Questões de Concurso Sobre sílaba: monossílabos, dissílabos, trissílabos, polissílabos em português

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Q4253471 Português
Violência contra mulher não é só física; conheça outros 10 tipos de abuso


   A Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006) é a principal legislação brasileira para a enfrentar a violência contra a mulher. A norma é reconhecida pela ONU como uma das três melhores legislações do mundo no enfrentamento à violência de gênero.

   Além da Lei Maria da Penha, a Lei do Feminicídio, sancionada pela presidenta Dilma Rousseff em 2015, colocou a morte de mulheres no rol de crimes hediondos e diminuiu a tolerância nesses casos.

   Mas o que poucos sabem é que a violência doméstica vai muito além da agressão física ou do estupro. A Lei Maria da Penha classifica os tipos de abuso contra a mulher nas seguintes categorias: violência patrimonial, violência sexual, violência física, violência moral e violência psicológica.

   Conheça algumas formas de agressões que são consideradas violência doméstica no Brasil:

   1: Humilhar, xingar e diminuir a autoestima

   Agressões como humilhação, desvalorização moral ou deboche público em relação a mulher constam como tipos de violência emocional.

    2: Tirar a liberdade de crença
   Um homem não pode restringir a ação, a decisão ou a crença de uma mulher. Isso também é considerado como uma forma de violência psicológica.

   3: Fazer a mulher achar que está ficando louca

   Há inclusive um nome para isso: o gaslighting. Uma forma de abuso mental que consiste em distorcer os fatos e omitir situações para deixar a vítima em dúvida sobre a sua memória e sanidade.

    4: Controlar e oprimir a mulher

    Aqui o que conta é o comportamento obsessivo do homem sobre a mulher, como querer controlar o que ela faz, não deixá-la sair, isolar sua família e amigos ou procurar mensagens no celular ou e-mail.

    5: Expor a vida íntima

   Falar sobre a vida do casal para outros é considerado uma forma de violência moral, como por exemplo vazar fotos íntimas nas redes sociais como forma de vingança.

    6: Atirar objetos, sacudir e apertar os braços

    Nem toda violência física é o espancamento. São considerados também como abuso físico a tentativa de arremessar objetos, com a intenção de machucar, sacudir e segurar com força uma mulher.

    7: Forçar atos sexuais desconfortáveis

   Não é só forçar o sexo que consta como violência sexual. Obrigar a mulher a fazer atos sexuais que causam desconforto ou repulsa, como a realização de fetiches, também é violência.

    8: Impedir a mulher de prevenir a gravidez ou obrigá-la a abortar

   O ato de impedir uma mulher de usar métodos contraceptivos, como a pílula do dia seguinte ou o anticoncepcional, é considerado uma prática da violência sexual. Da mesma forma, obrigar uma mulher a abortar também é outra forma de abuso.

     9: Controlar o dinheiro ou reter documentos
    Se o homem tenta controlar, guardar ou tirar o dinheiro de uma mulher contra a sua vontade, assim como guardar documentos pessoais da mulher, isso é considerado uma forma de violência patrimonial. 

    10: Quebrar objetos da mulher

   Outra forma de violência ao patrimônio da mulher é causar danos de propósito a objetos dela, ou objetos que ela goste.

Disponível em https://www.gov.br/mdh/pt-br/noticias-spm/noticias/violenciacontra-mulher-nao-e-so-fisica-conheca-outros-10-tipos-de-abuso
Em relação ao número de sílabas da palavra “Brasil”, termo que identifica o país da legislação mencionada, ela é classificada como
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Q4253468 Português
Violência contra mulher não é só física; conheça outros 10 tipos de abuso


   A Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006) é a principal legislação brasileira para a enfrentar a violência contra a mulher. A norma é reconhecida pela ONU como uma das três melhores legislações do mundo no enfrentamento à violência de gênero.

   Além da Lei Maria da Penha, a Lei do Feminicídio, sancionada pela presidenta Dilma Rousseff em 2015, colocou a morte de mulheres no rol de crimes hediondos e diminuiu a tolerância nesses casos.

   Mas o que poucos sabem é que a violência doméstica vai muito além da agressão física ou do estupro. A Lei Maria da Penha classifica os tipos de abuso contra a mulher nas seguintes categorias: violência patrimonial, violência sexual, violência física, violência moral e violência psicológica.

   Conheça algumas formas de agressões que são consideradas violência doméstica no Brasil:

   1: Humilhar, xingar e diminuir a autoestima

   Agressões como humilhação, desvalorização moral ou deboche público em relação a mulher constam como tipos de violência emocional.

    2: Tirar a liberdade de crença
   Um homem não pode restringir a ação, a decisão ou a crença de uma mulher. Isso também é considerado como uma forma de violência psicológica.

   3: Fazer a mulher achar que está ficando louca

   Há inclusive um nome para isso: o gaslighting. Uma forma de abuso mental que consiste em distorcer os fatos e omitir situações para deixar a vítima em dúvida sobre a sua memória e sanidade.

    4: Controlar e oprimir a mulher

    Aqui o que conta é o comportamento obsessivo do homem sobre a mulher, como querer controlar o que ela faz, não deixá-la sair, isolar sua família e amigos ou procurar mensagens no celular ou e-mail.

    5: Expor a vida íntima

   Falar sobre a vida do casal para outros é considerado uma forma de violência moral, como por exemplo vazar fotos íntimas nas redes sociais como forma de vingança.

    6: Atirar objetos, sacudir e apertar os braços

    Nem toda violência física é o espancamento. São considerados também como abuso físico a tentativa de arremessar objetos, com a intenção de machucar, sacudir e segurar com força uma mulher.

    7: Forçar atos sexuais desconfortáveis

   Não é só forçar o sexo que consta como violência sexual. Obrigar a mulher a fazer atos sexuais que causam desconforto ou repulsa, como a realização de fetiches, também é violência.

