Questões de Concurso Sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português

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Ano: 2022 Banca: VUNESP Órgão: TJ-SP Prova: VUNESP - 2022 - TJ-SP - Psicólogo Judiciário |
Q1911782 Português
Assinale a alternativa em que o vocábulo em destaque corresponde ao sentido expresso entre parênteses.
Alternativas
Q1911277 Português
A questão se refere ao fragmento do conto “A Carteira”, de Machado de Assis, apresentado a seguir.  

Para avaliar a oportunidade desta carteira, é preciso saber que Honório tem de pagar amanhã uma dívida, quatrocentos e tantos mil-réis, e a carteira trazia o bojo recheado. A dívida não parece grande para um homem da posição de Honório, que advoga; mas todas as quantias são grandes ou pequenas, segundo as circunstâncias, e as dele não podiam ser piores. Gastos de família ________, a princípio por servir a parentes, e depois por agradar à mulher, que vivia aborrecida da solidão; baile daqui, jantar dali, chapéus, leques, tanta cousa mais, que não havia remédio ________ ir descontando o futuro. Endividou-se. Começou pelas contas de lojas e armazéns; passou aos empréstimos, duzentos a um, trezentos a outro, quinhentos a outro, e tudo a _______, e os bailes a darem-se, e os jantares a comerem-se, um turbilhão perpétuo, uma voragem.


Há, no texto, o emprego do termo carteira, que, no contexto em que se encontra, refere-se a uma pequena bolsa para guarda de papéis, cédulas e outros itens. Sabe-se que esse mesmo termo apresenta outros significados, a saber: 1. Documento, oficial ou não, em forma de caderneta, que contém dados pessoais ou de identificação de seu portador; 2. Caixinha de cartolina em que se acondicionam cigarros; 3. Empregada do correio para a distribuição de cartas. A essa multiplicidade de sentidos que apresenta a palavra em questão dá-se o nome de:
Alternativas
Q1911028 Português

A questão se refere ao fragmento do conto “O Espelho”, de Machado de Assis, apresentado a seguir.


Tinha uma sensação inexplicável. Era como um defunto andando, um sonâmbulo, um boneco mecânico. Dormindo, era outra coisa. O sono dava-me alívio, não pela razão comum de ser irmão da morte, mas por outra. Acho que posso explicar assim esse fenômeno: — o sono, eliminando a necessidade de uma alma exterior, deixava atuar a alma interior. Nos sonhos, fardava-me, orgulhosamente, no meio da família e dos amigos, que me elogiavam o garbo, que me chamavam alferes; vinha um amigo de nossa casa, e prometia-me o posto de tenente, outro o de capitão ou major; e tudo isso fazia-me viver. Mas quando acordava, dia claro, esvaía-se com o sono a consciência do meu ser novo e único, — porque a alma interior perdia a ação exclusiva, e ficava dependente da outra, que teimava em não tornar...Não tornava. Eu saía fora, a um lado e outro, a ver se descobria algum sinal de regresso.

Considere as seguintes definições: 1. Forma elegante de se portar, agir com elegância; 2. Postura militar, porte suntuoso; 3. Característica de apurado, impecável. Tais definições referem-se a qual vocábulo do texto? 
Alternativas
Q1909771 Português

“Nenhum cliente pode ser pior do que cliente nenhum.”


Essa frase joga com o sentido modificado de um termo, pela posição anteposta ou posposta de “nenhum”.

Assinale a opção que indica a dupla que tem seu sentido modificado pela mesma razão. 

Alternativas
Q1909377 Português

Em relação aos aspectos linguísticos e aos sentidos do texto, julgue (C ou E) o item a seguir.


Os vocábulos “porventura” (linhas 1 e 9) e “Decerto” (linha 54) são sinônimos e intercambiáveis no texto. 

Alternativas
Q1909375 Português

No que tange às ideias, à forma e aos sentidos do texto, julgue (C ou E) o item a seguir. 


A forma verbal “Erravam” (linha 26) foi empregada no texto com o sentido de vaguear

Alternativas
Q1909350 Português

Com relação aos aspectos linguísticos e estilísticos do texto, julgue (C ou E) o item a seguir.


A palavra “fado” (linha 6) é semanticamente próxima de “fortuna” (linha 1). 

Alternativas
Q1909095 Português
   Antes de responder à questão, leia o artigo a seguir, de autoria do escritor amazonense Márcio Souza. Foi publicado no jornal “A Crítica” de 14/01/2007, na seção “Crônica de domingo”, numa coluna cujo título era “Mormaço”.

   Sim, caros leitores, há uma coisa maravilhosa nesta terra que ninguém até hoje foi capaz de conspurcar. É o rio Negro, a quem Manaus pertence, mas não domina. Somos todos filhos deste rio poderoso, caudatário de civilizações e muito maior que nossa urbe maltratada e orgulhosa. A cidade lança detritos e esgotos nas águas escuras e de lá vem a água que nos serve. De vez em quando ele se faz presente e invade a cidade sem pedir licença. O rio Negro é o nosso portento
   Mergulhar nas águas desse rio tinto é como regressar à placenta materna. Nós, os nativos, sabemos disso há séculos. Eis porque, ao longo das margens, há tanta gente a banhar-se, o que não é tão natural no Madeira, ou Nhamundá, ou Trombetas, muito menos nas solenes águas barrentas do Amazonas.
   O afluente magno do Rio-Mar, que expressa o seu orgulho numa recusa teimosa em ter suas águas misturadas, por muitas e muitas milhas náuticas, correnteza abaixo. É o rio Negro que nasce dos mistérios minerais das cordilheiras guianenses e desliza-se turbilhonando em corredeiras vertiginosas, em diagonal ao subcontinente, para confrontar-se com o rio do Rei Salomão (Solimões) e formar o rio máximo Amazonas. Rio de origem de tantos povos, elo de união deste mundo com outras dimensões, o rio Negro é um traço de união geográfico a plasmar culturas.
   Talvez seja difícil para as psicologias de litoral marítimo, como é a psicologia brasileira, compreender o que significa ser ribeirinho, ser filho dos rios poderosos da Amazônia e crescer numa cultura baseada no ciclo das águas. Esta dificuldade dos litorâneos, provocada pelas vertigens marinheiras, faz com que se busque igualar um rio ao outro, como se tudo fosse a mesma coisa, a mesma correnteza, a mesma água e a mesmice dos rios em seu leito. Mas a capacidade de inventar dos rios é infinita, e somente a observação detalhada é capaz de dar conta de tanta diversidade.
   É por isso que alguns rios se tornam eixos históricos, referenciais da experiência humana: berços civilizatórios. O mar é vasto demais e convida à dispersão, inimiga do processo civilizador. Há, assim, os fulcros civilizatórios do Nilo, do Mississipi, do Reno, do Volga... e, no grande planeta dos rios que é a Amazônia, a linha sinuosa do rio Negro em seu testemunho permanente de tantas civilizações que ali se cruzaram, se hostilizaram e se esvaíram no tempo, porque de todos os rios do vale amazônico o Negro é o mais especial, único.
   Nos tempos heroicos, antes dos europeus, suas águas de veludo testemunharam a glória de grandes tuxauas. Nações de milhares de habitantes, como a brava nação Muhra, viviam na boca do rio Negro, dominando as várzeas férteis e os campos de terra firme que se estendem entre a margem esquerda, a campina de Manacapuru, até as alagadiças barrancas do Careiro e Cambixe. Os Muhras, durante séculos, foram os senhores daquelas paragens, súditos do reino do encontro das águas. Mais acima, no médio Amazonas, os gentis Baré, os Passé e os famosos Manaú. E no alto rio Negro, após as corredeiras letais, o reino do grande tuxaua Buopé e sua amada Kukuy.
   No próximo domingo, enquanto o centro de Manaus se enche de imundos carrinhos de churrascos (ó Oswaldo Cruz, em que mundo te escondes de vergonha?) e as autoridades cruzam os braços, vamos continuar falando do rio Negro, o nosso rio amado.
Os vocábulos “conspurcar”, “portento” e “plasmar” (destacados em negrito), de acordo com o texto, apresentam, respectivamente, os seguintes sentidos:
Alternativas
Q1908392 Português
Assinale a alternativa que apresenta relação correta de sinonímia.
Alternativas
Q1908384 Português

Texto para a questão. 


A cidade 






Assinale a alternativa que apresenta um antônimo do vocábulo “carência” (linha 26)
Alternativas
Q1908383 Português

Texto para a questão. 


A cidade 






Assinale a alternativa que apresenta um sinônimo de “simpático” (linha 1) que mantém a coerência e o sentido do texto.
Alternativas
Q1908381 Português

Texto para a questão. 


A cidade 






A expressão “Segundo” (linha 34) poderia ser substituída, com possíveis alterações que se fizessem necessárias, sem prejuízo de sentido, por 
Alternativas
Q1908083 Português

Leia atentamente o excerto a seguir.


    “Muito antes da covid-19, a Educação pública brasileira já enfrentava graves problemas. Dados do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e Cenpec Educação indicavam que, no ano anterior à pandemia, mais de 1 milhão de crianças e adolescentes brasileiros em idade escolar estavam fora das escolas.

    Além disso, um estudo do Todos Pela Educação mostrou que, até 2019, 61,1% dos alunos do 5º ano do Ensino Fundamental possuíam nível de proficiência adequada em Língua Portuguesa e pouco mais da metade (51,5%) obtiveram a proficiência esperada em Matemática. O cenário apontava melhora em relação às dez últimas edições do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb), mas também indicava que ainda havia muito trabalho a ser feito. [...]”

SANTOS, Victor. O que é recomposição de aprendizagens e como ela acontece no dia a dia das escolas públicas. Nova Escola, 23 de fevereiro de 2022. Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/20976/oque-e-recomposicao-de-aprendizagens-e-como-ela-acontece-no-dia-a-dia-das-escolas-publicas. Acesso em: 10 mar. 2022.


O vocábulo “proficiência” está repetido nesse trecho. A fim de se evitar tal repetição e mantendo-se o sentido original do enunciado, a segunda ocorrência dessa palavra pode ser substituída por:

Alternativas
Q1908038 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.


(Disponível em: https://novaescola.org.br/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Analise as assertivas a seguir a respeito da palavra “meio” (l. 03):
I. Na situação em que ocorre, ela deve ser classificada como advérbio.
II. Seu sentido no texto é “metade”.
III. No caso da ocorrência no texto, a palavra não apresenta flexão de gênero.
Quais estão corretas?
Alternativas
Q1907582 Português

    Aprimorar a saúde mental e física, prevenir doenças, ajudar a suportar o estresse, lidar com sentimentos de impotência e racionalizar fracassos de modo mais positivo e produtivo: são essas as promessas de um amplo leque de técnicas que, baseadas na ciência, podem adequar-se a necessidades ou circunstâncias de qualquer um. Algumas visam alterar estilos cognitivos e emocionais — ou seja, como racionalizar as causas de sucessos e fracassos —, outras se concentram em repetir chavões de autoafirmação. Há ainda técnicas voltadas para treinar a esperança — pensamento orientado por objetivos em que as pessoas percebem que podem produzir itinerários para metas desejadas e a motivação necessária para segui-los —, praticar a gratidão e o perdão ou cultivar o otimismo — uma diferença individual variável que reflete em que medida as pessoas mantêm expectativas favoráveis sobre o futuro. Em síntese, todos esses métodos compartilham alguns atributos. De um lado, são feitos sob medida para um consumo rápido; de outro lado, dizem proporcionar retornos rápidos e mensuráveis em troca de pouco investimento e esforço.


Edgar Cabanas. Happycracia: fabricando cidadãos felizes.

