Questões de Concurso Comentadas sobre sintaxe em português

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Q1059895 Português
PÚBLICO ALVO

    Foi utilizada a tecnologia mais avançada do mundo. Não se economizou dinheiro no experimento. A criação do animal de estimação perfeito: um gato falante.
    Os gatos já são os preferidos pelas pessoas solitárias, a lógica diz que um gato falante seria ainda mais eficiente. Mas, por algum motivo, o gato não falava.
    Todos os fios estavam no lugar, o tratamento foi um sucesso aparente. Apesar disso, os cientistas tentavam conversar em vão com o gato que olhava com desdém e voltava a dormir. Eles testavam todos os testes e experimentavam todos os experimentos, mas nada do gato falar.
    Até que um dia, a filha de um dos cientistas visitava o laboratório e o gato finalmente falou. Conversou com ela por horas. Mas quando os cientistas tentavam falar com o gato, este nada.
    A ideia foi da garotinha: “Se vocês quiserem, eu posso perguntar pra ele porque ele não fala com vocês.”A resposta do gato foi a pior possível.
    O gato explicou porque ele não falava com os cientistas: “Porque vocês não têm nada de interessante para dizer.” O experimento, enfim, se provou um fracasso. Um animal de estimação falante que só fala com quem ele quer não é um produto muito bom. Deram o gato para a garotinha e alteraram o projeto.
    Tudo indicava que, dessa vez, acertariam. Para a surpresa de todos, foi outro fracasso. Ao contrário do gato, o cachorro nunca parava de falar e, o que é pior, só conversava sobre o BBB.
(DOCCONI, Adriano. Acesso em:
https://contoscurtos.wordpress.com/)

Conversou com ela POR HORAS.

O termo destacado é um:

Alternativas
Q1059893 Português
RECORDAR É PRECISO

O mar vagueia onduloso sob os meus pensamentos
A memória bravia lança o leme:
Recordar é preciso.

O movimento vaivém nas águas-lembranças
dos meus marejados olhos transborda-me a vida,
salgando-me o rosto e o gosto.
Sou eternamente náufraga,
mas os fundos oceanos não me amedrontam
e nem me imobilizam.

Uma paixão profunda é a bóia que me emerge.
Sei que o mistério subsiste além das águas.

(EVARISTO, Conceição. Poemas da recordação e outros movimentos. Belo Horizonte: Nandyala, 2008.) 
Na oração “RECORDAR É PRECISO”, o termo RECORDAR exerce qual função sintática?
Alternativas
Q1059841 Português
    “Viu a Rita Baiana, que fora trocar o vestido por uma saia, surgir de ombros e braços nus, para dançar. A Lua destoldara-se nesse momento, envolvendo-a na sua coma de prata, a cujo refulgir os meneios da mestiça melhor se acentuavam, cheios de uma graça irresistível, simples, primitiva, feita toda de pecado, toda de paraíso, com muito de serpente e muito de mulher.
    Ela saltou em meio da roda, com os braços na cintura, rebolando as ilhargas e bamboleando a cabeça, ora para a esquerda, ora para a direita, como numa sofreguidão de gozo carnal, num requebrado luxurioso que a punha ofegante; já correndo de barriga empinada; já recuando de braços estendidos, a tremer toda, como se se fosse afundando num prazer grosso que nem azeite, em que se não toma pé e nunca se encontra fundo. Depois, como se voltasse à vida, soltava um gemido prolongado, estalando os dedos no ar e vergando as pernas, descendo, subindo, sem nunca parar com os quadris, e em seguida sapateava, miúdo e cerrado, freneticamente, erguendo e abaixando os braços, que dobrava, ora um, ora outro, sobre a nuca, enquanto a carne lhe fervia toda, fibra por fibra, tirilando.”
O cortiço, Aluísio de Azevedo.
A respeito do trecho “[...] num requebrado luxurioso que a punha ofegante [...]”, é correto afirmar que:
Alternativas
Q1057666 Português
Leia a tira para responder à questão.


(Bill Watterson. O melhor de Calvin, 07.07.2019. https://cultura.estadao.com.br)
Assinale a alternativa que completa corretamente a frase a seguir, segundo a norma-padrão da língua portuguesa e as ideias presentes no texto.
No último quadro, __________ a garota __________ do que Calvin propunha, ela __________, irritada.
Alternativas
Q1057615 Português
Leia o texto para responder à questão.