    8: Impedir a mulher de prevenir a gravidez ou obrigá-la a abortar

   O ato de impedir uma mulher de usar métodos contraceptivos, como a pílula do dia seguinte ou o anticoncepcional, é considerado uma prática da violência sexual. Da mesma forma, obrigar uma mulher a abortar também é outra forma de abuso.

     9: Controlar o dinheiro ou reter documentos
    Se o homem tenta controlar, guardar ou tirar o dinheiro de uma mulher contra a sua vontade, assim como guardar documentos pessoais da mulher, isso é considerado uma forma de violência patrimonial. 

    10: Quebrar objetos da mulher

   Outra forma de violência ao patrimônio da mulher é causar danos de propósito a objetos dela, ou objetos que ela goste.

Disponível em https://www.gov.br/mdh/pt-br/noticias-spm/noticias/violenciacontra-mulher-nao-e-so-fisica-conheca-outros-10-tipos-de-abuso
Sobre a divisão silábica da palavra “psicológica”, categoria de violência citada na Lei Maria da Penha, assinale a alternativa correta.
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Q4253048 Português
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Mitos e verdades sobre o puerpério

Obstetra Mariana Simões explica que novas mães tendem a
querer dar conta de tudo sozinhas – mas poder contar com o
auxílio de terceiros é importante


      A sensação de irritação no período pós-parto é muito comum, apesar do tema ainda ser tabu entre muitas mulheres. O nome disso é puerpério: momento em que a mãe passa por várias alterações hormonais, emocionais e físicas e ocorre no tempo entre o nascimento do bebê e a primeira menstruação da mãe após a gravidez. Nessa fase, até coisas simples como escovar os dentes ou fazer uma refeição com calma parece impossível para novas mães, mas a obstetra Mariana Simões diz que há um lado bom: aliviar essa sensação pode e deve ser mais fácil do que o imaginado.

      Mães de recém-nascidos, especialmente as de primeira viagem, tendem a querer dar conta de todos os cuidados com a criança sozinhas. Mas aprender a contar com a ajuda de outras pessoas é de extrema importância e pode ser extremamente eficaz para combater o mal-estar. “Aceitar ajuda pode salvar o dia e até a sanidade da mãe”, explica a médica. “O puerpério é bastante solitário, porque muitas coisas estão acontecendo ao mesmo tempo e existe uma nova responsabilidade grande.”

      A conscientização de que a mãe também precisa de auxílio e cuidado nesse período pode reduzir muito o stress pósparto. É difícil aceitar ajuda ou palpite de sogras, mães, cunhadas ou amigas – e é normal, também, que a mulher sinta irritação diante da presença desses terceiros - mas aceitar essa ajuda é essencial”. A boa notícia é que, apesar da sensação ruim que novas mães sentem fazer parte da nebulosidade do puerpério, é totalmente passageira.

      Abaixo, confira uma lista de mitos e verdades sobre o puerpério:

     Mito: o amor materno é instantâneo
 
     Não é! O amor materno é construído e conquistado no dia a dia com o bebê, nos cuidados, na amamentação e convivência. É ilusão acreditar que nasce o bebê e nasce o amor ao mesmo tempo - existe um estranhamento que é absolutamente normal no início e, depois, esse sentimento vai se dissolvendo no convívio.

     Verdade: puerpério é solitário

     Quando nasce o bebê, as relações sociais também mudam e as mães se sentem muito solitárias. Mas grupos pósparto podem fazer muito bem!

     Mito: é possível dar conta de tudo sozinha

  Todo apoio é necessário. Inclusive, é algo que deve ser trabalhado psicologicamente com a gestante já no pré-natal. É importante formar a rede de apoio antes do bebê nascer. A mãe também precisa aprender a pedir ajuda, pois muitas pensam que não precisam e entram em sofrimento psíquico.

     Verdade: a depressão pós parto é comum

    Hoje, atinge 20% das mulheres. Apesar de ser a minoria, o número é bastante alto. Uma curiosidade é que 10% dos homens também têm depressão após o parto! 

    Mito: amamentar é mais fácil que parir Muitas mulheres têm dificuldades em amamentar e precisam de ajuda profissional.

    Muitas não tem o apoio necessário e até mesmo desmamam o bebê nos primeiros meses.


Disponível em https://revistamarieclaire.globo.com/Comportamento/noticia/2019/03/mitos-everdades-sobre-o-puerperio.html
Assinale a alternativa que apresenta uma monossílaba.
Alternativas
Q4252973 Português
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Tia Ciata: a matriarca do samba

Como Hilária Batista de Almeida se tornou uma figura
essencial para o surgimento do samba?


     O samba é uma das maiores expressões culturais do Brasil, e sua popularização deve muito a uma mulher que, mesmo sem ser musicista, exerceu papel fundamental em sua origem. Hilária Batista de Almeida, conhecida como Tia Ciata ou Aciata, nasceu em 13 de janeiro de 1854, em Santo Amaro, no Recôncavo Baiano. Desde jovem, a religiosidade esteve presente em sua vida, e aos 16 anos, ela foi uma das fundadoras da Irmandade da Boa Morte, em Cachoeira (Bahia). Filha de Oxum e iniciada no Candomblé, mudou-se para o Rio de Janeiro aos 22 anos, com o marido, e teve 14 filhos. Lá, deu continuidade aos preceitos religiosos na casa de João Alabá, tornando-se Mãe-Pequena, importante cargo na Umbanda.

      Tia Ciata sempre foi uma mulher cuja vida se entrelaçava com o trabalho e a religião, desempenhando um papel fundamental na construção da tradição das baianas quituteiras no Rio de Janeiro. Com suas roupas majestosas, adornadas com colares e pulseiras, ela simbolizava a força e a presença de uma cultura afro-brasileira rica e vibrante. Suas atividades profissionais eram sempre acompanhadas de uma profunda conexão com suas crenças, o que a tornava uma figura respeitada tanto na comunidade religiosa quanto na sociedade carioca.

