Questões de Concurso Sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português

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Q1949431 Português

Em relação aos sinônimos, analisar os itens abaixo:


I. Um sinônimo para a palavra “ocorrência” é “ocasião”.


II. Um sinônimo para a palavra “esnobe” é “modesto”.

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Q1949427 Português

Ciência confirma que cérebros de adolescentes estão programados para ignorar a voz dos pais desde os 13 anos


Se a maioria dos adolescentes passa a demonstrar desinteresse ou mesmo desprezo por chamados, perguntas e pedidos de suas mães, a explicação parece estar não na mera rebeldia ou teimosia juvenil, mas sim em uma efetiva mudança cerebral. É essa a conclusão de uma pesquisa realizada recentemente por cientistas da Universidade de Stanford, na Inglaterra, e publicada na revista científica Journal of Neurosciences em abril de 2022: segundo o estudo, a recepção da voz materna nos cérebros dos jovens passa a provocar menor reação neural na adolescência.

A pesquisa demonstrou que, em crianças com idade até 12 anos, a voz da mãe ainda provoca uma intensa resposta neurológica, com forte capacidade de ativar pontos de recompensa e emoções nos cérebros de qualquer gênero. Aos 13 anos, porém, uma mudança torna o cérebro adolescente consideravelmente mais responsivo às vozes em geral, e menos ao chamado materno. Segundo os pesquisadores, a transformação é tão forte e evidente, que puderam adivinhar a idade da pessoa pesquisada a partir de sua resposta cerebral ao escutar a voz da mãe.

(Fonte: Hypeness - adaptado.)

Assinalar a alternativa que apresenta um antônimo da palavra “desinteresse” (primeiro parágrafo):
Alternativas
Q1948928 Português
A língua como direito humano

   Deu na tevê. Uma haitiana gesticula desesperada. Não chora. Talvez tenha gastado as lágrimas. Ou o corpo, desidratado, não pudesse desperdiçar uma gota de líquido sequer. O soldado tenta entendê-la. Não consegue. Ela não fala francês, língua oficial do país. Fala dialeto próprio, incomunicável. Compadecido, o homem se esforça pra interpretar o código estranho. Infere que ela quer lhe dizer onde estão corpos soterrados. Provavelmente mãe, marido, filhos dela.

   Tivesse ocorrido antes da divulgação do decreto brasileiro sobre direitos humanos, a cena inspiraria a inclusão de outro assunto. Trata-se da língua. Ela figuraria ao lado da salvaguarda à vida, à educação, à segurança, ao trabalho. A razão é simples. Se considerarmos direito humano a garantia de vida digna independentemente de raça, sexo, idade ou religião, a língua não pode ficar de fora. É com ela que pensamos. É com ela que nos tornamos seres sociais sofisticados — conquistamos amigos, educamos os filhos.

   Povos e governantes lhe conhecem o poder. Os árabes só são árabes porque falam árabe. São 23 países cuja única identidade é o idioma. O generalíssimo Franco, pra pisar o orgulho catalão, proibiu-os de falar catalão. As escolas também apagaram o idioma dos currículos. Morto o ditador, o enterrado voltou à luz. Hoje convive com o espanhol. Os judeus, quando criaram o Estado de Israel, precisaram de uma língua nacional. Ressuscitaram o hebraico. Nome de ruas, placas, cardápios, livros, revistas, jornais são escritos como nos tempos idos e vividos.

  A Declaração Universal dos Direitos Humanos completou 60 anos. Entre os 30 mandamentos, está a manifestação livre do pensamento. Como chegar lá sem o domínio da língua? Como pensar sem palavras? Como expressar-se sem elas? Conclusão: se o homem é animal racional, a língua faz a diferença. Se o homem é animal social, a língua antecede os demais direitos.

DAD SQUARISI Adaptado de https://blogs-correiobraziliense-com-br.cdn.ampproject.org
Com base na seguinte frase “Ou o corpo, desidratado, não pudesse desperdiçar uma gota de líquido sequer” (1º parágrafo), responda à questão.


