Questões de Concurso Sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português

Foram encontradas 21.011 questões

Q1290676 Português

Observe a frase a seguir.

Qual o fio da meada desse livro noturno, de sonho?

Acerca do item sublinhado, indique a alternativa que poderá ser classificada como sinônimo.

Alternativas
Q1290675 Português

Observe a frase a seguir.

A seca estival se prolongou em outubro.

Indique a alternativa em que o item sublinhado foi substituído por um antônimo.

Alternativas
Q1290376 Português
No trecho Um dos maiores desafios das autoridades é a prevenção, pois a sífilis é uma doença sexualmente transmissível, que deixa o organismo da pessoa vulnerável (l. 03-06), a palavra vulnerável significa
Alternativas
Q1290371 Português

A questão refere-se ao texto abaixo.  

 

O sentido do vocábulo surto (l. 15), conforme empregado no texto, equivale a
Alternativas
Q1289305 Português

Texto para a questão. 



José Francisco Botelho. História cultural das fake news. In: Revista

Veja. São Paulo, Editora Abril, edição 2.575, ano 51, n.° 13,

28 de março de 2018, p. 103 (com adaptações).

Estariam mantidas a correção gramatical e a coerência do texto caso se substituísse
Alternativas
Q1289248 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.

Internet:<https://sescdf.com.br/> (com adaptações).

Assinale a alternativa em que os termos destacados do texto se opõem quanto ao sentido.
Alternativas
Q1289247 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.

Internet:<https://sescdf.com.br/> (com adaptações).

Um sinônimo adequado para substituir, no texto, a palavra "permanente" (linha 13) é
Alternativas
Ano: 2018 Banca: Quadrix Órgão: SESC-DF Prova: Quadrix - 2018 - SESC-DF - Motorista |
Q1289167 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.

Internet:<https://sescdf.com.br/> (com adaptações).

Assinale a alternativa em que é apresentado o sinônimo da palavra "preservação" (linha 16).
Alternativas
Q1288723 Português
Leia o texto a seguir e responda a questão:

Como agricultores que fugiram dos vikings criaram a culinária tradicional da Islândia
Bert Archer da BBC Cultura

Quando os primeiros escandinavos desembarcaram na costa da Islândia, por volta de 871, encontraram uma terra densamente arborizada que parecia pronta para ser cultivada.
Porém, por volta do ano 1000, eles perceberam que todas aquelas florestas de bétulas que estavam derrubando para construir e aquecer suas casas não cresceriam novamente - especialmente porque suas ovelhas também pastavam na região, comendo folhas e sementes.
Sem as árvores, a camada superficial do solo começou a entrar em erosão, tornando difícil, e muitas vezes impossível, cultivar ou utilizar a terra para o pasto.
Como estava longe do continente europeu para importar alimentos, a sociedade islandesa evoluiu para um estado de fome quase constante, tendo que se contentar com o que encontrasse pela frente para comer - e a usar esterco na ausência de madeira para se aquecer e cozinhar.
“Agora digamos que haja uma tempestade em meio a esse cenário”, diz Byock.
“Uma baleia morre, explode devido aos gases que carrega, flutua até a costa e você se depara com toneladas e toneladas de carne. O que você faz? Bom, primeiro, vocês se matam para ver quem vai ficar com a carne; depois você separa alguns barris de soro de leite e joga os pedaços de baleia dentro”,acrescenta.
Os ancestrais dos islandeses eram fortes, mas não eram vikings. Eles eram agricultores famintos que lutavam de todas as maneiras para sobreviver. Embora os islandeses não comam mais baleias encalhadas (hvalreki), esse conceito de alimentação deu origem ao hákarl, uma versão mais leve da arraia que eu comi em Akureyri.
A carne do tubarão da Groenlândia, por exemplo, é tóxica para o consumo humano. A alta concentração de ureia pode ter efeitos nocivos na pele, nos olhos e no sistema respiratório. Mas quando a carne é deixada apodrecendo por um tempo - seja em um buraco na areia ou em recipientes plásticos (como é feito hoje em dia) - se torna uma valiosa fonte de proteína.
As arraias e outras espécies de tubarões também são tóxicas, mas igualmente comestíveis quando fermentadas ou apodrecidas. E, como já estão podres, ficam muito bem conservadas.
Assim, durante séculos, essa comida de sabor desagradável foi a diferença entre a vida e a morte na região. A capacidade dos islandeses de lidar com esse gosto horrível foi vital para a existência e eventual sucesso do país, assim como a habilidade dos vikings para lutar e enfrentar obstáculos relacionados às expedições, principalmente na parte continental da Escandinávia.
Com uma média de dois milhões de turistas por ano, o país viu sua alimentação mudar nas últimas três décadas. Hambúrgueres, pizzas e outras massas passaram a ganhar mais espaço nos cardápios locais.
No entanto, a Islândia ainda é uma nação pequena - tem aproximadamente 330 mil habitantes - e suas tradições não são apenas atrações turísticas: simbolizam a forma como os islandeses se conectam entre si e com o passado escandinavo.