       [...]


    Essas festas se tornaram uma verdadeira tradição, sempre seguidas de uma cerimônia religiosa, muitas vezes precedida por uma missa cristã. Após os rituais, músicos e capoeiristas amigos da casa armavam um pagode, com violões, pandeiros, ganzás e muito samba, criando uma atmosfera única de celebração. Sua casa se tornava um centro cultural, onde eram promovidos saraus com chorões (músicos de choro) e bailes dançantes no salão da frente, enquanto, no fundo do quintal, o samba fluía sem parar. E, para encerrar as festividades, sempre havia a cerimônia de candomblé, que unia todas essas manifestações culturais e religiosas em uma celebração completa.

     Foi nesses encontros, que duraram por 20 anos e se concentraram nas proximidades da Praça Onze, no Rio de Janeiro, perto da Sociedade Recreativa Paladinos da Cidade Nova e, mais tarde, da Sociedade Carnavalesca Kananga do Japão (fundada em 1910 como rancho), que se formou um dos maiores núcleos de músicos negros brasileiros. Nomes como Donga, João da Baiana, Chico da Baiana, Pixinguinha, Heitor dos Prazeres, Sinhô, Caninha, Didi de Gracinda, Marinho que Toca, Mauro de Almeida, João da Mata, Mirandella, Mestre Germano, China, Catulo da Paixão Cearense, entre outros, frequentavam essas festas, inicialmente ainda crianças e depois já consagrados artistas, trocando experiências e criando laços que ajudaram a moldar a música popular brasileira.

      Contudo, no início do século XX, apenas alguns anos após a abolição da escravidão, a comunidade negra ainda enfrentava um forte preconceito cultural, e a discriminação era uma realidade constante. As rodas de samba, por exemplo, eram frequentemente alvo de repressão. A polícia, alegando “vadiagem”, encerrava as festas com o pretexto de que essas reuniões eram proibidas pelas autoridades. No entanto, esse cenário de hostilidade começou a mudar após um episódio específico que transformou a dinâmica dessas celebrações e possibilitou uma maior liberdade para o samba se expandir. 

       O presidente da época, Venceslau Braz, que governou o Brasil entre 1914 e 1918, enfrentava um problema de saúde grave: uma ferida na perna que, apesar dos esforços dos melhores médicos do país, não apresentava sinais de cura. Já sem alternativas na medicina tradicional, Venceslau Braz, sabendo da fama de curandeira de Tia Ciata, decidiu chamá-la ao Palácio do Catete para tratar de sua enfermidade. E, como que por milagre, dias depois a ferida cicatrizou. Em agradecimento, o presidente não apenas autorizou todas as festas promovidas por Ciata, mas também deu um emprego a seu marido, nomeando-o Chefe de Gabinete na polícia, além de ordenar que dois soldados realizassem a segurança das reuniões. Com esse apoio oficial, as festas passaram a ser mais seguidas e frequentadas, e os músicos, agora com mais liberdade, começaram a se sentir mais à vontade para criar e inovar.

     Foi nesse contexto que, no final de 1916 e início de 1917, na casa de Tia Ciata, surgiram os primeiros sinais do que seria o primeiro samba gravado no Brasil: Pelo Telefone, de autoria de Donga e Mauro de Almeida. Esse samba, composto durante uma das muitas reuniões que aconteciam na casa de Tia Ciata, é considerado um marco na história da música brasileira.

     As raízes africanas e a influência adquirida por Tia Ciata tiveram um impacto profundo e duradouro na história da música brasileira, alterando para sempre o curso do samba e o status cultural que ele possui atualmente. A importância de Hilária Batista de Almeida, tanto para a popularização do samba quanto para a preservação e evolução das tradições culturais afro-brasileiras, é inquestionável. Seu legado permanece vivo nos terreiros, nas escolas de samba, nas rodas de choro e samba, e em cada aspecto da cultura negra brasileira que continua a florescer e a enriquecer o país. Tia Ciata não apenas ajudou a moldar o samba, mas também garantiu que as tradições afro-brasileiras seguissem sendo celebradas e respeitadas, mantendo-se vibrantes nas gerações seguintes.


Disponível em https://www.ufmg.br/espacodoconhecimento/blog-espaco/tiaciata-a-matriarca-do-samba/ 
Em relação ao número de sílabas da palavra “samba”, termo central em todo o texto, ela é classificada como
Alternativas
Q4252788 Português

ELVIS PRESLEY VEM AÍ: SAIBA TUDO SOBRE O NOVO FILME DO REI DO ROCK

Felipe Machado Publicado em 01/04/2022


        Ao contrário do que dizem os fãs, Elvis Presley morreu – e isso já faz quase cinco décadas. Vítima do abuso de drogas, aos 42 anos, o ídolo foi encontrado pela namorada em Graceland, sua exótica residência em Memphis, no Tennessee. É curioso notar que a vida de um dos maiores ícones da cultura norte-americana, com milhões de admiradores em todo o mundo e detentor de quase todos os recordes da indústria fonográfica, até agora não tivesse servido de inspiração para uma grande produção nas telas. Apesar de ter estrelado dezenas de filmes como ator, abusando dos enredos singelos que serviam apenas como desculpa para ele mostrar o corpo e o vozeirão, fica a impressão de que sua vida era um tabu grande demais até para os megalomaníacos padrões de Hollywood. Talvez seja por isso que, depois de sua morte, em 16 de agosto de 1977, o cantor tenha sido tema somente de um modesto projeto realizado em 1979 e voltado apenas para a TV americana, com direção de John Carpenter e estrelado por Kurt Russell.


