Questões de Concurso Sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português

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Q2538966 Português
Ao se importar com o que os outros pensam, você não faz mais nada da sua vida


Por Fabrício Carpinejar









(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2024/01/ao-se-importar-com-oque-os-outros-pensam-voce-nao-faz-mais-nada-da-sua-vida-clqy25d5n001n015c3p7dsvgi.html – texto
adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que indica uma palavra que NÃO poderia substituir corretamente o vocábulo “gafes” (l. 25) por causar alterações significativas ao sentido do trecho em que ocorre. Desconsidere alterações de gênero das palavras ou na estrutura do texto. 
Alternativas
Q2538312 Português
Considerando a palavra “desenfreado” (l. 03), analise as assertivas a seguir:

I. É um adjetivo.
II. É uma palavra paroxítona.
III. Um sinônimo possível dessa palavra seria “controlado”.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q2538311 Português
Assinale a alternativa que apresenta uma palavra que poderia substituir corretamente o vocábulo “crucial” (l. 21) sem causar alterações significativas ao período em que ocorre.
Alternativas
Q2538249 Português
Urubus urbanos

    Por mais curioso que pareça, é cada vez mais comum olhar para o alto de casas e prédios em ambientes urbanos e deparar-se com urubus acomodados nos telhados. Essas aves, frequentemente interpretadas como sinal de mau agouro, desempenham uma função ecológica nesse contexto urbano.
    A primeira questão que deve ficar clara é que se deve evitar pensamentos supersticiosos em relação aos urubus. Ter um urubu sobre o telhado de sua casa não significa mau agouro, mas sim que provavelmente há algum tipo de carcaça nas proximidades.
    Devido à sua natureza necrófaga, alimentando-se de materiais em decomposição, os urubus exercem uma função específica no ecossistema urbano. O aumento na produção de lixo nas grandes cidades se torna um dos principais atrativos para essas aves.
    A partir da observação do crescimento da quantidade de urubus presentes nas grandes cidades, constata-se que essas aves se adaptaram ao ambiente urbano. O fenômeno começou há pouco mais de uma década, com o número de urubus nas cidades aumentando progressivamente. Até certo momento, os moradores mal percebiam esse aumento; as pessoas achavam curioso quando viam um urubu pousado no telhado do vizinho.
    À medida que essas aves foram se tornando mais à vontade, os moradores passaram a se assustar. Trata-se de um animal com um bico curvo e afiado, pronto para o ataque. Contudo, a questão é que devemos entender que o planeta pertence a todas as espécies vivas que o habitam. Dessa forma, não temos o direito de questionar a presença dos urubus, apenas pensar em soluções que tornem a convivência mais tranquila. 

Cultura Mix - “Significado de Urubu no Telhado”. Com adaptações.
“Essas aves, frequentemente interpretadas como sinal de mau agouro, desempenham uma função ecológica nesse contexto urbano.” No trecho, a palavra sublinhada estabelece uma relação de antonímia com: 
Alternativas
Q2538247 Português
Urubus urbanos

    Por mais curioso que pareça, é cada vez mais comum olhar para o alto de casas e prédios em ambientes urbanos e deparar-se com urubus acomodados nos telhados. Essas aves, frequentemente interpretadas como sinal de mau agouro, desempenham uma função ecológica nesse contexto urbano.
    A primeira questão que deve ficar clara é que se deve evitar pensamentos supersticiosos em relação aos urubus. Ter um urubu sobre o telhado de sua casa não significa mau agouro, mas sim que provavelmente há algum tipo de carcaça nas proximidades.
    Devido à sua natureza necrófaga, alimentando-se de materiais em decomposição, os urubus exercem uma função específica no ecossistema urbano. O aumento na produção de lixo nas grandes cidades se torna um dos principais atrativos para essas aves.
    A partir da observação do crescimento da quantidade de urubus presentes nas grandes cidades, constata-se que essas aves se adaptaram ao ambiente urbano. O fenômeno começou há pouco mais de uma década, com o número de urubus nas cidades aumentando progressivamente. Até certo momento, os moradores mal percebiam esse aumento; as pessoas achavam curioso quando viam um urubu pousado no telhado do vizinho.
    À medida que essas aves foram se tornando mais à vontade, os moradores passaram a se assustar. Trata-se de um animal com um bico curvo e afiado, pronto para o ataque. Contudo, a questão é que devemos entender que o planeta pertence a todas as espécies vivas que o habitam. Dessa forma, não temos o direito de questionar a presença dos urubus, apenas pensar em soluções que tornem a convivência mais tranquila. 

Cultura Mix - “Significado de Urubu no Telhado”. Com adaptações.
“O fenômeno começou há pouco mais de uma década, com o número de urubus nas cidades aumentando progressivamente.” No trecho, a palavra sublinhada pode ser substituída, sem prejuízo de sentido, por:
Alternativas
Q2538211 Português
Assinale a alternativa que apresenta uma palavra que poderia substituir corretamente a palavra “premente” (l. 02) sem causar alterações ao sentido original do texto.
Alternativas
Q2538209 Português
A respeito da palavra com a lacuna pontilhada da linha 24, analise as assertivas a seguir:

I. O espaço pontilhado deve ser preenchido com “ch”.
II. Trata-se de um substantivo masculino que não apresenta variação de gênero.
III. Um sinônimo possível para essa palavra seria “afronta”.


Quais estão corretas?
Alternativas
Q2537645 Português
Leia o texto abaixo e responda à questão.


Davi sofre racismo no BBB: a “energia” que não bate no reality tem cor e é preta

A forma como alguns dos participantes do reality tratam Davi ilustra uma forma sofisticada de racismo estrutural

POR LINIKER XAVIER

A trajetória de Davi Brito Santos de Oliveira no Big Brother Brasil é um espelho das complexidades sociais e raciais do país. Nascido em 2002, ele é parte de uma geração que viu um aumento significativo no registro de nomes bíblicos, reflexo do crescimento do número de evangélicos no Brasil nos anos 2000. Segundo o IBGE, só em 2023, mais de 17 mil meninos foram registrados com o nome “Davi”. São mais de 250 mil em todo o país. A história de Davi do BBB vai além de seu nome. Jovem negro de 21 anos, nordestino, baiano, trabalhando em condições precárias em um aplicativo de transporte. Sem direitos trabalhistas ou férias, personifica os desafios enfrentados por muitos brasileiros que sofrem com a insegurança da informalidade após quatro anos de um governo empenhado no empobrecimento dos direitos trabalhistas.
A forma como alguns participantes do BBB24 tratam Davi ilustra uma forma sofisticada de racismo estrutural, fenômeno sutil e perigoso. Os ataques sofridos por ele no programa não são marcados por agressões diretas ou menções explícitas à cor de sua pele. Manifestam-se através de uma série de padrões duplos e expectativas desiguais, onde as ações de uma pessoa negra são escrutinizadas e penalizadas de maneira mais severa do que as de uma pessoa branca. É um racismo que opera nas entrelinhas, na forma de microagressões e na aplicação de estereótipos negativos.
Neste cenário, as ações de Davi são constantemente monitoradas e julgadas com um rigor que não é aplicado aos participantes brancos. Se Davi se comporta de uma maneira que é considerada aceitável em outros, em seu caso é visto como problemático. Esse padrão duplo é sintoma de um racismo sistêmico mais amplo, que permeia a sociedade brasileira. A sofisticação é um lembrete de que a discriminação racial no Brasil não se limita a atos de violência física ou verbal explícita, mas se estende a uma gama muito mais ampla e sutil de comportamentos e atitudes que perpetuam a desigualdade e a exclusão.
As justificativas para a aversão direcionada a Davi são um exemplo de como o racismo se disfarça em subjetividades e generalizações nebulosas. Frases como “a energia dele não bate” ou “é uma parada instintiva, dá pra ver” são utilizadas para mascarar preconceitos raciais sob o véu da intuição ou da incompatibilidade de personalidades. Quando uma participante afirma que “ele tem todos os gatilhos”, ou “eu nunca gostei dele, eu sempre tive problema pessoal com ele”, revela-se uma tendência preocupante de atribuir negativamente a Davi características que, quando exibidas por participantes brancos, são ignoradas ou até mesmo valorizadas. Essas expressões são ferramentas de um racismo sutil que opera por meio da perpetuação de estereótipos e da manutenção de padrões duplos.
 O que essas justificativas evidenciam é uma dinâmica de exclusão e marginalização não apenas presente no Big Brother Brasil, mas refletiva de uma sociedade que frequentemente recorre a subterfúgios para disfarçar preconceitos. O caso de Davi não é isolado mas um sintoma de um problema maior: a dificuldade em reconhecer e combater formas de racismo que se ocultam atrás de justificativas aparentemente razoáveis. Este padrão de racismo “velado” é tão prejudicial quanto o racismo explícito, pois ele valida a continuidade de práticas discriminatórias, perpetuando um ciclo de exclusão e injustiça.

[...]


Fonte: https://www.cartacapital.com.br/blogs/midiatico/davi-sofre-racismo-no-bbb-a-energia-que-nao-bate-no-reality-temcor-e-e-preta/
No trecho “As justificativas para a aversão direcionada a Davi são um exemplo de como o racismo se disfarça em subjetividades e generalizações nebulosas.”, a palavra destacada, no contexto, significa:
Alternativas
Q2537644 Português
Leia o texto abaixo e responda à questão.


Davi sofre racismo no BBB: a “energia” que não bate no reality tem cor e é preta

A forma como alguns dos participantes do reality tratam Davi ilustra uma forma sofisticada de racismo estrutural

POR LINIKER XAVIER

A trajetória de Davi Brito Santos de Oliveira no Big Brother Brasil é um espelho das complexidades sociais e raciais do país. Nascido em 2002, ele é parte de uma geração que viu um aumento significativo no registro de nomes bíblicos, reflexo do crescimento do número de evangélicos no Brasil nos anos 2000. Segundo o IBGE, só em 2023, mais de 17 mil meninos foram registrados com o nome “Davi”. São mais de 250 mil em todo o país. A história de Davi do BBB vai além de seu nome. Jovem negro de 21 anos, nordestino, baiano, trabalhando em condições precárias em um aplicativo de transporte. Sem direitos trabalhistas ou férias, personifica os desafios enfrentados por muitos brasileiros que sofrem com a insegurança da informalidade após quatro anos de um governo empenhado no empobrecimento dos direitos trabalhistas.
A forma como alguns participantes do BBB24 tratam Davi ilustra uma forma sofisticada de racismo estrutural, fenômeno sutil e perigoso. Os ataques sofridos por ele no programa não são marcados por agressões diretas ou menções explícitas à cor de sua pele. Manifestam-se através de uma série de padrões duplos e expectativas desiguais, onde as ações de uma pessoa negra são escrutinizadas e penalizadas de maneira mais severa do que as de uma pessoa branca. É um racismo que opera nas entrelinhas, na forma de microagressões e na aplicação de estereótipos negativos.
Neste cenário, as ações de Davi são constantemente monitoradas e julgadas com um rigor que não é aplicado aos participantes brancos. Se Davi se comporta de uma maneira que é considerada aceitável em outros, em seu caso é visto como problemático. Esse padrão duplo é sintoma de um racismo sistêmico mais amplo, que permeia a sociedade brasileira. A sofisticação é um lembrete de que a discriminação racial no Brasil não se limita a atos de violência física ou verbal explícita, mas se estende a uma gama muito mais ampla e sutil de comportamentos e atitudes que perpetuam a desigualdade e a exclusão.
As justificativas para a aversão direcionada a Davi são um exemplo de como o racismo se disfarça em subjetividades e generalizações nebulosas. Frases como “a energia dele não bate” ou “é uma parada instintiva, dá pra ver” são utilizadas para mascarar preconceitos raciais sob o véu da intuição ou da incompatibilidade de personalidades. Quando uma participante afirma que “ele tem todos os gatilhos”, ou “eu nunca gostei dele, eu sempre tive problema pessoal com ele”, revela-se uma tendência preocupante de atribuir negativamente a Davi características que, quando exibidas por participantes brancos, são ignoradas ou até mesmo valorizadas. Essas expressões são ferramentas de um racismo sutil que opera por meio da perpetuação de estereótipos e da manutenção de padrões duplos.
 O que essas justificativas evidenciam é uma dinâmica de exclusão e marginalização não apenas presente no Big Brother Brasil, mas refletiva de uma sociedade que frequentemente recorre a subterfúgios para disfarçar preconceitos. O caso de Davi não é isolado mas um sintoma de um problema maior: a dificuldade em reconhecer e combater formas de racismo que se ocultam atrás de justificativas aparentemente razoáveis. Este padrão de racismo “velado” é tão prejudicial quanto o racismo explícito, pois ele valida a continuidade de práticas discriminatórias, perpetuando um ciclo de exclusão e injustiça.

[...]


Fonte: https://www.cartacapital.com.br/blogs/midiatico/davi-sofre-racismo-no-bbb-a-energia-que-nao-bate-no-reality-temcor-e-e-preta/
Em “Manifestam-se através de uma série de padrões duplos e expectativas desiguais, onde as ações de uma pessoa negra são escrutinizadas e penalizadas de maneira mais severa do que as de uma pessoa branca.”, os termos destacados podem ser substituídos, sem prejuízo de sentido no contexto, em: 
Alternativas
Q2537643 Português
Leia o texto abaixo e responda à questão.


Davi sofre racismo no BBB: a “energia” que não bate no reality tem cor e é preta

A forma como alguns dos participantes do reality tratam Davi ilustra uma forma sofisticada de racismo estrutural

POR LINIKER XAVIER

A trajetória de Davi Brito Santos de Oliveira no Big Brother Brasil é um espelho das complexidades sociais e raciais do país. Nascido em 2002, ele é parte de uma geração que viu um aumento significativo no registro de nomes bíblicos, reflexo do crescimento do número de evangélicos no Brasil nos anos 2000. Segundo o IBGE, só em 2023, mais de 17 mil meninos foram registrados com o nome “Davi”. São mais de 250 mil em todo o país. A história de Davi do BBB vai além de seu nome. Jovem negro de 21 anos, nordestino, baiano, trabalhando em condições precárias em um aplicativo de transporte. Sem direitos trabalhistas ou férias, personifica os desafios enfrentados por muitos brasileiros que sofrem com a insegurança da informalidade após quatro anos de um governo empenhado no empobrecimento dos direitos trabalhistas.
A forma como alguns participantes do BBB24 tratam Davi ilustra uma forma sofisticada de racismo estrutural, fenômeno sutil e perigoso. Os ataques sofridos por ele no programa não são marcados por agressões diretas ou menções explícitas à cor de sua pele. Manifestam-se através de uma série de padrões duplos e expectativas desiguais, onde as ações de uma pessoa negra são escrutinizadas e penalizadas de maneira mais severa do que as de uma pessoa branca. É um racismo que opera nas entrelinhas, na forma de microagressões e na aplicação de estereótipos negativos.
Neste cenário, as ações de Davi são constantemente monitoradas e julgadas com um rigor que não é aplicado aos participantes brancos. Se Davi se comporta de uma maneira que é considerada aceitável em outros, em seu caso é visto como problemático. Esse padrão duplo é sintoma de um racismo sistêmico mais amplo, que permeia a sociedade brasileira. A sofisticação é um lembrete de que a discriminação racial no Brasil não se limita a atos de violência física ou verbal explícita, mas se estende a uma gama muito mais ampla e sutil de comportamentos e atitudes que perpetuam a desigualdade e a exclusão.
As justificativas para a aversão direcionada a Davi são um exemplo de como o racismo se disfarça em subjetividades e generalizações nebulosas. Frases como “a energia dele não bate” ou “é uma parada instintiva, dá pra ver” são utilizadas para mascarar preconceitos raciais sob o véu da intuição ou da incompatibilidade de personalidades. Quando uma participante afirma que “ele tem todos os gatilhos”, ou “eu nunca gostei dele, eu sempre tive problema pessoal com ele”, revela-se uma tendência preocupante de atribuir negativamente a Davi características que, quando exibidas por participantes brancos, são ignoradas ou até mesmo valorizadas. Essas expressões são ferramentas de um racismo sutil que opera por meio da perpetuação de estereótipos e da manutenção de padrões duplos.
 O que essas justificativas evidenciam é uma dinâmica de exclusão e marginalização não apenas presente no Big Brother Brasil, mas refletiva de uma sociedade que frequentemente recorre a subterfúgios para disfarçar preconceitos. O caso de Davi não é isolado mas um sintoma de um problema maior: a dificuldade em reconhecer e combater formas de racismo que se ocultam atrás de justificativas aparentemente razoáveis. Este padrão de racismo “velado” é tão prejudicial quanto o racismo explícito, pois ele valida a continuidade de práticas discriminatórias, perpetuando um ciclo de exclusão e injustiça.

[...]


Fonte: https://www.cartacapital.com.br/blogs/midiatico/davi-sofre-racismo-no-bbb-a-energia-que-nao-bate-no-reality-temcor-e-e-preta/
No trecho “Este padrão de racismo “velado” é tão prejudicial quanto o racismo explícito, pois ele valida a continuidade de práticas discriminatórias, perpetuando um ciclo de exclusão e injustiça.”, o termo destacado apresenta o valor semântico de: 
Alternativas
Q2537642 Português
Leia o texto abaixo e responda à questão.