(Trecho. Disponível em: https://www.bbc.com/ portuguese/vert-tra-44034959)
“Agora digamos que haja uma tempestade em meio a esse CENÁRIO”, diz Byock.
Considerando o contexto do trecho acima, assinale a alternativa em que o termo NÃO é sinônimo da palavra destacada.
Alternativas
Q1288278 Português
Estariam mantidos a correção gramatical e os sentidos do texto caso a palavra "consonância" (linha 20) fosse substituída por
Alternativas
Q1287733 Português
Leia o poema e responda a questão.

Soneto de Contrição- Vinicius de Moraes

Eu te amo, Maria, eu te amo tanto
Que o meu peito me dói como em doença
E quanto mais me seja a dor intensa
Mais cresce na minha alma teu encanto.

Como a criança que vagueia o canto
Ante o mistério da amplidão suspensa
Meu coração é um vago de acalanto
Berçando versos de saudade imensa.

Não é maior o coração que a alma
Nem melhor a presença que a saudade
Só te amar é divino, e sentir calma…

E é uma calma tão feita de humildade
Que tão mais te soubesse pertencida
Menos seria eterno em tua vida.
Assinale a alternativa que melhor representa a sinonímia de contrição.
Alternativas
Q1287499 Português
Leia o texto e responda a questão.

Sintomas de Alzheimer pioram no inverno, aponta estudo

    Um estudo feito por pesquisadores da Universidade de Toronto e pelo Centro de Ciências da Saúde e Sunnybrook (Canadá) e publicado na revista PLOS Medicine decidiu averiguar se os sintomas de Alzheimer pioram no inverno. De acordo com os pesquisadores, descobrir a resposta poderia ajudar a melhorar tratamentos para a doença.
    Para investigar se as estações afetam a demência, os cientistas mergulharam em dados de 3.353 idosos nos Estados Unidos, Canadá e França. Alguns participantes foram diagnosticados com Alzheimer e outros não receberam o diagnóstico.
    Todos os voluntários passaram por testes neuropsicológicos, que incluíram uma bateria de 19 testes cognitivos. Além disso, um subgrupo de participantes foi testado quanto aos níveis de uma proteína ligada à doença de Alzheimer.
    Uma vez que os dados foram analisados, ficou claro que o funcionamento cognitivo médio era melhor durante o verão e o outono do que durante o inverno e a primavera. A diferença foi calculada como sendo o equivalente a 4,8 anos de declínio cognitivo normal.
    "Pode haver valor no aumento dos recursos clínicos relacionados à demência no inverno e no início da primavera, quando os sintomas tendem a ser mais pronunciados", explicaram os pesquisadores no estudo.
    Embora as descobertas abram espaço para uma nova arma contra a demência, os autores ressaltam que ainda serão necessários vários estudos demorados antes que possam finalmente usar os achados para melhorar o diagnóstico e o atendimento da doença.

