Questões de Concurso Sobre português

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Q3860861 Português
A regência verbal e nominal trata da relação de dependência entre um termo regente (verbo ou nome) e seus complementos (termos regidos), sendo a preposição o único elemento capaz de intermediar essa relação.
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Q3860860 Português
A concordância nominal consiste na adaptação do adjetivo, pronome adjetivo, artigo e numeral ao substantivo a que se referem, seguindo as regras de gênero e número em língua portuguesa.
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Q3860859 Português
Os verbos, enquanto classe de palavras, podem ser flexionados em tempo, modo, número e pessoa, e, em português, não há distinção entre vozes verbais, sendo todas as construções consideradas ativas.
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Q3860858 Português
O processo de formação de palavras por derivação envolve a adição de afixos (prefixos ou sufixos) a uma palavra-base, alterando seu sentido ou sua classe gramatical, como em 'infeliz' ou 'livraria'.
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Q3860857 Português
As classes de palavras, embora possuam características morfológicas e sintáticas distintas, não apresentam flexões, o que as torna elementos invariáveis na estrutura da frase em língua portuguesa.
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Q3860856 Português
No que concerne ao sistema ortográfico vigente, a acentuação gráfica segue regras fixas que não admitem exceções, simplificando assim o aprendizado e a aplicação das normas de escrita em língua portuguesa.
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Q3860855 Português
A denotação e a conotação são conceitos fundamentais para a interpretação textual, sendo a denotação o sentido figurado das palavras e a conotação o sentido literal, conforme o uso em verbetes de dicionário.
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Q3860108 Português
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A Bruxa dos Bell é uma das lendas mais famosas do folclore americano, originária do condado de Robertson, no Tennessee, no início do século XIX. Tudo começou em 1817, quando a família Bell, liderada pelo fazendeiro John Bell, passou a sofrer assombrações inexplicáveis em sua propriedade rural. Relatos iniciais incluem avistamentos de uma criatura estranha, com corpo de cão e cabeça de coelho, que escapou de tiros e deu início a fenômenos sobrenaturais.

Os eventos escalaram rapidamente com poltergeists: batidas nas paredes, vozes sussurrantes, objetos voando e ataques físicos invisíveis, especialmente contra a filha Betsy Bell. A entidade se autodenominava "Kate", em referência a uma vizinha idosa com quem os Bell disputavam terras, e demonstrava inteligência ao falar, cantar hinos religiosos e prever eventos futuros com precisão assustadora. Vizinhos e até o general Andrew Jackson visitaram a fazenda, testemunhando fenômenos que os deixaram atônitos.

Em 1820, John Bell caiu gravemente doente, com sintomas de envenenamento, morrendo após a entidade prometer sua morte e celebrar com risadas macabras. Antes de falecer, Bell deixou uma garrafa de líquido que a "bruxa" destruiu, alegando ser o veneno. A família enterrou o frasco vazio, e a assombração prometeu retornar em 1828 e 107 anos depois, em 1935, marcando o fim do primeiro ciclo de terror.

A lenda persiste até hoje, atraindo turistas à caverna da Bruxa Bell, onde vozes e presenças ainda são relatadas. Inspirou livros, como a "História de Tennessee" de 1887, e filmes como "An American Haunting", consolidando-se como um marco do sobrenatural nos Estados Unidos, misturando folclore local com elementos de vingança e mistério eterno.
No segmento "Os eventos escalaram rapidamente com poltergeists", o verbo em destaque é empregado em sentido figurado (conotativo), derivado de sua acepção original de "subir" ou "galgar". No contexto específico da narrativa, essa propriedade lexical (polissemia) é mobilizada para expressar a ideia de:
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Q3860107 Português
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A Bruxa dos Bell é uma das lendas mais famosas do folclore americano, originária do condado de Robertson, no Tennessee, no início do século XIX. Tudo começou em 1817, quando a família Bell, liderada pelo fazendeiro John Bell, passou a sofrer assombrações inexplicáveis em sua propriedade rural. Relatos iniciais incluem avistamentos de uma criatura estranha, com corpo de cão e cabeça de coelho, que escapou de tiros e deu início a fenômenos sobrenaturais.

Os eventos escalaram rapidamente com poltergeists: batidas nas paredes, vozes sussurrantes, objetos voando e ataques físicos invisíveis, especialmente contra a filha Betsy Bell. A entidade se autodenominava "Kate", em referência a uma vizinha idosa com quem os Bell disputavam terras, e demonstrava inteligência ao falar, cantar hinos religiosos e prever eventos futuros com precisão assustadora. Vizinhos e até o general Andrew Jackson visitaram a fazenda, testemunhando fenômenos que os deixaram atônitos.

Em 1820, John Bell caiu gravemente doente, com sintomas de envenenamento, morrendo após a entidade prometer sua morte e celebrar com risadas macabras. Antes de falecer, Bell deixou uma garrafa de líquido que a "bruxa" destruiu, alegando ser o veneno. A família enterrou o frasco vazio, e a assombração prometeu retornar em 1828 e 107 anos depois, em 1935, marcando o fim do primeiro ciclo de terror.

A lenda persiste até hoje, atraindo turistas à caverna da Bruxa Bell, onde vozes e presenças ainda são relatadas. Inspirou livros, como a "História de Tennessee" de 1887, e filmes como "An American Haunting", consolidando-se como um marco do sobrenatural nos Estados Unidos, misturando folclore local com elementos de vingança e mistério eterno.
No texto, os termos "assombração", "entidade", "poltergeist" e "bruxa" são utilizados para referenciar o mesmo fenômeno sobrenatural. Do ponto de vista das relações de sentido hierárquicas, o vocábulo "fenômenos" (presente no trecho "deu início a fenômenos sobrenaturais") funciona, em relação a "batidas nas paredes" e "vozes sussurrantes", como um:
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Q3860106 Português
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A Bruxa dos Bell é uma das lendas mais famosas do folclore americano, originária do condado de Robertson, no Tennessee, no início do século XIX. Tudo começou em 1817, quando a família Bell, liderada pelo fazendeiro John Bell, passou a sofrer assombrações inexplicáveis em sua propriedade rural. Relatos iniciais incluem avistamentos de uma criatura estranha, com corpo de cão e cabeça de coelho, que escapou de tiros e deu início a fenômenos sobrenaturais.

Os eventos escalaram rapidamente com poltergeists: batidas nas paredes, vozes sussurrantes, objetos voando e ataques físicos invisíveis, especialmente contra a filha Betsy Bell. A entidade se autodenominava "Kate", em referência a uma vizinha idosa com quem os Bell disputavam terras, e demonstrava inteligência ao falar, cantar hinos religiosos e prever eventos futuros com precisão assustadora. Vizinhos e até o general Andrew Jackson visitaram a fazenda, testemunhando fenômenos que os deixaram atônitos.

Em 1820, John Bell caiu gravemente doente, com sintomas de envenenamento, morrendo após a entidade prometer sua morte e celebrar com risadas macabras. Antes de falecer, Bell deixou uma garrafa de líquido que a "bruxa" destruiu, alegando ser o veneno. A família enterrou o frasco vazio, e a assombração prometeu retornar em 1828 e 107 anos depois, em 1935, marcando o fim do primeiro ciclo de terror.

