Questões de Concurso Sobre português

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Q4051361 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Como a água se tornou arma de guerra na luta dos EUA e Israel contra o Irã. 


As cenas de numerosos romances e filmes distópicos apresentando conflitos com cenários de redução dos recursos naturais podem não estar muito longe da realidade, principalmente durante a guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã.


Como era previsível, a guerra gira, em parte, em torno do petróleo, um recurso associado há muito tempo às intervenções ocidentais na região.


Mas, à medida que o conflito se amplia e atinge os vizinhos do Golfo, analistas afirmam que outro recurso vulnerável se tornou um possível ponto de tensão: a água.


O Golfo detém apenas 2% das fontes globais renováveis de água potável.


A região depende muito da dessalinização, principalmente com as pressões geradas pelo crescimento da indústria petrolífera, a partir dos anos 1950, e seu impacto sobre fontes que já eram limitadas.


O Instituto Francês de Relações Internacionais indica que 90% da água do Kuwait vem da dessalinização. Este índice é de 86% em Omã, 70% na Arábia Saudita e 42% nos Emirados Árabes Unidos.


"Em 2021, o volume total de produção das usinas de dessalinização, que retiram água do Golfo, foi de mais de 20 milhões de metros cúbicos por dia, o equivalente a 8 mil piscinas olímpicas diariamente", declarou Will Will Le Quesne, do Centro de Ciências do Meio Ambiente, Pesca e Aquicultura de Omã, ao programa de rádio Newsday, do Serviço Mundial da BBC.


A produção agrícola e de alimentos também depende da água dessalinizada do Golfo. As reservas subterrâneas, normalmente empregadas para irrigação, foram seriamente esgotadas em toda a região.


Esta dependência faz da infraestrutura de abastecimento de água uma vulnerabilidade estratégica, que tanto os Estados Unidos quanto o Irã aparentemente desejam explorar. 


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cq57xlev6pzo-fragmento


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cq57xlev6pzo-fragmento


"O Golfo detém apenas 2% das fontes globais renováveis de água potável."
Considerando nas regras de acentuação dos vocábulos presentes no trecho e no texto-base, marque (V), para as afirmativas verdadeiras, ou (F), para as falsas:
(__) O vocábulo 'detém' recebe acento agudo como forma diferencial em relação à terceira pessoa do plural 'detêm', mas, independentemente desse acento, deve ser acentuado por ser uma palavra oxítona terminada em 'em', que sempre recebem acento.
(__) O vocábulo 'renováveis' recebe acento por ser paroxítona terminada em ditongo oral, já que, nessas palavras, acentua-se a vogal da sílaba tônica.
(__) Os vocábulos 'árabes' e 'agrícola' recebem acento porque têm a penúltima sílaba tônica, sendo proparoxítonas que devem ser obrigatoriamente acentuadas.
(__) O vocábulo 'rádio' não sofreu alteração com o Novo Acordo Ortográfico, diferentemente de palavras como 'ideia', 'joia' e 'anzois', que perderam o acento por possuírem ditongos abertos.
Identifique a alternativa que apresenta a sequência CORRETA. 
Alternativas
Q4051233 Português

Uvas para vinho Pinot Noir são cultivadas desde a Idade Média, diz estudo


Por Fernanda Zibordi  



(Fonte: https://revistagalileu.globo.com/ciencia/noticia/2026/03/uvas-para-vinho-pinot-noir-sao-cultivadas-

desde-a-idade-media-diz-estudo.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova)

Assinale a alternativa que apresenta corretamente o motivo do uso do acento agudo na palavra “atrás” e palavras que são acentuadas pelo mesmo motivo.
Alternativas
Q4051232 Português

Uvas para vinho Pinot Noir são cultivadas desde a Idade Média, diz estudo


Por Fernanda Zibordi  



(Fonte: https://revistagalileu.globo.com/ciencia/noticia/2026/03/uvas-para-vinho-pinot-noir-sao-cultivadas-

desde-a-idade-media-diz-estudo.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova)

Em relação à divisão silábica, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4051231 Português

Uvas para vinho Pinot Noir são cultivadas desde a Idade Média, diz estudo


Por Fernanda Zibordi  



(Fonte: https://revistagalileu.globo.com/ciencia/noticia/2026/03/uvas-para-vinho-pinot-noir-sao-cultivadas-

desde-a-idade-media-diz-estudo.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova)

A expressão “o estudo”, no trecho “De fato, o estudo foi capaz de traçar a trajetória das uvas na Europa __ partir da análise de quase 50 sementes de uvas silvestres”, retirado do texto, exerce a função sintática de:
Alternativas
Q4051230 Português

Uvas para vinho Pinot Noir são cultivadas desde a Idade Média, diz estudo


Por Fernanda Zibordi  



(Fonte: https://revistagalileu.globo.com/ciencia/noticia/2026/03/uvas-para-vinho-pinot-noir-sao-cultivadas-

desde-a-idade-media-diz-estudo.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova)

Considerando o trecho a seguir, retirado do texto, se a palavra “vinhos” for flexionada no singular, quantas outras alterações serão necessárias para manter a correção gramatical?


“Para realmente saber se os vinhos que civilizações antigas consumiam tinham o mesmo sabor que os que consumimos hoje em dia, análises de DNA infelizmente não são suficientes”.