(Disponível em >https://noticias.bol.uol.com.br/ultimasnoticias/entretenimento/2018/09/07/sintomas-dealzheimer-pioram-no-inverno-aponta-estudo.htm> Acesso em 08/09/2018. Texto Adaptado).
“Para investigar se as estações afetam a demência, os cientistas mergulharam em dados de 3.353 idosos nos Estados Unidos, Canadá e França.” Sem prejuízo de sentido para o texto, a palavra em destaque poderá ser substituída por:
Alternativas
Q1287417 Português
Texto  Sexa

– Pai…
– Hmmm?
– Como é o feminino de sexo?
– O quê?
– O feminino de sexo.
– Não tem.
– Sexo não tem feminino?
– Não.
– Só tem sexo masculino?
– É. Quer dizer, não. Existem dois sexos. Masculino e feminino.
– E como é o feminino de sexo?
– Não tem feminino. Sexo é sempre masculino.
– Mas tu mesmo disse que tem sexo masculino e feminino.
– O sexo pode ser masculino ou feminino. A palavra “sexo” é masculina. O sexo masculino, o sexo feminino.
– Não devia ser “a sexa”?
– Não.
– Por que não?
– Porque não! Desculpe. Porque não. “Sexo” é sempre masculino.
– O sexo da mulher é masculino?
– É. Não! O sexo da mulher é feminino.
– E como é o feminino?
– Sexo mesmo. Igual ao do homem.
– O sexo da mulher é igual ao do homem?
– É. Quer dizer… Olha aqui. Tem o sexo masculino e o sexo feminino, certo?
– Certo.
– São duas coisas diferentes.
– Então como é o feminino de sexo?
– É igual ao masculino.
– Mas não são diferentes?
– Não. Ou, são! Mas a palavra é a mesma. Muda o sexo, mas não muda a palavra.
– Mas então não muda o sexo. É sempre masculino.
– A palavra é masculina.
– Não. “A palavra” é feminino. Se fosse masculina seria “o pal…”
– Chega! Vai brincar, vai.

O garoto sai e a mãe entra. O pai comenta:

– Temos que ficar de olho nesse guri…
– Por quê?
– Ele só pensa em gramática.

VERISSIMO, Luis Fernando. Sexa. In Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001. p. 53-54.
Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ), considerando o texto.
( ) Em “– Sexo não tem feminino?” e “–Só tem sexo masculino?”, as formas verbais sublinhadas têm o mesmo significado nas duas ocorrências. ( ) A construção “tu mesmo disse” é uma marca linguística de informalidade no texto. ( ) As falas “Desculpe” e “vai brincar, vai”, dirigidas pelo pai ao filho, apresentam marcas de variação linguística nas formas de tratamento, pois, de acordo com a norma culta, concordam com os pronomes “você” e “tu”, respectivamente. ( ) Na passagem “– O sexo pode ser masculino ou feminino. A palavra ‘sexo’ é masculina. O sexo masculino, o sexo feminino.”, há uma incoerência semântica e temática. ( ) Em “– Por que não? – Porque não!”, a grafia diferente das palavras sublinhadas deve-se ao fato de a primeira iniciar uma pergunta e a segunda iniciar uma resposta.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Q1287412 Português
Texto  O conceito de língua

Língua é um conceito inalcançável por critérios apenas linguísticos. Falantes de diferentes variedades se reconhecem, por razões históricas, socioculturais e políticas, como falantes da mesma língua, ainda que haja poucas semelhanças léxico-gramaticais entre as variedades e, em certas situações, não haja sequer mútua inteligibilidade, como no caso dos falantes de chinês; ou dos falantes do iraquiano e do marroquino que se consideram todos falantes de árabe.

A língua “comum”, a que se dá um nome singular (português ou a língua portuguesa, por exemplo), é, de fato, um ente construído pelo imaginário social que, por um complexo entrelaçamento de fatores históricos, políticos e socioculturais, idealiza um objeto uno onde não há, efetivamente, unidade. O imaginário social se utiliza de uma rede conceitual para manter essa idealização em pé. Um dos mecanismos operativos aí presentes é confundir uma determinada variedade com a própria língua – é a chamada ideologia da língua-padrão/norma-padrão (cf. Milroy, 2011). Ao identificar a língua exclusivamente com as formas padronizadas, esse modelo ideológico desqualifica a heterogeneidade linguística e os processos de variação e mudança.

