Questões de Concurso Comentadas sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português

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Q1789452 Português
Leia o TEXTO  e responda à questão.

TEXTO 

Energias alternativas podem gerar 1 milhão de empregos no Brasil
Com investimentos em energias alternativas, o Brasil pode gerar mais de 1 milhão de empregos e reduzir em 28 toneladas a emissão de CO² até 2025.

   Nos próximos cinco anos, os investimentos da indústria de energia alternativa, como a solar e a eólica, e o impacto da digitalização das cidades podem gerar mais de 1,2 milhão de novos empregos no país.
   A análise é do Fórum Econômico Mundial, em parceria com a Accenture, empresa global de serviços profissionais, que ouviu mais de 25 empresas de serviços públicos globais e empresas de tecnologia de energia.
   Além dos empregos, esses investimentos deverão resultar na redução de 28 toneladas de emissão de CO² (dióxido de carbono). O estudo foi feito em várias regiões, explorando o caminho das concessionárias em meio à pandemia e as oportunidades para acelerar o crescimento econômico e a transição para a energia limpa.
   O Grupo de Ação da Indústria, formado por mais de 25 empresas, buscou avaliar de forma holística os resultados econômicos, ambientais, sociais, bem como desdobramentos técnicos de potenciais soluções de energia.
   Segundo a Accenture, foram mapeados diversos elementos da cadeia de valor do setor elétrico no país, como emissão de gás carbônico, pegadas d’água, acesso a eletricidade, qualidade do ar, resiliência e segurança do setor, qualidade de serviços e flexibilidade.
   No entanto, foram outros aspectos que se destacaram no cenário nacional, como: impactos no emprego e na economia, eficiência do setor e produtividade, investimento estrangeiro, atualização de sistemas e competitividade.
Setor elétrico deve triplicar até 2050
   Com o mapeamento do setor elétrico brasileiro, foi possível identificar um modelo que pode direcionar a transformação e atualização do país em termos de energia, utilizando sua grande fonte de energia hidrelétrica como alicerce para sustentar a população.
   Simultaneamente a isso, investimentos em fontes alternativas de energia ganham força, como a solar e a eólica, bem como investimentos em cidades integradas e inteligentes.
  A demanda por energia no país deve triplicar até 2050, fortalecendo a necessidade de investimentos. Para isso, segundo o estudo, o Brasil deverá precisar de, pelo menos, 38 novas linhas de distribuição de energia com mais de 5 mil km de extensão.
   Na prática, isso significa um investimento de mais de R$10 bilhões, segundo dados da Empresa de Pesquisa Energética, articulada com o Ministério de Minas e Energia e o Ministério da Economia.
(...)
Folha Dirigida. Reportagem: Energias Alternativas podem gerar 1 milhão de empregos no Brasil. [Fragmento].
(Disponível em: https://folhadirigida.com.br/mais/noticias/sustentabilidade/energias-alternativas-podem-gerar-1-milhao-de-empregos-no-brasil .)
No trecho “buscou avaliar de forma holística os resultados econômicos, ambientais”, o termo “holística” significa
Alternativas
Ano: 2021 Banca: IDECAN Órgão: PEFOCE Prova: IDECAN - 2021 - PEFOCE - Auxiliar de Perícia |
Q1789366 Português
Acerca da estrutura gramatical das falas dos quadrinhos, analise as afirmativas a seguir:
I. Em português, “não bebi cerveja nenhuma” significa, na verdade, que ele bebeu cerveja, por conta da dupla negação. II. O segmento “cerveja nenhuma” poderia ser substituído por “cerveja alguma”, sem alteração de sentido. III. Depois da palavra “casa” poderia vir um ponto no lugar da vírgula, sem provocar alteração de sentido ou incorreção gramatical.
Assinale
Alternativas
Ano: 2021 Banca: IDECAN Órgão: PEFOCE Prova: IDECAN - 2021 - PEFOCE - Auxiliar de Perícia |
Q1789360 Português
Considera que a alimentação se expressa em representações, envolve escolhas, símbolos e classificações que mostram as visões sobre a história e as tradições alimentares. (linhas 13 e 14).
A respeito do período acima, analise as afirmativas a seguir:
I. Em "as visões sobre a história e as tradições alimentares”, se se entender “tradições alimentares” como termo vinculado a “visão”, há ambiguidade. Il. Em “envolve escolhas, símbolos e classificações”, ocorre falta de paralelismo sintático. III. Em “que mostram as visões sobre a história e as tradições alimentares”, por questões de paralelismo, a presença de uma segunda ocorrência da conjunção “sobre” antes de “as tradições alimentares” garante que este seja termo vinculado à palavra “visões”.
Assinale
Alternativas
Q1788727 Português

