Questões de Concurso Sobre redação - reescritura de texto em português

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Q1781670 Português

Achados e perdidos


    Generalizando, e dando ao caso um toque emocional de exagero, levo metade do dia a procurar o que se extraviou na véspera.

    Não, não tentem ajudar-me, oh bem-amadas, pois não se trata de joias e, se por acaso eu as houvesse herdado, não teriam para mim outro valor senão o de empenhá-las pouco a pouco.

    O que eu perco são coisas imponderáveis, suspiros não, mas pensamentos, se assim posso chamar o que às vezes me borboleteia na cuca e que procuro transfixar no papel, antes que um súbito buzinar ou britadeira as mate de nascença.

    E, enquanto procuro traçá-las a lápis no papel, pois graças a Deus não pertenço intelectualmente à era mecânica, às vezes me parece que, por exemplo, um manuscrito me saiu um garrancho, ou, antes, um gancho, que faz pender a linha destas escrituras e por conseguinte a linha do pensamento.

    Estão vendo? De que era mesmo que eu estava falando? Ah! era dos papeis escritos, extraviados, esquecidos.     

    Quem sabe lá como seriam bons!

    Quanto a este, que tive o cuidado de não perder, o melhor será colocar-lhe no fim os três pontinhos das reticências...

    Ninguém sabe ao certo o que querem dizer reticências.

    Em todo caso, desconfio muito que esses três pontinhos misteriosos foram a maior conquista do pensamento ocidental...


(Mario Quintana, A vaca e o hipogrifo.)

Assinale a alternativa que substitui, correta e respectivamente, os trechos destacados na passagem – Quanto a este, que tive o cuidado de não perder, o melhor será colocar-lhe no fim os três pontinhos das reticências... (7º parágrafo)
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Q1781576 Português

Leia os textos que seguem para responder à questão.


Texto I

Disponível em: ihttps://www.plural.jor.br/charges/bennet/benett-370/ Acesso em: 20 mai. 2021.


Texto II

O Bicho,

de Manuel Bandeira (1947) 

Vi ontem um bicho

Na imundície do pátio

Catando comida entre os detritos.


Quando achava alguma coisa,

Não examinava nem cheirava:

Engolia com voracidade.


O bicho não era um cão,

Não era um gato,

Não era um rato.


O bicho, meu Deus, era um homem.

Disponível em: https://www.culturagenial.com/poema-o-bicho-manuel-bandeira/ Acesso em: 20 mai. 2021


Texto III

O direito à alimentação adequada e as

restrições decorrentes da pandemia

Por Delcy Alex Linhares


     A pandemia da Covid-19 impôs a formulação de políticas públicas voltadas para o estabelecimento de “comunidades seguras”, cujo princípio geral orientador, trazido pela carta de Otawa da OMS, desde 1976, para o mundo, as nações, as regiões e até mesmo as comunidades é “a necessidade de encorajar a ajuda recíproca – cada um a cuidar de si próprio, do outro, da comunidade e do meio-ambiente natural”.

     

     Voltou-se a discutir o conceito de “populações vulneráveis”, sob a ótica da saúde e da assistência social, debate que começou no início dos anos 1980, com os estudos sobre a AIDS, que agora foi revisitado em razão do perfil das pessoas atingidas e das variáveis socioeconômicas que surgiram com o isolamento social imposto pela pandemia.


      No Brasil, medidas restritivas de liberdades individuais, tais como: quarentena, isolamento social, adoção de protocolos sanitários; e, até mesmo fechamento de fronteiras, foram autorizadas pela Lei 13.979/2020 e passaram a ser exigidas por meio de regras, editadas em todo o país, pelas várias esferas de governo. Tais medidas têm o potencial de colocar em risco a continuidade do abastecimento de alimentos no país.


O direito à alimentação adequada


    A Declaração Universal do Direitos do Homem, em seu artigo 3°, reconhece que: “todo indivíduo tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal”; e, no art. 25°. 1, prevê que “toda a pessoa tem direito a um nível de vida suficiente para lhe assegurar e à sua família a saúde e o bem-estar, principalmente quanto à alimentação

[...]”.


     Por sua vez, o Pacto Internacional sobre Direitos Econômicos, Sociais e Culturais das Nações Unidas, de 1966, estabelece, em seu art. 11, o “direito de todos de usufruir de um padrão de vida adequado para si mesmo e sua família, incluindo moradia, vestuário e alimentação adequados, e à melhoria contínua das condições de vida”. 


    Não é por outro motivo que o Protocolo de San Salvador reconhece expressamente, no seu art. 12, o direito à alimentação e o relaciona com a produção, abastecimento e distribuição de alimentos.


      Por fim, o direito à alimentação adequada foi detalhado no Comentário Geral nº 12 do Comitê de Direitos Econômicos, Sociais e Culturais do Alto Comissariado de Direitos Humanos da ONU, de 1999 [...].


    O abastecimento de alimentos impacta muito mais que nossa dieta. A produção de alimentos traz inegáveis consequências para o meio ambiente, gera reflexos nas concentrações populacionais e afeta movimentos migratórios de natureza econômica. No entanto, as pessoas têm o direito a ter alimentos saudáveis e culturalmente adequados, produzidos e distribuídos por métodos sustentáveis, bem como o direito de definir seus próprios sistemas alimentares, o que é chamado de "soberania alimentar".


        Assim, a competência comum, para organizar a atividade de abastecimento de alimentos, não pode ser exercida de maneira que coloque em risco o direito à alimentação adequada da população. Deve haver uma cooperação mútua para assegurar a manutenção da atividade em todo o país, porque esta se destina ao atendimento de necessidades inadiáveis da sociedade; e, se não for mantida, coloca em perigo a soberania alimentar de toda a população. [...]


        O problema é tão sério que, provocado pelo Conselho Federal da O.A.B., na ADPF 672/DF, o Supremo Tribunal Federal, por intermédio do ministro Alexandre de Moraes, se posicionou [...] e, ao fim, concedeu-se parcialmente a medida cautelar para:


    “RECONHENDO E ASSEGURANDO O EXERCÍCIO DA COMPETÊNCIA CONCORRENTE DOS GOVERNOS ESTADUAIS E DISTRITAL E SUPLEMENTAR DOS GOVERNOS MUNICIPAIS, cada qual no exercício de suas atribuições e no âmbito de seus respectivos territórios, para a adoção ou manutenção de medidas restritivas legalmente permitidas durante a pandemia, tais como, a imposição de distanciamento/isolamento social, quarentena, suspensão de atividades de ensino, restrições de comércio, atividades culturais e à circulação de pessoas, entre outras; INDEPENDENTEMENTE DE SUPERVENIÊNCIA DE ATO FEDERAL EM SENTIDO CONTRÁRIO, sem prejuízo da COMPETÊNCIA GERAL DA UNIÃO para estabelecer medidas restritivas em todo o território nacional, caso entenda necessário.”


       A decisão reputou constitucional a adoção de medidas restritivas de liberdades por parte de entes federativos subnacionais, da mesma forma que se reconheceu a competência comum destes para a organização do abastecimento alimentar.


        [...] Por fim, mesmo que a pandemia da Covid-19 faça com que o estado democrático de direito seja testado ao limite de suas instituições, a constituição ainda se mostra capaz de unir a sociedade e incentivar a colaboração mútua, de todos, não só para proteger o direito à saúde, mas também para assegurar a alimentação adequada.


Disponível em: https://www.conjur.com.br/2020-abr-26/direito-pos-graduacao-direito-alimentacao-restricoes-decorrentes-pandemia Acesso em: 20 de maio de 2021.

Observe o excerto que segue, extraído do texto III, e analise as reescritas propostas para ele.


“[...] para lhe assegurar e à sua família a saúde e o bem-estar, principalmente quanto à alimentação [...]”.


I. “[...] para assegurar-lhe e a sua família a saúde e o bem-estar, principalmente quanto à alimentação [...]”.

II. “[...] para o assegurar e à sua família a saúde e o bem-estar, principalmente quanto à alimentação [...]”.

III. “[...] para assegurar a saúde e o bem-estar a ele e a sua família, principalmente quanto à alimentação [...]”.

IV. “[...] para assegurar à saúde e bem-estar a ele e à sua família, principalmente quanto à alimentação [...]”.


A correção gramatical foi estritamente mantida apenas em

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Q1778857 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Você conhece os jogos que acompanham a humanidade há milhares de anos?

    Em algum momento, milhares de anos atrás, algum humano da Pré-História modificou um osso, uma concha, uma pedra ou um pedaço de madeira e começou a apostar com os colegas qual marca apareceria quando ele lançasse o objeto ao chão. Ele não estava sozinho: existem centenas de sítios arqueológicos com peças que parecem ter sido utilizadas para jogar.
     Aliás, nem sequer somos a única espécie que gosta de testar a sorte: em 2005, um estudo da Universidade Duke concluiu que, por diversão, macacos preferem seguir rotas mais longas e perigosas, mesmo quando a recompensa é menor. “Eles simplesmente gostam de jogar”, descreve o diretor do Centro para Pesquisas de Jogos de Azar da Universidade de Nevada, David G. Schwartz, no livro Roll the Bones: The History of Gambling. 
    O tempo avançou e os habitantes das primeiras civilizações também passaram a desenvolver seus próprios tipos de jogos. “Apostar é um passatempo antigo e disseminado”, explica o pesquisador. Seja na Mesopotâmia, no Egito ou na Coreia, já havia as primeiras versões de dados e fichas. Os chineses, por exemplo, pintavam e decoravam conchas e ossos de animais. Por volta do primeiro milênio antes de Cristo, as ruas do país já tinham casas para jogos – uma primeira versão dos cassinos, que surgiram para organizar as partidas, com regras e prêmios.
   Como aponta David G. Schwartz, cada uma das invenções da humanidade, incluindo a imprensa de tipos móveis do século 15 da Era Cristã, foi utilizada para incrementar os jogos. “A partir de 1650, a mania da jogatina se espalhou por boa parte da Europa”, explica.
     Quando o sistema bancário se estruturou e se fortaleceu na Europa, os cassinos ganharam um grande espaço – a palavra, aliás, vem do italiano e significa o equivalente a “clube social”. É considerado que o primeiro cassino da Era Moderna surgiu em Veneza, uma cidade onde as pessoas comuns já estavam habituadas a apostar com cartas e dados nas praças. Por sua vez, muitos dos jogos até hoje praticados em cassinos, como a roleta, surgiram posteriormente na França.
      No século 19, Monte Carlo tornou-se um centro de entretenimento. Eram tantos visitantes, de diversos lugares, utilizando moedas diferentes, que foi preciso criar o sistema de fichas. Inicialmente feitas de marfim, elas surgiram na China no início do século 18 e passaram a ser importadas. Mas os jogadores podiam comprar os mesmos modelos na rua e levá-los escondidos para dentro dos cassinos, o que obrigou os proprietários das casas a criar métodos cada vez mais sofisticados para identificar as peças.
    Nos Estados Unidos, os nativos haviam inventado seus próprios jogos. Entre os colonizadores, a primeira cidade a assumir o papel de capital dos cassinos foi Nova Orleans. Apenas na década de 40 do século 20 é que Las Vegas se consolidou. Ali, com o Hotel Flamingo, inaugurado em 1946, estabeleceu-se a estética conhecida ainda hoje, com os salões amplos e a falta de janelas – há quem diga que é para o jogador perder a noção de tempo, mas os proprietários dos locais costumam alegar que a luminosidade do sol prejudica visualizar as cartas e as telas das máquinas caça-níqueis. 

Fonte: https://super.abril.com.br/historia/voce-conhece-os-jogos-que-acompanham-a-humanidade-ha-milhares-deanos/

Assinale a alternativa CORRETA com relação ao uso dos recursos linguísticos.
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Q1776291 Português

Zuenir Ventura: Não podemos reduzir o mundo a 140 toques

Wilker Sousa


    Notícias produzidas em tempo real na tentativa de apreender um mundo complexo cujas fronteiras, em face do universo digital, há muito desapareceram. Lidar com tecnologias que ampliam o acesso à informação e ao mesmo tempo restringem a notícia a textos exíguos. Essas são algumas das questões que vêm à tona quando se propõe discutir a atividade jornalística contemporânea.

    Na tarde do último sábado (29), esse foi o tema do debate Cena Contemporânea – O jornalismo dos Primeiros 10 anos do século 21, presente no XIII Fenart (Festival Nacional de Arte), realizado em João Pessoa.

    Ao longo de três horas, os jornalistas Marcela Sitônio, Jô Mazarollo e Gonzaga Rodrigues (da imprensa local) juntamente com o jornalista e escritor mineiro Zuenir Ventura analisaram os impactos das tecnologias recentes no cotidiano do jornalista e em que medida suscitam novas maneiras de se pensar e de se fazer jornalismo. Ao final do debate, Zuenir Ventura concedeu entrevista à CULT, leia a seguir.


CULT – Em tempos de twitter e da avalanche de informações a que o indivíduo é submetido, ainda há público leitor para grandes reportagens? 


Zuenir Ventura – Eu acho tudo isso melhor do que não escrever e melhor do que não ler, mesmo sabendo da precariedade do texto. É melhor porque você se habitua a ler e amanhã lerá outras coisas. Recentemente, li sobre o episódio de um jovem que mal sabia escrever e começou a ficar isolado de sua turma porque todo mundo se comunicava via e-mail. Ele ficou desesperado e aprendeu a escrever para passar e-mails para os colegas da turma. Então, é melhor assim do que se não houvesse nada. Mas é claro que isso não pode ser um processo pernicioso, ou seja, a gente não pode reduzir o mundo a 140 toques. Tem coisa que pode ser escrita em 140 toques, outras não. Eu também acho que a grande reportagem não é necessariamente uma reportagem grande, mas apenas há assuntos que necessitam de mais espaço, de mais tempo, de mais apuração, ou seja, a diferença de uma matéria está em como foi feita a pesquisa, a apuração, o trabalho com o texto. Por que as matérias de jornalismo literário são melhores? Porque se tem mais tempo para trabalhar, mais espaço e isso exige uma qualidade maior na feitura do texto.