Do ponto de vista estritamente linguístico, a realidade recortada e identificada como uma língua é constituída por um conjunto de variedades, de normas, de gramáticas. Se não perdermos de vista essa perspectiva da heterogeneidade intrínseca do que chamamos de língua, podemos, em princípio, continuar a usar, por razões práticas, esse termo e suas designações singulares. Dizer isso não implica afirmar que a constituição e o funcionamento sociocultural do ente língua não sejam relevantes.

Destrinçar o emaranhado de critérios culturais e políticos que historicamente dá forma ao conceito imaginário de língua, assim como explicar seu funcionamento sociocultural constituem tarefas da Linguística. Nesse caso, os linguistas não podem trabalhar de forma isolada. Precisam se associar aos historiadores, antropólogos, sociólogos e psicólogos sociais. Só uma investigação multidisciplinar pode esclarecer essa intrincada questão.

FARACO, Carlos Alberto; ZILLES, Ana Maria. Para conhecer norma linguística. São Paulo: Contexto, 2017. p. 29-31. Adaptado.

Considere as frases abaixo em seu contexto (texto).


1. Um dos mecanismos operativos presentes é confundir uma determinada variedade com a própria língua. (2º parágrafo)

2. Se não perdermos de vista essa perspectiva da heterogeneidade intrínseca do que chamamos de língua, podemos, em princípio, continuar a usar, por razões práticas, esse termo e suas designações singulares. (3º parágrafo)

3. Destrinçar o emaranhado de critérios culturais e políticos que historicamente forma ao conceito imaginário de língua, assim como explicar seu funcionamento sociocultural constituem tarefas da Linguística. (4º parágrafo)

Assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q1287383 Português
Leia o texto a seguir e responda .
Uma Esperança

Clarice Lispector

   Aqui em casa pousou uma esperança. Não a clássica, que tantas vezes verifica-se ser ilusória, embora mesmo assim nos sustente sempre. Mas a outra, bem concreta e verde: o inseto.
   Houve um grito abafado de um de meus filhos:
- Uma esperança! e na parede, bem em cima de sua cadeira! Emoção dele também que unia em uma só as duas esperanças, já tem idade para isso. Antes surpresa minha: esperança é coisa secreta e costuma pousar diretamente em mim, sem ninguém saber, e não acima de minha cabeça numa parede. Pequeno rebuliço: mas era indubitável, lá estava ela, e mais magra e verde não poderia ser.
- Ela quase não tem corpo, queixei-me.
- Ela só tem alma, explicou meu filho e, como filhos são uma surpresa para nós, descobri com surpresa que ele falava das duas esperanças.
  Ela caminhava devagar sobre os fiapos das longas pernas, por entre os quadros da parede. Três vezes tentou renitente uma saída entre dois quadros, três vezes teve que retroceder caminho. Custava a aprender.
 - Ela é burrinha, comentou o menino.
- Sei disso, respondi um pouco trágica.
- Está agora procurando outro caminho, olhe, coitada, como ela hesita.
- Sei, é assim mesmo.
- Parece que esperança não tem olhos, mamãe, é guiada pelas antenas.
- Sei, continuei mais infeliz ainda. 
 Ali ficamos, não sei quanto tempo olhando. Vigiando-a como se vigiava na Grécia ou em Roma o começo de fogo do lar para que não se apagasse.
- Ela se esqueceu de que pode voar, mamãe, e pensa que só pode andar devagar assim.
  Andava mesmo devagar - estaria por acaso ferida? Ah não, senão de um modo ou de outro escorreria sangue, tem sido sempre assim comigo.
 Foi então que farejando o mundo que é comível, saiu de trás de um quadro uma aranha. Não uma aranha, mas me parecia "a" aranha. Andando pela sua teia invisível, parecia transladar-se maciamente no ar. Ela queria a esperança.
 Mas nós também queríamos e, oh! Deus, queríamos menos que comê-la. Meu filho foi buscar a vassoura. Eu disse fracamente, confusa, sem saber se chegara infelizmente a hora certa de perder a esperança:
- É que não se mata aranha, me disseram que traz sorte...
- Mas ela vai esmigalhar a esperança! respondeu o menino com ferocidade.
- Preciso falar com a empregada para limpar atrás dos quadros - falei sentindo a frase deslocada e ouvindo o certo cansaço que havia na minha voz. Depois devaneei um pouco de como eu seria sucinta e misteriosa com a empregada: eu lhe diria apenas: você faz o favor de facilitar o caminho da esperança.
  O menino, morta a aranha, fez um trocadilho, com o inseto e a nossa esperança. Meu outro filho, que estava vendo televisão, ouviu e riu de prazer. Não havia dúvida: a esperança pousara em casa, alma e corpo.
  Mas como é bonito o inseto: mais pousa que vive, é um esqueletinho verde, e tem uma forma tão delicada que isso explica por que eu, que gosto de pegar nas coisas, nunca tentei pegá-la.
  Uma vez, aliás, agora é que me lembro, uma esperança bem menor que esta, pousara no meu braço. Não senti nada, de tão leve que era, foi só visualmente que tomei consciência de sua presença. Encabulei com a delicadeza. Eu não mexia o braço e pensei: "e essa agora? que devo fazer?" Em verdade nada fiz. Fiquei extremamente quieta como se uma flor tivesse nascido em mim. Depois não me lembro mais o que aconteceu. E, acho que não aconteceu nada.
Acesso em < https://claricelispector.blogspot.com.br/2008/07/umaesperana.html>
Assinale a alternativa que corresponde a sinonímia da palavra grifada “Andando pela sua teia invisível, parecia transladar-se maciamente no ar.”
Alternativas
Q1287204 Português