A lenda persiste até hoje, atraindo turistas à caverna da Bruxa Bell, onde vozes e presenças ainda são relatadas. Inspirou livros, como a "História de Tennessee" de 1887, e filmes como "An American Haunting", consolidando-se como um marco do sobrenatural nos Estados Unidos, misturando folclore local com elementos de vingança e mistério eterno.
No trecho "A entidade se autodenominava 'Kate', em referência a uma vizinha idosa", o termo destacado desempenha função sintática de:
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Q3860105 Português
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A Bruxa dos Bell é uma das lendas mais famosas do folclore americano, originária do condado de Robertson, no Tennessee, no início do século XIX. Tudo começou em 1817, quando a família Bell, liderada pelo fazendeiro John Bell, passou a sofrer assombrações inexplicáveis em sua propriedade rural. Relatos iniciais incluem avistamentos de uma criatura estranha, com corpo de cão e cabeça de coelho, que escapou de tiros e deu início a fenômenos sobrenaturais.

Os eventos escalaram rapidamente com poltergeists: batidas nas paredes, vozes sussurrantes, objetos voando e ataques físicos invisíveis, especialmente contra a filha Betsy Bell. A entidade se autodenominava "Kate", em referência a uma vizinha idosa com quem os Bell disputavam terras, e demonstrava inteligência ao falar, cantar hinos religiosos e prever eventos futuros com precisão assustadora. Vizinhos e até o general Andrew Jackson visitaram a fazenda, testemunhando fenômenos que os deixaram atônitos.

Em 1820, John Bell caiu gravemente doente, com sintomas de envenenamento, morrendo após a entidade prometer sua morte e celebrar com risadas macabras. Antes de falecer, Bell deixou uma garrafa de líquido que a "bruxa" destruiu, alegando ser o veneno. A família enterrou o frasco vazio, e a assombração prometeu retornar em 1828 e 107 anos depois, em 1935, marcando o fim do primeiro ciclo de terror.

A lenda persiste até hoje, atraindo turistas à caverna da Bruxa Bell, onde vozes e presenças ainda são relatadas. Inspirou livros, como a "História de Tennessee" de 1887, e filmes como "An American Haunting", consolidando-se como um marco do sobrenatural nos Estados Unidos, misturando folclore local com elementos de vingança e mistério eterno.
No trecho “(...) atraindo turistas à caverna da Bruxa Bell”, a crase é aplicada corretamente. Isso não ocorre em:
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Q3860104 Português
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A Bruxa dos Bell é uma das lendas mais famosas do folclore americano, originária do condado de Robertson, no Tennessee, no início do século XIX. Tudo começou em 1817, quando a família Bell, liderada pelo fazendeiro John Bell, passou a sofrer assombrações inexplicáveis em sua propriedade rural. Relatos iniciais incluem avistamentos de uma criatura estranha, com corpo de cão e cabeça de coelho, que escapou de tiros e deu início a fenômenos sobrenaturais.

Os eventos escalaram rapidamente com poltergeists: batidas nas paredes, vozes sussurrantes, objetos voando e ataques físicos invisíveis, especialmente contra a filha Betsy Bell. A entidade se autodenominava "Kate", em referência a uma vizinha idosa com quem os Bell disputavam terras, e demonstrava inteligência ao falar, cantar hinos religiosos e prever eventos futuros com precisão assustadora. Vizinhos e até o general Andrew Jackson visitaram a fazenda, testemunhando fenômenos que os deixaram atônitos.

Em 1820, John Bell caiu gravemente doente, com sintomas de envenenamento, morrendo após a entidade prometer sua morte e celebrar com risadas macabras. Antes de falecer, Bell deixou uma garrafa de líquido que a "bruxa" destruiu, alegando ser o veneno. A família enterrou o frasco vazio, e a assombração prometeu retornar em 1828 e 107 anos depois, em 1935, marcando o fim do primeiro ciclo de terror.