A palavra “sequer” tem o mesmo sentido de: 
Alternativas
Q1948427 Português

Letra de médico


Na farmácia, presencio uma cena curiosa, mas não rara: balconista e cliente tentam, inutilmente, decifrar o nome de um medicamento na receita médica. Depois de várias hipóteses acabam desistindo. O resignado senhor que porta a receita diz que vai telefonar ao seu médico e voltará mais tarde. "Letra de doutor", suspira o balconista, com compreensível resignação. Letra de médico já se tornou sinônimo de hieróglifo, de coisa indecifrável.


Um fato tanto mais intrigante quando se considera que os médicos, afinal, passaram pelas mesmas escolas que outros profissionais liberais. Exercício da caligrafia é uma coisa que saiu de moda, mas todo aluno sabe que precisa escrever legivelmente, quando mais não seja, para conquistar a boa vontade dos professores. A letra dos médicos, portanto, é produto de uma evolução, de uma transformação. Mas que fatores estariam em jogo atrás dessa transformação?


Que eu saiba, o assunto ainda não foi objeto de uma tese de doutorado, mas podemos tentar algumas explicações. A primeira, mais óbvia (e mais ressentida), atribui os garranchos médicos a um mecanismo de poder. Doutor não precisa se fazer entender: são os outros, os seres humanos comuns, que precisam se familiarizar com a caligrafia médica. Quando os doutores se tornarem mais humildes, sua letra ficará mais legível.


Pode ser isso, mas acho que não é só isso. Há outros componentes: a urgência, por exemplo. Um doutor que atende dezenas de pacientes num movimentado ambulatório de hospital não pode mesmo caprichar na letra. Receita é uma coisa que ele precisa fornecer - nenhum paciente se considerará atendido se não levar uma receita. A receita satisfaz a voracidade de nossa cultura pelo remédio, e está envolta numa aura mística: é como se o doutor, através dela, acompanhasse o paciente. Mágica ou não, a receita é, muitas vezes, fornecida às pressas; daí a ilegibilidade.


Há um terceiro aspecto, mais obscuro e delicado. É a relação ambivalente do médico com aquilo que ele receita - a sua dúvida quanto à eficácia (para o paciente, indiscutível) dos medicamentos. Uma dúvida que cresce com o tempo, mas que é sinal de sabedoria. Os velhos doutores sabem que a luta contra a doença não se apoia em certezas, mas sim em tentativas: "dans la médicine comme dans l'amour, ni jamais, ni toujours", diziam os respeitados clínicos franceses: na medicina e no amor, "sempre" e "nunca" são palavras proibidas. Daí a dúvida, daí a ansiedade da dúvida, da qual o doutor se livra pela escrita rápida. E pouco legível.


[...]


SCLIAR, Moacyr. A face oculta ? inusitadas e reveladoras histórias da medicina. Porto Alegre: Artes e Ofícios, 2001. [adaptado]

"O resignado senhor que porta a receita diz que vai telefonar ao seu médico e voltará mais tarde."
O termo destacado tem como sinônimo:
Alternativas
Q1947025 Português

Leia o texto, para responder à questão.

O animal satisfeito dorme

O sempre surpreendente Guimarães Rosa dizia: “o animal satisfeito dorme”. Por trás dessa aparente obviedade está um dos mais fundos alertas contra o risco de cairmos na monotonia existencial, na redundância afetiva e na indigência intelectual. O que o escritor tão bem percebeu é que a condição humana perde substância e energia vital toda vez que se sente plenamente confortável com a maneira como as coisas já estão, rendendo-se à sedução do repouso e imobilizando-se na acomodação.

A advertência é preciosa: não esquecer que a satisfação conclui, encerra, termina; a satisfação não deixa margem para a continuidade, para o prosseguimento, para a persistência, para o desdobramento. A satisfação acalma, limita, amortece.

Um bom filme não é exatamente aquele que termina e ficamos insatisfeitos, parados, olhando, quietos, para a tela, enquanto passam os letreiros, desejando que não cesse? Um bom livro não é aquele que, quando encerramos a leitura, o deixamos um pouco apoiado no colo, absortos e distantes, pensando que não poderia terminar?

