Questões de Concurso Comentadas sobre sintaxe em português

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Ano: 2026 Banca: IV - UFG Órgão: Prefeitura de Valparaíso de Goiás - GO Provas: IV - UFG - 2026 - Prefeitura de Valparaíso de Goiás - GO - Assistente Social | IV - UFG - 2026 - Prefeitura de Valparaíso de Goiás - GO - Cirurgião-Dentista | IV - UFG - 2026 - Prefeitura de Valparaíso de Goiás - GO - Enfermeiro | IV - UFG - 2026 - Prefeitura de Valparaíso de Goiás - GO - Engenheiro Civil | IV - UFG - 2026 - Prefeitura de Valparaíso de Goiás - GO - Farmacêutico - 30h e 40h | IV - UFG - 2026 - Prefeitura de Valparaíso de Goiás - GO - Biomédico | IV - UFG - 2026 - Prefeitura de Valparaíso de Goiás - GO - Bioquímico | IV - UFG - 2026 - Prefeitura de Valparaíso de Goiás - GO - Professor de Ensino Fundamental dos Anos Finais - Inglês | IV - UFG - 2026 - Prefeitura de Valparaíso de Goiás - GO - Professor de Ensino Fundamental dos Anos Finais - Matemática | IV - UFG - 2026 - Prefeitura de Valparaíso de Goiás - GO - Professor de Ensino Fundamental dos Anos Finais - Música | IV - UFG - 2026 - Prefeitura de Valparaíso de Goiás - GO - Professor de Ensino Fundamental dos Anos Finais - Português | IV - UFG - 2026 - Prefeitura de Valparaíso de Goiás - GO - Médico Clinico Geral | IV - UFG - 2026 - Prefeitura de Valparaíso de Goiás - GO - Professor de Ensino Fundamental dos Anos Finais - Espanhol | IV - UFG - 2026 - Prefeitura de Valparaíso de Goiás - GO - Professor de Ensino Fundamental dos Anos Finais - Geografia | IV - UFG - 2026 - Prefeitura de Valparaíso de Goiás - GO - Professor de Ensino Fundamental dos Anos Finais - História | IV - UFG - 2026 - Prefeitura de Valparaíso de Goiás - GO - Professor de Ensino Fundamental dos Anos Finais - Ciências | IV - UFG - 2026 - Prefeitura de Valparaíso de Goiás - GO - Nutricionista | IV - UFG - 2026 - Prefeitura de Valparaíso de Goiás - GO - Professor de Ensino Fundamental dos Anos Finais - Educação Artística | IV - UFG - 2026 - Prefeitura de Valparaíso de Goiás - GO - Professor de Ensino Fundamental dos Anos Finais - Educação Física | IV - UFG - 2026 - Prefeitura de Valparaíso de Goiás - GO - Psicólogo | IV - UFG - 2026 - Prefeitura de Valparaíso de Goiás - GO - Professor de Ensino Fundamental dos Anos Finais - Ensino Religioso | IV - UFG - 2026 - Prefeitura de Valparaíso de Goiás - GO - Terapeuta Ocupacional | IV - UFG - 2026 - Prefeitura de Valparaíso de Goiás - GO - Veterinário | IV - UFG - 2026 - Prefeitura de Valparaíso de Goiás - GO - Fisioterapeuta | IV - UFG - 2026 - Prefeitura de Valparaíso de Goiás - GO - Fonoaudiólogo |
Q3963135 Português

Leia o Texto 2 para responder à questão.



Texto 2


a favor dos sem partido

sem dinheiro pra passagem

a favor dos estudantes

emperrando as engrenagens

a favor de uma garota

que tinha um olhar selvagem

e carregava um cartaz

escrito apenas “CORAGEM”

vou às ruas e hoje escrevo

uma balada-homenagem


vi um velho de muletas –

velhice = jardinagem –

caminhar cinco quilômetros

na maior camaradagem

vi uma mulher dançando

com seus cabelos na aragem

do alto de um edifício

incentivando a passagem

da passeata – e por isso

rendo aqui minha homenagem


que o governo não ignore –

nem se esconda na folhagem

da retórica política –

essa universal mensagem

pra que a esperança não morra

depois de nadar, na margem

nem a justiça se torne 

iada, rancor, miragem

– ao eventual ouvinte

do poder, presto homenagem 


dói o dia, dói a vida

dói em cada cartilagem

à dor, cerne da poesia

me doo nesta homenagem.



CORSALETTI, Fabrício. Balada a favor das últimas manifestações. In:  

CORSALETTI, F. Baladas. São Paulo: Companhia das Letras, 2016. 

Em textos poéticos, expressões podem ser empregadas com sentido metafórico em diferentes configurações sintáticas. Por meio da análise do trecho do poema “nem se esconda na folhagem/ da retórica política”, identifica-se que a expressão “na folhagem” desempenha a função sintática de
Alternativas
Q3963123 Português
Patente leva quase 17 anos e pressiona votação do PL 5.810


Para pacientes que convivem com lesões medulares, o tempo não é apenas um dado técnico — é esperança, autonomia e qualidade de vida.

Quando um tratamento revolucionário com potencial de regeneração celular leva 17 anos para receber uma decisão administrativa, o atraso não afeta apenas o inventor: ele reverbera sobre pessoas que aguardam avanços capazes de devolver mobilidade.

Foi esse o cenário vivido pela polilaminina, desenvolvida pela pesquisadora Tatiana Sampaio, da UFRJ, cujo pedido de patente tramitou por quase duas décadas no Brasil. O caso trouxe uma dimensão humana ao debate jurídico e regulatório e reacendeu no Congresso Nacional a discussão em torno do Projeto de Lei 5.810/2025, que propõe recomposição de prazos por atrasos na análise de patentes.

Protocolado em 2008, o pedido só teve resposta do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) em 2025. Durante todo esse período, o prazo legal de vigência da patente seguiu em curso. Quando a decisão foi publicada, parte relevante do tempo de proteção já havia sido consumida — antes que a tecnologia pudesse avançar plenamente rumo à aplicação terapêutica.

O episódio passou a ilustrar uma distorção com efeitos diretos sobre a saúde e a inovação médica: a demora administrativa reduz, na prática, o tempo útil de proteção de tecnologias que exigem décadas de pesquisa, investimentos elevados e cooperação com centros clínicos. É esse desequilíbrio que o projeto em análise busca enfrentar.

Tatiana Sampaio dedicou 25 anos à investigação científica até desenvolver a tecnologia baseada em polilaminina, associada a estudos de regeneração celular e reconstrução de conexões neurais.

Experimentos indicam potencial de estímulo ao crescimento e à diferenciação celular, área estratégica da medicina regenerativa. O trabalho ganhou repercussão por representar avanço promissor para pacientes com lesões medulares que convivem com perda de mobilidade.

Iniciativas dessa complexidade envolvem investigação básica prolongada, validação laboratorial, etapas adicionais de desenvolvimento e eventual cooperação com centros clínicos e parceiros industriais. A transformação da descoberta em aplicação terapêutica depende de ambiente regulatório estável e previsibilidade para alocação de capital.

Quando o tempo útil de proteção se reduz, o retorno dos recursos aplicados e a viabilidade do projeto ficam comprometidos.

No modelo brasileiro, o prazo começa a contar no momento do depósito, enquanto a proteção plena só se consolida com a concessão formal.

Se a análise se estende por mais de uma década, parcela relevante desse prazo é consumida antes que o titular possa exercer plenamente o direito.

Em setores intensivos em capital e conhecimento, como o de biotecnologia e farmacêutico, essa compressão limita a capacidade de atrair investimento, dificulta o licenciamento da tecnologia e encurta a janela de recuperação dos recursos aplicados ao longo de décadas para sustentar novas descobertas.

A demora administrativa aumenta o custo do capital e eleva o grau de incerteza em projetos que já envolvem risco científico e financeiro elevado.

Os números indicam pressão sobre o sistema.

