Questões de Concurso Comentadas sobre sintaxe em português

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Q1671833 Português

Entrevista de Joss Stone


O Globo: Em apenas cinco anos de carreira você já teve quatro empresários. Dizem que você é muito rebelde e que é muito difícil lidar com você e gerenciar a sua carreira. É verdade?

JS: É verdade, sim. Sou muito rebelde... Não gosto de gente que me dê ordens. Eu só faço o que quero, só gravo canções nas quais eu acredito. Não nasci para obedecer. Isso quer dizer que eu sou rebelde? Sou mesmo... Na minha vida mando eu.

Disponível em: oglobo.globo.com

Quanto à transitividade, o verbo dizer se classifica como:
Alternativas
Q1671832 Português

Entrevista de Joss Stone


O Globo: Em apenas cinco anos de carreira você já teve quatro empresários. Dizem que você é muito rebelde e que é muito difícil lidar com você e gerenciar a sua carreira. É verdade?

JS: É verdade, sim. Sou muito rebelde... Não gosto de gente que me dê ordens. Eu só faço o que quero, só gravo canções nas quais eu acredito. Não nasci para obedecer. Isso quer dizer que eu sou rebelde? Sou mesmo... Na minha vida mando eu.

Disponível em: oglobo.globo.com

As orações destacadas na questão 4 se classificam sintaticamente como:
Alternativas
Q1671831 Português

Entrevista de Joss Stone


O Globo: Em apenas cinco anos de carreira você já teve quatro empresários. Dizem que você é muito rebelde e que é muito difícil lidar com você e gerenciar a sua carreira. É verdade?

JS: É verdade, sim. Sou muito rebelde... Não gosto de gente que me dê ordens. Eu só faço o que quero, só gravo canções nas quais eu acredito. Não nasci para obedecer. Isso quer dizer que eu sou rebelde? Sou mesmo... Na minha vida mando eu.

Disponível em: oglobo.globo.com

O entrevistador empregou esse tipo de sujeito pois:
Alternativas
Q1671830 Português

Entrevista de Joss Stone


O Globo: Em apenas cinco anos de carreira você já teve quatro empresários. Dizem que você é muito rebelde e que é muito difícil lidar com você e gerenciar a sua carreira. É verdade?

JS: É verdade, sim. Sou muito rebelde... Não gosto de gente que me dê ordens. Eu só faço o que quero, só gravo canções nas quais eu acredito. Não nasci para obedecer. Isso quer dizer que eu sou rebelde? Sou mesmo... Na minha vida mando eu.

Disponível em: oglobo.globo.com

Na frase “Dizem que você é muito rebelde e que é muito difícil lidar com você e gerenciar a sua carreira”, o sujeito do verbo dizer é:
Alternativas
Q1671828 Português

Em Londres, áreas verdes compensam o trânsito pesado

Numa primeira visita, a densa malha viária que forma Londres pode dar a impressão de ser impenetrável: não há um centro único para servir como orientação, e sim, diferentes áreas de interesse.

Felizmente, os tons de cinza e marrom e o trânsito intenso, são devidamente aliviados pela abundância de parques, praças e áreas verdes espalhados pela cidade, como o Hyde Park e o mais bucólico Hampstead Heath, todos bem mantidos.

Disponível em: www.folhauol.com.br

A função sintática desse termo na oração é:
Alternativas
Q1671709 Português
“A expectativa é que o espírito santo colha em torno de 10,5 milhões de sacas.” (linhas 9 a 11). 
 É correto afirmar que a partícula “que” introduz uma: 
Alternativas
Q1671686 Português

Ana Carolina - Quem De Nós Dois


[...]

Vai dizer que é impossível

O amor acontecer

Se eu disser

Que já nem sinto nada


As duas frases em destaques na estrofe da música, "Quem de nós dois", de Ana Carolina, são classificadas simultaneamente como:

Alternativas
Q1671683 Português

Pode-se afirmar que nos período abaixo há uma predominância de um tipo de sujeito que é o:


"Peguei meu carro, coloquei dentro dele o mínimo necessário para sobreviver por alguns meses. Aprendí, que às vezes, a solidão é a melhor companheira.'

