Questões de Concurso Comentadas sobre sintaxe em português

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Q1716356 Português
Há erro de concordância na seguinte alternativa:
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Q1716075 Português
Quanto à sintaxe do verbo haver, assinale a alternativa correta referente aos itens:
(i) O verbo haver, conforme o seu significado, pode empregar-se em todas as pessoas, ou apenas na 3ª pessoa do singular. (ii) Emprega-se o verbo haver em todas as pessoas quando é auxiliar (com sentido equivalente a ter) de verbo pessoal, quer junto a particípio, quer junto a infinitivo antecedido da preposição de. (iii) Não se emprega o verbo haver como impessoal, quando significa “existir”, ou quando indicar tempo decorrido. (iv) Emprega-se o verbo haver em todas as pessoas, quando é verbo principal, com as significações de “conseguir”, “obter”, “alcançar”, “adquirir”. (v) Não se emprega o verbo haver em todas as pessoas, quando é verbo impessoal, com a forma reflexa, nas acepções de “postar-se”, “proceder”, “comportar-se”, “conduzir-se”.
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Q1714559 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto a seguir para responder à questão que a ele se refere. 

LIMA, Paula. Você nunca termina suas tarefas? O problema pode não ser getão de tempo. Disponível em:

<htpps://exame.abril.com.br/carreira/voce-nunca-termina-suas-tarefas-o-problema-pode-nao-ser-gestao-de-tempo/>.  Acesso em: 20 ago. 2019.

Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: <https://exame.abril.com.br/carreira/vocce/>. Acesso em: 20 ago. 2019. 


Assinale a alternativa CORRETA, tendo em vista a estrutura morfossintática do texto 02.
Alternativas
Q1714558 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto a seguir para responder à questão que a ele se refere. 

LIMA, Paula. Você nunca termina suas tarefas? O problema pode não ser getão de tempo. Disponível em:

<htpps://exame.abril.com.br/carreira/voce-nunca-termina-suas-tarefas-o-problema-pode-nao-ser-gestao-de-tempo/>.  Acesso em: 20 ago. 2019.

Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: <https://exame.abril.com.br/carreira/vocce/>. Acesso em: 20 ago. 2019. 


Os verbos usados nos subtítulos do texto 02 encontram-se no modo imperativo, flexionados de acordo com seus respectivos sujeitos, os quais são representados pela pessoa gramatical  
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Q1714123 Português
“O médico __________ ele mais confia viajou para Europa.”. Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna:
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Q1714083 Português
Há erro de regência na seguinte alternativa:
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Q1714027 Português
Quanto aos termos acessórios grifados das orações, assinale verdadeiro (V) ou falso (F) e marque a alternativa correta: ( ) Na areia podemos fazer até castelos soberbos, onde abrigar o nosso íntimo sonho. (R.Braga) Os termos grifados são adjuntos adnominais. ( ) Aqui não passa ninguém. Os termos grifados são adjuntos adverbiais. ( ) Eles, os pobres desesperados, tinham uma alegria enorme. O termo grifado é um aposto. ( ) Ó sinos de Taquaral, por quem dobrais? O termo grifado é um vocativo.
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Q1714026 Português
Assinale a alternativa onde não temos um predicado verbo-nominal.
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Q1713988 Português
Relacione as duas colunas sobre oração subordinada adverbial e assinale a alternativa correta:
A- Oração subordinada adverbial causal. B- Oração subordinada adverbial comparativa. C- Oração subordinada adverbial concessiva. D- Oração subordinada adverbial consecutiva. E- Oração subordinada adverbial final. F- Oração subordinada adverbial condicional.
(1) É tão bonito que dá tentação. (2) Gritou a fim de que o notassem. (3) Isto é o mesmo que comer mamão com açúcar. (4) Se eu tivesse vencido, ganharia os aplausos. (5) Estudou muito porque queria passar no concurso. (6) Embora sofra, largarei.
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Q1713987 Português
Assinale a alternativa onde não temos um vocativo.
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Q1713818 Português
“Comprei um livro cujas as páginas são todas amarelas.”. Sobre a regência do período, assinale a alternativa correta:
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Q1713815 Português
Com base nas regras de concordância nominal, assinale a alternativa incorreta:
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Q1713814 Português
“Do Norte e Nordeste brasileiro, advieram, nas décadas de 60 e 70, muitos imigrantes para São Paulo.”. Assinale a alternativa que representa corretamente a regra de concordância presente na oração acima:
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Q1713813 Português
Assinale a alternativa em que a vírgula foi empregada pela seguinte razão: “Isola o predicativo do sujeito deslocado dentro da estrutura oracional quando o verbo não é de ligação”:
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Q1707078 Português
A regência verbal se caracteriza por indicar a preposição correta a ser usada após nomes ou verbos. As alternativas abaixo apresentam duas frases em cada opção, sendo que a primeira frase está correta e a segunda errada se considerarmos a norma padrão. Em uma das alternativas a regência errada aparece primeiro. Identifique-a.
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Q1707077 Português
Não importa se são músicas sertanejas ou de rock, os erros encontrados com relação à norma padrão da Língua Portuguesa são frequentes. Ortografia, concordância, regência, colocação de pronomes caracterizam traços da língua que acabamos encontrando de forma errada em letras de música. Abaixo você encontrará quatro trechos. Apenas em um não há nenhum tipo de erro. Identifique esta opção.
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Q1707075 Português

Abaixo você encontrará três afirmações acerca de regras da norma padrão da Língua Portuguesa. Analise cada uma delas e assinale a opção que aponta as afirmativas corretas.