Informações do Instituto Nacional da Propriedade Industrial mostram que, entre janeiro e maio de 2025, foram concedidas 1.835 patentes, enquanto 6.975 novos pedidos foram protocolados no mesmo período, evidenciando descompasso entre demanda e capacidade de exame.

No cenário internacional, o Brasil perdeu posições no Índice Global de Inovação, elaborado pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), e apresentou o menor volume de concessões em cinco anos, segundo dados oficiais do INPI.

Esses indicadores reforçam a percepção de que o tempo de análise influencia diretamente a competitividade do país em setores de maior intensidade tecnológica




https://www.cnnbrasil.com.br/branded-content/saude/patente-leva-quas e-17-anos-e-pressiona-votacao-do-pl-5-810/
"Esses indicadores reforçam a percepção de que o tempo de análise influencia diretamente a competitividade do país em setores de maior intensidade tecnológica."
A oração que começa com 'de que o tempo de análise...' é classificada sintaticamente como:
Alternativas
Q3963122 Português
Patente leva quase 17 anos e pressiona votação do PL 5.810


Para pacientes que convivem com lesões medulares, o tempo não é apenas um dado técnico — é esperança, autonomia e qualidade de vida.

Quando um tratamento revolucionário com potencial de regeneração celular leva 17 anos para receber uma decisão administrativa, o atraso não afeta apenas o inventor: ele reverbera sobre pessoas que aguardam avanços capazes de devolver mobilidade.

Foi esse o cenário vivido pela polilaminina, desenvolvida pela pesquisadora Tatiana Sampaio, da UFRJ, cujo pedido de patente tramitou por quase duas décadas no Brasil. O caso trouxe uma dimensão humana ao debate jurídico e regulatório e reacendeu no Congresso Nacional a discussão em torno do Projeto de Lei 5.810/2025, que propõe recomposição de prazos por atrasos na análise de patentes.

Protocolado em 2008, o pedido só teve resposta do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) em 2025. Durante todo esse período, o prazo legal de vigência da patente seguiu em curso. Quando a decisão foi publicada, parte relevante do tempo de proteção já havia sido consumida — antes que a tecnologia pudesse avançar plenamente rumo à aplicação terapêutica.

O episódio passou a ilustrar uma distorção com efeitos diretos sobre a saúde e a inovação médica: a demora administrativa reduz, na prática, o tempo útil de proteção de tecnologias que exigem décadas de pesquisa, investimentos elevados e cooperação com centros clínicos. É esse desequilíbrio que o projeto em análise busca enfrentar.

Tatiana Sampaio dedicou 25 anos à investigação científica até desenvolver a tecnologia baseada em polilaminina, associada a estudos de regeneração celular e reconstrução de conexões neurais.

Experimentos indicam potencial de estímulo ao crescimento e à diferenciação celular, área estratégica da medicina regenerativa. O trabalho ganhou repercussão por representar avanço promissor para pacientes com lesões medulares que convivem com perda de mobilidade.

Iniciativas dessa complexidade envolvem investigação básica prolongada, validação laboratorial, etapas adicionais de desenvolvimento e eventual cooperação com centros clínicos e parceiros industriais. A transformação da descoberta em aplicação terapêutica depende de ambiente regulatório estável e previsibilidade para alocação de capital.

Quando o tempo útil de proteção se reduz, o retorno dos recursos aplicados e a viabilidade do projeto ficam comprometidos.

No modelo brasileiro, o prazo começa a contar no momento do depósito, enquanto a proteção plena só se consolida com a concessão formal.

Se a análise se estende por mais de uma década, parcela relevante desse prazo é consumida antes que o titular possa exercer plenamente o direito.

Em setores intensivos em capital e conhecimento, como o de biotecnologia e farmacêutico, essa compressão limita a capacidade de atrair investimento, dificulta o licenciamento da tecnologia e encurta a janela de recuperação dos recursos aplicados ao longo de décadas para sustentar novas descobertas.

A demora administrativa aumenta o custo do capital e eleva o grau de incerteza em projetos que já envolvem risco científico e financeiro elevado.

Os números indicam pressão sobre o sistema.

Informações do Instituto Nacional da Propriedade Industrial mostram que, entre janeiro e maio de 2025, foram concedidas 1.835 patentes, enquanto 6.975 novos pedidos foram protocolados no mesmo período, evidenciando descompasso entre demanda e capacidade de exame.

No cenário internacional, o Brasil perdeu posições no Índice Global de Inovação, elaborado pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), e apresentou o menor volume de concessões em cinco anos, segundo dados oficiais do INPI.

Esses indicadores reforçam a percepção de que o tempo de análise influencia diretamente a competitividade do país em setores de maior intensidade tecnológica




https://www.cnnbrasil.com.br/branded-content/saude/patente-leva-quas e-17-anos-e-pressiona-votacao-do-pl-5-810/
"Foi esse o cenário vivido pela polilaminina, desenvolvida pela pesquisadora Tatiana Sampaio, da UFRJ, cujo pedido de patente tramitou por quase duas décadas no Brasil."
Com base na classificação do tipo de predicado presente no trecho, identifique a alternativa correta.
Alternativas
Q3963119 Português
Patente leva quase 17 anos e pressiona votação do PL 5.810


Para pacientes que convivem com lesões medulares, o tempo não é apenas um dado técnico — é esperança, autonomia e qualidade de vida.

Quando um tratamento revolucionário com potencial de regeneração celular leva 17 anos para receber uma decisão administrativa, o atraso não afeta apenas o inventor: ele reverbera sobre pessoas que aguardam avanços capazes de devolver mobilidade.

Foi esse o cenário vivido pela polilaminina, desenvolvida pela pesquisadora Tatiana Sampaio, da UFRJ, cujo pedido de patente tramitou por quase duas décadas no Brasil. O caso trouxe uma dimensão humana ao debate jurídico e regulatório e reacendeu no Congresso Nacional a discussão em torno do Projeto de Lei 5.810/2025, que propõe recomposição de prazos por atrasos na análise de patentes.

Protocolado em 2008, o pedido só teve resposta do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) em 2025. Durante todo esse período, o prazo legal de vigência da patente seguiu em curso. Quando a decisão foi publicada, parte relevante do tempo de proteção já havia sido consumida — antes que a tecnologia pudesse avançar plenamente rumo à aplicação terapêutica.

O episódio passou a ilustrar uma distorção com efeitos diretos sobre a saúde e a inovação médica: a demora administrativa reduz, na prática, o tempo útil de proteção de tecnologias que exigem décadas de pesquisa, investimentos elevados e cooperação com centros clínicos. É esse desequilíbrio que o projeto em análise busca enfrentar.

Tatiana Sampaio dedicou 25 anos à investigação científica até desenvolver a tecnologia baseada em polilaminina, associada a estudos de regeneração celular e reconstrução de conexões neurais.

Experimentos indicam potencial de estímulo ao crescimento e à diferenciação celular, área estratégica da medicina regenerativa. O trabalho ganhou repercussão por representar avanço promissor para pacientes com lesões medulares que convivem com perda de mobilidade.

Iniciativas dessa complexidade envolvem investigação básica prolongada, validação laboratorial, etapas adicionais de desenvolvimento e eventual cooperação com centros clínicos e parceiros industriais. A transformação da descoberta em aplicação terapêutica depende de ambiente regulatório estável e previsibilidade para alocação de capital.

Quando o tempo útil de proteção se reduz, o retorno dos recursos aplicados e a viabilidade do projeto ficam comprometidos.

No modelo brasileiro, o prazo começa a contar no momento do depósito, enquanto a proteção plena só se consolida com a concessão formal.

Se a análise se estende por mais de uma década, parcela relevante desse prazo é consumida antes que o titular possa exercer plenamente o direito.

Em setores intensivos em capital e conhecimento, como o de biotecnologia e farmacêutico, essa compressão limita a capacidade de atrair investimento, dificulta o licenciamento da tecnologia e encurta a janela de recuperação dos recursos aplicados ao longo de décadas para sustentar novas descobertas.

A demora administrativa aumenta o custo do capital e eleva o grau de incerteza em projetos que já envolvem risco científico e financeiro elevado.

Os números indicam pressão sobre o sistema.

Informações do Instituto Nacional da Propriedade Industrial mostram que, entre janeiro e maio de 2025, foram concedidas 1.835 patentes, enquanto 6.975 novos pedidos foram protocolados no mesmo período, evidenciando descompasso entre demanda e capacidade de exame.

No cenário internacional, o Brasil perdeu posições no Índice Global de Inovação, elaborado pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), e apresentou o menor volume de concessões em cinco anos, segundo dados oficiais do INPI.

Esses indicadores reforçam a percepção de que o tempo de análise influencia diretamente a competitividade do país em setores de maior intensidade tecnológica




https://www.cnnbrasil.com.br/branded-content/saude/patente-leva-quas e-17-anos-e-pressiona-votacao-do-pl-5-810/
"Quando o tempo útil de proteção se reduz, o retorno dos recursos aplicados e a viabilidade do projeto ficam comprometidos."
No trecho, o verbo 'ficar' está flexionado no plural, concordando adequadamente com o sujeito composto. A seguir, analise outros enunciados com diferentes tipos de sujeito quanto à concordância verbal e nominal.

I.As crianças mesmo escolheram os livros que iriam ler na biblioteca.
II.Faltou um candidato e um supervisor para a prova de língua portuguesa.
III.Marcos com sua esposa abriu uma cafeteria próximo à universidade federal.
IV.Eram sete e vinte da manhã quando cheguei para fazer a prova do concurso.

Há concordância adequada segundo a norma-padrão em: 
Alternativas
Q3963110 Português
A organização das orações no período pode ocorrer por relações de dependência ou de autonomia sintática, conferindo diferentes ritmos e sentidos ao texto. No que tange aos processos sintáticos, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Ano: 2026 Banca: SELECON Órgão: EMGEPRON Provas: SELECON - 2026 - EMGEPRON - Advogado | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista Técnico (Arquivista) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista Técnico (Finanças) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista Técnico (Gerenciamento de Portfólio) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista Técnico (Gestão do Conhecimento) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista de Projetos Navais - Analista Técnico (Gestão) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Engenheiro (Planejamento e Controle) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista Técnico (Licitações e Contratos) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Contador | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Engenheiro Civil | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Contador (Tributos) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Engenheiro de Segurança do Trabalho | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista Técnico (Nuclear) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista Técnico (Rede de Computadores/Suporte Técnico) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Enfermeiro | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista Técnico (Segurança da Informação) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Médico Fisiatra | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Engenheiro de Controle e Automação | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Físico Médico | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Médico Gastroenterologista | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Médico Nefrologista | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Engenheiro Mecatrônico | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Médico Hematologista | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Engenheiro Eletricista | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Agente de Manobras | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Engenheiro Eletrônico | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Engenheiro Naval | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista de Administração | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Engenheiro Mecânico (Construção Naval) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista de Recursos Humanos | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista de Recursos Humanos (Assistente Social) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista de Recursos Humanos (Folha de Pagamentos) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista de Sistemas (Desenvolvimento de Sistemas) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Engenheiro Químico | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Farmacêutico | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Médico Dermatopatologista | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Médico do Trabalho | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Médico Anestesiologista | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Fisioterapeuta | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Médico Oncologista | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Médico Radiologista Intervencionista | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Médico Radioterapeuta | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Arquiteto | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Nutricionista | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Oceonográfo | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Químico (Fabril Farmacêutico) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Biólogo | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Engenheiro de Produção |
Q3963053 Português

Leia o texto a seguir:



Fórum Econômico Mundial começa nesta

segunda-feira em Davos



    Começa nesta segunda-feira (19), em Davos, na Suíça, o Fórum Econômico Mundial. Há 55 anos, o encontro reúne líderes políticos e dirigentes de empresas das principais economias mundiais. O tema do evento, que ocorre até dia 23, é “Um Espírito de Diálogo”, buscando promover a cooperação entre líderes políticos, empresários e organizações.

    O fórum contará com a participação de mais de 3 mil delegados de mais de 130 países, incluindo 64 chefes de Estado e de governo, de acordo com a organização. A representante do governo brasileiro será a ministra da Gestão e da Inovação dos Serviços Públicos, Esther Dweck.

    Ela irá participar de diferentes debates, entre eles a reunião do Global Digital Collaboration (GDC), grupo que envolve governos, sociedade civil, organismos internacionais e empresas com foco em soluções digitais. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva já participou de edições anteriores, mas não vai a Davos em 2026.



Concentração de riqueza


    Um relatório divulgado nesta segunda-feira pela Oxfam Brasil, por ocasião da abertura do Fórum Econômico Mundial, aponta que a riqueza dos bilionários cresceu mais de 16% em 2025. Esse aumento é três vezes superior à média dos últimos cinco anos, chegando a US$ 18,3 trilhões, nível mais alto da história.

    O estudo ressalta que, desde 2020, a riqueza dos bilionários aumentou 81%, enquanto uma em cada quatro pessoas não tem regularmente o suficiente para comer, e quase metade da população mundial vive na pobreza. Comparativamente, o aumento da riqueza coletiva em US$ 2,5 trilhões, entre 2024 e 2025, seria suficiente para erradicar a pobreza extrema 26 vezes. (com Agência Brasil)


Fonte: https://www.jb.com.br/mundo/2026/01/1058396-forum-economico-mundial-

omeca-nesta-segunda-feira-em-davos.html. Acesso em 19/01/2026. Texto 

adaptado


No trecho “O estudo ressalta que, desde 2020, a riqueza dos bilionários aumentou 81%” (5º parágrafo), as vírgulas que isolam a expressão “desde 2020” justificam-se porque:
Alternativas
Ano: 2026 Banca: SELECON Órgão: EMGEPRON Provas: SELECON - 2026 - EMGEPRON - Advogado | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista Técnico (Arquivista) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista Técnico (Finanças) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista Técnico (Gerenciamento de Portfólio) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista Técnico (Gestão do Conhecimento) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista de Projetos Navais - Analista Técnico (Gestão) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Engenheiro (Planejamento e Controle) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista Técnico (Licitações e Contratos) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Contador | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Engenheiro Civil | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Contador (Tributos) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Engenheiro de Segurança do Trabalho | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista Técnico (Nuclear) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista Técnico (Rede de Computadores/Suporte Técnico) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Enfermeiro | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista Técnico (Segurança da Informação) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Médico Fisiatra | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Engenheiro de Controle e Automação | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Físico Médico | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Médico Gastroenterologista | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Médico Nefrologista | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Engenheiro Mecatrônico | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Médico Hematologista | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Engenheiro Eletricista | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Agente de Manobras | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Engenheiro Eletrônico | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Engenheiro Naval | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista de Administração | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Engenheiro Mecânico (Construção Naval) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista de Recursos Humanos | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista de Recursos Humanos (Assistente Social) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista de Recursos Humanos (Folha de Pagamentos) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista de Sistemas (Desenvolvimento de Sistemas) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Engenheiro Químico | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Farmacêutico | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Médico Dermatopatologista | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Médico do Trabalho | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Médico Anestesiologista | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Fisioterapeuta | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Médico Oncologista | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Médico Radiologista Intervencionista | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Médico Radioterapeuta | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Arquiteto | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Nutricionista | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Oceonográfo | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Químico (Fabril Farmacêutico) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Biólogo | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Engenheiro de Produção |
Q3963052 Português

Leia o texto a seguir:



Fórum Econômico Mundial começa nesta

segunda-feira em Davos



    Começa nesta segunda-feira (19), em Davos, na Suíça, o Fórum Econômico Mundial. Há 55 anos, o encontro reúne líderes políticos e dirigentes de empresas das principais economias mundiais. O tema do evento, que ocorre até dia 23, é “Um Espírito de Diálogo”, buscando promover a cooperação entre líderes políticos, empresários e organizações.

    O fórum contará com a participação de mais de 3 mil delegados de mais de 130 países, incluindo 64 chefes de Estado e de governo, de acordo com a organização. A representante do governo brasileiro será a ministra da Gestão e da Inovação dos Serviços Públicos, Esther Dweck.

    Ela irá participar de diferentes debates, entre eles a reunião do Global Digital Collaboration (GDC), grupo que envolve governos, sociedade civil, organismos internacionais e empresas com foco em soluções digitais. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva já participou de edições anteriores, mas não vai a Davos em 2026.



Concentração de riqueza


    Um relatório divulgado nesta segunda-feira pela Oxfam Brasil, por ocasião da abertura do Fórum Econômico Mundial, aponta que a riqueza dos bilionários cresceu mais de 16% em 2025. Esse aumento é três vezes superior à média dos últimos cinco anos, chegando a US$ 18,3 trilhões, nível mais alto da história.

    O estudo ressalta que, desde 2020, a riqueza dos bilionários aumentou 81%, enquanto uma em cada quatro pessoas não tem regularmente o suficiente para comer, e quase metade da população mundial vive na pobreza. Comparativamente, o aumento da riqueza coletiva em US$ 2,5 trilhões, entre 2024 e 2025, seria suficiente para erradicar a pobreza extrema 26 vezes. (com Agência Brasil)


Fonte: https://www.jb.com.br/mundo/2026/01/1058396-forum-economico-mundial-

omeca-nesta-segunda-feira-em-davos.html. Acesso em 19/01/2026. Texto 

adaptado


“Um relatório divulgado nesta segunda-feira pela Oxfam Brasil, por ocasião da abertura do Fórum Econômico Mundial, aponta que a riqueza dos bilionários cresceu mais de 16% em 2025” (4º parágrafo). O elemento em destaque introduz uma oração subordinada:
Alternativas
Ano: 2026 Banca: SELECON Órgão: EMGEPRON Provas: SELECON - 2026 - EMGEPRON - Advogado | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista Técnico (Arquivista) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista Técnico (Finanças) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista Técnico (Gerenciamento de Portfólio) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista Técnico (Gestão do Conhecimento) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista de Projetos Navais - Analista Técnico (Gestão) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Engenheiro (Planejamento e Controle) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista Técnico (Licitações e Contratos) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Contador | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Engenheiro Civil | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Contador (Tributos) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Engenheiro de Segurança do Trabalho | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista Técnico (Nuclear) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista Técnico (Rede de Computadores/Suporte Técnico) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Enfermeiro | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista Técnico (Segurança da Informação) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Médico Fisiatra | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Engenheiro de Controle e Automação | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Físico Médico | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Médico Gastroenterologista | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Médico Nefrologista | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Engenheiro Mecatrônico | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Médico Hematologista | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Engenheiro Eletricista | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Agente de Manobras | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Engenheiro Eletrônico | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Engenheiro Naval | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista de Administração | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Engenheiro Mecânico (Construção Naval) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista de Recursos Humanos | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista de Recursos Humanos (Assistente Social) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista de Recursos Humanos (Folha de Pagamentos) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista de Sistemas (Desenvolvimento de Sistemas) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Engenheiro Químico | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Farmacêutico | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Médico Dermatopatologista | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Médico do Trabalho | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Médico Anestesiologista | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Fisioterapeuta | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Médico Oncologista | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Médico Radiologista Intervencionista | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Médico Radioterapeuta | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Arquiteto | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Nutricionista | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Oceonográfo | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Químico (Fabril Farmacêutico) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Biólogo | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Engenheiro de Produção |
Q3963050 Português

Leia o texto a seguir:



Fórum Econômico Mundial começa nesta

segunda-feira em Davos



    Começa nesta segunda-feira (19), em Davos, na Suíça, o Fórum Econômico Mundial. Há 55 anos, o encontro reúne líderes políticos e dirigentes de empresas das principais economias mundiais. O tema do evento, que ocorre até dia 23, é “Um Espírito de Diálogo”, buscando promover a cooperação entre líderes políticos, empresários e organizações.

    O fórum contará com a participação de mais de 3 mil delegados de mais de 130 países, incluindo 64 chefes de Estado e de governo, de acordo com a organização. A representante do governo brasileiro será a ministra da Gestão e da Inovação dos Serviços Públicos, Esther Dweck.

    Ela irá participar de diferentes debates, entre eles a reunião do Global Digital Collaboration (GDC), grupo que envolve governos, sociedade civil, organismos internacionais e empresas com foco em soluções digitais. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva já participou de edições anteriores, mas não vai a Davos em 2026.



Concentração de riqueza


    Um relatório divulgado nesta segunda-feira pela Oxfam Brasil, por ocasião da abertura do Fórum Econômico Mundial, aponta que a riqueza dos bilionários cresceu mais de 16% em 2025. Esse aumento é três vezes superior à média dos últimos cinco anos, chegando a US$ 18,3 trilhões, nível mais alto da história.

    O estudo ressalta que, desde 2020, a riqueza dos bilionários aumentou 81%, enquanto uma em cada quatro pessoas não tem regularmente o suficiente para comer, e quase metade da população mundial vive na pobreza. Comparativamente, o aumento da riqueza coletiva em US$ 2,5 trilhões, entre 2024 e 2025, seria suficiente para erradicar a pobreza extrema 26 vezes. (com Agência Brasil)


Fonte: https://www.jb.com.br/mundo/2026/01/1058396-forum-economico-mundial-

omeca-nesta-segunda-feira-em-davos.html. Acesso em 19/01/2026. Texto 

adaptado


No trecho “O fórum contará com a participação de mais de 3 mil delegados” (2º parágrafo), a palavra em destaque é classificada como verbo:
Alternativas
Ano: 2026 Banca: SELECON Órgão: EMGEPRON Provas: SELECON - 2026 - EMGEPRON - Advogado | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista Técnico (Arquivista) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista Técnico (Finanças) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista Técnico (Gerenciamento de Portfólio) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista Técnico (Gestão do Conhecimento) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista de Projetos Navais - Analista Técnico (Gestão) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Engenheiro (Planejamento e Controle) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista Técnico (Licitações e Contratos) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Contador | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Engenheiro Civil | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Contador (Tributos) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Engenheiro de Segurança do Trabalho | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista Técnico (Nuclear) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista Técnico (Rede de Computadores/Suporte Técnico) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Enfermeiro | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista Técnico (Segurança da Informação) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Médico Fisiatra | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Engenheiro de Controle e Automação | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Físico Médico | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Médico Gastroenterologista | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Médico Nefrologista | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Engenheiro Mecatrônico | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Médico Hematologista | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Engenheiro Eletricista | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Agente de Manobras | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Engenheiro Eletrônico | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Engenheiro Naval | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista de Administração | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Engenheiro Mecânico (Construção Naval) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista de Recursos Humanos | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista de Recursos Humanos (Assistente Social) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista de Recursos Humanos (Folha de Pagamentos) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Analista de Sistemas (Desenvolvimento de Sistemas) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Engenheiro Químico | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Farmacêutico | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Médico Dermatopatologista | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Médico do Trabalho | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Médico Anestesiologista | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Fisioterapeuta | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Médico Oncologista | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Médico Radiologista Intervencionista | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Médico Radioterapeuta | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Arquiteto | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Nutricionista | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Oceonográfo | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Químico (Fabril Farmacêutico) | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Biólogo | SELECON - 2026 - EMGEPRON - Engenheiro de Produção |
Q3963049 Português

Leia o texto a seguir:



Fórum Econômico Mundial começa nesta

segunda-feira em Davos



    Começa nesta segunda-feira (19), em Davos, na Suíça, o Fórum Econômico Mundial. Há 55 anos, o encontro reúne líderes políticos e dirigentes de empresas das principais economias mundiais. O tema do evento, que ocorre até dia 23, é “Um Espírito de Diálogo”, buscando promover a cooperação entre líderes políticos, empresários e organizações.

