Questões de Concurso
Comentadas sobre sintaxe em português
Foram encontradas 38.322 questões
Leia o texto para responder às questões de números 08 a 10.
As classificações do posicionamento político e moral das pessoas estão mais atuais do que nunca por conta da onda de radicalização que tomou conta do mundo. Muito já foi estudado sobre os fundamentos psicológicos, ambientais e históricos que levam à percepção das pessoas de pertencer a um grupo ou a outro. Agora, é a vez de a neurociência acrescentar seu conhecimento. A área investiga como o cérebro funciona e as repercussões disso para o organismo e o comportamento. A conclusão é a de que o órgão tem muito mais impacto do que imaginávamos na maneira como adotamos nossos posicionamentos. De acordo com as últimas pesquisas, quando um indivíduo demonstra uma postura liberal ou conservadora diante de questões sociais ou quando vota neste ou naquele candidato, está sendo muito mais influenciado pelas conexões neurais do que tem ideia.
A neurociência desenvolveu-se muito a partir da disponibilidade dos exames de ressonância magnética funcionais, que captam as regiões cerebrais em ativação exatamente no momento em que as pessoas são estimuladas a pensar em algo ou a visualizar determinado objeto, por exemplo. É com o auxílio desses aparelhos que estão sendo levantadas as principais informações sobre o tema. O que os testes mostram é que o que ocorre no cérebro corresponde exatamente ao perfil político de cada um. "Conservadores tendem a apresentar um estilo mais preto no branco na hora de criar e interpretar categorias", afirma o neurocientista Álvaro Machado Dias, professor da Universidade Federal de São Paulo. "Já os liberais e pessoas de esquerda costumam usar e interpretar categorias de maneira mais difusa. Essa diferença psicológica relaciona-se a padrões distintos de conectividade cerebral."
(Aline Pereira. "De direita ou de esquerda?" https://istoe.com.br. Adaptado)
Assinale a alternativa em que se faz correta análise linguística de passagens do texto.
Leia o texto para responder às questões de números 03 a 07.
Eles ouviam o oceano. E assim se lançaram, dentro de frágeis canoas, pelas águas do Pacífico a fim de descobrir mais terras. Estavam a cerca de 800 anos antes de Cristo, quando ainda se tinha a certeza de que a Terra era plana. Dias e noites depois encontraram e conquistaram outras ilhas, distantes umas das outras centenas de quilômetros, as quais hoje formam a parte leste da Polinésia, na Oceania. Fizeram as viagens sem instrumentos que ajudassem a navegar.
Nossos antepassados polinésios apenas ouviam o oceano ao desbravá-lo e, assim mesmo, tinham um conhecimento impressionante do sistema. Conheciam as ondas, correntes, nuvens, ventos, estrelas, conseguiam ler o estado do mar e, pelos reflexos nas nuvens, sabiam quando havia uma ilha ao alcance.
Mais de dois mil anos depois -muito mais -hoje nós estamos dirigindo até carro de modo automático, com a tecnologia que fomos conquistando á custa de esforços humanos e outros tantos bens naturais. No entanto, ao mesmo tempo, muitos de nós fomos perdendo um valor intangível, um bem precioso: nossa intuição, nossa capacidade de "ouvir o oceano". E de estarmos totalmente integrados aos sentidos.
Caminhar por uma rua numa cidade grande apinhada de gente, de carros, ônibus, trens, aviões, vai nos deixando anestesiados dos barulhos que realmente nos podem conectar com a intuição. Para completar, quase sempre estamos acompanhados por um aparelho com tela que nos tira a atenção do olhar e da audição, dois sentidos importantes. Hoje pela manhã, numa rua de Botafogo, fiquei perto/longe de uma mulher que conversava com seu GPS para tentar encontrar o endereço certo para onde precisava ir. Não olhou em volta. Não perguntou a ninguém, não fez nenhum contato com humanos naquela busca.
(Amélia Gonzalez, *Documentário alerta para a importância da intuição na relação do homem com o mundo ao redor". https.//g1 .globo.com. Adaptado)
Assinale a alternativa em que as frases reescritas a partir de informações do texto atendem à norma-padrão de concordância.
Leia o texto para responder às questões de números 03 a 07.
Eles ouviam o oceano. E assim se lançaram, dentro de frágeis canoas, pelas águas do Pacífico a fim de descobrir mais terras. Estavam a cerca de 800 anos antes de Cristo, quando ainda se tinha a certeza de que a Terra era plana. Dias e noites depois encontraram e conquistaram outras ilhas, distantes umas das outras centenas de quilômetros, as quais hoje formam a parte leste da Polinésia, na Oceania. Fizeram as viagens sem instrumentos que ajudassem a navegar.
