Questões de Concurso
Sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português
Foram encontradas 20.468 questões

I. É um adjetivo.
II. É uma palavra paroxítona.
III. Um sinônimo possível dessa palavra seria “controlado”.
Quais estão corretas?
I. O espaço pontilhado deve ser preenchido com “ch”.
II. Trata-se de um substantivo masculino que não apresenta variação de gênero.
III. Um sinônimo possível para essa palavra seria “afronta”.
Quais estão corretas?
Leia o texto abaixo e responda à questão.
Oscar 2024 | Como funciona e quais brasileiros fazem parte da Academia?
Por Paulinha Alves

Reprodução/Instagram
Com a revelação dos indicados ao Oscar 2024 na última terça-feira (23) e algumas polêmicas envolvendo a ausência de certos nomes na disputa, é normal que se acenda uma curiosidade no público sobre como funciona e quais pessoas fazem parte da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, organização que vota e é responsável pelo evento.
Fundada ainda em 1927, quando foi realizada a primeira cerimônia do Oscar, a AMPAS (como é conhecida a Academia) possui hoje mais de 10,5 mil membros globais, vindos de diferentes áreas da indústria cinematográfica. Para se ter ideia, há atores, diretores, figurinistas, executivos, produtores, profissionais de efeitos visuais, escritores e muitos outros tipos de especialistas entre seus integrantes.
Para fazer parte desse seleto grupo, o convidado precisa ser convidado pela Academia e “apoiado” por dois outros membros de seu ramo que já fazem parte da organização. A única exceção acontece entre profissionais já indicados ao Oscar, que são automaticamente considerados para adesão, sem precisar de “patrocinadores”.
Embora quase todos os membros da AMPAS sejam elegíveis para a votação do Oscar (há algumas baixas devido a mortes, títulos eméritos, etc), desde 2012 a Academia vem se esforçando para tornar seu quadro de eleitores mais diverso.
Prova disso é que, na época, segundo dados do Los Angeles Times, seus eleitores eram na maioria caucasianos (94%), homens (77%) e com mais de 60 anos (54%), enquanto em 2023, segundo a Variety, esse quadro passou a integrar mais mulheres (40%), pessoas vindas de comunidades étnicas/raciais sub-representadas (34%) e membros de países de fora dos EUA (52%).
Quais brasileiros fazem parte da Academia do Oscar?
Para o Oscar 2024, existem mais de 50 brasileiros integrantes da AMPAS que poderão votar na premiação.
Alguns nomes da lista são figuras bastante conhecidas no país como é o caso da atriz Alice Braga (Eduardo e Mônica) e de sua tia, Sônia Braga (Aquarius), do ator e diretor Wagner Moura (Narcos), do ator e dublador Rodrigo Santoro (Carandiru: O Filme) e da atriz Fernanda Montenegro – indicada ao Oscar de Melhor Atriz em 1999 por Central do Brasil.
Além deles, renomados diretores brasileiros também fazem parte dessa lista, que incluiu Daniel Rezende (Turma da Mônica: Laços), Fernando Meirelles (Cidade de Deus), José Padilha (Tropa de Elite) e Kleber Mendonça Filho (Retratos Fantasmas).
[...]
Fonte: https://canaltech.com.br/cinema/oscar-2024-como-funciona-equais-brasileiros-fazem-parte-da-academia-276971/
Leia o texto abaixo e responda à questão.
Oscar 2024 | Como funciona e quais brasileiros fazem parte da Academia?
Por Paulinha Alves

Reprodução/Instagram
Com a revelação dos indicados ao Oscar 2024 na última terça-feira (23) e algumas polêmicas envolvendo a ausência de certos nomes na disputa, é normal que se acenda uma curiosidade no público sobre como funciona e quais pessoas fazem parte da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, organização que vota e é responsável pelo evento.
Fundada ainda em 1927, quando foi realizada a primeira cerimônia do Oscar, a AMPAS (como é conhecida a Academia) possui hoje mais de 10,5 mil membros globais, vindos de diferentes áreas da indústria cinematográfica. Para se ter ideia, há atores, diretores, figurinistas, executivos, produtores, profissionais de efeitos visuais, escritores e muitos outros tipos de especialistas entre seus integrantes.
Para fazer parte desse seleto grupo, o convidado precisa ser convidado pela Academia e “apoiado” por dois outros membros de seu ramo que já fazem parte da organização. A única exceção acontece entre profissionais já indicados ao Oscar, que são automaticamente considerados para adesão, sem precisar de “patrocinadores”.
Embora quase todos os membros da AMPAS sejam elegíveis para a votação do Oscar (há algumas baixas devido a mortes, títulos eméritos, etc), desde 2012 a Academia vem se esforçando para tornar seu quadro de eleitores mais diverso.
Prova disso é que, na época, segundo dados do Los Angeles Times, seus eleitores eram na maioria caucasianos (94%), homens (77%) e com mais de 60 anos (54%), enquanto em 2023, segundo a Variety, esse quadro passou a integrar mais mulheres (40%), pessoas vindas de comunidades étnicas/raciais sub-representadas (34%) e membros de países de fora dos EUA (52%).
Quais brasileiros fazem parte da Academia do Oscar?
Para o Oscar 2024, existem mais de 50 brasileiros integrantes da AMPAS que poderão votar na premiação.
Alguns nomes da lista são figuras bastante conhecidas no país como é o caso da atriz Alice Braga (Eduardo e Mônica) e de sua tia, Sônia Braga (Aquarius), do ator e diretor Wagner Moura (Narcos), do ator e dublador Rodrigo Santoro (Carandiru: O Filme) e da atriz Fernanda Montenegro – indicada ao Oscar de Melhor Atriz em 1999 por Central do Brasil.
Além deles, renomados diretores brasileiros também fazem parte dessa lista, que incluiu Daniel Rezende (Turma da Mônica: Laços), Fernando Meirelles (Cidade de Deus), José Padilha (Tropa de Elite) e Kleber Mendonça Filho (Retratos Fantasmas).
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Fonte: https://canaltech.com.br/cinema/oscar-2024-como-funciona-equais-brasileiros-fazem-parte-da-academia-276971/



