Questões de Concurso Sobre português
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Câmara analisa projeto que muda Lei Maria da Penha para afastar agressor de vítima no serviço público.
Tramita na Câmara dos Deputados um projeto de lei que altera a Lei Maria da Penha para afastar agressores das vítimas quando ambos atuarem no serviço público. Uma das medidas vale para casos em que a vítima ou parente próximo e o agressor trabalhem no mesmo órgão, ou caso a mulher precise frequentar o local com frequência por razões profissionais.
O Projeto de Lei (PL) 3.396/2024, de autoria da deputada Camila Jara (PT-MS), prevê como principal mudança a determinação de que a administração pública deve afastar o agressor do convívio da vítima por meio de sua movimentação funcional, isto é, pela remoção, redistribuição, cessão ou requisição, enquanto durar a medida protetiva.
Caso essa movimentação não seja possível, seja por falta de vagas, órgãos disponíveis ou demanda de trabalho, a proposta determina que a vítima poderá escolher se ela ou o agressor vai exercer as atividades em regime de trabalho remoto.
https://extra.globo.com/economia/servidor-publico/noticia/2026/01/camara-analisa-pl-que-muda-lei-maria-da-penha-para-afastar-agressor-de-vitima-no-servico-publico.ghtml
"Uma das medidas vale para casos em que a vítima ou parente próximo e o agressor trabalhem no mesmo órgão, ou caso a mulher precise frequentar o local com frequência por razões profissionais." Com base na concordância verbal e nominal, analise as afirmativas a seguir:
I.A forma verbal 'vale' está no singular para concordar adequadamente com o substantivo 'medidas'.
II.A forma verbal 'trabalhem' está concordando adequadamente com o substantivo 'agressor', que representa o sujeito simples da oração.
III.A forma verbal 'precise' concorda adequadamente com o sujeito 'mulher', enquanto o adjetivo 'profissionais' concorda com o substantivo 'razões'.
IV.A forma correta do verbo 'valer' é 'valem', uma vez que o substantivo 'medidas' com o qual o verbo concorda está no plural.
É correto o que se afirma em:
“Não compareceu à audiência, porque não fora regularmente intimado; eis por que o processo foi anulado.”
A relação semântica estabelecida no plano do discurso argumentativo pelos dois empregos de “porque/por que” é, respectivamente:
Texto 01

Shmoo: a fofa e subversiva criatura de Al Capp
O Shmoo é uma criatura em forma de gota, toda branca, sem braços e com olhos doces. Parece, de fato, uma foca – e surgiu nas tiras de Li’l Abner (conhecido por aqui como “Ferdinando”) em 31 de agosto de 1948. Extremamente gentil, ele se multiplica, produz leite, ovos e até cheesecake, talvez inclusive um belo assado. Morre de felicidade se alguém o deseja para consumo. Sim: é um ser que oferece tudo o que o ser humano precisa — gratuitamente.
O conceito virou um fenômeno nos EUA, gerando brinquedos, colecionáveis, aparições em programas de TV e até livro infantil best-seller.
Os quadrinhos originais contêm uma crítica bastante direta ao capitalismo. Afinal, a simples existência do Shmoo ameaça o chamado deus mercado: se ninguém precisa comprar comida, roupa ou abrigo, o que acontece com as empresas? Pois é. O Shmoo foi proibido, caçado e exterminado dentro da própria história. Empresários, banqueiros e industriais decretam o “shmooicídio”.
O personagem acabou interpretado de formas contraditórias: à esquerda, como símbolo de abundância natural e cooperação; à direita, como alegoria do perigo do “estado de bem-estar”. O que ninguém negou foi o poder subversivo de um ser que oferece tudo… e não quer nada em troca.
Nascido Alfred Gerald Caplin, em 1909, Al Capp foi um dos mais populares cartunistas dos Estados Unidos entre as décadas de 1930 e 1970. Amputado da perna esquerda na infância, Capp fez da ironia uma arma poderosa, transformando as tiras de jornal em plataformas para o comentário social afiado. Criou personagens com linguajar próprio, situações absurdas com fundo político e monstros simbólicos como o Shmoo. Ele ajudou a consolidar o formato da tira diária como uma forma de arte completa e influenciou gerações de cartunistas. Foi premiado pela National Cartoonists Society, entrou para o Hall da Fama dos Quadrinhos e é referência até hoje.