I. A frase “Me mandaram uma mensagem errada” possui um erro de colocação pronominal, por isso deveria ser “Mandaram-me uma mensagem errada”.

II. No sentido de “ver”, é correta a regência do verbo “assistir” em “Eu assisti ao jogo pela televisão”.

III. Na frase “Não entendi o porque de tanto mistério” o uso do “porquê” está correto.

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Q1706287 Português
Imposturas intelectuais: algumas reflexões

    A história é conhecida, mas convém relembrá-la. Em 1996, um professor de Física da Universidade de Nova York, Alan Sokal, publicou, na revista de estudos culturais Social Text, um artigo com o suspeito título “Transgredindo as fronteiras: em direção a uma hermenêutica transformativa da gravitação quântica”. Social Text é uma revista simpática ao ideário pós-moderno, o que significa dizer que, para ela, alguns dos pressupostos mais basilares das ciências naturais, como a existência de uma realidade independente e a possibilidade de se obterem verdades objetivas a seu respeito, não passam de instrumentos ideológicos a serviço de interesses mais ou menos escusos.

    O artigo de Sokal acenava na direção de uma nascente ciência pós-moderna livre dos conceitos de verdade e realidade objetivas e a serviço de fins e interesses progressistas. Na busca afoita desses objetivos, o autor desse artigo supostamente sério massacra a ciência e o bom senso todas as vezes que pode, colocando em pé de igualdade teorias científicas e pseudocientíficas. Sokal temperou esse caldo indigesto de modo a torná-lo apetecível ao gosto pós-moderno com uma quantidade enorme de citações e referências bibliográficas – sempre verídicas –, cuja função precípua era substituir o argumento e a lógica pela força da autoridade, além do uso frequente de termos “pós-modernos”, como complexidade, não-linearidade, não-localidade, descontinuidade e tais.

    Social Text aceitou o artigo e publicou-o. Ato contínuo, Sokal escreveu outro artigo revelando que tudo não passara de uma paródia escrita com a finalidade de desmascarar absurdos pós-modernistas que passam por reflexão séria. Pega com as calças nas mãos, a Social Text decidiu não publicar esse segundo artigo. Mas a confissão da farsa foi publicada, ainda em 1996, em outras revistas. No ano seguinte, em associação com o professor de Física Teórica da Universidade de Louvain, Jean Bricmont, Sokal publica na França o livro Impostures Intellectuelles (Imposturas Intelectuais), em que a paródia de “Transgredindo as fronteiras” adquire os contornos de uma crítica articulada às claras. E, principalmente, dão-se nomes aos bois, todos gordos bois franceses.
    A reação dos criticados e seus seguidores (inclusive no Brasil) foi irada. Sokal e Bricmont foram acusados de tudo o que há de mau e pior. Mas quem quer que leia com atenção e sem partido o seu livro há de reconhecer que os autores são extremamente cautelosos com suas críticas, sempre muito bem focadas e substanciadas, evitando generalizações indevidas e extrapolações indesejadas.

(Jairo José da Silva. Natureza Humana. http://pepsic.bvsalud.org. Adaptado) 
Preservando-se o sentido e atendendo-se às regras de regência da norma-padrão da língua, o trecho sublinhado em “... escreveu outro artigo revelando que tudo não passara de uma paródia...” (3o parágrafo) pode ser substituído por
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Q1706286 Português
Imposturas intelectuais: algumas reflexões

    A história é conhecida, mas convém relembrá-la. Em 1996, um professor de Física da Universidade de Nova York, Alan Sokal, publicou, na revista de estudos culturais Social Text, um artigo com o suspeito título “Transgredindo as fronteiras: em direção a uma hermenêutica transformativa da gravitação quântica”. Social Text é uma revista simpática ao ideário pós-moderno, o que significa dizer que, para ela, alguns dos pressupostos mais basilares das ciências naturais, como a existência de uma realidade independente e a possibilidade de se obterem verdades objetivas a seu respeito, não passam de instrumentos ideológicos a serviço de interesses mais ou menos escusos.

    O artigo de Sokal acenava na direção de uma nascente ciência pós-moderna livre dos conceitos de verdade e realidade objetivas e a serviço de fins e interesses progressistas. Na busca afoita desses objetivos, o autor desse artigo supostamente sério massacra a ciência e o bom senso todas as vezes que pode, colocando em pé de igualdade teorias científicas e pseudocientíficas. Sokal temperou esse caldo indigesto de modo a torná-lo apetecível ao gosto pós-moderno com uma quantidade enorme de citações e referências bibliográficas – sempre verídicas –, cuja função precípua era substituir o argumento e a lógica pela força da autoridade, além do uso frequente de termos “pós-modernos”, como complexidade, não-linearidade, não-localidade, descontinuidade e tais.

