Questões de Concurso Comentadas sobre sintaxe em português

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Q1701071 Português
TEXTO 1

O que galáxias distantes dizem sobre a
evolução do Universo
Observar galáxias distantes nos ajuda a montar o quebra-cabeça do Universo: quanto mais longe enxergamos, mais ao passado voltamos

Seria legal se pudéssemos passar um filminho revelando a história das galáxias e ver também como era a Via Láctea no passado. Mas, como não podemos, temos que observar as galáxias distantes e tentar montar o quebra-cabeça de como esses astros fantásticos evoluem.
O telescópio espacial Hubble é peça-chave para desvendar essa história. Com ele, conseguimos captar a luz com mais nitidez, já que ela não sofre interferência da atmosfera, mas mesmo assim temos que deixá-lo aberto por muito tempo para obter a luz fraquinha das galáxias distantes.
Em 1995, o ex-diretor do Hubble, Bob Williams, fez a primeira imagem das profundezas do Universo exatamente assim. A equipe do Hubble escolheu uma região do céu sem nenhuma estrela brilhante por perto para garantir que não interferisse na imagem das galáxias de fundo. E deixou o Hubble aberto durante dez dias captando a luz da mesma região. Uma região do céu que parecia totalmente vazia mostrou uma imagem incrível cravejada de galáxias.
O Universo é como se fosse uma “máquina do tempo”: quanto mais longe enxergamos, mais ao passado voltamos. Se vemos uma galáxia a 1 bilhão de anos-luz de nós, significa que a sua luz levou 1 bilhão de anos atravessando o espaço para chegar até aqui. Ou seja, estamos vendo a galáxia como ela era há 1 bilhão de anos, no passado, e não como ela é agora.
Desde a imagem histórica feita pelo Hubble, já tivemos muitas outras das profundezas do Universo. E elas revelam que as galáxias mais longínquas parecem bem pequenas por causa da distância, como era de se esperar, mas descobrimos também que elas são realmente menores e não possuem formatos bem definidos. Isso significa que elas crescem e se transformam com o tempo.
A galáxia mais distante já observada é a GN-z11, que está a 13,4 bilhões de anos-luz de nós! Ou seja, estamos vendo como ela era quando o Universo tinha apenas 400 milhões de anos. Ela fica na constelação de Ursa Maior e parece um pontinho vermelho na imagem do Hubble.
Essas galáxias muito distantes estão se afastando aceleradamente de nós, por isso vemos sua luz sempre mais avermelhada do que deveria ser. Porém, nem os olhos humanos nem o Hubble conseguem captar o extremo da luz vermelha que precisamos obter para ver mais além.
Por isso, necessitamos de instrumentos como o telescópio James Webb. Ele captará luz infravermelha e enxergará ainda mais longe que o Hubble. Seu lançamento está previsto para 2021, segundo a Nasa, e estamos muito empolgadas com a enxurrada de novas peças para ajudar a solucionar nosso quebra-cabeça galáctico.

Fonte: Adaptado de:
https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Espaco/noticia/2020/01/oque-galaxias-distantes-dizem-sobre-evolucao-do-universo.html.
Acesso em: 19 jan. 2020.


TEXTO 2


Fonte: Adaptado de: http://1.bp.blogspot.com/-oSNjvAa_uZE/TgIuBsIiMXI/AAAAAAAAAN0/R208RGfxPoQ/s1600/as%2Bcobras%2B11.jpg.
Acesso em: 19 jan. 2020.

Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) O “que” empregado no trecho “Atravessamos o espaço numa bola que não controlamos [...]”, do Texto 2, é um pronome relativo.
( ) O “que” empregado no trecho “Atravessamos o espaço numa bola que não controlamos [...]”, do Texto 2, é uma conjunção integrante.
( ) Quando exerce a função de demonstrativo, o “que” pode ser precedido por pronomes demonstrativos.
( ) Quando funciona como conjunção, o “que” pode exercer diferentes funções sintáticas.
Alternativas
Q1700568 Português

Sobre o ouvir


    O ato de ouvir exige humildade de quem ouve. E a humildade está nisso: saber, não com a cabeça, mas com o coração, que é possível que o outro veja mundos que nós não vemos. Mas isso, admitir que o outro vê coisas que nós não vemos, implica reconhecer que somos meio cegos… Vemos pouco, vemos torto, vemos errado.