Altos e baixos na política

(Milton Santos) 


    É pelo menos insólita a insistência dos nossos círculos oficiais em querer separar, de modo absoluto, o que é político do que não é. Assim, toda a ação sindical, toda reclamação da igreja, em suma, todo movimento social, ao postular mudanças, é criticado como inadequado e até mesmo hostil à democracia, já que não lhe cabe fazer o que chamam de política. Ao contrário, as atividades dos lobbies e as exigências de reforma do Estado feitas pelas empresas não são tidas como atividades políticas. Essa parcialidade é tanto mais gritante quando todos sabemos que o essencial na produção da política do Estado tem como atores principais as grandes empresas, cabendo aos políticos propriamente ditos e ao aparelho do Estado um papel de figurantes secundários, quando não de meros porta– vozes.

    A política se caracteriza como exercício de uma ação ou defesa de uma ideia destinada a mudar o curso da história. No mundo da globalização, onde a técnica e o discurso são dados obrigatórios das atividades hegemônicas, o induzimento à política é exponencial. O mundo da técnica cientificizada é também o mundo das regras, de cujo uso adequado depende da maior ou menor eficácia dos instrumentos disponíveis. [...]

(Folha de São Paulo, 1/10/2000)

O texto é introduzido por uma avaliação do autor que se revela por meio do adjetivo “insólita” apresentando o sentido de:
Alternativas
Q1788102 Português
Leia o TEXTO e responda à questão.

TEXTO
Bitcoin
O Bitcoin funciona como uma espécie de “dinheiro da internet” e conta com carteira virtual e um site específico para transações comerciais.

   O Bitcoin (BTC) é um tipo de moeda virtual também chamado de criptomoeda. É como se fosse uma espécie de dinheiro da internet, mas que não apresenta um sistema centralizado de controle sobre as suas trocas comerciais, tais como um banco central, ao contrário do que acontece com as moedas do “mundo real”. O termo bitcoin também é designado para o software utilizado para a criação e controle da moeda.
   O nome bit não faz referência a byte, como muitos podem pensar, mas sim a uma rede de compartilhamento ponto a ponto (P2P), chamada de BitTorrent, em que cada usuário é anônimo e possui o mesmo valor. É o que acontece com a moeda virtual.
   Apesar de ser a mais conhecida e amplamente aclamada no mundo da internet, o Bitcoin não é a única criptomoeda existente. Os destaques da concorrência vão para o Litecoin e o Mastercoin, mas nenhum deles possui a representatividade do Bitcoin, a principal moeda virtual do mundo atualmente.
   A origem do Bitcoin é atribuída a Dorian Nakamoto, um codinome que seria utilizado por Satoshi Nakamoto, apesar de ele sempre negar a suposta criação que, ao menos oficialmente, permanece no anonimato.
   Como adquirir bitcoins?
  Para poder adquirir dinheiro em forma de bitcoins, seja para investimento, seja para diversão, o usuário primeiramente precisa criar a sua carteira virtual, que funciona como uma espécie de ponto virtual onde todos os bitcoins ficam armazenados, categorizando um tipo de conta bancária livre de taxas e impostos. Essa carteira só pode ser criada no site oficial da blockchain (cadeia de blocos). Cada unidade possui uma numeração específica, protegida por criptografia.
   Para evitar fraudes ou golpes, como a cópia ou duplicação de moedas, além de falsas transações e outros tipos de crimes, há um poderoso sistema de segurança e controle. Basicamente, quando há uma troca comercial entre duas carteiras virtuais, ela é publicada no site da blockchain em forma de código, que é verificado por softwares específicos voltados para essa função.
   Para que uma pessoa obtenha bitcoins, ela pode fazer uma transação comercial, recebendo a moeda virtual em troca de serviços ou produtos, como uma negociação comum. Outro método é comprar diretamente bitcoins, trocando as moedas oficiais (tais como o real e o dólar) de acordo com a cotação de mercado, de forma que, quanto mais caro for o bitcoin, mais dinheiro você precisará para adquirilo. Esse processo poderá ser feito on-line somente no próprio site da blockchain, o mesmo da carteira virtual, além de caixas eletrônicos criados para isso, o que praticamente não existe no Brasil.
   Há, dessa forma, muitas pessoas que utilizam o bitcoin como uma forma de especulação, comprando moedas quando elas estão desvalorizadas e baratas para depois revendê-las quando elas valorizarem em relação às moedas oficiais. Há relatos de pessoas que se tornaram rapidamente ricas com esse tipo de especulação, que, no entanto, é um processo bastante arriscado.
   [...]
   Vantagens e desvantagens da moeda digital
  Criptomoedas com esse tipo de funcionamento possuem pontos positivos e negativos. Entre as vantagens do bitcoin, podemos citar a falta de um governo ou banco central para controlar e alterar o funcionamento da moeda e o baixo número de transações. Entre as desvantagens do bitcoin, destacam-se a instabilidade da moeda, que hoje pode valer muito e amanhã nem tanto, o seu risco em termos de falha na segurança e, principalmente, o seu uso indiscriminado em atividades ilícitas, facilitando lavagens de dinheiro.
  Independentemente de suas vantagens e riscos, o bitcoin vem crescendo substancialmente nos últimos anos, embora vários governos não reconheçam o seu uso, havendo alguns que se posicionam totalmente contrários a esse tipo de prática, a exemplo da Rússia. No Brasil, com o crescimento dessa moeda alternativa (que é vista oficialmente como um tipo de ação, e não como moeda propriamente dita), existe um estudo para garantir que elas sejam incluídas no sistema de declaração do imposto de renda.  
(Disponível em: Bitcoin. Como funciona o Bitcoin? - https://mundoeducacao.uol.com.br/geografia/bitcoin.htm). 
No trecho “Independentemente de suas vantagens e riscos, o bitcoin vem crescendo substancialmente nos últimos anos (...)”, o termo “substancialmente” significa
Alternativas
Q1788067 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO

Meiguice
(Adelina Lopes Vieira)

Deram à linda Clarisse
uma gatinha mimosa,
tão branca, tão carinhosa,
tão engraçada, tão mansa
que a encantadora criança
por nome lhe pôs — Meiguice.

Tinha bom leite ao almoço
e biscoitos e bolinhos;
dormia em sedas e armarinhos,
e ronronava fagueira
quando sentia a coleira
de fita azul, no pescoço.

Clarisse amava deveras
a bichinha cor de neve
e a gata, nervosa e leve,
adorava a pequenita;
e tinham graça infinita,
estas amigas sinceras!

Veio Raul, o mais louro
e traquinas dos rapazes,
forte e audaz entre os audazes,
fanfarrão e desordeiro;
correu a casa ligeiro
indo encontrar o tesouro,

a doce e branca Meiguice,
deitada comodamente
na cama fofinha e quente
da prima, e gritou: — Que vejo?
um bicho tão malfazejo,
sobre o leito de Clarisse!

E... zás, suspendeu a gata
pela coleira de fita,
atirou a pobrezita,
ao jardim e, satisfeito,
à priminha o heroico feito
foi contar como bravata.

Debatia-se Meiguice,
no lago, fria, transida,
a morrer.
O gaticida
sentiu remorso pungente
ao ver o pranto tremente
no olhar azul de Clarisse.

E... correndo, denodado,
deitou-se ao lago profundo,
(dois palmos d'água); do fundo
tirou Meiguice, e ofegante
disse em tom dilacerante:
— Salvei-a!
— Estou perdoado?

(Disponível em: dominiopublico.gov.br)
“e ronronava fagueira...” A palavra destacada no verso do poema tem seu sinônimo expresso na alternativa:
Alternativas
Q1787291 Português
Leia o TEXTO I e responda à questão.

TEXTO I
Energias alternativas podem gerar 1 milhão de empregos no Brasil
Com investimentos em energias alternativas, o Brasil pode gerar mais de 1 milhão de empregos e reduzir em 28 toneladas a emissão de CO² até 2025.

