Questões de Concurso
Comentadas sobre sintaxe em português
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Entre essas duas orações há uma ideia de
“Tudo acontece conforme a natureza.”
Assinale a opção que apresenta o termo que substitui corretamente conforme nessa frase.
Texto IV
“Nada do que é grande surge repentinamente, nem mesmo a uva nem os figos. Se agora me disseres: ‘Quero um figo’, respondo-te: ´E preciso tempo.’ Antes de tudo deixa virem as flores, depois que se desenvolvam os frutos e que amadureçam.”
“Sou tudo o que fui, o que sou, o que serei.”
Assinale a opção em que todas as formas verbais que correspondem, respectivamente, às sublinhadas no fragmento acima, estão corretas.
Texto I
“Os homens ficam felizes quando veem uma nova estação se aproximar, como se uma coisa nova estivesse para sobrevir; com a mudança das estações, a vida dos seres humanos é consumida.”
“.... com a mudança das estações,”
Se esse segmento fosse transformado numa oração reduzida, a forma correta seria
Texto I
“Os homens ficam felizes quando veem uma nova estação se aproximar, como se uma coisa nova estivesse para sobrevir; com a mudança das estações, a vida dos seres humanos é consumida.”
“Os homens ficam felizes / quando veem uma nova estação se aproximar”.
As duas frases mostram, respectivamente,
Texto para o item.

No que se refere ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.
A oração “se somente as três tecnologias consideradas forem empregadas” (linha 12) expressa, em relação à oração
subsequente, circunstância de condição.
Texto para o item.

No que se refere ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.
A forma verbal “chegarem” (linha 9) está flexionada na terceira pessoal do plural porque concorda com o referente do sujeito
da oração – “todos os GEE” (linha 7).
Texto para o item.


Quanto à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.
“portanto” (linha 36) por porquanto.
Texto para o item.


A respeito do texto e de seus aspectos linguísticos, julgue o item.
A oração “para que tenham conhecimento dos
problemas de saúde e do uso seguro dos medicamentos
prescritos” (linhas de 37 a 39) expressa, em relação à
anterior, circunstância de causa.
Texto para o item.


A respeito do texto e de seus aspectos linguísticos, julgue o item.
A flexão da forma verbal “são” (linha 3), na terceira
pessoa do plural, justifica‐se pela concordância com o
sujeito da oração, cujo referente é “os erros de
medicação” (linhas 1 e 2).
IV Fórum Ser Homem reafirma compromisso para a Saúde do Homem
Evento trouxe propostas
para tentar diminuir a
morbimortalidade, melhorar
a qualidade de vida e a
intenção de assinatura de
uma Carta Compromisso
entre várias instituições
Pensando em ir além das discussões do Novembro Azul e a prevenção do Câncer de Próstata, o Ministério da Saúde e Instituto Lado a Lado promoveram nesta quarta-feira, 14 de novembro, o IV Fórum Ser Homem: Discutindo Políticas Públicas para a Saúde do Homem. O objetivo foi ampliar a promoção, a prevenção e a assistência à saúde masculina.
Hoje a preocupação não é apenas com os tumores masculinos, mas com a saúde integral do homem. Isso porque, devido a uma série de fatores, o homem vive em média sete anos a menos que as mulheres em diversas regiões do país. A cada três mortes de adultos, duas são de homens. Por isso, ensinar que o homem precisa se preocupar em se cuidar é um dos grandes desafios da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem.
Para Francisco Norberto, Coordenador Nacional de Saúde do Homem do Ministério da Saúde, são muitas as barreiras socioculturais e econômicas a serem superadas. “De fato, esse homem que vemos hoje só aparece nos serviços de saúde durante sua infância, sempre acompanhado pela mãe ou pelo pai, mas depois ele some, reaparecendo no hospital somente quando precisa”, destacou Norberto.
A Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem foi criada com foco nos homens dos 20 aos 59 anos, com objetivo de ampliar o acesso com qualidade aos serviços do Sistema único de Saúde (SUS).
