Questões de Concurso Comentadas sobre regência em português

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Q364944 Português
A relação que se estabelece entre duas palavras, uma das quais serve de complemento a outra é o que se chama regência. Sob esse aspecto, a seguinte frase apresenta ERRO:
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Q364442 Português
Considerando as regras gramaticais referentes à regência nominal, constata-se que podem ser seguidos pela mesma preposição todos os adjetivos reunidos em:
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Q363968 Português
        A figura do ancião, desde o início dos relatos das primeiras civilizações, é muito controversa e discutida. No mundo ocidental, o senso comum das principais culturas muitas vezes discordava dos ensinamentos das filosofias clássicas sobre as contribuições da velhice para a sociedade. O estudo das reais condições trazidas pelo avanço da idade gerou diversas discussões éticas sobre as percepções biossociais dos processos de mudança do corpo. Médicos, biólogos, psicólogos e antropólogos ainda hoje não conseguem obter consenso sobre esse fenômeno em suas respectivas áreas.

     Muitas culturas ocidentais descrevem o estereótipo do jovem como corajoso, destemido, forte e indolente. Já a figura do idoso é retratada como um peso morto, um chato em decadência corporal e mental. Percepção preconceituosa que foi levada ao extremo no século XX pelos portugueses durante a ditadura de Antônio Salazar, notório por usar a perseguição aos idosos como bandeira política. Atletas e artistas cotidianamente debatem o avanço da idade com medo e desgosto, enquanto especial istas da saúde questionam se há deterioração ou mudança adaptativa do corpo humano.

     Nas culturas orientais, assim como na maioria das filosofias clássicas, a velhice é vista de um ângulo positivo, sendo fonte de sabedoria e meta para uma vida guiada pela prudência. O sábio ancião, que personifica a figura do homem calmo, austero, e que muitas vezes é capaz de prever certas situações e aconselhar, se destaca em relação ao jovem cheio de energia e de hormônios instáveis. Porém, apesar dos filósofos apreciarem o avanço da idade, nem todos eles tinham a mesma opinião sobre a velhice. O jovem Platão tinha como inspiração o velho filósofo Sócrates. Apesar de ser desfavorecido materialmente, Sócrates possuía muita experiência e uma sabedoria ímpar que marcou a história do pensamento. Em A República , Platão retrata uma discussão filosófica sobre a justiça ocorrida na casa do velho Céfalo, homem importante e respeitável em Atenas, que propiciava discussões filosóficas entre os mais velhos e os jovens que contemplavam os diálogos.Na sociedade ideal desse filósofo, os jovens muitas vezes eram retratados como inconsequentes e ingênuos, a exemplo de Polemarco, filho de Céfalo.
Nesta sociedade ideal, crianças e adolescentes não recebiam diretamente o ensino da Filosofia. Por ser um conhecimento nobre e difícil, [ela] era ensinada somente para pessoas de idade mais avançada.

     Dentre os filósofos clássicos, o maior crítico sobre a construção filosófica da ideia de “velhice” era o estoico Sêneca. Para ele, Platão, Aristóteles e Epicuro construíram uma concepção mitológica da figura do velho. Os idosos que ele conheceu em Roma muitas vezes não eram tão felizes como descreviam os gregos. Muitos deles, observou Sêneca, pareciam tranquilos, mas no fundo não eram. A aparente tranquilidade decorria de seu cansaço e desânimo por não conseguir mais lutar por aquilo que queriam. Não buscaram a ataraxia enquanto jovens, ou seja, a tranquilidade da alma e a ausência de perturbações frente aos desafios impostos pela vida.

     Se envelhecer é uma “droga”, como afirma o ator Arnold Schwarzenegger, ou se [a velhice] é a “melhor idade”, como dizem muitos aposentados, esses discursos não contribuem para uma resposta definitiva para o estudo científico.Afinal, o conceito de velhice não é um fenômeno puramente biológico, mas também fruto de uma construção social e psicoemocional.