Leia o texto.


O shopping na Suécia que só vende produtos reciclados

Um centro comercial dedicado exclusivamente à venda de produtos reciclados, com uma área de 5 mil metros quadrados, um shopping center futurista é, há dois anos, um êxito na cidade de Eskilstuna, a cerca de 100 quilômetros da capital sueca, Estocolmo. A Suécia é um dos países que mais reciclam no mundo: 99% do lixo residencial é reaproveitado, sendo metade incinerada para produzir energia. “Seu lixo é o tesouro de outra pessoa”, diz o lema desse shopping center sustentável, onde os suecos podem deixar brinquedos, móveis e outros itens usados, em um depósito para que nada seja desperdiçado.

A fim de facilitar a entrega de itens usados para reciclagem, como máquinas de lavar e computadores, o acesso ao depósito do shopping sustentável é simples e rápido: basta entrar ali com o veículo, descarregar os itens e sair rapidamente. Depois de uma seleção dos produtos, eles são distribuídos em diferentes seções do shopping para serem reaproveitados.

https://www.acessaber.com.br. Adaptado

Observe a frase tirada do texto:


“Seu lixo é o tesouro de outra pessoa”.


Assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q1287124 Português
Leia o texto.

Pechada

O apelido foi instantâneo. No primeiro dia de aula, o aluno novo já estava sendo chamado de “Gaúcho”.
Porque era gaúcho. Recém-chegado do Rio Grande do Sul, com um sotaque carregado.
— Aí, Gaúcho!
— Fala, Gaúcho!

Perguntaram para a professora por que o Gaúcho falava diferente. A professora explicou que cada região tinha seu idioma, mas que as diferenças não eram tão grandes assim. Afinal, todos falavam português. Variava a pronúncia, mas a língua era uma só. E os alunos não achavam formidável que num país do tamanho do Brasil todos falassem a mesma língua, só com pequenas variações?

— Mas o Gaúcho fala “tu”! — disse o gordo Jorge, que era quem mais implicava com o novato.
— E fala certo — disse a professora. — Pode-se dizer “tu” e pode-se dizer “você”. Os dois estão certos. Os dois são português.
O gordo Jorge fez cara de quem não se entregara.
Um dia, o Gaúcho chegou tarde na aula e explicou para a professora o que acontecera.
— O pai atravessou a sinaleira e pechou.
— O quê?
— O pai. Atravessou a sinaleira e pechou.

