Questões de Concurso Sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português

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Q321853 Português
O Texto II informa claramente que
Alternativas
Q321852 Português
... que o crescimento econômico não seja alcançado a qualquer preço, mas considerando-se os impactos e a geração de valores sociais e ambientais decorrentes da atuação humana.

O sentido da afirmativa acima está corretamente reproduzido, em linhas gerais e com outras palavras, em:
Alternativas
Q321851 Português
O sentido do Texto I está corretamente exposto em:
Alternativas
Q321850 Português
A princípio refratários ao comércio com o exterior, os governantes chineses acabaram rendendo-se à evidência de que o comércio significava a injeção de riqueza na economia local

A afirmativa acima está corretamente transcrita, com lógica e clareza, em:
Alternativas
Q321848 Português
"O sonho de chegar à China é o fio imaginário que percorre a história da luta da Europa para fugir do isolamento". (2o parágrafo)

O estímulo a esse movimento era o desejo irreprimível dos ocidentais de consumir as riquezas produzidas no Oriente. (3o parágrafo)

Considerando-se o contexto, as expressões grifadas nas afirmativas acima seriam corretamente substituídas, respectivamente, por:
Alternativas
Q321847 Português
Isso determinou mudanças de comportamento e de valores ... (3o parágrafo)

O pronome grifado evita a repetição, no texto, da expressão:
Alternativas
Q321846 Português
... daquela era de florescimento extraordinário das trocas comerciais e culturais ...
(1o parágrafo)

Dados constantes do texto, que confirmam a observação acima, dizem respeito
Alternativas
Q321845 Português
De acordo com o texto,
Alternativas
Q321799 Português
Com referência às estruturas linguísticas do texto, julgue os itens subsequentes.

O vocábulo “mas” (l.14) exerce função de termo aditivo em relação à asserção da oração que o antecede.
Alternativas
Q321798 Português
Conforme o texto, o SUS é autossuficiente, visto que tem capacidade de gerenciar as necessidades de atendimento de novas demandas e expectativas; por isso, prescinde de recursos financeiros do poder público.
Alternativas
Q321684 Português
Imagem 003.jpg

No que se refere às informações e às estruturas linguísticas do texto acima,
julgue os itens subsequentes.
Prejudica-se a correção gramatical do período ao se substituir “acelerar” (l.3) por acelerarem.
Alternativas
Q321637 Português
Assinale a alternativa que apresenta um comentário que NÃO é adequado ao fragmento transcrito.

Alternativas
Q321636 Português
Com base na construção do texto, é INCORRETO afirmar que:

Alternativas
Q321632 Português
Assinale a alternativa que completa, de forma adequada, conforme o texto, a seguinte ideia: “O texto propugna, especialmente, ....”

Alternativas
Q321631 Português
De forma direta, o texto vincula :

Alternativas
Q321630 Português
Assinale a alternativa que contém uma assertiva que NÃO pode ser confirmada pelo texto.


Alternativas
Q320518 Português
Assinale a alternativa cujo vocábulo entre parênteses não corresponde ao sinônimo da palavra grifada, de acordo com o contexto em que se encontra.
Alternativas
Q320375 Português

POBRES PAGAM MAIS IMPOSTO QUE OS RICOS NO BRASIL

      Os 10% mais ricos concentram 75% da riqueza do país. Para agravar ainda mais o quadro da desigualdade brasileira, os pobres pagam mais impostos que os ricos.

      Segundo levantamento feito pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), apresentado hoje (15/5) ao CDES (Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social) reunido em Brasília, os 10% mais pobres do país comprometem 33% de seus rendimentos em impostos, enquanto que os 10% mais ricos pagam 23% em impostos.

      “O país precisa de um sistema tributário mais justo que seja progressivo e não regressivo como é hoje. Ou seja, quem ganha mais deve pagar mais; quem ganha menos, pagar menos”, disse o presidente do Ipea, Marcio Pochmann, durante a apresentação do levantamento, que foi feito por pesquisadores das diretorias de Estudos Sociais, Macroeconomia e Estudos Regionais e Urbanos, para contribuir na discussão da reforma tributária.

      Os números do Ipea mostram que os impostos indiretos (aqueles embutidos nos preços de produtos e serviços) são os principais indutores dessa desigualdade. Os pobres pagam, proporcionalmente, três vezes mais ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) que os ricos. Enquanto os ricos desembolsam em média 5,7% em ICMS, os pobres pagam 16% no mesmo imposto.

      Nos impostos diretos (sobre renda e propriedade) a situação é menos grave, mas também desfavorável aos mais pobres. O IPVA (Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores) tem praticamente a mesma incidência para todos, com alíquotas variando de 0,5% para os mais pobres a 0,6% e 0,7% para os mais ricos. Já o IPTU (Imposto sobre Propriedade Territorial e Urbana) privilegia os ricos. Entre os 10% mais pobres, a alíquota média é de 1,8%; já para os 10% mais ricos, a alíquota é de 1,4%.