    Social Text aceitou o artigo e publicou-o. Ato contínuo, Sokal escreveu outro artigo revelando que tudo não passara de uma paródia escrita com a finalidade de desmascarar absurdos pós-modernistas que passam por reflexão séria. Pega com as calças nas mãos, a Social Text decidiu não publicar esse segundo artigo. Mas a confissão da farsa foi publicada, ainda em 1996, em outras revistas. No ano seguinte, em associação com o professor de Física Teórica da Universidade de Louvain, Jean Bricmont, Sokal publica na França o livro Impostures Intellectuelles (Imposturas Intelectuais), em que a paródia de “Transgredindo as fronteiras” adquire os contornos de uma crítica articulada às claras. E, principalmente, dão-se nomes aos bois, todos gordos bois franceses.
    A reação dos criticados e seus seguidores (inclusive no Brasil) foi irada. Sokal e Bricmont foram acusados de tudo o que há de mau e pior. Mas quem quer que leia com atenção e sem partido o seu livro há de reconhecer que os autores são extremamente cautelosos com suas críticas, sempre muito bem focadas e substanciadas, evitando generalizações indevidas e extrapolações indesejadas.

(Jairo José da Silva. Natureza Humana. http://pepsic.bvsalud.org. Adaptado) 
Está escrita em conformidade com as regras de concordância da norma-padrão a seguinte frase elaborada a partir do texto:
Alternativas
Q1706285 Português
Imposturas intelectuais: algumas reflexões

    A história é conhecida, mas convém relembrá-la. Em 1996, um professor de Física da Universidade de Nova York, Alan Sokal, publicou, na revista de estudos culturais Social Text, um artigo com o suspeito título “Transgredindo as fronteiras: em direção a uma hermenêutica transformativa da gravitação quântica”. Social Text é uma revista simpática ao ideário pós-moderno, o que significa dizer que, para ela, alguns dos pressupostos mais basilares das ciências naturais, como a existência de uma realidade independente e a possibilidade de se obterem verdades objetivas a seu respeito, não passam de instrumentos ideológicos a serviço de interesses mais ou menos escusos.

    O artigo de Sokal acenava na direção de uma nascente ciência pós-moderna livre dos conceitos de verdade e realidade objetivas e a serviço de fins e interesses progressistas. Na busca afoita desses objetivos, o autor desse artigo supostamente sério massacra a ciência e o bom senso todas as vezes que pode, colocando em pé de igualdade teorias científicas e pseudocientíficas. Sokal temperou esse caldo indigesto de modo a torná-lo apetecível ao gosto pós-moderno com uma quantidade enorme de citações e referências bibliográficas – sempre verídicas –, cuja função precípua era substituir o argumento e a lógica pela força da autoridade, além do uso frequente de termos “pós-modernos”, como complexidade, não-linearidade, não-localidade, descontinuidade e tais.

    Social Text aceitou o artigo e publicou-o. Ato contínuo, Sokal escreveu outro artigo revelando que tudo não passara de uma paródia escrita com a finalidade de desmascarar absurdos pós-modernistas que passam por reflexão séria. Pega com as calças nas mãos, a Social Text decidiu não publicar esse segundo artigo. Mas a confissão da farsa foi publicada, ainda em 1996, em outras revistas. No ano seguinte, em associação com o professor de Física Teórica da Universidade de Louvain, Jean Bricmont, Sokal publica na França o livro Impostures Intellectuelles (Imposturas Intelectuais), em que a paródia de “Transgredindo as fronteiras” adquire os contornos de uma crítica articulada às claras. E, principalmente, dão-se nomes aos bois, todos gordos bois franceses.
    A reação dos criticados e seus seguidores (inclusive no Brasil) foi irada. Sokal e Bricmont foram acusados de tudo o que há de mau e pior. Mas quem quer que leia com atenção e sem partido o seu livro há de reconhecer que os autores são extremamente cautelosos com suas críticas, sempre muito bem focadas e substanciadas, evitando generalizações indevidas e extrapolações indesejadas.

(Jairo José da Silva. Natureza Humana. http://pepsic.bvsalud.org. Adaptado) 
Considere a seguinte passagem do texto:
Mas quem quer que leia com atenção e sem partido o seu livro há de reconhecer que os autores são extremamente cautelosos com suas críticas... (4o parágrafo)
Preservando-se o paralelismo entre as formas verbais, os trechos sublinhados podem ser substituídos, respectivamente, por
Alternativas
Respostas
22861: C
22862: C
22863: C
22864: A
22865: D
22866: A
22867: D
22868: C
22869: B
22870: C
22871: B
22872: D
22873: B
22874: D
22875: A
22876: D
22877: D
22878: E
22879: A
22880: B