Adaptado de: https://revistacult.uol.com.br/home/o-jornalismo-do-seculo-21/. Acesso em: 16 jan. 2021.

Assinale a alternativa que apresenta a reescrita gramatical e semanticamente adequada para o excerto “Porque se tem mais tempo para trabalhar, mais espaço e isso exige uma qualidade maior na feitura do texto.”.
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Q1776189 Português

Entrevista com Maria Silvia Bolguese e Ricardo Moreno


Maria Silvia Bolguese, psicanalista e membro do Departamento de Psicanálise do Instituto Sedes Sapientiae


CULT – O que é a depressão?

Maria Silvia Bolguese – Em relação à psicanálise, quero destacar que a depressão pode ser compreendida considerando-se um espectro que vai desde os estados depressivos considerados normais, ou seja, reações de recolhimento do sujeito frente a dificuldades da vida, por um lado, ou angústias e desequilíbrios advindos de instabilidades internas; até as manifestações melancólicas graves, que impedem, inibem as possibilidades do existir.


CULT – Por que a depressão pode ser considerada um sintoma social?

Maria Silvia Bolguese – Sujeitos deprimidos e medicados são os sujeitos conformados à lógica dominante, que visam apenas a partir de si mesmos corrigir seu mal-estar. A passividade contemporânea em relação às condições sociais e políticas é decorrência dessa ideologia da culpabilização e responsabilização dos sujeitos. Claro está que os estados depressivos graves e melancólicos devem ser tratados pelo que produzem de sofrimento a seus portadores, mas não se pode deixar de considerar em nenhum caso as condições de vida a que esses mesmos sujeitos estão submetidos.


Ricardo Moreno, psiquiatra e coordenador do Programa de Transtornos Afetivos do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas (IPQ)

CULT – Sob o ponto de vista da psiquiatria, o que é a depressão?

Ricardo Moreno – Depressão é uma doença que tem como base uma disfunção química do cérebro, ou seja, os sistemas de neurotransmissão são comprometidos. Ela se caracteriza por uma série de sinais e sintomas. Ela tende a recorrer ao longo da vida e tem uma série de prejuízos em vários níveis. Depressão não é tristeza, não é uma reação emocional a um evento qualquer.


CULT – A depressão pode ser motivada por fatores sociais?

Ricardo Moreno – Não. Isso é uma coisa que se fala há muito tempo, principalmente algumas vertentes interpretativas, mas a depressão não pode ser causada por fatores sociais. O que nós sabemos das causas da depressão: primeiro, há uma causa genética – 40% dos pacientes com depressão têm um fator genético envolvido. Mas não é somente o componente genético, tem de haver um componente psicossocial e psicológico. O que se sabe é que indivíduos que têm predisposição a ter depressão, quando submetidos a estresse, físico ou psicológico, podem ou não desenvolver a doença, dependendo da vulnerabilidade genética que eles têm e a capacidade psicológica de lidar com o estresse.


Adaptado de: https://revistacult.uol.com.br/home/entrevista__trashed/. Acesso em: 14 jan 2021.

Assinale a alternativa que apresenta, entre parênteses, uma reescrita gramatical e semanticamente adequada para a pergunta apresentada.
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Q1774870 Português



CUNHA, Euclides da. Os Sertões. São Paulo: Três, 1984 (Escola do Futuro da Universidade de São Paulo, Biblioteca Virtual do Estudante Brasileiro). Disponível

em: <http://www.dominiopublico.gov.br/>. Acesso em: 29 jul. 2020, com adaptações.

Considerando os aspectos linguísticos, estilísticos e semânticos do texto, julgue (C ou E) o item a seguir.
No trecho “resistiu até ao esgotamento completo” (linha 2), se a preposição “a” for omitida, reescrevendo-se até o esgotamento, não haveria alteração no sentido da frase.
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Q1774861 Português

Texto 3




BARBOSA, Ruy (2013-11-06T22:58:59). Obras de Ruy Barbosa. Biblioteca Digital. Edição do Kindle, com adaptações.

Tendo em vista a estrutura gramatical do texto, julgue (C ou E) o item a seguir.