    O fórum contará com a participação de mais de 3 mil delegados de mais de 130 países, incluindo 64 chefes de Estado e de governo, de acordo com a organização. A representante do governo brasileiro será a ministra da Gestão e da Inovação dos Serviços Públicos, Esther Dweck.

    Ela irá participar de diferentes debates, entre eles a reunião do Global Digital Collaboration (GDC), grupo que envolve governos, sociedade civil, organismos internacionais e empresas com foco em soluções digitais. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva já participou de edições anteriores, mas não vai a Davos em 2026.



Concentração de riqueza


    Um relatório divulgado nesta segunda-feira pela Oxfam Brasil, por ocasião da abertura do Fórum Econômico Mundial, aponta que a riqueza dos bilionários cresceu mais de 16% em 2025. Esse aumento é três vezes superior à média dos últimos cinco anos, chegando a US$ 18,3 trilhões, nível mais alto da história.

    O estudo ressalta que, desde 2020, a riqueza dos bilionários aumentou 81%, enquanto uma em cada quatro pessoas não tem regularmente o suficiente para comer, e quase metade da população mundial vive na pobreza. Comparativamente, o aumento da riqueza coletiva em US$ 2,5 trilhões, entre 2024 e 2025, seria suficiente para erradicar a pobreza extrema 26 vezes. (com Agência Brasil)


Fonte: https://www.jb.com.br/mundo/2026/01/1058396-forum-economico-mundial-

omeca-nesta-segunda-feira-em-davos.html. Acesso em 19/01/2026. Texto 

adaptado


“Há 55 anos, o encontro reúne líderes políticos e dirigentes de empresas das principais economias mundiais” (1º parágrafo). À luz da norma-padrão, o trecho em destaque poderia ser corretamente substituído por:
Alternativas
Q3963033 Português
Operação Nexus Nordeste 2026 apreende 200 mil pés de maconha na Bahia


Forças de segurança que atuam na zona rural de Brotas de Macaúbas (BA) realizaram mais uma fase da Operação Nexus Nordeste 2026. A ação ocorreu no domingo (22) e resultou na prisão de dez pessoas, na apreensão de oito veículos, 200 mil pés de maconha e três toneladas da droga pronta para o comércio, além de celulares e armas.

A iniciativa é coordenada pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), no âmbito da Rede Nacional de Operações Ostensivas Especializadas (Renoe). Foram integradas as forças da Polícia Militar da Bahia, o Batalhão de Operações Especiais (Bope), o Grupamento de Radiopatrulhamento Aéreo (Graer) e a Polícia Federal.

A operação ocorreu durante dois dias e começou com a erradicação de uma extensa plantação de maconha. Os policiais foram surpreendidos por pessoas em oito veículos que tentavam resgatar parte da droga já erradicada, para impedir a incineração. Foram realizados acompanhamentos táticos, dez indivíduos foram presos e os automóveis apreendidos. Nos veículos, a polícia encontrou sacos de maconha.

No dia seguinte, as equipes retornaram às áreas consideradas críticas e fizeram novas varreduras, aplicando técnicas de patrulhamento rural e rastreamento de combate.

No total, além dos veículos e da droga, também foram apreendidas três armas, sendo uma submetralhadora, munição e 12 aparelhos celulares.

A Operação Nexus Nordeste 2026 segue em andamento, reforçando a atuação integrada das forças de segurança no combate ao tráfico de drogas e às organizações criminosas na região.

O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por intermédio da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) e da Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência (Diopi), reafirma o compromisso com o fortalecimento das Polícias Civis e com a promoção de operações coordenadas voltadas à descapitalização e à desestruturação de organizações criminosas em todo o território nacional.



https://www.gov.br/mj/pt-br/assuntos/noticias/operacao-nexus-nordeste2026-apreende-200-mil-pes-de-maconha-na-bahia
"A ação ocorreu no domingo (22) e resultou na prisão de dez pessoas, na apreensão de oito veículos, 200 mil pés de maconha e três toneladas da droga pronta para o comércio, além de celulares e armas."
Quanto à predicação verbal no período acima, identifique a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3962946 Português
Policial registra B.O. em forma de poesia: “na mansidão do silêncio noturno”


O agente relatou no documento um caso de furto de maneira poética e explicou como a trama ocorreu. O texto foi alterado três dias depois.


   Um caso curioso ocorreu na Delegacia Seccional de Presidente Prudente (SP), em uma tarde comum de 25 de fevereiro. Na ocasião, um dos policiais registrou um Boletim de Ocorrência (B.O.) relatando um furto. Em vez do tradicional texto descritivo dos fatos, o agente decidiu relatar tudo em formato de poesia. A informação foi revelada pelo colunista Josmar Jozino, do UOL, na quinta-feira (30/5).

    A vítima relatou, durante o registro do B.O., que um ladrão entrou em sua residência durante a madrugada e que teria roubado uma lavadora de alta pressão, uma tampa de tanque de combustível, 20 litros de gasolina e outros 20 litros de etanol.

   O registro do documento, contudo, foi feito em formato de poesia pelo escrivão. A pedido do delegado da equipe de plantão, o B.O. foi alterado três dias depois. Ele entendeu que a primeira versão não seguiu os padrões de técnica da escrita policial. O novo documento conta apenas com quatro linhas.

Trechos do B.O. poético

    Na mansidão do silêncio noturno, permeada pela penumbra que abraça os segredos da calada madrugada, o vilão de nossa trama, qual sombra furtiva, penetrou na propriedade da respeitável vítima.

   Neste ato de profanação, destemido e sorrateiro, desfez a barreira da intimidade alheia e arrebatou consigo os objetos que figuram na relação dos despojos.

   À propriedade da vítima coube servir de palco para a execução deste sórdido enredo. Na ausência de sentinelas visuais, as câmeras de monitoramento permaneceram omissas, incapazes de registrar os passos furtivos do agente do mal.

    Deixou sua marca indelével como um sinal no trilho do rastejar do agressor, tal o rastro de uma serpente que insinua sua presença. Sobre o lamento do silêncio, testemunhas não surgiram para narrar o ato infame, e a propriedade da vítima transformou-se, por um breve lapso temporal, em palco de desventuras e dissabores.

    Ao sabor do destino, este registro serve como crônica dos eventos que se desenrolam na quietude da noite, evocando uma afronta à segurança, e trazendo à tona a necessidade imperiosa de restabelecer a paz usurpada.

    E assim, como pluma ao vento, se finda o relato, aguardando a justiça como derradeira sentença, na esperança de que a luz da verdade dissipe as trevas que encobrem este capítulo indesejado da existência da vítima.


Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/. Acesso em: 04 jan. 2026. Adaptado.
As orações subordinadas iniciadas pelos conectores que seguem são tipificadas, respectivamente, como:

“E assim, como pluma ao vento, se finda o relato, aguardando a justiça como derradeira sentença, na esperança de que a luz da verdade dissipe as trevas que encobrem este capítulo indesejado da existência da vítima.” 
Alternativas
Q3962944 Português
Policial registra B.O. em forma de poesia: “na mansidão do silêncio noturno”


O agente relatou no documento um caso de furto de maneira poética e explicou como a trama ocorreu. O texto foi alterado três dias depois.


   Um caso curioso ocorreu na Delegacia Seccional de Presidente Prudente (SP), em uma tarde comum de 25 de fevereiro. Na ocasião, um dos policiais registrou um Boletim de Ocorrência (B.O.) relatando um furto. Em vez do tradicional texto descritivo dos fatos, o agente decidiu relatar tudo em formato de poesia. A informação foi revelada pelo colunista Josmar Jozino, do UOL, na quinta-feira (30/5).

    A vítima relatou, durante o registro do B.O., que um ladrão entrou em sua residência durante a madrugada e que teria roubado uma lavadora de alta pressão, uma tampa de tanque de combustível, 20 litros de gasolina e outros 20 litros de etanol.

   O registro do documento, contudo, foi feito em formato de poesia pelo escrivão. A pedido do delegado da equipe de plantão, o B.O. foi alterado três dias depois. Ele entendeu que a primeira versão não seguiu os padrões de técnica da escrita policial. O novo documento conta apenas com quatro linhas.