Nossos antepassados polinésios apenas ouviam o oceano ao desbravá-lo e, assim mesmo, tinham um conhecimento impressionante do sistema. Conheciam as ondas, correntes, nuvens, ventos, estrelas, conseguiam ler o estado do mar e, pelos reflexos nas nuvens, sabiam quando havia uma ilha ao alcance.
Mais de dois mil anos depois -muito mais -hoje nós estamos dirigindo até carro de modo automático, com a tecnologia que fomos conquistando á custa de esforços humanos e outros tantos bens naturais. No entanto, ao mesmo tempo, muitos de nós fomos perdendo um valor intangível, um bem precioso: nossa intuição, nossa capacidade de "ouvir o oceano". E de estarmos totalmente integrados aos sentidos.
Caminhar por uma rua numa cidade grande apinhada de gente, de carros, ônibus, trens, aviões, vai nos deixando anestesiados dos barulhos que realmente nos podem conectar com a intuição. Para completar, quase sempre estamos acompanhados por um aparelho com tela que nos tira a atenção do olhar e da audição, dois sentidos importantes. Hoje pela manhã, numa rua de Botafogo, fiquei perto/longe de uma mulher que conversava com seu GPS para tentar encontrar o endereço certo para onde precisava ir. Não olhou em volta. Não perguntou a ninguém, não fez nenhum contato com humanos naquela busca.
(Amélia Gonzalez, *Documentário alerta para a importância da intuição na relação do homem com o mundo ao redor". https.//g1 .globo.com. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o enunciado, reescrito com base nas informações do texto, atende à norma-padrão de regência.
Sobre concordância verbal com sujeito formado por nomes no plural, identifique a alternativa incorreta:
Considerando as regras da concordância verbal, assinale a alternativa incorreta:
As questões de nº 21 a nº 30 dizem respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-las.
(TEXTO)
Cirurgia ocular: a terapia genética que pode barrar 'causa mais comum de cegueira'
1 Uma mulher britânica se tornou a primeira pessoa
no mundo a ser submetida a uma terapia genética
que tenta deter a forma de cegueira mais comum
no Ocidente. Os cirurgiões injetaram um gene
5 sintético na parte de trás do olho de Janet Osborne
em uma tentativa de impedir a morte de mais
células. É o primeiro tratamento a atacar a causa
genética subjacente da degeneração macular
relacionada à idade (DMRI). "Tenho dificuldade de
10 reconhecer rostos com meu olho esquerdo porque
minha visão central está desfocada. Se esse
tratamento for capaz de impedir que isso piore, vai
ser incrível", diz Osborne à BBC.
(Fonte adaptada: https://g1.globo.com >acessdo em 20 de fevereiro de 2019)
Analisando-se o texto abaixo, assinale a alternativa que contém o(s) termo(s) destacado(s) que não exerce(m) função sintática alguma no período:
“Se esse tratamento for capaz de impedir que isso piore, vai ser incrível", diz Osborne à BBC.” (linhas 11 a 13)
As questões de nº 21 a nº 30 dizem respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-las.
(TEXTO)
Cirurgia ocular: a terapia genética que pode barrar 'causa mais comum de cegueira'
1 Uma mulher britânica se tornou a primeira pessoa
no mundo a ser submetida a uma terapia genética
que tenta deter a forma de cegueira mais comum
no Ocidente. Os cirurgiões injetaram um gene
5 sintético na parte de trás do olho de Janet Osborne
em uma tentativa de impedir a morte de mais
células. É o primeiro tratamento a atacar a causa
genética subjacente da degeneração macular
relacionada à idade (DMRI). "Tenho dificuldade de
10 reconhecer rostos com meu olho esquerdo porque
minha visão central está desfocada. Se esse
tratamento for capaz de impedir que isso piore, vai
ser incrível", diz Osborne à BBC.
(Fonte adaptada: https://g1.globo.com >acessdo em 20 de fevereiro de 2019)
Analise o período a seguir para responder às questões nº 24, nº 25 e nº 26:
“Uma mulher britânica se tornou a primeira pessoa no mundo a ser submetida a uma terapia genética que tenta deter a forma de cegueira mais comum no Ocidente.” (linhas 1 a 4)
O trecho “[...] que tenta deter a forma de cegueira mais comum no Ocidente.” (linhas 3 e 4) exerce função sintática de:
As questões de nº 21 a nº 30 dizem respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-las.
(TEXTO)
Cirurgia ocular: a terapia genética que pode barrar 'causa mais comum de cegueira'
1 Uma mulher britânica se tornou a primeira pessoa
no mundo a ser submetida a uma terapia genética
que tenta deter a forma de cegueira mais comum
no Ocidente. Os cirurgiões injetaram um gene
5 sintético na parte de trás do olho de Janet Osborne
em uma tentativa de impedir a morte de mais
células. É o primeiro tratamento a atacar a causa
genética subjacente da degeneração macular
relacionada à idade (DMRI). "Tenho dificuldade de
10 reconhecer rostos com meu olho esquerdo porque
minha visão central está desfocada. Se esse
tratamento for capaz de impedir que isso piore, vai
ser incrível", diz Osborne à BBC.