   Nos próximos cinco anos, os investimentos da indústria de energia alternativa, como a solar e a eólica, e o impacto da digitalização das cidades podem gerar mais de 1,2 milhão de novos empregos no país.
   A análise é do Fórum Econômico Mundial, em parceria com a Accenture, empresa global de serviços profissionais, que ouviu mais de 25 empresas de serviços públicos globais e empresas de tecnologia de energia.
   Além dos empregos, esses investimentos deverão resultar na redução de 28 toneladas de emissão de CO² (dióxido de carbono). O estudo foi feito em várias regiões, explorando o caminho das concessionárias em meio à pandemia e as oportunidades para acelerar o crescimento econômico e a transição para a energia limpa.
   O Grupo de Ação da Indústria, formado por mais de 25 empresas, buscou avaliar de forma holística os resultados econômicos, ambientais, sociais, bem como desdobramentos técnicos de potenciais soluções de energia.
   Segundo a Accenture, foram mapeados diversos elementos da cadeia de valor do setor elétrico no país, como emissão de gás carbônico, pegadas d’água, acesso a eletricidade, qualidade do ar, resiliência e segurança do setor, qualidade de serviços e flexibilidade.
   No entanto, foram outros aspectos que se destacaram no cenário nacional, como: impactos no emprego e na economia, eficiência do setor e produtividade, investimento estrangeiro, atualização de sistemas e competitividade.
   Setor elétrico deve triplicar até 2050
   Com o mapeamento do setor elétrico brasileiro, foi possível identificar um modelo que pode direcionar a transformação e atualização do país em termos de energia, utilizando sua grande fonte de energia hidrelétrica como alicerce para sustentar a população.
   Simultaneamente a isso, investimentos em fontes alternativas de energia ganham força, como a solar e a eólica, bem como investimentos em cidades integradas e inteligentes.
   A demanda por energia no país deve triplicar até 2050, fortalecendo a necessidade de investimentos. Para isso, segundo o estudo, o Brasil deverá precisar de, pelo menos, 38 novas linhas de distribuição de energia com mais de 5 mil km de extensão.
   Na prática, isso significa um investimento de mais de R$10 bilhões, segundo dados da Empresa de Pesquisa Energética, articulada com o Ministério de Minas e Energia e o Ministério da Economia.
   (...)
Folha Dirigida. Reportagem: Energias Alternativas podem gerar 1 milhão de empregos no Brasil. [Fragmento]. (Disponível em: https://folhadirigida.com.br/mais/noticias/sustentabilidade/energias-alternativas-podem-gerar-1-milhao-de-empregos-no-brasil .)
No trecho “buscou avaliar de forma holística os resultados econômicos, ambientais”, o termo “holística” significa
Alternativas
Q1787175 Português
TEXTO
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

A IMPORTÂNCIA DA TECNOLOGIA EDUCACIONAL
(1º§) Os jovens hoje em dia estão ligados a uma 'sociedade digital' com o grande avanço tecnológico e meios de comunicação, mas isso tem gerado muitas questões. A tecnologia não tem mais como ser evitada, principalmente pelos jovens e adolescentes, e no ambiente escolar não é diferente, e isso vem gerando muitas opiniões diversas na sociedade. Mas todos nós somos cientes de que o uso dos aparelhos digitais melhoram e favorecem o trabalho nas escolas, tornando-o mais criativo, dinâmico e envolvente. Os membros das próprias escolas precisam reconhecer que o celular é sim importante, e que para os pais, é um meio de monitoramento da trajetória diária dos filhos, no qual é um fácil contato entre eles. 
(2º§) O objetivo dos educadores deveria ser apenas conscientizar os próprios do uso indevido, e não proibir. O celular pode ser utilizado facilmente como um organizador, que contém um acesso muito rápido, assim ajudando o desempenho didático. Nós, jovens, temos capacidade de raciocinar e observar várias coisas ao mesmo tempo, e com o celular não iria ser diferente, como por exemplo: podemos copiar e ouvir uma explicação na sala de aula, tocar e cantar em um instrumento musical sem problema algum.
(3º§) Antes não dependíamos tanto da tecnologia, mas quanto mais ela cresce, mais a violência aumenta absurdamente seu índice, e assim segue preocupando mais os próprios pais que, às vezes passam o dia todo longe. A nova era digital tem que ser considerada pelas escolas uma aliada, e não inimiga. Sou a favor da conscientização dos alunos, mas não da proibição em si, o aluno que tiver responsabilidade, não deixará o objeto digital atrapalhar seus estudos e conhecimentos adquiridos, assim ele será útil no momento certo, sem afetar o seu desempenho mental. (...)

