Questões de Concurso Comentadas sobre sintaxe em português

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Q1381640 Português
Apresentam-se, na sequência, alguns títulos ou trechos de matérias jornalísticas expostos no Jornal Correio da Paraíba, de 13/10/19. Em apenas UM deles ocorre uma falha quanto ao aspecto da concordância verbal. Assinale a alternativa que exibe essa falha.
Alternativas
Q1381636 Português
Na oração, alguns termos vêm necessariamente regidos de preposição, a exemplo de adjuntos adnominal/adverbial, complemento nominal, agente da passiva e objeto indireto. Feita a leitura dos fragmentos textuais abaixo expostos, todos extraídos de uma mesma matéria – BOLSONARISTAS x LAVAJATISTAS – (Veja, 23/09/2019), analise o comportamento sintático dos constituintes em destaque, e responda ao que se pede.
I- A história começou sob o signo da parceria. Aproveitando-se dos estragos provocados pela Lava-jato nos maiores partidos políticos do país, Jair Bolsonaro empunhou a bandeira do combate à corrupção. II- Vencedor da eleição, (Jair Bolsonaro) convidou o então juiz Sérgio Moro, símbolo da operação, para comandar o Ministério da Justiça e da Segurança Pública. Com o gesto, o presidente agradou a uma fatia importante do eleitorado e investiu pesado na popularidade. III- Nos casamentos em crise, o comportamento em público muitas vezes busca esconder os problemas sérios que ocorrem na intimidade. Na política, admitem-se também essas relações de conveniência. [...] O presidente levou o ministro para assistir a um jogo do flamengo em Brasília e ainda fez o subordinado, torcedor do Athético Paranaense, vestir uma camisa do rubronegro carioca. IV- No último dia 15, foi a vez de Moro forçar a barra ao visitar Bolsonaro no hospital em que ele se recuperava de uma cirurgia de hérnia. V- O presidente havia proibido visitas de auxiliares. Moro insistiu. Foi então que a esposa do ministro, a advogada Rosângela Moro, entrou em contato com a primeira-dama Michele Bolsonaro, que derrubou a resistência à cortesia.
Dentre as proposições acima citadas, ocorre OBJETO INDIRETO em:
Alternativas
Q1381628 Português
A falência da globalização (João Fernandes Teixeira).

  A indústria 4.0 está chegando, um fato celebrado pelos entusiastas das novas tecnologias. Grandes mudanças estão previstas, sobretudo pelo emprego de inteligência artificial na produção industrial que levará, também, a uma grande reconfiguração tecnológica do trabalho. Mas, deixando de lado o discurso entusiasmado, o que está realmente acontecendo? 
   Com a indústria 4.0 haverá uma grande racionalização e otimização da produção para que os desperdícios de material e de mão de obra se tornem mínimos. A produção e o consumo precisam ser rigorosamente ajustados e, para isso, contamos agora técnicas de Big Data. Estamos em outros tempos, nos quais temos a percepção da escassez de recursos naturais e da necessidade premente de reciclar tudo o que for possível. Se quisermos que a economia continue funcionando, não podemos mais esbanjar. A economia se desenvolve na contramão da natureza.
   A lição que estamos aprendendo é que gerar energia limpa e conter as emissões de dióxido de carbono não são apenas obrigações ecológicas e morais em relação ao nosso planeta, mas um imperativo econômico, que exige que a indústria se coloque em novo patamar de produtividade para sobreviver. A indústria 4.0 não levará à expansão da economia, mas apenas evitará que ela encolha. Não podemos mais manter os mesmos padrões de consumo, que estão danificando de forma irreversível o nosso planeta.
   Esses danos não se restringem apenas ao aquecimento global, que passou a ser chamado de mudança climática. [...]
   Desde que se estabeleceu uma correlação entre o aumento das temperaturas médias no planeta e a industrialização, iniciada no século XVIII, o aquecimento global passou a ser o vilão da história da humanidade. Diminuir o uso de combustíveis passou a ser a grande bandeira dos ecologistas.[...] 
   Contudo, o aquecimento global não é o único desafio. Mesmo que sua origem possa ser contestada, desvinculando-a da queima de combustíveis fósseis, nossa indústria agride o planeta de forma irreparável.
   Como não podemos reverter a economia do petróleo no curto prazo, a única solução está sendo desacelerar a economia. Essa desaceleração, na contramão do aumento da produção planetária, está tendo custos sociais dolorosos. Combinada com a automação, grande projeto da indústria 4.0, ela gera um desemprego crescente, para o qual não se vislumbra uma solução nas próximas décadas.
   Mas há algo ainda mais importante que está surgindo dessa desaceleração: a percepção de que a globalização se tornou um projeto inviável. Não será mais possível estender os padrões de produção e consumo para todos os países do planeta, pois isso aceleraria sua destruição de forma drástica. O globalismo ocidental está refluindo e, como consequência, voltam a surgir os nacionalismos exacerbados.
[...] Fonte: (Revista Filosofia – Ano III, no 150 – www.portalespaçodosaber.com.br). 
Nos períodos abaixo elencados, as orações subordinadas têm um vínculo com uma expressão nominal, assumindo diferentes funções sintáticas, conforme o tipo de elemento de conexão (pronome relativo ou conjunção integrante). Em qual das alternativas a seguir, apresenta-se uma oração subordinada substantiva com a função de complemento nominal?
Alternativas
Q1381627 Português
A falência da globalização (João Fernandes Teixeira).

