Questões de Concurso Sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português

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Q342889 Português
Nas duas orações de cada item, analise o valor semântico da conjunção destacada, colocado entre parênteses.

1. • Se precisar que eu te ajude, venha até aqui. (condição)

A não ser que me seja exigido, não participarei das comemorações. (condição)

2. • Organize as informações segundo a proposta do departamento! (conformidade de um fato em relação a outro)

Quanto mais gritava menos era ouvido. (proporção)

3. • O ambiente fcou gelado depois que o sol se pôs. (tempo)

• A discussão teve início assim que o projeto foi aprovado. (causa)

4. • Como a profssão não interessava, não participou do certame. (causa)

• Eu não abro mão dos meus sonhos mesmo que os desafos aumentem. (causa)

5. • Esmerou-se tanto na tarefa que recebeu honra ao mérito. (consequência)

• Faça um sinal para que os funcionários entrem na sala no horário adequado ( tempo)

Estão corretas as análises das duas orações apenas em:

Alternativas
Q342422 Português
Assinale a alternativa correta, de acordo com o texto.

Alternativas
Q342313 Português
Em relação ao texto acima, julgue os itens que se seguem.

O trecho “que tradicionalmente beneficia políticos de todos os matizes” (l.9-10) é empregado, no texto, com sentido restritivo.
Alternativas
Q342311 Português
Em relação ao texto acima, julgue os itens que se seguem.

O termo “com isso” (l.8) refere-se ao fato de o Congresso ter “incluído em sua agenda positiva um esforço para eliminar essa prerrogativa” (l.6-7).
Alternativas
Q342310 Português
Com base no texto acima, julgue os itens que se seguem.

Se o termo “quando” (l.13) for substituído pela conjunção se ou pela conjunção desde que, haverá prejuízo da coerência textual.
Alternativas
Q342309 Português
Com base no texto acima, julgue os itens que se seguem.

Prejudica-se a informação do texto ao se substituir a forma verbal “assinalou” (l.11) por alguma das seguintes: observou, admitiu, informou, esclareceu, declarou.
Alternativas
Q342308 Português
Com base no texto acima, julgue os itens que se seguem.

Depreende-se das informações do texto que os funcionários que usarem passagens aéreas custeadas pelo governo do Rio Grande do Sul podem usufruir, para viagens particulares, dos prêmios ou créditos de milhagens concedidos pelas companhias aéreas.
Alternativas
Q342307 Português
Com base no texto acima, julgue os itens que se seguem.

Se a palavra “erário” (l.16) for substituída por tesouro público, prejudica-se a informação do período.
Alternativas
Q342306 Português
Em relação às estruturas linguísticas do texto acima, julgue os itens a seguir.

A substituição de “para os” por aos nas ocorrências entre as linhas 11 e 15 manteria a correção gramatical do texto.
Alternativas
Q342305 Português
Em relação às estruturas linguísticas do texto acima, julgue os itens a seguir.

A substituição de “exigirá” (l.8) por exigiriam manteria a correta correlação entre os tempos e modos verbais empregados no período.
Alternativas
Q340550 Português

Texto II

Imagem associada para resolução da questão

Texto III

Imagem associada para resolução da questão


Considerando os textos II e III, analise as afirmativas.

I. O autor do texto II é favorável às cotas raciais, uma vez que, segundo ele, somente elas garantem o ingresso do negro na universidade.

II. No texto III, a argumentação é contrária às cotas raciais pelo fato de o Brasil ser um país mestiço.

III. O autor do texto II é contra as cotas sociais, pois é a favor das cotas raciais.

IV. Para o autor do texto II, as cotas sociais não solucionam a questão da
inserção do negro na universidade.

Estão corretas as afirmativas

Alternativas
Q340404 Português

Texto

                               Muito além de impressões digitais

      Um passado sem rosto e sem rastro transformou a figura da mãe numa pálida lembrança. E levou consigo a imagem da menina Camila, ex-moradora de rua, sem deixar na adulta a certeza de como era quando criança. Com a morte da mãe no parto do oitavo irmão, há nove anos, depois de peregrinar com os sete irmãos pelas ruas de diversos bairros, ela ganhou uma casa. Foi morar com a tia e cada irmão seguiu para viver com um parente.

