar grandes esforços. Mas
  18. não é isso que acontece na realidade. Uma flor só se entrega ao solitário prazer da fecundação
  19. própria quando sua sobrevivência está sob ameaça. É que um vegetal autofecundado cria
  20. descendentes geneticamente idênticos à mãe. Mal negócio. A reprodução sexuada junta e
  21. embaralha genes de dois indivíduos. O filho nasce com um código genético só dele (é
  22. precisamente o seu caso, leitor ou leitora – você é só um embaralhamento aleatório dos genes
  23. dos seus pais). A vantagem aí é que códigos genéticos novos produzem anticorpos inéditos na
  24. natureza. É uma bela vantagem do ponto de vista da espécie. Se um vírus mortal infectar todos
  25. os indivíduos de uma espécie, alguns vão sobreviver, já que provavelmente terão nascido com
  26. anticorpos que, por sorte, conseguem defende-los do ataque. Se todos tivessem os mesmos
  27. genes, um único ataque viral poderia exterminar a espécie inteira. É por isso que você faz sexo.
  28. Não houvesse essa pressão evolutiva, não existiriam pênis, vagina, tesão, orgasmo. Nada.
  29. Mas voltemos a falar de flores. Como não podem sair do lugar, as flores recorrem a aves,
  30. insetos e pequenos mamíferos — seus polinisadores — para misturar seu material genético ao de
  31. outras. Essa sacada garantiu às plantas floríferas uma diversidade enorme, se comparadas aos
  32. vegetais sem flor, como musgos, pinheiros e samambaias. Ainda assim, isso não quer dizer que
  33. uma flor jamais vai se fecundar sozinha. Há casos em que isso se torna necessário. Em condições
  34. normais, a violeta-africana produz flores no alto de hastes longas, boas para atrair a atenção de
  35. insetos e reproduzir-se embaralhando seus genes com os de outra flor, distante. Mas, se notar
  36. que as condições estão ruins — o clima ficou frio ou quente demais, por exemplo —, a mesma
  37. violeta pode gerar flores de haste curta, que ficam escondidas pelas folhas e se autofecundam
  38. ainda em botão.
  39. Nesse caso, o alerta que vai determinar qual tipo de sexo elas vão praticar é dado por
  40. estruturas celulares especializadas, que registram alterações na intensidade da luz solar ou na
  41. quantidade de horas de escuro. “Uma planta é capaz de perceber mudanças mínimas na oferta
  42. de nutrientes ou mesmo detectar que os dias estão ficando mais curtos e, portanto, o inverno
  43. está chegando”, diz o biólogo Thales Kronenberger, especialista em biologia molecular e
  44. parasitologia.

Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em https://super.abril.com.br/ciencia/a-louca-vida- sexual-das-plantas/. Acesso em 09 out. 2018.

Na frase do texto “as plantas logo perceberam que o sexo poderia trazer benefícios interessantes”, a palavra “perceberam” representa um verbo:

Alternativas
Q2728971 Português

As questões de 1 a 10 desta prova são baseadas no texto abaixo.

Salas de aula transformando o sertanejo

1º Ao longo de anos, o sertão do Rio Grande do Norte foi subjugado às intempéries da seca que expulsou milhares de sertanejos de suas origens em busca de água e sobrevivência. Numa revolução inimaginável para a maioria dos moradores das terras mais áridas do estado, cujas precipitações médias anuais são inferiores a 800 milímetros, a educação se tornou o meio de transformação social, cultural e econômica. Hoje, por entre os cactos que povoam a caatinga, surgem institutos federais, faculdades, universidades e a primeira Escola Multicampi de Ciências Médicas do Brasil. Em uma década, o número de instituições de ensino superior no estado cresceu 33,3% e expandiu o número de vagas em 125,38%. O sertão do flagelo da seca se transformou no chão das oportunidades e do resgate de sonhos.