Alternativas
Q1671681 Português

Analise as frases abaixo:


I. Esvaziei a mala, dependurei a blusa amarrotada num cabide.

II. O quarto ficou alegre.


Em análise sintática, classificamos os termos destacados nas frases I e II, respectivamente como:
Alternativas
Ano: 2021 Banca: OMNI Órgão: Prefeitura de São João Batista - SC Provas: OMNI - 2021 - Prefeitura de São João Batista - SC - Psicólogo | OMNI - 2021 - Prefeitura de São João Batista - SC - Professor de Educação Física - Pré ao 9º ano - Não habilitado | OMNI - 2021 - Prefeitura de São João Batista - SC - Professor de História - 6º ao 9º ano - Habilitado | OMNI - 2021 - Prefeitura de São João Batista - SC - Nutricionista | OMNI - 2021 - Prefeitura de São João Batista - SC - Professor de Geografia - 6º ao 9º ano - Habilitado | OMNI - 2021 - Prefeitura de São João Batista - SC - Professor de Geografia - 6º ao 9º ano - Não Habilitado | OMNI - 2021 - Prefeitura de São João Batista - SC - Professor de História - 6º ao 9º ano - Não Habilitado | OMNI - 2021 - Prefeitura de São João Batista - SC - OMNI - 2021 - Prefeitura de São João Batista - SC - Professor de Educação Física - Pré ao 9º ano - Habilitado | OMNI - 2021 - Prefeitura de São João Batista - SC - Professor de Inglês - 1º ao 9º ano - Habilitado | OMNI - 2021 - Prefeitura de São João Batista - SC - Professor de Inglês - 1º ao 9º ano - Não Habilitado | OMNI - 2021 - Prefeitura de São João Batista - SC - Professor de Língua Portuguesa - 6º ao 9º ano - Não Habilitado | OMNI - 2021 - Prefeitura de São João Batista - SC - Professor de Matemática - 6º ao 9º ano - Não Habilitado | OMNI - 2021 - Prefeitura de São João Batista - SC - Professor de Matemática - 6º ao 9º ano - Habilitado | OMNI - 2021 - Prefeitura de São João Batista - SC - Professor de Língua Portuguesa - 6º ao 9º ano - Habilitado |
Q1671618 Português

Leia o texto abaixo e responda a questão.


“Uma vez três irmãos estavam viajando por uma rua deserta no crepúsculo”

- Mamãe disse que era meia noite - disse Rony, que tinha se esticado e colocado as mãos atrás da cabeça para ouvir. Hermione lhe deu um olhar de irritação.

- Desculpe, eu só pensei que ia ser melhor se fosse a meia noite! - disse Rony.

- Sim, porque nós realmente precisamos de mais terror em nossas vidas, - disse Harry antes que pudesse evitar. Xenófilo que não parecia estar prestando muita atenção disse - Vamos, continue Hermione.

“Em tempo os irmãos acharam um rio muito fundo para atravessar e muito perigoso para atravessar a nado. Contudo, esses irmãos haviam aprendido as artes mágicas, e quando eles simplesmente acenaram suas varinhas, uma ponte apareceu acima da água em revolta. Eles estavam na metade do caminho quando perceberam que a ponte estava bloqueada por uma figura encapuzada.

- Desculpe, interrompeu Harry, - mas a Morte falou com eles?

- É um conto de fadas Harry!

- Certo, desculpe, continue.

“E a Morte falou com eles. Ela estava brava, pois tinha sido enganada por suas três novas vítimas, que tiraram dela os viajantes que morriam no rio. Mas a Morte, que era traiçoeira resolveu presentear os três irmãos por sua mágica e disse que cada um deveria pedir um prêmio por ser mais esperto que ela.

Assim, o irmão mais velho pediu a varinha mais poderosa que existisse, uma varinha que sempre ganhasse os duelos para seu dono, uma varinha digna do bruxo que derrotou a Morte. Então a Morte foi até uma árvore, voltou e entregou a varinha para o irmão mais velho.

O segundo irmão, que era um homem arrogante, decidiu que ele ia humilhar a Morte até onde pudesse, e então pediu o poder de trazer pessoas de volta à vida. A Morte pegou uma pedra próxima ao rio e disse que com ela ele teria o poder de trazer pessoas da morte para a vida.

E então a Morte perguntou ao irmão mais novo o que ele queria, e ele que era o mais sábio e humilde, não confiava na Morte. Então ele pediu alguma coisa que o fizesse deixar o lugar sem ser seguido pela morte. E ela, contra a sua vontade, deu a ele sua própria capa de invisibilidade.”

- A Morte tinha uma capa de invisibilidade? - Harry interrompeu novamente.

- Assim ela pode espiar as pessoas, - disse Rony. - Às vezes ela se cansa de correr atrás deles balançando seus braços e fazendo ruídos aterrorizantes. Desculpe Hermione.

“Então a Morte ficou parada e deixou os três irmãos continuarem seus caminhos, e eles seguiram conversando sobre a aventura e os presentes da Morte. Então eles se separaram e cada um foi por um lado.