Trad. Humberto do Amaral. São Paulo: Ubu Editora, 2022 (com adaptações). 

Considerando as ideias e as propriedades linguísticas do texto precedente, julgue o item que se segue. 


O verbo “Aprimorar” (primeiro período) poderia ser substituído por Aperfeiçoar, sem alteração da correção gramatical e dos sentidos do texto. 

Alternativas
Q1907581 Português

    Aprimorar a saúde mental e física, prevenir doenças, ajudar a suportar o estresse, lidar com sentimentos de impotência e racionalizar fracassos de modo mais positivo e produtivo: são essas as promessas de um amplo leque de técnicas que, baseadas na ciência, podem adequar-se a necessidades ou circunstâncias de qualquer um. Algumas visam alterar estilos cognitivos e emocionais — ou seja, como racionalizar as causas de sucessos e fracassos —, outras se concentram em repetir chavões de autoafirmação. Há ainda técnicas voltadas para treinar a esperança — pensamento orientado por objetivos em que as pessoas percebem que podem produzir itinerários para metas desejadas e a motivação necessária para segui-los —, praticar a gratidão e o perdão ou cultivar o otimismo — uma diferença individual variável que reflete em que medida as pessoas mantêm expectativas favoráveis sobre o futuro. Em síntese, todos esses métodos compartilham alguns atributos. De um lado, são feitos sob medida para um consumo rápido; de outro lado, dizem proporcionar retornos rápidos e mensuráveis em troca de pouco investimento e esforço.


Edgar Cabanas. Happycracia: fabricando cidadãos felizes.

Trad. Humberto do Amaral. São Paulo: Ubu Editora, 2022 (com adaptações). 

Considerando as ideias e as propriedades linguísticas do texto precedente, julgue o item que se segue. 


Em “Algumas visam alterar estilos cognitivos e emocionais” (segundo período), a ausência da preposição a para introduzir o complemento da forma verbal “visam” justifica-se pelo fato de que, nesse trecho, o verbo visar está empregado com a acepção de validar. 

Alternativas
Q1907281 Português

Texto para o item.



Rafael Garcia. Cães distinguem ações propositais das acidentais nos humanos, mostra estudo.

In: O Globo. Internet: <oglobo.globo.com>  (com adaptações).

Acerca dos aspectos gramaticais e dos sentidos do texto apresentado, julgue o item.


Feitos os devidos ajustes de iniciais maiúsculas e minúsculas e de pontuação, o termo “Isso” (linha 26) poderia ser substituído por o que, sem prejuízo da correção gramatical e dos sentidos originais do texto.  

Alternativas
Q1906680 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.

Como a integridade pode te ajudar a realizar teus sonhos.

Por Danilo España




(Disponível em: https://exame.com/colunistas/o-que-te-motiva/ − texto adaptado especialmente
para esta prova).
Assinale a alternativa que indica palavra que poderia substituir corretamente o verbo “instigar”, utilizado na linha 08, de acordo com seu emprego no texto.
Alternativas
Q1906438 Português
Leia parte da matéria publicada na revista Carta Capital em 30/03/2022:
Rússia afirma que não há nada promissor após negociações com a Ucrânia
A Ucrânia acusou a Rússia de bombardear a cidade de Chernihiv, apesar do anúncio de Moscou de redução “radical” da atividade militar
As negociações entre as delegações russa e ucraniana em Istambul não resultaram em nada muito promissor ou qualquer avanço, afirmou o Kremlin nesta quarta-feira, jogando um balde de água fria nas esperanças de progresso para o fim da guerra (...) 
(https://www.cartacapital.com.br/mundo/russia-afirma-que-nao-ha-nada-promissor-apos-negociacoes-com-a ucrania/, 30/03/2022). 