Alternativas
Q4051229 Português

Uvas para vinho Pinot Noir são cultivadas desde a Idade Média, diz estudo


Por Fernanda Zibordi  



(Fonte: https://revistagalileu.globo.com/ciencia/noticia/2026/03/uvas-para-vinho-pinot-noir-sao-cultivadas-

desde-a-idade-media-diz-estudo.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova)

Com base nas regras de regência e concordância verbal, assinale a alternativa em que a frase está corretamente redigida. 
Alternativas
Q4051228 Português

Uvas para vinho Pinot Noir são cultivadas desde a Idade Média, diz estudo


Por Fernanda Zibordi  



(Fonte: https://revistagalileu.globo.com/ciencia/noticia/2026/03/uvas-para-vinho-pinot-noir-sao-cultivadas-

desde-a-idade-media-diz-estudo.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova)

De acordo com as normas ortográficas vigentes sobre o emprego do hífen, assinale a alternativa em que a palavra está grafada corretamente.
Alternativas
Q4051227 Português

Uvas para vinho Pinot Noir são cultivadas desde a Idade Média, diz estudo


Por Fernanda Zibordi  



(Fonte: https://revistagalileu.globo.com/ciencia/noticia/2026/03/uvas-para-vinho-pinot-noir-sao-cultivadas-

desde-a-idade-media-diz-estudo.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova)

Segundo o texto, assinale a alternativa correta em relação à fabricação de vinhos.
Alternativas
Q4051226 Português

Uvas para vinho Pinot Noir são cultivadas desde a Idade Média, diz estudo


Por Fernanda Zibordi  



(Fonte: https://revistagalileu.globo.com/ciencia/noticia/2026/03/uvas-para-vinho-pinot-noir-sao-cultivadas-

desde-a-idade-media-diz-estudo.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova)

De acordo com o texto, sobre a fabricação de vinho, analise as assertivas abaixo:
I. Com base em estudo recente publicado na Nature Communications, pesquisadores afirmam que a mesma espécie de planta foi identificada há 600 anos, durante o século XV.
II. Pesquisas genéticas com linhagens de clones permitem comparar o perfil degustativo dos vinhos de civilização passadas com as variedades que são produzidas atualmente.
III. Uma pesquisa recente indica que o aprimoramento genético e o cultivo controlado de videiras têm sido praticados pelos seres humanos na área em que hoje é a França.
Quais estão corretas? 
Alternativas
Q4051225 Português

Uvas para vinho Pinot Noir são cultivadas desde a Idade Média, diz estudo


Por Fernanda Zibordi  



(Fonte: https://revistagalileu.globo.com/ciencia/noticia/2026/03/uvas-para-vinho-pinot-noir-sao-cultivadas-

desde-a-idade-media-diz-estudo.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova)

Em relação à regência verbal e ao acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas dos trechos abaixo, retirados do texto:
“O vinho é uma bebida essencial para diferentes civilizações ___ milhares de anos”.
“___ medida que as sociedades se desenvolveram, o cultivo da uva também passou por transformações importantes”. 
“o estudo foi capaz de traçar a trajetória das uvas na Europa ___ partir da análise de quase 50 sementes”. 
Alternativas
Q4051224 Português

Uvas para vinho Pinot Noir são cultivadas desde a Idade Média, diz estudo


Por Fernanda Zibordi  



(Fonte: https://revistagalileu.globo.com/ciencia/noticia/2026/03/uvas-para-vinho-pinot-noir-sao-cultivadas-

desde-a-idade-media-diz-estudo.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova)

O vocábulo “que”, na linha 10 do texto, refere-se a: 
Alternativas
Q4050740 Português
Para responder às questões 31 a 37, leia o texto abaixo.


Pesquisa destaca aumento da violência de gênero em sala de aula

    O ambiente escolar, que deveria ser um espaço de segurança e desenvolvimento, tem se tornado palco de agressões sistemáticas contra meninas e a população LGBTI+.
    Estudos recentes acendem um alerta vermelho para educadores e gestores: a violência de gênero não é um evento isolado, mas uma barreira real que compromete a aprendizagem e o futuro de milhares de estudantes no Brasil.
    A pesquisa "Livres para sonhar? Percepções da comunidade escolar sobre violência contra meninas", realizada pela organização Serenas em parceria com a Plano CDE, revela a face invisível do desrespeito nas salas de aula.
    Ao ouvir mais de 1,3 mil professores, o estudo mapeou comportamentos que, embora comuns, deixam marcas profundas.
    68% dos docentes já presenciaram comentários constrangedores sobre a aparência das alunas.
    52% observaram tratamento desigual direcionado especificamente a meninas negras em atividades pedagógicas.
    A frequência desses episodios é alarmante: 31% dos proÍessores relatam que o desrespeito ou a agressão ocorrem quase diariamente. Mais do que um problema de convivência, a violência atinge o desempenho acadêmico. Para 86o/o dos entrevistados, esses conflitos impactam diretamente a capacidade de aprender e a permanência das estudantes na escola.
    O cenário se torna ainda mais crítico quando analisado sob a perspectiva da diversidade. A Pesquisa Nacional sobre o Bullying no Ambiente Educacional Brasileiro, conduzida pela Aliança Nacional LGBTI+ e o Instituto Unibanco, traz números que evidenciam a hostilidade enfrentada por estudantes que fogem aos padrões tradicionais.
    Em 2024, impressionantes 90% dos estudantes LGBTI+ afirmaram ter sido vítimas de agressões verbais. A violência física também é uma realidade assustadora, atingindo 34% desse grupo. O índice de agressões físicas é ainda mais elevado entre estudantes trans e travestis, chegando a 38%.
    Para os especialistas, o combate a essas práticas não é apenas uma questão ética, mas uma necessidade pedagógica. Sem um ambiente acolhedor, o processo de ensino-aprendizagem é interrompido pelo medo e pela exclusão.
    Ricardo Henriques, superintendente executivo do Instituto Unibanco, reforça que a escola precisa assumir um papel ativo na desconstrução desses ciclos de violência. "Os dados mostram que a violência de gênero não é um fenômeno isolado, mas parte da rotina escolar de muitas meninas. Quando comentários sobre aparência, humilhações ou agressões se tornam frequentes, o ambiente de aprendizagem se deteriora. Enfrentar esse problema é uma agenda educacional estratégica, porque garantir segurança e respeito dentro da escola é condição básica para que meninas possam aprender, permanecer e projetar seu futuro."

