Questões de Concurso Comentadas sobre redação - reescritura de texto em português

Foram encontradas 6.425 questões

Q965386 Português
Os sentidos originais e a correção gramatical do texto 1A11-I seriam preservados se a forma verbal “invertera” (ℓ.20) fosse substituída por
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Q965379 Português
Mantendo-se a correção gramatical e o sentido original do trecho “O direito tributário brasileiro depara-se com grandes desafios” (ℓ. 1 e 2), do texto 1A1-I, o segmento “depara-se com” poderia ser substituído por
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Q965378 Português
Em cada uma das opções a seguir, é apresentada uma proposta de reescrita do seguinte trecho do texto 1A1-I: “É preciso integrar-se aos países do MERCOSUL” (ℓ. 32 e 33). Assinale a opção cuja proposta de reescrita, além de estar gramaticalmente correta, preserva os sentidos originais do texto.
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Q965376 Português
Em cada uma das opções a seguir, é apresentada uma proposta de reescrita do seguinte período do texto 1A1-I: “A harmonização com os outros sistemas tributários é outro desafio que deve ser enfrentado.” (ℓ. 31 e 32). Assinale a opção cuja proposta de reescrita, além de estar gramaticalmente correta, preserva os sentidos originais do texto.
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Q965374 Português
A correção gramatical e os sentidos originais do texto 1A1-I seriam preservados se, no trecho “A competência estadual do ICMS gera ainda dificuldades na relação entre as vinte e sete unidades da Federação” (ℓ. 26 a 28), o vocábulo “ainda” fosse substituído pela seguinte expressão, isolada por vírgulas.
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Q965009 Português

[…] dia desses, uma equipe de reportagem de um canal por assinatura veio até minha casa para me entrevistar sobre a Era Vargas. O repórter que conduziria a conversa advertiu-me, antes de o operador ligar a câmera: “Pense que nosso telespectador típico é aquele sujeito esparramado no sofá, com uma lata de cerveja numa mão e o controle remoto na outra, que esbarrou na nossa reportagem por acaso, durante o intervalo de um filme de ação”, detalhou. “É para esse cara que você vai falar; pense nele como alguém com a idade mental de 14 anos.”

Sou cortês, mas tenho meus limites. Quase enxotei o colega porta afora, aos pontapés. Respirei fundo e procurei ser didático, sem me esforçar para parecer que estava falando com o Homer Simpson postado ali do outro lado da lente. Afinal, como pai de duas crianças, acredito que há uma enorme distância entre o didatismo e o discurso toleirão, entre a clareza e a parvoíce.

(“A TV virou um dinossauro”.Folha de S.Paulo, 09.07.2017.)


No texto acima as palavras sublinhadas “toleirão” e “parvoíce” podem ser substituídas, respectivamente, sem alterar o sentido da frase por:

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Ano: 2019 Banca: IADES Órgão: CRF-TO Prova: IADES - 2019 - CRF-TO - Analista de TI |
Q963920 Português
Quanto à norma-padrão da língua portuguesa, assinale a alternativa correta.
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Q2822317 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.


Palavras e Ideias


01---------Há alguns anos, o Dr. Johnson Oconor, do Laboratório de Engenharia Humana, de Boston,

02---e do Instituto de Tecnologia, de Hoboken, Nova Jersey, submeteu ____ um teste de vocabulário

03---100 alunos de um curso de formação de dirigentes de empresas industriais. Cinco anos mais

04---tarde, verificou que os 10% que haviam revelado maior conhecimento ocupavam cargos de

05---direção, ao passo que dos 25% mais “fracos” nenhum alcançara igual posição.

06---------Isso não prova, entretanto, que, para vencer na vida, basta ter um bom vocabulário;

07---outras qualidades se fazem, evidentemente, necessárias.

08---------Mas parece não haver dúvidas de que, dispondo ____ palavras suficientes e adequadas

09---___ expressão do pensamento de maneira clara, fiel e precisa, estamos em melhores condições

10---de assimilar conceitos, de refletir, de escolher, de julgar, do que outros cujo acervo léxico seja

11---insuficiente ou medíocre para a tarefa vital da comunicação.