A expressão utilizada na matéria da Carta Capital “jogando um balde de água fria” se refere a: 

I. Apagar o fogo no incêndio provocado por mísseis. II. Acalmar os ânimos dos soldados russos que atacaram a Ucrânia. III. Obter progresso nas negociações sobre a guerra com a redução de ataques. IV. Ter esperanças de que o governo russo recue e finde as negociações de paz.
Alternativas
Q1906337 Português
O bem e o mal do estrangeirismo¹

   Rooftop, insight, approach… O Brasil parece cada vez mais inclinado a trocar seu vocabulário todo por termos em inglês. Mas a adoção de palavras de origem estrangeira não tem nada de nova: é tão antiga quanto a capacidade do Homo sapiens de falar e fundamental para a própria evolução das línguas.
   O terror dos puristas da língua em Portugal é um youtuber nascido e criado no Engenho Novo, bairro da Zona Norte do Rio de Janeiro: Luccas Neto. [...] o carioca também é um hit entre as crianças portuguesas. A tal ponto que, em novembro do ano passado, o jornal lisboeta Diário de Notícias publicou uma matéria em tom xenofóbico, reclamando que os miúdos de lá estão cada vez mais a falar “brasileiro”, de tanto assistir Luccas e outros influenciadores daqui.
    “Dizem ‘grama’ em vez de relva, autocarro é ‘ônibus’, rebuçado é ‘bala’, riscas são ‘listras’ e leite está na ‘geladeira’ em vez de no frigorífico”, alertou o jornal. “Os educadores notam-no sobretudo depois do confinamento – à conta de muitas horas de exposição a conteúdos feitos por youtubers brasileiros.”
   Pais e educadores portugueses estão preocupados. Mas talvez não devessem levar o caso tão a sério. Afinal, mais do que o jeitinho de falar de sua antiga colônia, os lusos usam e abusam de palavras do francês e do inglês – e aí sem a mesma vergonha.
    Um exemplo: enquanto, no trânsito daqui, temos em cada cruzamento uma placa indicadora que diz “Pare”, em Portugal a mesma sinalização diz “Stop”. E, lá como cá, o motorista entende muito bem o que deve fazer.
   Isso porque o estrangeirismo – a influência de culturas do exterior sobre os costumes e as falas de um povo – é parte da evolução natural de qualquer língua. A forma como nos expressamos se modifica o tempo todo, e um mundo globalizado (fenômeno que não nasceu com a internet – é forte desde as Grandes Navegações dos séculos 15 e 16) acelera esse intercâmbio linguístico. Tentar proibi-lo é como enxugar gelo. [...]
   [...] quando um termo de qualquer país é incorporado amplamente nos nossos diálogos e textos, ele na prática deixa de ser estrangeiro. Vira nosso. Todo dicionário nacional está inundado de vocábulos que não brotaram nem em Portugal, nem no Brasil, mas que já são tão de casa quanto receita de caipirinha.
    [...] O mal do estrangeirismo nem está exatamente na substituição de termos, como rooftop no lugar de “terraço”. O problema maior é quando, no afã de pegar algo emprestado de uma língua de fora, deturpamos a lógica da nossa.
      [...] Os exageros no estrangeirismo tendem a passar, como as paletas mexicanas. Mas o uso que facilita a comunicação vai vingar sempre. E a língua portuguesa no Brasil – que os portugueses chamam pejorativamente de “brasileiro” – vai continuar se enriquecendo com palavras e expressões que não teriam como surgir por aqui.

(¹Texto Alexandre Carvalho - 18 mar 2022 – https://super.abril.com.br/sociedade/o-bem-e-o-mal-do-estrangeirismo/ (acesso em 28 de março). Texto adaptado especialmente para essa prova.) 
[...] no afã de pegar algo emprestado de uma língua de fora, deturpamos a lógica da nossa. O sentido das palavras em destaque na frase, respectivamente, é: 
Alternativas
Respostas
5841: C
5842: C
5843: D
5844: B
5845: E
5846: C
5847: C
5848: C
5849: C
5850: B
5851: C
5852: A
5853: A
5854: D
5855: C
5856: E
5857: C
5858: E
5859: D
5860: C