(https://meuartigo.brasilescola.uol.com.br/redacao/a-importancia-tecnologia-educa cional.htm) - (Adaptado)
Analise as assertivas seguintes:
I.O período: "Os membros das próprias escolas precisam reconhecer que o celular é sim importante, e que para os pais, é um meio de monitoramento da trajetória diária dos filhos, no qual é um fácil contato entre eles" inicia com oração escrita com os termos essenciais dispostos na ordem direta, cujo predicado é formado por locução verbal seguida de conjunção subordinativa integrante estruturando uma oração subordinativa substantiva objetiva direta. II.Sobre o primeiro período do (3º§), pode-se afirmar, corretamente, que dentre os componentes linguísticos, temos: um verbo no pretérito imperfeito do modo indicativo, um verbo que faz sinônimo com "cresce", uma expressão com pronome possessivo e substantivo trissílabo proparoxítono exercendo função sintática de objeto direto, e expressões que transmitem ideia de proporcionalidade. III.A crase da expressão: "às vezes passam o dia todo longe" é obrigatória porque faz parte da própria expressão. IV.Sobre as palavras da série numérica crescente: "próprias¹, questões², ciente³" pode-se afirmar corretamente: temos exemplo de encontros consonantais (1), temos exemplo de dígrafo e ditongo nasal (2), temos exemplo de hiato (3). V.Os verbos da série numérica crescente dos termos do segundo período de (3º§): "A nova era¹ digital tem² que ser³ considerada pelas escolas uma aliada, e não inimiga" são todos de segunda conjugação e estão no presente do modo indicativo. VI.Nas expressões: "favorecem o trabalho", "precisam reconhecer que o celular" e "assim ajudando o desempenho didático" temos três exemplos de uso de pronomes oblíquos átonos em posição de próclise.
Está (ão) CORRETA (S):
Alternativas
Q1786917 Português
TEXTO
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O DOMÍNIO DA NORMA CULTA NA ERA DIGITAL
(1º§) A norma culta da Língua Portuguesa tem dificuldades por ser diferente da norma popular, da oralidade, da livre pronunciação, do coloquialismo. Assim sendo, dominá-la está se tornando cada vez mais importante para o sucesso de profissionais de todas as áreas. Em eras passadas, quando diretores, superintendentes e gerentes podiam contar com uma secretária, a falta de domínio da Língua Portuguesa não era tão notada, afinal, quem precisava escrever corretamente era ela. Hoje, isso mudou. Com as empresas cada vez mais "enxutas", muitas vezes os executivos ou não possuem nenhum ajudante ou precisam dividir a mesma assistente, obrigando-se a compartilhar os serviços de uma só pessoa, normalmente a sua secretária.
(2º§) Assim, obrigatoriamente, tiveram que começar a escrever relatórios, preparar documentos e enviar e-mails. Por que tanto obstáculo para escrever ideias sequenciadas na elaboração de um texto, sendo ele comumente feito sob forma de redação oficial? Medo ou despreparo linguístico? Importa cuidar da comunicação de forma clara, correta e elegante, mesmo com tanta praticidade da era digital.
(3º§) Qual o motivo de tanta dificuldade para elaborar um bom texto oficial, como: carta comercial, ofício, relatório, dentre muitos outros? Resumidamente, o português é um idioma muito complexo e uma das principais dificuldades é que a norma culta é bastante diferente da língua normalmente falada.
(4º§) E a falta de domínio do idioma pode comprometer profundamente a imagem do profissional, colocando em dúvida a qualidade de seu trabalho. A imagem negativa projetada pela má comunicação dos funcionários é muito mal recebida tanto pelo público interno como o externo (clientes e concorrentes). Todos têm que conhecer a língua que falam, a língua oficial de sua pátria.
(5º§) Nesse contexto, falar corretamente é fundamental para o sucesso de uma organização, e os empregadores valorizam cada vez mais os funcionários que sabem se expressar com fluência e corretamente. É preciso preparo e valorização da Língua Portuguesa.
(6º§) Aqueles que cometem erros de português ao falar e não são capazes de escrever dez linhas gramaticalmente corretas e com clareza, passam aos outros uma péssima imagem de pessoa mal informada, de nível cultural baixo, que não lê. Ou seja, podem ser grandes especialistas em suas áreas de atuação, mas que provavelmente não poderão transmitir seus valores.
(7º§) O avanço da comunicação digital tem aumentado a necessidade de o profissional escrever. O número de mensagens que circulam nas empresas aumenta exponencialmente ano a ano. Nunca se escreveu tanto, embora não esteja aí qualquer indício de qualidade dos textos produzidos. (...)