  A indústria 4.0 está chegando, um fato celebrado pelos entusiastas das novas tecnologias. Grandes mudanças estão previstas, sobretudo pelo emprego de inteligência artificial na produção industrial que levará, também, a uma grande reconfiguração tecnológica do trabalho. Mas, deixando de lado o discurso entusiasmado, o que está realmente acontecendo? 
   Com a indústria 4.0 haverá uma grande racionalização e otimização da produção para que os desperdícios de material e de mão de obra se tornem mínimos. A produção e o consumo precisam ser rigorosamente ajustados e, para isso, contamos agora técnicas de Big Data. Estamos em outros tempos, nos quais temos a percepção da escassez de recursos naturais e da necessidade premente de reciclar tudo o que for possível. Se quisermos que a economia continue funcionando, não podemos mais esbanjar. A economia se desenvolve na contramão da natureza.
   A lição que estamos aprendendo é que gerar energia limpa e conter as emissões de dióxido de carbono não são apenas obrigações ecológicas e morais em relação ao nosso planeta, mas um imperativo econômico, que exige que a indústria se coloque em novo patamar de produtividade para sobreviver. A indústria 4.0 não levará à expansão da economia, mas apenas evitará que ela encolha. Não podemos mais manter os mesmos padrões de consumo, que estão danificando de forma irreversível o nosso planeta.
   Esses danos não se restringem apenas ao aquecimento global, que passou a ser chamado de mudança climática. [...]
   Desde que se estabeleceu uma correlação entre o aumento das temperaturas médias no planeta e a industrialização, iniciada no século XVIII, o aquecimento global passou a ser o vilão da história da humanidade. Diminuir o uso de combustíveis passou a ser a grande bandeira dos ecologistas.[...] 
   Contudo, o aquecimento global não é o único desafio. Mesmo que sua origem possa ser contestada, desvinculando-a da queima de combustíveis fósseis, nossa indústria agride o planeta de forma irreparável.
   Como não podemos reverter a economia do petróleo no curto prazo, a única solução está sendo desacelerar a economia. Essa desaceleração, na contramão do aumento da produção planetária, está tendo custos sociais dolorosos. Combinada com a automação, grande projeto da indústria 4.0, ela gera um desemprego crescente, para o qual não se vislumbra uma solução nas próximas décadas.
   Mas há algo ainda mais importante que está surgindo dessa desaceleração: a percepção de que a globalização se tornou um projeto inviável. Não será mais possível estender os padrões de produção e consumo para todos os países do planeta, pois isso aceleraria sua destruição de forma drástica. O globalismo ocidental está refluindo e, como consequência, voltam a surgir os nacionalismos exacerbados.
[...] Fonte: (Revista Filosofia – Ano III, no 150 – www.portalespaçodosaber.com.br). 
As orações adverbiais estabelecem diferentes relações de sentido com as orações com a quais se conectam. Analise as ocorrências em destaque nos fragmentos textuais abaixo expostos e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta, na sequência, os sentidos CORRETOS expressos por essas orações.
I- Com a indústria 4.0 haverá uma grande racionalização e otimização da produção para que os desperdícios de material e de mão de obra se tornem mínimos. II- Se quisermos que a economia continue funcionando, não podemos mais esbanjar. III- Como não podemos reverter a economia do petróleo no curto prazo, a única solução está sendo desacelerar a economia.
Alternativas
Q1381523 Português
Rotulo, logo existo

