Questões de Concurso Comentadas sobre regência em português

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Q2225880 Português
Observe o texto a seguir:
“‘Fiquei sabendo que o Adalberto deu entrevistas dizendo que, por enquanto, não existia nada disso, e eu já disse que sequelas não existem. Divergências, não devia haver. Existem certas coisas que você não concorda, que discorda mais veementemente em um ambiente de trabalho. Como resolvemos? Pelo diálogo franco com a diretoria.”
(https://veja.abril.com.br/esporte/a-prova-de-fofoca-leao-citacovardia-e-avisa-nada-me-segura-aqui/. Acesso em 31/07/19)
Com base na norma-padrão da Língua Portuguesa, está correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q2225871 Português
Utilize o texto abaixo para responder à questão.

AS CARIDADES ODIOSAS

Foi uma tarde de sensibilidade ou de suscetibilidade? Eu passava pela rua depressa, emaranhada nos meus pensamentos, como às vezes acontece. Foi quando meu vestido me reteve: alguma coisa se enganchara na minha saia. Voltei-me e vi que se tratava de uma mão pequena e escura. Pertencia a um menino que a sujeira e o sangue interno davam um tom quente de pele. O menino estava de pé no degrau da grande confeitaria. Seus olhos, mais do que suas palavras meio engolidas, informavam-me de sua paciente aflição. Paciente demais. Percebi vagamente um pedido, antes de compreender o seu sentido concreto. Um pouco aturdida eu o olhava, ainda em dúvida se fora a mão da criança o que me ceifara os pensamentos.

- Um doce, moça, compre um doce para mim.

Acordei finalmente. O que estivera pensando antes de encontrar o menino? O fato é que o pedido deste pareceu cumular uma lacuna, dar uma resposta que podia servir para qualquer pergunta, assim como uma grande chuva pode matar a sede de quem queria uns goles de água.

Sem olhar pra os lados, por pudor talvez, sem querer espiar as mesas da confeitaria onde possivelmente algum conhecido tomava sorvete, entrei, fui ao balcão e disse com uma dureza que só Deus sabe explicar: um doce para o menino.

De que tinha eu medo? Eu não olhava a criança, queria que a cena, humilhante para mim terminasse logo. Perguntei-lhe: que doce você...

Antes de terminar, o menino disse apontando depressa com o dedo: aquelezinho ali, com chocolate por cima. Por um instante perplexa, eu me recompus logo e ordenei, com aspereza, à caixeira que o servisse.

- Que outro você quer? Perguntei ao menino escuro. Este, que mexendo as mãos e a boca ainda esperava com ansiedade pelo primeiro, interrompeu-se, olhoume um instante e disse com delicadeza insuportável, mostrando os dentes: não precisa de outro não. Ele poupava a minha bondade.

- Precisa sim, cortei eu ofegante, empurrando-o para frente. O menino hesitou e disse: aquele amarelo de ovo. Recebeu um doce em cada mão, levantando as duas acima da cabeça, com medo talvez de apertálos. Mesmo os doces estavam tão acima do menino escuro. E foi sem olhar para mim que ele, mais do que foi embora, fugiu. A caixeira olhava tudo:

- Afinal uma alma caridosa apareceu. Esse menino estava nesta porta há mais de uma hora, puxando todas as pessoas que passavam, mas ninguém quis dar.

Fui embora, com rosto corado de vergonha. De vergonha mesmo? Era inútil querer voltar aos pensamentos anteriores. Eu estava cheia de um sentimento de amor, gratidão, revolta e vergonha. Mas, como se costuma dizer, o Sol parecia brilhar com mais força. Eu tivera a oportunidade de... e para isso fora necessário um menino magro e escuro... E para isso fora necessário que outros não lhe tivessem dado doces.

