Questões de Concurso Sobre regência em português

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Q1219017 Português

As tirinhas servirão de base para a questão:


Tirinha 1

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Tirinha 2

Imagem associada para resolução da questão

Analisando os aspectos linguísticos das tirinhas, assinale a opção correta:



Alternativas
Q1218815 Português

Francisco J. C. Dantas. Coivara da memória.

São Paulo: Estação Liberdade, 1991, p. 174.

Com relação às propriedades linguísticas do texto apresentado, julgue o item que se segue.


No trecho “pequenos ofícios necessários ao bom andamento de sua produção” (l. 12 e 13), o emprego de “ao” indica a presença de preposição a, exigida pela regência de “necessários”, e artigo definido masculino singular o, que antecede “bom andamento”.

Alternativas
Q1215706 Português
Não há erro de regência nominal em:
Alternativas
Q1215447 Português
Na questão, assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas, na ordem em que se apresentam.
Imagem associada para resolução da questão

(Maurício de Sousa. Chico Bento: histórias de pescador. Porto Alegre, L&PM, 2016. Adaptado)
Alternativas
Q1214622 Português
Segundo preceitua a norma culta, a regência verbal está incorreta em:
Alternativas
Q1214602 Português
“Assisti ao Seminário Diplomático sobre as migrações.”
A regência do verbo destacado contraria os padrões cultos da linguagem escrita em:
Alternativas
Q1180952 Português
Assinale a alternativa que apresenta regência correta.
Alternativas
Q1180875 Português

A bandeira holandesa estivera hasteada sobre as Índias Orientais por três séculos. Como o arquipélago indonésio era rico em petróleo e borracha, tinha importância vital para a economia holandesa. Terminada a guerra, o governo da Holanda pretendia seriamente resgatar aquele território assim que os japoneses se retirassem. A dúvida era se disporia de força militar suficiente para derrotar os indonésios e sua crescente resistência.

O líder dos indonésios, o enérgico presidente Sukarno, estava decidido. Para os milhares de indivíduos que ouviam seus discursos, ele parecia um mágico. Tal como Gandhi, era um tanto teatral, mas nada tinha de contemplativo ou melancólico. Sem abrir mão dos prazeres, era capaz de trabalhar duro e de cuidar dos detalhes, desde que os considerasse importantes. Dominava vários idiomas, inclusive três nativos da Indonésia: javanês, sundanês e balinês – sua mãe era de Bali. Graduado em Engenharia Civil, criou a reputação de agitador político contra os holandeses, e sua bravura o levou à prisão e ao exílio em um porto isolado. Quando os japoneses tomaram as Índias Orientais Neerlandesas, em 1942, ele se tornou o braço direito dos invasores, mas não um servo obediente. Após o súbito fim da ocupação, em agosto de 1945, Sukarno declarou o surgimento da nova nação da Indonésia. Sua base estava na sagrada cidade javanesa de Jogiakarta, perto do antigo templo de Borobodur. Nos três anos seguintes, o território sob seu controle se estenderia por metade da ilha de Java e a maior parte de Sumatra. Outros arquipélagos holandeses ficaram fora de seu controle direto. Em dezembro de 1949, a Indonésia se tornou uma nação.

(BLAINEY, Geoffrey. Uma breve história do século XX. São Paulo: Fundamento, 2011, p. 87). 

No que se refere à regência, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q1180226 Português

Benito Mussolini convenceu os italianos de que podia fazer algo para resolver os problemas da pátria. E por algum tempo de fato conseguiu. Seu pai era ferreiro e também um revolucionário. Assim, deu ao filho o nome de uma figura revolucionária, Benito Juarez, o libertador do México. Sua mãe, Rosa, era a professora do povoado, uma católica devota que não queria revolução alguma. O jovem Benito, puxando um pouco ao pai e um pouco à mãe, queria ser professor e revolucionário. No início do século XX, após ser recusado como professor em diversas cidades, foi viver na Suíça. Talentoso com as palavras, tanto as escritas quanto as pronunciadas do alto das tribunas, Mussolini voltou à Itália para ser editor de jornais radicais em Forli, sua cidade natal, cuja publicação se chamava “Luta de Classes”, e em Trento, perto da fronteira com a Áustria. Suas opiniões lhe renderam algum tempo na prisão. Por fim, foi convidado a assumir a editoria do “Avanti”, jornal oficial dos socialistas. Quando a Primeira Guerra Mundial eclodiu, ele desafiou a posição dos socialistas – que queriam a neutralidade – e defendeu que a Itália tomasse parte na guerra contra os povos de língua alemã, os quais considerava inimigos naturais, uma vez que ocupavam parte do nordeste da Itália. Após a entrada do país na guerra, serviu como soldado nas geladas montanhas do norte, perto da fronteira austríaca. Em 1917, foi ferido pela explosão de uma granada. Seu período como soldado foi útil para a política – muitos veteranos de guerra acreditavam que, quando Mussolini falava em público, falava em nome deles. Combativo e ambicioso, o líder fundou o Partido Fascista, em Milão, em março de 1919, quatro meses depois do fim da guerra (...).

(BLAINEY, Geoffrey. Uma breve história do século XX. São Paulo: Fundamento, 2011, p. 112). 