Com manutenção das ideias e da correção gramatical, o último período do texto poderia ser redigido da seguinte forma: A servidão que temos vivido até hoje, assim como a completa ausência de animação política do País, nos têm habituado a desdenhar desses fatos que, sob a modéstia de suas feições, ocultam graves sistemas de regeneração pública.

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Q1774847 Português
Com base nos aspectos gramaticais e semânticos do texto, julgue (C ou E) o item a seguir.
Embora as relações entre as orações e os termos das orações sejam alteradas, a sentença “Na minha cabeça... escrevê-los.” (linhas de 20 a 23) poderia ser reescrita, mantendo-se a correção e a coerência do texto, da seguinte forma: Na minha cabeça dançavam hieróglifos, de quando em quando, e eu consultava as minhas notas. Entrava nos jardins e, como desejava guardá-los bem na memória e habituar a mão a escrevê-los, escrevia-os na areia.
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Q1774836 Português

Texto 1

Uma página em branco



SANT'ANNA, Sérgio. O concerto de João Gilberto no Rio de Janeiro. Companhia das Letras, 2014.

Com base nos aspectos linguísticos e semânticos do texto, julgue (C ou E) o item a seguir.
O trecho “Ou, quem sabe? — apenas permanecer numa casa, caixa, onde no quarto durmam crianças, no fogão haja um resto de comida e, na cama, esperando, certa mulherzinha.” (linhas de 21 a 24) poderia ser reescrito, mantendo-se a correção gramatical e os sentidos do texto, da seguinte forma: Ou, quem sabe, apenas permanecer em uma casa-caixa, cujos quartos durmam crianças, em cujo fogão haja um resto de comida e em cuja cama haja uma certa mulherzinha esperando.
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Q1774636 Português

Leia o texto e responda a questão. 


SÓ SEREI FELIZ


       Se tiver grana, roupas legais e puder gastar com o que bem entender.

     A gente não vai aqui repetir o velho ditado dizendo que “dinheiro não traz felicidade”, como se isso fosse um consolo para quem está sem grana. Mas também não dá para bancar a cínica e rebater afirmando que “trazer, não traz, mas compra”. Brincadeiras à parte, a verdade é que a felicidade é um estado que não se compra, mas pode ser encontrada nas coisas mais simples da vida. Você pode experimentar, por exemplo:

    Tomar um picolé; levar seus olhos para passear e ver quanta coisa bonita existe na natureza para ser apreciada; Dividir uma pizza com os amigos; Andar de mãos dadas com o namorado; Surpreender seu pai que chegou cansado do trabalho com um beijo carinhoso; Sair para passear com seu cachorrinho; Tomar conta da filhinha da vizinha e brincar de fazer bolinhas de sabão.

   Enfim, dá para resumir em poucas palavras: encontrar a felicidade é bem mais fácil do que você imaginava, não é mesmo? 


Revista Atrevida. Número 161.

...“dinheiro não traz felicidade”... Assinale a alternativa a qual encontra-se uma palavra escrita corretamente da mesma forma que a palavra sublinhada acima:
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Ano: 2021 Banca: FGV Órgão: PC-RN Prova: FGV - 2021 - PC-RN - Agente e Escrivão |
Q1770383 Português
“A Polícia Civil cumpriu, nesta quinta-feira (19), dois mandados de prisão na zona leste de Porto Alegre contra ladrões de veículos. Um deles, que havia rompido tornozeleira eletrônica após ter progredido de regime, foi recapturado no bairro Glória e, segundo a investigação, seguia cometendo crimes.”
A substituição proposta para um segmento desse texto que se mostra adequada é:
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Ano: 2021 Banca: FGV Órgão: PC-RN Prova: FGV - 2021 - PC-RN - Agente e Escrivão |
Q1770382 Português
É muito conhecida a frase “O crime não compensa”; se colocarmos a conjunção MAS após essa frase, uma complementação formalmente adequada será:
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Ano: 2021 Banca: FGV Órgão: PC-RN Prova: FGV - 2021 - PC-RN - Agente e Escrivão |
Q1770381 Português
Confúcio disse: “Há três métodos para ganhar sabedoria: primeiro, por reflexão, que é o mais nobre; segundo, imitando-se, que é o mais fácil; e terceiro, por experiência, que é o mais amargo”.
Propomos, a seguir, algumas substituições para termos dessa frase; aquela que torna o texto mais adequado é:
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Ano: 2021 Banca: FGV Órgão: PC-RN Prova: FGV - 2021 - PC-RN - Agente e Escrivão |
Q1770378 Português
“As pessoas mais felizes são aquelas que não têm nenhuma razão específica para serem felizes, exceto pelo fato que elas são”.
A correção mais adequada para essa frase é:
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Q1766156 Português

Texto CB1A1-I 


    O número inferior de mulheres criminosas e a desconsideração do feminino fizeram com que há muito a criminalidade feminina fosse incorporada aos estudos da criminalidade masculina, processo este que resultou em total desprezo pelas poucas pesquisas acerca das mulheres em situação de encarceramento. Essa realidade se deve principalmente ao fato de que a criminologia nasceu de um discurso proferido por homens, para homens e sobre mulheres. Assim, produziu-se invariavelmente o que a criminologia crítica feminista denominou como dupla violência contra a mulher, pois, desde o seu surgimento, agrediu as mulheres e o sistema de relações de que ela fazia parte. 