Com a vida de cada um e de cada uma também tem de ser assim; afinal de contas, não nascemos prontos e acabados. Ainda bem, pois estar satisfeito consigo mesmo é considerar-se terminado e constrangido ao possível da condição do momento.

Nascer sabendo é uma limitação porque obriga a apenas repetir e, nunca, a criar, inovar, refazer, modificar. Quanto mais se nasce pronto, mais refém do que já se sabe e, portanto, do passado; aprender sempre é o que mais impede que nos tornemos prisioneiros de situações que, por serem inéditas, não saberíamos enfrentar.

Gente não nasce pronta e vai se gastando; gente nasce não-pronta, e vai se fazendo. Demora um pouco para entender tudo isso; aliás, como falou o mesmo Guimarães, “não convém fazer escândalo de começo; só aos poucos é que o escuro é claro”…

(Mario Sergio Cortella. Disponível em: https://www.contioutra.com. Acesso em 12.01.2020)

Para responder à questão, considere a seguinte passagem do último parágrafo:


... aliás, como falou o mesmo Guimarães, “não convém fazer escândalo de começo; só aos poucos é que o escuro é claro”…


A oposição de sentido que há entre as palavras “escuro” e “claro” existe também entre

Alternativas
Q1946982 Português

Instruções: Leia o artigo a seguir para responder à questão.

Brasileiros têm direito constitucional à segurança


O sentido contextualizado dos vocábulos em destaque foi INCORRETAMENTE identificado em:
Alternativas
Q1946470 Português
Leia o texto, para responder à questão.

Especialistas deveriam se impor pela competência,
não pelo lobby*

    Nesta semana eu quase recobrei minha fé na humanidade.
   Com a retomada das aulas presenciais, perguntei a meu filho David, que cursa duas faculdades, como ele faria com a educação física. O menino me olhou como se eu viesse de Saturno e me explicou, para minha surpresa, que a educação física não é mais disciplina obrigatória no ensino superior. Ao contrário do que acontecia no meu tempo, a molecada não precisa mais submeter-se às aulas de Educação Física para obter seu diploma.
   Não me entendam mal. Sou um entusiasta da atividade física. Há mais de 20 anos corro quase que diariamente. E recomendo a todos que se mexam, se possível sob a orientação de um profissional. Mas sou veementemente contrário ao hábito corporativista, tão disseminado por aqui, de sequestrar o poder do Estado para criar reservas de mercado.
   Acredito em ciência e estudo. Vale a pena procurar um especialista. Mas fazê-lo deve ser uma escolha, não uma obrigatoriedade. Numa sociedade funcional, você recorre aos serviços de um profissional, seja o educador físico, o advogado ou qualquer outro, porque ele oferece um saber e uma experiência que lhe interessam, não porque a lei o obriga a fazê-lo. Em outras palavras, os especialistas deveriam se impor por sua competência, não por seus lobbies.
   O leitor atento deve ter percebido que enfiei um “quase” ali no começo do texto. Embora tenha ficado feliz ao descobrir que a educação física não é mais requisito para um diploma universitário, ao investigar melhor como isso aconteceu, fiquei com a impressão de que a desobrigatoriedade não veio porque legisladores e conselheiros ficaram mais sábios, mas porque o lobby dos donos de faculdade é mais forte que o dos professores de educação física.


*Lobby: atividade de pressão de um grupo organizado sobre políticos e poderes públicos, que visa exercer sobre estes qualquer influência ao seu alcance.


(Hélio Schwartsman. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ helioschwartsman/2022/03/especialistas-deveriam-se-impor-pelacompetencia-nao-pelo-lobby.shtml. 18.03.2022. Adaptado)
Considere a seguinte passagem do terceiro parágrafo:

   Sou um entusiasta da atividade física. Há mais de 20 anos corro quase que diariamente. E recomendo a todos que se mexam, se possível sob a orientação de um profissional. Mas sou veementemente contrário ao hábito corporativista, tão disseminado por aqui...