    Bernardo Soares diz que aquilo que nós vemos é aquilo que nós somos. Assim, para sair do círculo fechado de nós mesmos, em que só vemos nosso próprio rosto refletido nas coisas, é preciso que nos coloquemos fora de nós mesmos. Nós não somos o umbigo do mundo. E isso é muito difícil: reconhecer que não somos o umbigo do mundo! Para se ouvir de verdade, isso é, para nos colocarmos dentro do mundo do outro, é preciso colocar entre parêntesis, ainda que provisoriamente, as nossas opiniões.

    Minhas opiniões! É claro que eu acredito que as minhas opiniões são a expressão da verdade. Se eu não acreditasse na verdade daquilo que penso, trocaria meus pensamentos por outros. E, se falo, é para fazer com que aquele que me ouve acredite em mim, troque os seus pensamentos pelos meus. É norma de boa educação ficar em silêncio enquanto o outro fala. Mas esse silêncio não é verdadeiro. É apenas um tempo de espera: estou esperando que ele termine de falar para que eu, então, diga a verdade. A prova disto está no seguinte: se levo a sério o que o outro está dizendo, que é diferente do que penso, depois de terminada a sua fala eu ficaria em silêncio, para ruminar aquilo que ele disse, que me é estranho. Mas isso jamais acontece. A resposta vem sempre rápida e imediata. A resposta rápida quer dizer: “Não preciso ouvi-lo. Basta que eu me ouça a mim mesmo. Não vou perder tempo ruminando o que você disse. Aquilo que você disse não é o que eu diria, portanto está errado…”.


Rubem Alves, no livro “Ostra feliz não faz pérola”. Editora Planeta, 2008.

Ainda considerando a passagem “E a humildade está nisso: saber, não com a cabeça, mas com o coração, que é possível que o outro veja mundos que nós não vemos”, o termo em destaque estabelece ideia de:
Alternativas
Q1700567 Português

Sobre o ouvir


    O ato de ouvir exige humildade de quem ouve. E a humildade está nisso: saber, não com a cabeça, mas com o coração, que é possível que o outro veja mundos que nós não vemos. Mas isso, admitir que o outro vê coisas que nós não vemos, implica reconhecer que somos meio cegos… Vemos pouco, vemos torto, vemos errado.

    Bernardo Soares diz que aquilo que nós vemos é aquilo que nós somos. Assim, para sair do círculo fechado de nós mesmos, em que só vemos nosso próprio rosto refletido nas coisas, é preciso que nos coloquemos fora de nós mesmos. Nós não somos o umbigo do mundo. E isso é muito difícil: reconhecer que não somos o umbigo do mundo! Para se ouvir de verdade, isso é, para nos colocarmos dentro do mundo do outro, é preciso colocar entre parêntesis, ainda que provisoriamente, as nossas opiniões.

    Minhas opiniões! É claro que eu acredito que as minhas opiniões são a expressão da verdade. Se eu não acreditasse na verdade daquilo que penso, trocaria meus pensamentos por outros. E, se falo, é para fazer com que aquele que me ouve acredite em mim, troque os seus pensamentos pelos meus. É norma de boa educação ficar em silêncio enquanto o outro fala. Mas esse silêncio não é verdadeiro. É apenas um tempo de espera: estou esperando que ele termine de falar para que eu, então, diga a verdade. A prova disto está no seguinte: se levo a sério o que o outro está dizendo, que é diferente do que penso, depois de terminada a sua fala eu ficaria em silêncio, para ruminar aquilo que ele disse, que me é estranho. Mas isso jamais acontece. A resposta vem sempre rápida e imediata. A resposta rápida quer dizer: “Não preciso ouvi-lo. Basta que eu me ouça a mim mesmo. Não vou perder tempo ruminando o que você disse. Aquilo que você disse não é o que eu diria, portanto está errado…”.


Rubem Alves, no livro “Ostra feliz não faz pérola”. Editora Planeta, 2008.

