Questões de Concurso
Comentadas sobre sintaxe em português
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Leia o texto a seguir para responder a questão.
O que é a 'cultura de cancelamento' Mariana Sanches - @mariana_sanches - Da BBC News Brasil em Washington - 25 julho 2020 (adaptado)
O movimento hoje conhecido como "cultura do cancelamento" começou, há alguns anos, como uma forma de chamar a atenção para causas como justiça social e preservação ambiental. Seria uma maneira de amplificar a voz de grupos oprimidos e forçar ações políticas de marcas ou figuras públicas.
Funciona assim: um usuário de mídias sociais, como Twitter e Facebook, presencia um ato que considera errado, registra em vídeo ou foto e posta em sua conta, com o cuidado de marcar a empresa empregadora do denunciado e autoridades públicas ou outros influenciadores digitais que possam amplificar o alcance da mensagem. É comum que, em questão de horas, o post tenha sido replicado milhares de vezes.
O cancelamento (da cultura) é diferente da trollagem
típica de internet, eventualmente com insultos
coordenados, frequente em disputas de opinião
entre usuários das redes. O "cancelamento" é um
ataque à reputação que ameaça o emprego e os
meios de subsistência atuais e futuros do cancelado.
Extremamente frequente nos Estados Unidos, ela
hoje abate personalidade, mas também anônimos.
Leia o texto a seguir para responder a questão.
O que é a 'cultura de cancelamento' Mariana Sanches - @mariana_sanches - Da BBC News Brasil em Washington - 25 julho 2020 (adaptado)
O movimento hoje conhecido como "cultura do cancelamento" começou, há alguns anos, como uma forma de chamar a atenção para causas como justiça social e preservação ambiental. Seria uma maneira de amplificar a voz de grupos oprimidos e forçar ações políticas de marcas ou figuras públicas.
Funciona assim: um usuário de mídias sociais, como Twitter e Facebook, presencia um ato que considera errado, registra em vídeo ou foto e posta em sua conta, com o cuidado de marcar a empresa empregadora do denunciado e autoridades públicas ou outros influenciadores digitais que possam amplificar o alcance da mensagem. É comum que, em questão de horas, o post tenha sido replicado milhares de vezes.
O cancelamento (da cultura) é diferente da trollagem
típica de internet, eventualmente com insultos
coordenados, frequente em disputas de opinião
entre usuários das redes. O "cancelamento" é um
ataque à reputação que ameaça o emprego e os
meios de subsistência atuais e futuros do cancelado.
Extremamente frequente nos Estados Unidos, ela
hoje abate personalidade, mas também anônimos.
O termo sublinhado em: “O movimento "cultura do cancelamento" começou, há alguns anos, como uma forma de chamar a atenção para causas como justiça social e preservação ambiental” Transitividade: transitivo direto, transitivo indireto, transitivo direto e indireto, intransitivo e pronominal:
Leia o texto a seguir para responder a questão.
O que é a 'cultura de cancelamento' Mariana Sanches - @mariana_sanches - Da BBC News Brasil em Washington - 25 julho 2020 (adaptado)
O movimento hoje conhecido como "cultura do cancelamento" começou, há alguns anos, como uma forma de chamar a atenção para causas como justiça social e preservação ambiental. Seria uma maneira de amplificar a voz de grupos oprimidos e forçar ações políticas de marcas ou figuras públicas.
Funciona assim: um usuário de mídias sociais, como Twitter e Facebook, presencia um ato que considera errado, registra em vídeo ou foto e posta em sua conta, com o cuidado de marcar a empresa empregadora do denunciado e autoridades públicas ou outros influenciadores digitais que possam amplificar o alcance da mensagem. É comum que, em questão de horas, o post tenha sido replicado milhares de vezes.
O cancelamento (da cultura) é diferente da trollagem
típica de internet, eventualmente com insultos
coordenados, frequente em disputas de opinião
entre usuários das redes. O "cancelamento" é um
ataque à reputação que ameaça o emprego e os
meios de subsistência atuais e futuros do cancelado.
Extremamente frequente nos Estados Unidos, ela
hoje abate personalidade, mas também anônimos.
Considere o parágrafo: “O cancelamento (da cultura)
é diferente da trollagem típica de internet,
eventualmente com insultos coordenados, frequente
em disputas de opinião entre usuários das redes. O
"cancelamento" é um ataque à reputação que
ameaça o emprego e os meios de subsistência atuais
e futuros do cancelado. Extremamente frequente nos
Estados Unidos, ela hoje abate personalidade, mas
também anônimos” para responder a questão.
