Questões de Concurso
Comentadas sobre sintaxe em português
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Assim será melhor, meu bem!
Sintaticamente esse recurso expressivo é conhecido como:
1. Fernanda é meio explosiva. 2. Por favor, meia caneca de café! 3. Compramos bastante uniformes para voltar à escola. 4. A entrada de gatos é proibida na casa.
Somente estão corretas:
Assim será melhor, meu bem!
Sintaticamente esse recurso expressivo é conhecido como:




I.Os substantivos: "festa"; "templo" e "loja" são dissílabos paroxítonos. II.A preposição da expressão: "muda de lugar" é imposta pela regência verbal. III.A frase exclamativa: "Logo, tua casa é uma Festa!" exemplifica uso de metáfora. IV.A repetição da expressão: "Faz da tua casa" exemplifica uso da figura de linguagem identificada por: "anáfora".
Após análise, marque a alternativa CORRETA.
I.Os substantivos: "festa"; "templo" e "loja" são dissílabos paroxítonos. II.A preposição da expressão: "muda de lugar" é imposta pela regência verbal. III.A frase exclamativa: "Logo, tua casa é uma Festa!" exemplifica uso de metáfora. IV.A repetição da expressão: "Faz da tua casa" exemplifica uso da figura de linguagem identificada por: "anáfora".
Após análise, marque a alternativa CORRETA.
I.A primeira oração inicia com verbo irregular de segunda conjugação no modo imperativo afirmativo. II.No período, temos pronome possessivo dissílabo paroxítono. III.Pode-se identificar a pessoa do discurso pelo modo imperativo afirmativo na segunda pessoa do singular. IV.O substantivo: "festa" exerce função sintática de complemento verbal direto de "faz". V.Os substantivos usados na construção do período são todos abstratos. VI.A combinação prepositiva: "da" é imposta pela concordância e regência verbais.
Após análise, marque a alternativa CORRETA:
1. Relacione corretamente as colunas 1 e 2.
Coluna 1 Sentidos 1. Causa 2. Consequência 3. Concessão 4. Condição 5. Finalidade
Coluna 2 Períodos ( ) Como ainda possuíam um pouco de gentileza, começaram a receber bem os convidados. ( ) A alegria morava tão vizinha que, de insano, pensei que fosse minha. ( ) Se o poeta olhasse a natureza, veria muita beleza. ( ) Trazia o livro na mochila para que ficasse resguardado da chuva. ( ) Por mais que não quisesse, teve que aprender gramática normativa.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
1. O verso “cujas formas simples são obra” e a frase “Essas vaidades são seu segredo” apresentam a mesma concordância correta do verbo “ser” usado em sujeito e predicativo com números diferentes. 2. Na frase “O mundo é ilusões” a concordância verbal feita busca enfatizar a palavra “mundo”. 3. Em “Hoje são 15 de maio”, a concordância verbal está errada. 4. Em “Três quilômetros são suficiente para a prova de corrida” temos uma correta concordância do verbo “ser” que concorda com o sujeito. 5. Em: “Soou cinco badaladas aquele velho relógio colocado no alpendre do casarão” a concordância verbal está correta.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
TEXTO
O texto abaixo servirá de base para responder a questão.
Uma crônica sobre o vazio deixado pelas festas de Natal durante a pandemia
domingo 03 janeiro 2021 0:00 Por Italo Wolff
Pela primeira vez em minha vida, eu passei a noite do dia 24 de dezembro distante de minha família. Sendo órfão e tendo sido criado pelos avós em uma casa marcada pela tragédia, o Natal sempre foi para mim uma reafirmação dos laços de parentesco e da normalidade. Nunca fomos religiosos, mas o pinheiro cheio de enfeites, o presépio com seus pequenos camelos de plástico e o forro de mesa verde e vermelho e dourado pareciam querer dizer que, apesar de tudo, estávamos juntos - éramos uma família unida por tradições estranhas, mas capaz de demonstrar o amor que sentimos uns pelos outros.
Neste ano, a celebração seria mais do que bem-vinda. A estoica matriarca da família, de 94 anos, hoje viúva e solitária, disse que não se importava com pandemia alguma; preferia contrair uma doença mortal do que admitir em seus últimos anos que o caos e a tragédia do mundo haviam vencido. Naturalmente, o restante da família desconsiderou a ideia e obrigou o amor, desajeitado, a procurar outras vias para se manifestar: telefonemas, chamadas de vídeo e entrega de presentes a distância.