2º “Não existia perspectiva. Meu pai era analfabeto. Eu cresci estudando em escola pública e numa família carente”, relembra Anderson Fernandes, 26 anos, formado em Odontologia pela Universidade Estadual do Rio Grande do Norte (UERN-Campus Caicó). Nascido numa família que enfrentou inúmeras dificuldades ao longo dos anos, a falta de perspectiva de mudança não fez o estudante esmorecer, como se diz em Caicó. Formado há dois anos, hoje servidor público e aluno do Curso de Mestrado em Saúde Coletiva da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Fernandes é apenas um exemplo dos milhares de jovens do interior do estado que se beneficiaram com o processo de interiorização da educação superior. De 2006 a 2016, o número de instituições de ensino desse perfil saiu das 21 para 28, entre públicas e privadas, conforme dados mais recentes do Censo da Educação Superior do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

3º A UERN, na qual Anderson Fernandes se formou, abriu os cursos de Odontologia e Enfermagem, em Caicó, em 2006. “A UERN tem papel crucial na interiorização do ensino superior. Ela foi pioneira na instalação de cursos da área da Saúde no Seridó”, destaca Álvaro Lima, diretor do Campus da UERN em Caicó. Desde então, os alunos que antes migravam para outras cidades potiguares ou até mesmo para a Paraíba passaram a permanecer em Caicó.

4º Na mesma década, o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte, o IFRN, multiplicou por 10,5 o número de unidades instaladas no estado. Em 2006, eram apenas duas – uma em Natal e outra em Mossoró. Hoje, 21 institutos oportunizam a entrada de milhares de alunos no ensino médio, no técnico, na graduação e na pós-graduação.

5º No âmbito da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), o processo de interiorização do ensino superior remonta à década de 1970, com a abertura dos cursos de Letras, Administração, Estudos Sociais, Pedagogia, História e Engenharia de Minas em Caicó. Naquela época, os cursos eram ministrados num prédio cedido pela Diocese de Caicó. Anos depois, com a inauguração do Centro de Ensino Superior do Seridó (CERES), com três blocos de aulas num terreno de 10 hectares, ocorreu a ampliação do número de graduações e de professores e a expansão das atividades para a cidade vizinha, Currais Novos.

6º No Oeste do Rio Grande do Norte, a Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA) iniciou um processo de expansão com a transformação em universidade federal em 2005. Antes, funcionava como Escola Superior de Agricultura de Mossoró (ESAM). Desde então, criou novos cursos e abriu três campi avançados em Angicos, Caraúbas e Pau dos Ferros. Na atualidade, a UFERSA oferece 22 cursos de graduação e 24 de pós-graduação. A comunidade estudantil é de 10.345 alunos somente nos cursos presenciais. “A interiorização do ensino superior pode ser considerada o maior programa de inclusão do Governo Federal, na medida em que tem levado pesquisa, ensino e desenvolvimento a locais que antes estavam longe de grandes centros universitários. A UFERSA é um profícuo exemplo disso”, declara o reitor José de Arimatea de Matos.

7º Expandir a interiorização do Ensino Superior, principalmente nos cursos da área da Saúde, deve ser uma meta prioritária da UFRN. Um dos objetivos da Escola Multicampi de Ciências Médicas é ter, em seu quadro, 86 docentes. Para isso, alguns desafios deverão ser vencidos. Um deles é o financeiro. Em comum, a UERN, a UFERSA e a UFRN sofrem com a falta de recursos. O custeio para o Curso de Medicina de Caicó, por exemplo, foi zerado em 2018. Por ano, de acordo com George Dantas de Azevedo, a UFRN repassa R$ 1,3 milhão para pagamento de despesas básicas. O desafio deste ano será financiar o internato dos estudantes da primeira turma, iniciada em 2014, que migrarão para a prática acadêmica no Hospital Universitário Ana Bezerra, em Santa Cruz. Na UERN, o orçamento aprovado para este ano é R$ 71 milhões menor que o previsto para 2017.


Disponível em: <http://blog.tribunadonorte.com.br/umnovosertao/>. Acesso em: 05 jul. 2018. [Excerto adaptado]


Para responder às questões 06, 07, 08, 09 e 10, considere o excerto transcrito abaixo.

“Não existia perspectiva[1]. Meu pai era analfabeto. Eu cresci estudando em escola pública e numa família carente”, relembra[2] Anderson Fernandes, 26 anos, formado em Odontologia pela Universidade Estadual do Rio Grande do Norte (UERN -Campus Caicó). Nascido numa família que enfrentou inúmeras dificuldades ao longo dos anos, a falta de perspectiva de mudança não fez o estudante esmorecer, como[3] se diz em Caicó. Formado há dois anos, hoje servidor público e aluno do Curso de Mestrado em Saúde Coletiva da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Fernandes é apenas um exemplo dos milhares de jovens do interior do estado que se beneficiaram com o processo de interiorização da educação superior. De 2006 a 2016, o número de instituições de ensino desse perfil saiu das 21 para 28, entre públicas e privadas, conforme dados mais recentes do Censo da Educação Superior do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

Na oração em que surge, o elemento linguístico [1] funciona como

Alternativas
Q2728522 Português

Texto 2


CÔNSUL!