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.brleducacao/pesquisa-destaca-aumento-da-violencia-de-genero-em-sala-de-aula/ (adaptado).
No período Sem um ambiente acolhedor, o processo de ensino-aprendizagem é interrompido pelo medo e pela exclusão, a expressão inicial Sem um ambiente acolhedor estabelece, no contexto, uma circunstância de: 
Alternativas
Q4050739 Português
Para responder às questões 31 a 37, leia o texto abaixo.


Pesquisa destaca aumento da violência de gênero em sala de aula

    O ambiente escolar, que deveria ser um espaço de segurança e desenvolvimento, tem se tornado palco de agressões sistemáticas contra meninas e a população LGBTI+.
    Estudos recentes acendem um alerta vermelho para educadores e gestores: a violência de gênero não é um evento isolado, mas uma barreira real que compromete a aprendizagem e o futuro de milhares de estudantes no Brasil.
    A pesquisa "Livres para sonhar? Percepções da comunidade escolar sobre violência contra meninas", realizada pela organização Serenas em parceria com a Plano CDE, revela a face invisível do desrespeito nas salas de aula.
    Ao ouvir mais de 1,3 mil professores, o estudo mapeou comportamentos que, embora comuns, deixam marcas profundas.
    68% dos docentes já presenciaram comentários constrangedores sobre a aparência das alunas.
    52% observaram tratamento desigual direcionado especificamente a meninas negras em atividades pedagógicas.
    A frequência desses episodios é alarmante: 31% dos proÍessores relatam que o desrespeito ou a agressão ocorrem quase diariamente. Mais do que um problema de convivência, a violência atinge o desempenho acadêmico. Para 86o/o dos entrevistados, esses conflitos impactam diretamente a capacidade de aprender e a permanência das estudantes na escola.
    O cenário se torna ainda mais crítico quando analisado sob a perspectiva da diversidade. A Pesquisa Nacional sobre o Bullying no Ambiente Educacional Brasileiro, conduzida pela Aliança Nacional LGBTI+ e o Instituto Unibanco, traz números que evidenciam a hostilidade enfrentada por estudantes que fogem aos padrões tradicionais.
    Em 2024, impressionantes 90% dos estudantes LGBTI+ afirmaram ter sido vítimas de agressões verbais. A violência física também é uma realidade assustadora, atingindo 34% desse grupo. O índice de agressões físicas é ainda mais elevado entre estudantes trans e travestis, chegando a 38%.
    Para os especialistas, o combate a essas práticas não é apenas uma questão ética, mas uma necessidade pedagógica. Sem um ambiente acolhedor, o processo de ensino-aprendizagem é interrompido pelo medo e pela exclusão.
    Ricardo Henriques, superintendente executivo do Instituto Unibanco, reforça que a escola precisa assumir um papel ativo na desconstrução desses ciclos de violência. "Os dados mostram que a violência de gênero não é um fenômeno isolado, mas parte da rotina escolar de muitas meninas. Quando comentários sobre aparência, humilhações ou agressões se tornam frequentes, o ambiente de aprendizagem se deteriora. Enfrentar esse problema é uma agenda educacional estratégica, porque garantir segurança e respeito dentro da escola é condição básica para que meninas possam aprender, permanecer e projetar seu futuro."

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.brleducacao/pesquisa-destaca-aumento-da-violencia-de-genero-em-sala-de-aula/ (adaptado).
Analise as assertivas a seguir sobre a sintaxe de trechos retirados do texto:

I. Em o estudo mapeou comportamentos, o termo comportamentos exerce função de objeto direto.
II. Em A violência física também é uma realidade assustadora, a expressão uma realidade assustadora exerce função de predicativo do sujeito.
III. Em o processo de ensino-aprendizagem é interrompido pelo medo e pela exclusão, os termos pelo medo e pela exclusão exercem função de agente da passiva.

Está(ão) CORRETA(S) 
Alternativas
Q4050738 Português
Para responder às questões 31 a 37, leia o texto abaixo.


