Questões de Concurso
Sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português
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Sabendo-se que Leolinda Daltro foi precursora do feminismo no Brasil, ao se afirmar que ela foi uma das “primeiras sufragistas”, entende-se que a educadora defendia
Na passagem do 4º parágrafo – O fato de ser cidadão propicia a cidadania, que é a condição jurídica que podem ostentar as pessoas físicas e que, por expressar o vínculo entre o Estado e seus membros, implica submissão à autoridade e ao exercício de direito. –, os termos destacados significam, correta e respectivamente:
• À margem dessas duas tendências mais notórias da evolução recente do mercado de trabalho... • Além de ser fonte de um problema humanitário sintetizado no fato de uma pessoa em idade de trabalhar e apta para ter uma ocupação não ter a possibilidade de auferir renda para si e para sua família...
Os termos destacados significam, correta e respectivamente:
1.Meu primo da Austrália chegou. 2.Meu primo chegou da Austrália.
I.Na primeira oração há uma locução associada ao verbo "chegou", que indica o lugar onde o primo estava.
II.Na segunda oração há um adjunto adverbial associado ao verbo, e na primeira oração há um adjunto adnominal associado a um substantivo.
III.A posição das palavras nas duas orações não gerou alteração semântica dos termos.
IV.A posição das palavras nas duas orações gerou alteração sintática dos termos.
Está CORRETO o que se afirma em:
"Ela ficou descontente com o resultado da prova.".
"Aquela cidade é muito hospitaleira.".
A palavra que modifica o sentido do termo sublinhado é

Floresta amazônica vai virar savana
Pesquisadores afirmam que mudança no ecossistema da Amazônia é iminente


CALIXTO, B. O Globo. Sociedade. Rio de Janeiro, 22 fev. 2018.
Adaptado.
Em “De acordo com uma especialista em ciência e Amazônia, a hipótese de savanização precisa ser encarada com seriedade, porque a floresta amazônica tem resiliência” (parágrafo 6), o sentido dessa palavra no contexto é a(o)
Floresta amazônica vai virar savana
Pesquisadores afirmam que mudança no ecossistema da Amazônia é iminente


CALIXTO, B. O Globo. Sociedade. Rio de Janeiro, 22 fev. 2018.
Adaptado.
Malpassado
Quanto mais sutil a opressão, mais cruel. Por isso, dentre as mil formas de “subjugar” os outros, tenho uma implicância especial com o bom gosto. Apontar o que há de brega, cafona, fora de moda ou exagerado nas pessoas é uma vaidade disfarçada de virtude.
Dentre as mil formas de se oprimir pelo gosto, uma das que me dão mais raiva é o ponto da carne. Repare com que orgulho o cidadão declara ao garçom, num restaurante, “malpassado”. Fala alto, para que os outros ouçam, como se a pergunta fosse “Onde você se formou?” e a resposta, “Harvard”.
Já o pobre diabo que quer seu bife bem passado é quase um proscrito. Eu sou churrasqueiro. Vejo uma amiga ou amigo se aproximar da grelha e pelo jeito que se arrasta, com o rabo entre as pernas, quase ganindo, sei o que vai pedir. Ela(e) chega bem perto. Inclina o corpo. Com cautela sussurra no meu ouvido como quem pede algo ilícito: “Será que rola sair uma um pouquinho mais bem passada?”.
Venho de uma família dogmática. Minha avó tem uma pousada e no cardápio está escrito, em letras maiores do que as dos pratos: “Não servimos bife bem passado”. “No meu restaurante eu não sirvo comida ruim!”, ela diz. Eu respeito sua posição. Contudo, rompendo com os valores familiares, ajo diferente. Não ao ponto de preferir carne bem passada, mas pelo menos ao de grelhá-la mais pra quem quiser. Acredito que o churrasqueiro é um funcionário público e está a serviço dos comensais, não o contrário.
“Ah, Antonio, mas e o ketchup na pizza?”. (Não sei por que pus entre aspas, sou eu perguntando pra mim mesmo). “E o cream cheese no sushi?”. “E o macarrão no bufê do rodízio?”. Aceitemo-los — assim como vós aceitais essa mesóclise. São todos filhos da Revolução Francesa, frutos da democracia. O preço da liberdade não é só a eterna vigilância. Entram também na conta o Crocs, a estampa de oncinha e o bife esturricado.
(Antônio Prata. Adaptado).