(Harry Potter, em: https://aminoapps.com/c/potter-amino-em-portugues/page/blog/os-melhores-trechos-dos-livros/DD0r_8mFPumLvp38kVGx3Neoma3dKoNw1j)

Em, “Ela estava brava, pois tinha sido enganada”, o termo em destaque, sem alterar o sentido da oração, pode ser substituído por:
Alternativas
Q2703685 Português

Leia o texto a seguir para responder as questões de 1 a 10:


O PORTA DOS FUNDOS E OS LIMITES À LIBERDADE DE EXPRESSÃO

Por Gazeta do Povo

[22/12/2019] [00:01]


No programa do Porta dos Fundos, entre outros conteúdos questionáveis, Jesus é retratado como homossexual.

  1. ___É amplamente conhecida a história contada pelos humoristas do grupo inglês Monty Python a respeito da origem de
  2. um de seus longas-metragens. Interessados em satirizar Jesus Cristo, eles vasculharam os Evangelhos à procura de algo que
  3. rendesse piadas, mas acabaram desistindo. “Não há como tirar sarro do que ele [Cristo] diz, é coisa muito digna”, afirmou
  4. Eric Idle, um dos membros da trupe. O resultado foi A vida de Brian, cujo enredo gira em torno de uma outra pessoa,
  5. contemporânea de Jesus e que é confundida com o Messias. Já os brasileiros do Porta dos Fundos não tiveram a mesma
  6. sensibilidade em seu especial de Natal. A primeira tentação de Cristo, que começou a ser exibido em 3 de dezembro pelo
  7. serviço de streaming Netflix, mostra Jesus em sua festa de 30 anos (ou seja, prestes a iniciar sua vida pública), na qual fica
  8. sabendo que é adotado e que seu pai verdadeiro não é José, e sim o próprio Deus. Um ponto que se tornou especialmente
  9. ofensivo para cristãos de diversas denominações é o fato de Jesus ser retratado como homossexual, pois leva um namorado
  10. para a festa.
  11. __Boa parte das reações ao vídeo, até o momento, tem se concentrado no boicote à Netflix e no pedido para que as
  12. pessoas cancelem sua assinatura do serviço. Não é nosso objetivo, no momento, avaliar se esta é uma reação acertada ou
  13. não, mas é importante lembrar que, em sociedades democráticas, o boicote é uma expressão de liberdade individual em que
  14. a pessoa avalia os prós e contras de consumir determinado produto ou serviço. No caso em questão, trata-se de avaliar se
  15. vale a pena abrir mão dos demais conteúdos oferecidos – e que incluem obras com mensagens que muitos cristãos veem
  16. como positivas – para não acabar financiando também o que se considera uma ofensa grave. O boicote, inclusive, é ferramenta
  17. amplamente utilizada por minorias e outros grupos de pressão, e não pode ser deslegitimado única e simplesmente com base
  18. em quem organiza e quem é atingido pela ação.
  19. ___O tema que nos interessa, aqui, é outro: discutir se, quando o tema é religião, há limites ao alcance da liberdade de
  20. expressão e possíveis consequências jurídicas. Diversos países usam abordagens diferentes para o tema. Em uma ponta, está
  21. o ordenamento legal norte-americano, que consagra a liberdade quase irrestrita; no entanto, a maioria das outras democracias
  22. do Ocidente segue a tradição pós-vestfaliana, surgida com o encerramento das guerras de religião que varreram a Europa nos
  23. séculos 16 e 17, e que defende o respeito às diferentes confissões religiosas, inclusive como ferramenta de pacificação da
  24. sociedade. A Alemanha, por exemplo, criminaliza a mera ofensa às religiões, o que faria dela uma lei bastante restritiva se
  25. não fosse pelo detalhe de exigir que a ofensa possa “perturbar a paz pública”. Isso cria uma divisão entre religiões que podem
  26. ser ofendidas, pois seus membros reagem de forma não agressiva, e religiões que não podem ser ofendidas, pois a resposta
  27. de seus fiéis é violenta – o que nos remete à resposta que um dos membros do Porta dos Fundos, Fábio Porchat, deu em
  28. entrevista de 2013 ao jornal O Estado de S.Paulo: “não faço piada com Alá e Maomé, porque não quero morrer! Não quero
  29. que explodam a minha casa só por isso”.
  30. __O Brasil, no artigo 208 do Código Penal, adota uma régua mais liberal, pois o ato definido como crime é o de
  31. “vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso”. Não basta o simples ataque ou crítica; o vilipêndio vai muito além
  32. disso, sendo um grau mais forte de ofensa, e que precisa ser dirigido a um “ato ou objeto de culto”, o que inclui cerimônias
  33. e também personagens veneradas como sagradas por cada fé. Também não é nosso objetivo, neste espaço, avaliar se o vídeo
  34. do Porta dos Fundos efetivamente incorreu em desrespeito ao artigo 208 do Código Penal; mas, havendo quem considere
  35. que houve crime, é natural que os ofendidos recorram à Justiça, a quem cabe resolver a questão.
  36. ___Até o momento, no entanto, as ações contrárias ao vídeo têm sido propostas na esfera cível, não na penal, embasadas,
  37. entre outros pontos, em textos constitucionais como o artigo 221, que inclui o “respeito aos valores éticos e sociais da pessoa
  38. e da família” como princípios da programação de emissoras de rádio e televisão no Brasil. O Ministério Público do Rio de
  39. Janeiro, por exemplo, emitiu parecer pela suspensão da veiculação, enquanto no Mato Grosso, onde houve pedido
  40. semelhante, a posição do MP foi contrária. Tribunais fluminenses e paulistas, até agora, têm decidido pela manutenção do
  41. vídeo na plataforma de streaming.
  42. ___A liberdade de expressão, como sabemos, não é absoluta. Ninguém pode se escorar nela, por exemplo, para caluniar
  43. outra pessoa ou defender posturas ofensivas à dignidade humana, como o racismo. O ordenamento jurídico brasileiro decidiu,
  44. além disso, colocar alguns outros limites a essa liberdade, protegendo outros valores, como o sentimento religioso, mas
  45. estabelecendo a necessidade de a ofensa se revestir de maior gravidade que a mera crítica ou sátira. É por isso que não se
  46. pode simplesmente acusar de “censuradores” os cristãos que, ofendidos pelo conteúdo do vídeo, recorram à Justiça – direito,
  47. aliás, exercido por muitos outros grupos quando se julgam atacados –, e o epíteto tampouco serviria a um magistrado que,
  48. eventualmente, considerasse haver crime ou violação a princípios constitucionais. Essa atitude leva a uma banalização do
  49. termo “censura” (hoje usado levianamente até para descrever situações como a retirada de incentivo estatal a certas
  50. manifestações artísticas) e vai lentamente apagando a noção de, por mais valiosa que seja a liberdade de expressão, ela não
  51. legitima um “vale tudo”.