Vão-livre do Masp vira casa para crianças e adultos.

    Deitado sobre um colchão, Hippierre Freitas, 34, estica o pescoço para ver as horas. Da sua cama improvisada no meio do vão-livre do Masp, ele avista um dos relógios eletrônicos da avenida Paulista e se situa no horário. “É meu relógio particular”, diz ele, enfiado debaixo de uma pilha de cobertores. O mesmo colchão serve de “habitação” para a vira-lata Maloqueira, a única distração capaz de mobilizar a atenção do grupo de dez meninos, que também têm como casa o espaço entre os famosos pilares vermelhos da construção de Lina Bo Bardi.
    Em comum, histórias de agressão, de desestruturação familiar, conflitos na comunidade onde vivem ou ameaças são o que mantém crianças e adultos longe de casa, de acordo com a Secretaria de Assistência Social.
    Viver nas ruas para fugir de conflitos familiares não é exclusividade das crianças. Há 13 anos vivendo nas calçadas da Paulista, Thiago Rodrigo Simões, 29, conta que tem casa e família no extremo da zona leste da capital, mas mantém a rotina de alternar duas semanas dormindo no chão do vão-livre do Masp com uma semana em que volta para casa “para tomar banho e trocar de roupa.” Eles aqui na rua são a minha família de verdade, me sinto mais confortável aqui do que na minha casa. Tenho um estilo aventureiro”, diz ele, que divide o colchão com Hippierre e a cachorra.
    Sobre a escolha do vão-livre para se instalar, Thiago cita a segurança como principal atrativo. “Aqui tem muitas câmeras. Se eu der alguma coisa na sua mão, os policiais ali já ficam ligados”, diz ele apontando uma base da Polícia Militar instalada no outro lado da avenida, em frente ao Parque Trianon.
    Enquanto isso, uma equipe do museu montava um palco a poucos metros do colchão para uma atração musical. “Agora vou ver um show de graça sem nem sair da minha cama”, diz Thiago. “O vão, como o próprio nome diz, é livre, e deve ser ocupado.”
(Folha de S. Paulo, 09.06.2019. Adaptado)
A frase correta, de acordo com a norma-padrão da concordância verbal, é:
Alternativas
Q1057546 Português
Leia o texto, para responder à questão.

    A maioria da população brasileira não quer se armar. Uma minoria vocal nos faz pensar o contrário. Pesquisa do Datafolha realizada em dezembro de 2018 mostra que a maioria da população (61%) é contrária à posse de armas, percentual que sobe para 66% entre os mais pobres e chega a 71% entre as mulheres. A minoria que defende a liberação do porte se pauta em argumentos ideológicos e crenças que guardam pouca relação com a realidade.
    Trabalho com controle de armas e pesquiso a relação da arma de fogo com a violência há mais de 15 anos. A esmagadora maioria das evidências que passam pelo crivo do rigor científico atesta: quanto menos armas em circulação, menos mortes. A restrição do acesso às armas de fogo não pode ser tratada como uma questão de ideologia. É uma questão de segurança e saúde pública.
    As armas nascem legais e acabam caindo nas mãos de bandidos. Esse fluxo precisa ser interrompido. O primeiro passo é garantir que toda arma e munição vendida no Brasil seja marcada com tecnologia que possibilite seu rastreamento.
    Informação de qualidade é chave para aumentar a capacidade de investigação das polícias, fechar os canais de desvio para criminosos e punir responsáveis.
    No Brasil, segurança pública é um direito e só se garante pensando no interesse coletivo. A lógica de cada um por si é barbárie.
(Melina Risso. Disponível em: <www1.folha.uol.com.br/opinião>. Acesso em: 23.03.2019. Adaptado)
Na passagem – (I) A maioria da população brasileira não quer se armar. (II) Uma minoria vocal nos faz pensar o contrário. –, a conjunção que expressa adequadamente a relação de sentido entre os trechos (I) e (II) é:
Alternativas
Q1057545 Português
Leia o texto, para responder à questão.

