Questões de Concurso Comentadas sobre sintaxe em português

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Q1720304 Português
Assinale a alternativa incorreta. Segundo a Nomenclatura Gramatical Brasileira, os termos da oração podem ser:
Alternativas
Q1720303 Português
Assinale a alternativa incorreta. Tendo em vista a função que exercem, as orações subordinadas classificam-se em:
Alternativas
Q1720095 Português
Leia o texto a seguir e responda as questão:

Espécies marinhas estão desaparecendo mais rápido do que as terrestres
As mudanças climáticas estão sendo sentidas mais intensamente pelas criaturas marinhas de sangue frio.

    À medida que as temperaturas médias do mundo aumentam, os animais marinhos ficam muito mais vulneráveis a extinções do que seus homólogos terrestres, de acordo com uma nova análise de mais de 400 espécies de sangue frio.
    Com menos maneiras de buscar refúgio ao aquecimento, as espécies que vivem nos oceanos estão desaparecendo de seus habitats no dobro da velocidade em comparação com aquelas que vivem na terra, observa pesquisa publicada na revista científica Nature.
    O estudo, liderado pelos pesquisadores da Universidade Rutgers de Nova Jersey, nos EUA, é o primeiro a comparar os impactos das temperaturas mais altas no oceano e na terra para diversos animais selvagens de sangue frio, de peixes e moluscos a lagartos e libélulas.
    Embora a pesquisa anterior tenha sugerido que animais de sangue quente se adaptam melhor às mudanças climáticas do que os de sangue frio, esse estudo salienta o risco especial para as criaturas marinhas. Como os oceanos continuam a absorver o calor preso na atmosfera da poluição por dióxido de carbono, o que deixou as águas em seu ponto mais quente nas últimas décadas, os habitantes do oceano não podem se dar ao luxo de fugir para um local com sombra ou para uma toca.
    ma toca. "Os animais marinhos vivem em um ambiente que, historicamente, não mudou tanto de temperatura", diz MalinPinsky, ecologista e biólogo evolutivo da Rutgers, que liderou a pesquisa. "É como se os animais marinhos estivessem dirigindo por uma montanha estreita com penhascos de temperatura dos dois lados".

No trecho “à medida que as temperaturas do mundo aumentam, os animais marinhos ficam mais vulneráveis”, complete as lacunas a seguir: Os termos em destaque, respectivamente, são classificados morfologicamente como _________________ e poderiam ser substituídos, sem alteração de sentido por __________________.
Alternativas
Q1720093 Português
Leia o quadrinho abaixo para responder a questão.   Imagem associada para resolução da questão



No segundo quadrinho, a fala de Calvin se organiza sintaticamente por um processo de coordenação. Assinale a alternativa que classifica corretamente as orações coordenadas presentes neste excerto:
Alternativas
Q1719889 Português
Quanto à regência verbal, a frase construída conforme a norma culta é:
Alternativas
Q1719841 Português
        João Romão foi, dos treze aos vinte e cinco anos, empregado de um vendeiro que enriqueceu entre as quatro paredes de uma suja e obscura taverna nos refolhos do bairro do Botafogo; e tanto economizou do pouco que ganhara nessa dúzia de anos, que, ao retirarse o patrão para a terra, lhe deixou, em pagamento de ordenados vencidos, nem só a venda com o que estava dentro, como ainda um conto e quinhentos em dinheiro.
        Proprietário e estabelecido por sua conta, o rapaz atirou-se à labutação ainda com mais ardor, possuindo-se de tal delírio de enriquecer, que afrontava resignado as mais duras privações. Dormia sobre o balcão da própria venda, em cima de uma esteira, fazendo travesseiro de um saco de estopa cheio de palha. A comida arranjava-lhe, mediante quatrocentos réis por dia, uma quitandeira sua vizinha, a Bertoleza, crioula trintona, escrava de um velho cego residente em Juiz de Fora e amigada com um português que tinha uma carroça de mão e fazia fretes na cidade.
        Bertoleza também trabalhava forte; a sua quitanda era a mais bem afreguesada do bairro. De manhã vendia angu, e à noite peixe frito e iscas de fígado; pagava de jornal a seu dono vinte mil-réis por mês, e, apesar disso, tinha de parte quase que o necessário para a alforria. Um dia, porém, o seu homem, depois de correr meia légua, puxando uma carga superior às suas forças, caiu morto na rua, ao lado da carroça, estrompado como uma besta.
        João Romão mostrou grande interesse por esta desgraça, fez-se até participante direto dos sofrimentos da vizinha, e com tamanho empenho a lamentou, que a boa mulher o escolheu para confidente das suas desventuras. Abriu-se com ele, contou-lhe a sua vida de amofinações e dificuldades. “Seu senhor comia-lhe a pele do corpo! Não era brinquedo para uma pobre mulher ter de escarrar pr’ali, todos os meses, vinte mil-réis em dinheiro!” E segredou-lhe então o que já tinha junto para a sua liberdade e acabou pedindo ao vendeiro que lhe guardasse as economias, porque já de certa vez fora roubada por gatunos que lhe entraram na quitanda pelos fundos.