No que se refere à regência verbal, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q1180156 Português
Ainda no que se refere à regência verbal, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1180155 Português
No que se refere à regência verbal, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1179401 Português
Assinale a única alternativa incorreta quanto à regência do verbo:
Alternativas
Q1178287 Português


L. R. Paranhos et al. Implicações éticas e legais do marketing na  

Odontologia. In: RSBO – Revista Sul Brasileira de Odontologia,  

v. 8, n.º 2, p. 219‐24, 2011 (com adaptações).

No que concerne à estruturação linguístico‐gramatical do texto, julgue o item.


A supressão do acento indicativo de crase em “às” (linha 23) mantém a correção gramatical e os sentidos originais do texto.


Alternativas
Q1177892 Português

Texto para o item.

Internet:<www.itaucultural.org.br>(com adaptações).

No que se refere ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.


O emprego do sinal indicativo de crase em “às ações institucionais” (linhas 31 e 32) justifica‐se pela regência da forma verbal “dando” (linha 31) e pela presença do artigo definido que determina “ações institucionais” (linha 32).

Alternativas
Q1175788 Português
Por qual das seguintes preposições ou contrações a lacuna pontilhada da linha 15 pode ser substituída, considerando-se a regência do verbo “colocar”, que aparece devidamente conjugado na primeira pessoa do plural do presente do modo indicativo?
Alternativas
Q1175784 Português
Na frase “Eu estou frustrada”, retirada do texto, nota-se a presença do verbo “estar” devidamente conjugado na primeira pessoa do singular do presente do modo indicativo. Quanto a sua predicação, ele é classificado como verbo:
Alternativas
Q1174580 Português
Em relação à regência e à concordância, assinale a alternativa em que a imagem está de acordo com a norma-padrão.
Alternativas
Q1174235 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão. 

Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em: http://www.comciencia.br/comciencia/?section=8&tipo=resenha&edicao=129

No fragmento “Essa bem-sucedida montagem passa uma das mensagens do filme” (l. 29-30), quanto a sua predicação, “passar” é um verbo:
Alternativas
Q1174125 Português
Em “O elo mais fraco de um plano de segurança é sempre o fator humano”, retirado do texto, a forma verbal “é”, quanto a sua predicação, assinala a presença, na referida frase, de um verbo:
Alternativas
Q1173128 Português
Leia o texto para responder a questão.

       A entrevista estava marcada na casa dele, numa das favelas mais pobres de Fortaleza. De manhã bem cedo, eu e o fotógrafo esperávamos, na porta de uma ONG ainda fechada, o educador que nos levaria até aquele emaranhado de endereços desencontrados, um território dividido por duas quadrilhas rivais do tráfico de drogas. O menino apareceu de repente, vestido com uma camiseta do Brasil. Sem olhar para mim, ele disse: “Na minha casa, não.” Não dizia o porquê. Apenas sacudia a cabeça em sinal de negativa explícita. Ele era pequeno para os seus 15 anos, mas o seu “não” era enorme.
       A porta da ONG abriu, e ele entrou. Sentou-se na cadeira da recepção e tentou ligar o computador. Passou-se muito tempo, talvez quase uma hora de silêncios entre nós, interrompidos por uma ou outra palavra que servia ao menino apenas como demarcação do território. O território que ele não queria que eu alcançasse, as palavras curtas marcando que não haveria palavras longas. Eu não sabia se tinha o direito de continuar ali, talvez nunca saiba. Mas ele também não ia embora.
    Então a cozinha da ONG abriu. E, de um salto, ele já estava lá. Como se eu fosse um vira-lata esquecido, me chamou com displicência. Mas ainda não me olhava. Sentei-me diante dele e o vi devorar um pão em menos de um minuto. No segundo pão, ele me enxergou pela primeira vez, oferecendo-me um pedaço. A certa altura, parecendo com pena de mim, disse:
   – Você entende só um pouco de português, né?
     O menino tinha razão. Eu não alcançava a riqueza da sua língua portuguesa, que dava conta de um Brasil diverso, com palavras nascidas ali mesmo. Expressões gestadas na necessidade de dar conta de uma realidade na qual era necessário, por exemplo, nomear o momento-limite em que o gatilho da arma é acionado, mas a bala não sai.
     Mas era mais do que isso. Eu demorei a lê-lo. Eu era analfabeta dele. O seu “não” da altura de um edifício, a postura do seu corpo, entre acuada e pronta para saltar no meu pescoço, o seu medo de mim, que às vezes beirava a raiva, era fome. Frequentemente me deparei com essa fome, a fome que é um substantivo sem adjetivo possível.
     O menino me leu muito antes de eu a ele. Percebeu que eu era estrangeira ao seu Brasil. Estranhou a cor da minha pele, a tonalidade do meu cabelo, a forma e o som das minhas palavras. Estranhou que eu precisasse de tradução para algumas de suas frases. Estranhou porque havia que estranhar.

(Eliane Brum. Limites da linguagem. https://brasil.elpais.com, 04.08.2014. Adaptado)
Assinale a alternativa que apresenta frase corretamente redigida quanto ao emprego do acento indicativo de crase e às regras de regência da língua portuguesa.
Alternativas
Respostas
3061: D
3062: C
3063: X
3064: A
3065: D
3066: C
3067: B
3068: A
3069: A
3070: B
3071: A
3072: D
3073: C
3074: C
3075: A
3076: A
3077: D
3078: B
3079: E
3080: E