(Disponível em:<http://portalms.saude.gov.br/noticias/sas/44697-iv-forum-ser-homem-reafirma-compromisso-para-a-saude-do-homem>
IV Fórum Ser Homem reafirma compromisso para a Saúde do Homem
Evento trouxe propostas
para tentar diminuir a
morbimortalidade, melhorar
a qualidade de vida e a
intenção de assinatura de
uma Carta Compromisso
entre várias instituições
Pensando em ir além das discussões do Novembro Azul e a prevenção do Câncer de Próstata, o Ministério da Saúde e Instituto Lado a Lado promoveram nesta quarta-feira, 14 de novembro, o IV Fórum Ser Homem: Discutindo Políticas Públicas para a Saúde do Homem. O objetivo foi ampliar a promoção, a prevenção e a assistência à saúde masculina.
Hoje a preocupação não é apenas com os tumores masculinos, mas com a saúde integral do homem. Isso porque, devido a uma série de fatores, o homem vive em média sete anos a menos que as mulheres em diversas regiões do país. A cada três mortes de adultos, duas são de homens. Por isso, ensinar que o homem precisa se preocupar em se cuidar é um dos grandes desafios da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem.
Para Francisco Norberto, Coordenador Nacional de Saúde do Homem do Ministério da Saúde, são muitas as barreiras socioculturais e econômicas a serem superadas. “De fato, esse homem que vemos hoje só aparece nos serviços de saúde durante sua infância, sempre acompanhado pela mãe ou pelo pai, mas depois ele some, reaparecendo no hospital somente quando precisa”, destacou Norberto.
A Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem foi criada com foco nos homens dos 20 aos 59 anos, com objetivo de ampliar o acesso com qualidade aos serviços do Sistema único de Saúde (SUS).
(Disponível em:<http://portalms.saude.gov.br/noticias/sas/44697-iv-forum-ser-homem-reafirma-compromisso-para-a-saude-do-homem>
A fundadora da Cia de Talentos escreveu esta
carta às novas gerações
Sofia Esteves, fundadora da Cia. de Talentos
e consultora de carreira há 30 anos , tem algo
a dizer para os jovens
Por Sofia Esteves, presidente do Conselho do Grupo Cia.
de Talentos - Publicado em 23 set 2019, 12h00
São Paulo – Eu sou apaixonada por talentos e pela força que os jovens têm em desbravar novos caminhos, trazendo mudanças e inovação ao mercado de trabalho.
Todos os anos a Cia de Talentos se empenha em coletar dados na ‘Pesquisa Carreira dos Sonhos’, em que conversamos com milhares de jovens da América Latina para compreender suas necessidades e então levar essas questões às empresas para que se organizem novamente. A pesquisa desse ano, com a participação de mais de 75 mil jovens profissionais do Brasil, constatou o que há algum tempo vem sendo anunciado.
As novas gerações desejam um ambiente de trabalho flexível, em que podem confiar em seus gestores, jornadas de trabalho remotas, transparência da alta liderança sobre o financeiro e sobre as ações das empresas, além de mais oportunidades de desenvolvimento e, principalmente, de mais tempo para viverem suas vidas pessoais. Esses não são desejos apenas dos jovens. Profissionais de todas as idades estão em busca de uma vida mais saudável, não é mesmo?
O mercado está começando a investir em construir times diversos nas empresas, aproveitando o que cada geração, gênero e vivência social têm de diferente, construindo visões estratégicas mais amplas, e dentro desse olhar, estão também os jovens talentos. Sendo assim, suas necessidades deixaram de ser regalias e estão se transformando em visões estratégicas das empresas, que buscam reter esses talentos em seus times.
As revoluções que os jovens trazem vão afetar o mercado de trabalho. Vocês têm muito a contribuir, mas é necessário fazer uma revolução gentil. Tudo o que hoje vocês criticam foi construído com muito empenho pelos profissionais das gerações anteriores. Tragam inovação, boas ideias, questões construtivas para que o novo mostre que o antigo precisa mudar, mas não se apeguem à ideia de que são os únicos que conhecem o caminho e que precisam derrubar tudo que foi construído.