(Trecho retirado de O Cortiço, de Aluísio de Azevedo. Disponível em: http://objdigital.bn.br/Acervo_Digital/Livros_eletronicos/cortico.pdf)
“... que afrontava resignado as mais duras privações.” Marque a opção que classifica o predicado corretamente.
Alternativas
Q1719840 Português
        João Romão foi, dos treze aos vinte e cinco anos, empregado de um vendeiro que enriqueceu entre as quatro paredes de uma suja e obscura taverna nos refolhos do bairro do Botafogo; e tanto economizou do pouco que ganhara nessa dúzia de anos, que, ao retirarse o patrão para a terra, lhe deixou, em pagamento de ordenados vencidos, nem só a venda com o que estava dentro, como ainda um conto e quinhentos em dinheiro.
        Proprietário e estabelecido por sua conta, o rapaz atirou-se à labutação ainda com mais ardor, possuindo-se de tal delírio de enriquecer, que afrontava resignado as mais duras privações. Dormia sobre o balcão da própria venda, em cima de uma esteira, fazendo travesseiro de um saco de estopa cheio de palha. A comida arranjava-lhe, mediante quatrocentos réis por dia, uma quitandeira sua vizinha, a Bertoleza, crioula trintona, escrava de um velho cego residente em Juiz de Fora e amigada com um português que tinha uma carroça de mão e fazia fretes na cidade.
        Bertoleza também trabalhava forte; a sua quitanda era a mais bem afreguesada do bairro. De manhã vendia angu, e à noite peixe frito e iscas de fígado; pagava de jornal a seu dono vinte mil-réis por mês, e, apesar disso, tinha de parte quase que o necessário para a alforria. Um dia, porém, o seu homem, depois de correr meia légua, puxando uma carga superior às suas forças, caiu morto na rua, ao lado da carroça, estrompado como uma besta.
        João Romão mostrou grande interesse por esta desgraça, fez-se até participante direto dos sofrimentos da vizinha, e com tamanho empenho a lamentou, que a boa mulher o escolheu para confidente das suas desventuras. Abriu-se com ele, contou-lhe a sua vida de amofinações e dificuldades. “Seu senhor comia-lhe a pele do corpo! Não era brinquedo para uma pobre mulher ter de escarrar pr’ali, todos os meses, vinte mil-réis em dinheiro!” E segredou-lhe então o que já tinha junto para a sua liberdade e acabou pedindo ao vendeiro que lhe guardasse as economias, porque já de certa vez fora roubada por gatunos que lhe entraram na quitanda pelos fundos.