No contexto em que estão inseridos, os termos em destaque na passagem têm como sinônimos, respectivamente:
Alternativas
Q1946351 Português

O papel de parede venenoso pintado com arsênio que envenenou a Inglaterra do século XIX 


     Um “segredo fatal” ameaçava as casas da burguesia britânica em meados do século XIX, e não se tratava da ausência de maiores cuidados com a higiene pessoal que _______ doenças variadas sobre a população, mas sim de seus papéis de parede. Mais precisamente, da tinta usada para colorir os papéis que adornavam as casas da época e que trazia entre os componentes de sua fórmula um dos cinco venenos mais letais do mundo, o arsênio, que passou a envenenar lentamente parte da população do país.

      Segundo historiadores, o principal nome por trás da crise era o de William Morris, o mais popular designer da época, que - além de assinar a estampa e fabricação de papéis de parede - era herdeiro de uma mineradora estabelecida como uma das maiores produtoras de arsênio da época. 

      Apesar da toxicidade do elemento, ele era utilizado frequentemente para a fabricação de tintas com cores mais intensas e duradouras, presentes nos papéis decorativos, mas também em roupas, _______ e brinquedos. Isso acontecia porque as pessoas acreditavam que era preciso _______ diretamente o elemento para que ele pudesse envenenar alguém, ignorando o fato de que, especialmente a partir de uma superfície tão grande quanto uma parede inteira, o pigmento tóxico era capaz de lançar partículas e flocos de arsênio no ar e produzir um gás inodoro, porém letal.

      A situação se agravou especialmente na Inglaterra, mas, diante do fato de que o Reino Unido então ditava modas e exportava tendências de elegância e classe – e que assim os papéis de parede ingleses eram usados em casas por todo o mundo – causou uma crise com potencial global. Em meados de 1850, a situação já era noticiada nos jornais ingleses, tornando-se especialmente alarmada a partir de um incidente em 1862, quando algumas crianças vieram a falecer após arrancarem uma parte de um papel de parede para lamber o verde brilhante da estampa.
(Fonte: Hypeness - adaptado.) 

Em relação aos sinônimos, analisar os itens abaixo: 


I. Um sinônimo para a palavra “débil” é “frágil”.

II. Um sinônimo para a palavra “simplório” é “esperto”.

Alternativas
Q1946345 Português

O papel de parede venenoso pintado com arsênio que envenenou a Inglaterra do século XIX 


     Um “segredo fatal” ameaçava as casas da burguesia britânica em meados do século XIX, e não se tratava da ausência de maiores cuidados com a higiene pessoal que _______ doenças variadas sobre a população, mas sim de seus papéis de parede. Mais precisamente, da tinta usada para colorir os papéis que adornavam as casas da época e que trazia entre os componentes de sua fórmula um dos cinco venenos mais letais do mundo, o arsênio, que passou a envenenar lentamente parte da população do país.

      Segundo historiadores, o principal nome por trás da crise era o de William Morris, o mais popular designer da época, que - além de assinar a estampa e fabricação de papéis de parede - era herdeiro de uma mineradora estabelecida como uma das maiores produtoras de arsênio da época. 

      Apesar da toxicidade do elemento, ele era utilizado frequentemente para a fabricação de tintas com cores mais intensas e duradouras, presentes nos papéis decorativos, mas também em roupas, _______ e brinquedos. Isso acontecia porque as pessoas acreditavam que era preciso _______ diretamente o elemento para que ele pudesse envenenar alguém, ignorando o fato de que, especialmente a partir de uma superfície tão grande quanto uma parede inteira, o pigmento tóxico era capaz de lançar partículas e flocos de arsênio no ar e produzir um gás inodoro, porém letal.