      “As mansões pagam menos imposto que as favelas, e estas ainda não têm serviços públicos como água, esgoto e coleta de lixo”, alertou o presidente do Ipea.

A afirmação presente no título do texto é:

Alternativas
Q320374 Português

POBRES PAGAM MAIS IMPOSTO QUE OS RICOS NO BRASIL

      Os 10% mais ricos concentram 75% da riqueza do país. Para agravar ainda mais o quadro da desigualdade brasileira, os pobres pagam mais impostos que os ricos.

      Segundo levantamento feito pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), apresentado hoje (15/5) ao CDES (Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social) reunido em Brasília, os 10% mais pobres do país comprometem 33% de seus rendimentos em impostos, enquanto que os 10% mais ricos pagam 23% em impostos.

      “O país precisa de um sistema tributário mais justo que seja progressivo e não regressivo como é hoje. Ou seja, quem ganha mais deve pagar mais; quem ganha menos, pagar menos”, disse o presidente do Ipea, Marcio Pochmann, durante a apresentação do levantamento, que foi feito por pesquisadores das diretorias de Estudos Sociais, Macroeconomia e Estudos Regionais e Urbanos, para contribuir na discussão da reforma tributária.

      Os números do Ipea mostram que os impostos indiretos (aqueles embutidos nos preços de produtos e serviços) são os principais indutores dessa desigualdade. Os pobres pagam, proporcionalmente, três vezes mais ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) que os ricos. Enquanto os ricos desembolsam em média 5,7% em ICMS, os pobres pagam 16% no mesmo imposto.

      Nos impostos diretos (sobre renda e propriedade) a situação é menos grave, mas também desfavorável aos mais pobres. O IPVA (Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores) tem praticamente a mesma incidência para todos, com alíquotas variando de 0,5% para os mais pobres a 0,6% e 0,7% para os mais ricos. Já o IPTU (Imposto sobre Propriedade Territorial e Urbana) privilegia os ricos. Entre os 10% mais pobres, a alíquota média é de 1,8%; já para os 10% mais ricos, a alíquota é de 1,4%.

      “As mansões pagam menos imposto que as favelas, e estas ainda não têm serviços públicos como água, esgoto e coleta de lixo”, alertou o presidente do Ipea.

O texto 2 tem um conjunto de siglas. A afirmativa correta sobre as siglas no texto é:

Alternativas
Q320373 Português

POBRES PAGAM MAIS IMPOSTO QUE OS RICOS NO BRASIL

      Os 10% mais ricos concentram 75% da riqueza do país. Para agravar ainda mais o quadro da desigualdade brasileira, os pobres pagam mais impostos que os ricos.

      Segundo levantamento feito pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), apresentado hoje (15/5) ao CDES (Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social) reunido em Brasília, os 10% mais pobres do país comprometem 33% de seus rendimentos em impostos, enquanto que os 10% mais ricos pagam 23% em impostos.

      “O país precisa de um sistema tributário mais justo que seja progressivo e não regressivo como é hoje. Ou seja, quem ganha mais deve pagar mais; quem ganha menos, pagar menos”, disse o presidente do Ipea, Marcio Pochmann, durante a apresentação do levantamento, que foi feito por pesquisadores das diretorias de Estudos Sociais, Macroeconomia e Estudos Regionais e Urbanos, para contribuir na discussão da reforma tributária.

      Os números do Ipea mostram que os impostos indiretos (aqueles embutidos nos preços de produtos e serviços) são os principais indutores dessa desigualdade. Os pobres pagam, proporcionalmente, três vezes mais ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) que os ricos. Enquanto os ricos desembolsam em média 5,7% em ICMS, os pobres pagam 16% no mesmo imposto.

      Nos impostos diretos (sobre renda e propriedade) a situação é menos grave, mas também desfavorável aos mais pobres. O IPVA (Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores) tem praticamente a mesma incidência para todos, com alíquotas variando de 0,5% para os mais pobres a 0,6% e 0,7% para os mais ricos. Já o IPTU (Imposto sobre Propriedade Territorial e Urbana) privilegia os ricos. Entre os 10% mais pobres, a alíquota média é de 1,8%; já para os 10% mais ricos, a alíquota é de 1,4%.

      “As mansões pagam menos imposto que as favelas, e estas ainda não têm serviços públicos como água, esgoto e coleta de lixo”, alertou o presidente do Ipea.

“Os 10% mais ricos concentram 75% da riqueza do país. Para agravar ainda mais o quadro da desigualdade brasileira, os pobres pagam mais impostos que os ricos”.

A respeito dessa afirmação inicial, pode-se dizer que:

Alternativas
Respostas
16541: E
16542: D
16543: D
16544: E
16545: A
16546: A
16547: C
16548: B
16549: E
16550: E
16551: C
16552: D
16553: B
16554: A
16555: C
16556: B
16557: C
16558: B
16559: B
16560: D