(Ana Cláudia Madaleno é professora de Português nos cursos de graduação da FIAP - Faculdade de Informática e Administração Paulista - e da Faculdade Módulo) - (Adaptado) (http://www.via6.com/topico.php?tid=163923&cid=)
Se o substantivo da expressão "eras passadas" for usado no sentido de "pontos definidos no tempo", não se deve admitir como sinônimo:
Alternativas
Q1786915 Português
TEXTO
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O DOMÍNIO DA NORMA CULTA NA ERA DIGITAL
(1º§) A norma culta da Língua Portuguesa tem dificuldades por ser diferente da norma popular, da oralidade, da livre pronunciação, do coloquialismo. Assim sendo, dominá-la está se tornando cada vez mais importante para o sucesso de profissionais de todas as áreas. Em eras passadas, quando diretores, superintendentes e gerentes podiam contar com uma secretária, a falta de domínio da Língua Portuguesa não era tão notada, afinal, quem precisava escrever corretamente era ela. Hoje, isso mudou. Com as empresas cada vez mais "enxutas", muitas vezes os executivos ou não possuem nenhum ajudante ou precisam dividir a mesma assistente, obrigando-se a compartilhar os serviços de uma só pessoa, normalmente a sua secretária.
(2º§) Assim, obrigatoriamente, tiveram que começar a escrever relatórios, preparar documentos e enviar e-mails. Por que tanto obstáculo para escrever ideias sequenciadas na elaboração de um texto, sendo ele comumente feito sob forma de redação oficial? Medo ou despreparo linguístico? Importa cuidar da comunicação de forma clara, correta e elegante, mesmo com tanta praticidade da era digital.
(3º§) Qual o motivo de tanta dificuldade para elaborar um bom texto oficial, como: carta comercial, ofício, relatório, dentre muitos outros? Resumidamente, o português é um idioma muito complexo e uma das principais dificuldades é que a norma culta é bastante diferente da língua normalmente falada.
(4º§) E a falta de domínio do idioma pode comprometer profundamente a imagem do profissional, colocando em dúvida a qualidade de seu trabalho. A imagem negativa projetada pela má comunicação dos funcionários é muito mal recebida tanto pelo público interno como o externo (clientes e concorrentes). Todos têm que conhecer a língua que falam, a língua oficial de sua pátria.
(5º§) Nesse contexto, falar corretamente é fundamental para o sucesso de uma organização, e os empregadores valorizam cada vez mais os funcionários que sabem se expressar com fluência e corretamente. É preciso preparo e valorização da Língua Portuguesa.
(6º§) Aqueles que cometem erros de português ao falar e não são capazes de escrever dez linhas gramaticalmente corretas e com clareza, passam aos outros uma péssima imagem de pessoa mal informada, de nível cultural baixo, que não lê. Ou seja, podem ser grandes especialistas em suas áreas de atuação, mas que provavelmente não poderão transmitir seus valores.
(7º§) O avanço da comunicação digital tem aumentado a necessidade de o profissional escrever. O número de mensagens que circulam nas empresas aumenta exponencialmente ano a ano. Nunca se escreveu tanto, embora não esteja aí qualquer indício de qualidade dos textos produzidos. (...)

(Ana Cláudia Madaleno é professora de Português nos cursos de graduação da FIAP - Faculdade de Informática e Administração Paulista - e da Faculdade Módulo) - (Adaptado) (http://www.via6.com/topico.php?tid=163923&cid=)
Marque a alternativa com análise INCORRETA.
Alternativas
Q1786841 Português

"Tudo em ’Torto arado’ é presente no mundo rural do Brasil. Há pessoas em condições análogas à escravidão"


     Quando Bibiana e Belonísia nasceram, tinham outros nomes. O baiano Itamar Vieira Junior tinha 16 anos quando começou a escrever Torto arado (Todavia), que ganhou nesta quinta-feira o Prêmio Jabuti de melhor romance, e suas protagonistas tinham outras identidades. A essência da narrativa, no entanto, permaneceu inalterada: a história de duas irmãs, contada a partir de sua relação com o pai e com a terra onde viviam. O título, retirado do poema Marília de Dirceu, de Tomás Antônio Gonzaga, tampouco mudou. O que veio depois foi a vontade de levar a história para o sertão da Chapada Diamantina, longe da capital ou do Recôncavo Baiano, onde a maioria dos seus conterrâneos ambientam suas narrativas. "A gente fala do sertão, do semiárido, parece que se trata de uma coisa só, mas o sertão da Chapada tem uma regularidade de chuva, uma diversidade de paisagem, de mato, que salta aos olhos", conta Vieira Junior, hoje com 41 anos, ao EL PAÍS, por telefone.

