Questões de Concurso
Comentadas sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português
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I. “O surpreendente efeito da positividade tóxica na saúde mental” – “O nocivo efeito da positividade tóxica na saúde mental.”
II. “O surpreendente efeito da positividade tóxica na saúde mental” – “O surpreendente efeito da positividade danosa na saúde mental.”
III. “Pode parecer contraditório, mas a positividade pode ser tóxica.” – “Pode parecer contraditório, todavia a positividade pode ser tóxica.”
IV. “(...) o positivismo tóxico tem consequências psicológicas e psiquiátricas mais graves do que a depressão". – “(...) o positivismo tóxico têm consequências psicológicas e psiquiátricas mais graves do que a depressão.”
V. “Gutiérrez acredita que houve um aumento do positivismo tóxico ‘nos últimos anos’, mas principalmente durante a pandemia.” – “Gutiérrez acredita que houveram aumentos do positivismo tóxico ‘nos últimos anos’, mas principalmente durante a pandemia.”
O sentido e a correção gramatical dos excertos foram devidamente mantidos apenas em
“O problema é quando não as queremos sentir porque nos tornamos mais dóceis perante uma 'onda' que se aproxima”.
I. “O problema é se não queremos senti-las porque nos tornamos mais dóceis perante uma ‘onda’ que se aproxima”.
II. “O problema é no momento em que não as queremos sentir por tornarmo-nos mais dóceis perante uma 'onda' que se aproxima”.
III. “O problema é quando não queremos as sentir porque nos tornamos mais dóceis perante uma 'onda' que aproxima-se”.
IV. “O problema é quando não as queremos sentir na medida em que nos tornamos mais dóceis perante uma 'onda' que aproxima-se”.
V. “O problema é quando não as queremos sentir uma vez que tornamo-nos mais dóceis perante uma 'onda' que se aproxima”.
O sentido e a correção gramatical do excerto foram devidamente mantidos apenas em
Abaixo propomos uma série de modificações para os componentes desse segmento do texto 2; a única modificação que se mostra adequada é:
Essa frase do texto 2 mostra um problema em sua estruturação, que é:
A frase abaixo que mostra um sentido unívoco, e não uma duplicidade de sentido, é:
Os sentidos do texto permitem afirmar que o termo “desculturização” foi empregado com o sentido de aculturação.
Todos os pares de palavras abaixo são sinônimos, EXCETO:
O desafio
Vou desafiar meus leitores e minhas leitoras. É um convite a uma posição mais científica na formulação de opiniões. O pensamento científico tenta enfrentar o que for “preconceito”. Dentre muitos sentidos, a palavra indica um conceito surgido antes da experiência, algo que está na cabeça sem observação da realidade. Como na parábola dos cegos que apalpam um elefante, uns imaginam que a forma do mamífero seja de uma espada por tocarem no marfim, outro afirma ser uma parede por tocar seu abdômen e um terceiro garante que é uma mangueira por ter encostado, exclusivamente, na tromba. (…) Tenho encontrado defensores e detratores apaixonados da obra do recifense [Paulo Freire]. Encontro bem menos leitores. Lanço o desafio cheio de esperança no centenário dele: antes de defender ou atacar Paulo Freire, leia dois livros dele ao menos. Depois de ler e examinar a obra, (…) emita sua sagrada opinião, agora com certo embasamento. Educação é algo muito sério. Paulo Freire encarou o gravíssimo drama do analfabetismo. Hoje vivemos outro tipo de drama: pessoas que possuem a capacidade de ler e se recusam a fazê-lo.
(Leandro Karnal. O desafio. Jornal O Estado de São Paulo, set.2021. Adaptado)
Considere as frases retiradas do texto:
• Tenho encontrado defensores e detratores apaixonados da obra do recifense.
• Encontro bem menos leitores.
Assinale a alternativa que apresenta a união dessas frases sem prejuízo ao sentido atribuído pelo autor.