Em uma entrevista, o pesquisador Denis Kitchen conta que o legado de Al Capp desapareceu, pelo menos nos EUA, porque sua carreira terminou em escândalo: ele foi revelado como um predador sexual, e isso arruinou sua carreira. “Fora dos Estados Unidos, acho que a publicação de Li’l Abner foi prejudicada pela dificuldade que é traduzir o dialeto hillbilly [caipira] dos personagens”.
Ele diz, no entanto, que acredita que a contribuição de Al Capp para a sátira política e social nos quadrinhos é subestimada. “Ele estava tão à frente da sua época que quase não há comparação. Ele tinha um excelente olho e ouvido para a hipocrisia na política e para expor as falhas da natureza humanas, e satirizava essas coisas de maneiras continuamente inventivas”, diz.
(Adaptado. Texto de Thiago Cardim. Site Gibizilla. Publicado em 20/07/2025).
Texto 01

Shmoo: a fofa e subversiva criatura de Al Capp
O Shmoo é uma criatura em forma de gota, toda branca, sem braços e com olhos doces. Parece, de fato, uma foca – e surgiu nas tiras de Li’l Abner (conhecido por aqui como “Ferdinando”) em 31 de agosto de 1948. Extremamente gentil, ele se multiplica, produz leite, ovos e até cheesecake, talvez inclusive um belo assado. Morre de felicidade se alguém o deseja para consumo. Sim: é um ser que oferece tudo o que o ser humano precisa — gratuitamente.
O conceito virou um fenômeno nos EUA, gerando brinquedos, colecionáveis, aparições em programas de TV e até livro infantil best-seller.
Os quadrinhos originais contêm uma crítica bastante direta ao capitalismo. Afinal, a simples existência do Shmoo ameaça o chamado deus mercado: se ninguém precisa comprar comida, roupa ou abrigo, o que acontece com as empresas? Pois é. O Shmoo foi proibido, caçado e exterminado dentro da própria história. Empresários, banqueiros e industriais decretam o “shmooicídio”.
O personagem acabou interpretado de formas contraditórias: à esquerda, como símbolo de abundância natural e cooperação; à direita, como alegoria do perigo do “estado de bem-estar”. O que ninguém negou foi o poder subversivo de um ser que oferece tudo… e não quer nada em troca.
Nascido Alfred Gerald Caplin, em 1909, Al Capp foi um dos mais populares cartunistas dos Estados Unidos entre as décadas de 1930 e 1970. Amputado da perna esquerda na infância, Capp fez da ironia uma arma poderosa, transformando as tiras de jornal em plataformas para o comentário social afiado. Criou personagens com linguajar próprio, situações absurdas com fundo político e monstros simbólicos como o Shmoo. Ele ajudou a consolidar o formato da tira diária como uma forma de arte completa e influenciou gerações de cartunistas. Foi premiado pela National Cartoonists Society, entrou para o Hall da Fama dos Quadrinhos e é referência até hoje.
Em uma entrevista, o pesquisador Denis Kitchen conta que o legado de Al Capp desapareceu, pelo menos nos EUA, porque sua carreira terminou em escândalo: ele foi revelado como um predador sexual, e isso arruinou sua carreira. “Fora dos Estados Unidos, acho que a publicação de Li’l Abner foi prejudicada pela dificuldade que é traduzir o dialeto hillbilly [caipira] dos personagens”.
Ele diz, no entanto, que acredita que a contribuição de Al Capp para a sátira política e social nos quadrinhos é subestimada. “Ele estava tão à frente da sua época que quase não há comparação. Ele tinha um excelente olho e ouvido para a hipocrisia na política e para expor as falhas da natureza humanas, e satirizava essas coisas de maneiras continuamente inventivas”, diz.
(Adaptado. Texto de Thiago Cardim. Site Gibizilla. Publicado em 20/07/2025).
Texto 01

Shmoo: a fofa e subversiva criatura de Al Capp
O Shmoo é uma criatura em forma de gota, toda branca, sem braços e com olhos doces. Parece, de fato, uma foca – e surgiu nas tiras de Li’l Abner (conhecido por aqui como “Ferdinando”) em 31 de agosto de 1948. Extremamente gentil, ele se multiplica, produz leite, ovos e até cheesecake, talvez inclusive um belo assado. Morre de felicidade se alguém o deseja para consumo. Sim: é um ser que oferece tudo o que o ser humano precisa — gratuitamente.