MEUCCI, Arthur. Rev. Filosofia : março de 2013, p. 72-3.

Ao se reescrever a oração adjetiva destacada em“Os idosos QUE ELE CONHECEU EM ROMA muitas vezes não eram tão felizes como descreviam os gregos [...]” (§ 4) cometeu-se um erro de regência nominal em:
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Q362593 Português
      Anvisa pede cautela em uso de remédio contra
                                osteoporose



JOHANNA NUBLAT

     O médico deve avaliar, caso a caso, se vale a pena prolongar para além de três anos o uso dos bisfosfonatos no combate à osteoporose.
É o que alerta um boletim elaborado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) com base em estudos clínicos e de casos internacionais que avaliaram o uso desses medicamentos por mulheres na pós menopausa.
     Por conta da redução na produção de estrogênio após a menopausa, estima-se que a osteoporose atinja um pouco menos de 20% das mulheres com 50 anos ou mais.
Entre os homens, as taxas estimadas não passam de 6%, descreve o boletim.
     O trabalho não questiona o benefício dos bisfosfonatos - remédios mais usados contra a doença- de forma geral, mas alerta que não há garantias de efetividade da droga após uso prolongado.
     "Não há evidência clara de benefício pelo uso além de três anos e há relatos de eventos adversos desagradáveis, apesar de pouco freqüentes", diz Márcia Fernandes, técnica da agência que trabalhou na produção da análise.
     Um desses eventos adversos é a fratura atípica (por exemplo, no meio do fêmur). Já as fraturas nas vértebras e no fêmur na altura da virilha são tidas como típicas em pacientes com osteoporose.
     As conclusões da Anvisa vão na mesma linha do relatório divulgado, em setembro de 2011, pela FDA (agência americana que regula remédios e alimentos). À época, a agência afirmou que os bisfosfonatos
só tinham benefícios comprovados na prevenção de fraturas até três anos. E informou que, após o quinto ano, não havia mais melhoria na densidade óssea.

     MANTER OU NÃO

     O alerta que faz o boletim da Anvisa já é de conhecimento dos especialistas brasileiros. Eles, no entanto, acham que o estudo pode ser um aviso importante aos não especialistas que tratam pacientes comosteoporose.
     "Tem muita gente usando bisfosfonato há bastante tempo. Os especialistas sabem [do alerta], os generalistas não. E tem muito generalista tratando osteoporose", diz Bernardo Stolnick, vice-presidente do comitê de doenças osteometabólicas da SBOT (Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia).
     Para decidir manter, suspender ou trocar de droga é preciso avaliar questões como o passado de fraturas e o aumento da massa óssea, diz Sebastião Radominski, coordenador da comissão de osteoporose da Sociedade Brasileira de Reumatologia.
     "Há pacientes que, três ou quatro anos depois, continuam com altíssimo risco de ter uma fratura comum, que não aumentaram a massa óssea. Não tenho dúvida [de que ele deve manter o uso]. Porque, assim, você evita 240 fraturas típicas frente a uma atípica que poderia ocorrer", diz.
     Stolnick lembra que há remédios que servem de alternativa aos bisfosfonatos, como o ranelato de estrôncio.
     "É uma excepcional alternativa para quem usou o bisfosfonato e tem que parar após três ou cinco anos." Em fevereiro, o uso da substância foi aprovado no país para o tratamento de homens.