12---------Pensamento e expressão são interdependentes, tanto é certo que as palavras são o

13---revestimento das ideias e que, sem elas, é praticamente impossível pensar. Como pensar que

14---“amanhã tenho uma aula ____ 8 horas”, se não figuro mentalmente essa atividade por meio

15---dessas ou de outras palavras equivalentes? Do mesmo modo que um vocabulário escasso e

16---inadequado, incapaz de veicular impressões e concepções, mina o próprio desenvolvimento

17---mental, tolhe a imaginação e o poder criador, limitando a capacidade de observar, compreender

18---e até mesmo de sentir.

19---------Portanto, quanto mais variado e ativo é o vocabulário disponível, tanto mais claro, tanto

20---mais profundo e acurado é o processo mental da reflexão. Reciprocamente, quanto mais escasso

21---e impreciso, tanto mais dependentes estamos do grunido, do grito ou do gesto, formas

22---rudimentares de comunicação capazes de traduzir apenas as expansões instintivas dos primitivos,

23---dos infantes e dos irracionais.


(Texto adaptado: Garcia, Othon Moacir. Comunicação em Prosa Moderna. 27ª edição, FGV editora, 2011)

Na linha 08, a conjunção ‘Mas’ pode ser substituída pelas seguintes conjunções, sem mudança no sentido da oração:

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Q2796952 Português

Nosso objetivo ao nos comunicarmos é que

aprovem e assimilem nossas fundamentações

ou argumentações. Entre o desejo e sua

realização há uma série de detalhes que pode

funcionar como barreira sem que percebamos.

A insegurança é um de nossos principais

inimigos internos. Se, de saída, não confiarmos

em nossa capacidade de captar o interesse e a

aprovação da plateia, então não há milagre

capaz de fazer o contrário. Essa segurança vai

permear toda a apresentação, contaminando-a

de maneira irreversível. É fácil perceber os

seus sinais: gaguejamos, permeamos a fala

com cacoetes verbais ou de “brancos” (aquelas

pausas evidentes de quem perdeu o fio da

meada), assumimos posturas corporais de

derrota, não vemos a hora de acabar com esse

martírio e, então, perdemos o foco dos nossos

argumentos. Se não acreditamos em nós, quem

acreditará? Assim, a atitude correta para

começar é acreditar em nós mesmos e em

nossa capacidade de expressar o que queremos

da melhor maneira. E trabalhar neste sentido,

ou seja, encarar o desafio de falar em público,

transformando esse momento no melhor

possível todas as vezes que precisamos fazê-lo.

Para tanto, aceite a necessidade de se expor e

trate de se conhecer muito bem, para aproveitar

suas qualidades e corrigir suas falhas. O talento

para a comunicação pode e deve ser construído

passo a passo, com entusiasmo e certeza de que

para chegar lá é preciso o primeiro passo e,

depois, ir dando um de cada vez. Haverá muito

mais adiante. A cada conquista, surge um novo

e gratificante motivo para continuar

aperfeiçoando este diferencial. Nem mesmo

uma natural timidez ou introversão pode

impedir alguém de se apresentar bem diante de

uma plateia. Assim, deixe de se apoiar em uma

muleta como esta, caso esteja nesta categoria

de pessoas. O remédio para superar as próprias

limitações é treino, exercício constante e

dedicação (...). (DOUGLAS, William et ali. A

arte de falar bem em público. São Paulo: Agir,

2016, p. 28).

O verbo “permear” (linha 11) pode ser substituído por qual dos verbos a seguir?

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Q2792639 Português

TEXTO 02

Violência disfarçada


Mas, o que é bullying? É o ato covarde de molestar, ameaçar e humilhar colegas, como a colocação de apelidos, na escola ou em qualquer outro lugar onde há relações interpessoais.

Nesse sentido, entendemos que, para caracterizar o bullying, essas atitudes têm de ser intencionais e repetitivas, com o objetivo de deixar a vítima emocionalmente abalada, “para baixo”. Como é um fenômeno que ocorre em quase todos os lugares onde há convívio entre as pessoas, suas consequências afetam a todos. A vítima é a mais prejudicada, pois pode sentir os efeitos do seu sofrimento, quase nunca compartilhado, desenvolvendo algumas atitudes como isolamento social, insegurança, e mostrando-se indefesa diante dos ataques.