(Fonte adaptada: https://g1.globo.com >acessdo em 20 de fevereiro de 2019)
Analise o período a seguir para responder às questões nº 24, nº 25 e nº 26:
“Uma mulher britânica se tornou a primeira pessoa no mundo a ser submetida a uma terapia genética que tenta deter a forma de cegueira mais comum no Ocidente.” (linhas 1 a 4)
É correto afirmar que a partícula “que” (linha 3) presente no período introduz uma:
Leia o texto abaixo para responder as questões de 01 a 10.
(Texto)
A delicada cesariana feita em bebe para retirar feto 'gêmeo' 1 Mónica Vaga estava no sétimo mês de gestação quando o médico notou algo muito raro em um exame de ultrassom. As imagens mostravam dois cordões umbilicais. mas Mónica não estava grávida 5 de gémeos. Era sua própria bebé, Itzamara, que carregava um feto no abdômen. O feto carregando um feto foi identificado em Barranquilla, na Colômbia. Especialistas calculam que a probabilidade desse tipo raro de gravidez é de uma 10 a cada 500 mil nascimentos. O Cirurgião Miguel Parra contou é Rádio Caracol que esse fenômeno é conhecido como fetus in feto e, se não for Identificado a tempo, pode colocar em risco a gravidez. O médico explica que o irmão gémeo se 15 desenvolve dentro do outro, em vez de crescer no útero da mãe. Esse tipo de gravidez normalmente é gerada a partir de um único zigoto, formado por um óvulo e um espermatozoide. (Ponto ~rads Mos pg r g(oeacanneasso a n 21 a ~To de 2019) |
O verbo “mostravam” (linha 3) concorda com a seguinte expressão:
Leia o texto abaixo para responder as questões de 01 a 10.
(Texto)
A delicada cesariana feita em bebe para retirar feto 'gêmeo' 1 Mónica Vaga estava no sétimo mês de gestação quando o médico notou algo muito raro em um exame de ultrassom. As imagens mostravam dois cordões umbilicais. mas Mónica não estava grávida 5 de gémeos. Era sua própria bebé, Itzamara, que carregava um feto no abdômen. O feto carregando um feto foi identificado em Barranquilla, na Colômbia. Especialistas calculam que a probabilidade desse tipo raro de gravidez é de uma 10 a cada 500 mil nascimentos. O Cirurgião Miguel Parra contou é Rádio Caracol que esse fenômeno é conhecido como fetus in feto e, se não for Identificado a tempo, pode colocar em risco a gravidez. O médico explica que o irmão gémeo se 15 desenvolve dentro do outro, em vez de crescer no útero da mãe. Esse tipo de gravidez normalmente é gerada a partir de um único zigoto, formado por um óvulo e um espermatozoide. (Ponto ~rads Mos pg r g(oeacanneasso a n 21 a ~To de 2019) |
“Mónica Vega estava no sétimo mês de gestação...” (linha 1). O predicado da oração é classificado corretamente como:
Leia o texto abaixo para responder as questões de 01 a 10.
(Texto)
A delicada cesariana feita em bebe para retirar feto 'gêmeo' 1 Mónica Vaga estava no sétimo mês de gestação quando o médico notou algo muito raro em um exame de ultrassom. As imagens mostravam dois cordões umbilicais. mas Mónica não estava grávida 5 de gémeos. Era sua própria bebé, Itzamara, que carregava um feto no abdômen. O feto carregando um feto foi identificado em Barranquilla, na Colômbia. Especialistas calculam que a probabilidade desse tipo raro de gravidez é de uma 10 a cada 500 mil nascimentos. O Cirurgião Miguel Parra contou é Rádio Caracol que esse fenômeno é conhecido como fetus in feto e, se não for Identificado a tempo, pode colocar em risco a gravidez. O médico explica que o irmão gémeo se 15 desenvolve dentro do outro, em vez de crescer no útero da mãe. Esse tipo de gravidez normalmente é gerada a partir de um único zigoto, formado por um óvulo e um espermatozoide. (Ponto ~rads Mos pg r g(oeacanneasso a n 21 a ~To de 2019) |
Assinale a alternativa em que o tempo destacado exerce corretamente função de sujeito da oração:
Leia o texto abaixo para responder as questões de 01 a 08.