(Trecho retirado de O Cortiço, de Aluísio de Azevedo. Disponível em: http://objdigital.bn.br/Acervo_Digital/Livros_eletronicos/cortico.pdf)
“A comida arranjava-lhe, mediante quatrocentos réis por dia, uma quitandeira sua vizinha.” A partícula LHE substitui elementos de quais funções sintáticas?
Alternativas
Q1719838 Português
        João Romão foi, dos treze aos vinte e cinco anos, empregado de um vendeiro que enriqueceu entre as quatro paredes de uma suja e obscura taverna nos refolhos do bairro do Botafogo; e tanto economizou do pouco que ganhara nessa dúzia de anos, que, ao retirarse o patrão para a terra, lhe deixou, em pagamento de ordenados vencidos, nem só a venda com o que estava dentro, como ainda um conto e quinhentos em dinheiro.
        Proprietário e estabelecido por sua conta, o rapaz atirou-se à labutação ainda com mais ardor, possuindo-se de tal delírio de enriquecer, que afrontava resignado as mais duras privações. Dormia sobre o balcão da própria venda, em cima de uma esteira, fazendo travesseiro de um saco de estopa cheio de palha. A comida arranjava-lhe, mediante quatrocentos réis por dia, uma quitandeira sua vizinha, a Bertoleza, crioula trintona, escrava de um velho cego residente em Juiz de Fora e amigada com um português que tinha uma carroça de mão e fazia fretes na cidade.
        Bertoleza também trabalhava forte; a sua quitanda era a mais bem afreguesada do bairro. De manhã vendia angu, e à noite peixe frito e iscas de fígado; pagava de jornal a seu dono vinte mil-réis por mês, e, apesar disso, tinha de parte quase que o necessário para a alforria. Um dia, porém, o seu homem, depois de correr meia légua, puxando uma carga superior às suas forças, caiu morto na rua, ao lado da carroça, estrompado como uma besta.
        João Romão mostrou grande interesse por esta desgraça, fez-se até participante direto dos sofrimentos da vizinha, e com tamanho empenho a lamentou, que a boa mulher o escolheu para confidente das suas desventuras. Abriu-se com ele, contou-lhe a sua vida de amofinações e dificuldades. “Seu senhor comia-lhe a pele do corpo! Não era brinquedo para uma pobre mulher ter de escarrar pr’ali, todos os meses, vinte mil-réis em dinheiro!” E segredou-lhe então o que já tinha junto para a sua liberdade e acabou pedindo ao vendeiro que lhe guardasse as economias, porque já de certa vez fora roubada por gatunos que lhe entraram na quitanda pelos fundos.


(Trecho retirado de O Cortiço, de Aluísio de Azevedo. Disponível em: http://objdigital.bn.br/Acervo_Digital/Livros_eletronicos/cortico.pdf)
“Um português que tinha uma carroça de mão e fazia fretes na cidade.” Qual é a função sintática do trecho sublinhado?
Alternativas
Q1719837 Português
        João Romão foi, dos treze aos vinte e cinco anos, empregado de um vendeiro que enriqueceu entre as quatro paredes de uma suja e obscura taverna nos refolhos do bairro do Botafogo; e tanto economizou do pouco que ganhara nessa dúzia de anos, que, ao retirarse o patrão para a terra, lhe deixou, em pagamento de ordenados vencidos, nem só a venda com o que estava dentro, como ainda um conto e quinhentos em dinheiro.
        Proprietário e estabelecido por sua conta, o rapaz atirou-se à labutação ainda com mais ardor, possuindo-se de tal delírio de enriquecer, que afrontava resignado as mais duras privações. Dormia sobre o balcão da própria venda, em cima de uma esteira, fazendo travesseiro de um saco de estopa cheio de palha. A comida arranjava-lhe, mediante quatrocentos réis por dia, uma quitandeira sua vizinha, a Bertoleza, crioula trintona, escrava de um velho cego residente em Juiz de Fora e amigada com um português que tinha uma carroça de mão e fazia fretes na cidade.
        Bertoleza também trabalhava forte; a sua quitanda era a mais bem afreguesada do bairro. De manhã vendia angu, e à noite peixe frito e iscas de fígado; pagava de jornal a seu dono vinte mil-réis por mês, e, apesar disso, tinha de parte quase que o necessário para a alforria. Um dia, porém, o seu homem, depois de correr meia légua, puxando uma carga superior às suas forças, caiu morto na rua, ao lado da carroça, estrompado como uma besta.
        João Romão mostrou grande interesse por esta desgraça, fez-se até participante direto dos sofrimentos da vizinha, e com tamanho empenho a lamentou, que a boa mulher o escolheu para confidente das suas desventuras. Abriu-se com ele, contou-lhe a sua vida de amofinações e dificuldades. “Seu senhor comia-lhe a pele do corpo! Não era brinquedo para uma pobre mulher ter de escarrar pr’ali, todos os meses, vinte mil-réis em dinheiro!” E segredou-lhe então o que já tinha junto para a sua liberdade e acabou pedindo ao vendeiro que lhe guardasse as economias, porque já de certa vez fora roubada por gatunos que lhe entraram na quitanda pelos fundos.