O desafio
Vou desafiar meus leitores e minhas leitoras. É um convite a uma posição mais científica na formulação de opiniões. O pensamento científico tenta enfrentar o que for “preconceito”. Dentre muitos sentidos, a palavra indica um conceito surgido antes da experiência, algo que está na cabeça sem observação da realidade. Como na parábola dos cegos que apalpam um elefante, uns imaginam que a forma do mamífero seja de uma espada por tocarem no marfim, outro afirma ser uma parede por tocar seu abdômen e um terceiro garante que é uma mangueira por ter encostado, exclusivamente, na tromba. (…) Tenho encontrado defensores e detratores apaixonados da obra do recifense [Paulo Freire]. Encontro bem menos leitores. Lanço o desafio cheio de esperança no centenário dele: antes de defender ou atacar Paulo Freire, leia dois livros dele ao menos. Depois de ler e examinar a obra, (…) emita sua sagrada opinião, agora com certo embasamento. Educação é algo muito sério. Paulo Freire encarou o gravíssimo drama do analfabetismo. Hoje vivemos outro tipo de drama: pessoas que possuem a capacidade de ler e se recusam a fazê-lo.
(Leandro Karnal. O desafio. Jornal O Estado de São Paulo, set.2021. Adaptado)
Israel: brasileiro é o primeiro a receber remédio da Pfizer
Simcha Neumark, de 33 anos, foi o primeiro infectado com covid naquele país
O brasileiro Simcha Neumark, primeiro infectado com covid-19, em Israel, entrou para a história ao ser também o primeiro paciente a receber o remédio da Pfizer, o Paxlovid, naquele país.
O economista, que tem a doença autoimune de Crohn, explicou que tomou quatro doses da vacina contra a covid-19, sendo duas doses em Israel e duas no Brasil, mas não conseguiu criar anticorpos suficientes contra o coronavírus. Quando sua infecção por covid-19 foi notificada, ele foi procurado para receber o medicamento.
“Chamaram-me e falaram que eu seria o primeiro, não tem muito teste, mas sim uma autorização de emergência, e para mim compensava pelo que eu sentia, febre e dor de garganta, eu tinha medo de parar no hospital”, disse em entrevista à GloboNews.
O economista afirmou que o remédio deu uma sensação de cansaço inicial, mas que os sintomas da covid-19 acabaram. “No meu caso clínico, em questão de 15 horas houve uma melhora muito grande. Eu estava com febre de 39.5ºC, que parou; uma dor de garganta forte, que parou, e as enxaquecas pararam. Eu sinto um cansaço, como se fosse uma (recuperação) pós-gripe. Então, parece que você sai de uma covid para uma mononucleose, mas, certeza, é uma sensação muito melhor que o começo da doença”.
O brasileiro, de 33 anos, explicou os sintomas que teve no início. "Me cuidei muito durante a pandemia, mas na sexta-feira (31) eu fiquei com sintomas muito fortes. No sábado fiquei com uma febre muito alta, dor de garganta, enxaqueca muito forte", explicou o economista.
Simcha explicou que o tratamento consiste no uso de seis pílulas diárias, sendo a ingestão de três pela manhã e três à noite durante cinco dias seguidos. Desde o início do uso dos medicamentos as autoridades israelenses fazem teleconsultas duas vezes por dia com ele para analisar se surgiram novos sintomas em razão do uso das pílulas ou mesmo pela covid-19.
Israel anunciou, nesta quarta-feira, 5, que registrou quase 12 mil novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas, um novo teto desde o início da pandemia.
Segundo dados do Ministério da Saúde, foram registrados 11.978 novos casos desde terça-feira, superando as 11.344 infecções de 2 de setembro de 2021.
(https://www.terra.com.br/noticias/mundo/israel-brasileiro-e-o-primeiro-a-receber-remedio-da-pfizer,534010efb2f7bc8669e2b4b0679e2beewo4jl39r.html)
Assinale a opção que substitui corretamente a palavra destacada, sem que altere o sentido da oração:
“Israel anunciou, nesta quarta-feira, 5, que registrou quase 12 mil novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas, um novo teto desde o início da pandemia. ”
Leia as frases abaixo, atentando ao vocábulo que se repete em todas elas.
1) Desculpe-me pelo bolo que te dei ontem.
2) O bolo do seu aniversário estava delicioso.