https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/editoriais/o-porta-dos-fundos-e-os-limites-a-liberdade-de-expressao/ acesso em 27/12/2019.

Analise as afirmações a seguir.


I) O vocábulo “embasadas” (l. 36) pode ser substituído, sem prejuízo de sentido, pela palavra sustentadas.

II) O acento indicativo de crase na expressão “ofensivas à dignidade” (l. 43) marca a união da preposição “a” ao artigo definido, introduzindo um adjunto adnominal.

III) O conectivo “além disso” (l. 44) marca uma contraposição entre as orações.


Está (ão) correta (s)

Alternativas
Q2687860 Português

Marque a alternativa que apresenta uma oração subordinada substantiva apositiva.

Alternativas
Q2687859 Português

De acordo com a Regência Verbal marque a alternativa incorreta.

Alternativas
Q2685619 Português

Após a leitura do Texto abaixo, responda às questões de 1 a 5.


Texto 01 - O nosso e o deles


  1. As expressões da língua portuguesa mais invocadas em uma abertura de ano novo são, sem dúvida, “viva” e “salve”.
  2. Traduzem os desejos de perenidade de quem as pronuncia, em tom exclamativo de felicidade. As amarguras e outros sentimentos de
  3. menor valor são esquecidos ou pelo menos arquivados. Até mesmo as pessoas que se esquivam das festividades, se recolhem em
  4. nome da paz, uma bela sensação. A fuga para o “vou passar dormindo” nada mais significa do que o desejo de transpor as eras na
  5. placidez do sono. Em resumo, uns e outros inauguram o tempo em harmonia, interior ou exterior.
  6. No réveillon, como é cediço aos janeiros, engordam os cordões da alegria, na junção das famílias, quase sempre com o
  7. registro pontual de algumas ausências impossíveis de receber contorno. Música, afagos, brindes, espocar de champanhes e de fogos,
  8. juras de fazer e outras de não repetir equívocos. As lágrimas derramam muito mais felicidades que transbordam das “janelas da
  9. alma” do que expressão de nostalgia. Quando muito um chamado de ausência, sem muita carga de sofrimento. [...]


Fonte: CARVALHO, I. L. de. In: . Brevidades Natal: Caule de Papiro, 2019, p. 78.