    Nosso cérebro é uma complexa estrutura forjada por milhões de anos de evolução. Por outro lado, é também primitivo e foi lapidado para seres trogloditas que viveram há milhares de anos. É curioso pensar que o mais refinado, erudito e urbano dos moradores deste planeta tenha o mesmo hardware que um caçador coletor que passou a vida errando em uma pequena área de algum lugar em busca de comer, aquecer-se e garantir a reprodução.
    Desenvolvida para uma chave amigo-inimigo, nossa mente tende a rotular tudo o que vê, julgando a novidade de acordo com seu conhecimento prévio. Isso garantiu nossa vida por muitas gerações: se eu comer algo que me faz mal, toda vez que olhar para algo semelhante, sentirei repulsa. Nosso cérebro rotula de acordo com a percepção de nossos sentidos. Isso pode ser bom para evitar perigos, porém cria problemas para nossa atualidade.
    Encerrar em caixas herméticas dá segurança. Começamos com a minha tribo e a do outro. Se é da minha, diminuem as chances de ataque. Classificar é a primeira forma de dominar e de se defender. O vício entrou em nós. Da tribo, passamos a gostos musicais e sexuais ou escolas artísticas. Classificar não é ruim ou errado. Supor que algo esteja controlado mentalmente por estar etiquetado é, no fundo, estupidez.
    Tudo pede que você classifique continuamente. Resistir à tentação é um desafio. Pensar em aprofundar, dar uma segunda olhada, fugir do rótulo: parecem ser atitudes que exigem o desafio da vontade férrea. Deixar que sentidos mais amplos invadam sua percepção sem julgar e engavetar de imediato é um ato de resistência. Abrir espaço para complexidades é boa meta. O resto? O rema-rema de frases superficiais, senso comum e a celebração da boçalidade. Talvez, um dia, descubram que se trata de uma bactéria específica transmitida pela digitação. O remédio continua sendo ler com atenção, duvidar como método, analisar possibilidades fora do que está posto e nunca ser o representante da verdade na Terra. Ah, e ajuda abandonar redes sociais por pelo menos uma hora por dia. É preciso ter esperança.

(Leandro Karnal. Disponível em: . Acesso em 09.11.2019. Adaptado)
O termo destacado está substituído, na expressão entre colchetes, de acordo com a norma-padrão de regência e emprego do sinal de crase, na alternativa:
Alternativas
Q1380397 Português
    Quando jogamos uma pedra em um lago, observamos na superfície círculos concêntricos de ondas que se expandem até a margem. Outros fenômenos físicos se deslocam de forma análoga. O som, por exemplo, também consiste de vibrações ondulatórias das moléculas do meio ambiente (ar, água etc). E a luz, será que também é formada por ondas? 
    Em 1704, Isaac Newton (1642 - 1726) publicou "Ótica", um dos maiores trabalhos científicos de todos os tempos, contendo os resultados de três décadas de pesquisas sobre o tema. Nesse livro, ele defende que a luz consiste de pequenas partículas ("corpúsculos") que se movem com velocidade muito grande, mas finita.
     A teoria corpuscular da luz não era nova — havia sido proposta pelo matemático e filósofo francês René Descartes (1596 - 1650), em 1637— mas estava longe de ser consenso. As conclusões de Newton acenderam (mais) uma controvérsia com seu compatriota Robert Hooke (1635 - 1703), defensor da teoria ondulatória. Não por acaso, "Ótica" só foi publicado após a morte de Hooke.
    O prestígio de Newton fez com que suas ideias sobre o assunto prevalecessem por mais de um século. Mas a teoria corpuscular tinha problemas...
    Quando a luz passa de um meio para outro (por exemplo, do ar para a água ou o vidro), ela muda de direção, e pode ocorrer que passe a exibir cores que não pareciam estar lá. É esse fenômeno, chamado refração, que explica a formação do arco-íris em dias de chuva. Newton estudou-o intensamente, usando lentes e prismas de vidro, e provou que essas luzes coloridas podem ser recombinadas, por meio de outra refração, para recompor a luz branca.
     Essas conclusões iam contra ideias bem estabelecidas — Aristóteles afirmara que a luz não tem cor, que esta reside apenas nos objetos materiais —, o que dificultou a aceitação na Europa. Em pleno século 19, ainda havia muita oposição, inclusive do genial escritor alemão Johann Wolfgang von Goethe (1749 - 1832) dando pitacos um pouco fora de sua principal especialidade...
     Mas o pior é que a teoria corpuscular não consegue explicar a refração nem vários outros fenômenos importantes, como a difração, a polarização e a interferência, que a teoria ondulatória interpreta de modo muito satisfatório.
    Ao mesmo tempo, ocorriam avanços notáveis no estudo da eletricidade e do magnetismo que iriam fornecer mais argumentos contundentes em favor da teoria ondulatória. Ao final do século 19, parecia que a questão estava resolvida em favor de Hooke. Mas a saga estava só começando...