(http://wwwl.folha. uol. com. br/)
Sobre o uso ou não do sinal indicativo de crase nos trechos destacados no primeiro parágrafo, assinale a alternativa correta.
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Q359448 Português
Não vivemos sem monstros

Os monstros fazem parte de todas as mitologias. Os havaianos acreditam em um homem com uma boca de tubarão nas costas. Os aborígines falam de uma criatura com corpo humano, cabeça de cobra e tentáculos de polvo. Entre os gregos, há relatos de gigantes canibais de um olho, do Minotauro, de uma serpente que usa cabeças de cachorros famintos como um cinto.
Não importam as diferenças de tamanho e forma. Os monstros têm uma característica em comum: eles comem pessoas. Expressam nossos medos de sermos destruídos, dilacerados, mastigados, engolidos e defecados. O destino humilhante daqueles que são comidos é expresso em um mito africano a respeito de uma ave gigante que engole um homem e, no dia seguinte, o expele. Além de significar a morte, este tipo de destino final nos diminui, nos tira qualquer ilusão de superioridade em relação aos outros animais.
Para os homens de milhões de anos atrás esta era uma realidade. Familiares, filhos, amigos eram desmembrados e devorados. Passamos muito tempo da nossa história mais como caça do que caçador. Tanto que até hoje estamos fisiologicamente programados para reagir a situações de estresse da mesma forma com que lidávamos com animais maiores – e famintos.
O arquétipo do monstro, tão recorrente em nossa história cultural, expressa e intensifica nosso medo ancestral dos predadores. A partir do momento em que criamos estes seres e os projetamos no reino da mitologia, nos tornamos capazes de lidar melhor com nossos medos. Em sua evolução no plano cultural, os monstros passaram a explicar a origem de outros elementos que nos assustam e colocam nossas vidas em risco, em especial fenômenos naturais como vulcões, furacões e tsunamis.
Mais que isso, esses seres fictícios nos permitiram lidar com a mudança de nossa situação neste planeta. Conforme nos tornamos predadores, passamos a incorporar os monstros como forma de autoafirmação. E, diante do imenso impacto que provocamos nos ecossistemas que tocamos, também de autocrítica. De certa forma, nos tornamos os monstros que temíamos. Isso provoca uma sensação dupla de poder e culpa.
Começamos com os dragões, os primeiros arquétipos de monstros que criamos, e chegamos ao Tubarão, de Steven Spielberg, e ao Alien, de Ridley Scott. Nessas tramas, o ser maligno precisa ser destruído no final, mesmo que para voltar de forma milagrosa no volume seguinte da franquia.
Precisamos dos monstros. Eles nos ajudam há milênios a manter nossa sanidade mental. É por isso que os mitos foram repetidos através dos séculos, alimentaram enredos literários e agora enchem salas de cinema. Não temos motivo nenhum para abrir mão deles.

(Paul A. Trout. Revista Galileu. Março de 2012, nº 248 I. Editora Globo.)
Os havaianos acreditam em um homem com uma boca de tubarão nas costas.” (1º§) Marque a alternativa que apresenta o verbo com predicação idêntica à do verbo sublinhado na frase anterior.
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Q359052 Português

Leia o texto para responder à questão. 


Herói da Língua


      Vocês se lembram do meu amigo Toninho Vernáculo. Já falei dele uma vez e contei histórias da mania que tem de corrigir erros de português. Daí o apelido. Cansei de falar: deixa, Toninho, esta língua é complicada mesmo, até autor consagrado escreve com dicionários e gramáticas à mão.
      – Pelo menos eles têm a humildade de consultar os mestres antes de dar a público o que escrevem – respondia o Toninho na sua linguagem em roupa de domingo.
      Dom Quixote da gramática, Toninho não se dava descanso. Lia coisas assim nos anúncios classificados dos jornais e ficava indignado: baile “beneficiente”; faça “seu” óculos na ótica tal; “aluga-se” dois galpões. Ex-jornalista, aposentado, telefonava para os encarregados dos pequenos anúncios:
      – No meu tempo não era assim! Os responsáveis eram responsáveis, cuidavam da correção de todos os textos a serem publicados. O povo não sabe escrever, mas os jornais são arquétipos e têm o dever – o dever! – de zelar pela língua!
      No convívio diário, arrumava desafetos, humilhados e ofendidos, mas também alguns – os mais humildes – agradecidos pelo ensinamento. Quixoteava lições, fosse qual fosse o interlocutor.
      Bom, um dia desses, telefonaram-me de madrugada: Toninho havia sido preso como pichador de rua. Quê, um homem de 70 anos? Havia algum engano, com certeza. Fomos para a delegacia, uma trinca de amigos.
      Engano havia e não havia. Nosso amigo fora realmente flagrado pela polícia com spray e latinha de tinta com pincel, atuando na fachada de uma casa comercial do bairro onde mora. Explicou-se: estava corrigindo os erros de português dos pichadores! Começamos os esforços para livrá-lo da multa e da denúncia, explicamos ao delegado que o ocorrido era fruto de uma mania dele, loucura leve. Por que penalizá-lo por coisa tão pouca? Não ia acontecer de novo. Aí o delegado explicou qual era a bronca.
      O Toninho havia pedido para ler seu depoimento, datilografado pelo escrivão, e começou a apontar erros de português no texto do funcionário. Aí melou, “teje” preso por desacato. Com dificuldade convencemos o escrivão da loucura mansa do nosso amigo, e ele liberou o herói da língua pátria.