A professora sorriu. Depois achou que não era caso para sorrir. Afinal, o pai do menino atravessara uma sinaleira e pechara. Podia estar, naquele momento, em algum hospital. Gravemente pechado. Com pedaços de sinaleira sendo retirados do seu corpo.
—– O que foi que ele disse, tia? — quis saber o gordo Jorge.
— Que o pai dele atravessou uma sinaleira e pechou.
— E o que é isso?
— Gaúcho… Quer dizer, Rodrigo: explique para a classe o que aconteceu.
—Nós vinha…
—Nós vínhamos.
—Nós vínhamos de auto, o pai não viu a sinaleira fechada, passou no vermelho e deu uma pechada noutro auto.

A professora varreu a classe com seu sorriso. Estava claro o que acontecera? Ao mesmo tempo, procurava uma tradução para o relato do gaúcho. Não podia admitir que não o entendera. Não com o gordo Jorge rindo daquele jeito.

“Sinaleira”, obviamente, era sinal, semáforo. “Auto” era automóvel, carro. Mas “pechar” o que era? Bater, claro. Mas de onde viera aquela estranha palavra? Só muitos dias depois a professora descobriu que “pechar” vinha do espanhol e queria dizer bater com o peito, e até lá teve que se esforçar para convencer o gordo Jorge de que era mesmo brasileiro o que falava o novato. Que já ganhara outro apelido. Pechada.

— Aí, Pechada!
— Fala, Pechada!

VERÍSSIMO, Luís Fernando. Pechada. Revista Nova Escola. São Paulo, maio 2001
Assinale a alternativa correta de acordo com o texto.
Alternativas
Q1285839 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.

Sempre se falou mal de funcionários, inclusive dos que passam a hora do expediente escrevinhando literatura. Não sei se esse tipo de burocrata-escritor existe ainda. A racionalização do serviço público, ou o esforço por essa racionalização, trouxe modificações sensíveis ao ambiente de nossas repartições, e é de crer que as vocações literárias manifestadas à sombra de processos se hajam ressentido desses novos métodos de trabalho. Sem embargo, não se terão estiolado de todo, tão forte é, no escritor, a necessidade de exprimir-se, dentro da rotina que lhe é imposta. Se não escrever no espaço de tempo destinado à produção de ofícios, escreverá na hora do sono ou da comida, escreverá debaixo do chuveiro, na fila, ao sol, escreverá até sem papel – no interior do próprio cérebro, como os poetas prisioneiros da última guerra, que voltaram ao soneto como uma forma que por si mesma se grava na memória.

Fonte: ANDRADE, Carlos Drummond de. Passeios na ilha. In: Poesia completa e prosa. Rio de Janeiro: José Aguilar, 1973, p. 841.
Ao escrever, utilizamos certos mecanismos de coesão que garantem a progressão semântica, gramatical e textual do conteúdo a ser informado. Assinale a alternativa que trata de um dos elementos de coesão destacados no texto explicitando CORRETAMENTE sua função.
Alternativas
Q1285725 Português
A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.


Adaptado de: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/08/13/ciencia/1534154167_450036.html

Em relação a propostas de alteração de vocábulos do texto, analise as seguintes assertivas:

I. Substituição de ‘predisposição’ (l.19) por ‘tendência’.

II. Substituição de ‘vertente’ (l.26) por ‘gama’.

II. Substituição de ‘iletradas’ (l.29) por ‘analfabetas’.

Quais NÃO alteram o sentido da frase em que estão inseridos?

Alternativas
Q1285722 Português
A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.


Adaptado de: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/08/13/ciencia/1534154167_450036.html
Considerando o contexto, a palavra ‘propício’ (l.23) significa:
Alternativas
Respostas
9601: E
9602: C
9603: B
9604: A
9605: A
9606: B
9607: E
9608: D
9609: D
9610: C
9611: B
9612: A
9613: C
9614: E
9615: A
9616: E
9617: E
9618: B
9619: C
9620: A