VIANA, Marcelo Disponível em:
https://www1.folha.uol.com.br/colunas/marceloviana/2020/01/a-luz-e-feita-de-que.shtml Acesso em: 22 jan. 2020.
Assinale a alternativa cujo trecho em destaque estabelece com a oração que lhe antecede circunstância de modo.
Alternativas
Q1380396 Português
   Quando Huxley, em seu livro de 1932, nos propõe uma utopia futurística, nós leitores a projetamos para nosso tempo e nosso próprio futuro. Algo natural para o público afeito à ficção científica e que, em grande parte, guardadas as devidas proporções e contexto da escrita da obra, também tem a ver com o fato de que a perspectiva desenhada pelo escritor para a humanidade se assemelha com o que vivemos, de forma atemporal e avassaladora.
    Não importa em que ano tenhamos lido Admirável Mundo Novo, Huxley nos fala não só de uma civilização massificante, mas de nossa diversidade, nossa resiliência, nossa liberdade e individualidade. Mostra-nos que não importa em que regime vivemos – sempre haverá alguém enxergando além, algo mais, noutro ponto de vista, mais esperançoso, disposto a lutar por mudanças. Não importa se o chamado é para nos comportarmos segundo regras rígidas, para alguém isso certamente fará sentido. E não basta que nos aprisionem, se temos os nossos pensamentos, a imaginação, o livre arbítrio, nossa história. [...]
Filosofia ciência & vida. Ed. 156, 2020. (Fragmento) 
O texto acima é parte de um editorial da revista Filosofia ciência & vida. Com base nessa informação e no texto, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q1380395 Português
   Na década de 1990, quando o movimento internacional em defesa do meio ambiente ganhava força, o Rio de Janeiro foi sede de um evento chamado Eco 92, ou, para outros, Rio 92.
   Naquela época, foi criada a Agenda 21, documento que nortearia o planejamento de sociedades sustentáveis nas décadas seguintes. Mais que uma utopia, era um plano de ação pensado globalmente para ser aplicado planeta afora em escala nacional e regional.
   Parecia, naquele momento, que o mundo acordava para a necessidade de preservar recursos esgotáveis. O lema daquele momento era “pensar globalmente, agir localmente”.
   Demonstrando conexão com as pautas internacionais, o movimento olímpico assimilou a proposta e lançou sua agenda 21. Rapidamente, percebeu-se que a prática esportiva saudável dependia diretamente das condições ambientais. Ar, água, terra são o suporte para que atletas, olímpicos ou não, demonstrem suas habilidades.
    Os Jogos de Sydney, em 2000, foram chamados de os “Jogos Verdes”. Pela primeira vez na história, a pauta ambiental sustentava as ações tanto de candidatura como de realização dos Jogos. A baía foi despoluída, e as instalações foram projetadas para serem reduzidas e adequadas ao público de competições e shows posteriores. Adequar, reciclar e reaproveitar eram os verbos da vez. Naquele zoológico olímpico não caberiam elefantes brancos.
   A partir de então, o tema meio ambiente estaria presente não apenas nos Jogos Olímpicos, mas nas competições esportivas de forma geral. [...]
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/katia-rubio/2020/01/toquio-2020-deve-manter-tradicao-olimpica-de-cuidar-do-meioambiente.shtml A18. Acesso em: jan. 2020. (Fragmento)
Em: “Demonstrando conexão com as pautas internacionais, o movimento olímpico assimilou a proposta e lançou sua agenda 21.”, o fragmento negritado expressa
Alternativas
Q1380392 Português
 _________(1) são resgatados em estado crítico. Mutilados, chegam à clínica muitas vezes sem patas ou sem parte do bico. Pelas mãos da veterinária Maria Ângela Panelli Marchió, mamíferos e aves ganham uma nova chance de sobreviver e voltar à natureza.
   Há um ano, ______________ (2) reabilita bichos acidentados na região de Barretos (a 423 km de São Paulo) com próteses de resina plástica feitas à mão.
   O trabalho voluntário é feito em parceria com a Polícia Ambiental e ONGs da região, que resgatam os animais e os levam até a clínica veterinária. _____________ (3) a veterinária, grande parte dos acidentes com os animais envolve atropelamentos e choques em construções e prédios (no caso das aves). Há ainda casos em que os bichos são atingidos por armas de chumbinho.
   “Alguns dos animais reabilitados correm o risco de perder a prótese caso sejam soltos novamente na natureza. No entanto, ela confere mais conforto a esses bichos, ___________ (4) a adaptação é rápida e eles voltam a utilizar com facilidade a parte do corpo que havia sido amputada”, diz a veterinária.
   A reconstituição das partes atingidas é feita a partir de uma resina plástica. O material utilizado é o polimetilmetacrilato, que misturado a um pó catalisador resulta em uma resina extremamente resistente. O processo de endurecimento do material é rápido — acontece entre três e cinco minutos. [...]
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2020/01/veterinaria-faz-proteses-de-resina-para-bichos-acidentados-em-sp.shtml Acesso em: 21 jan. 2020. (Fragmento)
No texto acima foram apagadas algumas palavras ou expressões. Preencha as lacunas de modo a resgatar o sentido do texto e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1380391 Português
   Em Crime sem saída, o ator Chadwick Boseman se despe do herói Pantera Negra e interpreta o detetive Andre Davis. Ao longo de uma madrugada, é encarregado de prender criminosos que, em um roubo no Brooklyn, em Nova York, matam sete policiais. Mesmo que seja preciso fechar, literalmente, as 21 pontes que conectam Manhattan – para onde os bandidos fugiram – com outras regiões, obstruir túneis e interromper o serviço de trens da cidade. “Bloquear Manhattan para uma caçada humana é bem atraente e cinematográfico”, diz o ator. [...] 
Revista Gol, nº 213, dezembro de 2019. (Fragmento)  
Assinale a alternativa que indica a relação de sentido da expressão em destaque no contexto em que aparece.
Alternativas
Q1380161 Português
Leia o texto para responder à questão.

