Questões de Concurso
Comentadas sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português
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“Uma revista mais ou menos frívola...” “Sem pensar demasiado...” “...pelas ruas de uma cidade estranha...”
As palavras “frívola”, “demasiado” e “estranha” foram, correta e sequencialmente, substituídas por sinônimos em:
I. No texto, o vocábulo "Brasil" é um substantivo masculino. II. No trecho "entrou em vigor em 2014", o vocábulo "vigor" é sinônimo de abatimento e debilidade.
Marque a alternativa CORRETA:
Os primeiros experimentos tiveram de ser abandonados por causa dos efeitos adversos, uma vez que não havia nenhuma maneira segura de extrair os genes alterados e substituí-los por outros normais. A morte de vários pacientes retardou a investigação e as expectativas criadas. O grande salto que aconteceu agora se deve à descoberta — em 2013 — de uma nova técnica de edição genética, chamada CRISPR, que não só permite copiar e colar genes ou porções do genoma como fazê-lo facilmente e a custos muito mais baixos do que as técnicas anteriores. Seu desenvolvimento foi vertiginoso. Depois de demonstrar eficácia em animais, os primeiros testes em humanos foram autorizados em 2016.
• Isso nos trouxe inúmeras vantagens (…). Mas foram igualmente relevantes as perdas…
No contexto em que são empregados, a mesma relação de sentido existente entre os termos destacados na passagem também está presente entre os termos destacados nas seguintes frases:
I. Em “escolas ancestrais e modernas”, os adjetivos são utilizados como antônimos. II. Em “faça do seu alimento o seu remédio”, o verbo “fazer” está no modo imperativo. III. A palavra “guru” remete aos sentidos de “conselheiro”, “guia”, “mentor”. IV. As expressões “mito” e “ciência verificável” são utilizadas como sinônimas.
Assinale a alternativa correta.

As pessoas vêm ao Google para procurar por informações que possam confiar, e essa informação costuma vir de matérias de jornalistas e veículos de notícias em todo o mundo. Ao passo que a demanda pelo jornalismo de qualidade está mais alta do que nunca, os negócios no jornalismo estão sob pressão, já que as publicações em todo o mundo encaram os desafios de uma transição do setor para o digital.
Esse é um assunto muito importante para o Google. Afinal, nossa missão de construir um mundo mais informado está inerentemente vinculada ao que jornalistas e veículos de imprensa produzem. Nossa missão também reflete em interesses dos negócios. Plataformas como a Busca e o YouTube dependem de um ecossistema saudável com jornais e editoras produzindo ótimos conteúdos digitais. Por essa razão é tão importante para nós incentivar receitas e negócios sustentáveis. No último ano, pagamos 12,6 bilhões de dólares a parceiros e direcionamos 10 bilhões de cliques por mês a sites de editoras e jornais, de graça.
Ao longo dos últimos anos, trabalhamos com editores para elevar conteúdos precisos e de qualidade a fim de impedir a disseminação de informações enganosas. Em nossas próprias plataformas, estamos focados em combater informações enganosas em casos de notícias de última hora. Agentes ruins geralmente segmentam as últimas notícias nas plataformas do Google, aumentando a probabilidade de que as pessoas estejam expostas a conteúdo impreciso. Então, treinamos nossos sistemas para reconhecer esses eventos e ajustar nossos sinais para um conteúdo mais confiável.
Trechos do artigo “Google News: construindo um
futuro mais forte para notícias.” Postado por Philipp
Schindler, no Blog do Google Brasil. Março de 2018.
Analise o trecho:
“o valor mais importante é nang, a honra. A pior coisa que pode acontecer a um pachtum é a desonra. A vergonha é algo terrível para um homem pachtum.”
Quanto às palavras destacadas, assinale a alternativa CORRETA.
Texto I
A entrada em pauta, no Supremo Tribunal Federal (STF), do caso que discute a validade do foro por prerrogativa de função nos faz lembrar que está parada no Congresso a proposta de emenda à Constituição que pretende, justamente, acabar com esse instituto popularmente conhecido como foro privilegiado.
Trata-se de uma demanda urgente e necessária. Afinal de contas, já se passaram 128 anos da proclamação da República e 32 anos do fim da ditadura militar. Não faz mais sentido mantermos no arcabouço legal alguns privilégios típicos de impérios e ditaduras.
É desejável e salutar que o Congresso retome a discussão porque, no processo legislativo, diferentemente do que ocorre no tribunal, é possível ampliar o foco e incluir no debate, por exemplo, o fato de o foro não ser o único instituto usado de forma distorcida em nosso arcabouço jurídico.
A questão não deveria ser, pura e simplesmente, colocar abaixo o instrumento do foro por prerrogativa de função, que foi criado originalmente para proteger os cargos e as instituições — não os seus ocupantes. O alvo da investida deve ser todo o sistema de privilégios.
Mudar o texto constitucional é um movimento muito sério, que deve servir ao aperfeiçoamento do sistema normativo.
Por isso, precisa ser precedido de um debate igualmente sério e aprofundado — o que, infelizmente, é raramente feito no Brasil. Tanto é assim que, desde 1988, quando foi promulgada nossa atual Constituição, já foram feitas 96 emendas. Nos Estados Unidos, cuja Constituição data de 1787, foram feitas só 27 emendas — a última, de 1992, proibiu deputados e senadores de aumentarem o próprio salário.
Mergulhado em profunda crise política e institucional, o país tem grande demanda por valores éticos mais rígidos, sobretudo com relação ao trato da coisa pública e à aplicação dos princípios da equidade perante a lei. Nesse sentido, o foro privilegiado não é a única afronta à igualdade de todos perante a lei.
É preciso inserir nesse debate a concessão indiscriminada de carros oficiais, de escoltas armadas, de viagens de avião, de auxílio-moradia, de jantares, de festas pagas com dinheiro público e diversos outros exemplos.
(...)
Para retomar os rumos definidos na Constituição, é preciso banir as regalias e definir quais são as pouquíssimas funções que realmente requerem atenção do Judiciário contra as oscilações de adversários políticos e do mercado. Isso é proteger as instituições, não seus ocupantes.
A existência de milhares de detentores de foro e de outros privilégios, como ocorre hoje, é uma distorção cruel da lei.
LAMACHIA, Claudio. “Acabar com privilégios e proteger a República”.
Disponível em:
<http://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2017/11/1937454-acabar-com-privilegios-e-proteger-a-republica.shtml>. Acesso em: 25/03/2018.