Entretanto, percebemos - eu percebi, na voz da matriarca da família - que alguma coisa se rompeu neste Natal. Não houve o reassegurar de normalidade nenhuma - porque nada está normal - e nem a tranquilização da presença dos parentes que, de uma forma ou outra, calharam de sobreviver juntos e decidem continuar unidos. Talvez a matriarca não esteja mais por aqui no ano que vem; talvez os primos decidam aproveitar essa suspensão temporária para interromper o Natal de vez, passando a dedicar as noites do dia 24 às festas nas casas das famílias de seus respectivos cônjuges.
Famílias que vivem espalhadas em duas casas ou mais precisam de oportunidades para elaborar sua identidade enquanto grupo. Ainda que o afeto esteja presente no dia a dia, as datas comemorativas fazem parte de quem somos. Individualmente, sei que o núcleo de minha família perdeu membros demais e começou a ganhar novos integrantes distantes demais para que consiga permanecer unida por mais muito tempo, com pandemia ou sem. Mas, em larga escala, me pergunto o impacto geral que um ano de Natal proibido teve na sociedade.
https://www.jornalopcao.com.br/reportagens/o-ultimo-natal-304313/ Acessado em 29/03/2021
TEXTO
O texto abaixo servirá de base para responder a questão.
Uma crônica sobre o vazio deixado pelas festas de Natal durante a pandemia
domingo 03 janeiro 2021 0:00 Por Italo Wolff
Pela primeira vez em minha vida, eu passei a noite do dia 24 de dezembro distante de minha família. Sendo órfão e tendo sido criado pelos avós em uma casa marcada pela tragédia, o Natal sempre foi para mim uma reafirmação dos laços de parentesco e da normalidade. Nunca fomos religiosos, mas o pinheiro cheio de enfeites, o presépio com seus pequenos camelos de plástico e o forro de mesa verde e vermelho e dourado pareciam querer dizer que, apesar de tudo, estávamos juntos - éramos uma família unida por tradições estranhas, mas capaz de demonstrar o amor que sentimos uns pelos outros.
Neste ano, a celebração seria mais do que bem-vinda. A estoica matriarca da família, de 94 anos, hoje viúva e solitária, disse que não se importava com pandemia alguma; preferia contrair uma doença mortal do que admitir em seus últimos anos que o caos e a tragédia do mundo haviam vencido. Naturalmente, o restante da família desconsiderou a ideia e obrigou o amor, desajeitado, a procurar outras vias para se manifestar: telefonemas, chamadas de vídeo e entrega de presentes a distância.
Entretanto, percebemos - eu percebi, na voz da matriarca da família - que alguma coisa se rompeu neste Natal. Não houve o reassegurar de normalidade nenhuma - porque nada está normal - e nem a tranquilização da presença dos parentes que, de uma forma ou outra, calharam de sobreviver juntos e decidem continuar unidos. Talvez a matriarca não esteja mais por aqui no ano que vem; talvez os primos decidam aproveitar essa suspensão temporária para interromper o Natal de vez, passando a dedicar as noites do dia 24 às festas nas casas das famílias de seus respectivos cônjuges.
Famílias que vivem espalhadas em duas casas ou mais precisam de oportunidades para elaborar sua identidade enquanto grupo. Ainda que o afeto esteja presente no dia a dia, as datas comemorativas fazem parte de quem somos. Individualmente, sei que o núcleo de minha família perdeu membros demais e começou a ganhar novos integrantes distantes demais para que consiga permanecer unida por mais muito tempo, com pandemia ou sem. Mas, em larga escala, me pergunto o impacto geral que um ano de Natal proibido teve na sociedade.
https://www.jornalopcao.com.br/reportagens/o-ultimo-natal-304313/ Acessado em 29/03/2021
Assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo corretamente:
Quando ficaram cara ____ cara, pediu desculpas, fazendo referência ___ atitude que teve outrora.
Leia a charge para responder à questão:

Disponível em: https://tirasdidaticas.files.wordpress.com/2017/12/rato89_mim_pq1.jpg?w=640. Acesso em: 08 de abril de 2021.
Leia o Texto para responder à questão.