Domício da Gama


No café de Londres, às onze horas da noite.

Chove desabridamente. Entre a zoada dos aguaceiros,

que lavam a rua, ouvem-se raros passos apressados de

transeuntes invisíveis na sombra. A espaços um ronco

5 rápido e surdo, como um rufo de tambor molhado,

assinala a passagem de um guarda-chuva por baixo do

jorro de uma goteira que transborda. Corre um sopro

glacial de tédio e desconforto pelo café profusamente

iluminado, em que já pouca gente resta. O silêncio só é

10 quebrado pelo ruído dos talheres e da conversa de três

rapazes cavaqueando numa ceia econômica ao fundo.

O homem do contador cochila. Sentado a uma mesinha,

em frente ao prato vazio, em que um osso descarnado

de galinha comemora a passagem de uma canja, está

15 um homem que cisma sobre um jornal.


GAMA, Domício. Apud SANDANELLO, F. B. Domício da Gama e o impressionismo literário no Brasil. São Luís, MA: EDUFMA, 2017. p. 169.

Em “Entre a zoada dos aguaceiros, que lavam a rua, ouvem-se raros passos apressados de transeuntes invisíveis na sombra” (linhas 2-4), a oração sublinhada:

Alternativas
Q2727531 Português

O termo destacado em: “Vocês serão felizes” exerce a seguinte função sintática:

Alternativas
Q2727528 Português

Considerando-se a norma padrão escrita da língua portuguesa, assinale a alternativa em que a concordância verbal está correta.

Alternativas
Q2725152 Português

Leia o texto e responda às questões de números 08 a 14.


Comandante aposentado não deixa o cockpit


Shigekazu Miyazaki está usando o tempo livre de sua aposentadoria a 25 mil pés. Ele foi piloto da maior companhia aérea japonesa por quatro décadas, mas deixou o posto ano passado, ao completar 65 anos, idade-limite para voar pela empresa.

Mas, em vez de jogar golfe ou pescar, agora Miyazaki é piloto de uma companhia regional do Japão. “Nunca pensei que ainda estaria voando aos 65 anos, mas eu continuo saudável, amo voar, então, enquanto eu puder, por que não?”

O envelhecimento dos trabalhadores está forçando um questionamento sobre a trajetória profissional e também sobre a sustentação da Previdência no Japão. O país tem a maior expectativa de vida do mundo, pouca imigração e uma minguante população de jovens trabalhadores, reflexo de décadas de queda na taxa de natalidade.

Isso torna os trabalhadores mais velhos ainda mais importantes para a economia. Mais da metade dos homens japoneses com mais de 65 anos executa algum tipo de trabalho remunerado, comparado com um terço dos americanos e 10% em alguns países da Europa.

A economia japonesa está começando a se recuperar graças à demanda das exportações, mas a escassez de trabalhadores pode limitar esse crescimento. A taxa de desemprego é de 2,8%.

Ao mesmo tempo, a geração que começa a se aposentar pressiona a Previdência Social e força o governo a estudar o aumento da idade mínima para conceder o benefício.

Os trabalhadores mais velhos também ajudam a explicar a estagnação da renda no Japão. Os mais velhos costumam receber muito menos do que o salário do pico de suas carreiras. Essa queda acaba reduzindo os aumentos que um jovem recebe ao longo do crescimento profissional.

Para Miyazaki, por exemplo, a escolha de continuar voando é um luxo. No novo emprego, recebe um terço do salário de antes de se aposentar.

(New York Times. Publicado pela Folha de S.Paulo em 30.07.2017. Adaptado)

Assinale a alternativa correta quanto à concordância verbal e nominal estabelecida pela norma-padrão.

Alternativas
Q2725148 Português

Leia o texto e responda às questões de números 08 a 14.


Comandante aposentado não deixa o cockpit


Shigekazu Miyazaki está usando o tempo livre de sua aposentadoria a 25 mil pés. Ele foi piloto da maior companhia aérea japonesa por quatro décadas, mas deixou o posto ano passado, ao completar 65 anos, idade-limite para voar pela empresa.

Mas, em vez de jogar golfe ou pescar, agora Miyazaki é piloto de uma companhia regional do Japão. “Nunca pensei que ainda estaria voando aos 65 anos, mas eu continuo saudável, amo voar, então, enquanto eu puder, por que não?”