O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

    Fenilcetonúricos – os comprimidos de desintegração oral contêm pequena quantidade de fenilalanina, um componente do aspartamo, portanto devem ser administrados com cautela nesses pacientes.
    Fenilcetonúricos: contém fenilalanina.
    Atenção: Este medicamento contém corantes que podem, eventualmente, causar reações alérgicas.
    Gravidez – Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião- -dentista.
    Lactação – Recomenda-se cautela no uso de ondansetrona em mulheres que estão amamentando.
    Pediatria – É recomendado a administração de Vonau Flash® em crianças acima de 2 anos de idade.
    Geriatria (idosos) – Não é necessário ajuste de dose em pacientes idosos, embora observe-se uma redução na depuração e um aumento na meia-vida de eliminação em pacientes acima de 75 anos de idade. Em estudos clínicos de pacientes com câncer, a segurança e eficácia foram comprovadas mesmo em pacientes acima de 65 anos.
    Insuficiência hepática/renal – Em pacientes com insuficiência hepática (função alterada do fígado) grave, não se recomenda exceder a dose diária 8 mg.
    Não se considera que a insuficiência renal (função alterada do rim) influencie significativamente na eliminação ondansetrona do organismo. Portanto, não é necessário ajuste de dose nesses pacientes.
    A ondansetrona, princípio ativo de Vonau Flash®, é metabolizada por enzimas do fígado, portanto, drogas indutoras ou inibidoras dessas enzimas podem alterar a sua eliminação. De acordo com os dados disponíveis, não há necessidade de ajuste de dose desses medicamentos em caso de uso ao mesmo tempo. Não são conhecidos relatos de interferência da ondansetrona em testes laboratoriais.

(MODELO DE BULA DO PACIENTE Vonau Flash® ondansetrona cloridrato. Item 4. http://www.anvisa.gov.br/. Acesso em 06.11.19)
Antes de usar, ________ o aspecto do medicamento. Caso ele _________ no prazo de validade e você_________  alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se _________ utilizá-lo. (Vonau Flash® – Biolab. Bula aprovada pela Anvisa em 14.01.2019. Adaptado)
Em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa, as lacunas do enunciado devem ser preenchidas, respectivamente, com:
Alternativas
Q1380155 Português
Leia o texto para responder à questão.

Doenças crônicas mentem

Percepções inadequadas de enfermidades
silenciosas podem trazer danos

Julio Abramczyk

    A percepção inadequada pelos pacientes de uma doença crônica que atinge de 2% a 4% dos adultos nos Estados Unidos e no Reino Unido é o tema de editorial da revista The Lancet Rheumatology deste mês.
    O editorial aborda o desafio da doença denominada gota, inflamação nas articulações causada por depósitos de cristais de urato produzidos pelo organismo do paciente.
    As taxas de prescrição de remédios para manter níveis normais do ácido úrico no sangue são baixas, assim como a adesão dos pacientes ao remédio.
    A adesão à terapia, principalmente quando a doença parece inativa, diz o editorial, é influenciada pelo grau de confiança do doente em seu médico, que deve insistir na manutenção do tratamento mesmo na ausência de dor.
    A crise de gota, desencadeada por dor no local da inflamação, interfere na ação da articulação e diminui a qualidade de vida do paciente.
    No Brasil, V. Feijó Azevedo e colaboradores da Universidade Federal do Paraná abordam, na Revista Brasileira de Reumatologia, a importância da campanha “Sua gota mente”.
    Eles afirmam que, apesar do tratamento nas crises dolorosas com anti-inflamatórios acabar momentaneamente com a dor, os cristais de urato responsáveis pela dor continuam presentes. E, a longo prazo, podem provocar tofos e graves danos nas articulações.
    Também assinalam a importância de os médicos contribuírem para o conhecimento do paciente sobre a doença para bons resultados a longo prazo.
(Julio Abramczyk, Doenças crônicas mentem, Folha de S.Paulo, 25.10.2019. Acesso em 04.11.2019)
Assinale a alternativa que reescreve passagem do texto com a concordância adequada à norma-padrão da língua portuguesa.
Alternativas
Q1380152 Português
Leia o texto para responder à questão.

Doenças crônicas mentem

Percepções inadequadas de enfermidades
silenciosas podem trazer danos

Julio Abramczyk

    A percepção inadequada pelos pacientes de uma doença crônica que atinge de 2% a 4% dos adultos nos Estados Unidos e no Reino Unido é o tema de editorial da revista The Lancet Rheumatology deste mês.
    O editorial aborda o desafio da doença denominada gota, inflamação nas articulações causada por depósitos de cristais de urato produzidos pelo organismo do paciente.
    As taxas de prescrição de remédios para manter níveis normais do ácido úrico no sangue são baixas, assim como a adesão dos pacientes ao remédio.
    A adesão à terapia, principalmente quando a doença parece inativa, diz o editorial, é influenciada pelo grau de confiança do doente em seu médico, que deve insistir na manutenção do tratamento mesmo na ausência de dor.
    A crise de gota, desencadeada por dor no local da inflamação, interfere na ação da articulação e diminui a qualidade de vida do paciente.
    No Brasil, V. Feijó Azevedo e colaboradores da Universidade Federal do Paraná abordam, na Revista Brasileira de Reumatologia, a importância da campanha “Sua gota mente”.
    Eles afirmam que, apesar do tratamento nas crises dolorosas com anti-inflamatórios acabar momentaneamente com a dor, os cristais de urato responsáveis pela dor continuam presentes. E, a longo prazo, podem provocar tofos e graves danos nas articulações.
    Também assinalam a importância de os médicos contribuírem para o conhecimento do paciente sobre a doença para bons resultados a longo prazo.
(Julio Abramczyk, Doenças crônicas mentem, Folha de S.Paulo, 25.10.2019. Acesso em 04.11.2019)
Assinale a alternativa que apresenta uma leitura livre do texto em pleno acordo com a norma-padrão da língua portuguesa quanto à regência.
Alternativas
Q1380151 Português
Leia o texto para responder à questão.

Doenças crônicas mentem

Percepções inadequadas de enfermidades
silenciosas podem trazer danos

Julio Abramczyk

    A percepção inadequada pelos pacientes de uma doença crônica que atinge de 2% a 4% dos adultos nos Estados Unidos e no Reino Unido é o tema de editorial da revista The Lancet Rheumatology deste mês.
    O editorial aborda o desafio da doença denominada gota, inflamação nas articulações causada por depósitos de cristais de urato produzidos pelo organismo do paciente.
    As taxas de prescrição de remédios para manter níveis normais do ácido úrico no sangue são baixas, assim como a adesão dos pacientes ao remédio.
    A adesão à terapia, principalmente quando a doença parece inativa, diz o editorial, é influenciada pelo grau de confiança do doente em seu médico, que deve insistir na manutenção do tratamento mesmo na ausência de dor.
    A crise de gota, desencadeada por dor no local da inflamação, interfere na ação da articulação e diminui a qualidade de vida do paciente.
    No Brasil, V. Feijó Azevedo e colaboradores da Universidade Federal do Paraná abordam, na Revista Brasileira de Reumatologia, a importância da campanha “Sua gota mente”.
    Eles afirmam que, apesar do tratamento nas crises dolorosas com anti-inflamatórios acabar momentaneamente com a dor, os cristais de urato responsáveis pela dor continuam presentes. E, a longo prazo, podem provocar tofos e graves danos nas articulações.
    Também assinalam a importância de os médicos contribuírem para o conhecimento do paciente sobre a doença para bons resultados a longo prazo.
(Julio Abramczyk, Doenças crônicas mentem, Folha de S.Paulo, 25.10.2019. Acesso em 04.11.2019)
Leia as seguintes passagens:
•  ... são baixas, assim como a adesão dos pacientes ao remédio. (3º parágrafo) •  ... principalmente quando a doença parece inativa... (4º parágrafo) •  Eles afirmam que, apesar do tratamento nas crises dolorosas... (7º parágrafo)
Os termos destacados organizam as informações textuais e expressam, no contexto, correta e respectivamente, sentido de
Alternativas
Q1380098 Português
Assinale a alternativa redigida segundo a norma-padrão de concordância.
Alternativas
Q1379900 Português

    Um celeiro de jovens artistas ao longo das últimas décadas, o Paço das Artes finalmente ganhou uma sede própria. A inauguração do espaço, que passa a ocupar a garagem do antigo casarão de Nhonhô Magalhães, no bairro paulistano de Higienópolis, acontece neste fim de semana, com uma mostra da veterana Regina Silveira.

    A mudança ocorre depois de um período de incertezas da instituição, despejada do prédio que ocupou por 22 anos na Cidade Universitária, em 2016.

    Desde então, a instituição ocupava uma pequena sala no Museu da Imagem e do Som, o MIS — ambos são administrados pela mesma organização social. A área disponível ali equivalia a menos de um décimo do que o Paço tinha no campus da USP, de cerca de mil metros quadrados.