    A maioria da população brasileira não quer se armar. Uma minoria vocal nos faz pensar o contrário. Pesquisa do Datafolha realizada em dezembro de 2018 mostra que a maioria da população (61%) é contrária à posse de armas, percentual que sobe para 66% entre os mais pobres e chega a 71% entre as mulheres. A minoria que defende a liberação do porte se pauta em argumentos ideológicos e crenças que guardam pouca relação com a realidade.
    Trabalho com controle de armas e pesquiso a relação da arma de fogo com a violência há mais de 15 anos. A esmagadora maioria das evidências que passam pelo crivo do rigor científico atesta: quanto menos armas em circulação, menos mortes. A restrição do acesso às armas de fogo não pode ser tratada como uma questão de ideologia. É uma questão de segurança e saúde pública.
    As armas nascem legais e acabam caindo nas mãos de bandidos. Esse fluxo precisa ser interrompido. O primeiro passo é garantir que toda arma e munição vendida no Brasil seja marcada com tecnologia que possibilite seu rastreamento.
    Informação de qualidade é chave para aumentar a capacidade de investigação das polícias, fechar os canais de desvio para criminosos e punir responsáveis.
    No Brasil, segurança pública é um direito e só se garante pensando no interesse coletivo. A lógica de cada um por si é barbárie.
(Melina Risso. Disponível em: <www1.folha.uol.com.br/opinião>. Acesso em: 23.03.2019. Adaptado)
Assinale a alternativa que reescreve passagem do texto em conformidade com a norma-padrão de concordância.
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Q1057540 Português
Leia o texto, para responder à questão.

Piscina

    Era uma esplêndida residência, na Lagoa Rodrigo de Freitas, cercada de jardins e tendo ao lado uma bela piscina. Pena que a favela, com seus barracos grotescos se alastrando pela encosta do morro, comprometesse tanto a paisagem.
    Diariamente desfilavam diante do portão aquelas mulheres silenciosas e magras, lata d’água na cabeça. De vez em quando surgia sobre a grade a carinha de uma criança, olhos grandes e atentos, espiando o jardim. Outras vezes eram as próprias mulheres que se detinham e ficavam olhando.
   Naquela manhã de sábado ele tomava seu gim-tônica no terraço, e a mulher um banho de sol, estirada de maiô à beira da piscina, quando perceberam que alguém os observava pelo portão entreaberto.
    Era um ser encardido, cujos molambos em forma de saia não bastavam para defini-la como mulher. Segurava uma lata na mão, e estava parada, à espreita, silenciosa como um bicho. Por um instante as duas mulheres se olharam, separadas pela piscina.
    De súbito pareceu à dona da casa que a estranha criatura se esgueirava, portão adentro, sem tirar dela os olhos. Ergueu-se um pouco, apoiando-se no cotovelo, e viu com terror que ela se aproximava lentamente: já transpusera o gramado, atingia a piscina, agachava-se junto à borda de azulejos, sempre a olhá-la, em desafio, e agora colhia água com a lata. Depois, sem uma palavra, iniciou uma cautelosa retirada, meio de lado, equilibrando a lata na cabeça – e em pouco sumia-se pelo portão.
    Lá no terraço o marido, fascinado, viu toda a cena. Não durou mais de um ou dois minutos, mas lhe pareceu sinistra como os instantes tensos de silêncio e de paz que antecedem um combate.
    Não teve dúvida: na semana seguinte vendeu a casa.
(Fernando Sabino, A mulher do vizinho. Adaptado)
Assinale a alternativa que substitui o trecho destacado em conformidade com a norma-padrão de regência e crase.
Alternativas
Q1057300 Português
Feliz dia, pai!