O envelhecimento dos trabalhadores está forçando um questionamento sobre a trajetória profissional e também sobre a sustentação da Previdência no Japão. O país tem a maior expectativa de vida do mundo, pouca imigração e uma minguante população de jovens trabalhadores, reflexo de décadas de queda na taxa de natalidade.

Isso torna os trabalhadores mais velhos ainda mais importantes para a economia. Mais da metade dos homens japoneses com mais de 65 anos executa algum tipo de trabalho remunerado, comparado com um terço dos americanos e 10% em alguns países da Europa.

A economia japonesa está começando a se recuperar graças à demanda das exportações, mas a escassez de trabalhadores pode limitar esse crescimento. A taxa de desemprego é de 2,8%.

Ao mesmo tempo, a geração que começa a se aposentar pressiona a Previdência Social e força o governo a estudar o aumento da idade mínima para conceder o benefício.

Os trabalhadores mais velhos também ajudam a explicar a estagnação da renda no Japão. Os mais velhos costumam receber muito menos do que o salário do pico de suas carreiras. Essa queda acaba reduzindo os aumentos que um jovem recebe ao longo do crescimento profissional.

Para Miyazaki, por exemplo, a escolha de continuar voando é um luxo. No novo emprego, recebe um terço do salário de antes de se aposentar.

(New York Times. Publicado pela Folha de S.Paulo em 30.07.2017. Adaptado)

Considere a frase.


Atualmente, as mudanças na economia japonesa ______________ aumento das exportações.


Para que essa frase esteja em conformidade com a norma-padrão, a lacuna deve ser preenchida por:

Alternativas
Q2724731 Português

AS QUESTÕES 1 A 10 ESTÃO RELACIONADAS AO TEXTO ABAIXO

TEXTO

AMOSTRA DA CIÊNCIA LOCAL

1 O homem vivia tranquilo,

2 Em paz com a vida e com ele.

3 Um belo dia, entretanto,

4 Resolve escrever um artigo

5 Sobre o Brasil, bem cuidado.

6 Mas Brasil se escreverá

7 Com "s" mesmo, ou com “z”?

8 Ele vai no dicionário:

9 Dá com "s" e dá com "z".

10Telefona à Academia:

11 "Ninguém sabe não senhor,

12 Talvez com "s", ou com "z".

13 Tira dinheiro do bolso,

14 Numas notas vem escrito

15 Com "s" a palavra Brasil,

16 Noutras vem mas é com "z",

17 O homem vai ao vizinho,

18 Sujeito modesto e sábio

19 "Não sei dizer não senhor,

20 Só sei que meu filho Pedro

21 Esteve um ano no Hospício

22 Porque queria saber

23 Justamente o que você

24 Quer saber e não consegue."

25 O homem perde a paciência,

26 Tira uma faca do bolso,

27 Boa faca pernambucana.

28 - Não quero mais me amolar,

29 Aqui deve estar escrito

30 "Fabricado no Brasil."

31 Conforme estiver aqui,

32 D'agora em diante, afinal,

33 Mesmo que seja com "s"

34 (Prefiro que seja com "z")

35 Escreverei a palavra;

36 A faca será juiz. -

37 O homem olha pra faca,

38 Meu Deus! era made in Germany.

39 Segura o homem na faca,

40 A faca enterrou no corpo

41 E o filólogo morreu.

MURILO MENDES

Marque a alternativa cuja oração tem predicado verbo-nominal.
Alternativas
Q2724730 Português

AS QUESTÕES 1 A 10 ESTÃO RELACIONADAS AO TEXTO ABAIXO

TEXTO

AMOSTRA DA CIÊNCIA LOCAL

1 O homem vivia tranquilo,

2 Em paz com a vida e com ele.

3 Um belo dia, entretanto,

4 Resolve escrever um artigo

5 Sobre o Brasil, bem cuidado.

6 Mas Brasil se escreverá

7 Com "s" mesmo, ou com “z”?

8 Ele vai no dicionário:

9 Dá com "s" e dá com "z".

10Telefona à Academia:

11 "Ninguém sabe não senhor,

12 Talvez com "s", ou com "z".

13 Tira dinheiro do bolso,

14 Numas notas vem escrito

15 Com "s" a palavra Brasil,

16 Noutras vem mas é com "z",

17 O homem vai ao vizinho,

18 Sujeito modesto e sábio

19 "Não sei dizer não senhor,

20 Só sei que meu filho Pedro

21 Esteve um ano no Hospício

22 Porque queria saber

23 Justamente o que você

24 Quer saber e não consegue."

25 O homem perde a paciência,

26 Tira uma faca do bolso,

27 Boa faca pernambucana.

28 - Não quero mais me amolar,

29 Aqui deve estar escrito

30 "Fabricado no Brasil."