Quanto ao agressor, impõe-se por “sua superioridade”, podendo chegar a atos de violência física contra suas vítimas. Age sozinho ou em grupo e, geralmente, sente necessidade de ser aceito e visto pelos colegas de classe. Há um terceiro elemento envolvido nesse tipo de relação, que é o expectador, alunos que testemunham tudo, mas não saem em defesa da vítima por medo de serem o próximo alvo no ataque. Algumas dessas pessoas podem vir a apoiar o agressor.

As consequências do bullying na escola são imprevisíveis e podem ter até um desfecho com morte [...].

CLEMENTE, Antonio. Revista Construindo Notícias. Recife: MultiMarcas, maio/junho, 2008, p. 19

No enunciado “A vítima é a mais prejudicada, pois pode sentir os efeitos do seu sofrimento”, o termo “POIS” pode ser substituído, sem alterar seu sentido, por

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Q2792619 Português

TEXTO 01

As palavras difíceis


As palavras difíceis e as palavras fáceis são dois grandes testes para quem escreve. Podemos chamá-las também de palavras complicadas e palavras simples, ou então, de palavras raras e palavras comuns. Tudo isso significa a mesma coisa. Acho que hoje em dia, a grande maioria dos manuais ou das oficinas literárias aconselha as pessoas a usarem palavras simples. Houve um tempo em que não era assim. Palavrório rebuscado (ou mais simplesmente: vocabulário difícil) era um sinal de talento, de erudição, de poder social. Principalmente, no Brasil do século XIX, um Brasil agrário com milhões de analfabetos, pouquíssimas universidades, e uma elite que sempre utilizou a cultura livresca e o diploma como filtros obrigatórios para a ascensão social. O povo podia ter a cultura que tivesse, mas só era considerado culto quem fosse capaz de usar provérbios em latim, de citar Sófocles ou Platão, de recitar em francês ou utilizar com propriedade termos obscuros. Diz-se de muita literatura dessa época que costumavam folhear o dicionário de caderno em punho, anotando palavras difíceis e depois procurando um pretexto para enfiá-las nos seus artigos ou contos [...].

TAVARES, Bráulio. Revista Língua Portuguesa. São Paulo: Ed. Segmento. Fev. / 2011, p. 18.

Em “Podemos chamá-las também de palavras complicadas e palavras simples”, o pronome oblíquo em negrito substitui o termo:

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Q2779312 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.


Qual é o limite das minhas capacidades intelectuais?


  1. Eis a grande pergunta. Mas, para respondê-la, precisamos definir a que nos referimos quando
  2. falamos de capacidade intelectual. Seria a capacidade de cada pessoa tomar decisões, pensar e
  3. aprender tanto uma atividade motora como um conceito. Uma vez clara essa questão, a resposta
  4. sobre o limite da capacidade intelectual, sua ou de qualquer um, deve começar por dizer que há
  5. três fatores que estabelecem esses limites.
  6. O primeiro seria a capacidade intelectual dada por sua genética, pelo genoma que você herdou
  7. de seus antepassados. Essa carga genética é diferente em cada pessoa. Depois haveria uma
  8. segunda parte que é o treinamento, o exercício da capacidade intelectual. E o terceiro é o
  9. ambiente onde a pessoa vive e que pode lhe permitir ou não desenvolver mais ou menos tanto
  10. sua capacidade inata como o treinamento e a educação. Ou seja, você pode ter uma enorme
  11. capacidade para aprender chinês, mas se jamais em sua vida for exposta a essa língua, não a
  12. aprenderá.
  13. Uma vez que temos claro que esses são os três limites, é preciso explicar também que a
  14. combinação deles é o que tornará sua capacidade intelectual maior ou menor. Por exemplo, pode
  15. haver alguém com não muita capacidade inata, mas que esteja decidido a ampliar muito seu
  16. horizonte intelectual – o que ele deve fazer é muito treinamento. Talvez essa seja a chave que
  17. explica _____ todos os esportistas, músicos ou qualquer um que seja muito bom numa
  18. determinada tarefa é tão bom assim _____ treina muito, além de ter de saída uma grande
  19. capacidade inata, pois só tendo predisposição para isso não conseguiriam. Mas também é preciso
  20. deixar claro que o desenvolvimento de algumas capacidades só com treinamento às vezes é
  21. complicado e não permite alcançar um grau de excelência enorme, embora ajude a melhorar.
  22. Também é muito importante considerar o ambiente – certeza que lhe ocorrem nomes de pessoas
  23. que se destacam em alguns aspectos simplesmente _____ estão em um ambiente muito propício.
  24. Há outro aspecto relacionado com a inteligência que é fundamental na hora de avaliar a
  25. capacidade de uma pessoa: a tomada de decisões. Isso quer dizer que também falamos de
  26. inteligência ou capacidade intelectual naquela vertente em que uma pessoa tomaria uma
  27. determinada decisão entre todas as que possa tomar. Aqui não estaríamos melhorando uma
  28. habilidade, mas sim falando de uma pessoa inteligente no sentido de que toma a melhor decisão.
  29. Podemos ver pessoas quase iletradas, como alguém que cuida um rebanho e que toma ....... boas
  30. decisões com relação a conseguir que este rebanho siga ....... – isto seria um comportamento
  31. claramente inteligente, embora essa pessoa provavelmente obtivesse ....... resultados em uma
  32. prova que medisse outro tipo de capacidade intelectual.
  33. Assim, resumindo, existe de fato um limite para a capacidade intelectual, _____
  34. geneticamente o temos. Por exemplo, você poderia chegar a falar muito bem um idioma devido
  35. à exposição a ele e ao treino, mas ser incapaz de alcançar o nível fonético dos que são nativos
  36. do lugar. Também é preciso ter claro que se uma pessoa trabalhar duro pode reduzir, e até muito
  37. essas limitações. Durante muito tempo parecia que com a educação era possível conseguir tudo,
  38. e isso não é totalmente verdade. Concluindo, há limites, mas também há uma grande
  39. variabilidade, e se as pessoas trabalharem e não houver uma doença ou uma lesão, pode-se
  40. chegar a conseguir muitíssimo.


Adaptado de: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/08/13/ciencia/1534154167_450036.html

Em relação a propostas de alteração de vocábulos do texto, analise as seguintes assertivas:


I. Substituição de ‘predisposição’ (l.19) por ‘tendência’.

II. Substituição de ‘vertente’ (l.26) por ‘gama’.

III. Substituição de ‘iletradas’ (l.29) por ‘analfabetas’.


Quais NÃO alteram o sentido da frase em que estão inseridos?

Alternativas
Q2779310 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.


Qual é o limite das minhas capacidades intelectuais?


  1. Eis a grande pergunta. Mas, para respondê-la, precisamos definir a que nos referimos quando
  2. falamos de capacidade intelectual. Seria a capacidade de cada pessoa tomar decisões, pensar e
  3. aprender tanto uma atividade motora como um conceito. Uma vez clara essa questão, a resposta
  4. sobre o limite da capacidade intelectual, sua ou de qualquer um, deve começar por dizer que há
  5. três fatores que estabelecem esses limites.
  6. O primeiro seria a capacidade intelectual dada por sua genética, pelo genoma que você herdou
  7. de seus antepassados. Essa carga genética é diferente em cada pessoa. Depois haveria uma
  8. segunda parte que é o treinamento, o exercício da capacidade intelectual. E o terceiro é o
  9. ambiente onde a pessoa vive e que pode lhe permitir ou não desenvolver mais ou menos tanto
  10. sua capacidade inata como o treinamento e a educação. Ou seja, você pode ter uma enorme
  11. capacidade para aprender chinês, mas se jamais em sua vida for exposta a essa língua, não a
  12. aprenderá.
  13. Uma vez que temos claro que esses são os três limites, é preciso explicar também que a
  14. combinação deles é o que tornará sua capacidade intelectual maior ou menor. Por exemplo, pode
  15. haver alguém com não muita capacidade inata, mas que esteja decidido a ampliar muito seu
  16. horizonte intelectual – o que ele deve fazer é muito treinamento. Talvez essa seja a chave que
  17. explica _____ todos os esportistas, músicos ou qualquer um que seja muito bom numa
  18. determinada tarefa é tão bom assim _____ treina muito, além de ter de saída uma grande
  19. capacidade inata, pois só tendo predisposição para isso não conseguiriam. Mas também é preciso
  20. deixar claro que o desenvolvimento de algumas capacidades só com treinamento às vezes é
  21. complicado e não permite alcançar um grau de excelência enorme, embora ajude a melhorar.
  22. Também é muito importante considerar o ambiente – certeza que lhe ocorrem nomes de pessoas
  23. que se destacam em alguns aspectos simplesmente _____ estão em um ambiente muito propício.
  24. Há outro aspecto relacionado com a inteligência que é fundamental na hora de avaliar a
  25. capacidade de uma pessoa: a tomada de decisões. Isso quer dizer que também falamos de
  26. inteligência ou capacidade intelectual naquela vertente em que uma pessoa tomaria uma
  27. determinada decisão entre todas as que possa tomar. Aqui não estaríamos melhorando uma
  28. habilidade, mas sim falando de uma pessoa inteligente no sentido de que toma a melhor decisão.
  29. Podemos ver pessoas quase iletradas, como alguém que cuida um rebanho e que toma ....... boas
  30. decisões com relação a conseguir que este rebanho siga ....... – isto seria um comportamento
  31. claramente inteligente, embora essa pessoa provavelmente obtivesse ....... resultados em uma
  32. prova que medisse outro tipo de capacidade intelectual.
  33. Assim, resumindo, existe de fato um limite para a capacidade intelectual, _____
  34. geneticamente o temos. Por exemplo, você poderia chegar a falar muito bem um idioma devido
  35. à exposição a ele e ao treino, mas ser incapaz de alcançar o nível fonético dos que são nativos
  36. do lugar. Também é preciso ter claro que se uma pessoa trabalhar duro pode reduzir, e até muito
  37. essas limitações. Durante muito tempo parecia que com a educação era possível conseguir tudo,
  38. e isso não é totalmente verdade. Concluindo, há limites, mas também há uma grande
  39. variabilidade, e se as pessoas trabalharem e não houver uma doença ou uma lesão, pode-se
  40. chegar a conseguir muitíssimo.


Adaptado de: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/08/13/ciencia/1534154167_450036.html

Se a palavra ‘alguém’ (l.15) fosse substituída por ‘uma pessoa’, quantas outras alterações seriam necessárias para fins de concordância do parágrafo?

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Q2779273 Português

Atenção: Leia o texto abaixo para responder às questões de 31 a 43.

Para assegurar a pertinência da dominação produtiva industrial, do modo de pensar e de fazer que a gera e que ela induz, é preciso fazer romper a alteridade em múltiplas facetas de exotismo. É preciso também fazer aparecer as sociedades ainda diferentes como caminhos sem saída, erros, ausências ou inacabados no curso de uma progressão histórica inelutável. Na melhor das hipóteses, poder-se-ia considerá-los como traços de fases anteriores na construção da cidade humana universal. As sociedades que a exploração descobre, tornam-se imagens fotográficas e depois cinematográficas suscetíveis de ser transportadas, editadas, montadas, referidas e, sobretudo, comentadas em relação a um espectador cuja centralidade e o caráter de referencialidade essencial não são postos em questão. Trata-se de tentativas de levantamentos sistemáticos de desvios e de etapas no que será a elaboração de uma humanidade alocada sob a chancela universal do darwinismo.

A melhora das condições técnicas da exploração do mundo (transporte e comunicação se aperfeiçoam com a máquina a vapor, a eletricidade e o telégrafo) fornecia a essas intenções meios cada vez mais performativos. O cinema completa a panóplia dos instrumentos para essa coleta generalizada, fundindo a ambição do olhar à objetividade pela supressão dos obstáculos do espaço e do tempo. A imagem animada capta o transitório da duração, supera a subjetividade do testemunho duvidoso dos viajantes de longa distância, suprime os desvios especiosos da memória: os momentos fugidios da vivência, as singularidades e as diferenças do Outro tornam-se transportáveis e, portanto, observáveis à vontade, como o obelisco de Luxor, as múmias do Egito ou os afrescos do Partenon.

