Questões de Concurso Sobre regência em português

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Q11429 Português
A presença do sinal indicativo de crase ou sua ausência estão inteiramente corretas na frase:
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Q11420 Português
... se todos eles tivessem tanto juízo e tanta filosofia como os bois ... (4 o parágrafo)

O verbo que exige o mesmo tipo de complemento que o do grifado acima está na frase:
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Q10939 Português
Em qual das frases a seguir o acento indicativo de crase deve realmente ser empregado?
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Q9803 Português
A complementação da forma verbal "assistiram" (l.2) pelo pronome pessoal o, na modalidade no, manteria a correção gramatical do período.
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Q9789 Português
Caso o acento grave de "à noite" (l.25) seja suprimido, a coesão e a coerência textuais do período em que se insere essa expressão serão prejudicadas.
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Q9780 Português
Para adequar o trecho "lhe lembra que ele ficou" (L.21-22) à prescrição gramatical brasileira, seria necessário acrescentar a preposição de antes da conjunção "que".
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Q9779 Português
No trecho "ele se tornou num estranho, alheio e distante" (L.20-21), a regência do verbo tornar corresponde à que é prescrita no português do Brasil.
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Q9778 Português
Em "Comece em seu pai, Fulano Malta" (L.13), o emprego do verbo transitivo indireto obedece à prescrição gramatical brasileira.
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Q9607 Português
A transformação da escola em espaço aberto ___novas estratégias tecnológicas certamente vai deixá-la ___ par do que é mais adequado ___ formação cidadã. A seqüência que preenche corretamente as lacunas da frase acima é
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Ano: 2008 Banca: CESGRANRIO Órgão: Caixa Prova: CESGRANRIO - 2008 - Caixa - Escriturário |
Q9558 Português
          José de Arimatéia subiu a escada de pedra do
     alpendrão, e deu com Seu Tonho Inácio na cadeira de
     balanço, distraído em trançar o lacinho de seis pernas
     com palha de milho desfiada. A gente encontrava aquelas
5   trançazinhas por toda parte (...) - naqueles lugares onde
     o velho gostava de ficar, horas e horas, namorando a
     criação e fiscalizando a camaradagem no serviço. Com a
     chegada do dentista, Tonho Inácio voltou a si da avoação
     em que andava:
10        - Hã, é o senhor? Pois se assente ... Hum ... espera
     que a Dosolina quer lhe falar também. Vamos até lá
     dentro...
           E entrou pelo corredor do sobrado, acompanhado do
     rapaz.
15       Na sala - quase que sempre fechada, naturalmente
     por causa disso aquele sossego e o cheiro murcho de
     coisa velha - a mobília de palhinha, o sofá muito grande,
     a cadeirona de balanço igual à outra do alpendre. Retratos
     nas paredes: os homens, de testa curta e barbados, as
20  mulheres de coque enrolado e alto (...), a gola do vestido
     justa e abotoada no pescoço à feição de colarinho. Povo
     dos Inácios, dos Gusmões: famílias de Seu Tonho e Dona
     Dosolina. Morriam, mas os retratos ficavam para os filhos
     os mostrarem às visitas - contar como aqueles antigos
25  eram, as manias que cada qual devia ter, as proezas
     deles nos tempos das primeiras derrubadas no sertão da
     Mata dos Mineiros.
          De seus pais, José de Arimatéia nem saber o nome
     sabia.
30       Lembrava-se mas era só do Seu Joaquinzão Carapina,
     comprido e muito magro, sempre de ferramenta na mão
     - derrubando árvore, lavrando e serrando, aparelhando
     madeira. (...) E ele, José de Arimatéia, menininho de
     tudo ainda, mas já agarrado no serviço, a catar lascas e
35 serragem para cozinhar a panela de feijão e coar a água
     rala do café de rapadura, adjutorando no que podia.
     