    O livro Mulheres na Prisão: um estudo qualititativo, escrito por três pesquisadoras, faz uma imersão corajosa nos submundos das prisões femininas e provoca nosso olhar para as mazelas da vida na prisão, em que o gênero é marcador central da realidade sombria a que estão submetidas as mulheres presas. No entanto, não se limita a estas experiências e transborda os muros do cárcere. Mais que um texto voltado a dar visibilidade às questões referentes ao aprisionamento feminino, as autoras constroem um estudo que apresenta experiências concretas e apontam saídas a partir de propostas de políticas públicas que garantam a atenção aos direitos humanos ou que apontem possibilidades reais de projetos de vida fora da prisão. 


Naiara C. Silva. Mulheres na prisão: uma imersão aos submundos do encarceramento feminino. In: Pretextos - Revista da Graduação em Psicologia da PUC Minas, v. 3, n. 6, jul./dez. 2018. (com adaptações).

No que se refere às ideias e aos aspectos linguísticos do texto CB1A1-I, julgue o seguinte item.
Estaria gramaticalmente correta a seguinte reescritura do primeiro período do texto: A absoluta indiferença pelas pesquisas, ainda poucas, sobre as mulheres em situação de encarceramento nasceu da inclusão da criminalidade feminina nos estudos da criminalidade masculina, o que, por sua vez, é consequência da menor taxa de mulheres no crime e da desconsideração do universo feminino.
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Q1766153 Português
    No dia 31 de outubro de 1861, depois de um conturbado processo de construção, que durou cerca de três décadas, a Bahia inaugurou a sua primeira penitenciária, que recebeu oficialmente o nome de Casa de Prisão com Trabalho. A instituição foi construída numa área pantanosa, na periferia da cidade de Salvador. 
    A implantação da penitenciária fazia parte do projeto civilizador oitocentista, e o Brasil acompanhava uma tendência mundial de modernização do sistema prisional, que teve início na Inglaterra e nos Estados Unidos no final do século XVIII. As execuções e as torturas em praças públicas, utilizadas para atemorizar a quem estivesse planejando novos crimes, foram, gradativamente, abandonadas. Entrava em cena a penalidade moderna, que planejava privar o criminoso do seu bem maior — a sua liberdade —, internando-o numa instituição construída especificamente para recuperá-lo, que recebeu o nome de penitenciária. O seu funcionamento era regido por normas que seriam aplicadas de acordo com o modelo penitenciário escolhido pelas autoridades, mas utilizavam-se elementos como o trabalho, a religião, a disciplina, o uso de uniformes e, sobretudo, o isolamento como métodos de punição e recuperação.
    Dessa forma, esperava-se criar um “novo homem”, que seria devolvido à sociedade com todos os atributos necessários à convivência social, principalmente para o trabalho. Foi com essa expectativa que os reformadores baianos implantaram a Casa de Prisão com Trabalho. 