(Ivan Angelo. Veja SP, 28.10.2011. Adaptado)

Assinale a alternativa que completa, preservando o sentido do texto e de acordo com a norma-padrão, a frase do texto: Vocês se lembram de meu amigo Toninho Vernáculo...
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Q358064 Português
A regencia verbal não está correta somente na alternativa:
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Q356670 Português

*Nome trocado para proteger privacidade.
Jánská, Lucie.
Disponível em: http://www.selecoes.com.br/jaleco-branco-nariz-vermelho-cavaquinho.
Acesso em: 24/04/2013. – Adaptado.

Assinale a afirmativa correta quanto à regência verbal.
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Q355635 Português
Leia as afirmativas abaixo para responder as questões 5 e 6:

I. Sua decisão implicará grandes perdas.
II. Amor implica em sacrifício.
III. Os funcionários devem obedecer o regimento.

As frases que apresentam erro quanto à regência verbal são:
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Q354580 Português
No que se refere à estrutura linguística do texto, julgue os itens subsequentes.

A oração “de que se compõe a lógica” (l.16-17) corresponde, em sentido e em correção gramatical, à oração que a lógica é composta, portanto a substituição de uma pela outra não acarretaria prejuízo ao texto.
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Q353904 Português

Internet: http://aquarius.mcti.gov.br (com adaptações).

Considerando as ideias e estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item a seguir.

Na linha 8, o emprego da preposição em “dessa liderança” justifica-se pela regência do verbo exigir.
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Q353592 Português
Nas questões de números 23 e 24, assinale a alternativa qu preenche, correta e respectivamente, as lacunas da frase, con siderando a norma-padrão da língua portuguesa.

______________programas de computador ___________desenhar rostos com perfeição.
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Ano: 2013 Banca: FAURGS Órgão: TJ-RS Prova: FAURGS - 2013 - TJ-RS - Oficial Escrevente |
Q352942 Português
                   Apesar de você