    PALMÉRIO, Mário. Chapadão do Bugre. Rio de Janeiro: Editora Livraria
José Olímpio, 1966. (Adaptado)
Considere as frases a seguir. Procurava acostumar-se ________ vida. Retratos ocupavam a parede de ponta _________ ponta. Algumas ferramentas ficavam expostas _________ chuva e ao sol. A série que completa corretamente as frases é
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Q5901 Português
TEXTO II
Da arte de aceitar
Ele não aceitava a moça. Ela foi, foi, conversou,
conversou, rodou, rodou, artimanhou, manhou, arte e
manha, miou, afinal rendeu. Criança de emoções
superficiais, rápidas, espontâneas e passageiras, ele
cedeu. Aceitou-a.
Fiquei pensando em algo tão definido pelos
psicólogos e literatos, porém inesgotável e eterno como
o tema humano: a necessidade de ser aceito.
Ser aceito não é receber a concordância. É receber
até a discordância, mas dentro de um princípio indefinível
e fluídico de acolhimento prévio e gratuito do que se é
como pessoa.
Ser aceito é realizar a plenitude dos sentidos do
verbo latino Accipio, que deu origem à palavra
portuguesa. Accipio quer dizer: tomar para si; receber,
acolher; perceber; ouvir, ouvir dizer; saber; compreender;
interpretar; sofrer; experimentar; aprovar; aceitar; estar
satisfeito com. Tem vários sentidos, tal e qual essa
aceitação misteriosa e empática que alguns nos
concedem.
Ser aceito é ser percebido antes de ser entendido.
É ser acolhido antes de ser querido. É ser recebido
antes de ser conhecido. É ser experimentado antes da
experiência. É, pois, um estado de compreensão prévia,
que abre caminho para uma posterior concordância ou
discordância, sem perda do afeto natural por nossa
maneira de ser.
Ser aceito implica mecanismos mais sutis e de
maior alcance do que os que derivam da razão.Implica
intuição; compreensão milagrosa porque antecipatória;
conhecimento efetivo e afetivo do universo interior;
compreensão pela fraqueza; cuidado com as cicatrizes
e nervos expostos, tolerância com delírio, tolices,
medos, desordens, vesícula preguiçosa, medo do
dentista ou disritmia.
Ser aceito é ser feliz. Raro, pois. Quer fazer alguém
feliz? Aceite-a em profundidade. E depois discorde à
vontade. Ela aceitará.
Artur da Távola
"E depois discorde à vontade." (l. 37-38). Assinale a opção em que a palavra destacada também deve ter acento grave, como a do trecho acima.
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Q2256292 Português
Da incoerência de nossas ações

          Não é de espantar, diz um autor antigo, que o acaso tenha tanta força sobre nós, pois por causa dele é que existimos. Quem não orientou sua vida, de um modo geral, em determinado sentido, não pode tampouco dirigir suas ações. Não tendo tido nunca uma linha de conduta, não lhe será possível coordenar e ligar uns aos outros os atos de sua existência. De que serve fazer provisões de tintas se não se sabe que pintar? Ninguém determina do princípio ao fim o caminho que pretende seguir na vida: só nos decidimos por trechos, na medida em que vamos avançando. O arqueiro precisa antes escolher o alvo; só então prepara o arco e a flecha e executa os movimentos necessários; nossas resoluções se perdem porque não temos um objetivo predeterminado. O vento nunca é favorável a quem não tem um porto de chegada previsto. (...)                 
       Nossa maneira habitual de fazer as coisas está em seguir os nossos impulsos instintivos para a direita ou para a esquerda, para cima ou para baixo, segundo as circunstâncias. Só pensamos no que queremos no próprio instante em que o queremos, e mudamos de vontade como muda de cor o camaleão. O que nos propomos em dado momento, mudamos em seguida e voltamos atrás, e tudo não passa de oscilação e inconstância. “Somos conduzidos como títeres que um fio manobra”, afirmou Horácio. Não vamos, somos levados como os objetos que flutuam, ora devagar, ora com violência, segundo o vento.

(Montaigne, Ensaios)
 Atente para estas duas frases:
O arqueiro precisa antes escolher o alvo. O arqueiro determina antes a escolha do alvo.
É correto afirmar, em relação a essas frases, que
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Q2252577 Português
Os trechos contidos nas opções abaixo constituem seqüencialmente um texto. Assinale a opção que apresenta erro gramatical.
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Q2081014 Português
No item que se segue, o fragmento constitui trecho sucessivo de um texto. Julgue-o quanto à correção gramatical.
Itens adaptados de Internet: <www.noticiaspetrobras.com.br>.
O valor do investimento chega à 65 milhões em mídia e patrocínio direto, além de R$ 5,8 milhões em dois anos para a Confederação Brasileira de Handebol.
Alternativas
Q2081012 Português
No item que se segue, o fragmento constitui trecho sucessivo de um texto. Julgue-o quanto à correção gramatical.
Itens adaptados de Internet: <www.noticiaspetrobras.com.br>.
Os objetivos do patrocínio, porém, não se restringe à contribuição para o desenvolvimento do esporte nacional.
Alternativas
Q2081011 Português
No item que se segue, o fragmento constitui trecho sucessivo de um texto. Julgue-o quanto à correção gramatical.
Itens adaptados de Internet: <www.noticiaspetrobras.com.br>.
O patrocínio da PETROBRAS ao Pan 2007 é um dos pontos culminantes da histórica parceria entre a Companhia e o esporte.