Pesquisa destaca aumento da violência de gênero em sala de aula

    O ambiente escolar, que deveria ser um espaço de segurança e desenvolvimento, tem se tornado palco de agressões sistemáticas contra meninas e a população LGBTI+.
    Estudos recentes acendem um alerta vermelho para educadores e gestores: a violência de gênero não é um evento isolado, mas uma barreira real que compromete a aprendizagem e o futuro de milhares de estudantes no Brasil.
    A pesquisa "Livres para sonhar? Percepções da comunidade escolar sobre violência contra meninas", realizada pela organização Serenas em parceria com a Plano CDE, revela a face invisível do desrespeito nas salas de aula.
    Ao ouvir mais de 1,3 mil professores, o estudo mapeou comportamentos que, embora comuns, deixam marcas profundas.
    68% dos docentes já presenciaram comentários constrangedores sobre a aparência das alunas.
    52% observaram tratamento desigual direcionado especificamente a meninas negras em atividades pedagógicas.
    A frequência desses episodios é alarmante: 31% dos proÍessores relatam que o desrespeito ou a agressão ocorrem quase diariamente. Mais do que um problema de convivência, a violência atinge o desempenho acadêmico. Para 86o/o dos entrevistados, esses conflitos impactam diretamente a capacidade de aprender e a permanência das estudantes na escola.
    O cenário se torna ainda mais crítico quando analisado sob a perspectiva da diversidade. A Pesquisa Nacional sobre o Bullying no Ambiente Educacional Brasileiro, conduzida pela Aliança Nacional LGBTI+ e o Instituto Unibanco, traz números que evidenciam a hostilidade enfrentada por estudantes que fogem aos padrões tradicionais.
    Em 2024, impressionantes 90% dos estudantes LGBTI+ afirmaram ter sido vítimas de agressões verbais. A violência física também é uma realidade assustadora, atingindo 34% desse grupo. O índice de agressões físicas é ainda mais elevado entre estudantes trans e travestis, chegando a 38%.
    Para os especialistas, o combate a essas práticas não é apenas uma questão ética, mas uma necessidade pedagógica. Sem um ambiente acolhedor, o processo de ensino-aprendizagem é interrompido pelo medo e pela exclusão.
    Ricardo Henriques, superintendente executivo do Instituto Unibanco, reforça que a escola precisa assumir um papel ativo na desconstrução desses ciclos de violência. "Os dados mostram que a violência de gênero não é um fenômeno isolado, mas parte da rotina escolar de muitas meninas. Quando comentários sobre aparência, humilhações ou agressões se tornam frequentes, o ambiente de aprendizagem se deteriora. Enfrentar esse problema é uma agenda educacional estratégica, porque garantir segurança e respeito dentro da escola é condição básica para que meninas possam aprender, permanecer e projetar seu futuro."

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.brleducacao/pesquisa-destaca-aumento-da-violencia-de-genero-em-sala-de-aula/ (adaptado).
No trecho A frequência desses episódios é alarmante, a estrutura sintática do período apresenta: 
Alternativas
Q4050737 Português
Para responder às questões 31 a 37, leia o texto abaixo.


Pesquisa destaca aumento da violência de gênero em sala de aula

    O ambiente escolar, que deveria ser um espaço de segurança e desenvolvimento, tem se tornado palco de agressões sistemáticas contra meninas e a população LGBTI+.
    Estudos recentes acendem um alerta vermelho para educadores e gestores: a violência de gênero não é um evento isolado, mas uma barreira real que compromete a aprendizagem e o futuro de milhares de estudantes no Brasil.
    A pesquisa "Livres para sonhar? Percepções da comunidade escolar sobre violência contra meninas", realizada pela organização Serenas em parceria com a Plano CDE, revela a face invisível do desrespeito nas salas de aula.
    Ao ouvir mais de 1,3 mil professores, o estudo mapeou comportamentos que, embora comuns, deixam marcas profundas.
    68% dos docentes já presenciaram comentários constrangedores sobre a aparência das alunas.
    52% observaram tratamento desigual direcionado especificamente a meninas negras em atividades pedagógicas.
    A frequência desses episodios é alarmante: 31% dos proÍessores relatam que o desrespeito ou a agressão ocorrem quase diariamente. Mais do que um problema de convivência, a violência atinge o desempenho acadêmico. Para 86o/o dos entrevistados, esses conflitos impactam diretamente a capacidade de aprender e a permanência das estudantes na escola.
    O cenário se torna ainda mais crítico quando analisado sob a perspectiva da diversidade. A Pesquisa Nacional sobre o Bullying no Ambiente Educacional Brasileiro, conduzida pela Aliança Nacional LGBTI+ e o Instituto Unibanco, traz números que evidenciam a hostilidade enfrentada por estudantes que fogem aos padrões tradicionais.
    Em 2024, impressionantes 90% dos estudantes LGBTI+ afirmaram ter sido vítimas de agressões verbais. A violência física também é uma realidade assustadora, atingindo 34% desse grupo. O índice de agressões físicas é ainda mais elevado entre estudantes trans e travestis, chegando a 38%.
    Para os especialistas, o combate a essas práticas não é apenas uma questão ética, mas uma necessidade pedagógica. Sem um ambiente acolhedor, o processo de ensino-aprendizagem é interrompido pelo medo e pela exclusão.
    Ricardo Henriques, superintendente executivo do Instituto Unibanco, reforça que a escola precisa assumir um papel ativo na desconstrução desses ciclos de violência. "Os dados mostram que a violência de gênero não é um fenômeno isolado, mas parte da rotina escolar de muitas meninas. Quando comentários sobre aparência, humilhações ou agressões se tornam frequentes, o ambiente de aprendizagem se deteriora. Enfrentar esse problema é uma agenda educacional estratégica, porque garantir segurança e respeito dentro da escola é condição básica para que meninas possam aprender, permanecer e projetar seu futuro."