E as pessoas que tomavam sorvete? Agora, o que eu queria saber com autocrueldade era o seguinte: temera que os outros me vissem ou que os outros não me vissem? O fato é que, quando atravessei a rua, o que teria sido piedade já se estrangulara sob outros sentimentos. E, agora, sozinha, meus pensamentos voltavam lentamente a ser os anteriores, só que inúteis. (...)
(LISPECTOR, Clarice. As caridades odiosas. In: A descoberta do mundo. Rio de Janeiro. Nova Fronteira, 1984. p.380-3.)
Acerca da transitividade verbal, observe este trecho do texto: “Por um instante perplexa, eu me recompus logo e ordenei, com aspereza, à caixeira que o servisse.” Os trechos em itálico estabelecem, entre si, uma determinada relação de dependência sintática. Assinale a alternativa abaixo que estabelece um tipo de relação sintática igual ao que se vê nas palavras destacadas:
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Q2065621 Português
No que se refere ao bom uso da língua portuguesa, analise as orações a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – Pode haver algumas pessoas que discordem da guerra na Síria. II – O povo aderiu rapidamente pela causa. III – João apoia o cotovelo na mesa. 
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Q2065453 Português
Das alterações feitas no fragmento “O amigo imaginário dos adultos chamado de deus é aquele com quem eles conversam animadamente” (5º §), está em desacordo com as normas de regência do emprego do pronome relativo a seguinte:
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Q2064350 Português
Para responder a questão leia as sequências I, II e III.

I - Há quem acredite que a família está ameaçada de ser destruída ou que já se encontra em estado de falência.

II - Não há dúvida de que algumas famílias, ou integrantes delas, recusam a convivência com o grupo, afastam-se para sempre, buscam apagar da memória a existência desse laço primordial.

III - ... há também recasamentos, e as mulheres que muito precisam ou querem se dedicar ao trabalho remunerado vivem se martirizando pela culpa de estar longe da família por tanto tempo. 
Do ponto de vista da estrutura sintática, está CORRETO o que se afirma em: 
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Q2061089 Português
Aprendizagem nas redes sociais virtuais: o potencial da conectividade em dois cenários

   Temos vivido, nos últimos tempos, uma nova forma de comunicação em função do ciberespaço. Os computadores se tornaram mecanismos importantes para tal advento e através dele um ciberespaço tem sido construído pelas pessoas. A partir destas mudanças, surgiu o fenômeno das redes sociais virtuais. O fenômeno tem sido estudado por uma série de teóricos, entretanto o conceito de redes é pesquisado há muito mais tempo do que possa parecer. Além do âmbito virtual, todos nós vivemos em redes ou comunidades, como nosso vínculo familiar, trabalho, escola, igreja e qualquer outro grupo que nos relacionemos. Pelas redes virtuais, nos deparamos com uma nova realidade de manifestação de opinião e rapidez na divulgação das informações.

(Disponível em: ˂https://revistacontemporaneidadeeducacaoetecnologia02.files.wordpress.com/2012/04/pucsp_2012.pdf˃. Acesso em: 16 jan. 2019. Adaptado.)
Observe os verbos destacados no texto e preencha corretamente as lacunas.
Considerando a formação do predicado nominal e do verbal, pode-se concluir que “tornaram” é um verbo ____________, enquanto “surgiu” é um verbo ____________ e, por último,“vivemos” é um verbo ____________.
A sequência que preenche corretamente as lacunas é
Alternativas
Ano: 2019 Banca: INCP Órgão: CONFERE Prova: INCP - 2019 - CONFERE - Telefonista |
Q2060516 Português
Levando em consideração a língua culta, marque a opção cuja regência está CORRETA:
Alternativas
Q2058440 Português
Assinale a alternativa em que a instrução para instalação e/ou manuseio de extintores de incêndio está redigida de modo claro, objetivo e adequado à língua escrita padrão.
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Q2058406 Português
Assinale a opção cuja regência verbal está de acordo com a Gramática Normativa:
Alternativas
Q2058364 Português
Marque a alternativa correta, levando em conta as regras de regência verbal.
Alternativas
Q2058359 Português
Marque a alternativa que preenche corretamente as lacunas das orações abaixo:
- Os espetáculos ___ assistimos ontem foram ótimos. - Os momentos ___ mais gostei foram os de luta. - A disputa pelo troféu ____ aspiram foi dura! - Eles não querem no recinto pessoas ____ não simpatizam.
Alternativas
Q2057904 Português
Quanto ao uso da crase, marcar C para as sentenças Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(  ) Refiro-me à certa moça que vi ontem. (  ) Ela andava à pé.
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Q2057355 Português
Assinale a alternativa em que as normas de regência (nominal e verbal) estão em conformidade com o padrão culto da língua.
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Ano: 2019 Banca: IBFC Órgão: FSA-SP Prova: IBFC - 2019 - FSA-SP - Vigilante Patrimonial |
Q2049781 Português
Leia atentamente as frases a seguir:
I. Que tal assistirmos _______ novo filme que está no cinema? II. Antigamente, os filhos precisavam obedecer _______ seus pais. III. Prefiro suco de frutas _______ refrigerante. IV. Esta é a refeição _______ mais gosto.
Assinale a alternativa que preencha correta e respectivamente as lacunas.
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Q2045534 Português
Segundo preceitua a norma culta, a regência verbal está correta em:
Alternativas
Q2042753 Português
O verbo ASSISTIR possui mais de um sentido com regências diferentes. Analise a charge abaixo e marque o item CORRETO.
8.png (355×288)  “O aluno não veio mais assistir aula...
(http://4.bp.blogspot.com/-de1BUYtevkE/T20AWc3ouI/AAAAAAAAB4A/pr5uvnZ69b0/s1600/sujeito+unifesp.bmp). Acesso em 17/12/2018.
Alternativas
Q2040347 Português
Considerando-se as normas de regência, marcar C para as sentenças Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(  ) Quando ele aspira ao ar gelado da montanha, doem os pulmões. (  ) Vamos assistir o novo filme que acabou de estrear? (  ) Eu me esqueci das chaves.
Alternativas
Q2034634 Português
TEXTO I