      A história da família Gomes, até a geração de Camila Cláudia, hoje com 21 anos, é apenas oral. Não há um único registro fotográfico dessa vida nômade. Nem fotos, nem documentos. Camila não tem certidão de nascimento, o que impede o acesso aos direitos mais elementares. E não se lembra de ter visto fotos da mãe.

      Uma aflição latente ficou de herança. Os nascimentos de Camille, de 2 anos, e Sofia, de 5 meses, trouxeram um novo desejo à vida da menina sem foto. Há pouco menos de dois anos, ela comprou um celular com câmera, exclusivamente para fotografar a primeira filha.

      Camila tem a chance agora de deixar impressa sua passagem pelo mundo. Ela ilustra a farta variedade de estatísticas que apontam para o consumo crescente de celulares e câmeras digitais no país, instrumentos também de inclusão. Nos últimos três anos, o item de consumo que mais cresceu no Brasil foi a câmera digital (de 20% para 35%), indicam os dados da consultoria Kantar WorldPanel, divulgados em setembro. Um estudo da Fecomércio do ano passado mostra que, de 2003 a 2009, o gasto com celular já havia aumentado 63,6% em todas as classes sociais. Na E, chegou a 312%. Soma-se a estes um outro dado, e a equação se completa: cerca de 66% dos brasileiros usam o celular para tirar fotografias, segundo pesquisa do Instituto Data Popular colhida este ano.

      A democratização do acesso se consolidou. Estamos diante de novos tempos, moldados pela democratização do acesso ao registro de imagens. As classes populares deixaram de ser apenas o objeto fotografado e tornaram-se também agentes desse universo pictórico: são produtores em escala crescente, de imagens de seu cotidiano.

                                                                                                  (Revista O globo, novembro de 2012.)

No trecho "Não há um único registro fotográfico dessa vida nômade " , a palavra grifada se refere

Alternativas
Q340403 Português

Texto

                               Muito além de impressões digitais

      Um passado sem rosto e sem rastro transformou a figura da mãe numa pálida lembrança. E levou consigo a imagem da menina Camila, ex-moradora de rua, sem deixar na adulta a certeza de como era quando criança. Com a morte da mãe no parto do oitavo irmão, há nove anos, depois de peregrinar com os sete irmãos pelas ruas de diversos bairros, ela ganhou uma casa. Foi morar com a tia e cada irmão seguiu para viver com um parente.

      A história da família Gomes, até a geração de Camila Cláudia, hoje com 21 anos, é apenas oral. Não há um único registro fotográfico dessa vida nômade. Nem fotos, nem documentos. Camila não tem certidão de nascimento, o que impede o acesso aos direitos mais elementares. E não se lembra de ter visto fotos da mãe.

      Uma aflição latente ficou de herança. Os nascimentos de Camille, de 2 anos, e Sofia, de 5 meses, trouxeram um novo desejo à vida da menina sem foto. Há pouco menos de dois anos, ela comprou um celular com câmera, exclusivamente para fotografar a primeira filha.

      Camila tem a chance agora de deixar impressa sua passagem pelo mundo. Ela ilustra a farta variedade de estatísticas que apontam para o consumo crescente de celulares e câmeras digitais no país, instrumentos também de inclusão. Nos últimos três anos, o item de consumo que mais cresceu no Brasil foi a câmera digital (de 20% para 35%), indicam os dados da consultoria Kantar WorldPanel, divulgados em setembro. Um estudo da Fecomércio do ano passado mostra que, de 2003 a 2009, o gasto com celular já havia aumentado 63,6% em todas as classes sociais. Na E, chegou a 312%. Soma-se a estes um outro dado, e a equação se completa: cerca de 66% dos brasileiros usam o celular para tirar fotografias, segundo pesquisa do Instituto Data Popular colhida este ano.

      A democratização do acesso se consolidou. Estamos diante de novos tempos, moldados pela democratização do acesso ao registro de imagens. As classes populares deixaram de ser apenas o objeto fotografado e tornaram-se também agentes desse universo pictórico: são produtores em escala crescente, de imagens de seu cotidiano.

                                                                                                  (Revista O globo, novembro de 2012.)