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.brleducacao/pesquisa-destaca-aumento-da-violencia-de-genero-em-sala-de-aula/ (adaptado).
Ao mencionar que o ambiente escolar deveria ser um espaço de segurança e desenvolvimento, mas tem se tornado palco de agressões sistemáticas, o texto estabelece uma oposição que contribui para: 
Alternativas
Q4050736 Português
Para responder às questões 31 a 37, leia o texto abaixo.


Pesquisa destaca aumento da violência de gênero em sala de aula

    O ambiente escolar, que deveria ser um espaço de segurança e desenvolvimento, tem se tornado palco de agressões sistemáticas contra meninas e a população LGBTI+.
    Estudos recentes acendem um alerta vermelho para educadores e gestores: a violência de gênero não é um evento isolado, mas uma barreira real que compromete a aprendizagem e o futuro de milhares de estudantes no Brasil.
    A pesquisa "Livres para sonhar? Percepções da comunidade escolar sobre violência contra meninas", realizada pela organização Serenas em parceria com a Plano CDE, revela a face invisível do desrespeito nas salas de aula.
    Ao ouvir mais de 1,3 mil professores, o estudo mapeou comportamentos que, embora comuns, deixam marcas profundas.
    68% dos docentes já presenciaram comentários constrangedores sobre a aparência das alunas.
    52% observaram tratamento desigual direcionado especificamente a meninas negras em atividades pedagógicas.
    A frequência desses episodios é alarmante: 31% dos proÍessores relatam que o desrespeito ou a agressão ocorrem quase diariamente. Mais do que um problema de convivência, a violência atinge o desempenho acadêmico. Para 86o/o dos entrevistados, esses conflitos impactam diretamente a capacidade de aprender e a permanência das estudantes na escola.
    O cenário se torna ainda mais crítico quando analisado sob a perspectiva da diversidade. A Pesquisa Nacional sobre o Bullying no Ambiente Educacional Brasileiro, conduzida pela Aliança Nacional LGBTI+ e o Instituto Unibanco, traz números que evidenciam a hostilidade enfrentada por estudantes que fogem aos padrões tradicionais.
    Em 2024, impressionantes 90% dos estudantes LGBTI+ afirmaram ter sido vítimas de agressões verbais. A violência física também é uma realidade assustadora, atingindo 34% desse grupo. O índice de agressões físicas é ainda mais elevado entre estudantes trans e travestis, chegando a 38%.
    Para os especialistas, o combate a essas práticas não é apenas uma questão ética, mas uma necessidade pedagógica. Sem um ambiente acolhedor, o processo de ensino-aprendizagem é interrompido pelo medo e pela exclusão.
    Ricardo Henriques, superintendente executivo do Instituto Unibanco, reforça que a escola precisa assumir um papel ativo na desconstrução desses ciclos de violência. "Os dados mostram que a violência de gênero não é um fenômeno isolado, mas parte da rotina escolar de muitas meninas. Quando comentários sobre aparência, humilhações ou agressões se tornam frequentes, o ambiente de aprendizagem se deteriora. Enfrentar esse problema é uma agenda educacional estratégica, porque garantir segurança e respeito dentro da escola é condição básica para que meninas possam aprender, permanecer e projetar seu futuro."

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.brleducacao/pesquisa-destaca-aumento-da-violencia-de-genero-em-sala-de-aula/ (adaptado).
A presença de percentuais como 68%, 52%, 31%, 86%, 90%, 34% e 38% cumpre papel relevante na construção argumentativa do texto, pois:

I. Demonstra que a violência de gênero ocorre em situações raras, mas ganha destaque por envolver temas sensíveis no debate educacional contemporâneo.
II. Confere concretude à denúncia apresentada, mostrando que o problema possui recorrência expressiva e afeta diferentes grupos no ambiente escolar.

Das assertivas, pode-se afirmar que: 
Alternativas
Q4050735 Português
Para responder às questões 31 a 37, leia o texto abaixo.