Paciência. Esse valor não representa submissão e nem conformismo, muito menos comodismo. Paciência é inteligência emocional. Construam novos caminhos com humildade. Se permitam aprender com os profissionais mais experientes e não se percam em julgamentos.
Pois é, o segredo está em diferentes gerações colaborarem para construírem o novo em parceria, oferecendo o que cada uma tem de melhor e dessa forma agilizarem as mudanças necessárias para que a experiência e a inovação caminhem juntas, resultando em progresso. Dessa forma, todos ganham.
Disponível em:https://exame.abril.com.br/carreira/fundadora-da-cia-de-talentos-escreve-esta-carta-as-novas-geracoes/
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.
[Luxo e escassez]
“O luxo é de fato possível no futuro”, proclamou o crítico de arte inglês John Ruskin em 1860, “luxo para todos, e por meio da ajuda de todos”, insistia ele. A bandeira, contudo, não se sustenta: pois o luxo, no seu componente oligárquico, não só deixa de sê-lo a partir do momento em que se difunde por um maior número de consumidores e se converte, assim, numa “necessidade”, como – o que ainda é pior – deflagra uma nova rodada de diferenciação, capaz de garantir a exclusão dos mortais comuns do acesso a ele. A regra de ouro do luxo é contar com a escassez perpétua.
(Adaptado de: GIANETTI, Eduardo. Trópicos utópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 2016, p. 101-102)
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.
Os últimos 500 anos testemunharam uma série de revoluções de tirar o fôlego. A Terra foi unida em uma única esfera histórica e ecológica. A ciência e a Revolução Industrial deram à humanidade poderes sobre-humanos e energia praticamente sem limites. Mas somos mais felizes?
Embora poucos tenham estudado a história da felicidade no longo prazo, quase todos os estudiosos e leigos têm alguma ideia vaga preconcebida a respeito. Considerando que os humanos usam suas capacidades para aliviar sofrimentos e satisfazer aspirações, decorre que devemos ser mais felizes que nossos ancestrais medievais e que eles devem ter sido mais felizes que os caçadores da Idade da Pedra.
Mas esse relato progressista não convence. Novas aptidões, comportamentos e habilidades não necessariamente contribuem para uma vida melhor. Quando os humanos aprenderam a lavrar a terra, sua capacidade coletiva de moldar seu ambiente aumentou, mas o destino de muitos indivíduos humanos se tornou mais cruel. Os camponeses tinham de trabalhar mais para obter alimentos menos variados e nutritivos. De maneira similar, a disseminação dos impérios europeus aumentou enormemente o poder coletivo da humanidade, fazendo circular ideias, tecnologias e sementes e abrindo novas rotas de comércio. Mas isso esteve longe de ser uma boa ideia para os milhões de africanos, índios americanos e aborígenes australianos. Considerando a comprovada propensão humana para fazer mau uso do poder, parece ingênuo acreditar que quanto mais influência as pessoas tiverem, mais felizes serão.
(Adaptado de: HARARI, Yuval Noah. Sapiens − uma breve história da humanidade. Trad. Janaína Marcoantonio. 38. ed. Porto Alegre: L&PM, 2018, p. 386/388, passim)
As boas lições do meu pai
Um dia, numa visita ao meu pai, notei que ele me olhava longamente, daquele jeito que fazia quando tinha uma questão na cabeça. E veio o comentário, “sua calça está rasgada.” Era o começo da tendência dos jeans detonados. “Sim, pai, está”, eu respondi. Naquela época eu já há muito tinha uma profissão e pagava minhas próprias contas. Ele me deu então aquele olhar apertado e o sorriso de canto de boca que eu conheço tanto. Era uma aprovação.