A etnografia iniciada por Franz Boas, e que fará da pesquisa de campo seu “laboratório” indispensável, emergindo dos limbos da reflexão teórica e frequentemente ética sobre as origens e as etapas das sociedades humanas, se tornará, do mesmo modo, um instrumento dessa coleção de realidades do mundo e de uma “objetivação” no mesmo sentido do olhar. A apresentação de uma observação dinâmica e totalizante, a passagem “pelo campo” e, portanto, a experimentação, fazem do cinema e da etnografia irmãos gêmeos de um empreendimento comum de descoberta, de identificação, de apropriação e talvez de absorção e de assimilação do mundo e de suas histórias.

Ao extremo da distância/diferença constatada, nas regiões mais remotas, no seio das sociedades mais exóticas, se – isto é, este anônimo genérico e referencial que se considera o homem branco – identificavam, com um fervor receoso, primitivismos nos limites de um inquietante estado de natureza, canibalismos “selvagens” marcando aparentemente o que devia ser o salto qualitativo em direção à cultura ou antes em direção à Civilização com sua maiúscula. Com essas designações, essas estigmatizações fascinadas, o homem ocidental decerto mastigava, como em uma denegação analítica, sua própria bulimia, sua necessidade incessante de apropriação, de dominação, projetando finalmente no outro seu próprio desejo de consumo, de devoração...! A gravação por imagem e som, assim como o empreendimento de categorização etnográfica, contribuem para os mesmos efeitos: absorver a distância material do outro e reduzi-lo a imagem e a conceitos de que se alimentam meu olhar e minha mente

(Adaptado de: PIAULT, Marc. Antropologia e Cinema. São Paulo, Editora Unifesp, 2018)

Mantendo-se a correção e, em linhas gerais, o sentido original, os termos sublinhados, em É preciso também fazer aparecer as sociedades ainda diferentes como caminhos sem saída (1o parágrafo) e em canibalismos “selvagens” marcando aparentemente o que devia ser o salto qualitativo (último parágrafo), podem ser substituídos respectivamente por:

Alternativas
Q2779182 Português

Leia o texto, para responder às questões de números 03 a 09.


Uma história literária do fanatismo


___A palavra “fanático” nem sempre foi um insulto ou uma acusação: até onde se sabe, pode ter começado como uma espécie de elogio. O termo latino fanaticus vem de fanus – um altar ou um santuário. Designava o benfeitor de um templo, ou um indivíduo diretamente inspirado pelos deuses; um mecenas das artes sacras ou um artista invulgarmente talentoso poderiam ser, a sua maneira, fanáticos.

___Cícero, no século I a.C., talvez tenha sido o primeiro a usar a palavra de forma pejorativa – numa de suas orações, o termo vira sinônimo de supersticioso.

___Centenas de anos depois, Voltaire chegou a uma definição mais próxima daquela que usamos hoje. “O fanatismo é uma doença da mente, que se transmite da mesma forma que a varíola”, escreve no Dicionário Filosófico, de 1764. “Não se transmite tanto por livros quanto por discursos e reuniões. Raramente nos sentimos exaltados quando estamos lendo sozinhos, com a mente tranquila e sedada.”

___Não sei até que ponto concordo com a indulgência plenária que Voltaire concede aos livros: poderíamos encher uma razoável biblioteca com obras que inspiraram paixões sangrentas. Mas o iluminista francês parece aproximar-se de uma verdade atemporal ao apontar a natureza gregária e contagiosa do fanatismo. Como uma força da natureza, essa praga mental se propaga pela ânsia exacerbada de unanimidade e pelo horror ao pensamento independente. Um contágio mais propenso a afetar manadas do que eremitas.