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Q1663008 Português

    Nas formas de vida coletiva podem assinalar-se dois princípios que se combatem de morte e regulam diversamente as atividades dos homens. Esses dois princípios encarnam-se nos tipos do aventureiro e do trabalhador. Já nas sociedades rudimentares manifestam-se eles, segundo sua predominância, na distinção fundamental entre os povos caçadores ou coletores e os povos lavradores. Para uns, o objeto final, a mira de todo esforço, o ponto de chegada, assume relevância tão capital, que chega a dispensar, por secundários, quase supérfluos, todos os processos intermediários. Seu ideal será colher o fruto sem plantar a árvore.

    Esse tipo humano ignora as fronteiras. No mundo tudo se apresenta a ele em generosa amplitude e onde quer que se erija um obstáculo a seus propósitos ambiciosos, sabe transformar esse obstáculo em trampolim. Vive dos espaços ilimitados, dos projetos vastos, dos horizontes distantes.

    O trabalhador, ao contrário, é aquele que enxerga primeiro a dificuldade a vencer, não o triunfo a alcançar. O esforço lento, pouco compensador e persistente que, no entanto, mede todas as possibilidades de esperdício e sabe tirar o máximo proveito do insignificante, tem sentido bem nítido para ele. Seu campo visual é naturalmente restrito. A parte maior que o todo.

     Existe uma ética do trabalho, como existe uma ética da aventura. Assim, o indivíduo do tipo trabalhador só atribuirá valor moral positivo às ações que sente ânimo de praticar e, inversamente, terá por imorais e detestáveis as qualidades próprias do aventureiro − audácia, imprevidência, irresponsabilidade, instabilidade, vagabundagem −, tudo, enfim, quanto se relacione com a concepção espaçosa do mundo, característica desse tipo.

    Por outro lado, as energias e esforços que se dirigem a uma recompensa imediata são enaltecidos pelos aventureiros; as energias que visam estabilidade, paz, segurança pessoal e os esforços sem perspectiva de rápido proveito material passam, ao contrário, por viciosos e desprezíveis para eles. Nada lhes parece mais estúpido e mesquinho do que o ideal do trabalhador.

    Entre esses dois tipos não há, em verdade, tanto uma oposição absoluta como uma incompreensão radical. Ambos participam, em maior ou menor grau, de múltiplas combinações e é claro que, em estado puro, nem o aventureiro, nem o trabalhador, possuem existência real fora do mundo das idéias. Mas também não há dúvida que os dois conceitos nos ajudam a situar e a melhor ordenar nosso conhecimento dos homens e dos conjuntos sociais. E é precisamente nessa extensão superindividual que eles assumem importância inestimável para o estudo da formação e evolução das sociedades.

Na obra da conquista e da colonização dos novos mundos coube ao espírito do trabalho, no sentido aqui compreendido, papel muito limitado, quase nulo. A época predispunha aos gestos e façanhas audaciosos, galardoando bem os homens de grandes vôos. E não foi fortuita a circunstância de se terem encontrado neste continente, empenhadas nessa obra, principalmente as nações onde o tipo do trabalhador, tal como acaba de ser discriminado, encontrou ambiente menos propício.

(Sérgio Buarque de Holanda. Raízes do Brasil. 2ª ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1948, p. 36-39)

Vive dos espaços ilimitados, dos projetos vastos, dos horizontes distantes. (final do 2°parágrafo)


O mesmo tipo de exigência quanto ao complemento do verbo grifado acima está na frase:

Alternativas
Ano: 2007 Banca: FEC Órgão: Prefeitura de Itapemirim - ES
Q1235924 Português
Leia o texto abaixo e responda às questões propostas.
O Quinze
Raquel de Queirós.
          Eles tinham saído na véspera, de manhã, de Canoa.           Eram duas horas da tarde.           Cordulina, que vinha quase cambaleando, sentou-se numa pedra e falou, numa voz quebrada e penosa:           - Chico, eu não posso mais... Acho até que vou morrer. Dá-me aquela zoeira na cabeça!           Chico Bento olhou dolorosamente a mulher. O cabelo, em falripas¹ sujas, como que gasto, acabado, caía, por cima do rosto, envesgando os olhos, roçando na boca. A pele, empretecida como uma casca, pregueava nos braços e nos peitos, que o casaco e a camisa rasgada descobriam.           A saia roída se apertava na cintura em dobras sórdidas; e se enrolava nos ossos das pernas, como um pano posto a enxugar se enrola nas estacas da cerca.           Num súbito contraste, a memória do vaqueiro confusamente começou a recordar a Cordulina do tempo do casamento.           Viu-a de branco, gorda e alegre, com um ramo de cravos no cabelo oleado e argolas de ouro nas orelhas...           Depois sua pobre cabeça dolorida entrou a tresvariar; a vista turvou-se como as idéias; confundiu as duas imagens, a real e a evocada, e seus olhos visionaram uma Cordulina fantástica, magra como a morte, coberta de grandes panos brancos, pendendo-lhe das orelhas duas argolas de ouro, que cresciam, cresciam, até atingir o tamanho do sol.           No colo da mulher, o Duquinha, também, só osso e pele, levava, com um gemido abafado, a mãozinha imunda, de dedos ressequidos, aos pobres olhos doentes.           E com a outra tateava o peito da mãe, mas num movimento tão fraco e tão triste que era mais uma tentativa do que um gesto.           Lentamente o vaqueiro voltou as costas; cabisbaixo, o Pedro o seguiu.           E foram andando à toa, devagarinho, costeando a margem da caatinga.           Às vezes, o menino parava, curvava-se, espiando debaixo dos paus, procurando ouvir a carreira de algum tejuaçu² que parecia ter passado perto deles. Mas o silêncio fino do ar era o mesmo. E a morna correnteza que ventava, passava silenciosa como um sopro de morte; na terra desolada não havia sequer uma folha seca; e as árvores negras e agressivas eram como arestas de pedra, enristadas contra o céu.
O Quinze. 20ª. edição. Rio de Janeiro: José Olympio. 1976.
1. Farripas, cabelos muito ralos na cabeça. 2. lagarto (teiú) grande