31 Conforme estiver aqui,

32 D'agora em diante, afinal,

33 Mesmo que seja com "s"

34 (Prefiro que seja com "z")

35 Escreverei a palavra;

36 A faca será juiz. -

37 O homem olha pra faca,

38 Meu Deus! era made in Germany.

39 Segura o homem na faca,

40 A faca enterrou no corpo

41 E o filólogo morreu.

MURILO MENDES

A alternativa em que o emprego do recurso linguístico que aparece nesse texto está devidamente explicado é a

Alternativas
Q2724728 Português

AS QUESTÕES 1 A 10 ESTÃO RELACIONADAS AO TEXTO ABAIXO

TEXTO

AMOSTRA DA CIÊNCIA LOCAL

1 O homem vivia tranquilo,

2 Em paz com a vida e com ele.

3 Um belo dia, entretanto,

4 Resolve escrever um artigo

5 Sobre o Brasil, bem cuidado.

6 Mas Brasil se escreverá

7 Com "s" mesmo, ou com “z”?

8 Ele vai no dicionário:

9 Dá com "s" e dá com "z".

10Telefona à Academia:

11 "Ninguém sabe não senhor,

12 Talvez com "s", ou com "z".

13 Tira dinheiro do bolso,

14 Numas notas vem escrito

15 Com "s" a palavra Brasil,

16 Noutras vem mas é com "z",

17 O homem vai ao vizinho,

18 Sujeito modesto e sábio

19 "Não sei dizer não senhor,

20 Só sei que meu filho Pedro

21 Esteve um ano no Hospício

22 Porque queria saber

23 Justamente o que você

24 Quer saber e não consegue."

25 O homem perde a paciência,

26 Tira uma faca do bolso,

27 Boa faca pernambucana.

28 - Não quero mais me amolar,

29 Aqui deve estar escrito

30 "Fabricado no Brasil."

31 Conforme estiver aqui,

32 D'agora em diante, afinal,

33 Mesmo que seja com "s"

34 (Prefiro que seja com "z")

35 Escreverei a palavra;

36 A faca será juiz. -

37 O homem olha pra faca,

38 Meu Deus! era made in Germany.

39 Segura o homem na faca,

40 A faca enterrou no corpo

41 E o filólogo morreu.

MURILO MENDES

Com referência aos mecanismos linguísticos usados no texto, é correto afirmar:

Alternativas
Q2724727 Português

AS QUESTÕES 1 A 10 ESTÃO RELACIONADAS AO TEXTO ABAIXO

TEXTO

AMOSTRA DA CIÊNCIA LOCAL

1 O homem vivia tranquilo,

2 Em paz com a vida e com ele.

3 Um belo dia, entretanto,

4 Resolve escrever um artigo

5 Sobre o Brasil, bem cuidado.

6 Mas Brasil se escreverá

7 Com "s" mesmo, ou com “z”?

8 Ele vai no dicionário:

9 Dá com "s" e dá com "z".

10Telefona à Academia:

11 "Ninguém sabe não senhor,

12 Talvez com "s", ou com "z".

13 Tira dinheiro do bolso,

14 Numas notas vem escrito

15 Com "s" a palavra Brasil,

16 Noutras vem mas é com "z",

17 O homem vai ao vizinho,

18 Sujeito modesto e sábio

19 "Não sei dizer não senhor,

20 Só sei que meu filho Pedro

21 Esteve um ano no Hospício

22 Porque queria saber

23 Justamente o que você

24 Quer saber e não consegue."

25 O homem perde a paciência,

26 Tira uma faca do bolso,

27 Boa faca pernambucana.

28 - Não quero mais me amolar,

29 Aqui deve estar escrito

30 "Fabricado no Brasil."