Cláudia Moraes Trindade. O nascimento de uma penitenciária: os primeiros presos da Casa de Prisão com Trabalho da Bahia (1860-1865). In: Tempo, Niterói, v. 16, n. 30, p. 167-196, 2011 (com adaptações).
Com relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto anterior, julgue o item que se segue.
Preservando-se os sentidos e a correção gramatical do texto, estaria correta a seguinte reescrita do último parágrafo do texto: Assim, os reformadores baianos esperavam criar, com a Casa de Prisão com Trabalho, “novos homens”, que seriam capazes de conviverem em sociedade devido a atributos necessários à convivência social, principalmente para o trabalho.
Alternativas
Ano: 2021 Banca: SELECON Órgão: EMGEPRON Provas: SELECON - 2021 - EMGEPRON - Analista Técnico (Contratos) | SELECON - 2021 - EMGEPRON - Advogado (Administrativo e Marítimo) | SELECON - 2021 - EMGEPRON - Advogado (Tributário) | SELECON - 2021 - EMGEPRON - Analista Técnico (Segurança da Informação) | SELECON - 2021 - EMGEPRON - Analista Técnico (Rede de Computadores/Suporte Técnico) | SELECON - 2021 - EMGEPRON - Analista Técnico (Comunicação Social) | SELECON - 2021 - EMGEPRON - Analista Técnico (Licitações) | SELECON - 2021 - EMGEPRON - Analista Técnico (Promoção Comercial) | SELECON - 2021 - EMGEPRON - Engenheiro (Construção Naval 2) | SELECON - 2021 - EMGEPRON - Engenheiro (Construção Naval 1) | SELECON - 2021 - EMGEPRON - Analista de Administração | SELECON - 2021 - EMGEPRON - Analista de Recursos Humanos | SELECON - 2021 - EMGEPRON - Analista de Recursos Humanos (Folha de Pagamento) | SELECON - 2021 - EMGEPRON - Analista de Sistemas (Auditoria) | SELECON - 2021 - EMGEPRON - Engenheiro Mecânico (Gerenciamento de Projetos) | SELECON - 2021 - EMGEPRON - Engenheiro Mecânico (Usinagem) | SELECON - 2021 - EMGEPRON - Engenheiro Eletricista (Gerenciamento de Projetos) | SELECON - 2021 - EMGEPRON - Analista de Sistemas (Desenvolvimento de Sistemas) | SELECON - 2021 - EMGEPRON - Engenheiro (Engenharia de Sistemas 1) | SELECON - 2021 - EMGEPRON - Engenheiro Eletricista (Eficiência Energética) | SELECON - 2021 - EMGEPRON - Engenheiro de Segurança do Trabalho | SELECON - 2021 - EMGEPRON - Engenheiro (Engenharia de Sistemas 2) | SELECON - 2021 - EMGEPRON - Engenheiro (Gerenciamento de Projetos) | SELECON - 2021 - EMGEPRON - Analista Técnico (Design Gráfico) | SELECON - 2021 - EMGEPRON - Engenheiro de Produção (Construção Naval) | SELECON - 2021 - EMGEPRON - Contador (Auditor) | SELECON - 2021 - EMGEPRON - Químico (Fabril Farmacêutico) | SELECON - 2021 - EMGEPRON - Engenheiro Mecânico (Construção Naval) | SELECON - 2021 - EMGEPRON - Contador (Tributos) | SELECON - 2021 - EMGEPRON - Cirurgião – Dentista | SELECON - 2021 - EMGEPRON - Químico (Industrial) | SELECON - 2021 - EMGEPRON - Médico do Trabalho | SELECON - 2021 - EMGEPRON - Fisioterapeuta | SELECON - 2021 - EMGEPRON - Farmacêutico | SELECON - 2021 - EMGEPRON - Engenheiro Químico | SELECON - 2021 - EMGEPRON - Engenheiro Naval |
Q1765203 Português

Pandemia reverte progressos na igualdade de gênero


    A pandemia do coronavírus reverteu o progresso global no alcance da igualdade entre homens e mulheres, concluiu o Fórum Econômico Mundial (FEM) em seu relatório Global Gender Gap de 2021, divulgado nesta quarta-feira (31/03). As consequências, segundo o órgão, podem ser duradouras.

    O índice anual, que rastreia a evolução de lacunas na paridade de gênero desde 2006, avalia o progresso na obtenção da igualdade de gênero em quatro esferas principais: participação e oportunidade econômica, realização educacional, saúde e sobrevivência e representação política.

    A lacuna global de paridade de gênero está atualmente 68% fechada, de acordo com o relatório deste ano, que abrangeu 156 países. Isso representa uma redução de meio ponto percentual em relação ao ano anterior. Continuando nesse ritmo, levará 133,4 anos para alcançar a paridade global entre homens e mulheres.

   Segundo o documento, o declínio mundial na paridade de gênero foi impulsionado principalmente pelo fraco desempenho em grandes economias avançadas e emergentes.

    Neste contexto, o coronavírus foi apontado como parcialmente responsável por reabrir essas lacunas. Dados preliminares sugerem que as consequências econômicas e sociais da pandemia afetaram mais a ala feminina, com 5% de todas as mulheres que tinham alguma ocupação tendo perdido seus empregos até o momento, em comparação com 3,9% dos homens. Outros dados também mostraram um declínio significativo no número de mulheres contratadas para cargos de liderança, revertendo o progresso recente em um a dois anos.