O trecho: “eventualmente com insultos coordenados” caracteriza-se sintaticamente como:
Leia o texto a seguir para responder a questão.
O que é a 'cultura de cancelamento' Mariana Sanches - @mariana_sanches - Da BBC News Brasil em Washington - 25 julho 2020 (adaptado)
O movimento hoje conhecido como "cultura do cancelamento" começou, há alguns anos, como uma forma de chamar a atenção para causas como justiça social e preservação ambiental. Seria uma maneira de amplificar a voz de grupos oprimidos e forçar ações políticas de marcas ou figuras públicas.
Funciona assim: um usuário de mídias sociais, como Twitter e Facebook, presencia um ato que considera errado, registra em vídeo ou foto e posta em sua conta, com o cuidado de marcar a empresa empregadora do denunciado e autoridades públicas ou outros influenciadores digitais que possam amplificar o alcance da mensagem. É comum que, em questão de horas, o post tenha sido replicado milhares de vezes.
O cancelamento (da cultura) é diferente da trollagem
típica de internet, eventualmente com insultos
coordenados, frequente em disputas de opinião
entre usuários das redes. O "cancelamento" é um
ataque à reputação que ameaça o emprego e os
meios de subsistência atuais e futuros do cancelado.
Extremamente frequente nos Estados Unidos, ela
hoje abate personalidade, mas também anônimos.
Considere o parágrafo: “O cancelamento (da cultura)
é diferente da trollagem típica de internet,
eventualmente com insultos coordenados, frequente
em disputas de opinião entre usuários das redes. O
"cancelamento" é um ataque à reputação que
ameaça o emprego e os meios de subsistência atuais
e futuros do cancelado. Extremamente frequente nos
Estados Unidos, ela hoje abate personalidade, mas
também anônimos” para responder a questão.
Ele se constitui de períodos constituídos, respectivamente, de:
“Minha história foi composta como uma aquisição para a
eternidade, não para ser ouvida por ocasião do triunfo na
competição de um dia.”
Na frase acima, o conector que mostra seu valor semântico corretamente é:
“Onde intervém o favor e as doações, abate-se os obstáculos e desfaz-se as dificuldades.”
Em termos de norma culta, podemos dizer que:
“A história é um pesadelo do qual estou tentando acordar.” Nesta frase emprega-se corretamente a expressão “do qual” em função de ter sido empregado o verbo “acordar”.
Assinale a opção em que o termo sublinhado está empregado corretamente.
Leia a seguinte frase:
“A história é testemunha do passado, luz da verdade, vida da
memória, mestra da vida, anunciadora dos tempos antigos.”
Assinale a opção que mostra os dois termos que são
complementos do vocábulo anterior.
Um jornalista americano afirmou:
“Os ricos são diferentes de você e de mim. Eles têm mais crédito.”
Se reescrevêssemos este pensamento, substituindo o ponto entre os períodos por uma conjunção, a opção inadequada seria
Há um erro de construção na frase a seguir.
“Nenhum bem pode fundamentar-se na força, mesmo que a força fosse divina.”
Assinale a opção que o indica.
Para manter o sentido original, o vocábulo mas no texto do cartaz
“Mãe, desculpe! Deixei o quarto bagunçado,
mas fui arrumar o Brasil.”
não pode ser substituído por
Leia o fragmento a seguir.
“A história é a mãe da verdade, depositária das ações, testemunha do passado, vida da memória, anúncio do presente.”
Assinale a opção que apresenta os dois termos que desempenham a mesma função, por serem complementos do vocábulo anterior.
A questão a seguir deve ser respondida a partir do fragmento a seguir.
“O boi, substantivo masculino, com que nós acudimos às urgências do estômago, pai do rosbife, rival da garoupa, entre pacífico e filantrópico, não é justo que viva... isto é, que morra obscuramente nos matadouros.” (Machado de Assis)
Em homenagem ao cartunista argentino Quino, leia as tirinhas da Mafalda abaixo e responda à questão.

Fonte:http://www.universodosleitores.com/2018/10/
mafalda-em-10-tirinhas-realistas-e.html
I- Fica clara, na tirinha acima, a percepção da Mafalda a respeito do governo, o qual, segundo ela, é muito ativo;
II- Considerando o contexto do primeiro quadrinho, visto pelos trechos “do que vocês estão brincando” e “de governo”, percebe-se que o verbo brincar é, neste caso, transitivo indireto;
III- Morfologicamente, o termo “hein”, presente no segundo quadrinho, pode ser classificado como uma interjeição;
IV- No último quadrinho, o autor da tirinha optou por não usar uma conjunção relacionando as orações “não se preocupe” e “não vamos fazer absolutamente nada”. Mas, para enfatizar a ideia de explicação percebida na relação entre as orações, podemos usar a conjunção “no entanto”, gerando a seguinte construção “não se preocupe, no entanto não vamos fazer absolutamente nada”.