Davi sofre racismo no BBB: a “energia” que não bate no reality tem cor e é preta

A forma como alguns dos participantes do reality tratam Davi ilustra uma forma sofisticada de racismo estrutural

POR LINIKER XAVIER

A trajetória de Davi Brito Santos de Oliveira no Big Brother Brasil é um espelho das complexidades sociais e raciais do país. Nascido em 2002, ele é parte de uma geração que viu um aumento significativo no registro de nomes bíblicos, reflexo do crescimento do número de evangélicos no Brasil nos anos 2000. Segundo o IBGE, só em 2023, mais de 17 mil meninos foram registrados com o nome “Davi”. São mais de 250 mil em todo o país. A história de Davi do BBB vai além de seu nome. Jovem negro de 21 anos, nordestino, baiano, trabalhando em condições precárias em um aplicativo de transporte. Sem direitos trabalhistas ou férias, personifica os desafios enfrentados por muitos brasileiros que sofrem com a insegurança da informalidade após quatro anos de um governo empenhado no empobrecimento dos direitos trabalhistas.
A forma como alguns participantes do BBB24 tratam Davi ilustra uma forma sofisticada de racismo estrutural, fenômeno sutil e perigoso. Os ataques sofridos por ele no programa não são marcados por agressões diretas ou menções explícitas à cor de sua pele. Manifestam-se através de uma série de padrões duplos e expectativas desiguais, onde as ações de uma pessoa negra são escrutinizadas e penalizadas de maneira mais severa do que as de uma pessoa branca. É um racismo que opera nas entrelinhas, na forma de microagressões e na aplicação de estereótipos negativos.
Neste cenário, as ações de Davi são constantemente monitoradas e julgadas com um rigor que não é aplicado aos participantes brancos. Se Davi se comporta de uma maneira que é considerada aceitável em outros, em seu caso é visto como problemático. Esse padrão duplo é sintoma de um racismo sistêmico mais amplo, que permeia a sociedade brasileira. A sofisticação é um lembrete de que a discriminação racial no Brasil não se limita a atos de violência física ou verbal explícita, mas se estende a uma gama muito mais ampla e sutil de comportamentos e atitudes que perpetuam a desigualdade e a exclusão.
As justificativas para a aversão direcionada a Davi são um exemplo de como o racismo se disfarça em subjetividades e generalizações nebulosas. Frases como “a energia dele não bate” ou “é uma parada instintiva, dá pra ver” são utilizadas para mascarar preconceitos raciais sob o véu da intuição ou da incompatibilidade de personalidades. Quando uma participante afirma que “ele tem todos os gatilhos”, ou “eu nunca gostei dele, eu sempre tive problema pessoal com ele”, revela-se uma tendência preocupante de atribuir negativamente a Davi características que, quando exibidas por participantes brancos, são ignoradas ou até mesmo valorizadas. Essas expressões são ferramentas de um racismo sutil que opera por meio da perpetuação de estereótipos e da manutenção de padrões duplos.
 O que essas justificativas evidenciam é uma dinâmica de exclusão e marginalização não apenas presente no Big Brother Brasil, mas refletiva de uma sociedade que frequentemente recorre a subterfúgios para disfarçar preconceitos. O caso de Davi não é isolado mas um sintoma de um problema maior: a dificuldade em reconhecer e combater formas de racismo que se ocultam atrás de justificativas aparentemente razoáveis. Este padrão de racismo “velado” é tão prejudicial quanto o racismo explícito, pois ele valida a continuidade de práticas discriminatórias, perpetuando um ciclo de exclusão e injustiça.

[...]


Fonte: https://www.cartacapital.com.br/blogs/midiatico/davi-sofre-racismo-no-bbb-a-energia-que-nao-bate-no-reality-temcor-e-e-preta/
Podemos inferir que o objetivo do adjetivo destacado presente no subtítulo do texto “A forma como alguns dos participantes do reality tratam Davi ilustra uma forma sofisticada de racismo estrutural” é para:
Alternativas
Q2537473 Português
Assinale a alternativa em que ocorre a mudança de sentido ao se alterar a posição do adjetivo em relação à palavra destacada. 
Alternativas
Q2537469 Português

Leia o texto abaixo e responda à questão.


Oscar 2024 | Como funciona e quais brasileiros fazem parte da Academia?

Por Paulinha Alves





Reprodução/Instagram


Com a revelação dos indicados ao Oscar 2024 na última terça-feira (23) e algumas polêmicas envolvendo a ausência de certos nomes na disputa, é normal que se acenda uma curiosidade no público sobre como funciona e quais pessoas fazem parte da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, organização que vota e é responsável pelo evento.

Fundada ainda em 1927, quando foi realizada a primeira cerimônia do Oscar, a AMPAS (como é conhecida a Academia) possui hoje mais de 10,5 mil membros globais, vindos de diferentes áreas da indústria cinematográfica. Para se ter ideia, há atores, diretores, figurinistas, executivos, produtores, profissionais de efeitos visuais, escritores e muitos outros tipos de especialistas entre seus integrantes.