Me lembrei de quando tinha nove ou dez anos de idade e ia com ele para os botecos onde uma rodinha de homens tomava cerveja e todos falavam de política. A menina que prestava muita atenção na conversa ganhava aquele meio sorriso do pai. Alguns anos mais tarde bati o carro dele e trabalhei três meses seguidos para pagar a conta do conserto. A família criticava o pé pesado da jovem ao volante. Meu pai devolvia os comentários com aquele mesmo sorriso de ironia e um certo orgulho.
Minha profissão me levou a muitas viagens arriscadas. Guerras, desastres naturais, acidentes nucleares. Nunca ouvi de meu pai o tradicional “Mas minha filha, isso é muito perigoso!”, compreensível vindo de um homem da geração dele. Alguns amigos diziam que ele me criou para agir como um menino. Prefiro achar que ele me educou para que eu tivesse coragem de ser aquilo que eu quisesse.
Essa semana acompanhei com prazer a sequência de posts nas redes sociais com fotos de magistradas, atletas, astronautas, acompanhadas da hashtag #dresslikeawoman (vista-se como uma mulher). Meu pai, muito velhinho, já não consegue expressar com clareza as suas opiniões. Mas sei que em algum lugar ali ainda está acesa a chama de intelectual da esquerda que abominaria um presidente - qualquer que seja seu viés político - que se meta com a maneira como uma mulher deve se vestir.
Meu pai me ensinou, sem nunca ter dito uma palavra sobre isso, que conhecimento, seriedade e trabalho bem feito são bens que não têm gênero e que quem os acumula pode se vestir e se comportar da maneira que achar melhor. Homens e mulheres só devem satisfação a si mesmos e à coerência no caminho que escolheram.
Eu teria muito a dizer a um homem que tivesse a pretensão de criticar a maneira como uma mulher se veste. Mas meu pai me ensinou a não perder tempo com a vida dos outros. Esse texto é uma homenagem a ele. Meu pai. Agora com licença que preciso me vestir para o trabalho.
Padrão, Ana Paula. As boas lições do meu pai. Isto é, 2017. Disponível em: <https://istoe.com.br/as-boas-licoes-do-meu-pai/>. Acesso em: 20 de fev. 2019.
As boas lições do meu pai
Um dia, numa visita ao meu pai, notei que ele me olhava longamente, daquele jeito que fazia quando tinha uma questão na cabeça. E veio o comentário, “sua calça está rasgada.” Era o começo da tendência dos jeans detonados. “Sim, pai, está”, eu respondi. Naquela época eu já há muito tinha uma profissão e pagava minhas próprias contas. Ele me deu então aquele olhar apertado e o sorriso de canto de boca que eu conheço tanto. Era uma aprovação.
Me lembrei de quando tinha nove ou dez anos de idade e ia com ele para os botecos onde uma rodinha de homens tomava cerveja e todos falavam de política. A menina que prestava muita atenção na conversa ganhava aquele meio sorriso do pai. Alguns anos mais tarde bati o carro dele e trabalhei três meses seguidos para pagar a conta do conserto. A família criticava o pé pesado da jovem ao volante. Meu pai devolvia os comentários com aquele mesmo sorriso de ironia e um certo orgulho.
Minha profissão me levou a muitas viagens arriscadas. Guerras, desastres naturais, acidentes nucleares. Nunca ouvi de meu pai o tradicional “Mas minha filha, isso é muito perigoso!”, compreensível vindo de um homem da geração dele. Alguns amigos diziam que ele me criou para agir como um menino. Prefiro achar que ele me educou para que eu tivesse coragem de ser aquilo que eu quisesse.
Essa semana acompanhei com prazer a sequência de posts nas redes sociais com fotos de magistradas, atletas, astronautas, acompanhadas da hashtag #dresslikeawoman (vista-se como uma mulher). Meu pai, muito velhinho, já não consegue expressar com clareza as suas opiniões. Mas sei que em algum lugar ali ainda está acesa a chama de intelectual da esquerda que abominaria um presidente - qualquer que seja seu viés político - que se meta com a maneira como uma mulher deve se vestir.