Após leitura das afirmativas acima, julgando-as como
verdadeiras ou falsas, é correto assinalar a seguinte
alternativa:
Em homenagem ao cartunista argentino Quino, leia as tirinhas da Mafalda abaixo e responda à questão.
Leia a tirinha da Mafalda abaixo e analise as afirmativas a seu respeito.

I- Mais uma vez refletindo sobre os problemas que envolvem a atualidade, Mafalda posiciona-se negativamente a respeito da política;
II- No primeiro quadrinho, o termo “Manolito” está entre vírgulas porque exerce função sintática de sujeito na ordem indireta;
III- Ainda no primeiro quadrinho, o termo “que” pode ser classificado como uma conjunção integrante;
IV- No segundo quadrinho, diferentemente do primeiro, o termo “que” pode ser classificado como pronome relativo.
Após analisar as afirmativas acima, julgando-as como
verdadeiras ou falsas, assinale, abaixo, a alternativa
correta:
A respeito da seguinte frase “Estamos no mundo para fazer dele um mundo melhor.” (PESTANA, 2013, p.714), analise as afirmativas abaixo.
I- O verbo fazer, nesta frase, é transitivo direto;
I- O termo “dele” exerce a função de objeto direto preposicionado;
II- O termo “um mundo melhor” exerce a função de predicativo do objeto do objeto direto preposicionado;
Após análise das afirmativas, é correto afirmar que:
Leia o texto abaixo para responder a questão.
Você é um número
Por Clarice Lispector
Se você não tomar cuidado vira número até para si mesmo. Porque a partir do instante em que você nasce classificam-no com um número. Sua identidade no Félix Pacheco é um número. O registro civil é um número. Seu título de eleitor é um número. Profissionalmente falando você também é. Para ser motorista tem carteira com número, e chapa de carro. No Imposto de Renda, o contribuinte é identificado com um número. Seu prédio, seu telefone, seu número de apartamento -- tudo é número.
Se é dos que abrem crediário, para eles você é um número. Se tem propriedade, também. Se é sócio de um clube tem um número. Se é imortal da Academia Brasileira de Letras, tem o número da cadeira.
É por isso que vou tomar aulas particulares de Matemática. Preciso saber das coisas. Ou aulas de Física. Não estou brincando: vou mesmo tomar aulas de Matemática, preciso saber alguma coisa sobre cálculo integral.
Se você é comerciante, seu alvará de localização o classifica também.
Se é contribuinte de qualquer obra de beneficência também é solicitado por um número. Se faz viagem de passeio ou de turismo ou de negócio também recebe um número. Para tomar um avião, dão-lhe um número. Se possui ações também recebe um, como acionista de uma companhia. É claro que você é um número no recenseamento. Se é católico recebe número de batismo. No registro civil ou religioso você é numerado. Se possui personalidade jurídica tem. E quando morre, no jazigo, tem um número. E a certidão de óbito também.
Nós não somos ninguém? Protesto. Aliás, é inútil o protesto. E vai ver meu protesto também é número. Uma amiga minha contou que no Alto Sertão de Pernambuco uma mulher estava com o filho doente, desidratado, foi ao Posto de Saúde. E recebeu a ficha número 10. Mas dentro do horário previsto pelo médico a criança não pôde ser atendida porque só atenderam até o número 9. A criança morreu por causa de um número. Nós somos culpados.
Se há uma guerra, você é classificado por um número. Numa pulseira com placa metálica, se não me engano. Ou numa corrente de pescoço, metálica.
Nós vamos lutar contra isso. Cada um é um, sem número. O si-mesmo é apenas o si-mesmo.
E Deus não é número.
Vamos ser gente, por favor. Nossa sociedade está nos deixando secos como um número seco, como um osso branco seco exposto ao sol. Meu número íntimo é 9. Só. 8. Só. 7. Só. Sem somá-los nem transformá-los em 987. Estou me classificando como um número? Não, a intimidade não deixa. Veja, tentei várias vezes na vida não ter número e não escapei. O que faz com que precisemos de muito carinho, de nome próprio, de genuinidade. Vamos amar que amor não tem número. Ou tem?
Fonte:
https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/12336/voce-e-um-numero