Para fazer parte desse seleto grupo, o convidado precisa ser convidado pela Academia e “apoiado” por dois outros membros de seu ramo que já fazem parte da organização. A única exceção acontece entre profissionais já indicados ao Oscar, que são automaticamente considerados para adesão, sem precisar de “patrocinadores”.


Embora quase todos os membros da AMPAS sejam elegíveis para a votação do Oscar (há algumas baixas devido a mortes, títulos eméritos, etc), desde 2012 a Academia vem se esforçando para tornar seu quadro de eleitores mais diverso.


Prova disso é que, na época, segundo dados do Los Angeles Times, seus eleitores eram na maioria caucasianos (94%), homens (77%) e com mais de 60 anos (54%), enquanto em 2023, segundo a Variety, esse quadro passou a integrar mais mulheres (40%), pessoas vindas de comunidades étnicas/raciais sub-representadas (34%) e membros de países de fora dos EUA (52%).


Quais brasileiros fazem parte da Academia do Oscar?

Para o Oscar 2024, existem mais de 50 brasileiros integrantes da AMPAS que poderão votar na premiação.


Alguns nomes da lista são figuras bastante conhecidas no país como é o caso da atriz Alice Braga (Eduardo e Mônica) e de sua tia, Sônia Braga (Aquarius), do ator e diretor Wagner Moura (Narcos), do ator e dublador Rodrigo Santoro (Carandiru: O Filme) e da atriz Fernanda Montenegro – indicada ao Oscar de Melhor Atriz em 1999 por Central do Brasil.


Além deles, renomados diretores brasileiros também fazem parte dessa lista, que incluiu Daniel Rezende (Turma da Mônica: Laços), Fernando Meirelles (Cidade de Deus), José Padilha (Tropa de Elite) e Kleber Mendonça Filho (Retratos Fantasmas).

[...] 



Fonte: https://canaltech.com.br/cinema/oscar-2024-como-funciona-equais-brasileiros-fazem-parte-da-academia-276971/

Em “Além deles, renomados diretores brasileiros também fazem parte dessa lista, que incluiu Daniel Rezende (Turma da Mônica: Laços), Fernando Meirelles (Cidade de Deus),...”, a palavra destacada, no contexto, pode ser substituída, sem prejuízo de sentido, por:
Alternativas
Q2537468 Português

Leia o texto abaixo e responda à questão.


Oscar 2024 | Como funciona e quais brasileiros fazem parte da Academia?

Por Paulinha Alves





Reprodução/Instagram


Com a revelação dos indicados ao Oscar 2024 na última terça-feira (23) e algumas polêmicas envolvendo a ausência de certos nomes na disputa, é normal que se acenda uma curiosidade no público sobre como funciona e quais pessoas fazem parte da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, organização que vota e é responsável pelo evento.

Fundada ainda em 1927, quando foi realizada a primeira cerimônia do Oscar, a AMPAS (como é conhecida a Academia) possui hoje mais de 10,5 mil membros globais, vindos de diferentes áreas da indústria cinematográfica. Para se ter ideia, há atores, diretores, figurinistas, executivos, produtores, profissionais de efeitos visuais, escritores e muitos outros tipos de especialistas entre seus integrantes.


Para fazer parte desse seleto grupo, o convidado precisa ser convidado pela Academia e “apoiado” por dois outros membros de seu ramo que já fazem parte da organização. A única exceção acontece entre profissionais já indicados ao Oscar, que são automaticamente considerados para adesão, sem precisar de “patrocinadores”.


Embora quase todos os membros da AMPAS sejam elegíveis para a votação do Oscar (há algumas baixas devido a mortes, títulos eméritos, etc), desde 2012 a Academia vem se esforçando para tornar seu quadro de eleitores mais diverso.


Prova disso é que, na época, segundo dados do Los Angeles Times, seus eleitores eram na maioria caucasianos (94%), homens (77%) e com mais de 60 anos (54%), enquanto em 2023, segundo a Variety, esse quadro passou a integrar mais mulheres (40%), pessoas vindas de comunidades étnicas/raciais sub-representadas (34%) e membros de países de fora dos EUA (52%).


Quais brasileiros fazem parte da Academia do Oscar?

Para o Oscar 2024, existem mais de 50 brasileiros integrantes da AMPAS que poderão votar na premiação.


Alguns nomes da lista são figuras bastante conhecidas no país como é o caso da atriz Alice Braga (Eduardo e Mônica) e de sua tia, Sônia Braga (Aquarius), do ator e diretor Wagner Moura (Narcos), do ator e dublador Rodrigo Santoro (Carandiru: O Filme) e da atriz Fernanda Montenegro – indicada ao Oscar de Melhor Atriz em 1999 por Central do Brasil.