    Meu pai não faz churrasco. Também não cozinha um ovo. Não é força de expressão, é real mesmo. Se ele tentar fazer torrada, é capaz de esquecer que tem que ligar a torradeira na tomada. É bem possível que nem o café com leite ele acerte, deve errar na proporção.
    Ele sempre foi o cara da estrutura, que faz as compras, prepara o ambiente para o pessoal chegar, coloca música. Em bebidas, meu pai é ótimo. Não tem quem faça caipira melhor do que ele, mesmo que seus carroschefes sejam o Campari e a gin tônica.
     Ele é a pessoa mais educada e sensível que eu conheço, se existe uma unanimidade nesse mundo, é o meu pai. Isso tudo torna qualquer ambiente em que ele esteja um lugar ainda mais agradável e inesquecível. Algumas das minhas memórias mais legais, relativas a grandes jantares e tudo mais, foram na minha casa, utilizando-se de toda essa cancha do velho. A imagem é sempre a mesma: ele atrás do bar, fazendo drinks para os convidados, enquanto observa como está o nível de bebida nos copos, de forma que jamais estejam vazios.
    Ou seja, ele virou pai sem deixar de ser o cara que sempre foi. E esse é um primeiro grande aprendizado.
    Lógico que hoje em dia o pique nem é mais o mesmo, a agenda de encontros é cada vez menor e o maior apetite atualmente é por receber todos os netos em casa. Muda o público, mas não o cacoete da hospitalidade. Chegando lá, a lareira está sempre acesa, os brinquedos das crianças à disposição, a mesa de jantar lindíssima e uma outra de centro na sala de estar com várias entradinhas para todos os gostos.
    Esse bastão já tá trocando de mão. É a minha hora de pôr em prática todos os ensinamentos e o exemplo para que, finalmente, ele possa relaxar e curtir como convidado, não mais como anfitrião.
    Agora, o maior aprendizado de toda essa relação é perceber que ser pai não é só cuidar diretamente, mas dar atenção aos detalhes que nós, os filhos, só vamos entender quando chegar a nossa vez.
Fonte: Diogo Carvalho. In: Jornal Zero Hora, Caderno Destemperados. 9/08/2019, página 2.
Assinale a alternativa que apresente o tipo de circunstância estabelecida pela oração subordinada em destaque o período: “Se ele tentar fazer torrada, é capaz de esquecer que tem que ligar a torradeira na tomada.”
Alternativas
Q1057298 Português
Feliz dia, pai!

    Meu pai não faz churrasco. Também não cozinha um ovo. Não é força de expressão, é real mesmo. Se ele tentar fazer torrada, é capaz de esquecer que tem que ligar a torradeira na tomada. É bem possível que nem o café com leite ele acerte, deve errar na proporção.
    Ele sempre foi o cara da estrutura, que faz as compras, prepara o ambiente para o pessoal chegar, coloca música. Em bebidas, meu pai é ótimo. Não tem quem faça caipira melhor do que ele, mesmo que seus carroschefes sejam o Campari e a gin tônica.
     Ele é a pessoa mais educada e sensível que eu conheço, se existe uma unanimidade nesse mundo, é o meu pai. Isso tudo torna qualquer ambiente em que ele esteja um lugar ainda mais agradável e inesquecível. Algumas das minhas memórias mais legais, relativas a grandes jantares e tudo mais, foram na minha casa, utilizando-se de toda essa cancha do velho. A imagem é sempre a mesma: ele atrás do bar, fazendo drinks para os convidados, enquanto observa como está o nível de bebida nos copos, de forma que jamais estejam vazios.
    Ou seja, ele virou pai sem deixar de ser o cara que sempre foi. E esse é um primeiro grande aprendizado.
    Lógico que hoje em dia o pique nem é mais o mesmo, a agenda de encontros é cada vez menor e o maior apetite atualmente é por receber todos os netos em casa. Muda o público, mas não o cacoete da hospitalidade. Chegando lá, a lareira está sempre acesa, os brinquedos das crianças à disposição, a mesa de jantar lindíssima e uma outra de centro na sala de estar com várias entradinhas para todos os gostos.
    Esse bastão já tá trocando de mão. É a minha hora de pôr em prática todos os ensinamentos e o exemplo para que, finalmente, ele possa relaxar e curtir como convidado, não mais como anfitrião.
    Agora, o maior aprendizado de toda essa relação é perceber que ser pai não é só cuidar diretamente, mas dar atenção aos detalhes que nós, os filhos, só vamos entender quando chegar a nossa vez.
Fonte: Diogo Carvalho. In: Jornal Zero Hora, Caderno Destemperados. 9/08/2019, página 2.
Assinale a alternativa que apresente a justificativa para o uso da crase no período: “Chegando lá, a lareira está sempre acesa, os brinquedos das crianças à disposição, a mesa de jantar lindíssima e uma outra de centro na sala de estar com várias entradinhas para todos os gostos.”
Alternativas
Q1057208 Português
Sobre a análise sintática da frase a seguir, é correto afirmar:
A guerra deixou os soldados aterrorizados.
Alternativas
Q1057122 Português
Defina o período simples de uma oração assinalando a alternativa correta:
Alternativas
Q1057085 Português
Sobre a análise sintática da frase a seguir, é correto afirmar:
A guerra deixou os soldados aterrorizados.
Alternativas
Q1057025 Português
Observe os enunciados a seguir:
“- A vida é bonita, a música é boa e a alegria é minha.” “- Para ser feliz, tristeza é proibido, alegria é necessário e música é bom.”
A concordância nominal no segundo enunciado está:
Alternativas
Q1056936 Português
Leia o texto para responder à questão.

Cientistas estudam forma de "curar" o envelhecimento

    Um dos mitos da Grécia Antiga, que remonta a 700 a.C., conta a história de amor de Eos, a deusa do amanhecer, e Titono, irmão mais velho do rei de Troia. Eos se apaixonou por Titono e pediu ao deus Zeus que concedesse a ele a imortalidade dos deuses. Mas se esqueceu de pedir eterna juventude. Titono viveu por anos a fio, definhando, esquecido pela própria Eos, que o trancou em um quarto escuro até que, finalmente, ele se transformou em uma cigarra.
    Alguns milênios depois, a longa busca da humanidade pela vida e juventude eternas ganha contornos científicos. O primeiro laboratório biomédico dos Estados Unidos dedicado inteiramente a pesquisar o envelhecimento foi criado em 1999 em São Francisco, a poucos quilômetros do Vale do Silício, com a missão de acabar com as doenças relacionadas à passagem do tempo.
    Mas é a Fundação SENS, criada em 2009 pelo cientista da computação inglês Aubrey de Grey, entre outros nomes, que desperta as maiores polêmicas na comunidade científica. Na visão de Grey, o envelhecimento deve ser tratado como um fenômeno simples, e nosso corpo visto como uma máquina ou uma engenhoca que pode ser consertada. “O motivo de termos carros que ainda rodam após cem anos é o fato de eliminarmos os estragos antes mesmo de as portas caírem. O mesmo vale para o corpo humano”, afirma o britânico.
    Para desenvolver seu modelo de pesquisa, Aubrey de Grey olhou para os principais processos que levam ao envelhecimento conhecidos hoje, como perda e degeneração das células. Para ele. basta tratá-los e pronto: nossos problemas de saúde que surgem com a idade acabariam. “Não haveria limite, assim como não há limite para os carros funcionarem. Morreríamos somente de causas que não têm a ver com quanto tempo atrás nascemos. Impactos de asteroides, acidentes etc.”, diz.
(Marília Marasciulo. Galileu. https://revistagalileu.globo.com , 30.07.2019. Adaptado)
Quanto à concordância, está em conformidade com a norma-padrão a seguinte frase escrita a partir do texto:
Alternativas
Q1056934 Português
Leia o texto para responder à questão.

