Questões de Concurso
Sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português
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De acordo com o texto, o objetivo do portal Observatório é acompanhar o desenvolvimento do PNE, com a finalidade de auxiliar professores e sociedade a cobrar o estabelecido nas vinte metas para a educação.
Mantendo-se a correção gramatical, o vocábulo “Segundo”, na linha 3, pode ser substituído pela expressão No entanto, seguida de vírgula.
Depreende-se do texto que a região Sul do país foi a que obteve a melhor nota no IDEB.
Mantendo-se a correção gramatical e os sentidos originais do texto, o trecho ‘Esses dados (...) considerados adequados’ (l.20-24) poderia ser ligado à sentença “94% dos municípios com ICS alto tiraram nota do IDEB entre alto e médio-superior” (l.19-20) por meio da expressão o que, desde que se suprimisse ‘Esses dados’ e se fizessem as devidas adaptações de sinais de pontuação.
Seria mantida a correção gramatical do período caso o ponto final antes de “E” (l.8) fosse substituído por vírgula, com a devida alteração de letra maiúscula por minúscula.
As vírgulas que isolam o termo “respectivamente” (l.7) podem ser retiradas sem que isso provoque alteração gramatical no período.
Sem prejuízo para a correção gramatical e para os sentidos originais do texto, é correto substituir o trecho “no Norte e no Nordeste do país” (l.5-6) por: nas regiões Norte e Nordeste do país.
Os números apresentados demonstram que há correspondência entre a nota do IDEB e a infraestrutura oferecida pela escola, confirmando que a qualidade da nota está relacionada a um fator intrínseco à escola.
De acordo com o texto, os números apresentados no relatório dos técnicos do IPEA evidenciam desigualdade entre as regiões brasileiras no quesito educação.
O argumento do autor no fragmento acima está pautado em uma relação lógico-semântica de

Considerando-se o contexto, o termo dispersão pode adquirir o sentido de
O pronome grifado refere-se, no contexto, a

O texto se desenvolve com base em uma
As raízes da área, porém, remontam ao período dos romanos.
Respeitando-se a correção, a clareza e, em linhas gerais, o sentido original, a frase acima pode ser reescrita do seguinte modo:
Em que pese a forte resistência dos franceses, a influência germânica impregnou a região.
O segmento grifado na frase acima pode ser corretamente substituído por:
No texto,
Hélio Schwartsman
SÃO PAULO - Saiu mais um estudo mostrando que o ensino de matemática no Brasil não anda bem. A pergunta é: podemos viver sem dominar o básico da matemática? Durante muito tempo, a resposta foi sim. Aqueles que não simpatizavam muito com Pitágoras podiam simplesmente escolher carreiras nas quais os números não encontravam muito espaço, como direito, jornalismo, as humanidades e até a medicina de antigamente.
Como observa Steven Pinker, ainda hoje, nos meios universitários, é considerado aceitável que um intelectual se vanglorie de ter passado raspando em física e de ignorar o beabá da estatística. Mas ai de quem admitir nunca ter lido Joyce ou dizer que não gosta de Mozart. Sobre ele recairão olhares tão recriminadores quanto sobre o sujeito que assoa o nariz na manga da camisa.
Joyce e Mozart são ótimos, mas eles, como quase toda a cultura humanística, têm pouca relevância para nossa vida prática. Já a cultura científica, que muitos ainda tratam com uma ponta de desprezo, torna-se cada vez mais fundamental, mesmo para quem não pretende ser engenheiro ou seguir carreiras técnicas.
Como sobreviver à era do crédito farto sem saber calcular as armadilhas que uma taxa de juros pode esconder? Hoje, é difícil até posicionar-se de forma racional sobre políticas públicas sem assimilar toda a numeralha que idealmente as informa. Conhecimentos rudimentares de estatística são pré-requisito para compreender as novas pesquisas que trazem informações relevantes para nossa saúde e bem-estar.
A matemática está no centro de algumas das mais intrigantes especulações cosmológicas da atualidade. Se as equações da mecânica quântica indicam que existem universos paralelos, isso basta para que acreditemos neles? Ou, no rastro de Eugene Wigner, podemos nos perguntar por que a matemática é tão eficaz para exprimir as leis da física.
(Folha de S.Paulo. 06.04.2013. Adaptado).
Conhecimentos rudimentares de estatística são pré-requisito para compreender as novas pesquisas que trazem informações relevantes para nossa saúde e bem-estar.
Observando as regras de regência verbal e de colocação pronominal, ao se substituir a expressão em destaque por um pronome, o trecho estará corretamente reescrito em:
Hélio Schwartsman
SÃO PAULO - Saiu mais um estudo mostrando que o ensino de matemática no Brasil não anda bem. A pergunta é: podemos viver sem dominar o básico da matemática? Durante muito tempo, a resposta foi sim. Aqueles que não simpatizavam muito com Pitágoras podiam simplesmente escolher carreiras nas quais os números não encontravam muito espaço, como direito, jornalismo, as humanidades e até a medicina de antigamente.
Como observa Steven Pinker, ainda hoje, nos meios universitários, é considerado aceitável que um intelectual se vanglorie de ter passado raspando em física e de ignorar o beabá da estatística. Mas ai de quem admitir nunca ter lido Joyce ou dizer que não gosta de Mozart. Sobre ele recairão olhares tão recriminadores quanto sobre o sujeito que assoa o nariz na manga da camisa.
Joyce e Mozart são ótimos, mas eles, como quase toda a cultura humanística, têm pouca relevância para nossa vida prática. Já a cultura científica, que muitos ainda tratam com uma ponta de desprezo, torna-se cada vez mais fundamental, mesmo para quem não pretende ser engenheiro ou seguir carreiras técnicas.
Como sobreviver à era do crédito farto sem saber calcular as armadilhas que uma taxa de juros pode esconder? Hoje, é difícil até posicionar-se de forma racional sobre políticas públicas sem assimilar toda a numeralha que idealmente as informa. Conhecimentos rudimentares de estatística são pré-requisito para compreender as novas pesquisas que trazem informações relevantes para nossa saúde e bem-estar.
A matemática está no centro de algumas das mais intrigantes especulações cosmológicas da atualidade. Se as equações da mecânica quântica indicam que existem universos paralelos, isso basta para que acreditemos neles? Ou, no rastro de Eugene Wigner, podemos nos perguntar por que a matemática é tão eficaz para exprimir as leis da física.
(Folha de S.Paulo. 06.04.2013. Adaptado).
• Aqueles que não simpatizavam muito com Pitágoras podiam simplesmente escolher carreiras nas quais os números não encontravam muito espaço... (1.º parágrafo)
• Já a cultura científica, que muitos ainda tratam com uma ponta de desprezo, torna-se cada vez mais fundamental... (3.º parágrafo)
Os advérbios em destaque nos trechos expressam, correta e respectivamente, circunstâncias de