Em “E a humildade está nisso: saber, não com a cabeça, mas com o coração, que é possível que o outro veja mundos que nós não vemos”, se o verbo ver, em destaque, fosse substituído pelo verbo assistir, com o mesmo sentido, e se o termo mundos, também em destaque, fosse substituído por realidades, teríamos:
Alternativas
Q1700437 Português
Todas as orações abaixo são classificadas como Orações sem sujeito, exceto:
Alternativas
Q1700436 Português
Os termos sublinhados nas sentenças abaixo são classificados como apostos, exceto um. Marque-o:
Alternativas
Q1700402 Português
Texto para a questão.
 

E o mundo não se acabou
(1938)
(Assis Valente)


Anunciaram e garantiram
Que o mundo ia se acabar
Por causa disso
Minha gente lá de casa
Começou a rezar
E até disseram que o sol
Ia nascer antes da madrugada
Por causa disso nessa noite
Lá no morro
Não se fez batucada

Acreditei nessa conversa mole
Pensei que o mundo ia se acabar
E fui tratando de me despedir
E sem demora fui tratando
De aproveitar
Beijei a boca
De quem não devia
Peguei na mão
De quem não conhecia
Dancei um samba
Em traje de maiô
E o tal do mundo
Não se acabou
(...)
Chamei um gajo
Com quem não me dava
E perdoei a sua ingratidão
E festejando o acontecimento
Gastei com ele
Mais de quinhentão
Agora eu soube
Que o gajo anda
Dizendo coisa
Que não se passou
Vai ter barulho
Vai ter confusão
Porque o mundo não se acabou
Em “E até disseram que o sol ia nascer antes da madrugada”, o termo em destaque tem por finalidade:
Alternativas
Q1700401 Português
Texto para a questão.
 

E o mundo não se acabou
(1938)
(Assis Valente)


Anunciaram e garantiram
Que o mundo ia se acabar
Por causa disso
Minha gente lá de casa
Começou a rezar
E até disseram que o sol
Ia nascer antes da madrugada
Por causa disso nessa noite
Lá no morro
Não se fez batucada

Acreditei nessa conversa mole
Pensei que o mundo ia se acabar
E fui tratando de me despedir
E sem demora fui tratando
De aproveitar
Beijei a boca
De quem não devia
Peguei na mão
De quem não conhecia
Dancei um samba
Em traje de maiô
E o tal do mundo
Não se acabou
(...)
Chamei um gajo
Com quem não me dava
E perdoei a sua ingratidão
E festejando o acontecimento
Gastei com ele
Mais de quinhentão
Agora eu soube
Que o gajo anda
Dizendo coisa
Que não se passou
Vai ter barulho
Vai ter confusão
Porque o mundo não se acabou
Na passagem “Anunciaram e garantiram/ Que o mundo ia se acabar/ Por causa disso/ Minha gente lá de casa/ Começou a rezar”, considerando o contexto, o termo em destaque estabelece ideia de:
Alternativas
Q1700373 Português

Texto para a questão.