(José Francisco Botelho. Veja, 25.04.2018. Adaptado)


A alternativa em que o pronome destacado pode ser colocado depois do verbo, sem contrariar a norma-padrão é:

Alternativas
Q2779180 Português

Leia o texto, para responder às questões de números 03 a 09.


Uma história literária do fanatismo


___A palavra “fanático” nem sempre foi um insulto ou uma acusação: até onde se sabe, pode ter começado como uma espécie de elogio. O termo latino fanaticus vem de fanus – um altar ou um santuário. Designava o benfeitor de um templo, ou um indivíduo diretamente inspirado pelos deuses; um mecenas das artes sacras ou um artista invulgarmente talentoso poderiam ser, a sua maneira, fanáticos.

___Cícero, no século I a.C., talvez tenha sido o primeiro a usar a palavra de forma pejorativa – numa de suas orações, o termo vira sinônimo de supersticioso.

___Centenas de anos depois, Voltaire chegou a uma definição mais próxima daquela que usamos hoje. “O fanatismo é uma doença da mente, que se transmite da mesma forma que a varíola”, escreve no Dicionário Filosófico, de 1764. “Não se transmite tanto por livros quanto por discursos e reuniões. Raramente nos sentimos exaltados quando estamos lendo sozinhos, com a mente tranquila e sedada.”

___Não sei até que ponto concordo com a indulgência plenária que Voltaire concede aos livros: poderíamos encher uma razoável biblioteca com obras que inspiraram paixões sangrentas. Mas o iluminista francês parece aproximar-se de uma verdade atemporal ao apontar a natureza gregária e contagiosa do fanatismo. Como uma força da natureza, essa praga mental se propaga pela ânsia exacerbada de unanimidade e pelo horror ao pensamento independente. Um contágio mais propenso a afetar manadas do que eremitas.


(José Francisco Botelho. Veja, 25.04.2018. Adaptado)


Assinale a alternativa que substitui, respectivamente e de acordo com a norma-padrão de regência, as expressões destacadas nas passagens – a indulgência plenária que Voltaire concede aos livros / Mas o iluminista francês parece aproximar-se de uma verdade atemporal / Um contágio mais propenso a afetar manadas do que eremitas.

Alternativas
Ano: 2018 Banca: RBO Órgão: CPTM Prova: RBO - 2018 - CPTM - Operador de Circulação |
Q2779128 Português

Texto I - para as questões de 01 a 09.


Causou escândalo a descoberta de que estava errado o resultado do levantamento divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostrando que 65% dos brasileiros acham que mulheres que usam roupa curta merecem ser estupradas. Respiramos aliviados: corrigidos os dados, constatamos que “apenas” 26% pensam desta maneira... Na verdade, deveríamos nos sentir envergonhados que um em cada quatro homens acredita ter poder de aquilatar quais mulheres se vestem “decentemente” e, a partir desse julgamento, condenar as que, não cumprindo esse padrão, devem ser violentadas. Até porque outros dados da mesma pesquisa, que passaram quase despercebidos, explicitam, por exemplo, que 58% pensam que, se as mulheres “soubessem se comportar”, haveria menos estupros…

Outro fato estarrecedor: a mesma pesquisa aponta que 23% concordam parcialmente e 58% concordam totalmente que em briga de marido e mulher não se mete a colher – triste constatação, a maioria absoluta dos brasileiros é conivente com a violência doméstica. Não é à toa que ocupamos o vergonhoso sétimo lugar, entre 84 países pesquisados, com maior número de mulheres vítimas de brigas entre quatro paredes com marido ou companheiro. São 4,5 assassinatos, em média, a cada grupo de cem mil, com um saldo de mais de cinco mil mulheres mortas por ano. E é sabido que, como também acreditamos que roupa suja se lava em casa, esses números são bastante subestimados...

RUFFATO, Luiz. “Entre nós” (fragmento). In: Minha primeira vez. Porto Alegre: Arquipélago Editorial, 2014

Considerando a prescrição gramatical para textos escritos na modalidade padrão da Língua Portuguesa, o pronome destacado em “Até porque outros dados da mesma pesquisa, que passaram quase despercebidos” pode ser corretamente substituído por:

Alternativas
Ano: 2018 Banca: RBO Órgão: CPTM Prova: RBO - 2018 - CPTM - Operador de Circulação |
Q2779127 Português

Texto I - para as questões de 01 a 09.