        Isso mudará daqui a um mês, quando estreia no Festival de Cannes a cinebiografia Elvis, de Baz Luhrmann – o filme chega aos cinemas brasileiros em julho. Foi preciso um australiano de origem judaica para levar às telas a história do garoto pobre e talentoso do sul dos EUA, que ascende vertiginosamente até o topo do mundo e, como um Ícaro que se aproxima demais do Sol, despenca rumo à tragédia. “Sempre fui fã de Elvis, mas não foi esse sentimento que me levou a fazer o filme”, afirma Luhrmann. “Nesses tempos modernos, sua vida é como uma tela em branco perfeita para explorar os EUA dos anos 1950 e 1960. Fui atraído por essa parte da história. E também por um cara chamado Coronel Tom Parker.”


        Luhrmann se refere ao arrogante e malhumorado empresário de Elvis, interpretado por Tom Hanks. Como o próprio personagem anuncia no início, ele parece ter orgulho de ser “o vilão do filme”. Figura mítica do showbiz – pelas piores razões possíveis –, o agente não era coronel, nem americano e sequer se chamava Tom Parker. Nascido na Holanda, Andreas Cornelis van Kujik era adestrador de cães. Fugiu de seu país após o misterioso assassinato da amante, morte de autoria atribuída, por muitos, a ele mesmo. Foi expulso do exército por ser considerado um psicopata, trabalhou no circo e, em 1955, convenceu o jovem Elvis a deixá-lo controlar todos os aspectos de sua carreira.


        Mesmo sem entender nada de música, dividia com o cantor tudo que ele ganhava e até escolhia quais músicas podia gravar. Com receio de eventuais problemas jurídicos com a imigração, Parker nunca viajou para o exterior – e nem permitiu que Elvis fizesse shows fora do país, nem mesmo diante de ofertas milionárias. Há quem diga que ele o teria obrigado a se casar com a namorada assim que descobriu que ela estava grávida – Priscilla Presley, papel de Olivia DeJonge.

Adaptação: https://istoe.com.br/elvis-presley-vem-ai/ , acesso em 08 de abril de 2022. 

Marque a alternativa em que todas as palavras são PROPAROXÍTONAS: 
Alternativas
Q4252609 Português
Família de São José dos Pinhais pede ajuda para encontrar homem de 42 anos


    A família de Edilberto dos Santos, de 42 anos, pede ajuda para encontrá-lo após o registro do desaparecimento dele no dia 15 de maio. Edilberto é morador do bairro Jardim Cruzeiro, em São José dos Pinhais, região metropolitana de Curitiba.

    A tia dele, Terezinha Santos, contou que a última vez em que o sobrinho foi visto foi saindo do Hospital Cajuru, em Curitiba, depois de ter sido atendido no pronto-socorro. Não há informações sobre o estado de saúde dele quando foi atendido, apenas que foi encaminhado ao hospital pelo Samu. A família registrou um boletim de ocorrência na Polícia Civil comunicando o desaparecimento de Edilberto.


Fonte: https://tribunapr.uol.com.br/cacadores-de-noticias/sao-jose-dospinhais/familia-de-sao-jose-dos-pinhais-pede-ajuda-para-encontrar-homemde-42-anos/ Acesso em 25 de mio de 2022.
Assinale a alternativa cuja palavra possua menos de três sílabas: 
Alternativas
Q4252429 Português
História Hoje: Cantor Jessé morria há 24 anos após acidente de carro no Paraná


    Há 24 anos, morria o cantor e compositor Jessé. E a música perdia uma das vozes mais românticas dos anos 80 e 90. Jessé Florentino Santos nasceu em Niterói, no Rio de Janeiro e ainda menino se mudou para Brasília com a família. Filho de evangélicos, começou a carreira musical cantando os hinos religiosos da igreja. Ao atingir a maior idade, largou tudo para trás e se mudou para São Paulo em busca de um sonho. Conquistar uma carreira como cantor. Começou se apresentando em boates. Depois integrou os grupos Corrente de Força e Placa Luminosa, animando bailes por todo o Brasil.

    Na década de setenta, a exemplo de Fábio Junior, Raul Seixas e Cristhian, da dupla Cristhian e Ralph, chegou a gravar em inglês com o pseudônimo de Tony Stevens. Mas sua grande oportunidade ocorreu em 1980, ao ser revelado ao grande público pelo Festival MPB Shell, da Rede Globo com a música Porto Solidão. Neste festival, Jessé ganhou o prêmio de melhor intérprete.

    Três anos depois, conquistou o Décimo Segundo Festival da Canção Televisão Ibero-Americana, realizado em Washington, nos Estados Unidos, levando os prêmios de melhor intérprete, melhor canção e melhor arranjo com a música "Estrelas de Papel" de sua autoria, em parceria com Elifas Andreato.

    Mas Jessé conquistou mesmo o grande público foi com sua voz potente. Ele gravou doze discos com destaque para os álbuns duplos “O Sorriso ao Pé da Escada e “Sobre Todas as Coisas". Entretanto nunca conseguiu agradar a crítica especializada, que o considerava um cantor brega. Jessé Florentino dos Santos morreu aos 40 anos, em 29 de março de 1993 de traumatismo craniano sofrido num acidente de carro quando se dirigia para a cidade de Terra Rica, no Paraná, onde iria fazer um espetáculo.


Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencianacional/acervo/cultura/audio/2017-03/historia-hoje-cantor-jesse-morria-ha-24-anos-apos-acidente-de-carro-no-parana/ Acesso em 25 de maio de 2022.
Assinale a alternativa cuja palavra apresente mais de duas sílabas:
Alternativas
Q4252087 Português
Assinale a alternativa que apresenta uma polissílaba.
Alternativas
Q4251407 Português
Apagados da história oficial, campos de concentração da seca de 1932 estão marcados na memória popular


    Fortaleza, Crato, Ipu, Quixeramobim, Cariús e Senador Pompeu. Nesses seis municípios do Ceará, há noventa anos, durante a grande seca de 1932, foram construídos sete campos de concentração com o propósito de conter os retirantes do interior do estado que tentavam chegar à capital. Na época chamados de “Currais do Governo”, os campos foram construídos em pontos estratégicos, às margens das linhas férreas, para impedir com mais facilidade o embarque dos retirantes que, em desespero, invadiam os trens para buscar socorro em Fortaleza.

    Atraídos por propostas de emprego e por promessas de amparo, assistência médica e alimentação, os flagelados eram, na verdade, mantidos em locais insalubres, tendo que se alimentar com rações enviadas pelo governo, plantas silvestres e até com a carne de animais que morriam de fome e sede nos campos.

   Na realidade, as pessoas confinadas eram reféns de uma política higienista que teve início em períodos anteriores de estiagem severa. Na segunda metade do século XIX, Fortaleza engrenou um processo de desenvolvimento econômico e urbano que perdeu força e se desestruturou com a chegada da seca de 1877, que durou até 1879 e levou mais de 100 mil retirantes de todo o estado a migrarem para a capital, que na época tinha uma população bem menor, de 30 mil habitantes. As autoridades, então, passaram a buscar meios para conter a chegada dessas pessoas ao centro da cidade de Fortaleza.

   Trinta e seis anos depois, durante a estiagem de 1915, o governo não havia criado políticas de convivência com a seca, mas, com o apoio da elite fortalezense, aprimorado as suas estratégias para conter o fluxo de retirantes que rumavam para a capital. Lá, foram criados os primeiros campos de concentração para evitar que pessoas “potenciais portadoras de doenças” ou saqueadoras de mercados, consideradas uma séria ameaça à tranquilidade pública, ocupassem a cidade.

   Em 20 de junho de 1932, o jornal cearense O Povo destacava com informações oficiais o “Efetivo dos Campos de Concentração dos Flagelados”: em Ipu, o número de pessoas concentradas na data da publicação era de 6.507. Em Fortaleza, nos campos do Alagadiço e do Urubu, havia 1.800 pessoas. No município de Quixeramobim, 4.542. Em Senador Pompeu, no campo do Patu, 16.221 (na época, o número de concentrados chegou a ultrapassar o número de habitantes da cidade). No campo de Buriti, no Crato, havia 16.200 pessoas. Cariús, com o maior número, concentrava 28.648. Em todo o estado, o total de pessoas mantidas nos campos de concentração naquele ano era de 73.918.

   O município de Senador Pompeu, localizado a cerca de 266 quilômetros de Fortaleza, é o único que ainda conserva parte da estrutura usada para isolar os emigrantes durante o período de estiagem de 1932. Diferente dos campos de concentração dos outros municípios, que construíam apenas barracões cobertos com folhas de carnaúba, lá, além dos barracões, foram utilizados os antigos casarões construídos na década de 1920 pela companhia inglesa de engenharia Norton Griffiths & Company – encarregada da construção do açude do Patu, na zona rural do município. No sítio do Patu, para conter os confinados, foram utilizados o casarão dos inspetores da obra, duas casas de pólvora, um armazém, a estrutura de um hospital desativado, uma usina, um cemitério e uma estação de trem.

   Hoje, o açude do Patu tem como principal finalidade o abastecimento de água da cidade. Segundo o Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs), o projeto de construção do açude é do ano de 1919 e as primeiras escavações foram feitas em 1921. Porém, as obras foram paralisadas em 1923, sendo retomadas depois de 61 anos e, finalmente, concluídas em 1987.

   Foi no campo de concentração do sítio Patu que, aos 16 anos, o pai da agricultora aposentada Alzira Lucinda Moraes de Lima, 70, esteve confinado. Mário Antônio de Moraes sobreviveu a 1932 e aos horrores da seca daquele ano. Ele faleceu com oitenta e cinco anos, em 2001. Durante o tempo que conviveu com a filha, lhe contou o que viu e viveu no período em que esteve isolado. “O meu pai dizia que ali era uma prisão. Era ele quem cavava as covas para enterrar os defuntos que morriam no campo. Ele dizia que eram dois, três, por noite. Falava dos cachorros brigando, querendo comer os cadáveres. As crianças que morriam, eram carregadas numas telhas. Papai contava que era um horror”. Mário Antônio foi um dos poucos que conseguiram escapar do campo de concentração do Patu. Ele fugiu para Mombaça, município localizado a cerca de 307 quilômetros de Fortaleza. Nascido no povoado Riacho do Sangue, em Solonópole, que fica a 275 quilômetros da capital cearense. Foi de lá que, durante a seca, quando tentava viajar para Fortaleza, foi impedido pelos vigilantes das estradas e estações de trem e encaminhado para o campo do Patu.

Os campos de concentração no Ceará, vendidos como uma política de amparo, faziam parte de um projeto desenvolvido pelo governo estadual em parceria com o ministério de Viação e Obras Públicas do governo de Getúlio Vargas, que incentivava a criação de espaços para o confinamento de flagelados das secas. 

  Não há registros oficiais que mostrem com precisão o número de mortos nos campos de concentração cearenses de 1932. Grande parte dos documentos e arquivos oficiais desapareceram. O advogado Valdecy Alves, que nasceu em Senador Pompeu e hoje vive em Fortaleza, estuda o assunto há mais de 20 anos. Ele escreveu três livros e também produziu outros três documentários a respeito. Valdecy considera a falta de informações uma tentativa de apagamento de um dos períodos mais sombrios da nossa história. “Houve um gigantesco e proposital apagamento histórico dos campos de concentração no Ceará. O apagamento da memória é uma prática de quem detém o poder político e econômico. Os campos de concentração das secas são coisas tão vergonhosas praticadas pelo Estado brasileiro, que ele quer apagar. Hoje, eu entendo que os próprios governantes atuais têm receio do resgate da memória da seca de 32 até por medo de terem de indenizar os descendentes das pessoas que foram injustiçadas naquela época. As pessoas foram aprisionadas, usadas como mão de obra escrava para a construção de estradas, construção de ferrovias”, conta Valdecy.