    A crise sanitária provocada pela covid-19 também acelerou a digitalização e a automação, levando a rápidas inovações no mercado de trabalho. Mas os dados indicam que as disparidades de gênero são mais prováveis justamente no setor de inovação tecnológica. As mulheres, segundo o relatório, representam um terço ou menos da força de trabalho nos setores de computação em nuvem, engenharia e dados e inteligência artificial. A baixa chegada de novos talentos em tais setores é um sinal de que a proporção de mulheres que ingressam aumentou apenas marginalmente, ou mesmo caiu, nos últimos anos.

    Dos oito setores de empregos analisados, apenas dois ("Pessoas e Cultura" e "Produção de Conteúdo") alcançaram a paridade de gênero. Enquanto isso, as mulheres continuam severamente sub - representadas em muitos setores. Um novo indicador introduzido este ano aponta inclusive que é ainda mais difícil para as mulheres fazerem a transição para campos onde elas já estão sub-representadas.

    No contexto da pandemia, as mulheres também estão mais propensas ao estresse devido a uma longa "dupla jornada" de trabalho remunerado e não remunerado, devido ao fechamento de escolas e à oferta limitada de serviços de assistência. Este seria outro obstáculo para as mulheres conquistarem posições de liderança ou ingressarem em novos setores.

    As condições agravadas pela pandemia, adverte o relatório, podem deixar "cicatrizes" nas oportunidades econômicas para as mulheres no futuro.

    Com apenas 22,3% de sua lacuna fechada, a representação política é a menos desenvolvida das quatro lacunas de gênero analisadas pelo FEM. A diferença aumentou 2,4 pontos percentuais desde o relatório do ano passado. Em todos os países avaliados, as mulheres representaram apenas 25,7% dos cerca de 35,5 mil assentos no parlamento e 22,8% dos mais de 3,4 mil ministros em todo o mundo. No ritmo atual, levará 145,5 anos para alcançar a paridade de gênero na esfera política.

   Participação e oportunidade econômica, por sua vez, compõem a segunda lacuna de menor evolução. Após um ano de ligeira melhora, o índice mais recente mediu a lacuna como 58% fechada. Por enquanto, serão necessários 257,2 anos para que a participação e as oportunidades econômicas sejam iguais para homens e mulheres.

    Quando se trata de realização educacional, saúde e sobrevivência, entretanto, as lacunas estão quase fechadas. A lacuna global de realização educacional entre homens e mulheres, por exemplo, encontra-se 96,3% fechada. No ritmo atual, a paridade total deve ser alcançada em 13 anos, sendo que 30 países já a conquistaram.

    Já a lacuna de saúde e sobrevivência está 95,6% fechada atualmente, após um pequeno declínio no ano passado (não relacionado à covid-19). O tempo que levará para o fechamento dessa lacuna não foi definido.

    Pelo décimo segundo ano consecutivo, a Islândia foi classificada como o país com maior igualdade de gênero no mundo.

    A Europa Ocidental continuou sendo a região que mais progrediu em direção à paridade de gênero, com 77,5% da lacuna fechada, seguida pela América do Norte, com 76,4%. Por outro lado, com apenas 61,5% de lacunas fechadas, o Oriente Médio e o Norte da África foram novamente as regiões que têm um caminho mais longo pela frente.

    Os maiores avanços deste ano foram observados na Lituânia, Sérvia, Timor-Leste, Togo e Emirados Árabes Unidos. Timor-Leste e Togo ficaram entre os únicos quatro países (incluindo a Costa do Marfim e a Jordânia) que conseguiram melhorar suas lacunas de participação e oportunidade econômica em pelo menos um ponto percentual desde o último relatório.

    Para alcançar um futuro com maior igualdade entre homens e mulheres, o FEM recomenda um maior investimento no setor de cuidados, bem como políticas de licenças iguais para homens e mulheres. Políticas e práticas direcionadas também são necessárias para superar a segregação ocupacional por gênero. Por último, o relatório apela para políticas de requalificação e práticas gerenciais em meio de carreira que incorporem práticas sólidas e imparciais para contratação e promoções.


(Adaptado de: dw.com/pt-br)

“Continuando nesse ritmo, levará 133,4 anos para alcançar a paridade global entre homens e mulheres” (3º parágrafo). Reescrevendo o trecho inicial, a formulação que mantém o sentido original é:
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Q1764795 Português

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Internet: <www.brasil.elpais.com> (com adaptações).

Acerca da correção gramatical e da coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.
“O vírus é global; as reações, nacionais.” (linha 27) por O vírus é global, as reações, entretanto, são nacionais.
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Q1764794 Português

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Acerca da correção gramatical e da coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.
“dão uma ideia das” (linha 23) por demonstram as
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Q1764793 Português

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Acerca da correção gramatical e da coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.
“num estado que mistura a calma com o desassossego” (linha 8) por num estado em que se misturam calma e desassossego
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2941: D
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