01       Você é a favor ou contra cortarem árvores para.
02   alargar uma rua? A favor ou contra derrubarem uma
03   casa para construir um edifício? Devem ser reabertos
04   os arquivos da ditadura? Proibidas as máscaras nos
05   protestos? Publicadas biografias não autorizadas?
06       A arena de debates públicos foi ampliada virtual-
07   mente ao infinito pela capilaridade das redes sociais.
08   Pode parecer apenas mais uma discussão banal sobre
09   um aumento de 20 centavos nas passagens, mas por
10   _____ de toda polêmica que exalta ânimos e inflama
11   espíritos há um conflito de _____ de mundo, um
12   choque tectônico de ideias. Quase nunca é só pelos 20
13   centavos.
14       Como nem sempre são evidentes todos os aspectos
15   envolvidos em um debate – e como poucas pessoas
16   entendem de todos os assuntos, tirando Leonardo Da
17   Vinci e aquele seu amigo que dá palpite sobre tudo –
18   é comum que fiquemos atentos à maneira como dife-
19   rentes pessoas _____ confiamos se posicionam antes
20   de formarmos a nossa própria opinião. O conceito de
21   formador de opinião, porém, mudou muito nos últimos
22   anos. Hoje há formadores de opinião por todos os lados,
23   para onde você olhar, e por isso mesmo é cada vez
24   mais difícil escolher quem vale a pena ouvir.
25        Na busca da iluminação cotidiana, gosto de prestar
26   atenção em quem entende do riscado: arquitetos para
27   falar de arquitetura, médicos para falar de medicina,
28   juristas para falar de leis. Mas não basta entender do
29   assunto. Para conquistar o meu respeito, é preciso
30   conseguir construir argumentos que voem além dos
31   interesses de sua categoria. Médicos a favor do Mais
32   Médicos, jornalistas contra o diploma de jornalismo,
33   empresários dispostos a perder algum dinheiro: pode-se
34   concordar ou não com eles, mas ganham um crédito
35   adicional de confiança por pensarem com a cabeça e
36   não com o bolso ou o coração.
37       Quero que o formador de opinião seja coerente,
38   mas, se for dizer algo desatinadamente oposto _____
39   disse antes, que reconheça isso, com humildade, porque
40   mudar de opinião, às vezes, é um sinal de inteligência
41   e integridade. Quero ler opiniões _____ me surpreen-
42   dam de vez em quando, porque o pensador indepen-
43   dente não se torna refém de inclinações políticas ou
44   ideológicas – e nada é mais triste do que ver pessoas
45   inteligentes esforçando-se para tornar plausível um
46   pensamento torto apenas para justificar uma ideologia
47   ou um interesse particular. Ainda assim, quero o
48   conforto de saber que certas pessoas têm a capacidade
49   de iluminar os caminhos mais tortuosos, invariavel-
50   mente apontando para a trilha do que é justo, honesto,
51   honrado, coerente.
52       A polêmica recente envolvendo o grupo de artistas.
53   que defende restrições às biografias não autorizadas
54   talvez seja lembrada menos pelo assunto em si do
55   que pelo fato de ter colocado sob fogo cerrado dois
56   dos nomes mais emblemáticos da cultura brasileira.
57   Não me importa que Caetano Veloso e Chico Buarque
58   de Hollanda tenham opiniões diferentes das minhas –
59   muitas vezes tiveram, inclusive politicamente. O que é
60   triste é ver que emprestaram seu prestígio não a um
61   princípio ou a uma causa maior do que eles, mas a
62   interesses restritos ao seu cercadinho. Pois, levado ao
63   limite, o raciocínio da proteção à privacidade torna
64   impossível publicar qualquer coisa que contrarie o
65   interesse de qualquer pessoa – o que, vamos combinar,
66   é muito parecido com censura.
67       O mais irônico é que justamente esse gesto pode
68   vir a ser a nota mais embaraçosa das biografias dos
69   dois – quando, “apesar de você”, elas forem escritas.
70   E serão.

Adaptado de: LAITANO, Cláudia. Zero Hora, 12 out. 2012, n.º 17581.

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas das linhas 19, 38 e 41 do texto.

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Q351076 Português
       A ocupação da região da Chapada Diamantina, inicialmente habitada pelos índios Maracás, remonta aos anos áureos da exploração de jazidas e minérios, por volta de 1700, quando foi encontrado ouro próximo ao Rio de Contas Pequeno, marcando o início da chegada dos bandeirantes e exploradores. Em 1844, a colonização é impulsionada pela descoberta de diamantes valiosos nos arredores do Rio Mucugê, e os comerciantes, colonos, jesuítas e estrangeiros se espalham pelas vilas, controladas e reguladas pela força da riqueza. A atividade agropecuária tomba diante da opulência do garimpo.
       Reduto de belezas naturais, a Chapada abarca uma diversidade grande de fauna e flora. São mais de 50 tipos de orquídeas, bromélias e trepadeiras, além de espécies animais raras, como o tamanduá-bandeira. O Parque Nacional da Chapada Diamantina, criado na década de 80 do séc. XX, atua como órgão protetor de toda essa exuberância.