Pesquisa destaca aumento da violência de gênero em sala de aula

    O ambiente escolar, que deveria ser um espaço de segurança e desenvolvimento, tem se tornado palco de agressões sistemáticas contra meninas e a população LGBTI+.
    Estudos recentes acendem um alerta vermelho para educadores e gestores: a violência de gênero não é um evento isolado, mas uma barreira real que compromete a aprendizagem e o futuro de milhares de estudantes no Brasil.
    A pesquisa "Livres para sonhar? Percepções da comunidade escolar sobre violência contra meninas", realizada pela organização Serenas em parceria com a Plano CDE, revela a face invisível do desrespeito nas salas de aula.
    Ao ouvir mais de 1,3 mil professores, o estudo mapeou comportamentos que, embora comuns, deixam marcas profundas.
    68% dos docentes já presenciaram comentários constrangedores sobre a aparência das alunas.
    52% observaram tratamento desigual direcionado especificamente a meninas negras em atividades pedagógicas.
    A frequência desses episodios é alarmante: 31% dos proÍessores relatam que o desrespeito ou a agressão ocorrem quase diariamente. Mais do que um problema de convivência, a violência atinge o desempenho acadêmico. Para 86o/o dos entrevistados, esses conflitos impactam diretamente a capacidade de aprender e a permanência das estudantes na escola.
    O cenário se torna ainda mais crítico quando analisado sob a perspectiva da diversidade. A Pesquisa Nacional sobre o Bullying no Ambiente Educacional Brasileiro, conduzida pela Aliança Nacional LGBTI+ e o Instituto Unibanco, traz números que evidenciam a hostilidade enfrentada por estudantes que fogem aos padrões tradicionais.
    Em 2024, impressionantes 90% dos estudantes LGBTI+ afirmaram ter sido vítimas de agressões verbais. A violência física também é uma realidade assustadora, atingindo 34% desse grupo. O índice de agressões físicas é ainda mais elevado entre estudantes trans e travestis, chegando a 38%.
    Para os especialistas, o combate a essas práticas não é apenas uma questão ética, mas uma necessidade pedagógica. Sem um ambiente acolhedor, o processo de ensino-aprendizagem é interrompido pelo medo e pela exclusão.
    Ricardo Henriques, superintendente executivo do Instituto Unibanco, reforça que a escola precisa assumir um papel ativo na desconstrução desses ciclos de violência. "Os dados mostram que a violência de gênero não é um fenômeno isolado, mas parte da rotina escolar de muitas meninas. Quando comentários sobre aparência, humilhações ou agressões se tornam frequentes, o ambiente de aprendizagem se deteriora. Enfrentar esse problema é uma agenda educacional estratégica, porque garantir segurança e respeito dentro da escola é condição básica para que meninas possam aprender, permanecer e projetar seu futuro."

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.brleducacao/pesquisa-destaca-aumento-da-violencia-de-genero-em-sala-de-aula/ (adaptado).
O texto constrói sua argumentação a partir da articulação entre dados de pesquisa, descrição do ambiente escolar e fala de especialista. Esse conjunto de elementos permite compreender que a violência de gênero na escola é apresentada como: 
Alternativas
Q4050734 Português
Para responder às questões 31 a 37, leia o texto abaixo.


Pesquisa destaca aumento da violência de gênero em sala de aula

    O ambiente escolar, que deveria ser um espaço de segurança e desenvolvimento, tem se tornado palco de agressões sistemáticas contra meninas e a população LGBTI+.
    Estudos recentes acendem um alerta vermelho para educadores e gestores: a violência de gênero não é um evento isolado, mas uma barreira real que compromete a aprendizagem e o futuro de milhares de estudantes no Brasil.
    A pesquisa "Livres para sonhar? Percepções da comunidade escolar sobre violência contra meninas", realizada pela organização Serenas em parceria com a Plano CDE, revela a face invisível do desrespeito nas salas de aula.
    Ao ouvir mais de 1,3 mil professores, o estudo mapeou comportamentos que, embora comuns, deixam marcas profundas.
    68% dos docentes já presenciaram comentários constrangedores sobre a aparência das alunas.
    52% observaram tratamento desigual direcionado especificamente a meninas negras em atividades pedagógicas.
    A frequência desses episodios é alarmante: 31% dos proÍessores relatam que o desrespeito ou a agressão ocorrem quase diariamente. Mais do que um problema de convivência, a violência atinge o desempenho acadêmico. Para 86o/o dos entrevistados, esses conflitos impactam diretamente a capacidade de aprender e a permanência das estudantes na escola.
    O cenário se torna ainda mais crítico quando analisado sob a perspectiva da diversidade. A Pesquisa Nacional sobre o Bullying no Ambiente Educacional Brasileiro, conduzida pela Aliança Nacional LGBTI+ e o Instituto Unibanco, traz números que evidenciam a hostilidade enfrentada por estudantes que fogem aos padrões tradicionais.
    Em 2024, impressionantes 90% dos estudantes LGBTI+ afirmaram ter sido vítimas de agressões verbais. A violência física também é uma realidade assustadora, atingindo 34% desse grupo. O índice de agressões físicas é ainda mais elevado entre estudantes trans e travestis, chegando a 38%.
    Para os especialistas, o combate a essas práticas não é apenas uma questão ética, mas uma necessidade pedagógica. Sem um ambiente acolhedor, o processo de ensino-aprendizagem é interrompido pelo medo e pela exclusão.
    Ricardo Henriques, superintendente executivo do Instituto Unibanco, reforça que a escola precisa assumir um papel ativo na desconstrução desses ciclos de violência. "Os dados mostram que a violência de gênero não é um fenômeno isolado, mas parte da rotina escolar de muitas meninas. Quando comentários sobre aparência, humilhações ou agressões se tornam frequentes, o ambiente de aprendizagem se deteriora. Enfrentar esse problema é uma agenda educacional estratégica, porque garantir segurança e respeito dentro da escola é condição básica para que meninas possam aprender, permanecer e projetar seu futuro."