Dada a leitura do fragmento textual “As expressões da língua portuguesa mais invocadas em uma abertura de ano novo são, sem dúvida, ‘viva’ e ‘salve'. Traduzem os desejos de perenidade de quem as pronuncia, em tom exclamativo de felicidade.” (linhas 1 e 2), analise as proposições com relação à sua estruturação.


I- A forma verbal “Traduzem” tem um vínculo sintático com o constituinte “as expressões”; e semântico, com os constituintes “Viva” e “Salve”.

II- O constituinte “as”, em “quem as pronuncia”, é usado para indicar, de modo particular, as aspirações do leitor.

III- A expressão “os desejos de perenidade” completa o sentido da forma verbal “Traduzem”.


É CORRETO o que se afirma apenas em:

Alternativas
Q2685600 Português

Após a leitura do Texto abaixo, responda às questões de 1 a 5.


Texto 01 - O nosso e o deles


  1. As expressões da língua portuguesa mais invocadas em uma abertura de ano novo são, sem dúvida, “viva” e “salve”.
  2. Traduzem os desejos de perenidade de quem as pronuncia, em tom exclamativo de felicidade. As amarguras e outros sentimentos de
  3. menor valor são esquecidos ou pelo menos arquivados. Até mesmo as pessoas que se esquivam das festividades, se recolhem em
  4. nome da paz, uma bela sensação. A fuga para o “vou passar dormindo” nada mais significa do que o desejo de transpor as eras na
  5. placidez do sono. Em resumo, uns e outros inauguram o tempo em harmonia, interior ou exterior.
  6. No réveillon, como é cediço aos janeiros, engordam os cordões da alegria, na junção das famílias, quase sempre com o
  7. registro pontual de algumas ausências impossíveis de receber contorno. Música, afagos, brindes, espocar de champanhes e de fogos,
  8. juras de fazer e outras de não repetir equívocos. As lágrimas derramam muito mais felicidades que transbordam das “janelas da
  9. alma” do que expressão de nostalgia. Quando muito um chamado de ausência, sem muita carga de sofrimento. [...]


Fonte: CARVALHO, I. L. de. In: . Brevidades Natal: Caule de Papiro, 2019, p. 78.

O marco temporal das ações indicadas ao longo do texto pode ser observado pela


I- inscrição de diversos termos que fazem referência a esse tempo.

II- colocação do enunciado "o desejo de transpor as eras" (linha 4), que se refere à noite do ano novo.

III- indeterminação relacionada ao momento de festividade instaurada no texto.


É CORRETO o que se afirma apenas em:

Alternativas
Q2425308 Português

A Língua Japonesa é formada por três sistemas de escrita: o hiragana, o katakana e o kanji. Os kanji ou ideogramas são originários da China, e foram introduzidos e adotados no Japão no século VI. Porém, devido às diferenças existentes entre as Línguas Chinesa e a Japonesa, surgiu a necessidade de criar outros sistemas de escrita para palavras que não poderiam ser escritas somente com o kanji. Assim surgiram o hiragana e o katakana, silabários japoneses formados por 46 letras cada. [...]


(Disponível em: https://www.sp.br.emb-japan.go.jp/itpr_pt/lingua.html.)


O termo destacado no fragmento anterior foi empregado com o objetivo de:

Alternativas
Ano: 2020 Banca: IDECAN Órgão: IF-RR Prova: IDECAN - 2020 - IF-RR - Professor - Biologia |
Q2425063 Português

Texto 1


Para as turmas desafiadoras, novas práticas


O que fazer quando aquela classe faz o professor questionar a sua capacidade e prática docente


Por Felipe Bandoni


“A turma mais dificil é o 7º ano. Nunca tive alunos

que me fizessem sentir tão vulnerável. Acho que

desaprendi a ser professor” Essas palavras foram ditas

por um colega muito experiente. Fiquei perplexo, pois ele

5 é uma referência, querido pelos alunos e admirado pelos

colegas; o tipo que sempre traz soluções. Levei um

choque, e sua fala me fez perceber que todos

enfrentamos turmas que colocam em xeque nossa

habilidade e experiência.

10 Quando percebemos que uma turma será muito

dificil, é porque nosso repertório está se esgotando.

Precisamos de outras saídas e, para chegar a elas, é

fundamental conversar com colegas, coordenação e

direção. Um ótimo início é fazer uma análise aluno a

15 aluno, buscando entender o que é do grupo e o que é

individual. Uma vez detectados quais os casos mais

sérios, é importante definir encaminhamentos que toda a

equipe realizará: em que situações alunos poderão ser

excluídos da sala, por exemplo? Em que casos pedir

20 ajuda à direção? É muito importante que a equipe faça

intervenções conjuntas e consistentes.