A lenda persiste até hoje, atraindo turistas à caverna da Bruxa Bell, onde vozes e presenças ainda são relatadas. Inspirou livros, como a "História de Tennessee" de 1887, e filmes como "An American Haunting", consolidando-se como um marco do sobrenatural nos Estados Unidos, misturando folclore local com elementos de vingança e mistério eterno.
No trecho "Os eventos escalaram rapidamente com poltergeists", a palavra destacada classifica-se morfologicamente como:
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Q3860103 Português
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A Bruxa dos Bell é uma das lendas mais famosas do folclore americano, originária do condado de Robertson, no Tennessee, no início do século XIX. Tudo começou em 1817, quando a família Bell, liderada pelo fazendeiro John Bell, passou a sofrer assombrações inexplicáveis em sua propriedade rural. Relatos iniciais incluem avistamentos de uma criatura estranha, com corpo de cão e cabeça de coelho, que escapou de tiros e deu início a fenômenos sobrenaturais.

Os eventos escalaram rapidamente com poltergeists: batidas nas paredes, vozes sussurrantes, objetos voando e ataques físicos invisíveis, especialmente contra a filha Betsy Bell. A entidade se autodenominava "Kate", em referência a uma vizinha idosa com quem os Bell disputavam terras, e demonstrava inteligência ao falar, cantar hinos religiosos e prever eventos futuros com precisão assustadora. Vizinhos e até o general Andrew Jackson visitaram a fazenda, testemunhando fenômenos que os deixaram atônitos.

Em 1820, John Bell caiu gravemente doente, com sintomas de envenenamento, morrendo após a entidade prometer sua morte e celebrar com risadas macabras. Antes de falecer, Bell deixou uma garrafa de líquido que a "bruxa" destruiu, alegando ser o veneno. A família enterrou o frasco vazio, e a assombração prometeu retornar em 1828 e 107 anos depois, em 1935, marcando o fim do primeiro ciclo de terror.

A lenda persiste até hoje, atraindo turistas à caverna da Bruxa Bell, onde vozes e presenças ainda são relatadas. Inspirou livros, como a "História de Tennessee" de 1887, e filmes como "An American Haunting", consolidando-se como um marco do sobrenatural nos Estados Unidos, misturando folclore local com elementos de vingança e mistério eterno.
No período "Antes de falecer, Bell deixou uma garrafa de líquido que a 'bruxa' destruiu", a palavra "que" desempenha função sintática de: 
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Q3860102 Português
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A Bruxa dos Bell é uma das lendas mais famosas do folclore americano, originária do condado de Robertson, no Tennessee, no início do século XIX. Tudo começou em 1817, quando a família Bell, liderada pelo fazendeiro John Bell, passou a sofrer assombrações inexplicáveis em sua propriedade rural. Relatos iniciais incluem avistamentos de uma criatura estranha, com corpo de cão e cabeça de coelho, que escapou de tiros e deu início a fenômenos sobrenaturais.

Os eventos escalaram rapidamente com poltergeists: batidas nas paredes, vozes sussurrantes, objetos voando e ataques físicos invisíveis, especialmente contra a filha Betsy Bell. A entidade se autodenominava "Kate", em referência a uma vizinha idosa com quem os Bell disputavam terras, e demonstrava inteligência ao falar, cantar hinos religiosos e prever eventos futuros com precisão assustadora. Vizinhos e até o general Andrew Jackson visitaram a fazenda, testemunhando fenômenos que os deixaram atônitos.

Em 1820, John Bell caiu gravemente doente, com sintomas de envenenamento, morrendo após a entidade prometer sua morte e celebrar com risadas macabras. Antes de falecer, Bell deixou uma garrafa de líquido que a "bruxa" destruiu, alegando ser o veneno. A família enterrou o frasco vazio, e a assombração prometeu retornar em 1828 e 107 anos depois, em 1935, marcando o fim do primeiro ciclo de terror.

