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Questões de Concurso Sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português

Questões Discursivas

Foram encontradas 20.128 questões

Q3274726 Português

Complete o excerto abaixo com o termo correspondente, extraído de Lajolo, “O que é literatura”.


“Os textos a que a tradição reserva o nome de literatura, embora nascendo de uma elite e a ela dirigidos, não costumam confinar-se às rodas que detêm o poder. Transformam daí e, como pedra lançada às águas, seus últimos círculos vão atingir as margens, ou quase. Seus efeitos, a ______________ que provocam, podem repercutir em camadas mais marginalizadas, mais distantes dos círculos oficiais da cultura”.

Alternativas
Q3272540 Português
Todas as palavras a seguir são sinônimas de “sábio”, EXCETO: 
Alternativas
Q3271098 Português
Texto para a questão.


Eduardo G. Losso. Multidão conectada. Revista Cult (com adaptações).
No texto, a palavra “cativo” (linha 26) tem o mesmo significado de
Alternativas
Q3271094 Português

Texto para a questão.



National Geographic Brasil. O que é o Dia de Sobrecarga da Terra e como ele é calculado?

Internet:< https://www.nationalgeographicbrasil.com> (com adaptações). 

Sem prejuízo do sentido original do texto, da sua coesão e da correção gramatical, o conectivo “Embora” (linha 32) poderia ser substituído pela expressão
Alternativas
Q3269246 Português
Nomofobia: o medo de ficar sem celular atinge mais de 60% dos brasileiros


Apesar de ser ainda pouco conhecido, o termo nomofobia remete à ansiedade gerada pela falta do celular. Em outras palavras, também pode ser definido como um sintoma da ausência dos smartphones.

Um estudo recente da nomophobia.com, portal dedicado ao tema, revela que 60% dos brasileiros reportam ansiedade quando não estão com seus celulares. O levantamento mostra ainda que 87% se consideram dependentes de seus smartphones para suas atividades diárias, o que mostra o papel central dos celulares no estilo de vida da população.

A pesquisa, que entrevistou mais de 3.000 latino-americanos em seis países (Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México e Peru) − sendo 758 brasileiros.

"Os dados mostram que os latino-americanos, estão cada vez mais dependentes dos seus celulares, o que é preocupante dada as implicações psicológicas e físicas que isto tem nas populações", disse Patrick O'Neill, criador do nomophobia.com e do termo que foi cunhado em 2008.

O uso de smartphones tem aumentado constantemente no Brasil, com 71% dos entrevistados relatando possuir um smartphone, enquanto 27% afirmam ter dois. Para 79%, o celular não era utilizado para os mesmos fins há cinco anos, refletindo a constante evolução da tecnologia que trouxe inúmeras possibilidades de uso.

Para 85% dos brasileiros, os telefones celulares facilitam as transações financeiras por meio de pagamentos móveis. Além disso, 70% utilizam o aparelho para entretenimento, como ouvir música, assistir filmes e jogar, enquanto 57% relatam que ele contribui para a educação ao proporcionar ensino a distância. Por fim, 30% relataram ter conhecido o parceiro através de redes sociais ou aplicativos de namoro.


https://forbes.com.br/forbes-tech/2024/09/mais-de-60-dos-brasileiros-es tao-com-nomofobia-entenda-o-medo-de-ficar-sem-celular/
De acordo com o texto, o que o termo "nomofobia" significa? 
Alternativas
Q3269021 Português
Leia com atenção as colunas abaixo:

Coluna 01:
(__) A aluna mostrou-se muito esperta ao interpretar o texto, revelando uma mente perspicaz para compreender metáforas complexas.
(__) O exame de literatura foi tão difícil que muitos consideraram árduo terminar todas as questões a tempo.
(__) Após meses de tratamento, o escritor voltou a estar são e tão saudável quanto antes.
(__) O contrato de publicação parecia permanente, mas na verdade, ele era apenas provisório até que as condições fossem definidas.
(__) O crítico literário falou com desdém sobre o novo romance, enquanto o público demonstrava um grande apreço pela obra.

Coluna 02:
I. Sinônimos;
II. Antônimos.

Correlacione as colunas acima de acordo com a incidência no emprego de palavras sinônimas ou antônimas na Coluna 01. Em seguida, assinale a alternativa com a sequência correta: 
Alternativas
Q3268299 Português
Leia com atenção as seguintes afirmativas:

I. A luz no quarto estava baça, deixando o ambiente melancólico, assim como o vidro da janela, que era fosco.
II. Mesmo com as dificuldades, a personagem principal decidiu progredir em sua jornada, recusando-se a retroceder diante dos desafios.
III. Alguns consideram o estudo de gramática necessário, enquanto outros o veem como algo supérfluo em certos contextos literários.
IV. A superfície da capa do livro era rugosa, contrastando com as páginas internas, que eram completamente lisas.
V. Houve uma abundância de livros doados para a biblioteca, o que resultou em uma verdadeira profusão de novas obras no acervo.

Em quais das afirmativas lidas há o emprego de um par de palavras antônimas?
Alternativas
Q3268245 Português
Amenhotep III


      Embora seja difícil definir qual o faraó mais rico do Antigo Egito, por ser necessário avaliar fatores como expansão de território, número de exércitos e comércio, é possível apontar um líder como aquele que governou o período mais próspero, quando o país era uma superpotência militar e comercial: esse é Amenhotep III.

     Também conhecido como Rei Sol, esse líder da 18ª dinastia se tornou faraó em 1390 a.C., reinando até 1352 a.C. Chegando ao trono com apenas 12 anos e se casando com Tiye, plebeia que se tornaria a Grande Esposa Real, ele herdou de seu pai Tutmés IV um país com fronteiras amplas e uma riqueza estimada em 5 trilhões de dólares. Essa ______ de fatores, ligados ao controle das minas de ouro da Núbia, lhe rendeu uma grande fama.

     A riqueza egípcia era invejada por países como Babilônia e Assíria, que ______ como potências econômicas. E, ao invés de guerrear para ______ o Egito, o faraó se utilizou de uma estratégia mais sensata: a conversa. Se tornando um ótimo diplomata, Amenhotep III passou a enviar ouro para essas nações, o que fez com que elas se curvassem ao grande faraó. Templos foram construídos para ele e Tiye, e ambos eram adorados como deuses.

    Amenhotep III teve como sucessores seu filho Akhenaton e seu neto Tutancâmon. Embora sejam mais conhecidos que ele, nenhum dos dois atingiu os níveis de riqueza alcançados pelo faraó diplomata. Akhenaton negligenciou os assuntos políticos para instaurar uma nova prática religiosa e Tutancâmon faleceu aos 18 anos, antes de cumprir o objetivo de restaurar as riquezas do avô.


Joseane Pereira – Aventuras na História. Adaptado.
A palavra “amplas”, sublinhada no 2º parágrafo, nesse contexto, significa: 
Alternativas
Q3267747 Português


(Disponível em: www.nationalgeographicbrasil.com/historia/2024/07/qual-e-a-origem-das-olimpiadas-o-maiorevento-esportivo-do-mundo – texto adaptado especialmente para esta prova).
O antônimo (palavra de sentido oposto) da palavra “variadas” (l. 02) é:
Alternativas
Q3264901 Português
Focar numa pegada com resiliência (Ruy Castro)
Mas só se você 'subir o sarrafo', for 'assertivo' e tiver uma visão 'imersiva' da coisa 

        Já reparou que, a todo momento, lê-se ou se escuta que alguém "bateu o martelo"? Um desavisado achará que, pela quantidade de gente que "bate o martelo", vivemos sob uma sinfonia de marteladas. Mas é claro que, ao "bater o martelo", o sujeito apenas se decidiu por isto ou aquilo. É um martelo simbólico. E quando se diz que fulano "apostou todas as suas fichas" em alguma coisa? Significa somente que o cidadão botou suas esperanças nessa alguma coisa. Não é como no tempo dos cassinos, em que se garantia que eles tinham uma sala dos suicidas, um lugar discreto onde o jogador que perdera de verdade suas últimas fichas podia dar um tiro no ouvido sem ser incomodado. "Apostar as fichas" sem meter a mão no bolso é mole. 

        E "subir o sarrafo"? Até há pouco, usava-se "baixar o sarrafo" — ou seja, dar uma surra em alguém. O sarrafo podia ser um porrete, uma vara, um relho, quem sabe até uma cadeira. Hoje, ao contrário, o normal é "subir o sarrafo", ou seja, estabelecer uma meta mais difícil do que a que se vinha praticando. O curioso é que, quando se "sobe o sarrafo" numa prova de salto em altura, e o atleta não consegue saltá-lo, o sarrafo cai lá de cima e ninguém diz que ele "baixou o sarrafo". [...]

(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ruycastro/2024/10/focar numa-pegada-com-resiliencia.shtml. Acesso em 09/10/2024) 
De acordo com o texto, ao considerar as expressões “subir o sarrafo” e “baixar o sarrafo” (2º§), nota-se que possuem sentidos:
Alternativas
Q3264900 Português
Focar numa pegada com resiliência (Ruy Castro)
Mas só se você 'subir o sarrafo', for 'assertivo' e tiver uma visão 'imersiva' da coisa 

        Já reparou que, a todo momento, lê-se ou se escuta que alguém "bateu o martelo"? Um desavisado achará que, pela quantidade de gente que "bate o martelo", vivemos sob uma sinfonia de marteladas. Mas é claro que, ao "bater o martelo", o sujeito apenas se decidiu por isto ou aquilo. É um martelo simbólico. E quando se diz que fulano "apostou todas as suas fichas" em alguma coisa? Significa somente que o cidadão botou suas esperanças nessa alguma coisa. Não é como no tempo dos cassinos, em que se garantia que eles tinham uma sala dos suicidas, um lugar discreto onde o jogador que perdera de verdade suas últimas fichas podia dar um tiro no ouvido sem ser incomodado. "Apostar as fichas" sem meter a mão no bolso é mole. 

        E "subir o sarrafo"? Até há pouco, usava-se "baixar o sarrafo" — ou seja, dar uma surra em alguém. O sarrafo podia ser um porrete, uma vara, um relho, quem sabe até uma cadeira. Hoje, ao contrário, o normal é "subir o sarrafo", ou seja, estabelecer uma meta mais difícil do que a que se vinha praticando. O curioso é que, quando se "sobe o sarrafo" numa prova de salto em altura, e o atleta não consegue saltá-lo, o sarrafo cai lá de cima e ninguém diz que ele "baixou o sarrafo". [...]

(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ruycastro/2024/10/focar numa-pegada-com-resiliencia.shtml. Acesso em 09/10/2024) 
Assinale a alternativa que apresenta como o vocábulo “resiliência”, presente no título, deve ser entendido. 
Alternativas
Q3259686 Português


(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/trissia-ordovas-sartori/noticia/2024/06/sobreorquideas-e-pessoas-html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando a palavra “gurias” (l. 19), analise as assertivas a seguir:
I. Trata-se de uma palavra de uma variante linguística regional.
II. Um sinônimo possível para o vocábulo seria “meninas”.
III. Trata-se de substantivo que não apresenta flexão de gênero.
Quais estão corretas?
Alternativas
Q3259682 Português


(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/trissia-ordovas-sartori/noticia/2024/06/sobreorquideas-e-pessoas-html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que apresenta uma palavra que poderia substituir corretamente o vocábulo “fruição” (l. 12) sem causar alterações significativas ao sentido do trecho em que ocorre.
Alternativas
Q3258961 Português



(Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/tulio-milman/noticia/2024/08/modo-repouso-html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que apresenta uma palavra que poderia substituir corretamente o vocábulo “imersão” (l. 22) sem causar alterações significativas ao sentido do trecho em que ocorre. Desconsidere eventuais alterações necessárias no gênero das palavras.
Alternativas
Q3258903 Português
No verso do poema “Existe coisa mais GOSTOSA” a expressão em destaque pode ser substituída, com igual sentido, por: 
Alternativas
Q3258835 Português

O célebre economista Roberto Campos declarou:


Enquanto os socialistas gostam de falar das imperfeições do mercado, os liberais têm medo das imperfeições do governo.


Sobre a estruturação e o significado da frase, assinale a afirmativa correta.

Alternativas
Q3255916 Português

Leia o texto para responder à questão. 



Filando a boia 


    Muitas mesas de jantar no passado tinham uma gaveta correspondente a cada lugar. Serviam para esconder a comida de visitas inoportunas! A família toda estava jantando.

Ouvia-se bater na porta. Alguém olhava pela janela. Dava o alarme.

    – É ele!

    Toca esconder os pratos na gaveta. O jantar desaparecia. Todo mundo ficava sentado, disfarçando. O comilão entrava ávido* para filar a boia. Sentia o cheirinho. Daqui a pouco servem o jantar – pensava.

    Conversa vem, conversa vai. Nada! Saía um cafezinho. A visita fugia. Todos abriam as gavetas e terminavam a refeição, calmamente.

    Tive um tio especialista nesse assunto. Vendedor, corria a cidade inteira. Na hora do almoço, avaliava a distância até o parente mais próximo. Tinha instinto. Chegava no instante em que mamãe botava os pratos na mesa.

    O comilão conhece a natureza humana. Se telefona, corre o risco de ouvir desculpa. Melhor chegar como quem não quer nada.

    – Estava passando aqui perto, resolvi ver como vocês estão. Mal fala, meu tio já vai se acomodando na mesa.

    Ultimamente tentei essa estratégia com minha amiga Lalá. Chego à sua casa e recebo dois beijinhos.

    – Que saudade!

    Aguardo. Quando os dois estão prestes a desmaiar de fome, ela vai para a cozinha. Dali a pouco aparece com uma saladeira repleta de folhas verdes.

    Sento e como a salada pensando que é a entrada, mas Lalá volta para a cozinha e já vem com o café! Quase morro de susto!

    Hoje acabaram as gavetas na mesa. A tradição de filar a boia está chegando ao fim, seja dita a verdade. Mas comilões fora de hora, ou melhor, sempre na hora exata, até que tinham certo charme!


(Walcyr Carrasco. VEJA SP, 25.09.2002. Adaptado)


*ávido: ansioso, com muita vontade.

No último parágrafo do texto, o autor elogia os comilões afirmando que eles “até que tinham um certo charme”. Se o autor fizesse o oposto e criticasse esses comilões, deveria afirmar que eram pessoas
Alternativas
Respostas
1521: D
1522: C
1523: C
1524: A
1525: D
1526: D
1527: B
1528: B
1529: B
1530: D
1531: C
1532: C
1533: A
1534: C
1535: A
1536: B
1537: C
1538: B
1539: B
1540: B