Os alunos percebem rapidamente quando estamos

desarticulados e usam isso em seu enfrentamento: “Se a

outra deixou, por que você não deixa?” Também é preciso

25 assumir nossa parcela de responsabilidade. Em que

medida nossas aulas contribuem para gerar indisciplina?

Ninguém propõe intencionalmente atividades que

estimulam o tumulto, mas é preciso reconhecer que

algumas não funcionam com certas turmas. Pode ser um

30 problema da nossa prática, mas também ser um choque

entre ela e os estudantes que, muitas vezes, estão

imaturos para certas propostas. Nas classes dificeis que

enfrentei, por exemplo, percebi que aulas expositivas são

ruins, pois eram gatilho para a distração. Aprendi, na

35 marra, a reduzir esse tipo de aula para as inquietas.

Turmas assim dão muito trabalho, mas também as

maiores recompensas. Caso os professores revejam suas

práticas e se organizem como grupo para fazer

intervenções consistentes, serão aquelas que ficarão na

40 nossa memória e que nos farão acreditar que

contribuímos para a transformação dos nossos alunos.


Felipe Bandoni é professor de Ciências na Educação de Jovens e Adultos (EJA) do Colégio Santa Cruz, em São Paulo. Disponível em: https://novaescola.org.briconteudo/18218/para-as-turmas-desafiadorasnovas-praticas. Acesso em: 03/12/2019 (adaptado)

Assinale a alternativa que exprima corretamente a função sintática do trecho grifado da oração “Os alunos percebem rapidamente quando estamos desarticulados” (I. 22-23) retirada do Texto 1.

Alternativas
Q2117193 Português
ENTÃO, ADEUS!
Lygia Fagundes Telles
 
       Isto aconteceu na Bahia, numa tarde em que eu visitava a mais antiga e arruinada igreja que encontrei por lá, perdida na última rua do último bairro. Aproximou-se de mim um padre velhinho, mas tão velhinho, tão velhinho que mais parecia feito de cinza, de teia, de bruma, de sopro do que de carne e osso. Aproximou-se e tocou o meu ombro:
        — Vejo que aprecia essas imagens antigas — sussurrou-me com sua voz débil. E descerrando os lábios murchos num sorriso amável: – Tenho na sacristia algumas preciosidades. Quer vê-las?
       Solícito e trêmulo foi-me mostrando os pequenos tesouros da sua igreja: um mural de cores remotas e tênues como as de um pobre véu esgarçado na distância; uma Nossa Senhora de mãos carunchadas e grandes olhos cheios de lágrimas; dois anjos tocheiros que teriam sido esculpidos por Aleijadinho, pois dele tinham a inconfundível marca nos traços dos rostos severos e nobres, de narizes já carcomidos… Mostrou-me todas as raridades, tão velhas e tão gastas quanto ele próprio. Em seguida, desvanecido com o interesse que demonstrei por tudo, acompanhou-me cheio de gratidão até a porta.
          — Volte sempre — pediu-me.
       — Impossível — eu disse. — Não moro aqui, mas, em todo o caso, quem sabe um dia… — acrescentei sem nenhuma esperança.
      — E então, até logo! — ele murmurou descerrando os lábios num sorriso que me pareceu melancólico como o destroço de um naufrágio.
        Olhei-o. Sob a luz azulada do crepúsculo, aquela face branca e transparente era de tamanha fragilidade, que cheguei a me comover. Até logo?… “Então, adeus!”, ele deveria ter dito. Eu ia embarcar para o Rio no dia seguinte e não tinha nenhuma ideia de voltar tão cedo à Bahia. E mesmo que voltasse, encontraria ainda de pé aquela igrejinha arruinada que achei por acaso em meio das minhas andanças? E mesmo que desse de novo com ela, encontraria vivo aquele ser tão velhinho que mais parecia um antigo morto esquecido de partir?!…
        Ouça, leitor: tenho poucas certezas nesta incerta vida, tão poucas que poderia enumerá-las nesta breve linha. Porém, uma certeza eu tive naquele instante, a mais absoluta das certezas: “Jamais o verei.” Apertei-lhe a mão, que tinha a mesma frialdade seca da morte.
          — Até logo! – eu disse cheia de enternecimento pelo seu ingênuo otimismo. Afastei-me e de longe ainda o vi, imóvel no topo da escadaria. A brisa agitava-lhe os cabelos ralos e murchos como uma chama prestes a extinguir-se. “Então, adeus!”, pensei comovida ao acenar-lhe pela última vez. “Adeus.”
           Nesta mesma noite houve o clássico jantar de despedida em casa de um casal amigo. E, em meio de um grupo, eu já me encaminhava para a mesa, quando de repente alguém tocou o meu ombro, um toque muito leve, mais parecia o roçar de uma folha seca.
             Voltei-me. Diante de mim, o padre velhinho sorria.
              — Boa noite!
              Fiquei muda. Ali estava aquele de quem horas antes eu me despedira para sempre.
             — Que coincidência… — balbuciei afinal. Foi a única banalidade que me ocorreu dizer.— Eu não esperava vê-lo… tão cedo.
          Ele sorria, sorria sempre. E desta vez achei que aquele sorriso era mais malicioso do que melancólico. Era como se ele tivesse adivinhado meu pensamento quando nos despedimos na igreja e agora então, de um certo modo desafiante, estivesse a divertir-se com a minha surpresa. “Eu não disse até logo?”, os olhinhos enevoados pareciam perguntar com ironia.
           Durante o jantar ruidoso e calorento, lembrei-me de Kipling. “Sim, grande e estranho é o mundo. Mas principalmente estranho…”
                Meu vizinho da esquerda quis saber entre duas garfadas:
                — Então a senhora vai mesmo nos deixar amanhã?
               Olhei para a bolsa que tinha no regaço e dentro da qual já estava minha passagem de volta com a data do dia seguinte. E sorri para o velhinho lá na ponta da mesa.
                 — Ah, não sei… Antes eu sabia, mas agora já não sei.