“AS POSSIBILIDADES PERDIDAS”

Janeiro 25, 2016

     Fiquei sabendo que um poeta mineiro que eu não conhecia, chamado Emilio Moura, teria completado 100 anos neste mês de agosto, caso vivo fosse. Era amigo de outro grande poeta, Drummond. Chegaram a mim alguns versos dele, e um em especial me chamou a atenção: “Viver não dói. O que dói é a vida que não se vive”.
      Definitivo, como tudo o que é simples. Nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.
     Por que sofremos tanto por amor? O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável, um tempo feliz. Sofremos por quê?
     Porque automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter tido junto e não tivemos, por todos os shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter compartilhado, e não compartilhamos. Por todos os beijos cancelados, pela eternidade interrompida. Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para nadar, para namorar.
     Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas angústias se ela estivesse interessada em nos compreender. Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada. Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.
     Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um verso: se iludindo menos e vivendo mais.

Texto original de Martha Medeiros
Disponível em https://www.revistapazes.com/perdidasmarthamedeiros/. Acesso em 30/04/2019.
“Por todos os beijos cancelados, pela eternidade interrompida”. A preposição “por” inicia um complemento que foi exigido:
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Q2034197 Português

“No dia 17 de novembro de 1889, um domingo, às três da madrugada, a família real partiu acompanhada por alguns poucos autoexilados. Dizem que os novos dirigentes acharam por bem evitar a luz do dia e impedir qualquer reação da população. Já o ex-imperador, procurando manter uma postura altiva, deixava saber que só levaria consigo a primeira edição de Camões: ‘Essa lhe bastava’. A ideia era fazer valer o dito popular: ‘Os reis não são expulsos, mas partem’. Mas a história não seria bem essa: na chegada a Portugal formalizou-se o banimento. Além da expulsão, o decreto de 23 de dezembro de 1889 destinava uma ajuda de 5 mil contos para o estabelecimento do ex-monarca no estrangeiro. D. Pedro rejeitaria, porém, a quantia, numa atitude que irritou o Governo Provisório, o qual em resposta redigida pelo ministro Rui Barbosa, mudou os termos do acordo, extinguiu as dotações e deu o assunto por encerrado. Era chegada a hora de fechar essa página e iniciar um novo tempo. O tempo da República”.


(SCHWARCZ, L. M. e STARLING, H. M. Brasil: uma biografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015, p. 318.)  

Em qual das alternativas a mudança no termo regido de preposição mantém a correção das normas de regência? 
Alternativas
Q2033318 Português
Considerando a norma-padrão da língua, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas da frase a seguir.
Fabrício e a esposa _______ pedir café e pão na chapa _______ mesmo rapaz que geralmente _______  recebia na padaria.
Alternativas
Respostas
1961: D
1962: E
1963: E
1964: A
1965: A
1966: A
1967: E
1968: C
1969: D
1970: A
1971: E
1972: B
1973: C
1974: C
1975: A
1976: B
1977: C
1978: C
1979: B
1980: D