Questões de Concurso
Sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português
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Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
Os principais tipos de relacionamentos ioiô
- Um tema de imensa importância e que se costuma não dar a devida atenção são os
- chamados relacionamentos ioiô. O que são esses relacionamentos? São aqueles em que o casal
- vive se separando e voltando poucos dias ou semanas depois. Esse tipo de relacionamento é
- dominado pela insegurança, medos, carências e, principalmente, pela imaturidade. Os casais
- que costumam fazer isso podem estar passando por diversos problemas ou dificuldades. Os
- maiores motivos para se embarcar nesses relacionamentos são a falta de sinceridade
- e transparência.
- Um caso clássico são aquelas pessoas que ___ uma autoestima infinitesimal ou tendendo a
- zero. Muitas dessas pessoas namoram alguém só para não ficarem sozinhas. Já ouviu aquela
- frase? “Ruim contigo, pior semtigo”? Pois é! É dessas pessoas que estou falando! Os
- relacionamentos ioiô nesses casos acontecem assim, um dos dois termina e tenta “encontrar
- alguém melhor”. Como encontrar alguém melhor se você mesmo não consegue ser melhor?
- Não se esforça para ser melhor? Não dá, meu amigo! Aí a pessoa fica carente e depois de
- tentativas em vão volta para a pessoa que não ama de verdade, volta só para não ficar sozinha
- e vive assim um pseudorrelacionamento. Para esses casos, a melhor saída é a busca de uma
- ajuda psicológica, para melhorar a autoestima, juntamente com a busca incessante pelo
- autoconhecimento.
- Um dos casos mais comuns são os namorados pilantras. Isso mesmo! Pilantras! Quem são
- os namorados pilantras? São aqueles que terminam dois ou três dias antes do carnaval e
- querem voltar dois ou três dias depois do carnaval. Por que será que eles fazem isso, hein?
- Acho que nem preciso responder, não é mesmo? Pois é! Esses são os namorados pilantras. Mas
- sabe de uma coisa! Muitos casais aceitam isso. Eu digo ___ você que o mais importante é se
- amar primeiro. Se você se ama e consegue ser feliz e equilibrado sozinho, pode ter certeza que
- isso que acabei de citar jamais acontecerá, porque você jamais permitirá que aconteça,
- entende?
- Outra possibilidade é a das pessoas com problemas mal resolvidos do passado. Esse pode
- ser um grande “abacaxi”, porque muitas delas sofrem de algo que denomino “medo de revelar
- os medos”. São pessoas que sentem que quando alguém está prestes a adentrar em seus
- territórios feridos das emoções, ou se fecha no seu mundo de sombras, ou muda totalmente o
- assunto. Vários relacionamentos ioiô passam por essas situações. O indivíduo que sofre desse
- medo se sente sufocado pelo outro, como se ele ou ela quisesse fazer um interrogatório sobre o
- seu passado. Para esse tipo de casal e situação, o meu conselho é simples e precioso. Evite
- conversar sobre o passado da outra pessoa! Lembre-se sempre da frase do grande Roberto
- Carlos: “o que passou não quero mais lembrar, só quero ter você aqui…”. Dessa forma, a
- pessoa se sentirá muito mais confortável e segura.
- Outro caso um pouco mais sutil e complexo acontece com as pessoas nostálgicas. Esse tipo
- de relacionamento ioiô mexe com o inconsciente do indivíduo, por isso ele é mais complexo.
- Como acontecem esses casos? Um dos dois termina e aquele mais nostálgico fica sofrendo em
- demazia ao lembrar os melhores momentos que o casal passou junto, e como a nostalgia
- sempre é a lembrança de algo bom e carregado de emoções positivas, a pessoa desvia seus
- pensamentos daquilo que foi conflituoso e levou ao rompimento amoroso e volta a pensar no
- relacionamento em suas fases mais iniciais, que certamente estavam carregadas de emoções
- positivas e, acima de tudo, de paixão. Dessa forma, a pessoa também fica carente
- e “louca” para voltar o relacionamento, o que acaba acontecendo. Porém, a realidade mostra
- que já não existe mais paixão e dentro de pouco tempo um dos dois decide terminar mais uma
- vez, e fica um ciclo quase interminável de terminar-voltar-terminar-voltar! Você se identificou
- com essa possibilidade? Ela é mais comum do que se imagina…
- Existem outras possibilidades, mas acho que falei as principais. Evite os relacionamentos
- ioiô, pois eles só revelam medos, inseguranças, carências e, principalmente, infantilidades.
Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em: https://www.contioutra.com/os-principais-tipos-derelacionamentos-ioio/. Acesso em 26 mar. 2019.
Por qual das seguintes opções a locução conjuntiva “por isso” (l. 37) pode ser substituída, sem haver distorções ao sentido original da mensagem?
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
Os principais tipos de relacionamentos ioiô
- Um tema de imensa importância e que se costuma não dar a devida atenção são os
- chamados relacionamentos ioiô. O que são esses relacionamentos? São aqueles em que o casal
- vive se separando e voltando poucos dias ou semanas depois. Esse tipo de relacionamento é
- dominado pela insegurança, medos, carências e, principalmente, pela imaturidade. Os casais
- que costumam fazer isso podem estar passando por diversos problemas ou dificuldades. Os
- maiores motivos para se embarcar nesses relacionamentos são a falta de sinceridade
- e transparência.
- Um caso clássico são aquelas pessoas que ___ uma autoestima infinitesimal ou tendendo a
- zero. Muitas dessas pessoas namoram alguém só para não ficarem sozinhas. Já ouviu aquela
- frase? “Ruim contigo, pior semtigo”? Pois é! É dessas pessoas que estou falando! Os
- relacionamentos ioiô nesses casos acontecem assim, um dos dois termina e tenta “encontrar
- alguém melhor”. Como encontrar alguém melhor se você mesmo não consegue ser melhor?
- Não se esforça para ser melhor? Não dá, meu amigo! Aí a pessoa fica carente e depois de
- tentativas em vão volta para a pessoa que não ama de verdade, volta só para não ficar sozinha
- e vive assim um pseudorrelacionamento. Para esses casos, a melhor saída é a busca de uma
- ajuda psicológica, para melhorar a autoestima, juntamente com a busca incessante pelo
- autoconhecimento.
- Um dos casos mais comuns são os namorados pilantras. Isso mesmo! Pilantras! Quem são
- os namorados pilantras? São aqueles que terminam dois ou três dias antes do carnaval e
- querem voltar dois ou três dias depois do carnaval. Por que será que eles fazem isso, hein?
- Acho que nem preciso responder, não é mesmo? Pois é! Esses são os namorados pilantras. Mas
- sabe de uma coisa! Muitos casais aceitam isso. Eu digo ___ você que o mais importante é se
- amar primeiro. Se você se ama e consegue ser feliz e equilibrado sozinho, pode ter certeza que
- isso que acabei de citar jamais acontecerá, porque você jamais permitirá que aconteça,
- entende?
- Outra possibilidade é a das pessoas com problemas mal resolvidos do passado. Esse pode
- ser um grande “abacaxi”, porque muitas delas sofrem de algo que denomino “medo de revelar
- os medos”. São pessoas que sentem que quando alguém está prestes a adentrar em seus
- territórios feridos das emoções, ou se fecha no seu mundo de sombras, ou muda totalmente o
- assunto. Vários relacionamentos ioiô passam por essas situações. O indivíduo que sofre desse
- medo se sente sufocado pelo outro, como se ele ou ela quisesse fazer um interrogatório sobre o
- seu passado. Para esse tipo de casal e situação, o meu conselho é simples e precioso. Evite
- conversar sobre o passado da outra pessoa! Lembre-se sempre da frase do grande Roberto
- Carlos: “o que passou não quero mais lembrar, só quero ter você aqui…”. Dessa forma, a
- pessoa se sentirá muito mais confortável e segura.
- Outro caso um pouco mais sutil e complexo acontece com as pessoas nostálgicas. Esse tipo
- de relacionamento ioiô mexe com o inconsciente do indivíduo, por isso ele é mais complexo.