(Adaptado de: www.bahia.com.br)

... remonta aos anos áureos da exploração de jazidas e minérios...

Considerando-se a regência do verbo remontar, no contexto, o segmento sublinhado pode ser corretamente substituído por:
Alternativas
Q351060 Português
Considere o trecho abaixo:

Mas nem sempre foi assim: esse é um movimento de retomada que se segue a uma devastadora crise na produção brasileira. E o motor dessa retomada é o cacau fino. (1º parágrafo) 

Mantém-se a correção do trecho acima, substituindo-se 


I. os dois-pontos por ponto e vírgula.
II. “E” por uma vírgula seguida de cujo, fazendo-se a devida adaptação de maiúsculas e minúsculas.
III. “a uma devastadora” por “à devastadora”.

Está correto o que se afirma APENAS em

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Q351007 Português
Não tenho dúvida ...... os ambientalistas estejam ...... procura de soluções sustentáveis ...... agricultura e ...... pe- cuária, mas é preciso reconhecer ...... não é fácil encontrá-las. Parece que não há muito a fazer, as armas ...... os ambientalistas combatem os desmandos não têm surtido os efeitos desejados.

As lacunas são preenchidas respectiva e corretamente por:

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Ano: 2013 Banca: IBFC Órgão: PC-RJ Prova: IBFC - 2013 - PC-RJ - Oficial de Cartório |
Q350715 Português
Fé - Esperança - Caridade
         (Sérgio Milliet)

É preciso ter fé nesse Brasil
nesse pau-brasil
nessas matas despovoadas
nessas praias sem pescadores
É preciso ter fé
Nesse norte de secas
e de literatura
A esperança vem do sul
Vem de mansinho
contagiosa e sutil
vem no café que produzimos
vem nas indústrias que criamos
A esperança vem do sul
do coração calmo de São Paulo
É preciso ter caridade
e ter carinho
perdoar o ódio que nos cerca
que nos veste
e trabalhar para os irmãos pobres...
(Poetas do Modernismo. INL-MEC, Rio de Janeiro, 1972)
No verso “perdoar o ódio que nos cerca”, a regência do verbo “perdoar” está sendo empregada corretamente. Assinale a opção que apresenta um erro quanto à regência desse mesmo verbo.

Alternativas
Q350647 Português
Explicar não é justificar

Os gregos e os romanos aceitavam a escravidão porque não imaginavam que uma sociedade pudesse funcionar sem
escravos. Como o filósofo Sêneca, insistiam apenas em que se reconhecessem alguns direitos aos escravos: que fosse,
por exemplo, proibido utilizá-los com finalidades sexuais. Estamos na mesma posição quando se trata da pobreza. Estamos
convencidos de que uma sociedade justa deve procurar erradicá-la.
Mas, como não conseguimos conceber os meios que permitem atingir esse objetivo, aceitamos que uma sociedade comporte
grandes bolsões de pobreza. Em contrapartida, não hesitamos em condenar a prática da escravidão.

(Raymond Boudon, O relativismo. Trad. de Edson Bini. São Paulo: Loyola, 2010. p. 41)
Está plenamente adequado o emprego de ambos os segmentos sublinhados na frase:

Alternativas
Q349788 Português
Está correta a regência nominal e verbal em:
Alternativas
Q348329 Português
Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas.

I. Há um conflito, pois as ideias dele vão __________ minhas.

II. O doutor não estava ___________ do caso.

Alternativas
Respostas
3901: C
3902: D
3903: E
3904: D
3905: B
3906: C
3907: B
3908: D
3909: B
3910: E
3911: C
3912: C
3913: D
3914: E
3915: D
3916: A
3917: E
3918: E
3919: B
3920: A