(Texto)
Americana de 76 anos é a primeira mulher a receber Prêmio Abel de matemática
1 O Prêmio Abel de Matemática foi concedido pela
primeira vez a uma mulher, a americana Karen
Uhlenbeck, especialista em equações derivadas
parciais, de acordo com anúncio feito pela
5 Academia Norueguesa de Ciências e Letras.
"Karen Uhlenbeck recebe o Prêmio Abel 2019 por
seu trabalho fundamental em análise geométrica e
teoria de calibre, que transformou dramaticamente
o cenário matemático", afirmou o presidente da
10 comissão Abel, Hans Munthe-Kaas. "Suas teorias
revolucionaram nossa compreensão de superfícies
mínimas, como a formada por bolhas de sabão, e
problemas de minimização gerais em dimensões
mais altas", acrescentou. Uhlenbeck, de 76 anos, é
15 professora visitante na Universidade de Princeton e
professora associada do Instituto de Estudos
Avançados (IAS) dos Estados Unidos.
(Fonte adaptada https://g1 globo. com>acesso em 21 de março de 2019)
"...transformou dramaticamente o cenário matemático.". É correto afirmar que os termos destacados exercem função sintática de:
Leia o texto abaixo para responder as questões de 01 a 08.
(Texto)
Americana de 76 anos é a primeira mulher a receber Prêmio Abel de matemática
1 O Prêmio Abel de Matemática foi concedido pela
primeira vez a uma mulher, a americana Karen
Uhlenbeck, especialista em equações derivadas
parciais, de acordo com anúncio feito pela
5 Academia Norueguesa de Ciências e Letras.
"Karen Uhlenbeck recebe o Prêmio Abel 2019 por
seu trabalho fundamental em análise geométrica e
teoria de calibre, que transformou dramaticamente
o cenário matemático", afirmou o presidente da
10 comissão Abel, Hans Munthe-Kaas. "Suas teorias
revolucionaram nossa compreensão de superfícies
mínimas, como a formada por bolhas de sabão, e
problemas de minimização gerais em dimensões
mais altas", acrescentou. Uhlenbeck, de 76 anos, é
15 professora visitante na Universidade de Princeton e
professora associada do Instituto de Estudos
Avançados (IAS) dos Estados Unidos.
(Fonte adaptada https://g1 globo. com>acesso em 21 de março de 2019)
Analise o trecho a seguir retirado do Texto para responder às questões 01 a 03:
"'Karen Uhlenbeck recebe o Prêmio Abel 2019 por seu trabalho fundamental em análise geométrica e teoria de calibre, que transformou dramaticamente o cenário matemático', [...]"
(Linhas 6 a 9)
A partícula "que" destacada introduz uma:
Leia o texto abaixo para responder as questões de 01 a 08.
(Texto)
Americana de 76 anos é a primeira mulher a receber Prêmio Abel de matemática
1 O Prêmio Abel de Matemática foi concedido pela
primeira vez a uma mulher, a americana Karen
Uhlenbeck, especialista em equações derivadas
parciais, de acordo com anúncio feito pela
5 Academia Norueguesa de Ciências e Letras.
"Karen Uhlenbeck recebe o Prêmio Abel 2019 por
seu trabalho fundamental em análise geométrica e
teoria de calibre, que transformou dramaticamente
o cenário matemático", afirmou o presidente da
10 comissão Abel, Hans Munthe-Kaas. "Suas teorias
revolucionaram nossa compreensão de superfícies
mínimas, como a formada por bolhas de sabão, e
problemas de minimização gerais em dimensões
mais altas", acrescentou. Uhlenbeck, de 76 anos, é
15 professora visitante na Universidade de Princeton e
professora associada do Instituto de Estudos
Avançados (IAS) dos Estados Unidos.
(Fonte adaptada https://g1 globo. com>acesso em 21 de março de 2019)
Analise o trecho a seguir retirado do Texto para responder às questões 01 a 03:
"'Karen Uhlenbeck recebe o Prêmio Abel 2019 por seu trabalho fundamental em análise geométrica e teoria de calibre, que transformou dramaticamente o cenário matemático', [...]"
(Linhas 6 a 9)
O trecho "que transformou dramaticamente o cenário matemático" exerce função sintática de:
AS QUESTÕES DE 1 A 15 ESTÃO RELACIONADAS AO TEXTO ABAIXO
..
TEXTO
1--------- O regime capitalista de produção pressupõe a generalização da produção para a troca. Com a
2 expansão desta - entendida como expressão da diferenciação da divisão social do trabalho - ocorre
3 também a separação definitiva dos produtores diretos de mercadorias dos seus meios de produção.
4 Expropriados, passam a ser possuidores de uma única mercadoria - sua força de trabalho.
5 Proletarizados, são convertidos em trabalhadores assalariados. Simples operadores dos instrumentos
6 de produção que não mais lhes pertencem.