(Trecho retirado de O Cortiço, de Aluísio de Azevedo. Disponível em: http://objdigital.bn.br/Acervo_Digital/Livros_eletronicos/cortico.pdf)
“Abriu-se com ele, contou-lhe a sua vida de amofinações e dificuldades.” Classifique o período corretamente.
Alternativas
Q1719833 Português
Marque a opção que NÃO possui um predicado verbal.
Alternativas
Q1719832 Português
Classifique, sintaticamente, a oração sublinhada: “Os alunos fingiam não prestar atenção na aula”.
Alternativas
Q1719531 Português

Leia o trecho a seguir e responda à questão:

Estava em Paris quando, na véspera de partir para o Brasil, fui, com meu pai, visitar uma exposição de máquinas no desaparecido “Palácio da Indústria”. Qual não foi o meu espanto quando vi, pela primeira vez, um motor à petróleo, da força de um cavalo, muito compacto, e leve, em comparação aos que eu conhecia, e... funcionando! Parei diante dele como que pregado pelo destino. Estava completamente fascinado. Meu pai, distraído, continuou a andar até que, depois de alguns passos, dando pela minha falta, voltou, perguntou-me o que havia. Contei-lhe a minha admiração de ver funcionar aquele motor, e ele me respondeu: “por hoje basta”. Aproveitando-me dessas palavras, pedi-lhe licença para fazer meus estudos em Paris. Continuamos o passeio, e meu pai, como distraído, não me respondeu. Nessa mesma noite, no jantar de despedida, reunida a família, entre nós, dois primos de meu pai, franceses e seus antigos companheiros de escola, pediu-lhes ele que me protegessem, pois pretendia fazer-me voltar a Paris para acabar meus estudos. Nessa mesma noite corri vários livreiros; comprei todos os livros que encontrei sobre balões e viagens aéreas.

Trecho extraído da obra “O que vi, o que nós veremos”, de Santos Dumont, 1918.

Analise os verbos “pediu” e “protegessem”, presentes em “pediu-lhes ele que me protegessem” e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q1719529 Português

Leia o trecho a seguir e responda à questão:

Estava em Paris quando, na véspera de partir para o Brasil, fui, com meu pai, visitar uma exposição de máquinas no desaparecido “Palácio da Indústria”. Qual não foi o meu espanto quando vi, pela primeira vez, um motor à petróleo, da força de um cavalo, muito compacto, e leve, em comparação aos que eu conhecia, e... funcionando! Parei diante dele como que pregado pelo destino. Estava completamente fascinado. Meu pai, distraído, continuou a andar até que, depois de alguns passos, dando pela minha falta, voltou, perguntou-me o que havia. Contei-lhe a minha admiração de ver funcionar aquele motor, e ele me respondeu: “por hoje basta”. Aproveitando-me dessas palavras, pedi-lhe licença para fazer meus estudos em Paris. Continuamos o passeio, e meu pai, como distraído, não me respondeu. Nessa mesma noite, no jantar de despedida, reunida a família, entre nós, dois primos de meu pai, franceses e seus antigos companheiros de escola, pediu-lhes ele que me protegessem, pois pretendia fazer-me voltar a Paris para acabar meus estudos. Nessa mesma noite corri vários livreiros; comprei todos os livros que encontrei sobre balões e viagens aéreas.