Causou escândalo a descoberta de que estava errado o resultado do levantamento divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostrando que 65% dos brasileiros acham que mulheres que usam roupa curta merecem ser estupradas. Respiramos aliviados: corrigidos os dados, constatamos que “apenas” 26% pensam desta maneira... Na verdade, deveríamos nos sentir envergonhados que um em cada quatro homens acredita ter poder de aquilatar quais mulheres se vestem “decentemente” e, a partir desse julgamento, condenar as que, não cumprindo esse padrão, devem ser violentadas. Até porque outros dados da mesma pesquisa, que passaram quase despercebidos, explicitam, por exemplo, que 58% pensam que, se as mulheres “soubessem se comportar”, haveria menos estupros…

Outro fato estarrecedor: a mesma pesquisa aponta que 23% concordam parcialmente e 58% concordam totalmente que em briga de marido e mulher não se mete a colher – triste constatação, a maioria absoluta dos brasileiros é conivente com a violência doméstica. Não é à toa que ocupamos o vergonhoso sétimo lugar, entre 84 países pesquisados, com maior número de mulheres vítimas de brigas entre quatro paredes com marido ou companheiro. São 4,5 assassinatos, em média, a cada grupo de cem mil, com um saldo de mais de cinco mil mulheres mortas por ano. E é sabido que, como também acreditamos que roupa suja se lava em casa, esses números são bastante subestimados...

RUFFATO, Luiz. “Entre nós” (fragmento). In: Minha primeira vez. Porto Alegre: Arquipélago Editorial, 2014

(E) evidenciam. 5. Considerando o contexto em que se insere, o trecho destacado em “corrigidos os dados, constatamos que ‘apenas’ 26% pensam desta maneira” (1º parágrafo) pode ser assim reescrito

Alternativas
Q2778458 Português

Instrução: As questões 06 a 10 referem-se ao texto abaixo.


Sem prejuízos com a comida


01. A Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa

02. Agropecuária) passou a orientar os consumidores para que

03. reduzam o ______ de alimentos. Dicas e informações

04. sobre os atributos de qualidade na compra, o correto

05. ______ e ______ dos produtos nos mercados e nas

06. residências para evitar a perda de alimentos estão

07. agora disponíveis em uma página da internet,

08. patrocinada pela instituição.

09. Além de orientar sobre cuidados, a página pretende

10. estimular o aumento do consumo de vegetais, com

11. diversas opções de preparos, salientando que as

12. hortaliças não devem servir apenas para saladas.


Fonte: adaptado de Zero Hora, Hortaliças, publicado em 14 e 15/11/2017.

A expressão além de, no trecho Além de orientar (l. 09), pode ser substituída, sem alteração do seu sentido no texto, por

Alternativas
Q2778457 Português

Instrução: As questões 06 a 10 referem-se ao texto abaixo.


Sem prejuízos com a comida


01. A Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa

02. Agropecuária) passou a orientar os consumidores para que

03. reduzam o ______ de alimentos. Dicas e informações

04. sobre os atributos de qualidade na compra, o correto

05. ______ e ______ dos produtos nos mercados e nas

06. residências para evitar a perda de alimentos estão

07. agora disponíveis em uma página da internet,

08. patrocinada pela instituição.

09. Além de orientar sobre cuidados, a página pretende

10. estimular o aumento do consumo de vegetais, com

11. diversas opções de preparos, salientando que as

12. hortaliças não devem servir apenas para saladas.


Fonte: adaptado de Zero Hora, Hortaliças, publicado em 14 e 15/11/2017.

O segmento os atributos (l. 04) poderia ser substituído, sem prejuízo do sentido com que está usado no texto, por

Alternativas
Respostas
2841: D
2842: E
2843: A
2844: C
2845: C
2846: A
2847: B
2848: E
2849: A
2850: C
2851: D
2852: C
2853: B
2854: E
2855: E
2856: A
2857: A
2858: A
2859: C
2860: B