7 --------- Para participar do processo de troca, para ter existência social, o produtor precisa então levar
8 sua mercadoria ao mercado, onde esta irá defrontar-se com todas as demais mercadorias. Seu
9 possuidor a leva "livremente" ao mercado e vende-a por tempo determinado, forma única de
10 continuar sobrevivendo. Não se aliena definitivamente dela, pois só agindo assim pode continuar
11 participando da troca. Caso contrário, nada mais teria a oferecer. Alienando-se de sua mercadoria
12 única, nada mais seria que um escravo - ele próprio mercadoria. Isso significa que alguém, o
13 comprador, proprietário do dinheiro e dos meios de produção, adquire o direito de usar essa força de
14 trabalho pelo tempo acordado. Caracteriza-se, assim, a dicotomia proprietários dos meios de
15 produção/proletários.
16--------- Os proprietários da força de trabalho, os trabalhadores, submetem-se, porque dessa maneira
17 integram-se eles próprios no mercado. Só assim podem ter acesso à mercadoria dinheiro -
18 representado neste caso pelo salário - passaporte único às demais mercadorias, o que lhes permite a
19 sobrevivência. Nesse sentido, percebe-se que o salário, expressão do valor da força de trabalho, não
20 importa os meios pelos quais seja estabelecido, não "deveria" descer a níveis que ameacem a própria
21 sobrevivência e reprodução da classe trabalhadora dada a importância para o capital, que a submete,
22 mas que dela necessita (até mesmo enquanto exército de reserva), para continuar sua trajetória de
23 valorização e acumulação. (Pelo menos até a fase atual, o capitalismo não conseguiu se descartar
24 definitivamente da força de trabalho, embora a substituição de trabalho vivo por trabalho morto seja
25 mais e mais acelerada).
26--------- O trabalho torna-se então alienado, vazio de sentido para o trabalhador, dado que o resultado
27 de sua atividade passa a ser propriedade de outrem. Nesse ponto, é bastante oportuna a seguinte
28 citação: "O antigo possuidor de dinheiro marcha adiante como capitalista, segue-o o possuidor da
29 força de trabalho como seu trabalhador, um, cheio de importância, sorriso satisfeito e ávido por
30 negócios; o outro, tímido, contrafeito, como alguém que levou a própria pele ao mercado e agora não
31 tem mais nada a esperar, exceto o - curtume." Revela-se aqui todo o significado do fato de a força de
32 trabalho ser transformada em uma mercadoria a mais, no mundo da produção capitalista, em que os
33 produtos do trabalho não mais pertencem a seus produtores, anônimos participantes de um espetáculo
34 no qual entram em cena sem nem mesmo perceber e no qual têm de permanecer independentemente
35 de sua vontade. Sua sobrevivência está agora delimitada por decisões que vão, cada vez mais,
36 afastando-se de seu domínio, às quais, por meios mais ou menos violentos, acabam sendo obrigados a
37 acatar. A "liberdade", não conquistada senão que imposta, que lhes permite colocar sua força de
38 trabalho à venda, significa a subordinação completa, definitiva, do trabalho ao capital. Este, sim,
39 impondo as regras e condições aos personagens que a ele são atrelados. O conflito é inerente e
40 intransponível. Ingenuidade querer eliminá-lo, mantendo-se intocadas as características do cenário
41 em que se insere.
...
FONTE: https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/geografia/violencia-urbana-no-brasil.htm
Há ocorrência de predicado verbal na alternativa
AS QUESTÕES DE 1 A 15 ESTÃO RELACIONADAS AO TEXTO ABAIXO
..
TEXTO
1--------- O regime capitalista de produção pressupõe a generalização da produção para a troca. Com a
2 expansão desta - entendida como expressão da diferenciação da divisão social do trabalho - ocorre
3 também a separação definitiva dos produtores diretos de mercadorias dos seus meios de produção.
4 Expropriados, passam a ser possuidores de uma única mercadoria - sua força de trabalho.
5 Proletarizados, são convertidos em trabalhadores assalariados. Simples operadores dos instrumentos
6 de produção que não mais lhes pertencem.
7 --------- Para participar do processo de troca, para ter existência social, o produtor precisa então levar
8 sua mercadoria ao mercado, onde esta irá defrontar-se com todas as demais mercadorias. Seu
9 possuidor a leva "livremente" ao mercado e vende-a por tempo determinado, forma única de
10 continuar sobrevivendo. Não se aliena definitivamente dela, pois só agindo assim pode continuar
11 participando da troca. Caso contrário, nada mais teria a oferecer. Alienando-se de sua mercadoria
12 única, nada mais seria que um escravo - ele próprio mercadoria. Isso significa que alguém, o
13 comprador, proprietário do dinheiro e dos meios de produção, adquire o direito de usar essa força de
14 trabalho pelo tempo acordado. Caracteriza-se, assim, a dicotomia proprietários dos meios de
15 produção/proletários.