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.brleducacao/pesquisa-destaca-aumento-da-violencia-de-genero-em-sala-de-aula/ (adaptado).
No período Estudos recentes acendem um alerta vermelho para educadores e gestores, a expressão destacada exerce, em relação ao verbo, a função sintática de: 
Alternativas
Q4050494 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Aluno e professora criam tecido com bagaço da cana-de-açúcar, em Goiás.


Uma professora e um aluno da rede pública de educação de Goiás desenvolveram um tecido a partir do bagaço da cana-de-açúcar, com potencial para uma futura produção têxtil. O projeto, que une experimentação científica e sustentabilidade, foi selecionado para representar o estado em uma feira de bioinovação que acontecerá em novembro, na Bahia.

Professora de Biologia no Centro de Ensino em Período Integral (Cepi) Osvaldo da Costa Meireles, em Luziânia, Gabrielle Rosa Silva, de 29 anos, explicou ao g1 que a ideia surgiu durante pesquisas, na escola, sobre o desenvolvimento de algum produto através de material comumente descartado.

Foram a inquietude e a curiosidade de Thiago Alves dos Santos, seu aluno do terceiro ano do ensino médio, que levaram ao resultado final. Como eles já haviam desenvolvido um papel à base de folhas de pequi, o estudante perguntou se seria possível produzir também tecido a partir do material.

Em entrevista ao g1, Thiago disse que, ao ver o projeto indo tão longe, a sensação é de orgulho. Ele conta que levou a ideia para a professora quando começou a perceber o quanto a indústria têxtil polui e o quanto o consumo de roupas tem crescido de forma tão exacerbada.

O jovem diz que considera a seleção do projeto para a exposição na Bahia uma conquista enorme. "No começo, eu não acreditava que poderia ir tão longe, principalmente por ser um projeto desenvolvido em uma escola pública e com poucos recursos", afirmou.

Thiago destaca que ver tudo isso dando certo mostra que a ciência pode mudar a realidade. "E também que pequenas ideias, quando feitas com dedicação, podem gerar grandes impactos para a sustentabilidade e o futuro do planeta", completou.

Segundo a professora, o processo de produção envolve, após higienização, a preparação da biomassa. "A gente extrai a celulose e depois faz como se fosse uma dissolução porque aquele bagaço é rígido e tem que ficar no caso um pouquinho mais, digamos, emoliente", explica.

Só no processo de extração da celulose são necessárias cerca de três horas. O procedimento utiliza água e soda cáustica sob temperatura constante de 80ºC para quebrar os compostos orgânicos e liberar a celulose. Em seguida, é feita a clarificação do material com água oxigenada.

O passo seguinte é o que ela chama de "formação", quando o bagaço deixa o aspecto rígido e passa a apresentar consistência fibrosa. "Fica como se fosse ummini algodão. Então, a gente faz o processo de fiação, que é a formação de um fio. Depois, a gente faz os ajustes finais. Demora um pouquinho, mais ou menos uns 10 dias para fazer tudo", detalhou Gabrielle.

Dados da União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica), que representa o setor sucroalcooleiro, dão uma ideia do potencial da ideia caso ela, um dia, ganhe escala industrial. Segundo a entidade, o Centro-Sul do país processou cerca de 679,7 milhões de toneladas de cana-de-açúcar na safra 2024/25. Cada tonelada de cana moída gera, em média, cerca de 250 kg de bagaço. Assim, estima-se a geração de cerca de 170 milhões de toneladas de bagaço por safra.

De acordo com a Unica, atualmente a maior parte do bagaço não é descartada porque é aproveitada para cogeração de energia (térmica e elétrica) nas próprias usinas. E uma parte menor pode ser usada em outros subprodutos, como, por exemplo, ração animal.

Ainda assim, a entidade afirmou, em nota, que avalia como positivas iniciativas como a da professora Gabriella e do aluno Thiago, uma vez que "ampliam o uso sustentável dos resíduos da cana, por estarem alinhadas aos princípios de circularidade e bioinovação que o setor vem promovendo".


https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2025/10/25/aluno-eprofessora-criam-tecido-com-bagaco-da-cana-de-acucarem-goias.ghtml

https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2025/10/25/aluno-e-professora-cri am-tecido-com-bagaco-da-cana-de-acucar-em-goias.ghtml
"O jovem diz que considera a seleção do projeto para a exposição na Bahia uma conquista enorme. "No começo, eu não acreditava que poderia ir tão longe, principalmente por ser um projeto desenvolvido em uma escola pública e com poucos recursos, afirmou." Considerando as classes de palavras, julgue as afirmativas a seguir:
I. O vocábulo 'poucos' determina o substantivo 'recursos', exprimindo ideia de quantidade indefinida e reduzida, o que denota escassez. Em outros contextos, o vocábulo pode ocorrer de forma invariável, assumindo função adverbial, como em 'Por favor, me dê um pouco de pudim', indicando pouca quantidade de algo.
II. Em razão da evolução histórica da língua, os substantivos terminados em '-ão', não seguem uma única regra de formação do plural, podendo apresentar três desinências distintas. No caso de 'seleção', admite-se apenas o plural 'seleções', ao passo que o vocábulo 'vilão' admite as formas 'vilãos', 'vilões' e 'vilães'.
III. A forma verbal 'acreditava' ao ser transportada para o pretérito perfeito do indicativo resultará em 'acreditou'. Do mesmo modo, o verbo 'intervir' assume, nesse mesmo tempo e modo verbal, a forma 'interviu', como em 'A professora interviu no caso'.
 IV. A palavra 'jovem' exemplifica que qualquer vocábulo, quando empregado de forma material, pode ser substantivado, passando a submeter-se às regras de flexão e de derivação próprias dos substantivos; o mesmo observa-se em 'Os nãos já temos'.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta apenas as proposições CORRETAS.
Alternativas
Q4049539 Português