A lenda persiste até hoje, atraindo turistas à caverna da Bruxa Bell, onde vozes e presenças ainda são relatadas. Inspirou livros, como a "História de Tennessee" de 1887, e filmes como "An American Haunting", consolidando-se como um marco do sobrenatural nos Estados Unidos, misturando folclore local com elementos de vingança e mistério eterno.
A coesão referencial muitas vezes depende da situação de enunciação. No segmento final "A lenda persiste até hoje", a expressão destacada constitui um elemento dêitico temporal. Sua interpretação plena depende do contexto extralinguístico, pois ancora a validade da afirmação:
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Q3860101 Português
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A Bruxa dos Bell é uma das lendas mais famosas do folclore americano, originária do condado de Robertson, no Tennessee, no início do século XIX. Tudo começou em 1817, quando a família Bell, liderada pelo fazendeiro John Bell, passou a sofrer assombrações inexplicáveis em sua propriedade rural. Relatos iniciais incluem avistamentos de uma criatura estranha, com corpo de cão e cabeça de coelho, que escapou de tiros e deu início a fenômenos sobrenaturais.

Os eventos escalaram rapidamente com poltergeists: batidas nas paredes, vozes sussurrantes, objetos voando e ataques físicos invisíveis, especialmente contra a filha Betsy Bell. A entidade se autodenominava "Kate", em referência a uma vizinha idosa com quem os Bell disputavam terras, e demonstrava inteligência ao falar, cantar hinos religiosos e prever eventos futuros com precisão assustadora. Vizinhos e até o general Andrew Jackson visitaram a fazenda, testemunhando fenômenos que os deixaram atônitos.

Em 1820, John Bell caiu gravemente doente, com sintomas de envenenamento, morrendo após a entidade prometer sua morte e celebrar com risadas macabras. Antes de falecer, Bell deixou uma garrafa de líquido que a "bruxa" destruiu, alegando ser o veneno. A família enterrou o frasco vazio, e a assombração prometeu retornar em 1828 e 107 anos depois, em 1935, marcando o fim do primeiro ciclo de terror.

A lenda persiste até hoje, atraindo turistas à caverna da Bruxa Bell, onde vozes e presenças ainda são relatadas. Inspirou livros, como a "História de Tennessee" de 1887, e filmes como "An American Haunting", consolidando-se como um marco do sobrenatural nos Estados Unidos, misturando folclore local com elementos de vingança e mistério eterno.
Na construção da verossimilhança interna do texto, a menção à visita do general Andrew Jackson e o registro do caso no livro "História de Tennessee" de 1887 não são meros detalhes narrativos. Do ponto de vista da retórica, esses elementos funcionam como um Argumento de Autoridade e Validação Histórica, cujo objetivo discursivo principal é:
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Q3860100 Português
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A Bruxa dos Bell é uma das lendas mais famosas do folclore americano, originária do condado de Robertson, no Tennessee, no início do século XIX. Tudo começou em 1817, quando a família Bell, liderada pelo fazendeiro John Bell, passou a sofrer assombrações inexplicáveis em sua propriedade rural. Relatos iniciais incluem avistamentos de uma criatura estranha, com corpo de cão e cabeça de coelho, que escapou de tiros e deu início a fenômenos sobrenaturais.

Os eventos escalaram rapidamente com poltergeists: batidas nas paredes, vozes sussurrantes, objetos voando e ataques físicos invisíveis, especialmente contra a filha Betsy Bell. A entidade se autodenominava "Kate", em referência a uma vizinha idosa com quem os Bell disputavam terras, e demonstrava inteligência ao falar, cantar hinos religiosos e prever eventos futuros com precisão assustadora. Vizinhos e até o general Andrew Jackson visitaram a fazenda, testemunhando fenômenos que os deixaram atônitos.

Em 1820, John Bell caiu gravemente doente, com sintomas de envenenamento, morrendo após a entidade prometer sua morte e celebrar com risadas macabras. Antes de falecer, Bell deixou uma garrafa de líquido que a "bruxa" destruiu, alegando ser o veneno. A família enterrou o frasco vazio, e a assombração prometeu retornar em 1828 e 107 anos depois, em 1935, marcando o fim do primeiro ciclo de terror.