  Com uma área de aproximadamente 90 hectares, o sítio do Patu foi tombado como patrimônio histórico-cultural de Senador Pompeu em 2019 e atualmente está em processo de tombamento a nível estadual. Segundo a Secretaria de Cultura do Estado do Ceará, o projeto está em fase de instrução processual para reunir informações históricas, arquitetônicas e antropológicas. A previsão do encerramento dessa etapa é novembro de 2022.


Fonte: https://marcozero.org/campos-de-concentracao-ceara-seca-de-1932/ Acesso em 24/05/2022 
Assinale a alternativa cuja palavra possua mais de cinco sílabas: 
Alternativas
Q4249964 Português

Estudar ouvindo música ajuda ou atrapalha a concentração?


Ouvir música enquanto estuda é um hábito comum entre estudantes de todas as idades, especialmente em períodos de provas e vestibulares. A prática, no entanto, divide opiniões na ciência: enquanto alguns estudos apontam benefícios para o humor e a produtividade, outros mostram que a música pode competir com a atenção necessária para tarefas de memorização e compreensão de texto.


Não existe uma resposta única: o efeito varia conforme o tipo de atividade e o perfil de quem estuda.


Pesquisas conduzidas ao longo dos últimos anos chegaram a conclusões distintas sobre o tema. Um experimento da Universidade de Wollongong, na Austrália, associou sons suaves e músicas instrumentais à redução do estresse e a ganhos de produtividade em tarefas repetitivas, por criarem um ambiente mais relaxado para o cérebro.


Já um estudo do antigo University of Wales Institute, em Cardiff (hoje Cardiff Metropolitan University), encontrou o efeito oposto: estudantes expostos a música e a sons variados tiveram desempenho pior do que aqueles em ambientes silenciosos ou com ruídos repetitivos e previsíveis.


https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/estudar

"A prática, no entanto, divide opiniões na ciência: enquanto alguns estudos apontam benefícios para o humor e a produtividade, outros mostram que a música pode competir com a atenção necessária para tarefas de memorização e compreensão de texto."

Analise a separação silábica das palavras retiradas do texto.

I.necessária = ne-ce-ssá-ria

II.compreensão = com-pre-en-são

III.atenção = aten-ção

IV.memorização = me-mo-ri-za-ção

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a separação silábica correta.
Alternativas
Q4249680 Português
Médicos alertam que riscos de doenças ameaçam sobreviventes

        Conforme equipes médicas internacionais chegam às regiões devastadas pelo terremoto na Turquia e na Síria, os ferimentos com que os profissionais se deparam são horripilantes, mas não surpreendem: ossos quebrados, braços e pernas esmagados por construções que desabaram, cortes infectados. Mas isso é apenas o início para os médicos e paramédicos que trabalham febrilmente para salvar vidas no desastre, segundo afirmam especialistas. Nas próximas semanas, conforme os esforços de busca se transformarem na lúgubre tarefa de recuperar corpos, incontáveis sobreviventes precisarão de remédios para pressão alta, diabetes e asma que acabaram soterrados. Muitas grávidas darão à luz em abrigos improvisados e campos de refugiados. Pacientes de câncer não receberão tratamento. Temperaturas congelantes resultam em sobreviventes sofrendo hipotermia ou queimaduras de frio nos abrigos. Leitos próximos nas instalações de acolhimento também podem levar à disseminação do coronavírus e outros vírus respiratórios. 

        E há outro risco: doenças transmitidas pela água, como cólera, que já apareceu na zona de guerra no noroeste da Síria em razão da qualidade ruim da água e do saneamento. “É uma situação horrível. Não podemos fazer o que queremos, temos de nos adaptar a uma maneira completamente diferente de tratar as pessoas. É uma situação que exige da gente mentalmente e moralmente”, afirmou Thomas Kirsch, professor de medicina da Universidade George Washington, a respeito dos próximos desafios para os médicos. Paul Spiegel, diretor do Centro para Saúde Humanitária da Faculdade Johns Hopkins Bloomberg de Saúde Pública, afirmou que o período após os esforços de busca e resgate são cruciais, até dramáticos. “Você vai salvar muito mais gente garantindo que haja vigilância e pensando sobre como continuar o cuidado e a ajuda”. 

        Esses esforços já estão sendo coordenados pelo governo turco, pela Organização Mundial da Saúde e por grupos de ajuda que enviam regularmente equipes de emergência para zonas atingidas por terremotos. Os desafios para fornecer assistência médica são especialmente desanimadores. O desastre destruiu hospitais e outras instalações médicas que poderiam ter sido cruciais no tratamento de feridos em desmoronamentos de edifícios. “Estradas arruinadas e intransitáveis não facilitarão nada as condições para as organizações médicas”, afirmou Kirsch.