Cientistas estudam forma de "curar" o envelhecimento

    Um dos mitos da Grécia Antiga, que remonta a 700 a.C., conta a história de amor de Eos, a deusa do amanhecer, e Titono, irmão mais velho do rei de Troia. Eos se apaixonou por Titono e pediu ao deus Zeus que concedesse a ele a imortalidade dos deuses. Mas se esqueceu de pedir eterna juventude. Titono viveu por anos a fio, definhando, esquecido pela própria Eos, que o trancou em um quarto escuro até que, finalmente, ele se transformou em uma cigarra.
    Alguns milênios depois, a longa busca da humanidade pela vida e juventude eternas ganha contornos científicos. O primeiro laboratório biomédico dos Estados Unidos dedicado inteiramente a pesquisar o envelhecimento foi criado em 1999 em São Francisco, a poucos quilômetros do Vale do Silício, com a missão de acabar com as doenças relacionadas à passagem do tempo.
    Mas é a Fundação SENS, criada em 2009 pelo cientista da computação inglês Aubrey de Grey, entre outros nomes, que desperta as maiores polêmicas na comunidade científica. Na visão de Grey, o envelhecimento deve ser tratado como um fenômeno simples, e nosso corpo visto como uma máquina ou uma engenhoca que pode ser consertada. “O motivo de termos carros que ainda rodam após cem anos é o fato de eliminarmos os estragos antes mesmo de as portas caírem. O mesmo vale para o corpo humano”, afirma o britânico.
    Para desenvolver seu modelo de pesquisa, Aubrey de Grey olhou para os principais processos que levam ao envelhecimento conhecidos hoje, como perda e degeneração das células. Para ele. basta tratá-los e pronto: nossos problemas de saúde que surgem com a idade acabariam. “Não haveria limite, assim como não há limite para os carros funcionarem. Morreríamos somente de causas que não têm a ver com quanto tempo atrás nascemos. Impactos de asteroides, acidentes etc.”, diz.
(Marília Marasciulo. Galileu. https://revistagalileu.globo.com , 30.07.2019. Adaptado)
A passagem do 4o parágrafo “Morreríamos somente de causas que não têm a ver com quanto tempo atrás nascemos. Impactos de asteroides, acidentes etc...'' permanecerá com o conteúdo inalterado caso o ponto final seja substituído pela vírgula e o trecho destacado substituído por:
Alternativas
Q1056933 Português
Leia o texto para responder à questão.

Cientistas estudam forma de "curar" o envelhecimento

    Um dos mitos da Grécia Antiga, que remonta a 700 a.C., conta a história de amor de Eos, a deusa do amanhecer, e Titono, irmão mais velho do rei de Troia. Eos se apaixonou por Titono e pediu ao deus Zeus que concedesse a ele a imortalidade dos deuses. Mas se esqueceu de pedir eterna juventude. Titono viveu por anos a fio, definhando, esquecido pela própria Eos, que o trancou em um quarto escuro até que, finalmente, ele se transformou em uma cigarra.
    Alguns milênios depois, a longa busca da humanidade pela vida e juventude eternas ganha contornos científicos. O primeiro laboratório biomédico dos Estados Unidos dedicado inteiramente a pesquisar o envelhecimento foi criado em 1999 em São Francisco, a poucos quilômetros do Vale do Silício, com a missão de acabar com as doenças relacionadas à passagem do tempo.
    Mas é a Fundação SENS, criada em 2009 pelo cientista da computação inglês Aubrey de Grey, entre outros nomes, que desperta as maiores polêmicas na comunidade científica. Na visão de Grey, o envelhecimento deve ser tratado como um fenômeno simples, e nosso corpo visto como uma máquina ou uma engenhoca que pode ser consertada. “O motivo de termos carros que ainda rodam após cem anos é o fato de eliminarmos os estragos antes mesmo de as portas caírem. O mesmo vale para o corpo humano”, afirma o britânico.
    Para desenvolver seu modelo de pesquisa, Aubrey de Grey olhou para os principais processos que levam ao envelhecimento conhecidos hoje, como perda e degeneração das células. Para ele. basta tratá-los e pronto: nossos problemas de saúde que surgem com a idade acabariam. “Não haveria limite, assim como não há limite para os carros funcionarem. Morreríamos somente de causas que não têm a ver com quanto tempo atrás nascemos. Impactos de asteroides, acidentes etc.”, diz.
(Marília Marasciulo. Galileu. https://revistagalileu.globo.com , 30.07.2019. Adaptado)
Considere o emprego dos vocábulos destacados no seguinte trecho do texto:
Para desenvolver seu modelo de pesquisa, Aubrey de Grey olhou para os principais processos que levam ao envelhecimento conhecidos hoje, como perda e degeneração das células. Para ele, basta tratá-los e pronto: nossos problemas de saúde que surgem com a idade acabariam. (4o parágrafo)
Em suas duas ocorrências, o vocábulo em destaque pode ser substituído, com o sentido original preservado, respectivamente, por:
Alternativas
Q1054523 Português
O trecho em destaque é classificado sintaticamente como:
Paulo tem necessidade DE AJUDA.
Alternativas
Respostas
27061: E
27062: A
27063: D
27064: C
27065: E
27066: E
27067: D
27068: A
27069: E
27070: C
27071: D
27072: B
27073: C
27074: C
27075: D
27076: D
27077: E
27078: D
27079: A
27080: C