- Como acontecem esses casos? Um dos dois termina e aquele mais nostálgico fica sofrendo em
- demazia ao lembrar os melhores momentos que o casal passou junto, e como a nostalgia
- sempre é a lembrança de algo bom e carregado de emoções positivas, a pessoa desvia seus
- pensamentos daquilo que foi conflituoso e levou ao rompimento amoroso e volta a pensar no
- relacionamento em suas fases mais iniciais, que certamente estavam carregadas de emoções
- positivas e, acima de tudo, de paixão. Dessa forma, a pessoa também fica carente
- e “louca” para voltar o relacionamento, o que acaba acontecendo. Porém, a realidade mostra
- que já não existe mais paixão e dentro de pouco tempo um dos dois decide terminar mais uma
- vez, e fica um ciclo quase interminável de terminar-voltar-terminar-voltar! Você se identificou
- com essa possibilidade? Ela é mais comum do que se imagina…
- Existem outras possibilidades, mas acho que falei as principais. Evite os relacionamentos
- ioiô, pois eles só revelam medos, inseguranças, carências e, principalmente, infantilidades.
Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em: https://www.contioutra.com/os-principais-tipos-derelacionamentos-ioio/. Acesso em 26 mar. 2019.
Qual dos seguintes termos é sinônimo da palavra “infinitesimal” (l. 08), localizada no texto?
Assinale a alternativa que NÃO apresenta um sinônimo da palavra “arruaça”:
TEXTO
Os Estados Unidos desenvolveram-se bastante
durante boa parte da década de 1920. Carros
lustrosos corriam pelas estradas, e bairros
residenciais com casas novas financiadas por
uma grande quantidade de bancos se
espalhavam por toda parte. A bolsa de valores
fervilhava, uma vez que era absurdamente fácil
tomar dinheiro emprestado para comprar
ações. Na quinta-feira de 24 de outubro de
1929, a bolsa de valores de Nova Iorque abriu
movimentada, com poucos sinais de
instabilidade. Então, por algum motivo real ou
não, uma histeria pessimista se instalou,
aumentando a cada hora que passava. Quase
todos queriam vender e, quando os preços
caíram bruscamente, apareceram os caçadores
de pechinchas, os quais descobriram, uma hora
mais tarde, que tais pechinchas não existiam
mais. Naquele dia, o número total de ações
vendidas superou em mais de 50% as vendas
em qualquer outro dia na história da bolsa. No
período de algumas semanas, as ações norte-
americanas se valorizaram um pouco e logo
caíram mais do que haviam subido. Com essa
queda, os valores dos imóveis também
diminuíram. Em outros países, os preços de
praticamente todas as principais
“commodities”, com exceção do ouro,
sofreram queda. Era bastante normal que um
“boom” econômico fosse seguido por uma
recessão, mas aquela era assustadoramente
grave. O medo deu lugar ao pânico. Nove mil
estabelecimentos bancários cerraram as portas
apenas nos Estados Unidos, além de terem sido
fechados os principais bancos da Áustria, da
Alemanha, da Tchecoslováquia e de outras
nações prósperas. Na França, a política
monetária, com o intuito de acumular reservas
de ouro, aumentou o massacre internacional. A
maioria das pessoas parou de comprar
produtos que não considerava essenciais.
Novos carros não eram facilmente vendidos e
a indústria automobilística em Detroit e em
Turim passou a comprar menos aço e borracha.
(BLAINEY, Geoffrey. Uma Breve História do
Século XX. 2 ed. São Paulo: Fundamento,
2011, p. 103).
São consideradas antônimos da palavra “medo”, EXCETO:
TEXTO
Os Estados Unidos desenvolveram-se bastante
durante boa parte da década de 1920. Carros
lustrosos corriam pelas estradas, e bairros
residenciais com casas novas financiadas por
uma grande quantidade de bancos se
espalhavam por toda parte. A bolsa de valores
fervilhava, uma vez que era absurdamente fácil
tomar dinheiro emprestado para comprar
ações. Na quinta-feira de 24 de outubro de
1929, a bolsa de valores de Nova Iorque abriu
movimentada, com poucos sinais de
instabilidade. Então, por algum motivo real ou
não, uma histeria pessimista se instalou,
aumentando a cada hora que passava. Quase
todos queriam vender e, quando os preços
caíram bruscamente, apareceram os caçadores
de pechinchas, os quais descobriram, uma hora
mais tarde, que tais pechinchas não existiam
mais. Naquele dia, o número total de ações
vendidas superou em mais de 50% as vendas
em qualquer outro dia na história da bolsa. No
período de algumas semanas, as ações norte-
americanas se valorizaram um pouco e logo
caíram mais do que haviam subido. Com essa
queda, os valores dos imóveis também
diminuíram. Em outros países, os preços de
praticamente todas as principais
“commodities”, com exceção do ouro,
sofreram queda. Era bastante normal que um
“boom” econômico fosse seguido por uma
recessão, mas aquela era assustadoramente
grave. O medo deu lugar ao pânico. Nove mil
estabelecimentos bancários cerraram as portas
apenas nos Estados Unidos, além de terem sido
fechados os principais bancos da Áustria, da
Alemanha, da Tchecoslováquia e de outras
nações prósperas. Na França, a política
monetária, com o intuito de acumular reservas
de ouro, aumentou o massacre internacional. A
maioria das pessoas parou de comprar
produtos que não considerava essenciais.