    

    Profundamente influenciado pelas leituras de Graciliano Ramos, Jorge Amado e Rachel de Queiroz, ele escreveu as primeiras 80 páginas da obra, mas o manuscrito se perdeu durante uma mudança da família. Vieira Junior só retomaria a história vinte anos depois, quando, formado geógrafo e funcionário público do INCRA, conheceu as realidades de indígenas, quilombolas, ribeirinhos e assentados no sertão baiano e maranhense. "Ao longo de 15 anos, aprendi muito sobre a vida no campo e vi um Brasil muito diverso do que vivemos cotidianamente nas cidades. Existe uma vida muito pulsante no campo, uma vida que está em risco, porque essas pessoas vivem em constante conflito na defesa de seus territórios. Tudo isso reacendeu a chama de escrever Torto arado", conta o escritor, que lembra que o Brasil é um dos países com maiores índices de violência no campo. No ano passado, foram registrados 1.883 conflitos, incluindo 32 assassinatos, de acordo com o levantamento anual realizado pela Comissão Pastoral da Terra (CPT).

    

    Em 2017, quando escrevia a segunda - e definitiva - versão do romance, nove trabalhadores rurais com os quais Vieira Junior teve contato foram assassinados, seis deles em uma chacina. "Foi um ano brutal", lembra. São as vidas e lutas dessa gente que estão contadas em sua obra, que acompanha a família das irmãs Bibiana e Belonísia no cotidiano de Água Negra, uma fazenda onde os trabalhadores aram a terra sem receber salário, tendo apenas o direito de construir casebres de barro que precisam ser reconstruídos a cada chuva, pois o fazendeiro não autoriza construções de alvenaria. Quando não estão plantando e colhendo nas terras do patrão, cultivam roças nos próprios quintais para comer e ganhar um pouco dinheiro vendendo abóbora, feijão e batata na feira. São quase todos negros, descendentes de escravizados libertos havia poucas décadas, como é o próprio autor. Descendente de negros escravizados vindos de Serra Leoa e da Nigéria e de indígenas Tupinambás, Vieira Junior construiu um sertão real, que tem vida e verde, graças, em parte, às histórias dos avós paternos, que viveram no campo, na região de Coqueiros do Paraguaçu, no Recôncavo Baiano.

    

    O torto arado que dá nome ao livro é um objeto que, usado pelos antepassados das protagonistas na lida com a terra, atravessa o tempo para representar essa herança escravocrata de tantas desigualdades. Narrado primeiramente por Bibiana, depois por Belonísia e, na terceira parte, por outra personagem, o romance já começa com o clímax de um acidente: crianças, as duas irmãs ? filhas de Zeca Chapéu Grande, um líder comunitário e espiritual encontram uma faca da avó Donana. A partir daí, a linguagem, central na narrativa desde a prosa melodiosa com que o autor escreve, torna-se ainda mais importante. O não dito é tão importante quanto o que está impresso no papel. Uma irmã torna-se a voz da outra, e, como estão descritos os gestos, mas não as palavras das personagens, o leitor não sabe quem foi mutilada até chegar a um terço do romance. 


(FONTE: El País. Texto de Joana Oliveira. Disponível em https://brasil.elpais.com/cultura/2020-12- 02/tudo-em-torto-arado-ainda-e-presente-no-mundo-rural-brasileiro-ha-pessoas-em-condicoes-analogas-a-escravidao.html)

No trecho "Vieira Junior construiu um sertão real, que tem vida e verde, graças, em parte, às histórias dos avós paternos", somente seria possível substituir a palavra destacada sem promover alterações de ordem sintática ou semântica se empregássemos o termo contido na alternativa:
Alternativas
Q1786358 Português
Texto CG2A1-I

    Uma das várias falácias urbanas consiste em que cidades densamente povoadas sejam um sinal de “excesso de população”, quando de fato é comum, em alguns países, que mais da metade de seu povo viva em um punhado de cidades — às vezes em uma só — enquanto existem vastas áreas abertas e, em grande parte, vagas nas zonas rurais. Até mesmo em uma sociedade urbana e industrial moderna como os Estados Unidos, menos de 5% da área são urbanizados — e apenas as florestas, sozinhas, cobrem uma extensão de terra seis vezes maior do que a de todas as grandes e pequenas cidades do país reunidas. Fotografias de favelas densamente povoadas em países em desenvolvimento podem levar à conclusão de que o “excesso de população” é a causa da pobreza, quando, na verdade, a pobreza é a causa da concentração de pessoas que não conseguem arcar com os custos do transporte ou de um espaço amplo para viver, mas que, mesmo assim, não estão dispostas a abrir mão dos benefícios de viver na cidade.
    Muitas cidades eram mais densamente povoadas no passado, quando as populações nacionais e mundial eram bem menores. A expansão dos meios de transporte mais rápidos e baratos, com preço viável para uma quantidade muito maior de pessoas, fez com que a população urbana se espalhasse para as áreas rurais em torno das cidades à medida que os subúrbios se desenvolviam. Devido a um transporte mais rápido, esses subúrbios agora estão próximos, em termos temporais, das instituições e atividades de uma cidade, embora as distâncias físicas sejam cada vez maiores. Alguém em Dallas, nos Estados Unidos, a vários quilômetros de distância de um estádio, pode alcançá-lo de carro mais rapidamente do que alguém que, vivendo perto do Coliseu na Roma Antiga, fosse até ele a pé.