Além deles, renomados diretores brasileiros também fazem parte dessa lista, que incluiu Daniel Rezende (Turma da Mônica: Laços), Fernando Meirelles (Cidade de Deus), José Padilha (Tropa de Elite) e Kleber Mendonça Filho (Retratos Fantasmas).

[...] 



Fonte: https://canaltech.com.br/cinema/oscar-2024-como-funciona-equais-brasileiros-fazem-parte-da-academia-276971/

No trecho “(...)é normal que se acenda uma curiosidade no público sobre como funciona e quais pessoas fazem parte da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, organização que vota e é responsável pelo evento.”, o termo destacado possui, no contexto, o valor semântico de:
Alternativas
Q2537404 Português
Para responder a questão considere o texto a seguir.

      
     


Fonte: UNIVERSIDADE TIRADENTES. Os cuidados com a exposição
excessiva nas redes sociais. Publicado em: 26 set. 2022. Disponível em: .
Acesso em: 24 mar. 2024. (Adaptado)
A expressão “pois”, no subtítulo, NÃO pode ser substituída, sem mudança de significação, por
Alternativas
Ano: 2024 Banca: FUNDATEC Órgão: Prefeitura de Passo Fundo - RS Provas: FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Passo Fundo - RS - Administrador | FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Passo Fundo - RS - Analista de Tecnologia da Informação | FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Passo Fundo - RS - Arquiteto e Urbanista | FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Passo Fundo - RS - Arquivista | FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Passo Fundo - RS - Assistente Social | FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Passo Fundo - RS - Biólogo | FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Passo Fundo - RS - Cirurgião Dentista | FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Passo Fundo - RS - Contador | FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Passo Fundo - RS - Nutricionista | FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Passo Fundo - RS - Médico Veterinário | FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Passo Fundo - RS - Enfermeiro | FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Passo Fundo - RS - Engenheiro Agrônomo | FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Passo Fundo - RS - Engenheiro Civil | FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Passo Fundo - RS - Engenheiro Eletricista | FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Passo Fundo - RS - Pedagogo | FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Passo Fundo - RS - Farmacêutico | FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Passo Fundo - RS - Procurador | FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Passo Fundo - RS - Fonoaudiólogo | FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Passo Fundo - RS - Psicólogo | FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Passo Fundo - RS - Geógrafo | FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Passo Fundo - RS - Terapeuta Ocupacional | FUNDATEC - 2024 - Prefeitura de Passo Fundo - RS - Médico |
Q2537357 Português
O olhar de mil jardas do gaúcho é de quem não acredita em tudo o que foi obrigado a enfrentar 




(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2024/05/o-olhar-de-mil-jardas-dogaucho-e-de-quem-nao-acredita-em-tudo-o-que-foi-obrigado-a-enfrentar.html – texto adaptado especialmente para esta prova). 
Assinale a alternativa que poderia substituir corretamente o vocábulo “abarrotada” (l. 09) sem causar alteração de sentido no trecho em que ocorre.
Alternativas
Q2537196 Português

O que fazer se encontrar cobras, escorpiões ou outros animais peçonhentos em uma enchente?

Por Redação National Geographic Brasil 




(Disponível em: www.nationalgeographicbrasil.com/animais/2024/05/o-que-fazer-se-encontrar-cobrasescorpioes-ou-outros-animais-peconhentos-em-uma-enchente – texto adaptado especialmente para esta prova). 

Assinale a alternativa que indica uma palavra que poderia substituir o vocábulo “consequências” (l. 01), sem causar prejuízo no sentido do trecho em que se encontra.
Alternativas
Q2537150 Português

Leia o texto a seguir:


'Ler é mais importante que estudar', Ziraldo repetia como um

bordão eterno


Obras como 'O Menino Maluquinho' do cartunista, morto aos 91 anos neste sábado, integram o inventário simbólico do Brasil



Ziraldo sempre disse que escrever e desenhar um livro são como gerar e criar um filho. Depois da morte, aos 91 anos, do poeta, designer de primeira, também cartunista, jornalista e cronista que ele foi, sua obra, mais do que nunca, pertence a todos os brasileiros, integra o inventário simbólico do país.


O autor do personagem Menino Maluquinho inventou um padrão visual e um estilo de escrever para o público infantil — nisso reside a principal contribuição para a formação da criança que tinha entre cinco e 12 anos entre 1966 a 1980.