A lenda persiste até hoje, atraindo turistas à caverna da Bruxa Bell, onde vozes e presenças ainda são relatadas. Inspirou livros, como a "História de Tennessee" de 1887, e filmes como "An American Haunting", consolidando-se como um marco do sobrenatural nos Estados Unidos, misturando folclore local com elementos de vingança e mistério eterno.
No trecho "ataques físicos invisíveis, especialmente contra a filha Betsy Bell", o operador discursivo em destaque desempenha uma função semântico-argumentativa específica. Ele não apenas adiciona uma informação, mas atua sobre a classe dos "ataques físicos", estabelecendo uma relação de: 
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Q3860099 Português
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A Bruxa dos Bell é uma das lendas mais famosas do folclore americano, originária do condado de Robertson, no Tennessee, no início do século XIX. Tudo começou em 1817, quando a família Bell, liderada pelo fazendeiro John Bell, passou a sofrer assombrações inexplicáveis em sua propriedade rural. Relatos iniciais incluem avistamentos de uma criatura estranha, com corpo de cão e cabeça de coelho, que escapou de tiros e deu início a fenômenos sobrenaturais.

Os eventos escalaram rapidamente com poltergeists: batidas nas paredes, vozes sussurrantes, objetos voando e ataques físicos invisíveis, especialmente contra a filha Betsy Bell. A entidade se autodenominava "Kate", em referência a uma vizinha idosa com quem os Bell disputavam terras, e demonstrava inteligência ao falar, cantar hinos religiosos e prever eventos futuros com precisão assustadora. Vizinhos e até o general Andrew Jackson visitaram a fazenda, testemunhando fenômenos que os deixaram atônitos.

Em 1820, John Bell caiu gravemente doente, com sintomas de envenenamento, morrendo após a entidade prometer sua morte e celebrar com risadas macabras. Antes de falecer, Bell deixou uma garrafa de líquido que a "bruxa" destruiu, alegando ser o veneno. A família enterrou o frasco vazio, e a assombração prometeu retornar em 1828 e 107 anos depois, em 1935, marcando o fim do primeiro ciclo de terror.

A lenda persiste até hoje, atraindo turistas à caverna da Bruxa Bell, onde vozes e presenças ainda são relatadas. Inspirou livros, como a "História de Tennessee" de 1887, e filmes como "An American Haunting", consolidando-se como um marco do sobrenatural nos Estados Unidos, misturando folclore local com elementos de vingança e mistério eterno.
A leitura interpretativa do texto, para além das informações explícitas, exige a capacidade de estabelecer nexos causais implícitos. Ao considerar a informação de que a entidade se autodenominava "Kate" em referência a uma vizinha com quem John Bell disputava terras, infere-se logicamente que a natureza da assombração, na diegese da lenda, não é aleatória ou puramente espiritual, mas sim uma manifestação de:
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Q3859408 Português
O processo de concordância verbal em 'Faz muitos anos que não o vejo' é justificado pela impessoalidade do verbo 'fazer' indicando tempo decorrido, o que o torna invariável e, portanto, sempre conjugado na terceira pessoa do singular. 
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Q3859406 Português
No contexto da regência nominal, a frase 'Ele é apto a essa função' está gramaticalmente correta, pois o adjetivo 'apto' exige a preposição 'a' para introduzir o complemento.
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Q3859405 Português
A conjugação verbal do infinitivo impessoal em 'É preciso estudarmos' está incorreta, pois o sujeito da oração, implícito, não justifica o uso do infinitivo flexionado, devendo ser 'É preciso estudar'.
Alternativas
Respostas
19481: E
19482: C
19483: E
19484: C
19485: E
19486: E
19487: E
19488: B
19489: A
19490: D
19491: C
19492: A
19493: C
19494: B
19495: A
19496: C
19497: D
19498: C
19499: C
19500: E