Questões de Concurso
Sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português
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I. Na frase A cultura erudita quer sentir um arrepio diante do selvagem o autor admite o fato de que a cultura erudita sempre se sente superior à popular.
II. Os termos enraizamento e empatia sincera qualificam, no texto, a predisposição do artista que se deixa enredar nas malhas do preconceito.
III. Os três artistas nomeados no texto são exemplos de uma arte erudita que logrou, legitimamente, fecundar-se com os valores da cultura popular.
Em relação ao texto, está correto o que se afirma em
I. A expressão chave insuspeitada, no primeiro parágrafo, é utilizada para exprimir a sensação de abertura para um tipo de emoção até então desconhecida para o narrador.
II. A conjunção de fatores que leva o narrador a sentir em profundidade certa comoção faz com que ele venha a se lembrar de Drummond.
III. Ao revisitar o lugar do antigo Varandá, em busca de uma memória calorosa, o narrador se vê diante de um esvaziamento que o faz sentir-se enganado pelo tempo.
Em relação ao texto, está correto o que se afirma em
Nesse texto, de tipologia dissertativa, o autor defende o acesso de todos a um ambiente de diversidade cultural, que, em sua opinião, é essencial para a construção da identidade pessoal.
Depreende-se da leitura do texto que tanto o seu autor quanto os multiculturalistas reconhecem que não há culturas mais importantes ou menos importantes que outras.
De acordo com o autor do texto, a solução dos conflitos interculturais requer o emprego de mecanismos mais complexos do que o proposto pelos multiculturalistas.
O texto, cuja mensagem é transmitida essencialmente por meio da imagem, classifica-se como não verbal.
Em “PRESENTE PRA GREGO”, o emprego da forma prepositiva “pra” é inadequado, dado o grau de formalidade do texto.
O tema do texto pode ser sintetizado no ditado popular “aqui se faz, aqui se paga”.
Para o entendimento da crítica social presente no texto, é crucial, além da interpretação das imagens com base no conhecimento histórico, o entendimento do sentido das preposições empregadas no título de cada imagem.
O texto constrói-se com base na sátira.
O título do poema antecipa a crítica contundente que o poeta dirige à falta de oportunidades no mercado de trabalho brasileiro.
O poema associa, ironicamente, criação poética e alienação social.
Depreende-se da leitura do poema uma crítica ao emprego dos vocábulos “preço” (v.1 e 2), “sonegação” (v.7), “funcionário público” (v.12), “salário de fome” (v.14) na poesia, que deve, sobretudo, segundo o poeta, priorizar o inusitado.
A expressão “não fede/nem cheira”, na última estrofe, está empregada em sentido denotativo.
O emprego do vocativo “senhores”, na terceira e na quarta estrofes, atenua o tom irônico do poema.
A ideia de reciprocidade presente em “relacionam-se” (l.4) seria reforçada caso fosse inserida, imediatamente após essa forma, a expressão uns com os outros.