31 Conforme estiver aqui,

32 D'agora em diante, afinal,

33 Mesmo que seja com "s"

34 (Prefiro que seja com "z")

35 Escreverei a palavra;

36 A faca será juiz. -

37 O homem olha pra faca,

38 Meu Deus! era made in Germany.

39 Segura o homem na faca,

40 A faca enterrou no corpo

41 E o filólogo morreu.

MURILO MENDES

Desconsiderando a liberdade poética, uma das alternativas apresenta erro, levando-se em consideração a gramática padrão. Marque-a:

Alternativas
Q2724726 Português

AS QUESTÕES 1 A 10 ESTÃO RELACIONADAS AO TEXTO ABAIXO

TEXTO

AMOSTRA DA CIÊNCIA LOCAL

1 O homem vivia tranquilo,

2 Em paz com a vida e com ele.

3 Um belo dia, entretanto,

4 Resolve escrever um artigo

5 Sobre o Brasil, bem cuidado.

6 Mas Brasil se escreverá

7 Com "s" mesmo, ou com “z”?

8 Ele vai no dicionário:

9 Dá com "s" e dá com "z".

10Telefona à Academia:

11 "Ninguém sabe não senhor,

12 Talvez com "s", ou com "z".

13 Tira dinheiro do bolso,

14 Numas notas vem escrito

15 Com "s" a palavra Brasil,

16 Noutras vem mas é com "z",

17 O homem vai ao vizinho,

18 Sujeito modesto e sábio

19 "Não sei dizer não senhor,

20 Só sei que meu filho Pedro

21 Esteve um ano no Hospício

22 Porque queria saber

23 Justamente o que você

24 Quer saber e não consegue."

25 O homem perde a paciência,

26 Tira uma faca do bolso,

27 Boa faca pernambucana.

28 - Não quero mais me amolar,

29 Aqui deve estar escrito

30 "Fabricado no Brasil."

31 Conforme estiver aqui,

32 D'agora em diante, afinal,

33 Mesmo que seja com "s"

34 (Prefiro que seja com "z")

35 Escreverei a palavra;

36 A faca será juiz. -

37 O homem olha pra faca,

38 Meu Deus! era made in Germany.

39 Segura o homem na faca,

40 A faca enterrou no corpo

41 E o filólogo morreu.

MURILO MENDES

A expressão “um ano no Hospício” (v.21), exerce a mesma função sintática que a oração

Alternativas
Q2724725 Português

AS QUESTÕES 1 A 10 ESTÃO RELACIONADAS AO TEXTO ABAIXO

TEXTO

AMOSTRA DA CIÊNCIA LOCAL

1 O homem vivia tranquilo,

2 Em paz com a vida e com ele.

3 Um belo dia, entretanto,

4 Resolve escrever um artigo

5 Sobre o Brasil, bem cuidado.

6 Mas Brasil se escreverá

7 Com "s" mesmo, ou com “z”?

8 Ele vai no dicionário:

9 Dá com "s" e dá com "z".

10Telefona à Academia:

11 "Ninguém sabe não senhor,

12 Talvez com "s", ou com "z".

13 Tira dinheiro do bolso,

14 Numas notas vem escrito

15 Com "s" a palavra Brasil,

16 Noutras vem mas é com "z",

17 O homem vai ao vizinho,

18 Sujeito modesto e sábio

19 "Não sei dizer não senhor,

20 Só sei que meu filho Pedro

21 Esteve um ano no Hospício

22 Porque queria saber

23 Justamente o que você

24 Quer saber e não consegue."

25 O homem perde a paciência,

26 Tira uma faca do bolso,

27 Boa faca pernambucana.

28 - Não quero mais me amolar,

29 Aqui deve estar escrito

30 "Fabricado no Brasil."

31 Conforme estiver aqui,

32 D'agora em diante, afinal,

33 Mesmo que seja com "s"

34 (Prefiro que seja com "z")

35 Escreverei a palavra;

36 A faca será juiz. -

37 O homem olha pra faca,

38 Meu Deus! era made in Germany.

39 Segura o homem na faca,

40 A faca enterrou no corpo

41 E o filólogo morreu.

MURILO MENDES

Na frase “A faca enterrou no corpo” (v.40), a expressão “a faca” exerce a mesma função sintática de

Alternativas
Q2723690 Português

Observe o cumprimento das normas de regência, no seguinte trecho do Texto 1:

Outras obras que têm o propósito de resgatar a biografia de mulheres cuja contribuição histórica é pouco difundida [...].

As normas de regência também estão cumpridas em:

Alternativas
Respostas
28021: B
28022: D
28023: C
28024: E
28025: E
28026: E
28027: B
28028: A
28029: C
28030: A
28031: A
28032: B
28033: E
28034: A
28035: D
28036: A
28037: D
28038: C
28039: B
28040: E