Hanseníase e as histórias de um Brasil que está na Idade Média

Por André Biernath

(...)
Você sabia que o Brasil é um dos únicos países do mundo que ainda registra casos de hanseníse? Nós só ficamos atrás da Índia num inglório ranking mundial e respondemos por 90% das ocorrências dela no continente americano. Por ano, 27 mil indivíduos recebem o diagnóstico por aqui. Roraima, Pará, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Tocantins são os estados com as estatísticas mais graves.
A hanseníase é causada por uma bactéria chamada Mycobacterium leprae, transmitida de um indivíduo para outro por meio de gotículas de saliva, que entram pela boca e pelo nariz. O micro-organismo se instala nos nervos periféricos do corpo, bem próximo à pele, e fica ali durante anos, sem dar sintomas. Ele demora muito tempo para se reproduzir: a título de comparação, ele leva 15 dias para dar origem a um novo bacilo, enquanto a bactéria da tuberculose, por exemplo, se replica a cada 24 horas. Mas chega um momento em que sua presença na região diminui a sensibilidade e desemboca em sérias lesões. 
Acontece que cerca de 90% das pessoas possuem defesa natural contra o agente infeccioso. Mas há 10% que estão vulneráveis a ele e podem vir a desenvolver o problema. Outro dado que mostra a perplexidade do quadro brasileiro: o diagnóstico da condição é fácil, feito no consultório do médico, sem necessidade de exames mais complexos. O tratamento, por sua vez, é simples e consiste no uso de dois ou três antibióticos por alguns meses. Depois desse tempo, a bactéria acaba extirpada do organismo e a cura está garantida.
(...)
A dermatologista Letícia Maria Edit, de Porto Alegre, publicou um artigo em que rememora episódios da hanseníase no Brasil. Durante vários séculos, os portadores da doença foram tratados com extremo preconceito por aqui. Eles eram proibidos de comer, dormir ou casar com pessoas saudáveis, não podiam tocar em comidas nos mercados e nem entrar em algumas cidades, como São Paulo. “Os filhos dos leprosos não podiam ser batizados como as outras crianças pelo risco de poluírem as águas da pia batismal”, escreve. 
No texto de Letícia, um episódio com hansenianos brasileiros chama atenção pela similaridade com The Walking Dead, série norte-americana de zumbis produzida pelo canal de televisão AMC. Nos idos de 1800, uma lenda dizia que o doente ficaria curado da doença se fosse capaz de infectar outras sete pessoas. Na tentativa de se livrar da encrenca, um grupo de leprosos resolveu invadir uma cidade no norte do estado de São Paulo (não se sabe qual município ao certo) e atacou os moradores, que, assustados, responderam com armas e porretes. Aqueles que conseguiram fugir saíram correndo por uma estrada e encontraram uma criança, que foi agredida a dentadas até sangrar.
Infelizmente, desse episódio bárbaro para os dias de hoje o cenário pouco mudou. O preconceito é tão grande que preferimos esquecer e ignorar a existência da doença e dos indivíduos acometidos por ela. A troca de nome de lepra para hanseníase parece ter mais confundido do que ajudado a aplacar a intolerância.
 (...)
Segundo o dermatologista Marco Andrey Cipriani, presidente da Sociedade Brasileira de Hansenologia, os principais sintomas da condição:
“Nas formas iniciais, a hanseníase se manifesta por anos através de dormências, cãibras e formigamentos em áreas definidas do corpo. Esses sinais ficam mais comuns nos meses frios do ano. Depois, surgem lesões de pele esbranquiçadas e avermelhadas, ou nódulos espalhados pelo corpo, na face e nas orelhas. Todas essas lesões vêm acompanhadas de alterações de sensibilidade. Um bom teste é tocar com a mão ou com algum objeto no local machucado e, depois, numa região próxima. Se você sentir diferença no tato, é importantíssimo procurar o médico o quanto antes”.

FONTE: https://saude.abril.com.br/blog/tunel-do-tempo/hanseniase-e-as-historias-deum-brasil-que-esta-na-idade-media/ - com adaptações.
Assinale a alternativa em que a passagem “(...) o diagnóstico da condição é fácil, feito no consultório do médico, sem necessidade de exames mais complexos” está corretamente reescrita:
Alternativas
Q1700361 Português
Há erro de concordância nominal na seguinte alternativa:
Alternativas
Q1700154 Português

Texto 1


Álcool gel é eficaz na prevenção ao Coronavírus, afirma conselho


O uso de álcool gel para higiene das mãos como prevenção ao coronavírus é eficaz. Em nota, o Conselho Federal de Química (CFQ) criticou a disseminação de fake news por meio de um vídeo, com informações equivocadas e incorretas a respeito do emprego do álcool gel, divulgado por um “químico autodidata”.


Assinada pelo presidente da entidade, José de Ribamar Oliveira Filho, a nota do conselho esclarece que o álcool etílico (etanol) é um eficiente desinfetante de superfícies/objetos e antisséptico de pele. “Para este propósito, o grau alcoólico recomendado é 70%, condição que propicia a desnaturação de proteínas e de estruturas lipídicas da membrana celular, e a consequente destruição do microrganismo.”


Segundo a entidade, o etanol age rapidamente sobre bactérias vegetativas (inclusive microbactérias), vírus e fungos, sendo a higienização equivalente e até superior à lavagem de mãos com sabão comum ou alguns tipos de antissépticos.


O conselho lembra que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) tornou obrigatória a disponibilização de preparação alcoólica (ou sua versão em gel) para fricção antisséptica das mãos pelos serviços de saúde do país.


A entidade lembra que a Organização Mundial de Saúde (OMS) emitiu uma orientação sobre a eficácia da utilização de álcool gel como medida preventiva e mitigatória ao Covid-19, tanto nos setores da saúde quanto para a comunidade em geral. 