O que fazer se encontrar cobras, escorpiões ou outros animais peçonhentos em uma enchente?
Por Redação National Geographic Brasil


Leia o texto a seguir:
'Ler é mais importante que estudar', Ziraldo repetia como um
bordão eterno
Obras como 'O Menino Maluquinho' do cartunista, morto aos 91 anos neste sábado, integram o inventário simbólico do Brasil
Ziraldo sempre disse que escrever e desenhar um livro são como gerar e criar um filho. Depois da morte, aos 91 anos, do poeta, designer de primeira, também cartunista, jornalista e cronista que ele foi, sua obra, mais do que nunca, pertence a todos os brasileiros, integra o inventário simbólico do país.
O autor do personagem Menino Maluquinho inventou um padrão visual e um estilo de escrever para o público infantil — nisso reside a principal contribuição para a formação da criança que tinha entre cinco e 12 anos entre 1966 a 1980.
O artista mineiro vivia recluso desde 2018, por causa da saúde debilitada. A causa da morte foi uma falência múltipla dos órgãos, segundo sua filha, Daniela Thomas.
Onde atuou, o Ziraldo deixou marca própria e original. O Pasquim é considerado o principal jornal crítico da contemporaneidade. Ziraldo foi preso político pelo conjunto de edições e produção no semanário, publicado durante a ditadura militar no Brasil, de 1964 a 1985. Entre os intelectuais que o criaram se destacam Paulo Francis, Millôr Fernandes, Jaguar, Luís Carlos Maciel. Nesse momento, o texto vale tanto quanto o cartum, que fala mais alto em tempos de vozes silenciadas, exílios e prisões.
A partir de "A Turma do Pererê", de 1961, e em forma de histórias em quadrinhos, Ziraldo deu início à revisão da literatura infantojuvenil que se produzia na nação. Leitor de Monteiro Lobato, mas fã mesmo de Machado de Assis, o autor cumpriu a fase da releitura dos mitos difundidos às crianças.
Com isso, pôs em xeque o imaginário brasileiro durante pelo menos 50 anos, já que o gibi se transformou em coleções de livros adquiridos pelo governo para escolas públicas. A lenda sincrética do Saci convive com a figura da onça e do indígena brasileiro e com a tartaruga das fábulas herdada do Oriente.
Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2024/04/ler-e-mais-importanteque-estudar-ziraldo-repetia-como-um-bordao.shtml?utm_source=facebook&utm_ medium=social&utm_campaign=fbfolha. Excerto. Acesso em 06 abr. 2024.
Leia o texto a seguir:
'Ler é mais importante que estudar', Ziraldo repetia como um
bordão eterno
Obras como 'O Menino Maluquinho' do cartunista, morto aos 91 anos neste sábado, integram o inventário simbólico do Brasil
Ziraldo sempre disse que escrever e desenhar um livro são como gerar e criar um filho. Depois da morte, aos 91 anos, do poeta, designer de primeira, também cartunista, jornalista e cronista que ele foi, sua obra, mais do que nunca, pertence a todos os brasileiros, integra o inventário simbólico do país.
O autor do personagem Menino Maluquinho inventou um padrão visual e um estilo de escrever para o público infantil — nisso reside a principal contribuição para a formação da criança que tinha entre cinco e 12 anos entre 1966 a 1980.
O artista mineiro vivia recluso desde 2018, por causa da saúde debilitada. A causa da morte foi uma falência múltipla dos órgãos, segundo sua filha, Daniela Thomas.
Onde atuou, o Ziraldo deixou marca própria e original. O Pasquim é considerado o principal jornal crítico da contemporaneidade. Ziraldo foi preso político pelo conjunto de edições e produção no semanário, publicado durante a ditadura militar no Brasil, de 1964 a 1985. Entre os intelectuais que o criaram se destacam Paulo Francis, Millôr Fernandes, Jaguar, Luís Carlos Maciel. Nesse momento, o texto vale tanto quanto o cartum, que fala mais alto em tempos de vozes silenciadas, exílios e prisões.
A partir de "A Turma do Pererê", de 1961, e em forma de histórias em quadrinhos, Ziraldo deu início à revisão da literatura infantojuvenil que se produzia na nação. Leitor de Monteiro Lobato, mas fã mesmo de Machado de Assis, o autor cumpriu a fase da releitura dos mitos difundidos às crianças.
Com isso, pôs em xeque o imaginário brasileiro durante pelo menos 50 anos, já que o gibi se transformou em coleções de livros adquiridos pelo governo para escolas públicas. A lenda sincrética do Saci convive com a figura da onça e do indígena brasileiro e com a tartaruga das fábulas herdada do Oriente.
Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2024/04/ler-e-mais-importanteque-estudar-ziraldo-repetia-como-um-bordao.shtml?utm_source=facebook&utm_ medium=social&utm_campaign=fbfolha. Excerto. Acesso em 06 abr. 2024.