3) Tenho um bolo de papéis velhos para reciclagem na minha casa.
Após leitura das frases, conclui-se que a palavra bolo indica um caso de:
Leia o texto de Lya Luft abaixo e responda a questão:
Educação: reprovada
Lya Luft
Há quem diga que sou otimista demais. Há quem diga que sou pessimista. Talvez eu tente apenas ser uma pessoa observadora habitante deste planeta, deste país. Uma colunista com temas repetidos, ah, sim, os que me impactam mais, os que me preocupam mais, às vezes os que me encantam particularmente. Uma das grandes preocupações de qualquer ser pensante por aqui é a educação. Fala-se muito, grita-se muito, escreve-se, haja teorias e reclamações. Ação? Muito pouca, que eu perceba. Os males foram-se acumulando de tal jeito que é difícil reorganizar o caos.
Há coisa de trinta anos, eu ainda professora universitária, recebíamos as primeiras levas de alunos saídos de escolas enfraquecidas pelas providências negativas: tiraram um ano de estudo da meninada, tiraram latim, tiraram francês, foram tirando a seriedade, o trabalho: era a moda do “aprender brincando”. Nada de esforço, punição nem pensar, portanto recompensas perderam o sentido. Contaram-me recentemente que em muitas escolas não se deve mais falar em “reprovação, reprovado”, pois isso pode traumatizar o aluno, marcá-lo desfavoravelmente. Então, por que estudar, por que lutar, por que tentar?
De todos os modos facilitamos a vida dos estudantes, deixando-os cada vez mais despreparados para a vida e o mercado de trabalho. Empresas reclamam da dificuldade de encontrar mão de obra qualificada, médicos e advogados quase não sabem escrever, alunos de universidades têm problemas para articular o pensamento, para argumentar, para escrever o que pensam. São, de certa forma, analfabetos. Aliás, o analfabetismo devasta este país. Não é alfabetizado quem sabe assinar o nome, mas quem o sabe assinar embaixo de um texto que leu e entendeu. Portanto, a porcentagem de alfabetizados é incrivelmente baixa.
Agora sai na imprensa um relatório alarmante. Metade das crianças brasileiras na terceira série do elementar não sabe ler nem escrever. Não entende para o que serve a pontuação num texto. Não sabe ler horas e minutos num relógio, não sabe que centímetro é uma medida de comprimento. Quase a metade dos mais adiantados escreve mal, lê mal, quase 60% têm dificuldades graves com números. Grande contingente de jovens chega às universidades sem saber redigir um texto simples, pois não sabem pensar, muito menos expressar-se por escrito. Parafraseando um especialista, estamos produzindo estudantes analfabetos.
Naturalmente, a boa ou razoável escolarização é muito maior em escolas particulares: professores menos mal pagos, instalações melhores, algum livro na biblioteca, crianças mais bem alimentadas e saudáveis – pois o estado não cumpre o seu papel de garantir a todo cidadão (especialmente a criança) a necessária condição de saúde, moradia e alimentação.
Faxinar a miséria, louvável desejo da nossa presidenta, é essencial para nossa dignidade. Faxinar a ignorância – que é uma outra forma de miséria – exigiria que nos orçamentos da União e dos estados a educação, como a saúde, tivesse uma posição privilegiada. Não há dinheiro, dizem. Mas políticos aumentam seus salários de maneira vergonhosa, a coisa pública gasta nem se sabe direito onde, enquanto preparamos gerações de ignorantes, criados sem limites, nada lhes é exigido, devem aprender brincando. Não lhes impuseram a mais elementar disciplina, como se não soubéssemos que escola, família, a vida sobretudo, se constroem em parte de erro e acerto, e esforço. Mas, se não podemos reprovar os alunos, se não temos mesas e cadeiras confortáveis e teto sólido sobre nossa cabeça nas salas de aula, como exigir aplicação, esforço, disciplina e limites, para o natural crescimento de cada um?
Cansei de falas grandiloquentes sobre educação, enquanto não se faz quase nada. Falar já gastou, já cansou, já desiludiu, já perdeu a graça. Precisamos de atos e fatos, orçamentos em que educação e saúde (para poder ir à escola, prestar atenção, estudar, render e crescer) tenham um peso considerável: fora isso, não haverá solução. A educação brasileira continuará, como agora, escandalosamente reprovada.
Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/augusto-
nunes/8216-educacao-reprovada-8217-um-artigo-de-lya-luft/.

Disponível em: ttps://bityli.com/P9RKtC. Acesso em: 27 out. 2021.
Considere as afirmativas a seguir.
I. A palavra “abas” está utilizada em sentido denotativo e se refere à parte suplementar que se dobra em um absorvente.
II. A palavra “solidária” pode ter como antônimo “egocentrada”.
III. “Nesta” é uma contração da preposição “em” + pronome demonstrativo. No contexto da campanha publicitária em questão, refere-se ao substantivo “corrente”.
Estão corretas as afirmativas
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir, para responder à questão.
Artistas se adequam para seguir protocolos e realizar eventos onlines
Lives shows durante a pandemia da Covid-19 demandam capital e contratação de profissionais qualificados
Artistas buscaram alternativas de viabilizar seus serviços com a pandemia, que impôs distanciamento social no Brasil desde março de 2021. Uma saída foi buscar editais para realização de lives shows, que demandam capital para contratação de profissionais qualificados. Foi o caso do projeto Live Show no Céu Ana Maria, localizado na cidade de Santo André, São Paulo, idealizado pela banda Pânico X em parceria com o fundo de cultura da cidade e pela Lei Aldir Blanc 14.017/20.
O projeto foi iniciado no dia 12 de junho deste ano. O evento surgiu a partir da ideia de proporcionar lazer e cultura através dos meios tecnológicos pois, desde o início da pandemia, a maioria dos artistas procura novas possibilidades de visibilizar seus serviços, dado que ainda está vetada a realização de eventos em espaços públicos – o principal meio de renda para a maioria dos artistas.
Por meio de editais proporcionados pelo governo e pela prefeitura do estado, artistas encontraram maneiras de se adaptar ao período de pandemia, se atualizando aos diferentes meios de streaming e de captação de renda através de visualizações nas redes sociais. Entretanto, é necessário que haja equipamentos e profissionais capacitados para exercer determinadas funções em um evento online.
Para o bom funcionamento de uma live, além de capital para contratação de profissionais qualificados, também é necessário o fornecimento de equipamentos específicos para captação de imagem e som, proporcionando uma melhor experiência e inserção para os espectadores.
A cidade de Santo André (SP) proporcionou tudo que é necessário para realização desses shows. Em específico para a live realizada pela banda Pânico X, houve a possibilidade de contratar profissionais de iluminação, captação de imagem e projeção e de disponibilização de um espaço público: o Céu Ana Maria. Tal espaço dispõe de um anfiteatro, iluminação, projetores, sala de mídia e vestiários.
De acordo com o vocalista Denis Oyakawa e a videomaker Thayna Messa, o funcionamento do evento e o seguimento dos protocolos foram seguidos durante toda produção e organização: “A gente gravou o nosso DVD transmitindo-o como um show online. Os protocolos contra a Covid-19, no nosso caso, foram todos respeitados: foi um evento fechado ao público, a maioria da produção já estava testada e os mais velhos vacinados, a equipe e todos permaneceram utilizando máscaras e fazendo uso do álcool em gel. Então, na parte dos protocolos e realização do evento, tudo foi bem tranquilo.”, disse o vocalista da banda, Denis Oyakawa.
Incentivo por parte do governo aos artistas
A Lei Aldir Blanc – também chamada Lei Aldir Blanc de Emergência Cultural ou Lei Aldir Blanc de apoio à cultura – é como ficou denominada a Lei nº 14.017 de 29 de junho de 2020, elaborada pelo Congresso Nacional, com a finalidade de atender ao setor cultural do Brasil – o maior afetado com as medidas restritivas de isolamento social impostas em razão da pandemia de Covid-19. Sua regulamentação permitiu destinar para tal setor o valor de três bilhões de reais.
Disponível em: https://bityli.com/4P2qyF. Acesso em: 24 out. 2021 (adaptado).