“Tão importante quanto proteger a população no que diz respeito ao contágio do novo vírus é evitar o alarmismo e a viralização de conteúdos sem a devida verificação”, afirmou o presidente do CFQ, apelando para que a sociedade busque informações válidas e de fontes confiáveis, em especial, as emitidas pelas autoridades de Saúde.

Disponível em: https://portalcorreio.com.br. Acesso em 11/03/2020.

Em: “Em nota, o Conselho Federal de Química (CFQ) criticou a disseminação de fake news ”, a regência verbal de criticou é justificada, pois é um verbo:


I. Transitivo direto e necessita de complemento.

II. Transitivo indireto e necessita de um objeto indireto.

III. Considerado de sentido completo, por isso não exige complemento para integrar o seu sentido.

IV. Que está acompanhado de um objeto sem preposição.

V. Que necessita da preposição “a” para estabelecer regência verbal com o seu complemento.


Estão CORRETAS:

Alternativas
Q1700151 Português

Texto 1


Álcool gel é eficaz na prevenção ao Coronavírus, afirma conselho


O uso de álcool gel para higiene das mãos como prevenção ao coronavírus é eficaz. Em nota, o Conselho Federal de Química (CFQ) criticou a disseminação de fake news por meio de um vídeo, com informações equivocadas e incorretas a respeito do emprego do álcool gel, divulgado por um “químico autodidata”.


Assinada pelo presidente da entidade, José de Ribamar Oliveira Filho, a nota do conselho esclarece que o álcool etílico (etanol) é um eficiente desinfetante de superfícies/objetos e antisséptico de pele. “Para este propósito, o grau alcoólico recomendado é 70%, condição que propicia a desnaturação de proteínas e de estruturas lipídicas da membrana celular, e a consequente destruição do microrganismo.”


Segundo a entidade, o etanol age rapidamente sobre bactérias vegetativas (inclusive microbactérias), vírus e fungos, sendo a higienização equivalente e até superior à lavagem de mãos com sabão comum ou alguns tipos de antissépticos.


O conselho lembra que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) tornou obrigatória a disponibilização de preparação alcoólica (ou sua versão em gel) para fricção antisséptica das mãos pelos serviços de saúde do país.


A entidade lembra que a Organização Mundial de Saúde (OMS) emitiu uma orientação sobre a eficácia da utilização de álcool gel como medida preventiva e mitigatória ao Covid-19, tanto nos setores da saúde quanto para a comunidade em geral. 


“Tão importante quanto proteger a população no que diz respeito ao contágio do novo vírus é evitar o alarmismo e a viralização de conteúdos sem a devida verificação”, afirmou o presidente do CFQ, apelando para que a sociedade busque informações válidas e de fontes confiáveis, em especial, as emitidas pelas autoridades de Saúde.

Disponível em: https://portalcorreio.com.br. Acesso em 11/03/2020.

Analise o fragmento: “Segundo a entidade, o etanol age rapidamente sobre bactérias vegetativas (inclusive microbactérias), vírus e fungos”.


Assinale a opção CORRETA.

Alternativas
Q1700093 Português

Texto 1

 Adaptado

    A Universidade de São Paulo (USP) é, mais uma vez, a instituição de ensino superior que mais fomenta o desenvolvimento do empreendedorismo entre seus estudantes.

    É o que diz o Ranking de Universidades Empreendedoras, estudo organizado pela Confederação Brasileira de Empresas Juniores (Brasil Júnior). O objetivo do ranking, que está em sua terceira edição, é premiar as comunidades acadêmicas inseridas em ecossistemas favoráveis que mais ajudam a desenvolver a sociedade, por meio de práticas inovadoras.

    Seis pilares compõem a pesquisa: capital financeiro, cultura empreendedora, extensão, infraestrutura, inovação e internacionalização. Desta vez, o ranking contou com 123 universidades das 27 unidades federativas e mais de 15 mil universitários. As pesquisas foram realizadas entre março e agosto de 2019.

    A USP foi a universidade mais empreendedora nas três edições da lista do Brasil Júnior. Neste ano, duas universidades ficaram empatadas na nona posição: a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e a Universidade Federal de Viçosa (UFV).