      A situação se agravou especialmente na Inglaterra, mas, diante do fato de que o Reino Unido então ditava modas e exportava tendências de elegância e classe – e que assim os papéis de parede ingleses eram usados em casas por todo o mundo – causou uma crise com potencial global. Em meados de 1850, a situação já era noticiada nos jornais ingleses, tornando-se especialmente alarmada a partir de um incidente em 1862, quando algumas crianças vieram a falecer após arrancarem uma parte de um papel de parede para lamber o verde brilhante da estampa.
(Fonte: Hypeness - adaptado.) 
Assinalar a alternativa que apresenta um sinônimo da palavra “adornavam” (primeiro parágrafo): 
Alternativas
Q1946275 Português

O câncer se esconde por trás de doenças mentais 

     Já se sabia que portadores de __________, transtorno do déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) e afins apresentam maior risco de morrer de câncer. Pois uma revisão de estudos da Universidade de Pádua, na Itália, traz um motivo para isso: há menor ________ a exames nessa turma.

      Com base nos hábitos de 4.717.839 pessoas, os cientistas descobriram que mulheres com algum transtorno mental são 35% menos propensas a realizar mamografias, enquanto os homens teriam uma chance 22% menor de submeter a própria próstata a check-ups.

      “O problema psiquiátrico pode dominar o cotidiano e tirar o foco de outras condições de saúde”, interpreta o oncologista Ricardo Marques, da Rede D’Or, em São Paulo. Fora que, às vezes, esses indivíduos não se dão bem com as máquinas que fazem o rastreamento de tumores e não entendem a necessidade de estarem ali. 
(Fonte: Abril - adaptado.) 
Em relação aos sinônimos, analisar os itens abaixo: 
I. Um sinônimo para a palavra “exaurir” é “esgotar”.
II. Um sinônimo para a palavra “espalhafatoso” é “discreto”.
Alternativas
Q1946132 Português


Texto para o item.



Homero Santiago. Cuidado com as notícias! In: Humanitas, ano 16, ed. 149, 2022, p. 82 (com adaptações). 

Julgue o item, que propõem alterações no texto apresentado. 


Sem prejuízo da correção gramatical e dos sentidos originais do texto, a palavra “Afora” poderia ser substituída por Salvo.

Alternativas
Q1946128 Português


Texto para o item.



Homero Santiago. Cuidado com as notícias! In: Humanitas, ano 16, ed. 149, 2022, p. 82 (com adaptações). 

Julgue o item, que propõem alterações no texto apresentado. 


A substituição de “todavia” (linha 7) por assim alteraria o sentido original do texto.

Alternativas
Q1946125 Português


Texto para o item.



Homero Santiago. Cuidado com as notícias! In: Humanitas, ano 16, ed. 149, 2022, p. 82 (com adaptações). 

Considerando as ideias e as propriedades linguísticas do texto apresentado, julgue o item.


No texto, o verbo “enlear” (linha 40) significa o mesmo que confundir.

Alternativas
Ano: 2022 Banca: Ibest Órgão: CRMV-DF Prova: Ibest - 2022 - CRMV-DF - Agente Administrativo |
Q1946009 Português

Texto para o item.



Waldomiro J. Silva Filho. A infelicidade. 28/3/2022. Disponível em: <https://revistacult.uol.com.br/home/a-infelicidade/> (com adaptações). 

Considerando as propriedades linguísticas do texto apresentado, julgue o item.


A palavra “carnificina” (linha 12) significa o mesmo que artilharia. 

Alternativas
Ano: 2022 Banca: VUNESP Órgão: PC-SP Prova: VUNESP - 2022 - PC-SP - Escrivão de Polícia |
Q1945440 Português
Leia o texto, para responder à questão.

   A providência, em seus inescrutáveis desígnios, tinha assentado dar a esta cidade um benefício grande; e nenhum lhe pareceu maior nem melhor do que certo gozo superfino, espiritual e grave, que patenteasse a brandura dos nossos costumes e a graça das nossas maneiras: deu-nos os touros.
   Talvez poucas pessoas se lembrem de que há bons vinte e cinco anos ou mais, creio que mais, houve uma tentativa de tauromaquia nesta cidade.

(Machado de Assis, Notas semanais. Obra completa)
Assinale a alternativa que contém apreciação correta de fatos linguísticos do texto. 
Alternativas
Q1945254 Português
Leia o texto para responder à questão.