Disponível em: <http://www.releituras.com.br/lftelles_entaoadeus_imp.asp.> Acesso em: 06 jul. 2020.
Assinale a alternativa que analisa corretamente a função do conectivo “como” na seguinte oração: “[…] um mural de cores remotas e tênues como as de um pobre véu esgarçado na distância [...]”.
Alternativas
Q2117191 Português
ENTÃO, ADEUS!
Lygia Fagundes Telles
 
       Isto aconteceu na Bahia, numa tarde em que eu visitava a mais antiga e arruinada igreja que encontrei por lá, perdida na última rua do último bairro. Aproximou-se de mim um padre velhinho, mas tão velhinho, tão velhinho que mais parecia feito de cinza, de teia, de bruma, de sopro do que de carne e osso. Aproximou-se e tocou o meu ombro:
        — Vejo que aprecia essas imagens antigas — sussurrou-me com sua voz débil. E descerrando os lábios murchos num sorriso amável: – Tenho na sacristia algumas preciosidades. Quer vê-las?
       Solícito e trêmulo foi-me mostrando os pequenos tesouros da sua igreja: um mural de cores remotas e tênues como as de um pobre véu esgarçado na distância; uma Nossa Senhora de mãos carunchadas e grandes olhos cheios de lágrimas; dois anjos tocheiros que teriam sido esculpidos por Aleijadinho, pois dele tinham a inconfundível marca nos traços dos rostos severos e nobres, de narizes já carcomidos… Mostrou-me todas as raridades, tão velhas e tão gastas quanto ele próprio. Em seguida, desvanecido com o interesse que demonstrei por tudo, acompanhou-me cheio de gratidão até a porta.
          — Volte sempre — pediu-me.
       — Impossível — eu disse. — Não moro aqui, mas, em todo o caso, quem sabe um dia… — acrescentei sem nenhuma esperança.
      — E então, até logo! — ele murmurou descerrando os lábios num sorriso que me pareceu melancólico como o destroço de um naufrágio.
        Olhei-o. Sob a luz azulada do crepúsculo, aquela face branca e transparente era de tamanha fragilidade, que cheguei a me comover. Até logo?… “Então, adeus!”, ele deveria ter dito. Eu ia embarcar para o Rio no dia seguinte e não tinha nenhuma ideia de voltar tão cedo à Bahia. E mesmo que voltasse, encontraria ainda de pé aquela igrejinha arruinada que achei por acaso em meio das minhas andanças? E mesmo que desse de novo com ela, encontraria vivo aquele ser tão velhinho que mais parecia um antigo morto esquecido de partir?!…
        Ouça, leitor: tenho poucas certezas nesta incerta vida, tão poucas que poderia enumerá-las nesta breve linha. Porém, uma certeza eu tive naquele instante, a mais absoluta das certezas: “Jamais o verei.” Apertei-lhe a mão, que tinha a mesma frialdade seca da morte.
          — Até logo! – eu disse cheia de enternecimento pelo seu ingênuo otimismo. Afastei-me e de longe ainda o vi, imóvel no topo da escadaria. A brisa agitava-lhe os cabelos ralos e murchos como uma chama prestes a extinguir-se. “Então, adeus!”, pensei comovida ao acenar-lhe pela última vez. “Adeus.”
           Nesta mesma noite houve o clássico jantar de despedida em casa de um casal amigo. E, em meio de um grupo, eu já me encaminhava para a mesa, quando de repente alguém tocou o meu ombro, um toque muito leve, mais parecia o roçar de uma folha seca.
             Voltei-me. Diante de mim, o padre velhinho sorria.
              — Boa noite!
              Fiquei muda. Ali estava aquele de quem horas antes eu me despedira para sempre.
             — Que coincidência… — balbuciei afinal. Foi a única banalidade que me ocorreu dizer.— Eu não esperava vê-lo… tão cedo.
          Ele sorria, sorria sempre. E desta vez achei que aquele sorriso era mais malicioso do que melancólico. Era como se ele tivesse adivinhado meu pensamento quando nos despedimos na igreja e agora então, de um certo modo desafiante, estivesse a divertir-se com a minha surpresa. “Eu não disse até logo?”, os olhinhos enevoados pareciam perguntar com ironia.
           Durante o jantar ruidoso e calorento, lembrei-me de Kipling. “Sim, grande e estranho é o mundo. Mas principalmente estranho…”
                Meu vizinho da esquerda quis saber entre duas garfadas:
                — Então a senhora vai mesmo nos deixar amanhã?
               Olhei para a bolsa que tinha no regaço e dentro da qual já estava minha passagem de volta com a data do dia seguinte. E sorri para o velhinho lá na ponta da mesa.
                 — Ah, não sei… Antes eu sabia, mas agora já não sei.

Disponível em: <http://www.releituras.com.br/lftelles_entaoadeus_imp.asp.> Acesso em: 06 jul. 2020.
Assinale a alternativa que analisa corretamente a função da oração em destaque no trecho “[…] arruinada igreja que encontrei por lá [...]”.
Alternativas
Q2116860 Português
          Você vai ao cinema e pede uma pipoca. Enquanto o filme dura duas horas, o petisco não dura nem dez minutos. Esse é um exemplo de como ficamos diante dos alimentos chamados “hiperpalatáveis”. A composição desses alimentos ativa mecanismos no cérebro que postergam a sensação de saciedade – fazendo com que simplesmente não consigamos parar de comê-los.
       Muitos artigos científicos e documentários se dedicaram aos hiperpalatáveis, mas um novo estudo publicado no periódico científico Obesity destaca que esses alimentos “têm sido definidos com termos descritivos, mas sem uma definição padrão”.
       De 2000 a 2018, segundo o artigo na Obesity, o número anual de publicações sobre os alimentos palatáveis aumentou 550%, demonstrando o alto interesse pelo tema nas pesquisas sobre nutrição. O problema é que as descrições dos alimentos hiperpalatáveis são genéricas ou muito restritivas. Por exemplo, uma descrição sugere que os hiperpalatáveis são qualquer alimento adquirido em uma rede de fast food. No entanto, alguns desses lugares também vendem saladas ou alimentos grelhados, que não são o mesmo que um hambúrguer com queijo. Assim, com definições tão genéricas, há alimentos hiperpalatáveis que acabam não entrando na categoria de perigosos ou viciantes porque não estão em redes de fast food.
         Os autores do estudo, da Universidade do Kansas, nos EUA, propõem agora um método mais certeiro para identificação dos hiperpalatáveis, focando nas informações nutricionais que podem ser observadas durante a compra. Os autores criaram três categorias de alimentos hiperpalatáveis combinando informações sobre a presença de gorduras, açúcares e sódio: 25% ou mais das calorias vindas de gorduras e mais de 0,3% do peso constituído de sódio; mais de 20% das calorias vindas de gorduras e outra porcentagem superior a 20% de açúcares; cerca de 40% das calorias constituídas de carboidratos e mais de 0,2% do peso constituído de sódio.
      Os alimentos ricos em sódio, açúcar e gorduras aumentam a propensão a obesidade, hipertensão arterial e diabetes, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).
      Com a categorização, os pesquisadores analisaram mais de 8 mil alimentos vendidos nos Estados Unidos. Desses, 62% preenchiam os requisitos de uma das três categorias, como pizzas, alimentos fritos e doces.
     Os pesquisadores reconhecem algumas limitações do estudo, como a concentração em alimentos sólidos.

(Provou, já era: como identificar os alimentos hiperpalatáveis, dos quais é
(quase) impossível fugir. www.bbc.com, 29.11.2019. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a concordância verbal e nominal está em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa:
Alternativas
Respostas
23781: B
23782: A
23783: C
23784: C
23785: B
23786: A
23787: A
23788: A
23789: C
23790: D
23791: B
23792: B
23793: D
23794: B
23795: D
23796: B
23797: A
23798: D
23799: C
23800: A