Thomas Sowell. Fatos e falácias da economia. Record. Edição do Kindle, p. 24-25 (com adaptações).
O termo “expansão” (segundo período do segundo parágrafo) está empregado no texto CG2A1-I com o sentido de
Alternativas
Q1786244 Português

Com relação aos aspectos linguístico‐estruturais do texto, julgue o item.


Na linha 4, a inserção do termo esfera após a contração “Na” mantém a correção gramatical e os sentidos originais do texto.

Alternativas
Q1786241 Português

Com relação aos aspectos linguístico‐estruturais do texto, julgue o item.


Mantém a correção gramatical e os sentidos originais do texto a substituição do termo “fitoterápicos” (linha 2) pelo termo homeopáticos.

Alternativas
Q1786239 Português

Com  relação  aos  aspectos  linguístico‐estruturais  do  texto,  julgue o item.


Sem prejuízos para a correção gramatical e para os sentidos originais do texto, o vocábulo "Apresentando" (linha 1) pode ser substituído por Na apresentação de.

Alternativas
Q1786042 Português
Quanto à correção gramatical e à coerência das propostas de reescrita para trechos destacados do texto, julgue o item.
“e há um motivo para isso” (linha 1): para a qual existe uma razão
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Q1786040 Português
No que concerne à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.
“obsoletos” (linha 13) por ultrapassados
Alternativas
Q1786039 Português
No que concerne à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.
“Por ser” (linha 8) por Como é
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Q1785922 Português

Como Criamos Significados Na Linguagem Cotidiana?

Lilian Ferrari

   É comum, nos dias atuais, ouvirmos expressões como “maratonar um seriado”, “combater fake news” ou “bloquear um contato no WhatsApp”. E embora não tenhamos nenhuma dificuldade em produzir ou compreender essas expressões, nem sempre nos damos conta de que esses usos, como tantos outros em nossa linguagem cotidiana, não são literais, mas sim metafóricos. Isso porque tudo o que nos foi ensinado sobre metáforas faz com que pensemos que só é possível encontrá-las em textos elaborados, produzidos por especialistas que têm uma habilidade especial no manejo da linguagem, tais como escritores, poetas e afins.

   A verdade, entretanto, é que as metáforas ocorrem na linguagem como reflexo do nosso pensamento. Somos capazes de pensar metaforicamente e, por isso, também falamos metaforicamente. E se é assim, faz sentido que não apenas os textos literários, mas também a nossa linguagem cotidiana seja permeada de metáforas.

   Mas como são esses processos de pensamento? Por que, afinal de contas, temos a habilidade de pensar metaforicamente? A resposta é relativamente simples, e tem a ver com o fato de que temos que lidar com ideias que não fazem parte de nossa experiência corporal mais direta. Se aquilo que podemos ver, ouvir, provar, cheirar ou tocar é acessível à nossa compreensão, o mesmo não acontece quando se trata de uma ideia abstrata como, por exemplo, o tempo. Embora tenhamos que lidar com o tempo em nosso cotidiano – acordamos cedo para trabalhar, tomamos remédios com hora marcada, etc. –, o tempo não é diretamente captável por nossos sentidos. Diferentemente de casas, árvores, carros, livros e tudo o que faz parte de nossa experiência direta, o conceito de tempo é abstrato. E, por isso, para pensarmos sobre o tempo fica mais fácil usar a estratégia de “traduzi-lo” para algo mais familiar. Essa espécie de tradução é justamente a metáfora, que nos permite tratar conceitos abstratos de forma mais concreta.

  No caso do tempo, uma das possibilidades é pensar no tempo como se fosse espaço, e mais especificamente, como se fosse um local. Nesse caso, assim como podemos falar que estamos em um determinado lugar (ex. “Estamos na praça”), podemos nos referir a um período de tempo usando a mesma ideia de local (ex. “Estamos na primavera”). [...]


Adaptado de: <http://www.roseta.org.br/pt/2020/05/29/comocriamos-significados-na-linguagem-cotidiana>. Acesso em: 13 jul. 2020.

Em “É comum, nos dias atuais, ouvirmos [...]”, a expressão em destaque NÃO poderia ser adequadamente substituída por 
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