Após a leitura do texto, infere- se que seu título

Alternativas
Q340402 Português

Texto

                               Muito além de impressões digitais

      Um passado sem rosto e sem rastro transformou a figura da mãe numa pálida lembrança. E levou consigo a imagem da menina Camila, ex-moradora de rua, sem deixar na adulta a certeza de como era quando criança. Com a morte da mãe no parto do oitavo irmão, há nove anos, depois de peregrinar com os sete irmãos pelas ruas de diversos bairros, ela ganhou uma casa. Foi morar com a tia e cada irmão seguiu para viver com um parente.

      A história da família Gomes, até a geração de Camila Cláudia, hoje com 21 anos, é apenas oral. Não há um único registro fotográfico dessa vida nômade. Nem fotos, nem documentos. Camila não tem certidão de nascimento, o que impede o acesso aos direitos mais elementares. E não se lembra de ter visto fotos da mãe.

      Uma aflição latente ficou de herança. Os nascimentos de Camille, de 2 anos, e Sofia, de 5 meses, trouxeram um novo desejo à vida da menina sem foto. Há pouco menos de dois anos, ela comprou um celular com câmera, exclusivamente para fotografar a primeira filha.

      Camila tem a chance agora de deixar impressa sua passagem pelo mundo. Ela ilustra a farta variedade de estatísticas que apontam para o consumo crescente de celulares e câmeras digitais no país, instrumentos também de inclusão. Nos últimos três anos, o item de consumo que mais cresceu no Brasil foi a câmera digital (de 20% para 35%), indicam os dados da consultoria Kantar WorldPanel, divulgados em setembro. Um estudo da Fecomércio do ano passado mostra que, de 2003 a 2009, o gasto com celular já havia aumentado 63,6% em todas as classes sociais. Na E, chegou a 312%. Soma-se a estes um outro dado, e a equação se completa: cerca de 66% dos brasileiros usam o celular para tirar fotografias, segundo pesquisa do Instituto Data Popular colhida este ano.

      A democratização do acesso se consolidou. Estamos diante de novos tempos, moldados pela democratização do acesso ao registro de imagens. As classes populares deixaram de ser apenas o objeto fotografado e tornaram-se também agentes desse universo pictórico: são produtores em escala crescente, de imagens de seu cotidiano.

                                                                                                  (Revista O globo, novembro de 2012.)

Observe as afirmativas.

I. A aquisição de produtos eletrônicos causa o endividamento da classe popular.

II. O uso do celular facilitou a comunicação entre as pessoas.

III. A democratização do registro fotográfico é instrumento de inclusão.

IV. O acesso a celulares e máquinas digitais é crescente.

As afirmativas que são compostas exclusivamente de informações fornecidas pelo texto são

Alternativas
Ano: 2013 Banca: IDECAN Órgão: COREN-MA Prova: IDECAN - 2013 - COREN-MA - Contador |
Q340230 Português
“Era com Os Outros que elas nos ameaçavam caso não nos comportássemos direito.” A oração sublinhada na frase anterior traz uma ideia de:

Alternativas
Ano: 2013 Banca: IDECAN Órgão: COREN-MA Prova: IDECAN - 2013 - COREN-MA - Contador |
Q340226 Português
“... Os Outros estavam mais fortes que nunca, ávidos por liquidar com nossa reputação.” Nessa frase a palavra “ávidos” significa.

Alternativas
Ano: 2013 Banca: IDECAN Órgão: COREN-MA Prova: IDECAN - 2013 - COREN-MA - Contador |
Q340223 Português
A autora revela a importância do julgamento feito “pelos Outros” em relação à sua vida, desde que era pequena, ao compará-los com o/a(s)

Alternativas
Ano: 2013 Banca: IDECAN Órgão: COREN-MA Prova: IDECAN - 2013 - COREN-MA - Contador |
Q340222 Português
Segundo o texto, a autora.
Alternativas
Q339690 Português
No verso “Eu não me lembro mais”, a palavra em destaque permite que o leitor infira um conteúdo pressuposto sobre a lembrança referida pelo sujeito lírico. Indique- o.

Alternativas
Q339688 Português
Nos versos “E nada mais nos braços/ Só este amor”, ocorre um pronome demonstrativo que tem seu uso justificado por fazer referência:

Alternativas
Respostas
16541: A
16542: B
16543: C
16544: C
16545: E
16546: E
16547: E
16548: E
16549: C
16550: E
16551: D
16552: E
16553: B
16554: D
16555: C
16556: A
16557: C
16558: B
16559: D
16560: E