    Disponível em: https://exame.abril.com.br

No trecho: “Seis pilares compõem a pesquisa: capital financeiro, cultura empreendedora, extensão, infraestrutura, inovação e internacionalização”. O emprego da vírgula dá-se para separar:
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Q1697866 Português
Evasão escolar

Uma pesquisa recente do Banco Mundial revelou que 52% dos jovens brasileiros entre 19 a 25 anos largaram os estudos, não se dedicam minimamente à escola ou estão com a formação atrasada. O dado é alarmante.

A mesma pesquisa ainda nos revela outras informações, como o fato de que, atualmente, 43% da população no Brasil acima dos 25 anos não completaram o Ensino Médio.

Contrariando o senso comum de que a maior causa da evasão escolar é os jovens deixarem as salas de aula para trabalharem, o abandono da escola começa com faltas esporádicas, devido à falta de interesse do aluno. Mesmo entre a juventude que continua nas salas de aula – contando adolescentes e jovens acima dos 18 anos -, constata-se que 62% não estudam no ano adequado a sua idade.

A partir dos dados acima, é necessário fazer um levantamento das principais causas da evasão escolar a fim de entender a raiz desse problema, portanto destacam-se: Distância - principalmente entre os alunos da educação infantil e do começo do ensino fundamental, a distância entre a residência e a escola pode ser um fator determinante para a ausência do aluno das salas de aula. A oferta de transporte escolar por parte de órgãos públicos poderia ser uma solução viável para esse problema.

● Desinteresse - mais presente entre alunos do final do ensino fundamental ou do ensino médio, o desinteresse é a principal causa da evasão escolar. Criticado por educadores, o atual sistema de ensino é considerado ultrapassado. Profissionais do ramo acreditam que o tradicional “aluno em carteiras enfileiradas e um professor na frente da sala” não funciona mais como outrora, sendo cada vez mais necessária uma mudança.

● Situação econômica desfavorável - relacionada às duas causas citadas, faz-se necessário mais um contribuinte para pagar as contas de casa – acarretando, então, no abandono da escola pelo jovem e a consequente inserção precoce no mercado de trabalho.

Essa causa é uma das mais comuns para a evasão escolar. Não conseguindo conciliar os estudos com as atividades laborais, o jovem prefere trabalhar com o que der desde cedo para conseguir sua autonomia financeira – mesmo que com um baixo salário.

A não conclusão dos estudos, no entanto, faz com que esse jovem seja classificado com uma baixa qualificação perante outros concorrentes formados.

(Fonte: texto adaptado de https://escolaweb.com.br/artigos/conheca-as-principaiscausas-da-evasao-escolar/, acesso em fevereiro de 2020.)
Em “43% da população no Brasil não completaram o Ensino Médio.”, a concordância do verbo destacado encontra-se:
Alternativas
Q1697791 Português

Referindo-se a período composto, leia o texto e assinale a alternativa correta.


Imagem associada para resolução da questão

Fonte: https://br.pinterest.com/pin/729442470865872944/

Alternativas
Q1697391 Português
“Ninguém ama tanto a vida como a pessoa que envelhece”. No que se refere à organização sintático-semântica dessa oração, julgue os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:

I – A oração “que envelhece” expressa ideia de restrição.
II – Os termos “ninguém” e “vida” exercem a mesma função sintática.
III – A forma verbal “envelhece” tem como complemento o termo “pessoa”.
Alternativas
Q1697384 Português
No que se refere à análise sintática, considere o trecho sublinhado e, ao final, assinale a alternativa correta:

I – As mágoas da infância atormentavam-lhe fortemente (complemento nominal).
II – Ela necessita de sua atenção para concluir a tarefa (objeto direto).
III – De todo aquele episódio apenas restou algo: uma forte decepção. (aposto).
Alternativas
Q1697148 Português

Nas frases:


1. Contratam-se novas serventes.

2. Elevaram os preços do combustível.

3. Permitir a entrada de cães é desnecessário.

Alternativas
Q1697143 Português

Dadas as frases:


1. Pedro ainda não havia chego ao trabalho.

2. Marcos ainda não havia chegado ao posto de gasolina.

3. Os meninos tem muitos brinquedos.

4. Elas têm vários livros para leitura.


De acordo com a norma culta padrão da língua portuguesa, estão corretas: 

Alternativas
Q1696804 Português

(Disponível em: https://startupi.com.br/2019/03/ – texto adaptado especialmente para esta prova.)