     A entrega das chaves do novo lar aconteceu em dezembro de 2018. O prédio, construído na década de 1930 pelo barão do café Carlos Leôncio Magalhães, foi comprado do estado paulista pelo shopping Pátio Higienópolis em 2005.

    Uma cláusula do contrato previa, porém, que parte do imóvel deveria ser cedida ao estado, para uso cultural, por 20 anos, renováveis por mais 20.

    A diretora artística do Paço, Priscila Arantes, diz que as obras de renovação — ainda em curso quando a repórter visitou o endereço — tiveram como objetivo adequar o local às normas museológicas, tornando os banheiros acessíveis e implementando rampas, por exemplo.

    Ela estima que a reforma, assinada pelo arquiteto Álvaro Razuk, tenha custado R$ 1 milhão.

    A saída da Cidade Universitária ocorreu após pedido do Instituto Butantã, dono do edifício. Na época, circularam abaixo-assinados contra o despejamento. Hoje, um centro administrativo com cerca de 400 funcionários do instituto funciona ali.

    Questionada sobre o período no MIS, Arantes o descreve como “traumático”. “Ficamos no limbo. Não só pela confusão de uma instituição dentro de outra, mas caímos um degrau na invisibilidade.” [...]

    Ainda assim, Arantes comemora a mudança para o casarão. Mas um período de adaptação é certo.

    Primeiro, porque, apesar da ampliação do espaço em relação ao MIS, a antiga garagem que corresponde ao espaço expositivo deste novo Paço mede cerca de 300 metros quadrados, ou menos de um terço da área que o centro cultural tinha na Cidade Universitária. Também tem um pé-direito baixo, em geral considerado problemático para a montagem de exposições de arte contemporânea.

    Segundo, porque a convivência com o campus da USP era estreita. Agora, além da mudança no perfil do bairro onde funciona, ele terá uma entrada pelo shopping ao lado e deve dividir o restante do espaço do casarão, que tem área total de 800 metros quadrados, com eventos.

     A diretora artística diz não temer essas transformações. “Fizemos um levantamento com o setor educativo e estamos estudando a possibilidade de parcerias. O Paço é historicamente nômade”, afirma, lembrando que o espaço passou por cinco endereços desde a sua fundação, há 50 anos. [...]

BALBI, Clara Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2020/01/paco-das-artes-inaugura-sede-propria-em-higienopolis-depois-de-50-anos-nomades.shtml Acesso em: 23 jan. 2020. (Adaptado)

De acordo com o texto, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q1360652 Português

O poder da amizade


    Se depender do ritmo de vida que adotamos ultimamente, vivemos isolados. Isso porque a agenda está sempre lotada de compromissos profissionais, mas a vida social vai ficando de lado. Porém a medicina faz um alerta importante: ter amigos (e conseguir mantê-los por perto, claro!) faz bem para a saúde.

    Segundo o psicólogo Yuri Busin (SP), doutor em Neurociência do Comportamento, as amizades são capazes de transformar a saúde mental das pessoas. “Cultivar boas relações traz uma sensação de não estar só, além de alegrias e suporte no momento dos problemas”, comenta. Mas, o profissional também alerta, é importante observar a qualidade dos relacionamentos. “Vale lembrar que tem amizades que são tóxicas, e dessas você deve se afastar.” 

Segundo um estudo que começou em 2004, algumas regiões do mundo são conhecidas pela longevidade dos seus habitantes. Entre as características em comum estão uma dieta muito próxima do modelo mediterrâneo, atividade física diária, uma atitude positiva em relação à vida e amigos sempre presentes. Chamadas de Blue Zones, essas regiões ainda são conhecidas pela baixa incidência de doenças crônicas. O conceito começou a ser desenvolvido pelos estudiosos Gianni Pes e Michel Poulain, que descobriram que a província de Nuoro, na Sardenha (Itália), era uma área com alta concentração de centenários. Desde então, outras quatro Blue Zones surgiram: a ilha de Ikaria, na Grécia, Okinawa, no Japão, a península de Nicoya, na Costa Rica, e Loma Linda, no sul da Califórnia (EUA). A cidade Jaraguá do Sul (SC) foi pré-selecionada e é a primeira na América Latina indicada para participar do estudo.


Revista Viva Saúde. São Paulo: Editora Escala, edição 189, fevereiro de 2019. (adaptado)

“Chamadas de Blue Zones, essa regiões ainda são conhecidas pela baixa incidência de doenças crônicas.” Nesta frase, a palavra em destaque está empregada com o mesmo sentido de:
Alternativas
Q1355106 Português

O galã


    Um belo dia, naquela pacata e honesta capital da província de segunda ordem, apareceram, pregados nas esquinas, enormes cartazes anunciando a próxima estreia de uma excelente companhia dramática, vinda do Rio de Janeiro.