Trechos do B.O. poético

    Na mansidão do silêncio noturno, permeada pela penumbra que abraça os segredos da calada madrugada, o vilão de nossa trama, qual sombra furtiva, penetrou na propriedade da respeitável vítima.

   Neste ato de profanação, destemido e sorrateiro, desfez a barreira da intimidade alheia e arrebatou consigo os objetos que figuram na relação dos despojos.

   À propriedade da vítima coube servir de palco para a execução deste sórdido enredo. Na ausência de sentinelas visuais, as câmeras de monitoramento permaneceram omissas, incapazes de registrar os passos furtivos do agente do mal.

    Deixou sua marca indelével como um sinal no trilho do rastejar do agressor, tal o rastro de uma serpente que insinua sua presença. Sobre o lamento do silêncio, testemunhas não surgiram para narrar o ato infame, e a propriedade da vítima transformou-se, por um breve lapso temporal, em palco de desventuras e dissabores.

    Ao sabor do destino, este registro serve como crônica dos eventos que se desenrolam na quietude da noite, evocando uma afronta à segurança, e trazendo à tona a necessidade imperiosa de restabelecer a paz usurpada.

    E assim, como pluma ao vento, se finda o relato, aguardando a justiça como derradeira sentença, na esperança de que a luz da verdade dissipe as trevas que encobrem este capítulo indesejado da existência da vítima.


Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/. Acesso em: 04 jan. 2026. Adaptado.
“À propriedade da vítima coube servir de palco para a execução deste sórdido enredo.”

A crase que inicia o período indica que o trecho realçado se trata de um:
Alternativas
Q3962943 Português
Policial registra B.O. em forma de poesia: “na mansidão do silêncio noturno”


O agente relatou no documento um caso de furto de maneira poética e explicou como a trama ocorreu. O texto foi alterado três dias depois.


   Um caso curioso ocorreu na Delegacia Seccional de Presidente Prudente (SP), em uma tarde comum de 25 de fevereiro. Na ocasião, um dos policiais registrou um Boletim de Ocorrência (B.O.) relatando um furto. Em vez do tradicional texto descritivo dos fatos, o agente decidiu relatar tudo em formato de poesia. A informação foi revelada pelo colunista Josmar Jozino, do UOL, na quinta-feira (30/5).

    A vítima relatou, durante o registro do B.O., que um ladrão entrou em sua residência durante a madrugada e que teria roubado uma lavadora de alta pressão, uma tampa de tanque de combustível, 20 litros de gasolina e outros 20 litros de etanol.

   O registro do documento, contudo, foi feito em formato de poesia pelo escrivão. A pedido do delegado da equipe de plantão, o B.O. foi alterado três dias depois. Ele entendeu que a primeira versão não seguiu os padrões de técnica da escrita policial. O novo documento conta apenas com quatro linhas.

Trechos do B.O. poético

    Na mansidão do silêncio noturno, permeada pela penumbra que abraça os segredos da calada madrugada, o vilão de nossa trama, qual sombra furtiva, penetrou na propriedade da respeitável vítima.

   Neste ato de profanação, destemido e sorrateiro, desfez a barreira da intimidade alheia e arrebatou consigo os objetos que figuram na relação dos despojos.

   À propriedade da vítima coube servir de palco para a execução deste sórdido enredo. Na ausência de sentinelas visuais, as câmeras de monitoramento permaneceram omissas, incapazes de registrar os passos furtivos do agente do mal.

    Deixou sua marca indelével como um sinal no trilho do rastejar do agressor, tal o rastro de uma serpente que insinua sua presença. Sobre o lamento do silêncio, testemunhas não surgiram para narrar o ato infame, e a propriedade da vítima transformou-se, por um breve lapso temporal, em palco de desventuras e dissabores.

    Ao sabor do destino, este registro serve como crônica dos eventos que se desenrolam na quietude da noite, evocando uma afronta à segurança, e trazendo à tona a necessidade imperiosa de restabelecer a paz usurpada.

    E assim, como pluma ao vento, se finda o relato, aguardando a justiça como derradeira sentença, na esperança de que a luz da verdade dissipe as trevas que encobrem este capítulo indesejado da existência da vítima.


Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/. Acesso em: 04 jan. 2026. Adaptado.
“[...] evocando uma afronta à segurança.”

Apresenta a mesma função sintática do termo realçado anteriormente o vocábulo destacado em:
Alternativas
Q3962940 Português
Policial registra B.O. em forma de poesia: “na mansidão do silêncio noturno”


O agente relatou no documento um caso de furto de maneira poética e explicou como a trama ocorreu. O texto foi alterado três dias depois.


   Um caso curioso ocorreu na Delegacia Seccional de Presidente Prudente (SP), em uma tarde comum de 25 de fevereiro. Na ocasião, um dos policiais registrou um Boletim de Ocorrência (B.O.) relatando um furto. Em vez do tradicional texto descritivo dos fatos, o agente decidiu relatar tudo em formato de poesia. A informação foi revelada pelo colunista Josmar Jozino, do UOL, na quinta-feira (30/5).

    A vítima relatou, durante o registro do B.O., que um ladrão entrou em sua residência durante a madrugada e que teria roubado uma lavadora de alta pressão, uma tampa de tanque de combustível, 20 litros de gasolina e outros 20 litros de etanol.

   O registro do documento, contudo, foi feito em formato de poesia pelo escrivão. A pedido do delegado da equipe de plantão, o B.O. foi alterado três dias depois. Ele entendeu que a primeira versão não seguiu os padrões de técnica da escrita policial. O novo documento conta apenas com quatro linhas.

Trechos do B.O. poético

    Na mansidão do silêncio noturno, permeada pela penumbra que abraça os segredos da calada madrugada, o vilão de nossa trama, qual sombra furtiva, penetrou na propriedade da respeitável vítima.

   Neste ato de profanação, destemido e sorrateiro, desfez a barreira da intimidade alheia e arrebatou consigo os objetos que figuram na relação dos despojos.

   À propriedade da vítima coube servir de palco para a execução deste sórdido enredo. Na ausência de sentinelas visuais, as câmeras de monitoramento permaneceram omissas, incapazes de registrar os passos furtivos do agente do mal.

    Deixou sua marca indelével como um sinal no trilho do rastejar do agressor, tal o rastro de uma serpente que insinua sua presença. Sobre o lamento do silêncio, testemunhas não surgiram para narrar o ato infame, e a propriedade da vítima transformou-se, por um breve lapso temporal, em palco de desventuras e dissabores.

    Ao sabor do destino, este registro serve como crônica dos eventos que se desenrolam na quietude da noite, evocando uma afronta à segurança, e trazendo à tona a necessidade imperiosa de restabelecer a paz usurpada.

    E assim, como pluma ao vento, se finda o relato, aguardando a justiça como derradeira sentença, na esperança de que a luz da verdade dissipe as trevas que encobrem este capítulo indesejado da existência da vítima.


Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/. Acesso em: 04 jan. 2026. Adaptado.
“A informação foi revelada pelo colunista Josmar Jozino [...]”

O termo realçado desempenha função morfológica de substantivo próprio e função sintática, conforme sua estrutura sintagmática interna, de:
Alternativas
Q3962939 Português
Policial registra B.O. em forma de poesia: “na mansidão do silêncio noturno”


O agente relatou no documento um caso de furto de maneira poética e explicou como a trama ocorreu. O texto foi alterado três dias depois.


   Um caso curioso ocorreu na Delegacia Seccional de Presidente Prudente (SP), em uma tarde comum de 25 de fevereiro. Na ocasião, um dos policiais registrou um Boletim de Ocorrência (B.O.) relatando um furto. Em vez do tradicional texto descritivo dos fatos, o agente decidiu relatar tudo em formato de poesia. A informação foi revelada pelo colunista Josmar Jozino, do UOL, na quinta-feira (30/5).