Febre amarela pode virar uma endemia em São Paulo: o que fazer
A circulação do vírus no estado deve virar uma constante, o que exige cuidados a mais com vacinação e controle dos mosquitos nos próximos dias e anos
É possível que a febre amarela vire uma endemia no estado de São Paulo (SP). Ou seja, o ciclo de transmissão deve se manter ao menos pelos próximos anos. Segundo o coordenador de controle de doenças da Secretaria de Estado da Saúde, Marcos Boulos, o fato de macacos terem sido flagrados com o vírus no inverno sugere que essa doença veio para ficar, exigindo cuidados adicionais com a vacina.
Atenção: isso não quer dizer que todo ponto do estado possui um alto risco de infecções, nem que a febre amarela se urbanizou. Por enquanto, ela segue eminentemente restrita a zonas próximas a mata, onde os mosquitos Sabethes e Haemagogus a transmitem para os macacos e os seres humanos das redondezas.
A diferença é que, ao contrário de anos atrás, o vírus não é mais um visitante. Ele chegou às regiões de mata e, possivelmente, vai virar uma ameaça crônica a quem visita essas regiões ou cidades relativamente próximas a elas. Não há, por ora, risco iminente de a febre amarela ser transmitida pelo Aedes aegypti.
De qualquer forma, essa possibilidade de endemia em São Paulo reforça a necessidade de pensar na vacinação. No momento, os governos federal, estadual e municipal já estão conduzindo campanhas para bloquear o surto.
A ideia é, com o auxílio de doses fracionadas, impedir que a febre amarela se alastre para regiões urbanas. Mas a Secretaria do Estado de Saúde de São Paulo já disse que almeja imunizar praticamente toda a população sem contraindicação contra essa doença.
Da sua parte, é vital checar se a região em que você mora ou trabalha oferece um risco de contágio para febre amarela. Vai viajar? Então pesquise se o destino teve surtos ou se é uma zona com indicação para a vacina.
Disponível em: https://saude.abril.com.br/medicina/febre-amarela-endemia-em-sao-paulo-o-que-fazer/. Acesso em: 08 de abril de
2021. Adaptado
O conectivo em destaque estabelece com a oração anterior relação semântica de:
Leia o Texto para responder à questão.
Febre amarela pode virar uma endemia em São Paulo: o que fazer
A circulação do vírus no estado deve virar uma constante, o que exige cuidados a mais com vacinação e controle dos mosquitos nos próximos dias e anos
É possível que a febre amarela vire uma endemia no estado de São Paulo (SP). Ou seja, o ciclo de transmissão deve se manter ao menos pelos próximos anos. Segundo o coordenador de controle de doenças da Secretaria de Estado da Saúde, Marcos Boulos, o fato de macacos terem sido flagrados com o vírus no inverno sugere que essa doença veio para ficar, exigindo cuidados adicionais com a vacina.
Atenção: isso não quer dizer que todo ponto do estado possui um alto risco de infecções, nem que a febre amarela se urbanizou. Por enquanto, ela segue eminentemente restrita a zonas próximas a mata, onde os mosquitos Sabethes e Haemagogus a transmitem para os macacos e os seres humanos das redondezas.
A diferença é que, ao contrário de anos atrás, o vírus não é mais um visitante. Ele chegou às regiões de mata e, possivelmente, vai virar uma ameaça crônica a quem visita essas regiões ou cidades relativamente próximas a elas. Não há, por ora, risco iminente de a febre amarela ser transmitida pelo Aedes aegypti.
De qualquer forma, essa possibilidade de endemia em São Paulo reforça a necessidade de pensar na vacinação. No momento, os governos federal, estadual e municipal já estão conduzindo campanhas para bloquear o surto.
A ideia é, com o auxílio de doses fracionadas, impedir que a febre amarela se alastre para regiões urbanas. Mas a Secretaria do Estado de Saúde de São Paulo já disse que almeja imunizar praticamente toda a população sem contraindicação contra essa doença.
Da sua parte, é vital checar se a região em que você mora ou trabalha oferece um risco de contágio para febre amarela. Vai viajar? Então pesquise se o destino teve surtos ou se é uma zona com indicação para a vacina.
Disponível em: https://saude.abril.com.br/medicina/febre-amarela-endemia-em-sao-paulo-o-que-fazer/. Acesso em: 08 de abril de
2021. Adaptado
O sintagma sublinhado e numerado que exerce a mesma função sintática que o de número (4) é o: