Questões de Concurso Sobre português

Foram encontradas 254.794 questões

Q4010832 Português
Leia para responder à questão.

As amizades históricas frequentemente moldaram o curso da humanidade, transcendendo laços pessoais para influenciar política, arte e ciência. Um exemplo paradigmático é a entre Aristóteles e Platão, no século IV a.C., na Academia de Atenas, onde o discípulo Aristóteles absorveu e contestou as ideias idealistas do mestre, fomentando o empirismo que ecoa na filosofia ocidental. Essa relação mestre-aluno, marcada por debates intensos, simboliza a amizade como motor intelectual, inspirando gerações de pensadores.

No Renascimento italiano, a amizade entre Leonardo da Vinci e o mecenas Francesco Melzi perdurou por três décadas, do início do século XVI até a morte do gênio em 1519, nos braços do amigo. Melzi não só financiou obras como a "Mona Lisa", mas preservou milhares de páginas de anotações leonardescas, garantindo seu legado científico e artístico. Essa aliança entre criador e guardião reflete tradições renascentistas de patronato, onde a lealdade pessoal elevava a cultura humana a novos patamares. 

Na era das independências americanas, a amizade entre George Washington e o Marquês de Lafayette, iniciada em 1777 durante a Guerra de Independência, forjou laços transatlânticos de liberdade. O jovem francês lutou ao lado do general americano, influenciando a vitória em Yorktown, e mais tarde inspirou revoluções na Europa. Essa camaradagem, celebrada em cartas e monumentos, ilustra como amizades históricas tecem redes de ideais republicanos, marcando o tempo com símbolos de irmandade universal.
No trecho “ilustra como amizades históricas tecem redes de ideais republicanos(...)”, a palavra destacada expressa o seguinte sentido:
Alternativas
Q4010831 Português
Leia para responder à questão.

As amizades históricas frequentemente moldaram o curso da humanidade, transcendendo laços pessoais para influenciar política, arte e ciência. Um exemplo paradigmático é a entre Aristóteles e Platão, no século IV a.C., na Academia de Atenas, onde o discípulo Aristóteles absorveu e contestou as ideias idealistas do mestre, fomentando o empirismo que ecoa na filosofia ocidental. Essa relação mestre-aluno, marcada por debates intensos, simboliza a amizade como motor intelectual, inspirando gerações de pensadores.

No Renascimento italiano, a amizade entre Leonardo da Vinci e o mecenas Francesco Melzi perdurou por três décadas, do início do século XVI até a morte do gênio em 1519, nos braços do amigo. Melzi não só financiou obras como a "Mona Lisa", mas preservou milhares de páginas de anotações leonardescas, garantindo seu legado científico e artístico. Essa aliança entre criador e guardião reflete tradições renascentistas de patronato, onde a lealdade pessoal elevava a cultura humana a novos patamares. 

Na era das independências americanas, a amizade entre George Washington e o Marquês de Lafayette, iniciada em 1777 durante a Guerra de Independência, forjou laços transatlânticos de liberdade. O jovem francês lutou ao lado do general americano, influenciando a vitória em Yorktown, e mais tarde inspirou revoluções na Europa. Essa camaradagem, celebrada em cartas e monumentos, ilustra como amizades históricas tecem redes de ideais republicanos, marcando o tempo com símbolos de irmandade universal.
A palavra “camaradagem”, utilizada no texto, está corretamente escrita com a letra G. Isso não ocorre em:
Alternativas
Q4010830 Português
Leia para responder à questão.

As amizades históricas frequentemente moldaram o curso da humanidade, transcendendo laços pessoais para influenciar política, arte e ciência. Um exemplo paradigmático é a entre Aristóteles e Platão, no século IV a.C., na Academia de Atenas, onde o discípulo Aristóteles absorveu e contestou as ideias idealistas do mestre, fomentando o empirismo que ecoa na filosofia ocidental. Essa relação mestre-aluno, marcada por debates intensos, simboliza a amizade como motor intelectual, inspirando gerações de pensadores.

No Renascimento italiano, a amizade entre Leonardo da Vinci e o mecenas Francesco Melzi perdurou por três décadas, do início do século XVI até a morte do gênio em 1519, nos braços do amigo. Melzi não só financiou obras como a "Mona Lisa", mas preservou milhares de páginas de anotações leonardescas, garantindo seu legado científico e artístico. Essa aliança entre criador e guardião reflete tradições renascentistas de patronato, onde a lealdade pessoal elevava a cultura humana a novos patamares. 

Na era das independências americanas, a amizade entre George Washington e o Marquês de Lafayette, iniciada em 1777 durante a Guerra de Independência, forjou laços transatlânticos de liberdade. O jovem francês lutou ao lado do general americano, influenciando a vitória em Yorktown, e mais tarde inspirou revoluções na Europa. Essa camaradagem, celebrada em cartas e monumentos, ilustra como amizades históricas tecem redes de ideais republicanos, marcando o tempo com símbolos de irmandade universal.
No trecho "Aristóteles absorveu e contestou as ideias idealistas do mestre", os verbos "absorveu" e "contestou" expressam ações opostas realizadas pelo discípulo em relação aos ensinamentos de Platão. O par de palavras que melhor representa essa oposição de significados é: 
Alternativas
Q4010829 Português
Leia para responder à questão.

As amizades históricas frequentemente moldaram o curso da humanidade, transcendendo laços pessoais para influenciar política, arte e ciência. Um exemplo paradigmático é a entre Aristóteles e Platão, no século IV a.C., na Academia de Atenas, onde o discípulo Aristóteles absorveu e contestou as ideias idealistas do mestre, fomentando o empirismo que ecoa na filosofia ocidental. Essa relação mestre-aluno, marcada por debates intensos, simboliza a amizade como motor intelectual, inspirando gerações de pensadores.

No Renascimento italiano, a amizade entre Leonardo da Vinci e o mecenas Francesco Melzi perdurou por três décadas, do início do século XVI até a morte do gênio em 1519, nos braços do amigo. Melzi não só financiou obras como a "Mona Lisa", mas preservou milhares de páginas de anotações leonardescas, garantindo seu legado científico e artístico. Essa aliança entre criador e guardião reflete tradições renascentistas de patronato, onde a lealdade pessoal elevava a cultura humana a novos patamares. 

Na era das independências americanas, a amizade entre George Washington e o Marquês de Lafayette, iniciada em 1777 durante a Guerra de Independência, forjou laços transatlânticos de liberdade. O jovem francês lutou ao lado do general americano, influenciando a vitória em Yorktown, e mais tarde inspirou revoluções na Europa. Essa camaradagem, celebrada em cartas e monumentos, ilustra como amizades históricas tecem redes de ideais republicanos, marcando o tempo com símbolos de irmandade universal.
A palavra "transatlânticos", presente no texto, foi formada pela união de elementos que indicam "através do Atlântico.

O processo de formação da palavra "transatlânticos" é: 
Alternativas
Q4010828 Português
Leia para responder à questão.

As amizades históricas frequentemente moldaram o curso da humanidade, transcendendo laços pessoais para influenciar política, arte e ciência. Um exemplo paradigmático é a entre Aristóteles e Platão, no século IV a.C., na Academia de Atenas, onde o discípulo Aristóteles absorveu e contestou as ideias idealistas do mestre, fomentando o empirismo que ecoa na filosofia ocidental. Essa relação mestre-aluno, marcada por debates intensos, simboliza a amizade como motor intelectual, inspirando gerações de pensadores.

No Renascimento italiano, a amizade entre Leonardo da Vinci e o mecenas Francesco Melzi perdurou por três décadas, do início do século XVI até a morte do gênio em 1519, nos braços do amigo. Melzi não só financiou obras como a "Mona Lisa", mas preservou milhares de páginas de anotações leonardescas, garantindo seu legado científico e artístico. Essa aliança entre criador e guardião reflete tradições renascentistas de patronato, onde a lealdade pessoal elevava a cultura humana a novos patamares. 

Na era das independências americanas, a amizade entre George Washington e o Marquês de Lafayette, iniciada em 1777 durante a Guerra de Independência, forjou laços transatlânticos de liberdade. O jovem francês lutou ao lado do general americano, influenciando a vitória em Yorktown, e mais tarde inspirou revoluções na Europa. Essa camaradagem, celebrada em cartas e monumentos, ilustra como amizades históricas tecem redes de ideais republicanos, marcando o tempo com símbolos de irmandade universal.
Indique, entre as alternativas, a palavra que é acentuada pela mesma regra que “artístico”: 
Alternativas
Q4010827 Português
Leia para responder à questão.

As amizades históricas frequentemente moldaram o curso da humanidade, transcendendo laços pessoais para influenciar política, arte e ciência. Um exemplo paradigmático é a entre Aristóteles e Platão, no século IV a.C., na Academia de Atenas, onde o discípulo Aristóteles absorveu e contestou as ideias idealistas do mestre, fomentando o empirismo que ecoa na filosofia ocidental. Essa relação mestre-aluno, marcada por debates intensos, simboliza a amizade como motor intelectual, inspirando gerações de pensadores.

No Renascimento italiano, a amizade entre Leonardo da Vinci e o mecenas Francesco Melzi perdurou por três décadas, do início do século XVI até a morte do gênio em 1519, nos braços do amigo. Melzi não só financiou obras como a "Mona Lisa", mas preservou milhares de páginas de anotações leonardescas, garantindo seu legado científico e artístico. Essa aliança entre criador e guardião reflete tradições renascentistas de patronato, onde a lealdade pessoal elevava a cultura humana a novos patamares. 

Na era das independências americanas, a amizade entre George Washington e o Marquês de Lafayette, iniciada em 1777 durante a Guerra de Independência, forjou laços transatlânticos de liberdade. O jovem francês lutou ao lado do general americano, influenciando a vitória em Yorktown, e mais tarde inspirou revoluções na Europa. Essa camaradagem, celebrada em cartas e monumentos, ilustra como amizades históricas tecem redes de ideais republicanos, marcando o tempo com símbolos de irmandade universal.
No trecho “garantindo seu legado científico e artístico”, a palavra destacada é classificada como:
Alternativas
Q4010826 Português
Leia para responder à questão.

As amizades históricas frequentemente moldaram o curso da humanidade, transcendendo laços pessoais para influenciar política, arte e ciência. Um exemplo paradigmático é a entre Aristóteles e Platão, no século IV a.C., na Academia de Atenas, onde o discípulo Aristóteles absorveu e contestou as ideias idealistas do mestre, fomentando o empirismo que ecoa na filosofia ocidental. Essa relação mestre-aluno, marcada por debates intensos, simboliza a amizade como motor intelectual, inspirando gerações de pensadores.

No Renascimento italiano, a amizade entre Leonardo da Vinci e o mecenas Francesco Melzi perdurou por três décadas, do início do século XVI até a morte do gênio em 1519, nos braços do amigo. Melzi não só financiou obras como a "Mona Lisa", mas preservou milhares de páginas de anotações leonardescas, garantindo seu legado científico e artístico. Essa aliança entre criador e guardião reflete tradições renascentistas de patronato, onde a lealdade pessoal elevava a cultura humana a novos patamares. 

Na era das independências americanas, a amizade entre George Washington e o Marquês de Lafayette, iniciada em 1777 durante a Guerra de Independência, forjou laços transatlânticos de liberdade. O jovem francês lutou ao lado do general americano, influenciando a vitória em Yorktown, e mais tarde inspirou revoluções na Europa. Essa camaradagem, celebrada em cartas e monumentos, ilustra como amizades históricas tecem redes de ideais republicanos, marcando o tempo com símbolos de irmandade universal.
No trecho “As amizades históricas frequentemente moldaram o curso da humanidade”, a palavra destacada é classificada como:
Alternativas
Q4010824 Português
Leia para responder à questão.

As amizades históricas frequentemente moldaram o curso da humanidade, transcendendo laços pessoais para influenciar política, arte e ciência. Um exemplo paradigmático é a entre Aristóteles e Platão, no século IV a.C., na Academia de Atenas, onde o discípulo Aristóteles absorveu e contestou as ideias idealistas do mestre, fomentando o empirismo que ecoa na filosofia ocidental. Essa relação mestre-aluno, marcada por debates intensos, simboliza a amizade como motor intelectual, inspirando gerações de pensadores.

No Renascimento italiano, a amizade entre Leonardo da Vinci e o mecenas Francesco Melzi perdurou por três décadas, do início do século XVI até a morte do gênio em 1519, nos braços do amigo. Melzi não só financiou obras como a "Mona Lisa", mas preservou milhares de páginas de anotações leonardescas, garantindo seu legado científico e artístico. Essa aliança entre criador e guardião reflete tradições renascentistas de patronato, onde a lealdade pessoal elevava a cultura humana a novos patamares. 

Na era das independências americanas, a amizade entre George Washington e o Marquês de Lafayette, iniciada em 1777 durante a Guerra de Independência, forjou laços transatlânticos de liberdade. O jovem francês lutou ao lado do general americano, influenciando a vitória em Yorktown, e mais tarde inspirou revoluções na Europa. Essa camaradagem, celebrada em cartas e monumentos, ilustra como amizades históricas tecem redes de ideais republicanos, marcando o tempo com símbolos de irmandade universal.
No contexto do Renascimento italiano, a amizade entre Leonardo da Vinci e Francesco Melzi ilustra a importância do suporte externo à produção artística e científica. A ação de Melzi de preservar milhares de páginas de anotações após a morte de Da Vinci foi o fator determinante para garantir o seu:
Alternativas
Q4010577 Português

Texto para a questão.



Planejar para Ensinar: a sala de aula como espaço de intencionalidade pedagógica



    O planejamento pedagógico constitui-se como uma dimensão central do trabalho docente, especialmente quando se compreende o ensino como prática intencional e sistemática. Conforme destaca José Carlos Libâneo, planejar não significa apenas organizar conteúdos, mas antecipar ações, prever dificuldades e articular objetivos, métodos e avaliação. Trata-se de uma atividade que orienta o fazer docente e confere sentido às práticas em sala de aula.

    No contexto escolar, o planejamento precisa estar articulado às finalidades educativas da escola e às características dos estudantes. Cabe ao professor definir o que será ensinado, a que se destina esse ensino e de que modo ele será desenvolvido. Nesse processo, conteúdos, estratégias e recursos devem ser selecionados com critério, respeitando a coerência entre fins e meios.

    Libâneo ressalta que o planejamento não é uma tarefa rígida ou imutável, mas um instrumento flexível, que se ajusta às situações concretas do ensino. Ao longo do processo educativo, o professor pode rever decisões, reorganizar atividades e redefinir percursos, desde que mantenha clareza quanto aos objetivos propostos. Assim, planejar implica acompanhar, avaliar e redirecionar continuamente a prática.

     Além disso, o planejamento contribui para a articulação entre os diferentes momentos do trabalho pedagógico. Ao prever ações, o docente evita improvisações excessivas e assegura maior domínio do processo de ensino. Verbos como abolir práticas descontextualizadas, precaver-se contra a dispersão e reaver o sentido do ensino ilustram a necessidade de escolhas conscientes e fundamentadas.

    Conclui-se, portanto, que o planejamento é condição essencial para a efetividade do trabalho docente. Ao orientar a ação pedagógica, ele favorece a coerência do ensino e fortalece a autonomia profissional do professor. Planejar é, assim, um exercício permanente de reflexão, que qualifica a prática educativa e contribui para a formação integral dos estudantes.



Texto adaptado de LIBÂNEO. J. C. Didática. São Paulo. Cortez, 1992.

Com base exclusivamente no texto e considerando as regras de regência verbal e nominal da língua portuguesa na norma-padrão, assinale a alternativa cuja reescrita mantém o sentido do texto original e apresenta relação sintática adequada ao verbo ou ao nome e ao seu complemento, sem violação das exigências de preposição.
Alternativas
Q4010576 Português

Texto para a questão.



Planejar para Ensinar: a sala de aula como espaço de intencionalidade pedagógica



    O planejamento pedagógico constitui-se como uma dimensão central do trabalho docente, especialmente quando se compreende o ensino como prática intencional e sistemática. Conforme destaca José Carlos Libâneo, planejar não significa apenas organizar conteúdos, mas antecipar ações, prever dificuldades e articular objetivos, métodos e avaliação. Trata-se de uma atividade que orienta o fazer docente e confere sentido às práticas em sala de aula.

    No contexto escolar, o planejamento precisa estar articulado às finalidades educativas da escola e às características dos estudantes. Cabe ao professor definir o que será ensinado, a que se destina esse ensino e de que modo ele será desenvolvido. Nesse processo, conteúdos, estratégias e recursos devem ser selecionados com critério, respeitando a coerência entre fins e meios.

    Libâneo ressalta que o planejamento não é uma tarefa rígida ou imutável, mas um instrumento flexível, que se ajusta às situações concretas do ensino. Ao longo do processo educativo, o professor pode rever decisões, reorganizar atividades e redefinir percursos, desde que mantenha clareza quanto aos objetivos propostos. Assim, planejar implica acompanhar, avaliar e redirecionar continuamente a prática.

     Além disso, o planejamento contribui para a articulação entre os diferentes momentos do trabalho pedagógico. Ao prever ações, o docente evita improvisações excessivas e assegura maior domínio do processo de ensino. Verbos como abolir práticas descontextualizadas, precaver-se contra a dispersão e reaver o sentido do ensino ilustram a necessidade de escolhas conscientes e fundamentadas.

    Conclui-se, portanto, que o planejamento é condição essencial para a efetividade do trabalho docente. Ao orientar a ação pedagógica, ele favorece a coerência do ensino e fortalece a autonomia profissional do professor. Planejar é, assim, um exercício permanente de reflexão, que qualifica a prática educativa e contribui para a formação integral dos estudantes.



Texto adaptado de LIBÂNEO. J. C. Didática. São Paulo. Cortez, 1992.

Considerando a definição de verbos defectivos e tomando como referência os usos linguísticos presentes no texto, assinale a alternativa em que o verbo está corretamente empregado segundo a norma-padrão, sem violação de lacunas de conjugação reconhecidas pela gramática normativa.
Alternativas
Q4010575 Português

Texto para a questão.



Planejar para Ensinar: a sala de aula como espaço de intencionalidade pedagógica



    O planejamento pedagógico constitui-se como uma dimensão central do trabalho docente, especialmente quando se compreende o ensino como prática intencional e sistemática. Conforme destaca José Carlos Libâneo, planejar não significa apenas organizar conteúdos, mas antecipar ações, prever dificuldades e articular objetivos, métodos e avaliação. Trata-se de uma atividade que orienta o fazer docente e confere sentido às práticas em sala de aula.

    No contexto escolar, o planejamento precisa estar articulado às finalidades educativas da escola e às características dos estudantes. Cabe ao professor definir o que será ensinado, a que se destina esse ensino e de que modo ele será desenvolvido. Nesse processo, conteúdos, estratégias e recursos devem ser selecionados com critério, respeitando a coerência entre fins e meios.

    Libâneo ressalta que o planejamento não é uma tarefa rígida ou imutável, mas um instrumento flexível, que se ajusta às situações concretas do ensino. Ao longo do processo educativo, o professor pode rever decisões, reorganizar atividades e redefinir percursos, desde que mantenha clareza quanto aos objetivos propostos. Assim, planejar implica acompanhar, avaliar e redirecionar continuamente a prática.

     Além disso, o planejamento contribui para a articulação entre os diferentes momentos do trabalho pedagógico. Ao prever ações, o docente evita improvisações excessivas e assegura maior domínio do processo de ensino. Verbos como abolir práticas descontextualizadas, precaver-se contra a dispersão e reaver o sentido do ensino ilustram a necessidade de escolhas conscientes e fundamentadas.

    Conclui-se, portanto, que o planejamento é condição essencial para a efetividade do trabalho docente. Ao orientar a ação pedagógica, ele favorece a coerência do ensino e fortalece a autonomia profissional do professor. Planejar é, assim, um exercício permanente de reflexão, que qualifica a prática educativa e contribui para a formação integral dos estudantes.



Texto adaptado de LIBÂNEO. J. C. Didática. São Paulo. Cortez, 1992.

Com base no primeiro parágrafo do texto e considerando os princípios da concordância verbal na norma-padrão, assinale a alternativa que apresenta corretamente a justificativa para o emprego da forma verbal no singular ou no plural, em função da estrutura sintática do período e das relações estabelecidas entre verbo e seus termos.
Alternativas
Q4010574 Português

Entre Diretrizes e Práticas: a BNCC como bússola do trabalho docente


Antenor Teixeira de Almeida Júnior



    O cotidiano escolar tem exigido do professor uma atuação cada vez mais consciente, reflexiva e alinhada às diretrizes educacionais vigentes. Nesse cenário, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) configura-se como um documento orientador fundamental, pois estabelece referenciais comuns para a organização do ensino, sem desconsiderar as especificidades locais. Mais do que um texto normativo, a BNCC tem sido compreendida como um instrumento que vem articulando expectativas de aprendizagem e práticas pedagógicas.

    No exercício da docência, os professores têm recorrido à BNCC para planejar, revisar e avaliar suas ações didáticas. Ao definir competências e habilidades, o documento tem possibilitado maior clareza quanto aos objetivos educacionais, favorecendo a coerência entre o que se ensina, o que se aprende e o que se avalia. Nesse processo, têm sido incorporadas práticas que ampliam o protagonismo discente e fortalecem a intencionalidade pedagógica.     

    Observa-se, ainda, que a BNCC tem contribuído para a integração entre áreas do conhecimento, uma vez que propõe o desenvolvimento de aprendizagens essenciais ao longo da educação básica. Tal proposta tem exigido dos docentes uma leitura atenta do documento, bem como a capacidade de reinterpretar conteúdos tradicionais à luz de novas demandas formativas. Assim, o currículo escolar tem sido progressivamente reorganizado.

    Apesar de sua relevância, a implementação da BNCC não tem ocorrido sem desafios. Muitos professores têm apontado a necessidade de formação continuada, visto que novas concepções de ensino e aprendizagem têm sido exigidas. Além disso, questões relacionadas à infraestrutura e às condições de trabalho ainda têm limitado a efetivação plena das orientações curriculares.

    Dessa forma, a BNCC consolida-se como uma referência indispensável ao trabalho docente, ao mesmo tempo em que convoca os professores a um movimento contínuo de estudo, reflexão e adaptação. Ao orientar o ensino, o documento tem promovido uma prática pedagógica mais consciente e alinhada às demandas contemporâneas, reforçando o papel do professor como mediador do conhecimento. 

Considerando os princípios normativos da colocação pronominal e a relação sintática entre sujeito, verbo e pronome clítico em contextos de início de oração, assinale a alternativa em que a posição do pronome está de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.
Alternativas
Q4010573 Português

Entre Diretrizes e Práticas: a BNCC como bússola do trabalho docente


Antenor Teixeira de Almeida Júnior



    O cotidiano escolar tem exigido do professor uma atuação cada vez mais consciente, reflexiva e alinhada às diretrizes educacionais vigentes. Nesse cenário, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) configura-se como um documento orientador fundamental, pois estabelece referenciais comuns para a organização do ensino, sem desconsiderar as especificidades locais. Mais do que um texto normativo, a BNCC tem sido compreendida como um instrumento que vem articulando expectativas de aprendizagem e práticas pedagógicas.

    No exercício da docência, os professores têm recorrido à BNCC para planejar, revisar e avaliar suas ações didáticas. Ao definir competências e habilidades, o documento tem possibilitado maior clareza quanto aos objetivos educacionais, favorecendo a coerência entre o que se ensina, o que se aprende e o que se avalia. Nesse processo, têm sido incorporadas práticas que ampliam o protagonismo discente e fortalecem a intencionalidade pedagógica.     

    Observa-se, ainda, que a BNCC tem contribuído para a integração entre áreas do conhecimento, uma vez que propõe o desenvolvimento de aprendizagens essenciais ao longo da educação básica. Tal proposta tem exigido dos docentes uma leitura atenta do documento, bem como a capacidade de reinterpretar conteúdos tradicionais à luz de novas demandas formativas. Assim, o currículo escolar tem sido progressivamente reorganizado.

    Apesar de sua relevância, a implementação da BNCC não tem ocorrido sem desafios. Muitos professores têm apontado a necessidade de formação continuada, visto que novas concepções de ensino e aprendizagem têm sido exigidas. Além disso, questões relacionadas à infraestrutura e às condições de trabalho ainda têm limitado a efetivação plena das orientações curriculares.

    Dessa forma, a BNCC consolida-se como uma referência indispensável ao trabalho docente, ao mesmo tempo em que convoca os professores a um movimento contínuo de estudo, reflexão e adaptação. Ao orientar o ensino, o documento tem promovido uma prática pedagógica mais consciente e alinhada às demandas contemporâneas, reforçando o papel do professor como mediador do conhecimento. 

À luz da sintaxe do período e considerando a distinção entre relações paratáticas e hipotáticas, assinale a alternativa correta quanto à organização sintática do período “Apesar de sua relevância, a implementação da BNCC não tem ocorrido sem desafios.”
Alternativas
Q4010572 Português

Entre Diretrizes e Práticas: a BNCC como bússola do trabalho docente


Antenor Teixeira de Almeida Júnior



    O cotidiano escolar tem exigido do professor uma atuação cada vez mais consciente, reflexiva e alinhada às diretrizes educacionais vigentes. Nesse cenário, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) configura-se como um documento orientador fundamental, pois estabelece referenciais comuns para a organização do ensino, sem desconsiderar as especificidades locais. Mais do que um texto normativo, a BNCC tem sido compreendida como um instrumento que vem articulando expectativas de aprendizagem e práticas pedagógicas.

    No exercício da docência, os professores têm recorrido à BNCC para planejar, revisar e avaliar suas ações didáticas. Ao definir competências e habilidades, o documento tem possibilitado maior clareza quanto aos objetivos educacionais, favorecendo a coerência entre o que se ensina, o que se aprende e o que se avalia. Nesse processo, têm sido incorporadas práticas que ampliam o protagonismo discente e fortalecem a intencionalidade pedagógica.     

    Observa-se, ainda, que a BNCC tem contribuído para a integração entre áreas do conhecimento, uma vez que propõe o desenvolvimento de aprendizagens essenciais ao longo da educação básica. Tal proposta tem exigido dos docentes uma leitura atenta do documento, bem como a capacidade de reinterpretar conteúdos tradicionais à luz de novas demandas formativas. Assim, o currículo escolar tem sido progressivamente reorganizado.

    Apesar de sua relevância, a implementação da BNCC não tem ocorrido sem desafios. Muitos professores têm apontado a necessidade de formação continuada, visto que novas concepções de ensino e aprendizagem têm sido exigidas. Além disso, questões relacionadas à infraestrutura e às condições de trabalho ainda têm limitado a efetivação plena das orientações curriculares.

    Dessa forma, a BNCC consolida-se como uma referência indispensável ao trabalho docente, ao mesmo tempo em que convoca os professores a um movimento contínuo de estudo, reflexão e adaptação. Ao orientar o ensino, o documento tem promovido uma prática pedagógica mais consciente e alinhada às demandas contemporâneas, reforçando o papel do professor como mediador do conhecimento. 

Considerando a análise sintática do período e a relação estabelecida entre o verbo e seus complementos, assinale a alternativa correta quanto à função sintática exercida pelo sintagma nominal “uma prática pedagógica” no trecho “o documento tem promovido uma prática pedagógica”.
Alternativas
Q4010571 Português

Entre Diretrizes e Práticas: a BNCC como bússola do trabalho docente


Antenor Teixeira de Almeida Júnior



    O cotidiano escolar tem exigido do professor uma atuação cada vez mais consciente, reflexiva e alinhada às diretrizes educacionais vigentes. Nesse cenário, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) configura-se como um documento orientador fundamental, pois estabelece referenciais comuns para a organização do ensino, sem desconsiderar as especificidades locais. Mais do que um texto normativo, a BNCC tem sido compreendida como um instrumento que vem articulando expectativas de aprendizagem e práticas pedagógicas.

    No exercício da docência, os professores têm recorrido à BNCC para planejar, revisar e avaliar suas ações didáticas. Ao definir competências e habilidades, o documento tem possibilitado maior clareza quanto aos objetivos educacionais, favorecendo a coerência entre o que se ensina, o que se aprende e o que se avalia. Nesse processo, têm sido incorporadas práticas que ampliam o protagonismo discente e fortalecem a intencionalidade pedagógica.     

    Observa-se, ainda, que a BNCC tem contribuído para a integração entre áreas do conhecimento, uma vez que propõe o desenvolvimento de aprendizagens essenciais ao longo da educação básica. Tal proposta tem exigido dos docentes uma leitura atenta do documento, bem como a capacidade de reinterpretar conteúdos tradicionais à luz de novas demandas formativas. Assim, o currículo escolar tem sido progressivamente reorganizado.

    Apesar de sua relevância, a implementação da BNCC não tem ocorrido sem desafios. Muitos professores têm apontado a necessidade de formação continuada, visto que novas concepções de ensino e aprendizagem têm sido exigidas. Além disso, questões relacionadas à infraestrutura e às condições de trabalho ainda têm limitado a efetivação plena das orientações curriculares.

    Dessa forma, a BNCC consolida-se como uma referência indispensável ao trabalho docente, ao mesmo tempo em que convoca os professores a um movimento contínuo de estudo, reflexão e adaptação. Ao orientar o ensino, o documento tem promovido uma prática pedagógica mais consciente e alinhada às demandas contemporâneas, reforçando o papel do professor como mediador do conhecimento. 

Considerando as regras de acentuação gráfica da língua portuguesa e a classificação das palavras quanto à posição da sílaba tônica, assinale a alternativa cuja palavra recebe acento gráfico por se enquadrar na classe das palavras esdrúxulas e para evitar o erro de prosódia denominado silabada.
Alternativas
Q4010570 Português

Entre Diretrizes e Práticas: a BNCC como bússola do trabalho docente


Antenor Teixeira de Almeida Júnior



    O cotidiano escolar tem exigido do professor uma atuação cada vez mais consciente, reflexiva e alinhada às diretrizes educacionais vigentes. Nesse cenário, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) configura-se como um documento orientador fundamental, pois estabelece referenciais comuns para a organização do ensino, sem desconsiderar as especificidades locais. Mais do que um texto normativo, a BNCC tem sido compreendida como um instrumento que vem articulando expectativas de aprendizagem e práticas pedagógicas.

    No exercício da docência, os professores têm recorrido à BNCC para planejar, revisar e avaliar suas ações didáticas. Ao definir competências e habilidades, o documento tem possibilitado maior clareza quanto aos objetivos educacionais, favorecendo a coerência entre o que se ensina, o que se aprende e o que se avalia. Nesse processo, têm sido incorporadas práticas que ampliam o protagonismo discente e fortalecem a intencionalidade pedagógica.     

    Observa-se, ainda, que a BNCC tem contribuído para a integração entre áreas do conhecimento, uma vez que propõe o desenvolvimento de aprendizagens essenciais ao longo da educação básica. Tal proposta tem exigido dos docentes uma leitura atenta do documento, bem como a capacidade de reinterpretar conteúdos tradicionais à luz de novas demandas formativas. Assim, o currículo escolar tem sido progressivamente reorganizado.

    Apesar de sua relevância, a implementação da BNCC não tem ocorrido sem desafios. Muitos professores têm apontado a necessidade de formação continuada, visto que novas concepções de ensino e aprendizagem têm sido exigidas. Além disso, questões relacionadas à infraestrutura e às condições de trabalho ainda têm limitado a efetivação plena das orientações curriculares.

    Dessa forma, a BNCC consolida-se como uma referência indispensável ao trabalho docente, ao mesmo tempo em que convoca os professores a um movimento contínuo de estudo, reflexão e adaptação. Ao orientar o ensino, o documento tem promovido uma prática pedagógica mais consciente e alinhada às demandas contemporâneas, reforçando o papel do professor como mediador do conhecimento. 

Considerando as normas ortográficas vigentes, especialmente no que se refere ao emprego do hífen em formações vocabulares prefixais, e tomando como referência os critérios estabelecidos pelo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, assinale a alternativa cuja grafia está plenamente adequada à norma-padrão.
Alternativas
Q4010569 Português

Entre Diretrizes e Práticas: a BNCC como bússola do trabalho docente


Antenor Teixeira de Almeida Júnior



    O cotidiano escolar tem exigido do professor uma atuação cada vez mais consciente, reflexiva e alinhada às diretrizes educacionais vigentes. Nesse cenário, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) configura-se como um documento orientador fundamental, pois estabelece referenciais comuns para a organização do ensino, sem desconsiderar as especificidades locais. Mais do que um texto normativo, a BNCC tem sido compreendida como um instrumento que vem articulando expectativas de aprendizagem e práticas pedagógicas.

    No exercício da docência, os professores têm recorrido à BNCC para planejar, revisar e avaliar suas ações didáticas. Ao definir competências e habilidades, o documento tem possibilitado maior clareza quanto aos objetivos educacionais, favorecendo a coerência entre o que se ensina, o que se aprende e o que se avalia. Nesse processo, têm sido incorporadas práticas que ampliam o protagonismo discente e fortalecem a intencionalidade pedagógica.     

    Observa-se, ainda, que a BNCC tem contribuído para a integração entre áreas do conhecimento, uma vez que propõe o desenvolvimento de aprendizagens essenciais ao longo da educação básica. Tal proposta tem exigido dos docentes uma leitura atenta do documento, bem como a capacidade de reinterpretar conteúdos tradicionais à luz de novas demandas formativas. Assim, o currículo escolar tem sido progressivamente reorganizado.

    Apesar de sua relevância, a implementação da BNCC não tem ocorrido sem desafios. Muitos professores têm apontado a necessidade de formação continuada, visto que novas concepções de ensino e aprendizagem têm sido exigidas. Além disso, questões relacionadas à infraestrutura e às condições de trabalho ainda têm limitado a efetivação plena das orientações curriculares.

    Dessa forma, a BNCC consolida-se como uma referência indispensável ao trabalho docente, ao mesmo tempo em que convoca os professores a um movimento contínuo de estudo, reflexão e adaptação. Ao orientar o ensino, o documento tem promovido uma prática pedagógica mais consciente e alinhada às demandas contemporâneas, reforçando o papel do professor como mediador do conhecimento. 

Tendo em vista os valores temporais e aspectuais expressos pelo tempo verbal composto no período “o currículo escolar tem sido progressivamente reorganizado”, assinale a alternativa cuja reescrita preserva, de forma mais adequada, o sentido global do enunciado, sem alteração relevante de tempo, aspecto ou orientação discursiva.
Alternativas
Q4010568 Português

Entre Diretrizes e Práticas: a BNCC como bússola do trabalho docente


Antenor Teixeira de Almeida Júnior



    O cotidiano escolar tem exigido do professor uma atuação cada vez mais consciente, reflexiva e alinhada às diretrizes educacionais vigentes. Nesse cenário, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) configura-se como um documento orientador fundamental, pois estabelece referenciais comuns para a organização do ensino, sem desconsiderar as especificidades locais. Mais do que um texto normativo, a BNCC tem sido compreendida como um instrumento que vem articulando expectativas de aprendizagem e práticas pedagógicas.

    No exercício da docência, os professores têm recorrido à BNCC para planejar, revisar e avaliar suas ações didáticas. Ao definir competências e habilidades, o documento tem possibilitado maior clareza quanto aos objetivos educacionais, favorecendo a coerência entre o que se ensina, o que se aprende e o que se avalia. Nesse processo, têm sido incorporadas práticas que ampliam o protagonismo discente e fortalecem a intencionalidade pedagógica.     

    Observa-se, ainda, que a BNCC tem contribuído para a integração entre áreas do conhecimento, uma vez que propõe o desenvolvimento de aprendizagens essenciais ao longo da educação básica. Tal proposta tem exigido dos docentes uma leitura atenta do documento, bem como a capacidade de reinterpretar conteúdos tradicionais à luz de novas demandas formativas. Assim, o currículo escolar tem sido progressivamente reorganizado.

    Apesar de sua relevância, a implementação da BNCC não tem ocorrido sem desafios. Muitos professores têm apontado a necessidade de formação continuada, visto que novas concepções de ensino e aprendizagem têm sido exigidas. Além disso, questões relacionadas à infraestrutura e às condições de trabalho ainda têm limitado a efetivação plena das orientações curriculares.

    Dessa forma, a BNCC consolida-se como uma referência indispensável ao trabalho docente, ao mesmo tempo em que convoca os professores a um movimento contínuo de estudo, reflexão e adaptação. Ao orientar o ensino, o documento tem promovido uma prática pedagógica mais consciente e alinhada às demandas contemporâneas, reforçando o papel do professor como mediador do conhecimento. 