    A vítima relatou, durante o registro do B.O., que um ladrão entrou em sua residência durante a madrugada e que teria roubado uma lavadora de alta pressão, uma tampa de tanque de combustível, 20 litros de gasolina e outros 20 litros de etanol.

   O registro do documento, contudo, foi feito em formato de poesia pelo escrivão. A pedido do delegado da equipe de plantão, o B.O. foi alterado três dias depois. Ele entendeu que a primeira versão não seguiu os padrões de técnica da escrita policial. O novo documento conta apenas com quatro linhas.

Trechos do B.O. poético

    Na mansidão do silêncio noturno, permeada pela penumbra que abraça os segredos da calada madrugada, o vilão de nossa trama, qual sombra furtiva, penetrou na propriedade da respeitável vítima.

   Neste ato de profanação, destemido e sorrateiro, desfez a barreira da intimidade alheia e arrebatou consigo os objetos que figuram na relação dos despojos.

   À propriedade da vítima coube servir de palco para a execução deste sórdido enredo. Na ausência de sentinelas visuais, as câmeras de monitoramento permaneceram omissas, incapazes de registrar os passos furtivos do agente do mal.

    Deixou sua marca indelével como um sinal no trilho do rastejar do agressor, tal o rastro de uma serpente que insinua sua presença. Sobre o lamento do silêncio, testemunhas não surgiram para narrar o ato infame, e a propriedade da vítima transformou-se, por um breve lapso temporal, em palco de desventuras e dissabores.

    Ao sabor do destino, este registro serve como crônica dos eventos que se desenrolam na quietude da noite, evocando uma afronta à segurança, e trazendo à tona a necessidade imperiosa de restabelecer a paz usurpada.

    E assim, como pluma ao vento, se finda o relato, aguardando a justiça como derradeira sentença, na esperança de que a luz da verdade dissipe as trevas que encobrem este capítulo indesejado da existência da vítima.


Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/. Acesso em: 04 jan. 2026. Adaptado.
A regência do verbo demarcado, no contexto discursivo do trecho a seguir, é:

“A vítima relatou, durante o registro do B.O., que um ladrão entrou em sua residência durante a madrugada.” 
Alternativas
Q3962937 Português
Policial registra B.O. em forma de poesia: “na mansidão do silêncio noturno”


O agente relatou no documento um caso de furto de maneira poética e explicou como a trama ocorreu. O texto foi alterado três dias depois.


   Um caso curioso ocorreu na Delegacia Seccional de Presidente Prudente (SP), em uma tarde comum de 25 de fevereiro. Na ocasião, um dos policiais registrou um Boletim de Ocorrência (B.O.) relatando um furto. Em vez do tradicional texto descritivo dos fatos, o agente decidiu relatar tudo em formato de poesia. A informação foi revelada pelo colunista Josmar Jozino, do UOL, na quinta-feira (30/5).

    A vítima relatou, durante o registro do B.O., que um ladrão entrou em sua residência durante a madrugada e que teria roubado uma lavadora de alta pressão, uma tampa de tanque de combustível, 20 litros de gasolina e outros 20 litros de etanol.

   O registro do documento, contudo, foi feito em formato de poesia pelo escrivão. A pedido do delegado da equipe de plantão, o B.O. foi alterado três dias depois. Ele entendeu que a primeira versão não seguiu os padrões de técnica da escrita policial. O novo documento conta apenas com quatro linhas.

Trechos do B.O. poético

    Na mansidão do silêncio noturno, permeada pela penumbra que abraça os segredos da calada madrugada, o vilão de nossa trama, qual sombra furtiva, penetrou na propriedade da respeitável vítima.

   Neste ato de profanação, destemido e sorrateiro, desfez a barreira da intimidade alheia e arrebatou consigo os objetos que figuram na relação dos despojos.

   À propriedade da vítima coube servir de palco para a execução deste sórdido enredo. Na ausência de sentinelas visuais, as câmeras de monitoramento permaneceram omissas, incapazes de registrar os passos furtivos do agente do mal.

    Deixou sua marca indelével como um sinal no trilho do rastejar do agressor, tal o rastro de uma serpente que insinua sua presença. Sobre o lamento do silêncio, testemunhas não surgiram para narrar o ato infame, e a propriedade da vítima transformou-se, por um breve lapso temporal, em palco de desventuras e dissabores.

    Ao sabor do destino, este registro serve como crônica dos eventos que se desenrolam na quietude da noite, evocando uma afronta à segurança, e trazendo à tona a necessidade imperiosa de restabelecer a paz usurpada.

    E assim, como pluma ao vento, se finda o relato, aguardando a justiça como derradeira sentença, na esperança de que a luz da verdade dissipe as trevas que encobrem este capítulo indesejado da existência da vítima.


Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/. Acesso em: 04 jan. 2026. Adaptado.
Atente-se à função sintática que as preposições enumeradas introduzem para assinalar a alternativa correta a seguir.

• “[...] o vilão de¹ nossa trama, qual sombra furtiva, penetrou na propriedade da respeitável vítima.”
• “Neste ato de² profanação, destemido e sorrateiro, desfez a barreira da intimidade alheia [...]” 
Alternativas
Q3962935 Português
Policial registra B.O. em forma de poesia: “na mansidão do silêncio noturno”


O agente relatou no documento um caso de furto de maneira poética e explicou como a trama ocorreu. O texto foi alterado três dias depois.


   Um caso curioso ocorreu na Delegacia Seccional de Presidente Prudente (SP), em uma tarde comum de 25 de fevereiro. Na ocasião, um dos policiais registrou um Boletim de Ocorrência (B.O.) relatando um furto. Em vez do tradicional texto descritivo dos fatos, o agente decidiu relatar tudo em formato de poesia. A informação foi revelada pelo colunista Josmar Jozino, do UOL, na quinta-feira (30/5).

    A vítima relatou, durante o registro do B.O., que um ladrão entrou em sua residência durante a madrugada e que teria roubado uma lavadora de alta pressão, uma tampa de tanque de combustível, 20 litros de gasolina e outros 20 litros de etanol.

   O registro do documento, contudo, foi feito em formato de poesia pelo escrivão. A pedido do delegado da equipe de plantão, o B.O. foi alterado três dias depois. Ele entendeu que a primeira versão não seguiu os padrões de técnica da escrita policial. O novo documento conta apenas com quatro linhas.

Trechos do B.O. poético

    Na mansidão do silêncio noturno, permeada pela penumbra que abraça os segredos da calada madrugada, o vilão de nossa trama, qual sombra furtiva, penetrou na propriedade da respeitável vítima.

   Neste ato de profanação, destemido e sorrateiro, desfez a barreira da intimidade alheia e arrebatou consigo os objetos que figuram na relação dos despojos.

   À propriedade da vítima coube servir de palco para a execução deste sórdido enredo. Na ausência de sentinelas visuais, as câmeras de monitoramento permaneceram omissas, incapazes de registrar os passos furtivos do agente do mal.

    Deixou sua marca indelével como um sinal no trilho do rastejar do agressor, tal o rastro de uma serpente que insinua sua presença. Sobre o lamento do silêncio, testemunhas não surgiram para narrar o ato infame, e a propriedade da vítima transformou-se, por um breve lapso temporal, em palco de desventuras e dissabores.

    Ao sabor do destino, este registro serve como crônica dos eventos que se desenrolam na quietude da noite, evocando uma afronta à segurança, e trazendo à tona a necessidade imperiosa de restabelecer a paz usurpada.

    E assim, como pluma ao vento, se finda o relato, aguardando a justiça como derradeira sentença, na esperança de que a luz da verdade dissipe as trevas que encobrem este capítulo indesejado da existência da vítima.


Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/. Acesso em: 04 jan. 2026. Adaptado.
A oração subordinada demarcada no excerto que segue tem função sintática de:

“Na mansidão do silêncio noturno, permeada pela penumbra que abraça os segredos da calada madrugada, o vilão de nossa trama, qual sombra furtiva, penetrou na propriedade da respeitável vítima.”
Alternativas
Q3962933 Português
Policial registra B.O. em forma de poesia: “na mansidão do silêncio noturno”


O agente relatou no documento um caso de furto de maneira poética e explicou como a trama ocorreu. O texto foi alterado três dias depois.


