Questões de Concurso
Sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português
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Djalma A. de M. Filho. Geografia da fome: clínica de paisagens ou epidemiologia crítica? In: Cadernos de Saúde Pública. Rio de Janeiro, 2008 (com adaptações).
Na linha 24, o pronome “que" tem como referente “a fronteira entre os campos disciplinares" ( l.23).

Djalma A. de M. Filho. Geografia da fome: clínica de paisagens ou epidemiologia crítica? In: Cadernos de Saúde Pública. Rio de Janeiro, 2008 (com adaptações).
O emprego da forma verbal “ratificam" ( l.12) indica que, em Geografia da Fome, Josué de Castro corrigiu sua concepção estritamente geográfica acerca da ocorrência da fome no Brasil, ao abandonar o âmbito da geografia como ponto de partida para sua análise do fenômeno.

Lilia B. Schraiber. Saúde e Sociedade.São Paulo, 1992 (com adaptações).
Nas linhas 28 e 29, a palavra “questão" é empregada com diferentes sentidos em cada uma de suas ocorrências.

Lilia B. Schraiber. Saúde e Sociedade.São Paulo, 1992 (com adaptações).
De acordo com o texto, “Saúde Coletiva" ( l.11) é um campo do conhecimento e da práxis social, que, pela motivação de sua produção, deve ser conectado às questões políticas, embora poucos pesquisadores procurem realizar essa articulação.
Minha Pátria é minha língua, Mangueira meu grande amor
(Samba-Enredo 2007)
Quem sou eu
Tenho a mais bela maneira de expressar
Sou Mangueira...uma poesia singular
Fui ao Lácio e nos meus versos canto à última flor
Que espalhou por vários continentes
Um manancial de amor
Caravelas ao mar partiram
Por destino encontraram Brasil...
Nos trazendo a maior riqueza
A nossa língua portuguesa
Se misturou com o tupi, tupinambrasileirou
Mais tarde o canto do negro ecoou
E assim a língua se modificou
Eu vou dos versos de Camões
As folhas secas caídas de Mangueira
É chama etema, dom da criação
Que fala ao pulsar do coração
Cantando eu vou
Do Oiapoque ao Chuí ouvir
A minha pátria e minha língua
Idolatrada obra-prima te faço imortal
Que enriqueceram a tua história
Ó meu Brasil...
Dos filhos deste solo és mãe gentil
Hoje a herança portuguesa nos conduz
À Estação da Luz!
Vem no vira da Mangueira vem sambar
Meu idioma tem o dom de transformar
Faz do Palácio do Samba uma casa portuguesa
É uma casa portuguesa com certeza
Mais do que um marinheiro de primeira viagem, o passageiro de primeiro voo leva consigo os instintos e os medos primitivos de uma espécie criada para andar sobre a terra. As águas podem ser vistas como extensão horizontal de caminhos, que se exploram pouco a pouco: aprende-se a nadar e a navegar a partir da segurança de uma borda, arrostando-se gradualmente os perigos. Mas um voo é coisa mais séria: há o desafio radical da subida, do completo desligamento da superfície do planeta, e há o momento crucial do retorno, da reconciliação com o solo. Se a rotina das viagens aéreas banalizou essas operações, nem por isso o passageiro de primeira viagem deixa de experimentar as emoções de um heróico pioneiro.
Tudo começa pelo aprendizado dos procedimentos iniciais. O novato pode confundir bilhete com cartão de embar- que, ignora as siglas das placas e monitores do aeroporto, atordoa-se com os avisos e as chamadas da locutora invisível. Já de frente para a escada do avião, estima, incrédulo, quantas toneladas de aço deverão flutuar a quilômetros de altura - com ele dentro. Localizada a poltrona, afivelado o cinto com mãos trêmulas, acompanha com extrema atenção as estudadas instruções da bela comissária, até perceber que ele é a única testemunha da apresentação: os demais passageiros (mal- educados!) leem jornal ou conversam. Quando enfim os motores, já na cabeceira da pista, aceleram para subir e arrancam a plena potência, ele se segura nos braços da poltrona e seu corpo se retesa na posição seja-o-que-Deus- quiser.
Atravessadas as nuvens, encanta-se com o firmamento azul e não tira os olhos da janela - até perceber que é um embevecido solitário. Alguns buscam cochilo, outros conversam animadamente, todos ignoram o milagre. Pouco a pouco, nosso pioneiro vai assimilando a rotina do voo, degusta o lanche com o prazer de um menino diante da merenda, depois prepara-se para o pouso na mesma posição que assumira na decolagem. Tudo consumado, resta-lhe descer a escada, bater os pés no chão da pista e convencer-se de que o homem é um bicho estranho, destinado a imaginar o irrealizável só pelo gosto de vir a realizá-lo. Nos voos seguintes, lerá jornal, cochilará e pouco olhará pela janela, que dá para o firmamento azul.
(Firmino Alves, inédito)
Evitam-se as viciosas repetições do texto acima substituindo-se os elementos sublinhados, na ordem dada, por:
(Isabel Solé, Estratégias de leitura, 1998)
Segundo a autora,
Memorial monta exposição com
grandes nomes das artes brasileiras
da Folha Online
Di Cavalcanti, Candido Portnari,Tarsila do Amaral, Flávio Shiró... A lista de nomes que integram a exposição no Memorial da América Latina (região oeste da cidade de São Paulo) é grande.
A eles, se alinham Brecheret – cujas obras já estão em dois espaços culturais na cidade de São Paulo –, Benedito Calixto, Almeida Jr., Ismael Néri, Antonio Dias, Livio Abramo e Sérvulo Esmeraldo.
Ao todo, são 45 artistas de várias gerações, cujas obras surgiram nas últimas décadas do século 19 até a primeira metade do século 20.
O lado pitoresco é que as telas e as peças escolhidas costumam ficar expostas em outros lugares, como a Pinacoteca do Estado, o MAC (Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo) e os palácios do governo.
“São quadros que dificilmente saem dos museus”, conta o curador João Spinelli. “Tivemos que insistir bastante.”
A exposição, que faz parte das comemorações do Ano da França no Brasil, fia aberta até 10 de dezembro.

