Questões de Concurso
Comentadas sobre sintaxe em português
Foram encontradas 38.333 questões
Leia o texto para responder à questão.
Vida e morte das agendas
Por serem constantemente ______________ com funcionalidades que os _______________ sempre mais úteis, os telefones celulares tornaram-se ______________, sendo uma realidade ______________ em todos os lares e apropriando-se do espaço antes ______________ pelos telefones fixos.
Em conformidade com a norma-padrão de concordância da língua portuguesa, as lacunas do trecho devem ser preenchidas, respectivamente, com:
Leia o texto para responder à questão.
Vida e morte das agendas
Considere a frase:
• Tornam-se nomes sem rosto, tragados pela nossa desmemória.
Com a substituição da expressão verbal destacada, a reescrita da frase atende à norma-padrão de regência verbal em:
Leia o texto para responder à questão.
Vida e morte das agendas
I. Paulo, o jovem mais dedicado da turma , recebeu o título de funcionário do mês. II. Paulo, o jovem mais dedicado da turma recebeu o título de funcionário do mês.
Leia atentamente o texto abaixo para responder a questão.
Annabel Lee
Edgar Allan Poe
(tradução de Fernando Pessoa)

Foi há muitos e muitos anos já,/ Num reino de ao pé do mar.
Como sabeis todos, vivia lá/ Aquela que eu soube amar;
E vivia sem outro pensamento/ Que amar-me e eu a adorar.
Eu era criança e ela era criança,/ Neste reino ao pé do mar;
Mas o nosso amor era mais que amor/ - O meu e o dela a amar;
Um amor que os anjos do céu vieram/ a ambos nós invejar.
E foi esta a razão por que, há muitos anos,/ Neste reino ao pé do mar,
Um vento saiu duma nuvem, gelando/ A linda que eu soube amar;
E o seu parente fidalgo veio/ De longe a me a tirar,
Para a fechar num sepulcro/ Neste reino ao pé do mar.
E os anjos, menos felizes no céu,/ Ainda a nos invejar...
Sim, foi essa a razão (como sabem todos,/ Neste reino ao pé do mar)
Que o vento saiu da nuvem de noite/ Gelando e matando a que eu soube amar.
*barras marcam divisão dos versos do poema.
“Eu era criança _____ ela era criança,/ Neste reino ao pé do mar;/ _____ o nosso amor era mais que amor/ - O meu e o dela a amar;”
Leia atentamente o texto abaixo para responder a questão.
Annabel Lee
Edgar Allan Poe
(tradução de Fernando Pessoa)

Foi há muitos e muitos anos já,/ Num reino de ao pé do mar.
Como sabeis todos, vivia lá/ Aquela que eu soube amar;
E vivia sem outro pensamento/ Que amar-me e eu a adorar.
Eu era criança e ela era criança,/ Neste reino ao pé do mar;
Mas o nosso amor era mais que amor/ - O meu e o dela a amar;
Um amor que os anjos do céu vieram/ a ambos nós invejar.
E foi esta a razão por que, há muitos anos,/ Neste reino ao pé do mar,
Um vento saiu duma nuvem, gelando/ A linda que eu soube amar;
E o seu parente fidalgo veio/ De longe a me a tirar,
Para a fechar num sepulcro/ Neste reino ao pé do mar.
E os anjos, menos felizes no céu,/ Ainda a nos invejar...
Sim, foi essa a razão (como sabem todos,/ Neste reino ao pé do mar)
Que o vento saiu da nuvem de noite/ Gelando e matando a que eu soube amar.
*barras marcam divisão dos versos do poema.
I. “Foi há muitos e muitos anos já,/ Num reino de ao pé do mar.” No enunciado anterior, a vírgula foi utilizada para separar um adjunto adverbial. II. “Mas o nosso amor era mais que amor/ - O meu e o dela a amar;”[...] No enunciado anterior, o travessão foi utilizado para indicar a fala da personagem (discurso direto). III. “E os anjos, menos felizes no céu,/ Ainda a nos invejar...” A expressão em destaque está entre vírgulas porque é um aposto.
Texto 01 – O contrário do Amor

Fonte: MEDEIROS, Martha. Disponível em: <https://www.pensador.com/textos_de_martha_medeiros>
Do enunciado “Para odiar alguém gastamos energia, neurônios e tempo.” (linha 12), é CORRETO afirmar que “energia, neurônios e tempo”
( ) são da mesma categoria morfológica e exercem a mesma função sintática.
( ) pertencem a classes gramaticais diferentes e assumem funções sintáticas diferentes.
( ) são da mesma cadeia semântica e exercem funções sintáticas idênticas.
Analise as proposições acima e coloque (V) para verdadeiro e (F) para falso.
A sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses é