Questões de Concurso Sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português

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Q1860630 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
(Disponível em: https://g1.globo.com/educacao/19/10/21 – texto adaptado especialmente para esta prova).
O vocábulo aquém, utilizado no período da linha 22, informa que o ensino fundamental I público vinha melhorando constantemente seus indicadores de ensino:
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Q1860626 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
(Disponível em: https://g1.globo.com/educacao/19/10/21 – texto adaptado especialmente para esta prova).
Na frase: Mas isso não significa que essas crianças estejam "fadadas a arrastar esse fracasso" ao longo de sua vida..., retirada do texto, a expressão ‘fadadas’, sem que ocorra alteração de sentido ou necessidade de ajustes no contexto, poderia ser substituída por:
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Q1860586 Português
O adjetivo “preteridas” (linha 40) está empregado com o mesmo sentido de  
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Ano: 2021 Banca: FCC Órgão: TJ-SC Prova: FCC - 2021 - TJ-SC - Técnico Judiciário Auxiliar |
Q1860527 Português
Está empregada em sentido figurado a expressão sublinhada em
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Ano: 2021 Banca: FCC Órgão: TJ-SC Prova: FCC - 2021 - TJ-SC - Técnico Judiciário Auxiliar |
Q1860525 Português
Em Organizar as coisas, fazer com que funcionem, levar uma empresa ao sucesso, mesmo em épocas de crise, sobretudo em épocas de crise, parecia-lhe um objetivo verdadeiramente arrebatador (4º parágrafo), o termo sublinhado pode ser substituído, sem prejuízo para o sentido, por
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Q1860130 Português

TEXTO I

    Durante o período de isolamento social devido à pandemia da Covid-19, ocorreram incidentes por todo o mundo contra o patrimônio cultural. Ainda no mês de março, na Holanda, a famosa obra "Jardim da Primavera" do pintor Vincent Van Gogh foi roubada do Museu Singer Laren. No Brasil, também há diversos casos de crimes contra o patrimônio cultural, podendo ser citados acontecimentos em Pernambuco, Paraíba e Minas Gerais.

    O parque de esculturas Francisco Brennand foi alvo do vandalismo que danificou um dos principais cartões postais da cidade do Recife, considerado patrimônio cultural da cidade e, diante disso, a única informação exposta sobre o ocorrido foi uma nota publicada pela própria instituição e nenhuma medida pública de conservação ou tentativa de preservação do parque foi discutida, além de uma nota da Emlurb afirmando que iria avaliar o caso.

    No local, infelizmente, é comum a ocorrência de atos de vandalismo como esse e, devido ao isolamento social e à menor circulação de pessoas na rua, o patrimônio ficou ainda mais exposto. Mas, apesar do conhecimento por parte das autoridades, nenhuma medida foi imposta nesse período de isolamento, nem houve reforço de segurança.

    Em João Pessoa, bandidos invadiram a Fundação Casa de José Américo e levaram medalhas de antigos governadores, as quais possuem grandioso valor histórico. Além disso, em Belo Horizonte houve ocorrência de várias ações criminosas de invasão a algumas igrejas e depredação de imagens sagradas.

    Em face desses acontecimentos, foram emitidas recomendações pela força-tarefa do Patrimônio Cultural do Ministério Público de Contas do Estado da Paraíba, bem como pelo de Minas Gerais, para o aumento e reforço de segurança nas áreas de patrimônio cultural como forma de prevenir tais acontecimentos.

    Em razão da crise que o mundo vive, as ações de recuperação dessas obras se tornam invisíveis pela razão de não serem prioridade para as autoridades governamentais, por isso a existência da recomendação de prevenção desses atos criminosos.

    Em tempos de pandemia, em que há preocupações veementes nas esferas da saúde, a segurança de nosso povo não deve ser deixada de lado, bem como a segurança de nossa história, através do patrimônio cultural do povo brasileiro.


Camila da Silva Lira e Júlia Melo Vicente da Silva (Adaptado de: https://www.conjur.com.br/2020-mai09/opiniao-patrimonio-protecao-pandemia)

Em “apesar do conhecimento por parte das autoridades” (3º parágrafo), a expressão “apesar de” é equivalente a: 
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Q1859617 Português
Texto CG2A1
     Previsto na Constituição Federal de 1988, o Sistema Único de Saúde (SUS) é reconhecido pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como o maior e mais eficiente sistema gratuito de saúde do mundo, criado para atender a toda a coletividade brasileira, sem distinção.
     Ao criar o SUS como uma política pública, evidenciado na pauta da política dos anos 80 do século passado, o Brasil deu um passo decisivo que mudou o modelo de atendimento à saúde, antes seletivo e centralizado. O SUS é inclusivo e está presente em todas as áreas da saúde, realizando procedimentos dos mais simples aos mais complexos. Trinta anos após sua criação, presta atendimento a mais de 11 milhões de pessoas por dia e realiza aproximadamente 127 procedimentos por segundo.
       O SUS sobreviveu às mudanças de governo e está associado à redução da mortalidade infantil, ao aumento da expectativa de vida e à melhoria generalizada dos principais indicadores de saúde no Brasil, nas três últimas décadas. Essa é uma conquista da população que não pode ser desprezada. Conforme dados de 2019, sete em cada dez brasileiros dependem, exclusivamente, do sistema público de saúde, o que equivale a 74% da população do país.
     A atenção primária à saúde integral, porta de entrada preferencial no SUS, que garante atenção oportuna e resolutiva, alcança hoje 50% dos usuários. Com base em evidências científicas internacionais, a OMS afirma que sistemas de saúde embasados nessa premissa apresentam melhores resultados, menores custos e maior qualidade de atendimento. Nesse sentido, os inquestionáveis avanços do SUS a favor das necessidades e dos direitos da população constituem patamar inabdicável de realizações, conhecimentos e práticas, por meio do incremento da integração das ações promotoras, protetoras e recuperadoras da saúde, apoiadas em diagnósticos epidemiológicos e sociais, formação profissional e processos de trabalho em equipe. Na prática, a resolutividade pode chegar a 90% de atendimento às necessidades de saúde.

Manoel Carlos Neri da Silva e Maria Helena Machado. Sistema de saúde e trabalho: desafios para a Enfermagem no Brasil. In: Ciência & Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 25, n.º 1, jan./2020 (com adaptações).
Sem alteração dos sentidos do texto CG2A1, o vocábulo “inabdicável”, no quarto parágrafo, poderia ser substituído por
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Q1859616 Português
Texto CG2A1
     Previsto na Constituição Federal de 1988, o Sistema Único de Saúde (SUS) é reconhecido pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como o maior e mais eficiente sistema gratuito de saúde do mundo, criado para atender a toda a coletividade brasileira, sem distinção.
     Ao criar o SUS como uma política pública, evidenciado na pauta da política dos anos 80 do século passado, o Brasil deu um passo decisivo que mudou o modelo de atendimento à saúde, antes seletivo e centralizado. O SUS é inclusivo e está presente em todas as áreas da saúde, realizando procedimentos dos mais simples aos mais complexos. Trinta anos após sua criação, presta atendimento a mais de 11 milhões de pessoas por dia e realiza aproximadamente 127 procedimentos por segundo.
       O SUS sobreviveu às mudanças de governo e está associado à redução da mortalidade infantil, ao aumento da expectativa de vida e à melhoria generalizada dos principais indicadores de saúde no Brasil, nas três últimas décadas. Essa é uma conquista da população que não pode ser desprezada. Conforme dados de 2019, sete em cada dez brasileiros dependem, exclusivamente, do sistema público de saúde, o que equivale a 74% da população do país.
     A atenção primária à saúde integral, porta de entrada preferencial no SUS, que garante atenção oportuna e resolutiva, alcança hoje 50% dos usuários. Com base em evidências científicas internacionais, a OMS afirma que sistemas de saúde embasados nessa premissa apresentam melhores resultados, menores custos e maior qualidade de atendimento. Nesse sentido, os inquestionáveis avanços do SUS a favor das necessidades e dos direitos da população constituem patamar inabdicável de realizações, conhecimentos e práticas, por meio do incremento da integração das ações promotoras, protetoras e recuperadoras da saúde, apoiadas em diagnósticos epidemiológicos e sociais, formação profissional e processos de trabalho em equipe. Na prática, a resolutividade pode chegar a 90% de atendimento às necessidades de saúde.

Manoel Carlos Neri da Silva e Maria Helena Machado. Sistema de saúde e trabalho: desafios para a Enfermagem no Brasil. In: Ciência & Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 25, n.º 1, jan./2020 (com adaptações).
Cada uma das opções a seguir apresenta uma proposta de reescrita do seguinte trecho do terceiro parágrafo do texto CG2A1: “O SUS sobreviveu às mudanças de governo e está associado à redução da mortalidade infantil, ao aumento da expectativa de vida e à melhoria generalizada dos principais indicadores de saúde no Brasil, nas três últimas décadas.”. Assinale a opção cuja proposta mantém a correção e os sentidos do texto. 
Alternativas
Q1859570 Português
Texto para responder à questão.


Desculpe, morri
Atendo ao telefone e:
“Boa noite, é Marcelo?”
“Quem é?”
“É você?”
“Quem está falando?”
“Poxa, que bom, eu precisava tanto falar com você, não
imagina o trabalho que deu pra descolar o seu...”
“Quer falar com quem?”
“Com você mesmo, Cariri.”
“Cariri?”
“Não era o seu apelido em Santos?”
“Como você sabe?”
“Pesquisei. Apelido louco. Por que te deram esse
apelido?”
“Olha, o que você quer?”
“Sou estudante e estou fazendo o meu trabalho.”
“Como você descolou o meu telefone?”
“Desculpe, Cariri. A pessoa que me deu pediu para não
ser identificada. Você é uma figurinha difícil de achar,
hein? Marcelão, Marcelão... Como vão as coisas?”
“Indo.”
“O seu Corinthians, hein?”
“Meu e de muita gente.”
“E a Ana?”
“Ana?”
“A do livro.”
“Que livro?”
“Como que livro, o seu livro!”
“Qual deles?”
“Tem mais de um?”
“Tem alguns.”
“Caramba! Estou falando do primeiro [...].”
“Pô, você é doidão, mesmo. Quando tempo você levou
pra escrever?”
“O quê?”
“Como o quê? O ‘Feliz Ano Passado’?”
“Ah... Levei um ano.”
“Pô, e você ficou uma fera com aquela enfermeira. Meu,
rolei de rir naquela parte. Marcelão, que figura. A gente
tem que se conhecer, cara, temos muitas coisas em
comum.”
“Sério?”
“Com certeza, pô, posso falar? Este livro marcou uma
época, tá ligado? Tipo assim, marcou uma geração,
certo?”
“Ouvi dizer.”
“Então, como vão as coisas?”
“Indo.”
“Pô, conta mais.”
“É que estou jantando.”
“Ah... Olha só. Eu preciso te entrevistar, cara. Pro meu
trabalho de TCC, tá ligado? Trabalho de Conclusão de
Curso.”
“Tô ligado.”
“Aí, vamos marcar?”
“Cara, não fica chateado, mas é a quinta pessoa que liga nessa semana pedindo, e não vai dar. Fim de ano, é sempre assim, um monte de estudantes liga, e tenho minha rotina, eu trabalho muito, não é pessoal, vê se me entende.”
“Ah, não vai dizer que vai regular?”
“Cara, é muita gente, não dá para atender todos...”
“São só 25 perguntinhas.”
“Só?”
[...]

(PAIVA, Marcelo Rubens [seleção: Regina Zilberman]. Crônicas para ler
na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2011, pp. 15-17. Adaptado.)
Poxa, que bom, eu precisava tanto falar com você, não imagina o trabalho que deu para descolar o seu...” Nessa fala, a palavra “descolar” pode ser substituída, sem prejudicar o sentido do trecho, por: 
Alternativas
Q1859562 Português
Texto para responder à questão.

As camadas

Quando você nasceu, havia um nome e um sobrenome esperando-o. O que eram? Uma decisão aleatória que fala muito dos desejos e projeções dos pais sobre cada um de nós. Nosso nome nos antecede e não aguardou nenhum traço de personalidade para ser colocado. Por mais fraco que seja, o menino Gabriel recebe o indicativo de que é “o homem forte de Deus” pela raiz hebraica. Por mais limitada que seja no futuro, a menina assinará Sofia, o nome que aponta sua densa sabedoria. Nem toda Letícia é feliz. Conheci um Adamastor que pouca similitude guardava com o gigante de Camões. Eu sou Leandro, homem-leão, como se nota pela juba vistosa. O nome é, como todo signo, arbitrário. Primeira camada sobre nós.
A segunda camada constará nos documentos: brasileiro nato. O que é ser brasileiro? Fronteiras traçadas ao longo da história com linhas imaginárias, respeitando ou não o terreno que as recebe. Uma entidade nacional que, supostamente, será sua pátria, sua identidade, sua marca quase sempre permanente. “Meu coração é brasileiro” eu já o declarei; todavia, um exame do meu cadáver pouco revelará ao anatomista quaisquer distinções dos meus ventrículos em relação a um vizinho argentino ou a um longínquo japonês. As metáforas são bonitas, poéticas até: meu coração é apátrida, biologicamente. Pátria é uma convenção celebrada diariamente, já foi dito. Sem dúvida, é a segunda camada que nos foi dada, quase sempre, ao ver a luz do mundo. 

(Leandro Karnal. O Estado de São Paulo. Acesso em: 01/09/2021. Fragmento.)
Considerando-se o contexto, o sentido do trecho do texto NÃO está adequadamente mantido em: 
Alternativas
Q1859560 Português
Texto para responder à questão.

As camadas

Quando você nasceu, havia um nome e um sobrenome esperando-o. O que eram? Uma decisão aleatória que fala muito dos desejos e projeções dos pais sobre cada um de nós. Nosso nome nos antecede e não aguardou nenhum traço de personalidade para ser colocado. Por mais fraco que seja, o menino Gabriel recebe o indicativo de que é “o homem forte de Deus” pela raiz hebraica. Por mais limitada que seja no futuro, a menina assinará Sofia, o nome que aponta sua densa sabedoria. Nem toda Letícia é feliz. Conheci um Adamastor que pouca similitude guardava com o gigante de Camões. Eu sou Leandro, homem-leão, como se nota pela juba vistosa. O nome é, como todo signo, arbitrário. Primeira camada sobre nós.
A segunda camada constará nos documentos: brasileiro nato. O que é ser brasileiro? Fronteiras traçadas ao longo da história com linhas imaginárias, respeitando ou não o terreno que as recebe. Uma entidade nacional que, supostamente, será sua pátria, sua identidade, sua marca quase sempre permanente. “Meu coração é brasileiro” eu já o declarei; todavia, um exame do meu cadáver pouco revelará ao anatomista quaisquer distinções dos meus ventrículos em relação a um vizinho argentino ou a um longínquo japonês. As metáforas são bonitas, poéticas até: meu coração é apátrida, biologicamente. Pátria é uma convenção celebrada diariamente, já foi dito. Sem dúvida, é a segunda camada que nos foi dada, quase sempre, ao ver a luz do mundo. 

(Leandro Karnal. O Estado de São Paulo. Acesso em: 01/09/2021. Fragmento.)
A palavra “camadas”, utilizada no título do texto, significa:
Alternativas
Q1859198 Português
Texto CG1A1-I
     O conceito de saúde reflete a conjuntura social, econômica, política e cultural. Ou seja: saúde não representa a mesma coisa para todas as pessoas. Dependerá da época, do lugar, da classe social. Dependerá de valores individuais e de concepções científicas, religiosas, filosóficas. O mesmo, aliás, pode ser dito das doenças. Aquilo que é considerado doença varia muito.
     Real ou imaginária, a doença é um antigo acompanhante da espécie humana, como o revelam pesquisas paleontológicas. Múmias egípcias apresentam sinais de doença (como, por exemplo, a varíola do faraó Ramsés V). Não admira que, desde muito cedo, a humanidade se tenha empenhado em enfrentar essa ameaça, e de várias formas, baseadas em diferentes conceitos do que vem a ser a doença (e a saúde). Assim, a concepção mágico-religiosa partia, e parte, do princípio de que a doença resulta da ação de forças alheias ao organismo que neste se introduzem por causa do pecado ou de maldição.
     A medicina grega representa uma importante inflexão na maneira de encarar a doença. É verdade que, na mitologia grega, várias divindades estavam vinculadas à saúde. Os gregos cultuavam, além da divindade da medicina, Asclepius ou Aesculapius (que é mencionado como figura histórica no poema épico Ilíada), duas outras deusas, Higieia, a Saúde, e Panacea, a Cura. Higieia era uma das manifestações de Athena, a deusa da razão, e o seu culto, como sugere o nome, representa uma valorização das práticas higiênicas. Se Panacea representa a ideia de que tudo pode ser curado — uma crença basicamente mágica ou religiosa —, deve-se notar que a cura, para os gregos, era obtida pelo uso de plantas e de métodos naturais, e não apenas por procedimentos ritualísticos.
Moacyr Scliar. História do conceito de saúde. In: Physis: Revista de Saúde Coletiva, v. 17, n.º 1, 2007, p. 29-41 (com adaptações).
Mantendo-se a coerência do texto CG1A1-I, o termo “deve-se”, no último período do terceiro parágrafo, poderia ser substituído por
Alternativas
Q1859060 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. 


Na linha 22, a palavra “diminuir”, em relação ao sentido que apresenta no texto, NÃO poderia ser trocada por:
Alternativas
Q1859057 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. 


A palavra “letalidade” (linha 27) é empregada para tratar de:
Alternativas
Q1859051 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. 


Na linha 16, a expressão “alimenta a ideia” quer dizer o mesmo que:
Alternativas
Q1859015 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. 


A palavra “parecido”, utilizada na linha 03, apresenta como antônimo: 
Alternativas
Q1859009 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. 


A palavra “apelo” (l. 02) apresenta uma ideia de algo que:
Alternativas
Q1858981 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. 


A palavra “apreciados” (linha 01) poderia ser substituída por:
Alternativas
Q1858954 Português

INSTRUÇÃO: Leia a seguir, a notícia e o gráfico que a acompanha para responder à questão.

Tábuas completas de mortalidade

Expectativa de vida dos brasileiros aumenta para 76,3 anos em 2018

A expectativa de vida dos brasileiros aumentou em três meses e quatro dias, de 2017 para 2018, alcançando 76,3 anos. Desde 1940, já são 30,8 anos a mais que se espera que a população viva. Os dados são das Tábuas Completas de Mortalidade, divulgadas hoje pelo IBGE.

Para as mulheres, espera-se maior longevidade: 79,9 anos. Já a expectativa de vida ao nascer para os homens ficou em 72,8 anos em 2018. Mas essa diferença, chamada de “sobre mortalidade masculina”, é mais acentuada conforme a faixa etária. Um homem de 20 a 24 anos tinha, em 2018, 4,5 vezes menos chances de chegar aos 25 anos do que uma mulher.

“Esse fenômeno pode ser explicado por causas externas, não naturais, que atingem com maior intensidade a população masculina”, explica o pesquisador do IBGE, Marcio Minamiguchi, ressaltando que, em 1940, não havia essa discrepância evidente entre os sexos nos grupos mais jovens. “A partir de meados da década de 80, as mortes associadas às causas externas passaram a desempenhar um papel de destaque. É um fenômeno proveniente da urbanização e inclui homicídios, acidentes de trânsito e quedas acidentais, entre outros”, complementa.

Para ambos os sexos, a maior esperança de vida ao nascer foi observada em Santa Catarina: 79,7 anos. Outros estados com valores elevados, acima dos 78 anos, são o Espírito Santo, São Paulo, Distrito Federal e Rio Grande do Sul. No outro extremo, está o Maranhão, com a expectativa em 71,1 anos, e o Piauí, em 71,4 anos. Ou seja, uma criança nascida no Maranhão, conforme a taxa de mortalidade observada em 2018, esperaria viver em média 8,6 anos a menos que uma criança nascida em Santa Catarina.

Cabe ressaltar que a expectativa de vida muda conforme o ano de nascimento da pessoa e o sexo. Por exemplo, quem está com 30 anos agora terá um tempo médio de vida diferente de quem acabou de nascer, é a chamada projeção de sobrevida. [...]

Disponível em: .Acesso em: 27 jan. 2020. [Fragmento].

Disponível em: . Acesso em: 27 jan. 2020. [Fragmento].

Assinale a alternativa que não substitui corretamente a palavra em destaque no período a seguir.

“[...] explica o pesquisador do IBGE, Marcio Minamiguchi, ressaltando que, em 1940, não havia essa discrepância evidente entre os sexos nos grupos mais jovens.”

Alternativas
Q1858951 Português

INSTRUÇÃO: Leia a seguir, a notícia e o gráfico que a acompanha para responder à questão.

Tábuas completas de mortalidade

Expectativa de vida dos brasileiros aumenta para 76,3 anos em 2018

A expectativa de vida dos brasileiros aumentou em três meses e quatro dias, de 2017 para 2018, alcançando 76,3 anos. Desde 1940, já são 30,8 anos a mais que se espera que a população viva. Os dados são das Tábuas Completas de Mortalidade, divulgadas hoje pelo IBGE.

Para as mulheres, espera-se maior longevidade: 79,9 anos. Já a expectativa de vida ao nascer para os homens ficou em 72,8 anos em 2018. Mas essa diferença, chamada de “sobre mortalidade masculina”, é mais acentuada conforme a faixa etária. Um homem de 20 a 24 anos tinha, em 2018, 4,5 vezes menos chances de chegar aos 25 anos do que uma mulher.

“Esse fenômeno pode ser explicado por causas externas, não naturais, que atingem com maior intensidade a população masculina”, explica o pesquisador do IBGE, Marcio Minamiguchi, ressaltando que, em 1940, não havia essa discrepância evidente entre os sexos nos grupos mais jovens. “A partir de meados da década de 80, as mortes associadas às causas externas passaram a desempenhar um papel de destaque. É um fenômeno proveniente da urbanização e inclui homicídios, acidentes de trânsito e quedas acidentais, entre outros”, complementa.

Para ambos os sexos, a maior esperança de vida ao nascer foi observada em Santa Catarina: 79,7 anos. Outros estados com valores elevados, acima dos 78 anos, são o Espírito Santo, São Paulo, Distrito Federal e Rio Grande do Sul. No outro extremo, está o Maranhão, com a expectativa em 71,1 anos, e o Piauí, em 71,4 anos. Ou seja, uma criança nascida no Maranhão, conforme a taxa de mortalidade observada em 2018, esperaria viver em média 8,6 anos a menos que uma criança nascida em Santa Catarina.

Cabe ressaltar que a expectativa de vida muda conforme o ano de nascimento da pessoa e o sexo. Por exemplo, quem está com 30 anos agora terá um tempo médio de vida diferente de quem acabou de nascer, é a chamada projeção de sobrevida. [...]

Disponível em: .Acesso em: 27 jan. 2020. [Fragmento].

Disponível em: . Acesso em: 27 jan. 2020. [Fragmento].

Assinale a alternativa que apresenta reescrita correta do período a seguir.

“Para as mulheres, espera-se maior longevidade: 79,9 anos.”

Alternativas
Respostas
6321: E
6322: A
6323: B
6324: A
6325: B
6326: B
6327: B
6328: D
6329: C
6330: B
6331: D
6332: A
6333: D
6334: D
6335: A
6336: D
6337: B
6338: D
6339: B
6340: C