(http://guia.folha.com.br/exposicoes/ult10048u650020.shtml. Acesso em 12.11.2009)
Memorial monta exposição com
grandes nomes das artes brasileiras
da Folha Online
Di Cavalcanti, Candido Portnari,Tarsila do Amaral, Flávio Shiró... A lista de nomes que integram a exposição no Memorial da América Latina (região oeste da cidade de São Paulo) é grande.
A eles, se alinham Brecheret – cujas obras já estão em dois espaços culturais na cidade de São Paulo –, Benedito Calixto, Almeida Jr., Ismael Néri, Antonio Dias, Livio Abramo e Sérvulo Esmeraldo.
Ao todo, são 45 artistas de várias gerações, cujas obras surgiram nas últimas décadas do século 19 até a primeira metade do século 20.
O lado pitoresco é que as telas e as peças escolhidas costumam ficar expostas em outros lugares, como a Pinacoteca do Estado, o MAC (Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo) e os palácios do governo.
“São quadros que dificilmente saem dos museus”, conta o curador João Spinelli. “Tivemos que insistir bastante.”
A exposição, que faz parte das comemorações do Ano da França no Brasil, fia aberta até 10 de dezembro.

(http://guia.folha.com.br/exposicoes/ult10048u650020.shtml. Acesso em 12.11.2009)
(Mary A. Kato (org.), A concepção da escrita pela criança, 1992)
Há aspectos a revisar e reescrever no texto do aluno, em especial,

O diagnóstico das necessidades de aprendizagem desse aluno indica que ele:
I. transcreve a fala (vendu, muchila);
II. não usa a concordância nominal da variante culta (10 real);
III. não sabe que o mesmo fonema pode ser grafado com diferentes letras (rocha);
IV. não sabe que o gênero anúncio deve conter título e identificação do anunciante.
Estão corretas
Assinale a alternativa que contém os comportamentos de linguagem de cada aluno a serem observados e avaliados pelo professor nessa atividade.

(Emília Ferreiro. Reflexões sobre alfabetização, 1996)
Segundo Emília Ferreiro, a escrita produzida por essa criança de 6 anos é

Sobre esse texto, pode-se dizer que
Sem barra
Enquanto a formiga
carrega comida
para o formigueiro,
a cigarra canta,
canta o dia inteiro.
A formiga é só trabalho,
A cigarra é só cantiga.
Mas sem a cantiga
da cigarra
que distrai da fadiga,
seria uma barra
o trabalho da formiga!
(José Paulo Paes, Olha o bicho. 1989)
Sem barra
Enquanto a formiga
carrega comida
para o formigueiro,
a cigarra canta,
canta o dia inteiro.
A formiga é só trabalho,
A cigarra é só cantiga.
Mas sem a cantiga
da cigarra
que distrai da fadiga,
seria uma barra
o trabalho da formiga!
(José Paulo Paes, Olha o bicho. 1989)
I. Solicitar aos alunos que, em grupos, leiam partes indicadas do poema em voz alta.
II. Conversar com os alunos sobre o poema que irão ler: o que é, para que ler, qual o conteúdo.
III. Ler coletivamente o poema em voz alta com os alunos.
IV. Ler o poema para os alunos, que acompanham a leitura com o texto nas mãos.
V. Alternar a leitura dos versos entre professor e grupos de alunos.
De acordo com as orientações didáticas para a 2.ª série contidas em Ler e Escrever, é conveniente que as atividades de leitura do poema se realizem na seguinte sequência:
Sem barra
Enquanto a formiga
carrega comida
para o formigueiro,
a cigarra canta,
canta o dia inteiro.
A formiga é só trabalho,
A cigarra é só cantiga.
Mas sem a cantiga
da cigarra
que distrai da fadiga,
seria uma barra
o trabalho da formiga!
(José Paulo Paes, Olha o bicho. 1989)