Os perdedores de sempre

  Continuou feio o quadro do emprego, no primeiro trimestre, com 11,9 milhões de pessoas desocupadas, grupo equivalente a 11,1% da força de trabalho. Mas as condições permaneceram muito mais feias para negros, mulheres, jovens, trabalhadores com menor escolaridade e habitantes de regiões menos industrializadas. Pode-se encontrar no mercado de trabalho uma síntese das desigualdades brasileiras, principalmente de raça, de gênero, de educação e de desenvolvimento regional. O exame dessas desigualdades poderia fundamentar planos, programas de governo e projetos econômicos e sociais.
   O contraste mais notável é visível quando se examina a relação entre desemprego e escolaridade. Estiveram desocupados no primeiro trimestre 5,6% das pessoas com nível superior completo. Mais que o dobro, 11,9%, foi o desemprego encontrado entre os trabalhadores com educação superior incompleta. No caso daquelas com ensino médio incompleto, a desocupação chegou a 18,3%, taxa muito superior à taxa média geral, 11,1%. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
   As pessoas menos educadas, como têm apontado outras pesquisas, são também aquelas mais sujeitas à informalidade e às piores condições de emprego e de remuneração. Um acesso mais amplo à instrução, com melhor distribuição das oportunidades educacionais, mudaria as possibilidades de trabalho de dezenas de milhares de pessoas e, ao mesmo tempo, elevaria duplamente o potencial produtivo do fator trabalho, tornando-o mais eficiente e qualificando-o para tarefas mais complexas. Ganhariam indivíduos, famílias, empresas e, portanto, a economia nacional, se o País dispusesse de uma política bem desenhada e bem executada de formação de recursos humanos ou, como dizem alguns especialistas, de capital humano.
   Formar capital humano é algo dificilmente compatível, no entanto, com políticas já aplicadas no Brasil. O Brasil dispõe de respeitados educadores, de estudiosos da economia da educação e de experiências de sucesso em políticas estaduais. São preciosas fontes de ideias para formulação de boas políticas educacionais.


(Opinião. https://opiniao.estadao.com.br/, 18.05.2022. Adaptado)
Considere as passagens do texto:

•  O contraste mais notável é visível quando se examina a relação entre desemprego e escolaridade. (2º parágrafo)
•  ... são também aquelas mais sujeitas à informalidade e às piores condições de emprego e de remuneração. (3º parágrafo)
•  ... se o País dispusesse de uma política bem desenhada e bem executada de formação de recursos humanos... (3º parágrafo)

Os termos destacados significam, correta e respectivamente:
Alternativas
Q1944915 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 a seguir, para responder à questão que a ele se refere.

Texto 02


Fonte: JÁNER, Andrea. Os eremitas contemporâneos. Disponível em: https://vidasimples.co/colunistas/da-para-ser-autossuficiente-e-viver-forado-sistema/. Acesso em: 12 maio 2022. Adaptado. 
Considere o trecho: “Estou falando dos eremitas contemporâneos, que escolheram viver off-the-grid, ou ‘fora do sistema’, em tradução livre.” (Linhas 12-13)
Tendo em vista o sentido que o termo “eremitas” assume no texto, o seu oposto seria
Alternativas
Q1944883 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 1 a seguir para responder à questão que a ele se refere.

Texto 1



Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/folha/sinapse/ult1063u947.shtml. Acesso em: 24 mar. 2022. Adaptado.
Considere o trecho: “Quando vejo os ipês floridos, sinto-me como Moisés diante da sarça ardente: ali está uma epifania do sagrado. [...]” (Linhas 17-18) A expressão “epifania do sagrado”, foi usada no texto com sentido de
Alternativas
Q1944731 Português
A palavra sublinhada em “Este livro é esplêndido.” pode ser substituída, sem prejuízo de sentido, por:
Alternativas
Q1944536 Português
Releia o trecho “mando este ofício à fava”. No contexto que se encontra, apresenta o seguinte significado: 
Alternativas
Respostas
5741: B
5742: B
5743: B
5744: E
5745: D
5746: C
5747: D
5748: B
5749: B
5750: B
5751: C
5752: C
5753: C
5754: E
5755: B
5756: B
5757: B
5758: E
5759: B
5760: C