Novos carros não eram facilmente vendidos e
a indústria automobilística em Detroit e em
Turim passou a comprar menos aço e borracha.
(BLAINEY, Geoffrey. Uma Breve História do
Século XX. 2 ed. São Paulo: Fundamento,
2011, p. 103).
A palavra “instabilidade”, utilizada pelo autor na linha 12 do texto, possui como sinônimos, EXCETO:
TEXTO
Os Estados Unidos desenvolveram-se bastante
durante boa parte da década de 1920. Carros
lustrosos corriam pelas estradas, e bairros
residenciais com casas novas financiadas por
uma grande quantidade de bancos se
espalhavam por toda parte. A bolsa de valores
fervilhava, uma vez que era absurdamente fácil
tomar dinheiro emprestado para comprar
ações. Na quinta-feira de 24 de outubro de
1929, a bolsa de valores de Nova Iorque abriu
movimentada, com poucos sinais de
instabilidade. Então, por algum motivo real ou
não, uma histeria pessimista se instalou,
aumentando a cada hora que passava. Quase
todos queriam vender e, quando os preços
caíram bruscamente, apareceram os caçadores
de pechinchas, os quais descobriram, uma hora
mais tarde, que tais pechinchas não existiam
mais. Naquele dia, o número total de ações
vendidas superou em mais de 50% as vendas
em qualquer outro dia na história da bolsa. No
período de algumas semanas, as ações norte-
americanas se valorizaram um pouco e logo
caíram mais do que haviam subido. Com essa
queda, os valores dos imóveis também
diminuíram. Em outros países, os preços de
praticamente todas as principais
“commodities”, com exceção do ouro,
sofreram queda. Era bastante normal que um
“boom” econômico fosse seguido por uma
recessão, mas aquela era assustadoramente
grave. O medo deu lugar ao pânico. Nove mil
estabelecimentos bancários cerraram as portas
apenas nos Estados Unidos, além de terem sido
fechados os principais bancos da Áustria, da
Alemanha, da Tchecoslováquia e de outras
nações prósperas. Na França, a política
monetária, com o intuito de acumular reservas
de ouro, aumentou o massacre internacional. A
maioria das pessoas parou de comprar
produtos que não considerava essenciais.
Novos carros não eram facilmente vendidos e
a indústria automobilística em Detroit e em
Turim passou a comprar menos aço e borracha.
(BLAINEY, Geoffrey. Uma Breve História do
Século XX. 2 ed. São Paulo: Fundamento,
2011, p. 103).
Na linha 7 do texto, o autor utilizou o verbo “fervilhar”. Assinale a alternativa que NÃO apresenta um sinônimo para tal palavra:
Complete as frases abaixo com o antônimo da palavra que aparece entre parênteses.
Aquele quarto estava _________ ( bem ) iluminado. O vidro da mesa era _________ ( transparente). Flávio não era um _________ ( bom ) rapaz! O salão de baile estava muito _________ ( escuro ).Leia com atenção, abaixo a letra da canção Olhos nos olhos de Chico Buarque abaixo para responder às questões 3, 4, 5 e 6.