À luz dos mecanismos de coesão referencial e considerando os processos de retomada e encadeamento de referentes ao longo do texto, assinale a alternativa correta acerca do funcionamento coesivo dos elementos linguísticos empregados.
Alternativas
Q4010566 Português

Entre Diretrizes e Práticas: a BNCC como bússola do trabalho docente


Antenor Teixeira de Almeida Júnior



    O cotidiano escolar tem exigido do professor uma atuação cada vez mais consciente, reflexiva e alinhada às diretrizes educacionais vigentes. Nesse cenário, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) configura-se como um documento orientador fundamental, pois estabelece referenciais comuns para a organização do ensino, sem desconsiderar as especificidades locais. Mais do que um texto normativo, a BNCC tem sido compreendida como um instrumento que vem articulando expectativas de aprendizagem e práticas pedagógicas.

    No exercício da docência, os professores têm recorrido à BNCC para planejar, revisar e avaliar suas ações didáticas. Ao definir competências e habilidades, o documento tem possibilitado maior clareza quanto aos objetivos educacionais, favorecendo a coerência entre o que se ensina, o que se aprende e o que se avalia. Nesse processo, têm sido incorporadas práticas que ampliam o protagonismo discente e fortalecem a intencionalidade pedagógica.     

    Observa-se, ainda, que a BNCC tem contribuído para a integração entre áreas do conhecimento, uma vez que propõe o desenvolvimento de aprendizagens essenciais ao longo da educação básica. Tal proposta tem exigido dos docentes uma leitura atenta do documento, bem como a capacidade de reinterpretar conteúdos tradicionais à luz de novas demandas formativas. Assim, o currículo escolar tem sido progressivamente reorganizado.

    Apesar de sua relevância, a implementação da BNCC não tem ocorrido sem desafios. Muitos professores têm apontado a necessidade de formação continuada, visto que novas concepções de ensino e aprendizagem têm sido exigidas. Além disso, questões relacionadas à infraestrutura e às condições de trabalho ainda têm limitado a efetivação plena das orientações curriculares.

    Dessa forma, a BNCC consolida-se como uma referência indispensável ao trabalho docente, ao mesmo tempo em que convoca os professores a um movimento contínuo de estudo, reflexão e adaptação. Ao orientar o ensino, o documento tem promovido uma prática pedagógica mais consciente e alinhada às demandas contemporâneas, reforçando o papel do professor como mediador do conhecimento. 

Considerando os mecanismos de articulação discursiva e a função dos operadores argumentativos na construção da progressão textual, é correto afirmar que, no trecho “Observa-se, ainda, que a BNCC tem contribuído...”, a expressão “ainda” desempenha a função de:
Alternativas
Q4010565 Português

Entre Diretrizes e Práticas: a BNCC como bússola do trabalho docente


Antenor Teixeira de Almeida Júnior



    O cotidiano escolar tem exigido do professor uma atuação cada vez mais consciente, reflexiva e alinhada às diretrizes educacionais vigentes. Nesse cenário, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) configura-se como um documento orientador fundamental, pois estabelece referenciais comuns para a organização do ensino, sem desconsiderar as especificidades locais. Mais do que um texto normativo, a BNCC tem sido compreendida como um instrumento que vem articulando expectativas de aprendizagem e práticas pedagógicas.

    No exercício da docência, os professores têm recorrido à BNCC para planejar, revisar e avaliar suas ações didáticas. Ao definir competências e habilidades, o documento tem possibilitado maior clareza quanto aos objetivos educacionais, favorecendo a coerência entre o que se ensina, o que se aprende e o que se avalia. Nesse processo, têm sido incorporadas práticas que ampliam o protagonismo discente e fortalecem a intencionalidade pedagógica.     

    Observa-se, ainda, que a BNCC tem contribuído para a integração entre áreas do conhecimento, uma vez que propõe o desenvolvimento de aprendizagens essenciais ao longo da educação básica. Tal proposta tem exigido dos docentes uma leitura atenta do documento, bem como a capacidade de reinterpretar conteúdos tradicionais à luz de novas demandas formativas. Assim, o currículo escolar tem sido progressivamente reorganizado.

    Apesar de sua relevância, a implementação da BNCC não tem ocorrido sem desafios. Muitos professores têm apontado a necessidade de formação continuada, visto que novas concepções de ensino e aprendizagem têm sido exigidas. Além disso, questões relacionadas à infraestrutura e às condições de trabalho ainda têm limitado a efetivação plena das orientações curriculares.

    Dessa forma, a BNCC consolida-se como uma referência indispensável ao trabalho docente, ao mesmo tempo em que convoca os professores a um movimento contínuo de estudo, reflexão e adaptação. Ao orientar o ensino, o documento tem promovido uma prática pedagógica mais consciente e alinhada às demandas contemporâneas, reforçando o papel do professor como mediador do conhecimento. 

Considerando a progressão temática e a disposição argumentativa dos parágrafos ao longo do texto, é correto afirmar que sua organização estrutural se caracteriza por um encadeamento que:
Alternativas
Respostas
14601: D
14602: C
14603: A
14604: B
14605: D
14606: B
14607: C
14608: B
14609: B
14610: A
14611: D
14612: E
14613: D
14614: C
14615: B
14616: A
14617: E
14618: C
14619: C
14620: B