    Há muito tempo o velho teatro não abria as portas ao público, e este, enfarado1 de peloticas2 e cavalinhos, andava sequioso de drama e comédia.

    Havia, portanto, na cidade uma animação e rebuliço desusados. Falara-se na vinda da companhia, mas ninguém tinha absoluta certeza de que ela viesse, porque o empresário receava não fazer para as despesas. Agora, os cartazes, impressos em letras garrafais, confirmavam a auspiciosa notícia, provocando um entusiasmo indizível. Muita gente saía de casa só para os ver, certificando-se, pelos próprios olhos, de tão grata novidade.

    A companhia anunciada era, efetivamente, a melhor, talvez, de quantas até então se tinham aventurado às incertezas de uma temporada naquela cidade tranquila.

    Quando a companhia chegou, foi uma verdadeira festa. Grande massa de povo aguardava-a no cais de desembarque; houve música, foguetes e aclamações. 

(Arthur Azevedo, “O galã”. Seleção de Contos, 2014. Adaptado)

1 entediado

2 artes de iludir com truques

Assinale a alternativa em que a reescrita de frase do texto está em conformidade com a norma-padrão quanto à correlação dos tempos verbais e à concordância.
Alternativas
Q1355097 Português

Os descaminhos do lixo


    Segundo o Panorama dos Resíduos Sólidos 2018/2019, produzido pela Associação Brasileira das Empresas de Limpeza Pública (Abrelpe), em 2018 foram gerados no Brasil 79 milhões de toneladas de resíduos. Desse total, 92% foram coletados. Isso significa uma pequena melhora em relação ao ano anterior, já que, se a produção de lixo aumentou 1%, a coleta aumentou 1,66%. Essa expansão foi comum a todas as regiões, com exceção do Nordeste. Dos resíduos coletados em 2018, 59,5% receberam destinação adequada nos aterros sanitários, uma melhora de 2,4% em relação a 2017.

    Mas esses relativos avanços não deveriam disfarçar a precariedade crônica do setor. A média nacional é bastante inferior à dos países na mesma faixa de renda, onde 70% do lixo recebe a destinação correta. Em 2010, a Política Nacional de Resíduos Sólidos estabeleceu que até agosto de 2014 o País deveria estar livre dos lixões. Mas, hoje, cerca de 8% do lixo produzido no Brasil (6,3 milhões de toneladas) ainda não é sequer coletado e 40% do lixo que é coletado é descarregado em lixões ou aterros que não contam com medidas necessárias para garantir a integridade do meio ambiente e a da população local. Esta é a realidade em cerca de 3000 dos mais de 5500 municípios do País.

(https://opiniao.estadao.com.br. Adaptado)

Assinale a alternativa em que o enunciado atende à norma-padrão de concordância verbal e de regência nominal.
Alternativas
Q1355096 Português

Os descaminhos do lixo


    Segundo o Panorama dos Resíduos Sólidos 2018/2019, produzido pela Associação Brasileira das Empresas de Limpeza Pública (Abrelpe), em 2018 foram gerados no Brasil 79 milhões de toneladas de resíduos. Desse total, 92% foram coletados. Isso significa uma pequena melhora em relação ao ano anterior, já que, se a produção de lixo aumentou 1%, a coleta aumentou 1,66%. Essa expansão foi comum a todas as regiões, com exceção do Nordeste. Dos resíduos coletados em 2018, 59,5% receberam destinação adequada nos aterros sanitários, uma melhora de 2,4% em relação a 2017.

    Mas esses relativos avanços não deveriam disfarçar a precariedade crônica do setor. A média nacional é bastante inferior à dos países na mesma faixa de renda, onde 70% do lixo recebe a destinação correta. Em 2010, a Política Nacional de Resíduos Sólidos estabeleceu que até agosto de 2014 o País deveria estar livre dos lixões. Mas, hoje, cerca de 8% do lixo produzido no Brasil (6,3 milhões de toneladas) ainda não é sequer coletado e 40% do lixo que é coletado é descarregado em lixões ou aterros que não contam com medidas necessárias para garantir a integridade do meio ambiente e a da população local. Esta é a realidade em cerca de 3000 dos mais de 5500 municípios do País.

(https://opiniao.estadao.com.br. Adaptado)

Sem prejuízo ao sentido do enunciado e em conformidade com a norma-padrão, no período – Essa expansão foi comum a todas as regiões, com exceção do Nordeste. –, o trecho destacado está adequadamente reescrito em:
Alternativas
Respostas
24361: C
24362: B
24363: E
24364: A
24365: A
24366: C
24367: B
24368: D
24369: D
24370: A
24371: E
24372: E
24373: C
24374: B
24375: E
24376: C
24377: B
24378: D
24379: B
24380: E