No trecho: “Chico Bento olhou dolorosamente a mulher.” (5º§), observa-se a regência verbal, de acordo com as normas devidas, porém NÃO se pode afirmar tal observância, na opção:
Alternativas
Ano: 2007 Banca: FEC Órgão: Prefeitura de Itapemirim - ES
Q1235910 Português
Leia o texto abaixo e responda às questões propostas.
O Quinze
Raquel de Queirós.
          Eles tinham saído na véspera, de manhã, de Canoa.           Eram duas horas da tarde.           Cordulina, que vinha quase cambaleando, sentou-se numa pedra e falou, numa voz quebrada e penosa:           - Chico, eu não posso mais... Acho até que vou morrer. Dá-me aquela zoeira na cabeça!           Chico Bento olhou dolorosamente a mulher. O cabelo, em falripas¹ sujas, como que gasto, acabado, caía, por cima do rosto, envesgando os olhos, roçando na boca. A pele, empretecida como uma casca, pregueava nos braços e nos peitos, que o casaco e a camisa rasgada descobriam.           A saia roída se apertava na cintura em dobras sórdidas; e se enrolava nos ossos das pernas, como um pano posto a enxugar se enrola nas estacas da cerca.           Num súbito contraste, a memória do vaqueiro confusamente começou a recordar a Cordulina do tempo do casamento.           Viu-a de branco, gorda e alegre, com um ramo de cravos no cabelo oleado e argolas de ouro nas orelhas...           Depois sua pobre cabeça dolorida entrou a tresvariar; a vista turvou-se como as idéias; confundiu as duas imagens, a real e a evocada, e seus olhos visionaram uma Cordulina fantástica, magra como a morte, coberta de grandes panos brancos, pendendo-lhe das orelhas duas argolas de ouro, que cresciam, cresciam, até atingir o tamanho do sol.           No colo da mulher, o Duquinha, também, só osso e pele, levava, com um gemido abafado, a mãozinha imunda, de dedos ressequidos, aos pobres olhos doentes.           E com a outra tateava o peito da mãe, mas num movimento tão fraco e tão triste que era mais uma tentativa do que um gesto.           Lentamente o vaqueiro voltou as costas; cabisbaixo, o Pedro o seguiu.           E foram andando à toa, devagarinho, costeando a margem da caatinga.           Às vezes, o menino parava, curvava-se, espiando debaixo dos paus, procurando ouvir a carreira de algum tejuaçu² que parecia ter passado perto deles. Mas o silêncio fino do ar era o mesmo. E a morna correnteza que ventava, passava silenciosa como um sopro de morte; na terra desolada não havia sequer uma folha seca; e as árvores negras e agressivas eram como arestas de pedra, enristadas contra o céu.
O Quinze. 20ª. edição. Rio de Janeiro: José Olympio. 1976.
1. Farripas, cabelos muito ralos na cabeça. 2. lagarto (teiú) grande

Em: “...espiando debaixo dos paus...” (14º§), a regência nominal está correta, mas a regência nominal NÃO foi devidamente empregada em:
Alternativas
Ano: 2007 Banca: FEC Órgão: Prefeitura de Itapemirim - ES
Q1221408 Português
A regência verbal NÃO foi devidamente empregada em:
Alternativas
Respostas
6761: A
6762: E
6763: B
6764: E
6765: C
6766: E
6767: E
6768: E
6769: A
6770: D
6771: E
6772: C
6773: B
6774: E
6775: E
6776: C
6777: E
6778: D
6779: B
6780: D