Meu pai me ensinou, sem nunca ter dito uma palavra sobre isso, que conhecimento, seriedade e trabalho bem feito são bens que não têm gênero e que quem os acumula pode se vestir e se comportar da maneira que achar melhor. Homens e mulheres só devem satisfação a si mesmos e à coerência no caminho que escolheram.
Eu teria muito a dizer a um homem que tivesse a pretensão de criticar a maneira como uma mulher se veste. Mas meu pai me ensinou a não perder tempo com a vida dos outros. Esse texto é uma homenagem a ele. Meu pai. Agora com licença que preciso me vestir para o trabalho.
Padrão, Ana Paula. As boas lições do meu pai. Isto é, 2017. Disponível em: <https://istoe.com.br/as-boas-licoes-do-meu-pai/>. Acesso em: 20 de fev. 2019.
Segundo dia registra maior índice de participação da história: 72,9%
Na semana passada, presença também havia sido a mais significativa
Guilherme Pera, do Portal MEC
Este domingo, 10 de novembro de 2019, foi o segundo dia de Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) com o maior percentual de presentes na história: 72,9%, superando a edição de 2015 — 72,67%. Compareceram hoje 3,7 milhões dos 5,1 milhões de inscritos.
O resultado segue o observado em 3 de novembro, primeiro dia de Enem 2019. Na semana passada, o índice de presentes ficou em 76,9%. Até então, o melhor resultado havia sido em 2018: 75,24%. A contagem é realizada desde 2009, quando o Enem adquiriu o formato atual. De 1998 a 2008, havia só um dia de exame.
Os dados foram apresentados em coletiva de imprensa na sede do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), em Brasília. O Inep é vinculado ao Ministério da Educação (MEC) e responsável pela aplicação do exame.
O ministro da Educação, Abraham Weintraub, destacou o sucesso e a neutralidade ideológica do exame. “O objetivo, que era selecionar as pessoas em melhores condições para ocupar as vagas no ensino superior e se tornar os melhores profissionais, foi cumprido”, destacou.
Conteúdo da prova – Os candidatos tiveram dois dias com 90 questões de múltipla escolha em cada. No primeiro, foram 45 sobre linguagens, códigos e suas tecnologias e 45 sobre ciências humanas e suas tecnologias, além da redação sobre democratização do acesso ao cinema no Brasil. No segundo dia, foram 45 sobre ciências da natureza e 45 sobre matemática.
O presidente do Inep, Alexandre Lopes, explicou como foi escolhido o conteúdo. “São questões retiradas de um banco de questões alimentado ao longo dos anos, inclusive 2019”, sintetizou.
O Inep vai disponibilizar o gabarito do Enem na quarta-feira, 13 de novembro.
Eliminados – Trezentos e setenta e um candidatos foram eliminados. O Enem de 2019 foi realizado com novas regras para garantir a segurança. A principal mudança foi em relação à proibição de emissão de sons por aparelhos eletrônicos, mesmo dentro do envelope portaobjetos fornecido pelos fiscais de prova. Dentro desse cômputo também estão pessoas que se negaram a ser identificadas por biometria, por exemplo.
Na semana passada, outros 376 participantes já haviam sido desclassificados. Contando os dois dias, portanto, são 747 candidatos eliminados.
Reaplicação – O segundo dia contou com 76 ocorrências de problemas de logística. A lista inclui emergências médicas, queda de energia elétrica, interrupção no abastecimento de água, desastres naturais, entre outros. Quem se sentir prejudicado pode solicitar a reaplicação. O pedido deve ser feito de 11 a 18 de novembro, por meio da Página do Participante, no site do Enem.
A resposta do Inep às solicitações para a reaplicação sai em 27 de novembro. A reaplicação da prova do Enem está marcada para 10 e 11 de dezembro. O pedido pode ser realizado por inscritos que não tenham conseguido fazer as provas em decorrência dos problemas citados.
Disponível em http://portal.mec.gov.br/component/content/article?id=82521