O conceito virou um fenômeno nos EUA, gerando brinquedos, colecionáveis, aparições em programas de TV e até livro infantil best-seller.
Os quadrinhos originais contêm uma crítica bastante direta ao capitalismo. Afinal, a simples existência do Shmoo ameaça o chamado deus mercado: se ninguém precisa comprar comida, roupa ou abrigo, o que acontece com as empresas? Pois é. O Shmoo foi proibido, caçado e exterminado dentro da própria história. Empresários, banqueiros e industriais decretam o “shmooicídio”.
O personagem acabou interpretado de formas contraditórias: à esquerda, como símbolo de abundância natural e cooperação; à direita, como alegoria do perigo do “estado de bem-estar”. O que ninguém negou foi o poder subversivo de um ser que oferece tudo… e não quer nada em troca.
Nascido Alfred Gerald Caplin, em 1909, Al Capp foi um dos mais populares cartunistas dos Estados Unidos entre as décadas de 1930 e 1970. Amputado da perna esquerda na infância, Capp fez da ironia uma arma poderosa, transformando as tiras de jornal em plataformas para o comentário social afiado. Criou personagens com linguajar próprio, situações absurdas com fundo político e monstros simbólicos como o Shmoo. Ele ajudou a consolidar o formato da tira diária como uma forma de arte completa e influenciou gerações de cartunistas. Foi premiado pela National Cartoonists Society, entrou para o Hall da Fama dos Quadrinhos e é referência até hoje.
Em uma entrevista, o pesquisador Denis Kitchen conta que o legado de Al Capp desapareceu, pelo menos nos EUA, porque sua carreira terminou em escândalo: ele foi revelado como um predador sexual, e isso arruinou sua carreira. “Fora dos Estados Unidos, acho que a publicação de Li’l Abner foi prejudicada pela dificuldade que é traduzir o dialeto hillbilly [caipira] dos personagens”.
Ele diz, no entanto, que acredita que a contribuição de Al Capp para a sátira política e social nos quadrinhos é subestimada. “Ele estava tão à frente da sua época que quase não há comparação. Ele tinha um excelente olho e ouvido para a hipocrisia na política e para expor as falhas da natureza humanas, e satirizava essas coisas de maneiras continuamente inventivas”, diz.
(Adaptado. Texto de Thiago Cardim. Site Gibizilla. Publicado em 20/07/2025).
Texto 01

Shmoo: a fofa e subversiva criatura de Al Capp
O Shmoo é uma criatura em forma de gota, toda branca, sem braços e com olhos doces. Parece, de fato, uma foca – e surgiu nas tiras de Li’l Abner (conhecido por aqui como “Ferdinando”) em 31 de agosto de 1948. Extremamente gentil, ele se multiplica, produz leite, ovos e até cheesecake, talvez inclusive um belo assado. Morre de felicidade se alguém o deseja para consumo. Sim: é um ser que oferece tudo o que o ser humano precisa — gratuitamente.
O conceito virou um fenômeno nos EUA, gerando brinquedos, colecionáveis, aparições em programas de TV e até livro infantil best-seller.
Os quadrinhos originais contêm uma crítica bastante direta ao capitalismo. Afinal, a simples existência do Shmoo ameaça o chamado deus mercado: se ninguém precisa comprar comida, roupa ou abrigo, o que acontece com as empresas? Pois é. O Shmoo foi proibido, caçado e exterminado dentro da própria história. Empresários, banqueiros e industriais decretam o “shmooicídio”.
O personagem acabou interpretado de formas contraditórias: à esquerda, como símbolo de abundância natural e cooperação; à direita, como alegoria do perigo do “estado de bem-estar”. O que ninguém negou foi o poder subversivo de um ser que oferece tudo… e não quer nada em troca.