Trecho extraído da obra “O que vi, o que nós veremos”, de Santos Dumont, 1918.

Santos Dumont, autor do texto, desempenha a função de sujeito dos verbos nas frases seguintes, EXCETO em:
Alternativas
Q1719528 Português
Leia o texto a seguir e responda à questão:

Uma manhã, em São Paulo, com grande surpresa minha, convidou-me meu pai a ir à cidade e, dirigindose a um cartório de tabelião, mandou lavrar escritura de minha emancipação. Tinha eu dezoito anos. De volta à casa, chamou-me ao escritório e disse-me: “Já lhe dei hoje a liberdade; aqui está mais este capital”, e entregou-me títulos no valor de muitas centenas de contos. “Tenho ainda alguns anos de vida; quero ver como você se conduz: vai para Paris, o lugar mais perigoso para um rapaz. Vamos ver se você se faz um homem; prefiro que não se faça doutor; em Paris, com o auxílio de nossos primos, você procurará um especialista em física, química, mecânica, eletricidade, etc., estude essas matérias e não se esqueça que o futuro do mundo está na mecânica. Você não precisa pensar em ganhar a vida; eu lhe deixarei o necessário para viver…”

Trecho extraído da obra “O que vi, o que nós veremos”, de Santos Dumont, 1918.
Analise as afirmativas a seguir a respeito do termo “emancipação”, presente em mandou lavrar escritura de minha emancipação” e assinale a alternativa CORRETA.
I. O termo é um substantivo feminino que significa “tornar independente”. II. No texto, o termo deve ser classificado como adjunto adverbial. III. A palavra “emancipação” poderia ser substituída no texto, sem mudança do sentido, por “liberdade, alforria, submissão”.
Alternativas
Q1719525 Português
Leia o texto a seguir e responda à questão:

Uma manhã, em São Paulo, com grande surpresa minha, convidou-me meu pai a ir à cidade e, dirigindose a um cartório de tabelião, mandou lavrar escritura de minha emancipação. Tinha eu dezoito anos. De volta à casa, chamou-me ao escritório e disse-me: “Já lhe dei hoje a liberdade; aqui está mais este capital”, e entregou-me títulos no valor de muitas centenas de contos. “Tenho ainda alguns anos de vida; quero ver como você se conduz: vai para Paris, o lugar mais perigoso para um rapaz. Vamos ver se você se faz um homem; prefiro que não se faça doutor; em Paris, com o auxílio de nossos primos, você procurará um especialista em física, química, mecânica, eletricidade, etc., estude essas matérias e não se esqueça que o futuro do mundo está na mecânica. Você não precisa pensar em ganhar a vida; eu lhe deixarei o necessário para viver…”

Trecho extraído da obra “O que vi, o que nós veremos”, de Santos Dumont, 1918.

Assinale a alternativa que indica CORRETAMENTE as funções sintáticas desempenhadas pelos termos “grande” e “minha”, presentes em “com grande surpresa minha”.

Alternativas
Q1719524 Português
Leia o texto a seguir e responda à questão:

Uma manhã, em São Paulo, com grande surpresa minha, convidou-me meu pai a ir à cidade e, dirigindose a um cartório de tabelião, mandou lavrar escritura de minha emancipação. Tinha eu dezoito anos. De volta à casa, chamou-me ao escritório e disse-me: “Já lhe dei hoje a liberdade; aqui está mais este capital”, e entregou-me títulos no valor de muitas centenas de contos. “Tenho ainda alguns anos de vida; quero ver como você se conduz: vai para Paris, o lugar mais perigoso para um rapaz. Vamos ver se você se faz um homem; prefiro que não se faça doutor; em Paris, com o auxílio de nossos primos, você procurará um especialista em física, química, mecânica, eletricidade, etc., estude essas matérias e não se esqueça que o futuro do mundo está na mecânica. Você não precisa pensar em ganhar a vida; eu lhe deixarei o necessário para viver…”