Produção agrícola maior deve fortalecer geração de bioenergia.



Episódios recentes envolvendo rotas marítimas próximas ao Estreito de Ormuz — corredor estratégico por onde passa cerca de 20% do petróleo comercializado no mundo — retomou o debate sobre a segurança da oferta global de energia, desde o abastecimento aos preços dos fretes, da inflação energética e estabilidade logística.


O Brasil aparece como um caso particular entre as grandes economias: ao mesmo tempo em que o mercado global acompanha a volatilidade do petróleo, o país amplia a produção agrícola e, com ela, a oferta potencial de matérias-primas para energia renovável. A avaliação é da Fex Agro da rede de revendas de insumos em Mato Grosso.


Segundo o CEO da empresa, Daniel Barbosa, o avanço da colheita de grãos amplia a oferta de ativos energéticos ligados ao agronegócio brasileiro é uma oportunidade para que o país avance na geração de alternativas, como os biocombustíveis.


"Num ambiente em que o mundo volta a perceber o quanto ainda depende do petróleo, o Brasil apresenta uma combinação muito difícil de replicar: uma safra em grande escala, uma base energética renovável consolidada e capacidade industrial para agregar valor dentro da própria cadeia produtiva", afirma.


Dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) indicam avanço consistente da safra, com mais de 50% da área de soja, principal cultura agrícola do país, colhida.


O executivo se demonstra otimista ao defender que a expansão da produção agrícola reforça a disponibilidade de insumos para diferentes rotas energéticas. "O país colhe grãos, mas também amplia a oferta de matéria-prima para etanol, biodiesel, biometano e novas alternativas energéticas. Poucos países possuem um programa de biocombustíveis tão avançado quanto o brasileiro, o que aumenta a resiliência diante de choques externos", ressalta.

A discussão ganha relevância no momento em que o setor de biocombustíveis apresenta propostas para acelerar a transição energética no país, após a COP30, evento que culminou no documento "Fósseis", com etapas de transição até 2040.


O documento sugere ampliar o uso de etanol, biodiesel, combustível sustentável de aviação (SAF), biometano, produzido a partir de resíduos agropecuários, especialmente em regiões produtoras, e hidrogênio de baixa emissão de carbono.


Para a Fex Agro, a atual conjuntura internacional tende a reforçar a relevância desse modelo energético. "Quando petróleo, frete e segurança logística voltam ao centro do debate global, países capazes de produzir energia a partir do próprio campo passam a ter outro peso econômico. O Brasil já tem essa estrutura e ainda possui espaço para expandi-la", afirma o executivo.


Barbosa também defende maior visibilidade internacional para a sustentabilidade da produção agrícola brasileira. Segundo ele, a legislação ambiental e o modelo de preservação adotado pelos produtores ainda são pouco reconhecidos fora do país.


O etanol brasileiro permanece como um dos pilares da transição. Além da produção tradicional a partir da cana-de-açúcar, cresce o modelo baseado no milho, no qual a fabricação do biocombustível ocorre junto à geração de DDG, insumo proteico utilizado na nutrição animal.


"O milho sintetiza bem esse novo entendimento sobre as energias renováveis: da mesma matéria-prima saem energia, proteína e valor industrial. É uma cadeia que responde simultaneamente a três demandas globais — energia, alimento e eficiência produtiva", afirma Barbosa.



https://www.cnnbrasil.com.br/agro/producao-agricola-maior-deve-fortale

cer-geracao-de-bioenergia/

"Dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) indicam avanço consistente da safra, com mais de 50% da área de soja, principal cultura agrícola do país, colhida."
O verbo 'indicar' concorda corretamente com o núcleo do sujeito 'Dados', observando a concordância verbal. Analise outros contextos para verificar se a concordância verbal ou nominal se mantém adequada.

I. Número cada vez maior de estudantes participam de programas de alfabetização em toda a América Latina.
II. A provisão eram alguns quilos de feijão.
III. Houve silêncio, enquanto cada um dos candidatos iam assimilando o raciocínio lógico.
IV. A secretária deixou vazias as pastas e o arquivo.

Considerando a concordância verbal e nominal adequada, assinale a alternativa que apresenta apenas as proposições CORRETAS. 
Alternativas
Respostas
12821: E
12822: D
12823: B
12824: D
12825: A
12826: B
12827: D
12828: C
12829: C
12830: A
12831: C
12832: A
12833: D
12834: C
12835: B
12836: A
12837: C
12838: A
12839: E
12840: A