Nascido Alfred Gerald Caplin, em 1909, Al Capp foi um dos mais populares cartunistas dos Estados Unidos entre as décadas de 1930 e 1970. Amputado da perna esquerda na infância, Capp fez da ironia uma arma poderosa, transformando as tiras de jornal em plataformas para o comentário social afiado. Criou personagens com linguajar próprio, situações absurdas com fundo político e monstros simbólicos como o Shmoo. Ele ajudou a consolidar o formato da tira diária como uma forma de arte completa e influenciou gerações de cartunistas. Foi premiado pela National Cartoonists Society, entrou para o Hall da Fama dos Quadrinhos e é referência até hoje.
Em uma entrevista, o pesquisador Denis Kitchen conta que o legado de Al Capp desapareceu, pelo menos nos EUA, porque sua carreira terminou em escândalo: ele foi revelado como um predador sexual, e isso arruinou sua carreira. “Fora dos Estados Unidos, acho que a publicação de Li’l Abner foi prejudicada pela dificuldade que é traduzir o dialeto hillbilly [caipira] dos personagens”.
Ele diz, no entanto, que acredita que a contribuição de Al Capp para a sátira política e social nos quadrinhos é subestimada. “Ele estava tão à frente da sua época que quase não há comparação. Ele tinha um excelente olho e ouvido para a hipocrisia na política e para expor as falhas da natureza humanas, e satirizava essas coisas de maneiras continuamente inventivas”, diz.
(Adaptado. Texto de Thiago Cardim. Site Gibizilla. Publicado em 20/07/2025).
Texto 01

Shmoo: a fofa e subversiva criatura de Al Capp
O Shmoo é uma criatura em forma de gota, toda branca, sem braços e com olhos doces. Parece, de fato, uma foca – e surgiu nas tiras de Li’l Abner (conhecido por aqui como “Ferdinando”) em 31 de agosto de 1948. Extremamente gentil, ele se multiplica, produz leite, ovos e até cheesecake, talvez inclusive um belo assado. Morre de felicidade se alguém o deseja para consumo. Sim: é um ser que oferece tudo o que o ser humano precisa — gratuitamente.
O conceito virou um fenômeno nos EUA, gerando brinquedos, colecionáveis, aparições em programas de TV e até livro infantil best-seller.
Os quadrinhos originais contêm uma crítica bastante direta ao capitalismo. Afinal, a simples existência do Shmoo ameaça o chamado deus mercado: se ninguém precisa comprar comida, roupa ou abrigo, o que acontece com as empresas? Pois é. O Shmoo foi proibido, caçado e exterminado dentro da própria história. Empresários, banqueiros e industriais decretam o “shmooicídio”.
O personagem acabou interpretado de formas contraditórias: à esquerda, como símbolo de abundância natural e cooperação; à direita, como alegoria do perigo do “estado de bem-estar”. O que ninguém negou foi o poder subversivo de um ser que oferece tudo… e não quer nada em troca.
Nascido Alfred Gerald Caplin, em 1909, Al Capp foi um dos mais populares cartunistas dos Estados Unidos entre as décadas de 1930 e 1970. Amputado da perna esquerda na infância, Capp fez da ironia uma arma poderosa, transformando as tiras de jornal em plataformas para o comentário social afiado. Criou personagens com linguajar próprio, situações absurdas com fundo político e monstros simbólicos como o Shmoo. Ele ajudou a consolidar o formato da tira diária como uma forma de arte completa e influenciou gerações de cartunistas. Foi premiado pela National Cartoonists Society, entrou para o Hall da Fama dos Quadrinhos e é referência até hoje.
Em uma entrevista, o pesquisador Denis Kitchen conta que o legado de Al Capp desapareceu, pelo menos nos EUA, porque sua carreira terminou em escândalo: ele foi revelado como um predador sexual, e isso arruinou sua carreira. “Fora dos Estados Unidos, acho que a publicação de Li’l Abner foi prejudicada pela dificuldade que é traduzir o dialeto hillbilly [caipira] dos personagens”.
Ele diz, no entanto, que acredita que a contribuição de Al Capp para a sátira política e social nos quadrinhos é subestimada. “Ele estava tão à frente da sua época que quase não há comparação. Ele tinha um excelente olho e ouvido para a hipocrisia na política e para expor as falhas da natureza humanas, e satirizava essas coisas de maneiras continuamente inventivas”, diz.
(Adaptado. Texto de Thiago Cardim. Site Gibizilla. Publicado em 20/07/2025).