Fonte: Jornal O estado de São Paulo, Edição de 11 de fevereiro de 2023.
Assinale a alternativa cuja divisão silábica da palavra esteja INCORRETA: 
Alternativas
Q4249461 Português
Verão com moderação

   O calor com o qual o brasileiro imagina estar aclimatado é coisa do passado. O aumento da intensidade e da frequência de ondas de temperaturas extremas é uma realidade trazida pelas mudanças climáticas, que chegou para ficar no Brasil, alertam especialistas. E elas adoecem e aumentam os índices de partos prematuros, suicídio, agressividade e criminalidade, revelam novos estudos. O calor extremo mata.
    Ninguém está acostumado com essas temperaturas. Que o digam, por exemplo, habitantes do Rio de Janeiro, que arderam no último dia 4 de fevereiro a 58 C, a maior sensação térmica já registrada na cidade. Ou os gaúchos, que têm enfrentado dias seguidos temperaturas superiores a 35 C com baixa umidade do ar, combinação insalubre, que aumenta a perda de líquido, sobrecarrega o organismo e eleva o risco para saúde.
    “O calor é uma grave ameaça à saúde. As pessoas precisam entender que ele mata. É uma ilusão pensar “estou acostumado”. Isso já não existe mais. É hora de pensar em adaptação, novas políticas públicas e cuidados pessoais. Não é mais preciso ir para o deserto para morrer de calor” adverte Paulo Saldiva, professor do Departamento de Patologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, especialista no impacto do meio ambiente sobre a saúde.

Fonte: Jornal O Globo, Edição de 11 de fevereiro de 2023.
Assinale a alternativa cuja palavra possua mais de quatro sílabas: 
Alternativas
Q4249310 Português
EUA derrubam objeto não identificado sobre o Alasca


   O Pentágono derrubou ontem um objeto não identificado sobre o Alasca por ordem do presidente Joe Biden. O incidente foi confirmado pelo porta-voz da Casa Branca, John Kirby, em entrevista coletiva. Autoridades dos EUA disseram que não foi confirmado se o objeto era um balão, mas estava viajando a uma altitude que o tornava uma ameaça potencial para aeronaves civis. Segundo o porta-voz, o objeto estava a uma altitude de cerca de 40 mil pés. Kirby disse que as autoridades o estavam descrevendo como “objeto” porque essa era a melhor descrição até o momento.

   Uma autoridade dos EUA disse que não havia “nenhuma indicação afirmativa de ameaça militar” para as pessoas no solo. Autoridades disseram que não podiam confirmar se havia algum equipamento de vigilância no objeto abatido. Um esforço de recuperação dos escombros estava sendo conduzido, disse Kirby. Ele disse que o objeto era “aproximadamente do tamanho de um carro pequeno” – muito menor do que o balão espião que tinha uma carga útil do tamanho de um ônibus.

   A ação ocorre menos de uma semana depois que um caça americano derrubou um balão espião chinês que havia atravessado os EUA. A Casa Branca foi criticada por alguns republicanos por não derrubar imediatamente o balão, mas Biden disse que estava agindo por recomendação de oficiais militares, que disseram para esperar até que o balão estivesse sobre a água antes de destruí-lo para não haver riscos para pessoas em solo. Autoridades dos EUA dizem que o balão espião fazia parte de uma frota dirigida pelos militares chineses que sobrevoou mais de 40 países em cinco continentes nos últimos anos.

  Os balões são fabricados por uma ou mais empresas administradas por civis que vendem oficialmente produtos para os militares, disseram autoridades americanas, embora o governo Biden não tenha identificado publicamente a empresa que fabricou o balão derrubado. Autoridades dizem que um balão que estava flutuando sobre a América Latina na semana passada também fazia parte do programa de vigilância chinês.


Fonte: Jornal O Estado de S. Paulo, Edição de 11 de fevereiro de 2023.
Assinale a alternativa cuja divisão silábica da palavra esteja INCORRETA: 
Alternativas
Q4249270 Português
EUA querem treinar ucranianos para missões ultrassecretas de inteligência


   O Pentágono pediu ao Congresso americano a retomada do financiamento de dois programas ultrassecretos de inteligência na Ucrânia, suspensos antes da invasão da Rússia. Se aprovada, a medida permitirá que militares do setor de Operações Especiais dos EUA treinem agentes ucranianos para monitorar os movimentos militares russos no front e executar missões de contrainformação, além de retomar o cultivo de fontes de inteligência no terreno.

   As missões implicariam um maior envolvimento americano no conflito, num momento em que a ajuda militar de Washington está crescendo. Os programas podem ser retomados em 2024, embora ainda não esteja claro se o governo de Joe Biden permitirá que militares dos EUA voltem à Ucrânia para supervisionar o trabalho ou se terão de fazer isso de um país vizinho. Funcionários do Congresso disseram que é difícil prever o resultado da votação, especialmente com os republicanos divididos sobre as vastas somas gastas na Ucrânia. Outros argumentam que a despesa relativamente pequena dos programas – US$ 15 milhões (cerca de R$ 79 milhões) anuais para tais atividades em todo o mundo – é uma pechincha em comparação com as dezenas de bilhões de dólares comprometidos para treinar e armar as forças ucranianas e reabastecer os estoques dos EUA.

   Oficiais militares estão ansiosos para reiniciar as atividades na Ucrânia para garantir que fontes de inteligência conquistadas com dificuldade não sejam perdidas à medida que a guerra avança, disse Mark Schwartz, general da reserva. Serviços de inteligência americanos por muitos anos pagaram unidades militares e paramilitares estrangeiras selecionadas no Oriente Médio, Ásia e África, empregando-as como “substitutas” em operações de contraterrorismo contra a AlQaeda, o Estado Islâmico e afiliados. Programas mais recentes, como os usados na Ucrânia, são considerados uma forma de “guerra irregular”. Eles são destinados ao uso contra adversários, como a Rússia e a China, com quem os EUA estão em competição, não em conflito aberto.

   Críticos dizem que tais atividades aumentam o risco de levar os EUA a um papel mais direto na guerra da Ucrânia. Mas oficiais de defesa sustentam que, ao contrário do esforço maior e mais aberto do Pentágono para armar os militares ucranianos, os programas secretos não contribuiriam diretamente para a capacidade de combate da Ucrânia, pois os agentes envolvidos e seus financiadores dos EUA seriam restritos a realizar apenas as tarefas não violentas que haviam assumido até sua suspensão no ano passado.