16--------- Os proprietários da força de trabalho, os trabalhadores, submetem-se, porque dessa maneira
17 integram-se eles próprios no mercado. Só assim podem ter acesso à mercadoria dinheiro -
18 representado neste caso pelo salário - passaporte único às demais mercadorias, o que lhes permite a
19 sobrevivência. Nesse sentido, percebe-se que o salário, expressão do valor da força de trabalho, não
20 importa os meios pelos quais seja estabelecido, não "deveria" descer a níveis que ameacem a própria
21 sobrevivência e reprodução da classe trabalhadora dada a importância para o capital, que a submete,
22 mas que dela necessita (até mesmo enquanto exército de reserva), para continuar sua trajetória de
23 valorização e acumulação. (Pelo menos até a fase atual, o capitalismo não conseguiu se descartar
24 definitivamente da força de trabalho, embora a substituição de trabalho vivo por trabalho morto seja
25 mais e mais acelerada).
26--------- O trabalho torna-se então alienado, vazio de sentido para o trabalhador, dado que o resultado
27 de sua atividade passa a ser propriedade de outrem. Nesse ponto, é bastante oportuna a seguinte
28 citação: "O antigo possuidor de dinheiro marcha adiante como capitalista, segue-o o possuidor da
29 força de trabalho como seu trabalhador, um, cheio de importância, sorriso satisfeito e ávido por
30 negócios; o outro, tímido, contrafeito, como alguém que levou a própria pele ao mercado e agora não
31 tem mais nada a esperar, exceto o - curtume." Revela-se aqui todo o significado do fato de a força de
32 trabalho ser transformada em uma mercadoria a mais, no mundo da produção capitalista, em que os
33 produtos do trabalho não mais pertencem a seus produtores, anônimos participantes de um espetáculo
34 no qual entram em cena sem nem mesmo perceber e no qual têm de permanecer independentemente
35 de sua vontade. Sua sobrevivência está agora delimitada por decisões que vão, cada vez mais,
36 afastando-se de seu domínio, às quais, por meios mais ou menos violentos, acabam sendo obrigados a
37 acatar. A "liberdade", não conquistada senão que imposta, que lhes permite colocar sua força de
38 trabalho à venda, significa a subordinação completa, definitiva, do trabalho ao capital. Este, sim,
39 impondo as regras e condições aos personagens que a ele são atrelados. O conflito é inerente e
40 intransponível. Ingenuidade querer eliminá-lo, mantendo-se intocadas as características do cenário
41 em que se insere.
...
FONTE: https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/geografia/violencia-urbana-no-brasil.htm
Com referência aos elementos linguísticos que compõe o texto, é correto afirmar
AS QUESTÕES DE 1 A 15 ESTÃO RELACIONADAS AO TEXTO ABAIXO
..
TEXTO
1--------- O regime capitalista de produção pressupõe a generalização da produção para a troca. Com a
2 expansão desta - entendida como expressão da diferenciação da divisão social do trabalho - ocorre
3 também a separação definitiva dos produtores diretos de mercadorias dos seus meios de produção.
4 Expropriados, passam a ser possuidores de uma única mercadoria - sua força de trabalho.
5 Proletarizados, são convertidos em trabalhadores assalariados. Simples operadores dos instrumentos
6 de produção que não mais lhes pertencem.
7 --------- Para participar do processo de troca, para ter existência social, o produtor precisa então levar
8 sua mercadoria ao mercado, onde esta irá defrontar-se com todas as demais mercadorias. Seu
9 possuidor a leva "livremente" ao mercado e vende-a por tempo determinado, forma única de
10 continuar sobrevivendo. Não se aliena definitivamente dela, pois só agindo assim pode continuar
11 participando da troca. Caso contrário, nada mais teria a oferecer. Alienando-se de sua mercadoria
12 única, nada mais seria que um escravo - ele próprio mercadoria. Isso significa que alguém, o
13 comprador, proprietário do dinheiro e dos meios de produção, adquire o direito de usar essa força de
14 trabalho pelo tempo acordado. Caracteriza-se, assim, a dicotomia proprietários dos meios de
15 produção/proletários.
16--------- Os proprietários da força de trabalho, os trabalhadores, submetem-se, porque dessa maneira
17 integram-se eles próprios no mercado. Só assim podem ter acesso à mercadoria dinheiro -
18 representado neste caso pelo salário - passaporte único às demais mercadorias, o que lhes permite a
19 sobrevivência. Nesse sentido, percebe-se que o salário, expressão do valor da força de trabalho, não
20 importa os meios pelos quais seja estabelecido, não "deveria" descer a níveis que ameacem a própria
21 sobrevivência e reprodução da classe trabalhadora dada a importância para o capital, que a submete,
22 mas que dela necessita (até mesmo enquanto exército de reserva), para continuar sua trajetória de
23 valorização e acumulação. (Pelo menos até a fase atual, o capitalismo não conseguiu se descartar
24 definitivamente da força de trabalho, embora a substituição de trabalho vivo por trabalho morto seja
25 mais e mais acelerada).