Sobre o uso de formas verbais e a concordância no texto, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) O verbo “notar”, na linha 09, está introduzindo uma frase na voz passiva. ( ) Em “têm” (l. 10) e em “contêm” (l. 14), temos verbos conjugados na 3ª pessoa do plural. ( ) Se fosse substituído “um padrão” (l. 17) por “padrões”, teríamos que fazer ajustes em mais três vocábulos do período.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q1696579 Português
Leia o texto abaixo e responda ao que se pede.

AÇÃO DO CORAÇÃO

    Foi num impulso. Em uma manhã, ao olhar no espelho, decidi que não queria mais ter a cara de sempre. No dia seguinte, então, fui confiante, pé ante pé, a um salão de beleza perto de casa. Entrei no lugar com o cabelo no meio das costas e saí de lá, minutos depois, tomando vento na nuca, com o corte mais dramático que já havia feito em toda a minha vida. De bônus, ainda ganhei a lembrança de ter à minha volta um grupo enorme de pessoas que parou tudo que estava fazendo só para observar o meu nervosismo e deslumbre enquanto a cabeleireira me dava, a cada tesourada, uma nova cara.
     Esse momento, aos 22 anos, foi meu primeiro ato de coragem. Até aquele dia, eu sempre havia enxergado a vida como um barquinho que eu não podia balançar muito: era preferível só mesmo navegar de maneira constante, evitando as águas mais agitadas das mudanças. Valia para o corte de cabelo, mas também para minha postura no dia a dia, com receio do que pensariam sobre mim se eu saísse um pouco da linha. Era melhor, então, não chamar atenção, não perturbar, viver dentro de normas preestabelecidas e, quem sabe, ficar em paz.
    Mas havia algo de desagradável e amargo nessa escolha. Permanecer na bonança era confortável. Mas era, também, ficar na superfície da vida. Além de ser cômodo e preguiçoso, evitar qualquer mudança, por menor que fosse, era também abrir mão de saber mais sobre o mundo e sobre quem eu era dentro dele. Era ser ignorante e indiferente às possibilidades à minha volta – em nome de uma tranquilidade que eu nem sabia se queria de verdade.
      Foi na cadeira do salão de beleza que provei da literal definição da palavra “coragem”: ela vem do latim e quer dizer “ação do coração”. Significa deixar que nossos atos mostrem ao mundo quem somos, por inteiro e de verdade – os potenciais, as imperfeições, as forças e fraquezas.
    Com muitos centímetros a menos de cabelo, sendo forçada a não esconder mais meu rosto, passei a ficar frente a frente com uma outra versão de mim toda vez que via meu reflexo. Foi como sair de uma carcaça velha e me entregar ao mundo sem possibilidade de voltar atrás. Sem máscaras. Por causa do novo rosto, experimentei diariamente medo e êxtase. E percebi que para sair do primeiro sentimento e chegar ao segundo, só existia um caminho: erguer a cabeça e ser corajosa.   
    A coragem, especialmente quando atrelada a mudanças, é engrandecedora por um motivo simples: ela sempre tem o medo como ponto de partida. Não dá para ser corajoso sem que haja algo que nos assuste à nossa frente, uma atitude. Só a partir disso é possível permitir que a ação do coração entre em cena. Vale para uma mudança no visual, mas também para pôr em prática nossos valores quando o mundo nos oprime, para assumir erros quando descobrimos que machucamos alguém e até para contar nossa história. 
    Nunca será confortável. O resultado será sempre imprevisível – e, às vezes, pode não ser agradável. Mas a coragem é nossa atitude mais libertadora porque, sendo uma estrada por vezes espinhosa, é o único caminho em linha reta para o autoconhecimento e, logo, para o amor-próprio.

(Texto adaptado. Rafaela Carvalho)
No último parágrafo, no trecho “...é o único caminho em linha reta para o autoconhecimento e, logo, para o amor-próprio.”, o conectivo destacado tem o valor semântico de:
Alternativas
Respostas
21521: B
21522: B
21523: C
21524: C
21525: C
21526: B
21527: C
21528: C
21529: D
21530: A
21531: D
21532: B
21533: A
21534: B
21535: A
21536: D
21537: D
21538: C
21539: C
21540: A