   Um caso curioso ocorreu na Delegacia Seccional de Presidente Prudente (SP), em uma tarde comum de 25 de fevereiro. Na ocasião, um dos policiais registrou um Boletim de Ocorrência (B.O.) relatando um furto. Em vez do tradicional texto descritivo dos fatos, o agente decidiu relatar tudo em formato de poesia. A informação foi revelada pelo colunista Josmar Jozino, do UOL, na quinta-feira (30/5).

    A vítima relatou, durante o registro do B.O., que um ladrão entrou em sua residência durante a madrugada e que teria roubado uma lavadora de alta pressão, uma tampa de tanque de combustível, 20 litros de gasolina e outros 20 litros de etanol.

   O registro do documento, contudo, foi feito em formato de poesia pelo escrivão. A pedido do delegado da equipe de plantão, o B.O. foi alterado três dias depois. Ele entendeu que a primeira versão não seguiu os padrões de técnica da escrita policial. O novo documento conta apenas com quatro linhas.

Trechos do B.O. poético

    Na mansidão do silêncio noturno, permeada pela penumbra que abraça os segredos da calada madrugada, o vilão de nossa trama, qual sombra furtiva, penetrou na propriedade da respeitável vítima.

   Neste ato de profanação, destemido e sorrateiro, desfez a barreira da intimidade alheia e arrebatou consigo os objetos que figuram na relação dos despojos.

   À propriedade da vítima coube servir de palco para a execução deste sórdido enredo. Na ausência de sentinelas visuais, as câmeras de monitoramento permaneceram omissas, incapazes de registrar os passos furtivos do agente do mal.

    Deixou sua marca indelével como um sinal no trilho do rastejar do agressor, tal o rastro de uma serpente que insinua sua presença. Sobre o lamento do silêncio, testemunhas não surgiram para narrar o ato infame, e a propriedade da vítima transformou-se, por um breve lapso temporal, em palco de desventuras e dissabores.

    Ao sabor do destino, este registro serve como crônica dos eventos que se desenrolam na quietude da noite, evocando uma afronta à segurança, e trazendo à tona a necessidade imperiosa de restabelecer a paz usurpada.

    E assim, como pluma ao vento, se finda o relato, aguardando a justiça como derradeira sentença, na esperança de que a luz da verdade dissipe as trevas que encobrem este capítulo indesejado da existência da vítima.


Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/. Acesso em: 04 jan. 2026. Adaptado.
“O registro do documento, contudo, foi feito em formato de poesia pelo escrivão."

A coesão proporcionada pelo elemento conector demarcado é do tipo:
Alternativas
Q3962570 Português

O capital, entendido como riqueza acumulada em forma de dinheiro, propriedades imobiliárias ou ativos financeiros, é visto como o resultado de um processo no qual o trabalho gera o valor adicionado. Quando o trabalhador recebe salários (digitais ou não) pelo seu esforço produtivo, esses salários representam a recompensa pelo trabalho realizado.

O dinheiro digitalizado representa uma forma de acumulação de valor criada pelo trabalho. Mesmo na economia digital, o trabalho – seja físico, seja intelectual, seja criativo – gera um retorno financeiro. Esse retorno, se não for imediatamente gasto, é acumulado e investido, tornando‑se capital crescente com o tempo, por meio de juros compostos ou investimentos.

Quando o capital é investido, os juros compostos funcionam como multiplicadores de capital, porque aumentam a quantidade de riqueza acumulada ao longo do tempo. Nesse sentido, o dinheiro digital gerado pelo trabalho deve ser visto como uma forma de trabalho cujo valor se expande por meio dos mecanismos financeiros da economia digital. Assim como o aluguel é o pagamento pelo usufruto de propriedade imobiliário por um locador, os juros remuneram o custo de oportunidade pelo fato de o próprio possuidor não usufruir diretamente de seu uso.

Em uma economia sem papel moeda, a distinção entre trabalho e capital não muda essencialmente, mas a forma como o capital é gerido e acumulado sim. O capital continua a ser visto como a materialização de trabalho passado, porém agora ele existe predominantemente em forma digital. Isso cria outras dinâmicas.

O dinheiro digital circula mais rapidamente em comparação com o dinheiro físico, o que acelera o processo de acumulação e investimento, mas também de consumo. O acesso ao capital se torna ampliado ou restrito, dependendo de fatores como inclusão financeira digital.

Portanto, em uma economia digital, o capital pode ser entendido como uma extensão do trabalho acumulado, medido, transacionado e multiplicado por meio de sistemas de escrituração digital. A confiança nesse sistema de moeda digital e nas plataformas de transação e investimento é fundamental para o capital continuar a representar a riqueza criada pelo trabalho e, ao mesmo tempo, se tornar um ativo (forma de manutenção de riqueza) fluido, disponível para reinvestimento, consumo ou acumulação de reserva financeira a qualquer momento.


No excerto “A confiança nesse sistema de moeda digital e nas plataformas de transação e investimento é fundamental para o capital continuar a representar a riqueza criada pelo trabalho”, é facultativa a flexão do trecho “é fundamental” no plural, da seguinte forma: são fundamentais.
Alternativas
Q3962568 Português

O capital, entendido como riqueza acumulada em forma de dinheiro, propriedades imobiliárias ou ativos financeiros, é visto como o resultado de um processo no qual o trabalho gera o valor adicionado. Quando o trabalhador recebe salários (digitais ou não) pelo seu esforço produtivo, esses salários representam a recompensa pelo trabalho realizado.

O dinheiro digitalizado representa uma forma de acumulação de valor criada pelo trabalho. Mesmo na economia digital, o trabalho – seja físico, seja intelectual, seja criativo – gera um retorno financeiro. Esse retorno, se não for imediatamente gasto, é acumulado e investido, tornando‑se capital crescente com o tempo, por meio de juros compostos ou investimentos.

Quando o capital é investido, os juros compostos funcionam como multiplicadores de capital, porque aumentam a quantidade de riqueza acumulada ao longo do tempo. Nesse sentido, o dinheiro digital gerado pelo trabalho deve ser visto como uma forma de trabalho cujo valor se expande por meio dos mecanismos financeiros da economia digital. Assim como o aluguel é o pagamento pelo usufruto de propriedade imobiliário por um locador, os juros remuneram o custo de oportunidade pelo fato de o próprio possuidor não usufruir diretamente de seu uso.

Em uma economia sem papel moeda, a distinção entre trabalho e capital não muda essencialmente, mas a forma como o capital é gerido e acumulado sim. O capital continua a ser visto como a materialização de trabalho passado, porém agora ele existe predominantemente em forma digital. Isso cria outras dinâmicas.

O dinheiro digital circula mais rapidamente em comparação com o dinheiro físico, o que acelera o processo de acumulação e investimento, mas também de consumo. O acesso ao capital se torna ampliado ou restrito, dependendo de fatores como inclusão financeira digital.

Portanto, em uma economia digital, o capital pode ser entendido como uma extensão do trabalho acumulado, medido, transacionado e multiplicado por meio de sistemas de escrituração digital. A confiança nesse sistema de moeda digital e nas plataformas de transação e investimento é fundamental para o capital continuar a representar a riqueza criada pelo trabalho e, ao mesmo tempo, se tornar um ativo (forma de manutenção de riqueza) fluido, disponível para reinvestimento, consumo ou acumulação de reserva financeira a qualquer momento.


No período “O dinheiro digital circula mais rapidamente em comparação com o dinheiro físico, o que acelera o processo de acumulação e investimento, mas também de consumo.”, a conjunção “mas” exprime ideia de adversidade.
Alternativas
Respostas
2341: D
2342: A
2343: A
2344: D
2345: D
2346: B
2347: B
2348: C
2349: A
2350: C
2351: D
2352: A
2353: C
2354: A
2355: E
2356: D
2357: D
2358: A
2359: E
2360: E