26--------- O trabalho torna-se então alienado, vazio de sentido para o trabalhador, dado que o resultado
27 de sua atividade passa a ser propriedade de outrem. Nesse ponto, é bastante oportuna a seguinte
28 citação: "O antigo possuidor de dinheiro marcha adiante como capitalista, segue-o o possuidor da
29 força de trabalho como seu trabalhador, um, cheio de importância, sorriso satisfeito e ávido por
30 negócios; o outro, tímido, contrafeito, como alguém que levou a própria pele ao mercado e agora não
31 tem mais nada a esperar, exceto o - curtume." Revela-se aqui todo o significado do fato de a força de
32 trabalho ser transformada em uma mercadoria a mais, no mundo da produção capitalista, em que os
33 produtos do trabalho não mais pertencem a seus produtores, anônimos participantes de um espetáculo
34 no qual entram em cena sem nem mesmo perceber e no qual têm de permanecer independentemente
35 de sua vontade. Sua sobrevivência está agora delimitada por decisões que vão, cada vez mais,
36 afastando-se de seu domínio, às quais, por meios mais ou menos violentos, acabam sendo obrigados a
37 acatar. A "liberdade", não conquistada senão que imposta, que lhes permite colocar sua força de
38 trabalho à venda, significa a subordinação completa, definitiva, do trabalho ao capital. Este, sim,
39 impondo as regras e condições aos personagens que a ele são atrelados. O conflito é inerente e
40 intransponível. Ingenuidade querer eliminá-lo, mantendo-se intocadas as características do cenário
41 em que se insere.
...
FONTE: https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/geografia/violencia-urbana-no-brasil.htm
Exerce a mesma função sintática da expressão “de produção” (L.1), o termo
AS QUESTÕES DE 1 A 15 ESTÃO RELACIONADAS AO TEXTO ABAIXO
TEXTO
- É inegável que vivemos dias difíceis, a violência em toda sua plenitude tem envolvido grande
- parte da sociedade mundial. No Brasil, a violência tem feito milhares de vítimas, em alguns casos
- esse ato é praticado pela própria família, além de inúmeros outros ocorridos nas ruas.
- Ao observarmos o quadro atual da violência urbana, muitas vezes não nos atentamos para os
- fatores que conduziram a tal situação, no entanto, podemos exemplificar o crescimento urbano
- desordenado. Em razão do acelerado processo de êxodo rural, as grandes cidades brasileiras
- absorveram um número de pessoas elevado, que não foi acompanhado pela infraestrutura urbana
- (emprego, moradia, saúde, educação, qualificação, entre outros); fato que desencadeou uma série de
- problemas sociais graves.
- A violência urbana tem ocasionado a morte de milhares de jovens no Brasil, é o principal
- fator de mortandade dessa faixa etária.
- A criminalidade não é um “privilégio” exclusivo dos grandes centros urbanos do país,
- entretanto o seu crescimento é largamente maior do que em cidades menores. É nas grandes cidades
- brasileiras que se concentram os principais problemas sociais, como desemprego, desprovimento de
- serviços públicos assistenciais (postos de saúde, hospitais, escolas etc.), além da ineficiência da
- segurança pública. Tais problemas são determinantes para o estabelecimento e proliferação da
- marginalidade e, consequentemente, da criminalidade que vem acompanhada pela violência.
- Os bairros marginalizados das principais cidades brasileiras respondem por aproximadamente
- 35% da população nacional, nesses locais pelo menos a metade das mortes são provocadas por causas
- violentas, como agressões e homicídios. Isso é explicado quando nos deparamos com dados de São
- Paulo e do Rio de Janeiro, onde 21% de todas as mortes são provenientes de atos violentos.
- Essa situação retrata a ineficiência do Estado, que não tem disponibilizado um serviço de
- segurança pública eficaz à sua população. Enquanto o poder do Estado não se impõe, o crime
- organizado se institui como um poder paralelo, que estabelece regras de ética e conduta própria, além
- de implantar fronteiras para a atuação de determinada facção criminosa.
- Algumas cidades do país apresentam um percentual de mortandade proveniente de atos de
- violência que equivale aos da Síria, país em guerra.
FONTE: https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/geografia/violencia-urbana-no-brasil.htm
O que se afirma sobre o fragmento transcrito está correto na alternativa
AS QUESTÕES DE 1 A 15 ESTÃO RELACIONADAS AO TEXTO ABAIXO
TEXTO
- É inegável que vivemos dias difíceis, a violência em toda sua plenitude tem envolvido grande
- parte da sociedade mundial. No Brasil, a violência tem feito milhares de vítimas, em alguns casos
- esse ato é praticado pela própria família, além de inúmeros outros ocorridos nas ruas.