Trecho extraído da obra “O que vi, o que nós veremos”, de Santos Dumont, 1918.
Analise as funções sintáticas desempenhadas pelos termos na frase “convidou-me meu pai a ir à cidade” e assinale a alternativa que apresenta a CORRETA correlação.
I. convidou II. -me III. meu pai IV. a ir à cidade
A) Verbo. B) Objeto direto. C) Sujeito. D) Objeto indireto.
Alternativas
Q1719226 Português

A passagem abaixo faz parte de uma entrevista do filósofo Mario Sergio Cortella à revista Crescer.


Uma das coisas mais importantes na vida é entender que a palavra prioridade não tem “s”. Não tem plural. Se você disser: “tenho duas prioridades” é porque não tem nenhuma. Então, deve estabelecer qual é a sua prioridade. Sua prioridade é o convívio familiar? Então dê força a isso. É a sustentação econômica? Vá fundo. Só que, ao escolher, não sofra. É evidente que ninguém precisa abandonar a carreira em função da família, mas é necessário buscar o equilíbrio – da mesma forma como se faz para andar de bicicleta: só há equilíbrio em movimento. Se você parar, desaba. Tenha em mente que haverá momentos em que a família é o foco. Em outros, a carreira. Mas lembre-se de que a vida é mais como maratona do que como uma corrida de 100 metros rasos: você não sai disparado feito um louco. Tem horas que vai mais rápido, outras em que desacelera. O segredo é ir dosando.

FONTE:
https://revistacrescer.globo.com/Criancas/Escola/noticia/2016/11/co
rtella-nao-e-so-educacao-dos-filhos-que-e-necessaria-mas-dos
pais-tambem.html

Considerando a passagem “Mas lembre-se de que a vida é mais como maratona do que como uma corrida de 100 metros rasos: você não sai disparado feito um louco”, se substituíssemos o verbo em destaque pelo verbo esquecer, fazendo-se as adaptações necessárias, mantendo-se o sentido e a norma padrão, teríamos:
Alternativas
Q1719221 Português
Eu estou pensando muito tempo em propor o novo tipo de professor. É um professor que não ensina nada, não é professor de Matemática, de História, de Geografia. É um professor de espantos. O objetivo da educação não é ensinar coisas, porque as coisas já estão na Internet, estão por todos os lugares, estão nos livros. É ensinar a pensar. Criar na criança essa curiosidade.
Para mim, este é o objetivo da educação: criar a alegria de pensar. Eu já tive uma experiência muito interessante com uma menininha de sete anos. Eu estava com a cabeça quente e eu resolvi então, para descansar a cabeça, fazer uma prateleira. Peguei minha serra circular, minha chave de fenda, as ferramentas, levei lá pra cima e comecei a me preparar. Nessa hora chega a minha empregada com a filha dela. A empregada disse bom dia. Eu cumprimentei, e foi embora. A menina não foi embora. Ela ficou parada lá, ela estava intrigada com os objetos que estavam lá, ela queria saber o que era aquilo. O que é que esse homem vai fazer com isso, ficou parada lá. Aí eu peguei a trena, abri a trena e ela:
–“O que é isso?”
– “Isso é uma trena”
– “Pra que serve a trena”?
– “Serve para medir”.
– “Como é que a trena mede”?
– “Vem cá que eu te mostro”.
Aí, mostrei a trena, os centímetros.
-“Presta atenção, que de dez em dez risquinhos, tem um risquinho vermelho”.
Veja o que eu fiz: ensinei o sistema decimal pra ela. Ela percebeu que as coisas vêm em pacotinhos de dez. Essa é a situação certa pro ensino; quando o professor fala, provoca a curiosidade da criança, e a criança interage, a criança pergunta. Como é que eu incentivo a leitura? Não mandando ninguém ler, porque a relação com a leitura é uma relação amorosa. Quando o professor manda, já estragou. Então você tem que criar o gosto, o gosto pela leitura. E como você cria o gosto pela leitura? Não mandando ler, mas lendo. 
Uma hora muito boa para leitura é quando as crianças e os adolescentes vão para a cama. Então a mãe se senta ao lado e vai ler um livro. A missão do professor não é dar as respostas prontas. As respostas estão nos livros, estão na Internet. A missão do professor é provocar a inteligência, é provocar o espanto, é provocar a curiosidade.