O artista mineiro vivia recluso desde 2018, por causa da saúde debilitada. A causa da morte foi uma falência múltipla dos órgãos, segundo sua filha, Daniela Thomas.


Onde atuou, o Ziraldo deixou marca própria e original. O Pasquim é considerado o principal jornal crítico da contemporaneidade. Ziraldo foi preso político pelo conjunto de edições e produção no semanário, publicado durante a ditadura militar no Brasil, de 1964 a 1985. Entre os intelectuais que o criaram se destacam Paulo Francis, Millôr Fernandes, Jaguar, Luís Carlos Maciel. Nesse momento, o texto vale tanto quanto o cartum, que fala mais alto em tempos de vozes silenciadas, exílios e prisões.


A partir de "A Turma do Pererê", de 1961, e em forma de histórias em quadrinhos, Ziraldo deu início à revisão da literatura infantojuvenil que se produzia na nação. Leitor de Monteiro Lobato, mas fã mesmo de Machado de Assis, o autor cumpriu a fase da releitura dos mitos difundidos às crianças.


Com isso, pôs em xeque o imaginário brasileiro durante pelo menos 50 anos, já que o gibi se transformou em coleções de livros adquiridos pelo governo para escolas públicas. A lenda sincrética do Saci convive com a figura da onça e do indígena brasileiro e com a tartaruga das fábulas herdada do Oriente.


Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2024/04/ler-e-mais-importanteque-estudar-ziraldo-repetia-como-um-bordao.shtml?utm_source=facebook&utm_ medium=social&utm_campaign=fbfolha. Excerto. Acesso em 06 abr. 2024.

Em “Com isso, pôs em xeque o imaginário brasileiro durante pelo menos 50 anos” (6º parágrafo), o significado da expressão destacada é:
Alternativas
Q2537148 Português

Leia o texto a seguir:


'Ler é mais importante que estudar', Ziraldo repetia como um

bordão eterno


Obras como 'O Menino Maluquinho' do cartunista, morto aos 91 anos neste sábado, integram o inventário simbólico do Brasil



Ziraldo sempre disse que escrever e desenhar um livro são como gerar e criar um filho. Depois da morte, aos 91 anos, do poeta, designer de primeira, também cartunista, jornalista e cronista que ele foi, sua obra, mais do que nunca, pertence a todos os brasileiros, integra o inventário simbólico do país.


O autor do personagem Menino Maluquinho inventou um padrão visual e um estilo de escrever para o público infantil — nisso reside a principal contribuição para a formação da criança que tinha entre cinco e 12 anos entre 1966 a 1980.


O artista mineiro vivia recluso desde 2018, por causa da saúde debilitada. A causa da morte foi uma falência múltipla dos órgãos, segundo sua filha, Daniela Thomas.


Onde atuou, o Ziraldo deixou marca própria e original. O Pasquim é considerado o principal jornal crítico da contemporaneidade. Ziraldo foi preso político pelo conjunto de edições e produção no semanário, publicado durante a ditadura militar no Brasil, de 1964 a 1985. Entre os intelectuais que o criaram se destacam Paulo Francis, Millôr Fernandes, Jaguar, Luís Carlos Maciel. Nesse momento, o texto vale tanto quanto o cartum, que fala mais alto em tempos de vozes silenciadas, exílios e prisões.


A partir de "A Turma do Pererê", de 1961, e em forma de histórias em quadrinhos, Ziraldo deu início à revisão da literatura infantojuvenil que se produzia na nação. Leitor de Monteiro Lobato, mas fã mesmo de Machado de Assis, o autor cumpriu a fase da releitura dos mitos difundidos às crianças.


Com isso, pôs em xeque o imaginário brasileiro durante pelo menos 50 anos, já que o gibi se transformou em coleções de livros adquiridos pelo governo para escolas públicas. A lenda sincrética do Saci convive com a figura da onça e do indígena brasileiro e com a tartaruga das fábulas herdada do Oriente.


Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2024/04/ler-e-mais-importanteque-estudar-ziraldo-repetia-como-um-bordao.shtml?utm_source=facebook&utm_ medium=social&utm_campaign=fbfolha. Excerto. Acesso em 06 abr. 2024.

Em “Nesse momento, o texto vale tanto quanto o cartum, que fala mais alto em tempos de vozes silenciadas, exílios e prisões” (4º parágrafo), os termos destacados veiculam o sentido de:
Alternativas
Respostas
2741: D
2742: C
2743: C
2744: D
2745: A
2746: A
2747: E
2748: E
2749: D
2750: A
2751: D
2752: D
2753: A
2754: B
2755: D
2756: C
2757: E
2758: E
2759: C
2760: D