- Ao observarmos o quadro atual da violência urbana, muitas vezes não nos atentamos para os
- fatores que conduziram a tal situação, no entanto, podemos exemplificar o crescimento urbano
- desordenado. Em razão do acelerado processo de êxodo rural, as grandes cidades brasileiras
- absorveram um número de pessoas elevado, que não foi acompanhado pela infraestrutura urbana
- (emprego, moradia, saúde, educação, qualificação, entre outros); fato que desencadeou uma série de
- problemas sociais graves.
- A violência urbana tem ocasionado a morte de milhares de jovens no Brasil, é o principal
- fator de mortandade dessa faixa etária.
- A criminalidade não é um “privilégio” exclusivo dos grandes centros urbanos do país,
- entretanto o seu crescimento é largamente maior do que em cidades menores. É nas grandes cidades
- brasileiras que se concentram os principais problemas sociais, como desemprego, desprovimento de
- serviços públicos assistenciais (postos de saúde, hospitais, escolas etc.), além da ineficiência da
- segurança pública. Tais problemas são determinantes para o estabelecimento e proliferação da
- marginalidade e, consequentemente, da criminalidade que vem acompanhada pela violência.
- Os bairros marginalizados das principais cidades brasileiras respondem por aproximadamente
- 35% da população nacional, nesses locais pelo menos a metade das mortes são provocadas por causas
- violentas, como agressões e homicídios. Isso é explicado quando nos deparamos com dados de São
- Paulo e do Rio de Janeiro, onde 21% de todas as mortes são provenientes de atos violentos.
- Essa situação retrata a ineficiência do Estado, que não tem disponibilizado um serviço de
- segurança pública eficaz à sua população. Enquanto o poder do Estado não se impõe, o crime
- organizado se institui como um poder paralelo, que estabelece regras de ética e conduta própria, além
- de implantar fronteiras para a atuação de determinada facção criminosa.
- Algumas cidades do país apresentam um percentual de mortandade proveniente de atos de
- violência que equivale aos da Síria, país em guerra.
FONTE: https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/geografia/violencia-urbana-no-brasil.htm
Há uma asserção verdadeira sobre constituintes da oração e suas funções na afirmativa.
AS QUESTÕES DE 1 A 15 ESTÃO RELACIONADAS AO TEXTO ABAIXO
TEXTO
- É inegável que vivemos dias difíceis, a violência em toda sua plenitude tem envolvido grande
- parte da sociedade mundial. No Brasil, a violência tem feito milhares de vítimas, em alguns casos
- esse ato é praticado pela própria família, além de inúmeros outros ocorridos nas ruas.
- Ao observarmos o quadro atual da violência urbana, muitas vezes não nos atentamos para os
- fatores que conduziram a tal situação, no entanto, podemos exemplificar o crescimento urbano
- desordenado. Em razão do acelerado processo de êxodo rural, as grandes cidades brasileiras
- absorveram um número de pessoas elevado, que não foi acompanhado pela infraestrutura urbana
- (emprego, moradia, saúde, educação, qualificação, entre outros); fato que desencadeou uma série de
- problemas sociais graves.
- A violência urbana tem ocasionado a morte de milhares de jovens no Brasil, é o principal
- fator de mortandade dessa faixa etária.
- A criminalidade não é um “privilégio” exclusivo dos grandes centros urbanos do país,
- entretanto o seu crescimento é largamente maior do que em cidades menores. É nas grandes cidades
- brasileiras que se concentram os principais problemas sociais, como desemprego, desprovimento de
- serviços públicos assistenciais (postos de saúde, hospitais, escolas etc.), além da ineficiência da
- segurança pública. Tais problemas são determinantes para o estabelecimento e proliferação da
- marginalidade e, consequentemente, da criminalidade que vem acompanhada pela violência.
- Os bairros marginalizados das principais cidades brasileiras respondem por aproximadamente
- 35% da população nacional, nesses locais pelo menos a metade das mortes são provocadas por causas
- violentas, como agressões e homicídios. Isso é explicado quando nos deparamos com dados de São
- Paulo e do Rio de Janeiro, onde 21% de todas as mortes são provenientes de atos violentos.
- Essa situação retrata a ineficiência do Estado, que não tem disponibilizado um serviço de
- segurança pública eficaz à sua população. Enquanto o poder do Estado não se impõe, o crime
- organizado se institui como um poder paralelo, que estabelece regras de ética e conduta própria, além
- de implantar fronteiras para a atuação de determinada facção criminosa.
- Algumas cidades do país apresentam um percentual de mortandade proveniente de atos de
- violência que equivale aos da Síria, país em guerra.
FONTE: https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/geografia/violencia-urbana-no-brasil.htm
A expressão “país em guerra” (L.27) exerce a função de