Rubem Alves
FONTE: https://www.portalraizes.com/rubem-alves-professor-de-espantos/ 
Em “Como é que eu incentivo a leitura? Não mandando ninguém ler, porque a relação com a leitura é uma relação amorosa. Quando o professor manda, já estragou”, o termo em destaque estabelece ideia de:
Alternativas
Q1719218 Português
Eu estou pensando muito tempo em propor o novo tipo de professor. É um professor que não ensina nada, não é professor de Matemática, de História, de Geografia. É um professor de espantos. O objetivo da educação não é ensinar coisas, porque as coisas já estão na Internet, estão por todos os lugares, estão nos livros. É ensinar a pensar. Criar na criança essa curiosidade.
Para mim, este é o objetivo da educação: criar a alegria de pensar. Eu já tive uma experiência muito interessante com uma menininha de sete anos. Eu estava com a cabeça quente e eu resolvi então, para descansar a cabeça, fazer uma prateleira. Peguei minha serra circular, minha chave de fenda, as ferramentas, levei lá pra cima e comecei a me preparar. Nessa hora chega a minha empregada com a filha dela. A empregada disse bom dia. Eu cumprimentei, e foi embora. A menina não foi embora. Ela ficou parada lá, ela estava intrigada com os objetos que estavam lá, ela queria saber o que era aquilo. O que é que esse homem vai fazer com isso, ficou parada lá. Aí eu peguei a trena, abri a trena e ela:
–“O que é isso?”
– “Isso é uma trena”
– “Pra que serve a trena”?
– “Serve para medir”.
– “Como é que a trena mede”?
– “Vem cá que eu te mostro”.
Aí, mostrei a trena, os centímetros.
-“Presta atenção, que de dez em dez risquinhos, tem um risquinho vermelho”.
Veja o que eu fiz: ensinei o sistema decimal pra ela. Ela percebeu que as coisas vêm em pacotinhos de dez. Essa é a situação certa pro ensino; quando o professor fala, provoca a curiosidade da criança, e a criança interage, a criança pergunta. Como é que eu incentivo a leitura? Não mandando ninguém ler, porque a relação com a leitura é uma relação amorosa. Quando o professor manda, já estragou. Então você tem que criar o gosto, o gosto pela leitura. E como você cria o gosto pela leitura? Não mandando ler, mas lendo. 
Uma hora muito boa para leitura é quando as crianças e os adolescentes vão para a cama. Então a mãe se senta ao lado e vai ler um livro. A missão do professor não é dar as respostas prontas. As respostas estão nos livros, estão na Internet. A missão do professor é provocar a inteligência, é provocar o espanto, é provocar a curiosidade.

Rubem Alves
FONTE: https://www.portalraizes.com/rubem-alves-professor-de-espantos/ 
Na passagem “Eu estou pensando muito tempo em propor o novo tipo de professor”, se o termo “tempo” fosse substituído pelo termo “anos”, e se o verbo “haver” fosse substituído pelo verbo “fazer”, mantendo-se o mesmo tempo e o mesmo modo verbal, respeitando-se a gramática normativa e fazendo-se as alterações necessárias, teríamos:
Alternativas
Respostas
25521: C
25522: C
25523: B
25524: C
25525: C
25526: C
25527: A
25528: A
25529: A
25530: B
25531: D
25532: A
25533: C
25534: C
25535: C
25536: A
25537: A
25538: B
25539: C
25540: B