Olhos nos olhos
Quando você me deixou, meu bem
Me disse “pra” ser feliz e passar bem
Quis morrer de ciúme, quase enlouqueci
Mas depois, como era de costume, obedeci
Quando você me quiser rever
Já vai me encontrar refeita, pode crer
Olhos nos olhos, quero ver o que você faz
Ao sentir que sem você eu passo bem demais
E que venho até remoçando
Me pego cantando
Sem mais nem porquê
E tantas águas rolaram
Quantos homens me amaram
Bem mais e melhor que você
Quando talvez precisar de mim
“Cê” sabe a casa é sempre sua, venha sim
Olhos nos olhos, quero ver o que você diz
Quero ver como suporta me ver tão feliz
A partir da leitura atenta da letra da canção e de acordo com a Gramática Normativa da Língua Portuguesa, assinale a alternativa incorreta.
1. Se as pessoas realmente estivessem ao lado das vítimas, elas seriam favoráveis a penas alternativas. (texto 2)
2. Viabilizado por meio de uma parceria entre a Secretaria de Administração Prisional e Socioeducativa (SAP) e a Secretaria da Educação (SED), o programa estimula a reinserção social do interno por meio da literatura […]. (texto 3)
3. Além de promover a autoanálise, o projeto tem se mostrado bastante eficiente na melhoria da produção textual. (texto 3)
Assinale a alternativa correta.
1. Clara Grisot, cofundadora da associação francesa Prison Insider, recebe, na entrevista, o tratamento formal de Vossa Senhoria, o que se infere da formulação “Qual é a sua avaliação?” (4ª pergunta).
2. Quanto ao sinal indicativo de crase, a grafia correta dos cinco vocábulos, na sequência das lacunas [……] nas respostas da entrevista, é: às • à • a • à • à.
3. Em “constatamos que isso é ainda mais forte nos países com grandes desigualdades sociais” (1a resposta), o pronome sublinhado faz referência ao desinteresse pelo tratamento dado aos presidiários.
4. Em “Quanto mais as penas forem longas e os prisioneiros forem tratados como um nada, menos preparamos seu retorno [……] sociedade” (3ª resposta), as formas verbais sublinhadas estão, respectivamente, na voz passiva e ativa.
5. Em “não haverá novas vítimas” (3ª resposta), o verbo haver é impessoal e pode ser substituído por “existirá”, sem prejuízo de significado e sem desvio da norma culta da língua escrita.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
( ) Em “não é simplesmente o que nos rodeia” (1º parágrafo) e em “espaços que não se destinam” (3º parágrafo), os pronomes oblíquos sublinhados podem ser pospostos às formas verbais “rodeia” e “destinam”, respectivamente, sem desvio da norma culta da língua escrita.
( ) Em “mas um espaço construído” (1º parágrafo) e “mas também com aqueles que nos anteciparam” (5º parágrafo), o vocábulo “mas” pode ser substituído por “e sim”, sem prejuízo de significado e sem desvio da norma culta da língua escrita.
( ) Em “não é simplesmente o que nos rodeia” e “onde tudo aparece e desaparece” (1º parágrafo), os vocábulos sublinhados funcionam como pronome relativo.
( ) Em “que lhe possam ser úteis e que lhe garantem uma estabilidade” (3º parágrafo), o pronome “lhe” funciona como objeto indireto nas duas ocorrências, da mesma maneira que em “a lógica que lhe é inerente” (2º parágrafo).
( ) O sinal de dois-pontos é usado nas duas ocorrências (2º parágrafo) para introduzir um esclarecimento acerca de algo mencionado anteriormente.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
1. O mundo, para Hannah Arendt, não é simplesmente o que nos rodeia, mas um espaço construído pelo trabalho e constituído pela ação. (1º parágrafo)
2. Para satisfazer a fome, por exemplo, produzimos alimentos que, em seguida, consumimos. (2º parágrafo)
3. A pluralidade possibilita aos seres humanos constituírem um âmbito de ação no qual cada um pode se revelar em atos e palavras, o que não faria sentido de modo isolado, mas ganha sua relevância numa esfera que se estabelece entre as pessoas. (4º parágrafo)
Assinale a alternativa correta.
Algumas questões levantadas fazem sentido, como a obrigatoriedade de gravação da teleconsulta. Se não se exige tal coisa em encontros presenciais, por que fazê-lo quando se recorre a meios tecnológicos? Abre-se flanco considerável para deslizes de privacidade e se reforça o preconceito retrógrado contra a modalidade inovadora.
As palavras em destaque foram empregadas, respectivamente, no sentido de
Utilize o texto abaixo para responder a próxima questão:
