Questões de Concurso Sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português

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Q3285963 Português
TEXTO I

Por uma cultura de paz

Uma das coisas mais bonitas de ver é a atuação pacífica de mães e de pais com seus filhos, educando-os no diálogo, na alteridade, no cuidado e no respeito aos outros. Nosso dia se ilumina ao ver um adulto se portando como adulto, sendo capaz de transmitir à geração mais nova o melhor que tem em si.

Uma das coisas mais constrangedoras de ver é a atuação descontrolada de mães e de pais com seus filhos, falando em tom agressivo, agindo com brusquidão, tentando impor seu poder pela força, com palavras ou atos físicos. Entristece-nos contemplar o ciclo de agressividade se reproduzindo, com consequências que vão muito além do que os nossos olhos podem ver naquele momento.

Essas duas situações me vêm ao pensar no cenário de agressividade que tem dominado a vida pública nacional. O ciclo de violência que permeia e estrutura nossa sociedade não é um dado da natureza. É uma realidade histórica renovada diariamente. Há um passado a influenciar, mas há também uma escolha feita no tempo presente: pais violentos, professores violentos, estudantes violentos, cidadãos violentos, policiais violentos, candidatos violentos, eleitores violentos, maridos violentos, motoristas violentos. Como nossa sensibilidade reage a essas situações?

O problema não é só aqui. Conheci recentemente um casal de professores universitários americanos que se mudaram para Glasgow, na Escócia, depois que o Estado do Arkansas aprovou uma lei permitindo que estudantes portassem armas ocultas no campus. Não se sentiam seguros de dar aulas sob as novas condições. O incrível é que parcela da sociedade brasileira olha para os Estados Unidos e deseja emular a mesma loucura armamentista. É uma escolha.

A cultura da violência é o oposto da cultura democrática, que é respeito, diálogo, negociação, cooperação. É evidente, diante disso, a necessidade de promover uma cultura de paz, uma cultura verdadeiramente democrática. Não é tarefa fácil, nem simples. Mas talvez o primeiro passo seja reconhecer o problema. Não somos um país pacífico. A sociedade brasileira tem historicamente tolerado – e continua tolerando – altos índices de violência. E, pior, quando nos indignamos com a violência das nossas cidades, a resposta tem sido uma só: mais violência. Almejam-se o aumento da pena e o endurecimento das condições de cumprimento da pena. Ou seja, ainda preferimos lidar com uma questão difícil e complexa por meio de uma resposta fácil e simplista.

Se queremos uma sociedade mais pacífica, em vez de pedir penas mais altas – como se todos os problemas fossem causados pelos outros –, temos de entender as causas da cultura de violência e da cultura de paz. Há exemplos interessantes. Considerada nos anos 1970 e 1980 como uma cidade difícil e violenta, Glasgow conseguiu transformar sua realidade social por meio de políticas públicas de apoio à educação e à arte e de fortalecimento dos laços comunitários.

A paz, assim como a democracia, não vem por decreto. É uma construção diária, que começa em casa, mas passa também, entre outros âmbitos, pelas eleições e por políticas públicas efetivas. Que nossa indignação com a criminalidade e a insegurança não desemboque em descontrole irracional, mas desperte uma resposta adulta – articulada e responsável – para o problema.

CAVALCANTI, Nicolau da Rocha. Opinião. Estado de Minas, 25/09/2024. Disponível em:https://www.estadao.com.br/opiniao/nicolau-da-rocha-cavalcanti/por-umacultura-de-paz/. Acesso em: 20 out. 2024. Adaptado.
No trecho “O ciclo de violência que permeia e estrutura nossa sociedade não é um dado da natureza” (3º parágrafo), a oração adjetiva destacada se articula à expressão anterior, produzindo um sentido de:
Alternativas
Q3285833 Português

Texto para a questão. 




Antonieta Cunha. A crônica. In: Affonso Romano de Sant’Anna. Crônicas para jovens. Global Editora, 2015 (com adaptações).

No texto, a palavra “sisuda” (linha 42) está empregada como sinônimo de
Alternativas
Q3285830 Português

Texto para a questão. 




Antonieta Cunha. A crônica. In: Affonso Romano de Sant’Anna. Crônicas para jovens. Global Editora, 2015 (com adaptações).

A expressão “a não ser” (linha 17) tem sentido equivalente a
Alternativas
Q3285753 Português

Texto para à questão.



                                      Marcia Tiburi. O aprendizado da angústia.

   Internet: <https://revistacult.uol.com.br/home/>(com adaptações).

O vocábulo “fantasmática” (linha 7) tem o mesmo sentido de
Alternativas
Q3285751 Português

Texto para à questão.



                                      Marcia Tiburi. O aprendizado da angústia.

   Internet: <https://revistacult.uol.com.br/home/>(com adaptações).

Sem alteração dos sentidos do texto, seria correto substituir o trecho “no momento em que” (linhas 19-20) por
Alternativas
Q3285750 Português

Texto para à questão.



                                      Marcia Tiburi. O aprendizado da angústia.

   Internet: <https://revistacult.uol.com.br/home/>(com adaptações).

Sem prejuízo da coerência e da correção gramatical do texto, o vocábulo “ceda” (linha 38) poderia ser substituído por
Alternativas
Q3285749 Português

Texto para à questão.



                                      Marcia Tiburi. O aprendizado da angústia.

   Internet: <https://revistacult.uol.com.br/home/>(com adaptações).

Assinale a alternativa que apresenta um trecho do texto que é estruturado principalmente a partir de relações de antonímia, ou oposição de sentido entre palavras.
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Q3285676 Português
Dentro do texto, são usados como sinônimos os termos
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Ano: 2025 Banca: Ibest Órgão: CORE-MA Prova: Ibest - 2025 - CORE-MA - Fiscal |
Q3285631 Português
Velho, eu?



Internet:<https://www.megacurioso.com.br>  (com adaptações).
Sem prejuízo dos sentidos e da correção gramatical do texto, o termo “Dessa forma” (linha 33) poderia ser substituído por
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Q3285596 Português
A era da inteligência artificial (IA)



Internet:<https://cienciahoje.org.br> .
O verbo “alcunhou” (linha 35), empregado no trecho “Neste encontro, McCarthy alcunhou o termo inteligência artificial” (linhas 34-36), tem o mesmo sentido de
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Q3285447 Português
A psicologia da inteligência artificial no mercado financeiro









SOUZA, Ronaldo. A psicologia da inteligência artificial no mercado financeiro. Disponível em: https://www.gov.br/ investidor/pt-br/penso-logo-invisto/. Acesso em: 7 jan. 2025. Adaptado.
Em “as decisões são tomadas com base em processos complexos que são frequentemente opacos para os humanos” (parágrafo 3), a palavra que pode substituir opacos, sem alterar o sentido do trecho, é  
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Q3285365 Português

Leia a tirinha a seguir para responder a questão.


No primeiro quadrinho, Calvin diz: “Mãe, consegui um papel na peça da escola!”. As palavras destacadas podem ser corretamente substituídas, sem comprometer o sentido da frase, respectivamente por: 
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Q3284860 Português
Assinale a alternativa que NÃO apresenta termos antônimos.
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Q3284298 Português
Tome como exemplo o seguinte contexto: “Por mais obtuso que tenha sido em sua colocação, todos nós entendemos o seu ponto de vista”. A palavra que melhor substitui o termo “obtuso” no contexto dado é:
Alternativas
Q3283814 Português

Para responder à questão, considere o Texto I a seguir. 



Q11_15.png (368×453)



Fonte: SECRETARIA DA SAÚDE DO ESTADO DO CEARÁ.

Um olhar para dentro: uso desenfreado de redes sociais afeta

saúde mental e desgasta relações fora das telas. Disponível em:

<https://www.saude.ce.gov.br/2023/01/27/um-olhar-para-dentrouso-desenfreado-de-redes-sociais-afeta-saude-mental-e-desgastarelacoes-fora-das-telas/>. Acesso em: 22 nov. 2024. (Adaptado)

Considerando o contexto de uso, a palavra que melhor substitui “mote” (ℓ. 16) é
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Q3283628 Português
Texto CB2A1


    Ordenar e nomear a vida não é uma ciência esotérica. Nas últimas décadas, estudos mostraram que selecionar e batizar o mundo natural é uma atividade humana universal e fundamental para compreender o mundo vivo, bem como nosso lugar nele.

    Os antropólogos foram os primeiros a reconhecer que a taxonomia poderia ser mais do que a ciência oficialmente fundada pelo botânico sueco Carl Linnaeus no século XVIII. Estudando como não cientistas ordenam e nomeiam a vida, criando as chamadas taxonomias populares, eles começaram a perceber que, quando as pessoas criam grupos ordenados e dão nomes às coisas vivas, elas seguem padrões altamente estereotipados, aparentemente guiando-se, de modo inconsciente, por regras não escritas.

    Por exemplo, Cecil Brown, antropólogo norte-americano que estudou taxonomias populares em 188 línguas, concluiu que os seres humanos reconhecem repetidamente as mesmas categorias básicas, que incluem peixes, aves, cobras, mamíferos, árvores e wugs, termo que significa vermes e insetos. Os wugs não são um grupo coeso, do ponto de vista evolutivo ou ecológico. Mesmo assim, as pessoas repetidamente os reconhecem e os nomeiam.

    Da mesma forma, as pessoas consistentemente usam epítetos com duas palavras para designar organismos específicos dentro de um grupo maior, apesar de haver infinitos métodos potencialmente mais lógicos. Isso é tão familiar que mal percebemos. Em português, entre os carvalhos, distinguimos o carvalho americano; entre os ursos, os ursos cinzentos. Quando os maias, familiarizados com os javalis, conheceram os porcos espanhóis, apelidaram-nos de javalis de aldeia.  

    A prova mais surpreendente de quão arraigada é a taxonomia vem de pacientes que, por acidente ou doença, sofreram traumas cerebrais. Nesse sentido, destaca-se o caso de um universitário que foi vítima de um inchaço cerebral causado por herpes. Ao se recuperar, ele era capaz de reconhecer objetos inanimados, como lanterna, bússola e chaleira, mas não coisas vivas, como canguru e cogumelo. Médicos de todo o mundo encontraram pacientes com a mesma dificuldade. Recentemente, cientistas que estudaram esses pacientes notaram lesões numa região do lóbulo temporal, o que levou à hipótese de que pode existir uma parte específica do cérebro dedicada à taxonomia.  

    Sem a capacidade de ordenar e nomear a vida, uma pessoa simplesmente não sabe como viver no mundo e como entendê-lo. Se abandonarmos a taxonomia, perderemos uma conexão com o mundo vivo. Quando você começa a notar os organismos e encontrar um nome para bichos e flores específicos, não é possível deixar de ver a vida e a ordem que nela existe, bem onde sempre esteve: ao seu redor.


Carol Kaesuk Yoon. A arte de nomear o mundo. In: Naming Nature: The Clash Between Instinct and Science. W. W. Norton & Company, 2009. Trecho traduzido e publicado na Folha de São Paulo, 2009.
Internet: <www1.folha.uol.com.br/fsp> (com adaptações)
Julgue o item a seguir, relativo aos sentidos e a aspectos linguísticos do texto CB2A1.

O vocábulo “surpreendente” (primeiro período do quinto parágrafo) é empregado com o sentido de contundente. 
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Q3283601 Português
Leia um pensamento do grandioso Oscar Wild para responder a questão.

“A escola deveria ser o lugar mais bonito de cada cidade ou vila - tão bonita que a punição para crianças indisciplinadas deveria ser o impedimento de ir à escola no dia seguinte.”

Oscar Wilde 
“(...)Tão bonita que a punição para crianças indisciplinadas deveria ser o impedimento de ir à escola no dia seguinte.”

A oração destacada ESTABELECE em relação à anterior: 
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Q3283589 Português
"Porque a vida segue. Mas o que foi bonito fica com toda a força. Mesmo que a gente tente apagar com outras coisas bonitas ou leves, certos momentos nem o tempo apaga. E a gente lembra. E já não dói mais. Mas dá saudade. Uma saudade que faz os olhos brilharem por alguns segundos e um sorriso escapar volta e meia, quando a cabeça insiste em trazer à tona o que o coração vive tentando deixar pra trás."
(Caio Fernando Abreu)

A palavra destacada apresenta sentido anafórico RETOMANDO a expressão:
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Q3283587 Português
"Porque a vida segue. Mas o que foi bonito fica com toda a força. Mesmo que a gente tente apagar com outras coisas bonitas ou leves , certos momentos nem o tempo apaga. E a gente lembra. E já não dói mais. Mas dá saudade. Uma saudade que faz os olhos brilharem por alguns segundos e um sorriso escapar volta e meia, quando a cabeça insiste em trazer à tona o que o coração vive tentando deixar pra trás."
(Caio Fernando Abreu)

A oração destacada ESTABELECE em relação à posposta:
Alternativas
Respostas
1241: A
1242: D
1243: A
1244: E
1245: B
1246: A
1247: D
1248: B
1249: B
1250: D
1251: E
1252: A
1253: D
1254: A
1255: B
1256: A
1257: E
1258: B
1259: A
1260: A