Fonte: Jornal O Estado de S. Paulo, Edição de 11 de fevereiro de 2023.
Assinale a alternativa cuja palavra NÃO seja paroxítona:
Alternativas
Q4248986 Português

Texto 7 



O QUE FAZ BEM PRA SAÚDE?



Cada semana, uma novidade.

A última foi que pizza previne câncer do esôfago.

Acho a maior graça.

Tomate previne isso, cebola previne aquilo, chocolate faz bem, chocolate faz mal, um cálice diário de vinho não tem problema, qualquer gole de álcool é nocivo, tome água em abundância, mas peraí não exagere...

Diante desta profusão de descobertas, acho mais seguro não mudar de hábitos.

Sei direitinho o que faz bem e o que faz mal pra minha saúde.

Viajar me deixa tenso antes de embarcar, mas depois eu rejuvenesço uns cinco anos.

Brigar me provoca arritmia cardíaca.

E telejornais os médicos deveriam proibir - como doem!

Caminhar faz bem, dançar faz bem, ficar em silêncio quando uma discussão está pegando fogo faz muito bem: você exercita o autocontrole e ainda acorda no outro dia sem se sentir arrependido de nada.

Acordar de manhã arrependido do que disse ou do que fez ontem à noite é prejudicial à saúde.

E passar o resto do dia sem coragem para pedir desculpas, pior ainda.

Não pedir perdão pelas nossas mancadas dá câncer, não há tomate ou muzzarela que previna.

Cinema é melhor pra saúde do que pipoca.

Exercício é melhor do que cirurgia.

Humor é melhor do que rancor.

Amigos são melhores do que gente influente.

Tomo pouca água, bebo mais que um cálice de vinho por dia, faz dois meses que não piso na academia, mas tenho dormido bem, trabalhado bastante, encontrado meus amigos, ido ao cinema e confiado que tudo isso pode me levar a uma idade avançada.


(Luís Fernando Verissimo)



https://www.cultcarioca.com.br/2012/10/luis-fernando-verissimo-o-que-faz-bem.html Texto Adaptado. Acesso em 15/07/2022

No tocante à Pontuação, analise os itens abaixo:



I. “A última foi que pizza previne câncer do esôfago.”


II. “...qualquer gole de álcool é nocivo.”


III. “...tome água em abundância...”


IV. “...Cinema é melhor pra saúde do que pipoca”


V. “Diante desta profusão de descobertas, acho mais seguro não mudar de hábitos.”



Sobre eles, assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q4248970 Português

Texto 1



Termino o livro e fecho o computador sabendo que, por mais que os escritores escrevam, os músicos componham e cantem, os pintores e escultores joguem com formas, cores e luzes, por mais que o contexto paralelo da arte expresse o profundo contraditório sentimento humano, embora dance à nossa frente e nos convoque até o último fio de lucidez, o essencial não tem nome nem forma: é descoberta e assombro, glória ou danação de cada um.



https://www.google.com/search?q=lya+luft&rlz=1C1GCEA_enBR977BR977&oq=lya+lu&aqs Acesso em 13.07.2022 01

No tocante à ACENTUAÇÃO, observe os segmentos abaixo e os termos sublinhados:



I. “Expresse o profundo sentimento contraditório humano...”


II. “...e nos convoque até o último fio de lucidez.”


III. “...é descoberta e assombro, glória ou danação de cada um.”



Sobre esses segmentos, está CORRETO o que se afirma em

Alternativas
Q4245532 Português

O terceiro menor país do mundo mudou de nome: conheça Naoero 


Por Bela Lobato

(Disponível em: https://super.abril.com.br/sociedade/o-terceiro-menor-pais-do-mundo-mudou-denome-conheca-naoero/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que apresenta a palavra cuja sílaba tônica seja a última.
Alternativas
Q4245531 Português

O terceiro menor país do mundo mudou de nome: conheça Naoero 


Por Bela Lobato

(Disponível em: https://super.abril.com.br/sociedade/o-terceiro-menor-pais-do-mundo-mudou-denome-conheca-naoero/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

 Assinale a alternativa que apresenta a palavra com o maior número de sílabas. 
Alternativas
Q4244599 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.


Educação financeira pode ser incluída no currículo escolar


     A inclusão da educação financeira como tema no currículo dos ensinos fundamental e médio foi aprovada no dia 15 de julho, no plenário do Senado Federal.

    O projeto de lei, aprovado na forma de texto alternativo da senadora Teresa Leitão, estabelece que o tema será ensinado de forma transversal em disciplinas já existentes, como matemática, história e geografia, ao longo de toda a formação escolar.

    Pela proposta, a educação financeira, que já faz parte da Base Nacional Comum Curricular desde 2017, está agora prevista na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, tornando sua aplicação mais obrigatória. Cada escola terá autonomia para incluir o tema em seu projeto pedagógico de acordo com a sua realidade local, evitando a sobrecarga dos alunos.

    A relatora ampliou o texto original para incluir também a promoção da educação fiscal, previdenciária e securitária por parte do poder público. Com isso, os alunos também vão aprender sobre a importância dos impostos para o financiamento de serviços públicos, além de entender o funcionamento da previdência social e dos seguros.

    Por ter sido modificado no Senado, o texto agora voltará à Câmara para última análise.


Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026- 07/educacao-financeira-pode-ser-incluida-no-curriculo-escolar (adaptado)
Na palavra geografia, o grupo de letras gr representa um exemplo de:
Alternativas
Q4244477 Português
Considerando a classificação das palavras quanto ao número de sílabas, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Respostas
21: B
22: A
23: A
24: B
25: B
26: C
27: C
28: D
29: C
30: B
31: C
32: D
33: D
34: C
35: C
36: A
37: D
38: B
39: A
40: C